Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Sub-E I X O 4-4ª C N S T

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1 Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador PLANEJAMENTO DO SUS Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador FINANCIAMENTO DA R E N A S T Apresentação na REUNIÃO DA CIST 2011 Sub-E I X O 4-4ª C N S T

2 FINANCIAMENTO SISTEMAS DE SAÚDE INGLATERRA - FRANÇA - BRASIL - 8,5% P I B 11,0% P I B 3,6% P I B (UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS) ESPANHA - 70% Gastos em SAÚDE PÚBLICOS PROJETO DE LEI DE INICIATIVA POPULAR (PLP 321/2013), que prevê que a União destine montante igual ou superior a 10% das suas receitas brutas para o financiamento do SUS. (Movimento Saúde + 10) Fonte: Relatório Câmara dos Deputados/outubro/2011 (Subcomissão Especial Financiamento SUS)

3 PROCESSO DE PLANEJAMENTO - C F 1988 LEI 8080, de 19 de setembro de 1990 CONSTITUIÇÃO FEDERAL PPA LDO E LOA A Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, atribui à direção nacional do SUS a responsabilidade de elaborar o planejamento estratégico nacional no âmbito do SUS em cooperação com os estados, municípios e o Distrito Federal (inciso XVIII do Art. 16). NECESSIDADE DE um SISTEMA DE PLANEJAMENTO DO SUS - (PlanejaSUS) Define-se como Sistema de Planejamento do Sistema Único de Saúde a atuação contínua, articulada, integrada e solidária das áreas de planejamento das três esferas de Gestão do SUS. Planejamento Ascendente e integrado, do Define o processo como ascendente, do nível local até o federal, ouvidos seus órgãos deliberativos, compatibilizando-se as necessidades da política de Saúde com a disponibilidade de recursos em Planos de Saúde dos municípios, dos estados e do Distrito federal e da União. Arcabouço legal: CF 1988 LEI 8080/90 -; Decreto Lei nº 7.508/11; Lei Complementar 141/2012 e Resolução CNS nº 459 de 10/10/2012.Portaria GM/MS nº 2.135, de 25 de setembro de RTARIA Nº 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013

4 FINANCIAMENTO DA SAÚDE - Valores MÍNIMOS LEI 8080/90 - Decreto Lei 7.508/2011 REGULAMENTA a Lei 8.080/90 LEI COMPLEMENTAR nº 141/ Regulamenta o Art. 3º do Art. 198 da CF (dispõe sobre os valores mínimos a serem aplicados pela União, Estados e Municípios) UNIÃO (valor empenhado no exercício anterior + variação nominal do PIB ocorrida no ano anterior ao da lei orçamentária anual) - ESTADOS 12% (arrecadação de impostos, art. 155, 157, alínea a do Inciso I (FPM) e Inciso II do caput e 3º do art. 159 (deduzidas parcelas transferidas aos respectivos municípios) MUNICÍPIOS e o DF 15% (arrecadação dos impostos art. 156/ recursos art. 158 e alínea b do inciso I do caput e 3º art. 159, da CF. TARIA Nº 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013 Estabelece diretrizes para o processo de planejamento no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). PORTARIAPORTARIA Nº 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013

5 PORTARIA GM/MS 2.135/13 PLANO DE SAÚDE - PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - RELATÓRIO GESTÃO Plano de Saúde é o instrumento central de planejamento 4 anos explicita os compromissos do governo para o setor saúde análise situacional, necessidades de saúde da população e peculiaridades próprias de cada esfera Programação Anual de Saúde é o instrumento que operacionaliza as intenções expressas no Plano de Saúde (anualiza as metas do Plano de Saúde e preve a alocação dos recursos orçamentários a serem executados) Relatório de Gestão é o instrumento que de gestão com elaboração anual que permite ao gestor apresentar os resultados alcançados com a execução da PAS e orienta eventuais redirecionamentos que se fizerem necessários no Plano de Saúde. PS, PAS e RAG devem ser compatíveis com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA), observando-se os períodos estabelecidos para a sua formulação em cada esfera de gestão. O último ano de vigência do Plano corresponde ao primeiro ano de um novo governo. O processo de formulação deve começar no início deste Governo.

6 VISÃO INTEGRADA DOS INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO (PPA/PS, LDO E LOA/PS Nenhuma obra poderá ser realizada e nenhum serviço poderá ser prestado se as despesas correspondentes não forem fixadas na lei orçamentária e no caso da saude, na programação anual de saúde (...) Mas, isso só será possível se os respectivos programas e ações integrarem a lei de diretrizes orçamentárias e o plano plurianual ( e no caso da saúde, o plano de saúde)

7 RENAST - FINANCIAMENTO PORTARIA Nº 1.956/GM, DE 14 DE AGOSTO DE 2007, QUE define que a gestão e a coordenação das ações relativas à Saúde do Trabalhador, no âmbito do Ministério da Saúde, sejam exercidas pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS); PORTARIA Nº 2.728, DE 11 DE SETEMBRO DE Artigo 10, 2º: os recursos deverão ser repassados do FUNDO NACIONAL DE SAÚDE para os Fundos de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no Bloco de Gestão do SUS e no Bloco de Financiamento da Média e Alta Complexidade, conforme o caso e serão aplicados pelas Secretarias de Saúde e fiscalizados pelo Conselho de Saúde. P os recursos destinam-se ao custeio das ações de promoção, prevenção, proteção e vigilância desenvolvidas pelos CEREST, sendo veda a utilização destes recursos nos casos especificados na PORTARIA GM/MS nº 204, de 29 de janeiro de ( 3º /09). A destinação dos recursos deverá constar nos Planos de Saúde nacional, estaduais, distrital, municipais e respectivas Programações Anuais. ( 4º /09) e Relatório de Gestão CONTROLE SOCIAL acompanhar e monitorar ações e financiamento aria 2728/09 QUE INSTITUIU A RENAST Portaria 2728/09 QUE INSTITUIU A RENAST

8 PORTARIA GM/MS 2.135/13 PLANO DE SAÚDE - PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - RELATÓRIO GESTÃO Plano de Saúde é o instrumento central de planejamento 4 anos explicita os compromissos do governo para o setor saúde análise situacional, necessidades de saúde da população e peculiaridades próprias de cada esfera Programação Anual de Saúde é o instrumento que operacionaliza as intenções expressas no Plano de Saúde (anualiza as metas do Plano de Saúde e preve a alocação dos recursos orçamentários a serem executados) Relatório de Gestão é o instrumento que de gestão com elaboração anual que permite ao gestor apresentar os resultados alcançados com a execução da PAS e orienta eventuais redirecionamentos que se fizerem necessários no Plano de Saúde. PS, PAS e RAG devem ser compatíveis com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA), observando-se os períodos estabelecidos para a sua formulação em cada esfera de gestão. O último ano de vigência do Plano corresponde ao primeiro ano de um novo governo. O processo de formulação deve começar no início deste Governo.

9 ELABORAÇÃO DO PLANO DE SAÚDE A elaboração do Plano de Saúde será orientada pelas necessidades de saúde da população, considerando: I Análise situacional, orientada, dentre outros, pelos seguintes temas a) estrutura do sistema de saúde; b) redes de atenção à saúde; c) condições sociossanitárias; d) fluxos de acesso; e) recursos financeiros; f) gestão do trabalho e da educação na saúde g) ciência, tecnologia, produção e inovação em saúde e gestão; II Definição das diretrizes, objetivos, metas e indicadores; e III o processo de monitoramento e avaliação.

10 Estrutura básica dos Instrumentos Programação Anual de Saúde São objetivos da PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE P A S: a PAS; - Definição das AÇÕES que, no ano específico, garantirão o alcance dos objetivos e o cumprimento das METAS do Plano de Saúde; a identificação dos indicadores que serão utilizados para o monitoramento da PAS; a previsão da alocação dos recursos orçamentários necessários ao cumprimento da PAS (As ações são as medidas ou iniciativas concretas a serem desenvolvidas e que deverão contribuir para o alcance dos objetivos e das metas propostas no Plano de Saúde).

11 RELATÓRIO DETALHADO DO QUADRIMESTRE ANTERIOR INSTRUMENTO de MONITORAMENTO e ACOMPANHAMENTO da execução da PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE e deve ser apresentado pelo GESTOR do SUS, em audiência pública na Casa Legislativa do respectivo ente da Federação. O RELATÓRIO conterá, no mínimo, as seguintes informações: I montante e fonte dos recursos aplicados no período; II auditorias realizadas ou em fase de execução no período e suas recomendações e determinações; III oferta e produção de serviços públicos na rede assistencial própria, contratada e conveniada, cotejando esses dados com os indicadores de saúde da população em seu âmbito de atuação.

12 CONTROLE SOCIAL C I S T - Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador Lei 8080/90 Art. 12 RESOLUÇÃO 493, de 07 de novembro de 2012: que os Conselhos de Saúde (Estadual, Distrital e Municipal) criação de CIST, por meio de resolução para assessor ao Plenário dos respectivos Conselhos. COMPOSIÇÃO: O pleno do Conselho de Saúde deliberará sobre o número de participantes e quais as entidades que comporão a Comissão COORDENAÇÃO: Coordenador e Coordenador-Adjunto deverão ser CONSELHEIROS DE SAÚDE pelo menos um deles CONSELHEIRO TITULAR

13 CONTROLE SOCIAL CIST COMISSÃO INTERSETORIAL DE ST Acompanhar e fiscalizar os serviços e ações realizadas pelos CEREST, observando seus PT Contribuir para a promoção da sensibilização e educação permanente dos gestores/prestadores, trabalhadores e usuários do SUS sobre a importância da discussão sobre ST; Participar da construção ou sugerir ações no Plano de Trabalho dos CEREST; Articular políticas e programas de interesse para ST cuja execução envolva áreas compreendidas ou não no âmbito do SUS; Propor às instituições e entidades envolvidas que, no âmbito de sua competências, atuem no sentido de eliminar ou reduzir os riscos à saúde do trabalhador; Propor e acompanhar a implantação de medidas que objetive a melhoria dos serviços de saúde do trabalhador público e privado; Integrar as diversas instâncias envolvidas nas ações em ST em torno de um projeto comum, visando à efetivação dos princípios do SUS; Avaliar/analisar os projetos e planos de saúde apresentados pela Secretaria de Saúde por meio de seus técnicos, focando nas ações relacionadas à ST, recomendando ao plano do Conselho de saúde alterações, complementações que se fizerem necessárias, bem como sua aprovação ou rejeição; Acompanhar a implantação/implementação dos projetos e planos de saúde, recomendando ao Conselho de Saúde que fiscalize e tome as providências cabíveis caso verifique questões que não estejam de acordo com o aprovado; Contribuir para dar conhecimento à sociedade em geral da legislação sobre ST não só do SUS;

14 CONTROLE SOCIAL CONSELHOS DE GESTÃO PARTICIPATIVA Sãop órgãos colegiados que objetivam ampliar a inserção e abrangência da participação democrática no processo de gestão das Unidades de Saúde, de natureza CONSULTIVA ou DELIBERATIVA Os Conselhos de Gestão Participativa são criados por lei estadual, distrital ou municipal ou por ato do executivo e devem ter composição tripartite: 50% de representantes de usuários; 25% de representantes dos trabalhadores de saúde, e; 25% de representantes da direção da respectiva unidade e da gestão; Reunião regularmente (pelo menos a cada dois meses), ou extraordinariamente, quando convocados por seu presidente ou coordenador ou por, no mínimo 1/3 de seus membros; reuniões públicas e abertas; Secretarias Estaduais ou municipais devem proporcionar condições necessária de funcionamento; Devem atuar em consonância com os Conselhos de Saúde;

15 ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO DE GESTÃO PARTICIPATIVA Acompanhar e fiscalizar os serviços e as ações de saúde prestados, expressos no PT do CEREST enquanto unidade de serviço, visando a qualidade e a eficiência Sugerir prioridades e metas de ação que poderão orientar a elaboração do PA Propor medidas para aperfeiçoar o planejamento, a organização, a avaliação e o controle das ações e dos serviços Acompanhar a execução das prioridades e metas estabelecidas para a unidade (CEREST) Elaborar e aprovar normas próprias de funcionamento, inclusive o Regimento Interno do CGP e a agenda de reuniões com a finalidade de efetivar e sistematizar a atuação e organização do Conselho Avaliar a relação da capacidade instalada e as atribuições da unidade (CEREST) junto aos gestores do SUS, da correspondente esfera de governo e à sociedade em geral Analisar as informações de caráter técnico-administrativo, econômico-financeiro e operacional relacionadas à unidade (CEREST) que subsidiem o monitoramento da execução financeira Promover a articulação e integração entre Gestores e Conselheiros, da área de abrangência, permitindo a busca de soluções, estratégias e encaminhamentos comuns, visando assim a garantia do acesso dos trabalhadores à atenção à saúde Criar mecanismos de articulação e integração com os respectivos Conselhos de Saúde encaminhando as demandas atinentes ao âmbito de atuação destes Conselhos; Encaminhar ao Conselho de saúde as irregularidades observadas quanto à aplicação de recursos financeiros, o não cumprimento das metas e execução de ações da RENAST; e Estabelecer estratégias de ação conjunta, quando se fizer necessária, com a Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador correspondente.

16 Estrutura básica dos Instrumentos RELATÓRIO DE GESTÃO O Relatório de Gestão contemplará: As diretrizes, objetivos e indicadores do Plano de Saúde; As metas da PAS previstas e executadas; A análise da execução orçamentária; e As recomendações necessárias, incluindo eventuais redirecionamentos do Plano de Saúde. QUEM CELEBROU COAP INSERIR SEÇÃO ESPECÍFICA relativa aosw compromissos assumidos e executados. O Relatório de Gestão deve ser enviado ao respectivo CONSELHO DE SAÚDE até o dia 30 de março do ano seguinte ao da execução financeira, cabendo ao Conselho emitir parecer conclusivo, por meio do SARGSUS

17 DISCUSSÃO SOBRE A PORTARIA 204/07 Regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de Blocos de financiamento. Art. 6º - Os recursos referentes a cada bloco de financiamento devem ser aplicados nas ações e serviços de saúde relacionados ao próprio bloco. 2º - Os recursos referentes os Blocos de Atenção Básica, Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, Vigilãncia em Saúde, Assistência Farmacêutica e de Gestão do SUS, devem ser utilizados considerando que fica vedada a utilização desse para pagamento de: I Servidores Inativos; II Servidores ativos, EXCETO aqueles contratados exclusivamente para desempenhar funções relacionadas aos serviços relativos ao respectivo bloco, previstos no respectivo Plano de Saúde;

18 DISCUSSÃO SOBRE A PORTARIA 204/07 III Gratificação de função de cargos comissionados, EXCETO aqueles diretamente ligados às funções relacionadas aos serviços relativos ao respectivo bloco, previstos no respectivo Plano de Saúde; IV Pagamento de assessorias/consultorias prestadas por servidores públicos pertencentes ao quadro do próprio município ou do estado; e V Obras de de construções novas, EXCETO as que se referem a reformas e adequações de imóveis já existentes, utilizados para a realizações de ações e/ou serviços de saúde. FINANCIAMENTO NOS MUNICÍPIOS: Recursos repassados da VIGILÂNCIA EM SAÚDE - PORTARIA BLOCO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE.

19 ROQUE VEIGA /

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