ESTADO DE SANTA CATARINA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTADO DE SANTA CATARINA"

Transcrição

1 ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO PCP 08/ UNIDADE Município de Joinville RESPONSÁVEL Sr. Marco Antonio Tebaldi - Prefeito Municipal ASSUNTO Prestação de Contas do Prefeito referente ao ano de 2007 RELATÓRIO N 1720/2008 INTRODUÇÃO O Município de Joinville está sujeito ao regime de fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial deste Tribunal de Contas, nos termos da Constituição Federal, art. 31; da Constituição Estadual, art. 113; da Lei Complementar Estadual nº 202, de 15/12/2000, arts. 50 a 54; da Resolução nº TC 06/2001, 03/12/2001 (RITC), arts. 82 a 94; e da Resolução nº TC 16/94, de 21/12/1994, arts. 20 a 26. Em atendimento às disposições dos arts. 20 a 26 da citada Resolução Nº TC 16/94 e art. 22 da Instrução Normativa TC N º 02/2001, bem como, a Instrução Normativa n 04/2004, art. 3, I, a Prefeitura encaminhou, por meio documental, o Balanço Anual do exercício financeiro de autuado como Balanço Consolidado do Município (Processo nº PCP 08/ ) e o Balanço da Prefeitura Municipal, referente a Prestação de Contas do Prefeito, protocolado sob o n.º 4471, de 28/02/2008, bem como bimestralmente, por meio eletrônico, as informações dos registros contábeis e de execução orçamentária. A análise das contas em questão procedeu-se através de exame de consistência dos documentos e informações acima mencionados, bem como, verificação dos aspectos constitucionais e legais que norteiam a Administração Pública Municipal, com abrangência e particularidades próprias da metodologia aplicada. Considerando o resultado da análise do processo em causa, tem-se a evidenciar o que segue: II - ANÁLISE

2 A.1 - PLANEJAMENTO A Tramitação das Leis Orçamentárias A Plano Plurianual - PPA O Projeto do Plano Plurianual do Município, para os exercícios financeiros de2006/2009, foi encaminhado para apreciação do Poder Legislativo em 30/03/2005. O Poder Legislativo, por sua vez, devolveu o Projeto para sanção do Poder Executivo em 03/06/2005, resultando na Lei n o 5223, de 03/06/2005, restandocumprido o disposto no art. 35, 2 o, inciso I, do ADCT. A Diretrizes Orçamentárias - LDO O Projeto das Diretrizes Orçamentárias do Município, para o exercício em exame, foi encaminhado para apreciação do Poder Legislativo em 30/06/2006. O Poder Legislativo, por sua vez, devolveu o Projeto para sanção do Poder Executivo em 18/08/2006, resultando na Lei n o 5579, de 28/08/2006, restando NÃO CUMPRIDO o disposto no art. 35, 2 o, inciso II, do ADCT. A Orçamento Anual (Fiscal e Seguridade Social) - LOA O Projeto do Orçamento Anual (Fiscal e Seguridade Social) do Município, para o exercício em exame, foi encaminhado ao Poder Legislativo para apreciação em29/09/2006. O Poder Legislativo, por sua vez, devolveu o mesmo ao Poder Executivo para sanção em 15/12/2006, resultando na Lei n o 5710, de 19/12/2006, restando NÃO CUMPRIDO o disposto no art. 91, 2º, da Lei Orgânica Municipal. A Lei Orçamentária Anual, para o orçamento fiscal, estimou a receita em R$ ,00 e fixou a despesa em R$ ,00. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/2007 2

3 A Realização de Audiências Públicas A Plano Plurianual - PPA O parágrafo único do art. 48, da Lei Complementar Federal n o 101/00 prescreve que a Administração Municipal deverá realizar audiências públicas para elaboração e discussão do Projeto do Plano Plurianual. Assim, tendo como local de divulgação Jornal de Circulação Estadual, a audiência foi realizada no dia 29/03/2005, nas dependências da Câmara de Vereadores de Joinville, EM CUMPRIMENTO ao disposto no ordenamento acima. A Diretrizes Orçamentárias - LDO O parágrafo único do art. 48, da Lei Complementar Federal n o 101/00 prescreve que a Administração Municipal deverá realizar audiências públicas para elaboração e discussão da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Assim, tendo como local de divulgação o Jornal de Circulação Municipal, a audiência foi realizada no dia 28/06/2006, nas dependências da Câmara de Vereadores de Joinville, EM CUMPRIMENTO ao disposto no ordenamento acima. A Orçamento Anual - (Fiscal e Seguridade Social) - LOA O parágrafo único do art. 48, da Lei Complementar Federal n o 101/00 prescreve que a Administração Municipal deverá realizar audiências públicas para elaboração e discussão do Projeto da Lei Orçamentária Anual. Assim, tendo como local de divulgação Jornal de Circulação Municipal, a audiência foi realizada no dia 29/09/2006, nas dependências da Câmara de Vereadores de Joinville, EM CUMPRIMENTO ao disposto no ordenamento acima. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/2007 3

4 A Orçamento Fiscal O Orçamento Fiscal do Município, aprovado pela Lei nº 5710, de 19/12/2006, estimou a receita e fixou a despesa em R$ ,00, para o exercício em exame. A dotação Reserva de Contingência foi orçada em R$ ,00, que corresponde a 0,44% do orçamento. A Créditos Orçamentários e Adicionais Os créditos autorizados podem ser assim demonstrados: Créditos Orçamentários Valor (R$) Créditos Orçamentários ,00 Ordinários ,00 Reserva de Contingência ,00 (+) Créditos Adicionais ,97 Suplementares ,97 Especiais ,00 (-) Anulações de Créditos ,00 Orçamentários/Suplementares ,00 (=) Créditos Autorizados ,97 Como recursos para abertura de Créditos Adicionais, foram utilizados os seguintes: Recursos para abertura de créditos adicionais Valor (R$) % Recursos de Excesso de Arrecadação ,97 13,53 Recursos de Anulação de Créditos Ordinários ,00 84,04 Superávit Financeiro ,00 0,35 Outros Recursos não Identificados ,00 2,08 T O T A L ,97 100,00 Os créditos adicionais abertos no exercício examinado atingiram o montante de R$ ,97, equivalendo a 28,66% do total orçado. Daqueles créditos, os suplementares representam 94,82%, os especiais 5,18% e os extraordinários 0,00%. As anulações de dotações efetuadas foram da ordem de R$ ,00, equivalendo a 24,09% das dotações iniciais do orçamento. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/2007 4

5 A.2 - EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA A Apuração do Resultado Orçamentário A execução orçamentária do Município pode ser demonstrada, sinteticamente, da seguinte forma: Previsão/Autorização Execução Diferenças RECEITA , ,51 ( ,49) DESPESA , ,64 ( ,33) Superávit de Execução Orçamentária ,87 Fonte: Balanço Orçamentário Considerando o Orçamento Centralizado (Prefeitura Municipal) e o conjunto do orçamento das demais Unidades tem-se a seguinte execução orçamentária: EXECUÇÃO RECEITAS Da Prefeitura ,39 Das Demais Unidades ,12 TOTAL DAS RECEITAS ,51 DESPESAS Da Prefeitura ,37 Das Demais Unidades ,27 TOTAL DAS DESPESAS ,64 SUPERÁVIT ,87 Obs.: Na apuração da Receita tanto da Prefeitura como das Demais Unidades foram consideradas as Transferências Financeiras Concedidas e Recebidas, conforme dados do Balanço Financeiro - Anexo 13 da Lei nº 4.320/64 da Unidade Prefeitura Municipal. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/2007 5

6 Ajuste do resultado consolidado de execução orçamentária Na apuração do resultado da execução orçamentária do exercício em análise serão desconsideradas as despesas liquidadas e não empenhadas, inclusive as despesas com pessoal no valor de R$ ,84, as quais foram incluídas no resultado orçamentário do exercício anterior: EXECUÇÃO RECEITAS Da Prefeitura ,39 Das Demais Unidades ,12 TOTAL DAS RECEITAS ,51 DESPESAS Da Prefeitura ,37 Despesa das Unidades ,27 Das Demais Unidades: Despesas com pessoal ,84 liquidadas e não empenhadas, (ajuste no exercício anterior) TOTAL DAS DESPESAS ,80 SUPERÁVIT ,71 Resultado Consolidado Ajustado O resultado orçamentário consolidado ajustado apresentou um Superávit de execução orçamentária de R$ ,71 representando 10,36% da receita arrecadada do Município no exercício em exame, o que equivale a 1,24 arrecadação mensal - média mensal do exercício. Salienta-se que o resultado consolidado Superávit de R$ ,71 é composto pelo resultado do Orçamento Centralizado - Prefeitura Municipal Superávit de R$ ,02 e do conjunto do Orçamento das Demais Unidades Municipais Déficit de R$ ,31. Resultado Orçamentário Consolidado Ajustado Excluído o Resultado Orçamentário do Instituto/Fundo de Previdência Desconsiderando o resultado orçamentário do Instituto/Fundo de Previdência, o Município passa a ter a seguinte execução orçamentária: DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/2007 6

7 RECEITA DESPESA RESULTADO Prefeitura e , , ,71 Demais Unidades (-) Instituto/Fundo , , ,44 de Previdência Resultado Ajustado , , ,27 O resultado orçamentário consolidado, excluído o Instituto de Previdência, apresentou um Superávit de execução orçamentária de R$ ,27 representando 0,89% da Receita Arrecadada do Município no exercício em exame, o que equivale a 0,11 arrecadação(ões) mensal(is) (média mensal do exercício). Impacto do Resultado da Execução Orçamentária da Prefeitura no Orçamento Consolidado Desconsiderando as despesas liquidadas, empenhadas e canceladas e/ou sequer empenhadas no exercício, temos que: O Orçamento Centralizado (Prefeitura Municipal) teve como resultado o Superávit de execução orçamentária de R$ ,02, face ao confronto da Receita Arrecadada de R$ ,39 (ajustada pela dedução das transferências financeiras líquidas realizadas de R$ ,66), e a Despesa Realizada R$ ,37. Dessa forma, conclui-se que o Resultado da Execução Orçamentária da Prefeitura R$ ,02, interferiu Positivamente no Resultado Ajustado da Execução Orçamentária do Município. A Prefeitura está financiando as demais unidades gestoras municipais, mas o orçamento do Município é superavitário UNIDADES RESULTADO VALORES R$ PREFEITURA SUPERÁVIT ,02 DEMAIS UNIDADES DÉFICIT ,31 TOTAL SUPERÁVIT ,71 O resultado do orçamento consolidado, Superávit de R$ ,71 deuse em razão do resultado positivo do orçamento centralizado (Prefeitura Municipal), Superávit de R$ ,02, sendo reduzido face ao desempenho negativo em conjunto das demais unidades gestoras municipais, Déficit de R$ ,31. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/2007 7

8 A Receita No âmbito do Município, a receita orçamentária pode ser entendida como os recursos financeiros arrecadados para fazer frente às suas despesas. A receita arrecadada do exercício em exame atingiu o montante de R$ ,51, equivalendo a % da receita orçada. 80,58 A Receita por Subcategoria Econômica As receitas por subcategoria econômica e a participação absoluta e relativa de cada uma delas no montante da receita arrecadada, são assim demonstradas: RECEITA POR SUBCATEGORIA ECONÔMICA Valor (R$) % Valor (R$) % Valor (R$) % Receita Tributária ,21 17, ,71 19, ,84 18,76 Receita de Contribuições ,78 4, ,27 4, ,52 4,59 Receita Patrimonial ,47 7, ,09 7, ,66 6,55 Receita Agropecuária ,75 0, ,60 0, ,35 0,01 Receita de Serviços ,19 6, ,47 1, ,46 1,03 Transferências Correntes ,05 53, ,80 55, ,62 49,65 Outras Receitas Correntes ,55 6, ,37 6, ,49 5,48 Operações de Crédito ,86 1, ,07 1, ,69 2,28 Empréstimos Tomados Alienação de Bens ,93 0, ,20 0, ,67 0,31 Transferências de Capital ,04 2, ,54 2, ,10 2,76 Outras Receitas de Capital 2.484,69 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Receita Intraorçamentária Corrente 0,00 0,00 0,00 0, ,72 8,23 Receita Intraorçamentária de 0,00 0,00 0,00 0, ,39 0,35 Capital TOTAL DA RECEITA ,52 100, ,12 100, ,51 100,00 ARRECADADA Participação Relativa da Receita por SubCategoria Econômica na Receita Arrecadada Transferências de Capital 2,8% Alienação de Bens 0,3% Operações de Crédito - Empréstimos Tomados 2,3% Outras Receitas Correntes 5,5% Transferências Correntes 49,6% Receita Intraorçamentária Corrente 8,2% Receita Intraorçamentária de Capital 0,3% Receita Tributária 18,8% Receita de Contribuições 4,6% Receita Patrimonial 6,5% Receita Agropecuária 0,0% Receita de Serviços 1,0% DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/2007 8

9 A Receita Tributária A receita tributária compreende os ingressos financeiros oriundos dos tributos de competência do próprio município. Quadro Demonstrativo da Receita Tributária RECEITA TRIBUTÁRIA Valor (R$) % Valor (R$) % Valor (R$) % Receita de Impostos ,55 92, ,62 91, ,59 91,42 IPTU ,79 34, ,72 33, ,86 32,32 IRRF ,60 9, ,59 10, ,53 10,03 ISQN ,36 42, ,39 41, ,38 42,80 ITBI ,80 5, ,92 5, ,82 6,27 Taxas ,16 6, ,64 7, ,16 7,86 Contribuições de Melhoria ,50 0, ,45 0, ,09 0,72 TOTAL DA RECEITA TRIBUTÁRIA ,21 100, ,71 100, ,84 100,00 Participação Relativa dos Impostos na Receita Tributária ITBI 6,27 IPTU 32,32 ISQN 42,8 IRRF 10,03 DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/2007 9

10 A Receita de Contribuições As receitas de contribuições compreendem o somatório das receitas de contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de intervenção nas respectivas áreas. Quadro Demonstrativo da Receita de Contribuições RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES 2007 Valor (R$) % Contribuições Sociais ,83 2,27 Contribuições Econômicas ,69 2,33 Contribuição para o Custeio do Serviço de ,69 2,33 Iluminação Pública - COSIP Outras Contribuições Econômicas 0,00 0,00 Total da Receita de Contribuições ,52 4,59 TOTAL DA RECEITA ARRECADADA ,51 100,00 A Receita de Transferências A receita de transferências é constituída pelos recursos financeiros recebidos de outras Pessoas de Direito Público, basicamente dos governos Federal e Estadual, e de Pessoas de Direito Privado. Quadro Demonstrativo da Receita de Transferências RECEITA DE TRANSFERÊNCIAS Valor (R$) % Valor (R$) % Valor (R$) % TRANSFERÊNCIAS CORRENTES ,05 53, ,80 55, ,62 49,65 Transferências Correntes da União ,64 17, ,25 19, ,67 16,82 Cota-Parte do FPM ,89 3, ,18 3, ,85 3,83 (-) Dedução de Receita para formação do ( ,07) (0,56) ( ,07) (0,60) ( ,54) (0,63) FUNDEB - FPM Cota do ITR ,57 0, ,88 0, ,54 0,01 Transferências Financeiras do ICMS ,68 0, ,42 0, ,53 0,22 Desoneração L.C. N.º 87/96 (-) Dedução de Receita para Formação do Fundeb - ( ,56) (0,07) ( ,35) (0,04) ( ,15) (0,04) ICMS Desoneração - L.C. N.º 87/96 Transferências de Compensação Financeira pela ,40 0, ,51 0, ,03 0,27 Exploração de Recursos Naturais Transferência de Recursos do Sistema Único de ,49 11, ,34 13, ,38 11,47 Saúde - SUS - Repasses Fundo a Fundo (União) DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

11 Transferências de Recursos do FNDE ,95 0, ,29 0, ,03 0,71 Demais Transferências da União ,29 1, ,05 0,94 0,00 0,00 Outras Transferências da União 0,00 0,00 0,00 0, ,00 0,98 Transferências Correntes do Estado ,35 24, ,42 23, ,04 21,82 Cota-Parte do ICMS ,91 24, ,04 22, ,81 21,15 (-) Dedução de Receita para formação do Fundeb - ( ,96) (3,63) ( ,60) (3,39) ( ,47) (3,57) ICMS Cota-Parte do IPVA ,59 2, ,68 3, ,74 3,61 (-) Dedução do IPVA para formação do FUNDEB - 0,00 0,00 0,00 0,00 ( ,27) (0,20) IPVA Cota-Parte do IPI sobre Exportação ,67 0, ,49 0, ,14 0,67 (-) Dedução de Receita para formação do Fundeb - ( ,33) (0,14) ( ,16) (0,12) ( ,46) (0,11) IPI s/ Exportação Cota-Parte da Contribuição de Intervenção no 0,00 0,00 0,00 0, ,04 0,12 Domínio Econômico - CIDE Outras Transferências do Estado ,98 0, ,91 0, ,90 0,06 Transferências de Recursos do Estado para ,49 0, ,06 0, ,61 0,09 Programa de Saúde - Repasse Fundo a Fundo Transferências Multigovernamentais ,83 10, ,91 10, ,53 10,44 Transferências de Recursos do Fundeb ,83 10, ,91 10, ,53 10,44 Transferências de Instituições Privadas ,58 0, ,35 0, ,93 0,41 Transferências de Pessoas ,06 0, ,36 0, ,82 0,00 Transferências de Convênios ,59 0, ,51 1, ,63 0,15 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL ,04 2, ,54 2, ,10 2,76 TOTAL DAS RECEITAS DE TRANSFERÊNCIAS ,09 55, ,34 58, ,72 52,41 TOTAL DA RECEITA ARRECADADA ,52 100, ,12 100, ,51 100,00 DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

12 A Receita de Dívida Ativa A Receita de Dívida Ativa A dívida ativa origina-se dos créditos da fazenda pública lançados e não arrecadados até a data de seus vencimentos. A arrecadação a título de dívida ativa, no exercício em exame, foi da ordem de R$ ,47, conforme demonstrado no quadro abaixo: Quadro Demonstrativo da Receita de Dívida Ativa RECEITA DÍVIDA ATIVA Valor (R$) % Valor (R$) % Valor (R$) % Receita da Dívida Ativa Tributária ,21 100, ,79 99, ,25 99,99 Receita da Dívida Ativa Não Tributária 0,00 0, ,57 0,07 933,22 0,01 TOTAL DA RECEITA DA DÍVIDA ATIVA ,21 100, ,36 100, ,47 100,00 A Receita de Operações de Crédito Operações de crédito compreendem obrigações decorrentes de financiamentos ou empréstimos financeiros, cuja realização depende de autorização legislativa. Seu ingresso foi da ordem de R$ ,69, correspondendo a 2,28% dos ingressos auferidos. A Despesas A despesa orçamentária é aquela realizada pela administração pública para a manutenção e o funcionamento dos serviços públicos, bem como, para a produção, aquisição ou constituição de bens que integrarão o patrimônio público ou para uso da comunidade, devidamente autorizada por lei. A despesa realizada no exercício em exame do Município atingiu o montante de R$ ,64 equivalendo a 69,19% da despesa autorizada. Obs: Desconsiderando o valor de R$ ,84 referente às despesas empenhadas e canceladas e/ou e não empenhadas, inclusive despesas com pessoal do exercício anterior, o total das despesas realizadas no exercício em análise passa a ser de R$ ,80. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

13 A Despesas Empenhadas por Função de Governo As despesas por função de governo e as participações absoluta e relativa, de cada uma delas no montante da despesa empenhada, são assim demonstradas: DESPESA POR FUNÇÃO DE GOVERNO Valor (R$) % Valor (R$) % Valor (R$) % 01-Legislativa ,11 3, ,88 3, ,76 2,40 04-Administração ,89 9, ,33 10, ,59 11,84 06-Segurança Pública ,07 2, ,51 1, ,89 1,72 08-Assistência Social ,24 2, ,72 2, ,36 2,22 09-Previdência Social ,64 2, ,49 3, ,79 3,19 10-Saúde ,35 28, ,75 30, ,88 32,51 11-Trabalho 0,00 0, ,56 0, ,60 0,46 12-Educação ,10 21, ,53 23, ,54 23,53 13-Cultura ,24 1, ,75 1, ,40 1,32 15-Urbanismo ,92 13, ,17 14, ,91 12,79 16-Habitação ,32 1, ,91 1, ,84 0,75 17-Saneamento ,45 5, ,41 0, ,22 0,15 18-Gestão Ambiental ,12 0, ,96 1, ,44 1,09 20-Agricultura ,32 0, ,95 0, ,90 0,51 23-Comércio e Serviços ,79 0, ,61 0, ,47 0,29 27-Desporto e Lazer ,43 2, ,37 0, ,86 0,42 28-Encargos Especiais ,64 3, ,50 4, ,19 4,83 TOTAL DA DESPESA REALIZADA ,63 100, ,40 100, ,64 100,00 Obs: Desconsiderando o valor de R$ ,84 referente às despesas empenhadas e canceladas e/ou e não empenhadas, inclusive despesas com pessoal do exercício anterior, o total das despesas realizadas no exercício em análise passa a ser de R$ ,80. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

14 A Demonstrativo das Despesas Empenhadas por Elemento segundo os Grupos de Natureza de Despesa As despesas empenhadas por elementos são assim demonstradas: DESPESA POR ELEMENTOS Valor (R$) % Valor (R$) % Valor (R$) % DESPESAS CORRENTES ,44 86, ,35 86, ,12 87,23 Pessoal e Encargos ,85 42, ,79 42, ,65 43,99 Aposentadorias e Reformas ,93 1, ,03 0, ,84 0,48 Pensões ,11 0, ,74 0, ,84 0,05 Contratação por Tempo Determinado ,39 0,08 480,00 0,00 0,00 0,00 Salário-Família ,01 0, ,83 0, ,67 0,09 Vencimentos e Vantagens Fixas - Pessoal Civil ,31 36, ,82 38, ,17 35,19 Obrigações Patronais ,07 1, ,82 1, ,04 5,15 Outras Despesas Variáveis - Pessoal Civil ,14 0, ,96 0, ,73 0,04 Outras Despesas de Pessoal Decorrentes de ,00 2, ,31 2, ,70 2,15 Contratos de Terceirização Despesas de Exercícios Anteriores 0,00 0, ,84 0, ,18 0,01 Indenizações Restituições Trabalhistas ,97 0, ,61 0, ,42 0,01 Despesa com Pessoal e Encargos não 0,00 0,00 0,00 0, ,06 0,83 classificadas de acordo com a codificação da Portaria 163 Juros e Encargos da Dívida ,36 1, ,20 1, ,30 1,69 Ressarcimento de Despesas de Pessoal ,92 0, ,83 0,02 0,00 0,00 Requisitado Juros sobre a Dívida por Contrato ,36 1, ,03 1, ,47 1,47 Despesas de Exercícios Anteriores 0,00 0, ,17 0, ,76 0,00 Despesa com Juros e Encargos da Dívida não 0,00 0,00 0,00 0, ,07 0,22 classificadas de acordo com a codificação da Portaria 163 Outras Despesas Correntes ,23 42, ,36 41, ,17 41,56 Aposentadorias e Reformas ,03 2, ,13 2, ,07 2,38 Pensões ,60 0, ,93 0, ,14 0,42 Outros Benefícios Previdenciários 9.472,00 0, ,77 0, ,86 0,00 Salário-Família 7.819,75 0,00 0,00 0, ,95 0,00 Diárias - Civil ,89 0, ,54 0, ,43 0,06 Auxílio Financeiro a Estudantes 6.696,00 0, ,64 0, ,60 0,00 Material de Consumo ,25 8, ,62 9, ,31 8,21 Premiações Culturais, Artísticas, Científica, ,00 0, ,85 0,00 0,00 0,00 Desportiva e outras Material de Distribuição Gratuita ,79 0, ,06 0, ,20 0,55 Passagens e Despesas com Locomoção ,57 0, ,33 0, ,95 0,15 Serviços de Consultoria ,00 0, ,80 0, ,00 0,05 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física ,75 2, ,86 2, ,41 2,27 Locação de Mão-de-Obra ,03 0, ,65 0, ,79 0,05 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica ,04 23, ,24 22, ,20 23,77 Contribuições ,45 0, ,30 1, ,65 0,34 Subvenções Sociais ,45 0, ,00 0, ,10 1,77 Obrigações Tributárias e Contributivas ,09 0, ,10 0, ,05 0,63 Outros Auxílios Financeiros a Pessoas Físicas ,23 0, ,70 0, ,02 0,07 Sentenças Judiciais ,77 0, ,82 0, ,74 0,34 Despesas de Exercícios Anteriores ,03 0, ,61 0, ,02 0,25 Indenizações e Restituições ,72 0, ,90 0, ,31 0,09 Outras Despesas Correntes não classificadas de ,79 0, ,51 0, ,37 0,18 acordo com a codificação da Portaria 163 DESPESAS DE CAPITAL ,19 13, ,05 13, ,52 12,77 Investimentos ,95 11, ,55 11, ,72 10,01 Material de Consumo ,79 0, ,08 0, ,05 0,04 Serviços de Consultoria ,79 0, ,46 0, ,71 0,60 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica ,75 5, ,93 3, ,27 3,82 Contribuições ,87 0, ,79 0, ,80 0,02 Auxílios ,00 0, ,75 0, ,00 0,00 Obras e Instalações ,65 4, ,37 5, ,87 3,19 DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

15 Equipamentos e Material Permanente ,27 0, ,39 1, ,20 1,40 Aquisição de Imóveis ,83 0, ,28 0, ,38 0,83 Despesas de Exercícios Anteriores ,00 0, ,09 0, ,06 0,10 Inversões Financeiras ,04 0, ,61 0, ,28 0,19 Indenizações e Restituições 0,00 0, ,41 0, ,38 0,00 Aquisição de Imóveis ,21 0, ,61 0, ,36 0,17 Aquisição de Produtos para Revenda ,83 0, ,00 0, ,92 0,03 Despesas com Inversões Financeiras não ,90 0, ,10 0,03 0,00 0,00 classificadas de acordo com a codificação da Portaria 163 Amortização da Dívida ,30 1, ,79 2, ,52 2,57 Principal da Dívida Contratual Resgatado ,30 1, ,56 2, ,05 1,73 Despesas de Exercícios Anteriores 0,00 0, ,23 0, ,30 0,00 Despesas com Amortização da Dívida não classificadas de acordo com a codificação da Portaria 163 0,00 0,00 0,00 0, ,17 0,83 Total da Despesa Empenhada ,63 100, ,40 100, ,64 100,00 Obs: Desconsiderando o valor de R$ ,84 referente às despesas empenhadas e canceladas e/ou e não empenhadas, inclusive despesas com pessoal do exercício anterior, o total das despesas realizadas no exercício em análise passa a ser de R$ ,80. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

16 A.3 - ANÁLISE FINANCEIRA A Movimentação Financeira O fluxo financeiro do Município no exercício foi o seguinte: Fluxo Financeiro Valor (R$) SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR ,46 Caixa 5.121,91 Bancos Conta Movimento ,43 Aplicações Financeiras ,61 Vinculado em Conta Corrente Bancária ,51 (+) ENTRADAS ,60 Receita Orçamentária ,51 Extraorçamentárias ,94 Realizável ,62 Restos a Pagar ,77 Depósitos de Diversas Origens ,87 Outras Operações 3.943,34 Transferências Financeiras Recebidas - entrada ,34 Acréscimos Patrimoniais ,15 (-) SAÍDAS ,67 Despesa Orçamentária ,64 Extraorçamentárias ,52 Realizável ,52 Restos a Pagar ,92 Depósitos de Diversas Origens ,76 Serviço da Dívida a Pagar ,65 Outras Operações 3.943,34 Transferências Financeiras Concedidas - Saída ,33 Decréscimos Patrimoniais 9.525,51 SALDO PARA O EXERCÍCIO SEGUINTE ,39 Caixa 9.003,70 Banco Conta Movimento ,48 Vinculado em Conta Corrente Bancária ,59 Aplicações Financeiras ,62 Fonte: Balanço Financeiro OBS.: Por sua vez, as disponibilidades financeiras da Unidade Prefeitura Municipal apresentaram-se da seguinte forma: Disponibilidades Valor (R$) Bancos c/ Movimento Vinculado em C/C Bancária TOTAL DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

17 A.4 - ANÁLISE PATRIMONIAL A Situação Patrimonial A situação patrimonial do Município no início e no fim do exercício está assim demonstrada: Situação Patrimonial Início de 2007 Final de 2007 Valor (R$) % Valor (R$) % Ativo Financeiro ,81 34, ,64 36,22 Disponível ,95 31, ,80 33,76 Vinculado ,51 1, ,59 1,84 Realizável ,35 0, ,25 0,61 Ativo Permanente ,26 65, ,09 63,78 Bens Móveis ,96 4, ,28 4,85 Bens Imóveis ,84 14, ,03 14,75 Créditos ,08 14, ,47 13,40 Valores ,01 31, ,62 30,12 Diversos ,37 0, ,69 0,65 Ativo Real ,0 7 ATIVO TOTAL , , , , , , ,0 0 Passivo Financeiro ,94 4, ,25 4,82 Restos a Pagar ,13 4, ,83 4,71 Depósitos Diversas Origens ,16 0, ,42 0,11 Serviços da Dívida a Pagar ,65 0,10 0,00 0,00 Passivo Permanente ,51 64, ,07 73,98 Dívida Fundada ,43 23, ,93 25,74 Provisões Matemáticas Previdenciárias ,08 41, ,14 48,24 Passivo Real ,45 69, ,32 78,79 Ativo Real Líquido ,62 30, ,41 21,21 PASSIVO TOTAL ,0 7 Fonte: Balanço Patrimonial 100, , ,0 0 OBS.: O Passivo Financeiro da Unidade Prefeitura Municipal apresentou como saldo final o montante de R$ ,25, distribuído da seguinte forma: PASSIVO FINANCEIRO Valor (R$) DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

18 Restos a Pagar Processados Restos a Pagar não Processados Depósitos de Diversas Origens TOTAL A Variação do Patrimônio Financeiro A Variação do Patrimônio Financeiro Consolidado A variação do patrimônio financeiro do Município é assim demonstrada: Grupo Patrimonial Saldo exercício anterior ajustado Desp. Liquidadas empenhadas e canceladas e/ou não empenhadas no exercício anterior Saldo inicial cfe Balanço do exercício anterior Saldo final Variação Ativo Financeiro ,81 0, , , ,83 Passivo Financeiro , , , ,25 ( ,31) Saldo Patrimonial Financeiro , , , , ,52 O confronto entre o Ativo Financeiro e o Passivo Financeiro do exercício encerrado resulta em um Superávit Financeiro de R$ ,39 e a sua correlação demonstra que para cada R$ 1,00 (um real) de recursos existentes, o Município possui R$ 0,13 de dívida a curto prazo. Em relação ao exercício anterior, ocorreu variação positiva de R$ ,52, passando de um superávit financeiro de R$ ,87 para um superávit financeiro de R$ ,39. OBS.: Confrontando-se o Ativo Financeiro da Unidade Prefeitura Municipal (R$ ,36) com seu Passivo Financeiro (R$ ,25), apurou-se um Superávit Financeiro de R$ ,11 e a sua correlação demonstra que para cada R$ 1,00 (um real) de recursos existentes, a Prefeitura Municipal possui R$ 0,99 de dívida a curto prazo. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

19 A Variação do Patrimônio Financeiro Consolidado Ajustado Excluído o Instituto/Fundo de Previdência Excluindo o resultado do Instituto/Fundo de Previdência, apura-se o seguinte resultado do Patrimônio Financeiro nos exercícios de 2006 e 2007: Resultado do Patrimônio Financeiro em 2006 Grupo Patrimonial Município Instituto/Fundo Saldo Ajustado Ativo Financeiro , , ,02 Passivo Financeiro , , ,44 Resultado do Patrimônio Financeiro em 2007 Grupo Patrimonial Município Instituto/Fundo Saldo Ajustado Ativo Financeiro , , ,83 Passivo Financeiro , , ,97 Com a exclusão do Patrimônio Financeiro do Instituto/Fundo, a variação do Patrimônio Financeiro do Município passa a ter a seguinte demonstração: Grupo Patrimonial Saldo inicial Ajustado Saldo final Ajustado Variação Ajustada Ativo Financeiro , , ,81 Passivo Financeiro , ,97 ( ,53) Saldo Patrimonial Financeiro , , ,28 O confronto entre o Ativo Financeiro e o Passivo Financeiro do exercício encerrado resulta em um Superávit Financeiro de R$ ,86 e a sua correlação demonstra que para cada R$ 1,00 (um real) de recursos existentes, o Município possui R$ 0,90 de dívida a curto prazo. Em relação ao exercício anterior, ocorreu variação positiva de R$ ,28, passando de um superávit financeiro de R$ ,58 para um superávit financeiro de R$ ,86. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

20 A Variação Patrimonial Variação patrimonial é qualquer alteração sofrida pelo patrimônio, resultante ou independente da execução orçamentária. O quadro abaixo demonstra as variações ocorridas no patrimônio do Município, no período analisado: VARIAÇÕES RESULTANTES DA Valor (R$) EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA Receita Efetiva ,00 Receita Orçamentária ,51 (-) Mutações Patrimoniais da Receita ,51 Despesa Efetiva ,88 Despesa Orçamentária ,64 (-) Mutações Patrimoniais da Despesa ,76 RESULTADO PATRIMONIAL DA GESTÃO ORÇAMENTÁRIA ,12 VARIAÇÕES INDEPENDENTES DA Valor (R$) EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA Variações Ativas ,24 (-) Variações Passivas ,57 RESULTADO PATRIMONIAL-IEO ( ,33) RESULTADO PATRIMONIAL Valor (R$) Resultado Patrimonial da Gestão Orçamentária ,12 (+)Resultado Patrimonial-IEO ( ,33) RESULTADO PATRIMONIAL DO EXERCÍCIO ( ,21) SALDO PATRIMONIAL NO FIM DO EXERCÍCIO Valor (R$) Ativo Real Líquido do Exercício Anterior ,62 (+)Resultado Patrimonial do Exercício ( ,21) SALDO PATRIMONIAL NO FIM DO EXERCÍCIO ,41 Fonte: Demonstração das Variações Patrimoniais DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

21 A Demonstração da Dívida Pública A Dívida Consolidada Denomina-se dívida consolidada as obrigações decorrentes de financiamentos ou empréstimos que representem compromissos assumidos, cujo resgate ultrapasse doze meses. No exercício, a dívida consolidada do Município teve a seguinte movimentação: MOVIMENTAÇÃO DA DÍVIDA CONSOLIDADA MUNICÍPIO PREFEIT URA Saldo do Exercício Anterior , ,20 (+) Empréstimos Tomados (Dívida Fundada) , ,69 (+) Empréstimos Tomados (Dívida Fundada)* , ,68 (+) Encampação (Dívida Fundada) , ,91 (+) Correção (Dívida Fundada) , ,19 (-) Amortização (Dívida Fundada) , ,48 (-) Cancelamento (Dívida Fundada) , ,91 Saldo para o Exercício Seguinte , ,28 A evolução da dívida consolidada, considerando o Balanço Consolidado do Município nos últimos três anos, e a sua relação com a receita arrecadada em cada exercício são assim demonstradas: Saldo da Dívida Consolidada Valor(R$) % Valor(R$) % Valor(R$) % Saldo ,03 42, ,43 40, ,9 3 42,75 Receita de Operação de Crédito ,69 V.P.P Empréstimos Tomados ,37 Diferença* ,68 Refin. da dívida junto ao PASEP, sem entrada de recursos financeiros ( ,14) DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

22 Recursos recebidos do PNAFM em 2006 ( ,56) Recusos recebidos do BNDES em 2006 ( ,00) Recursos recebidos do Pro Saneamento em 2006 ( ,70) Recursos recebidos do BADESC em 2006 ( ,80) Recursos recebidos do BADESC em 2006 ( ,95) PNAFM lançado a menor (2,09) Pro Saneamento lançado a menor 0,17 Pro Saneamento não lançado em E. T ,39 Diferença ,68 DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

23 A Dívida Flutuante Designa-se dívida flutuante aquela contraída pelo tesouro, por um período inferior a doze meses, quer na condição de administrador de bens de terceiros, confiados a sua guarda, quer para atender as momentâneas necessidades de caixa. No exercício, a dívida flutuante do Município teve a seguinte movimentação: MOVIMENTAÇÃO DA DÍVIDA FLUTUANTE Valor (R$) Saldo do Exercício Anterior ,94 (+) Formação da Dívida ,98 (-) Baixa da Dívida ,67 Saldo para o Exercício Seguinte ,25 Fonte: Anexo 13 - Balanço Financeiro A evolução da dívida flutuante, nos últimos três anos, e a sua relação com o ativo financeiro em cada exercício são assim demonstradas: Saldo da Dívida Flutuante Valor(R$) % Valor(R$) % Valor(R$) % Saldo ,21 14, ,94 14, ,25 13,30 A Comportamento da Dívida Ativa No exercício, a Dívida Ativa do Município teve a seguinte movimentação: MOVIMENTAÇÃO DA DÍVIDA ATIVA Valor (R$) Saldo do Exercício Anterior ,62 (+) Inscrição ,43 (-) Cobrança no Exercício ,25 Saldo para o Exercício Seguinte ,80 COMPOSIÇÃO DA CONTA CRÉDITOS CONTA Dívida Ativa , ,80 Devedores Diversos , ,67 Total , ,47 A.5 - VERIFICAÇÃO DO CUMPRIMENTO DE LIMITES CONSTITUCIONAIS/ LEGAIS DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

24 A Legislação estabelece limites mínimos para aplicação de recursos na Educação e Saúde, bem como os limites máximos para despesas com pessoal e remuneração de agentes políticos. A seguir, analisar-se-á o cumprimento destes limites pelo Município. A - RECEITAS COM IMPOSTOS (INCLUÍDAS AS Valor (R$) % TRANSFERÊNCIAS DE IMPOSTOS) Imposto Predial e Territorial Urbano ,86 12,49 Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza ,38 16,54 Imposto sobre a Renda e Proventos de qualquer ,53 3,88 Natureza Imposto s/transmissão inter vivos de Bens Imóveis ,82 2,42 e Direitos Reais sobre Bens Imóveis Cota do ICMS ,81 43,57 Cota-Parte do IPVA ,74 7,43 Cota-Parte do IPI sobre Exportação ,14 1,39 Cota-Parte do FPM ,85 7,89 Cota do ITR ,54 0,02 Transferências Financeiras do ICMS - Desoneração ,53 0,45 L.C. N.º 87/96 Receita de Dívida Ativa Proveniente de Impostos ,21 2,05 Receita de Multas e Juros provenientes de impostos, inclusive da dívida ativa decorrente de impostos ,35 1,87 TOTAL DA RECEITA COM IMPOSTOS ,76 100,00 B - DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE Valor (R$) LÍQUIDA DO MUNICÍPIO Receitas Correntes Arrecadadas ,83 (-) Contribuição dos Servidores ao Regime Próprio de ,83 Previdência e/ou Assistência Social (-) Dedução das receitas para formação do FUNDEB ,89 TOTAL DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ,11 DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

25 A Aplicação de Recursos na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino C - DESPESAS COM EDUCAÇÃO INFANTIL Valor (R$) Educação Infantil (12.365) ,57 TOTAL DAS DESPESAS COM EDUCAÇÃO INFANTIL ,57 D - DESPESAS COM ENSINO FUNDAMENTAL Valor (R$) Ensino Fundamental (12.361) ,56 TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO FUNDAMENTAL ,56 E - DEDUÇÕES DAS DESPESAS COM EDUCAÇÃO INFANTIL Valor (R$) F - DEDUÇÕES DAS DESPESAS COM ENSINO FUNDAMENTAL Despesas com recursos de convênios destinados ao Ensino Fundamental Despesas classificadas impropriamente em programas de Ensino Fundamental, conforme Anexo 1 deste Relatório Outras despesas dedutíveis com Ensino Fundamental, conforme Relatório n.º 2.653/2008 referente ao Processo RLA 08/ Valor (R$) , , ,67 TOTAL DAS DEDUÇÕES COM ENSINO FUNDAMENTAL ,62 DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

26 A Aplicação do percentual mínimo de 25% da receita de impostos, incluídas as transferências de impostos (artigo 212 da CF) Componente Valor (R$) % Total das Despesas com Educação Infantil ,57 7,61 (Quadro C) (+) Total das Despesas com Ensino Fundamental ,56 33,33 (Quadro D) (-) Total das Deduções com Ensino Fundamental ,62 4,19 (Quadro F) (+) Despesas com Educação sem Identificação do ,35 1,26 Nível de Ensino (-) Ganho com FUNDEB ,64 12,14 (-) Rendimentos de Aplicações Financeiras dos Recursos do FUNDEB ,96 0,09 Total das Despesas para efeito de Cálculo ,26 25,78 Valor Mínimo de 25% das Receitas com Impostos (Quadro A) ,19 25,00 Valor acima do Limite (25%) ,07 0,78 O demonstrativo acima evidencia que o Município aplicou o montante de R$ ,26 em gastos com manutenção e desenvolvimento do ensino, o que corresponde a 25,78% da receita proveniente de impostos, sendo aplicado a maior o valor de R$ ,07, representando 0,78% do mesmo parâmetro, CUMPRINDO o expresso no artigo 212 da Constituição Federal. A Aplicação do percentual mínimo de 60% dos recursos oriundos do FUNDEB na remuneração dos profissionais do magistério (art. 22 da Lei nº /2007) Componente Valor (R$) Transferências do FUNDEB ,53 (+) Rendimentos de Aplicações Financeiras das Contas do ,96 FUNDEB 60% dos Recursos Oriundos do FUNDEB ,89 Total dos Gastos Efetuados c/profissionais do Magistério em Efet. Exerc. Pagos c/recursos do FUNDEB Valor Acima do Limite (60 % do FUNDEB c/profissionais do Magistério) , ,67 DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

27 Obs.: Apesar de a Unidade ter informado o valor de R$ ,17, na fonte 18 - Transferências do FUNDEF - Remuneração dos Profissionais do Magistério, em razão do item III.2, do Processo RLA 08/ , houve a dedução do montante de R$ ,61. Conforme demonstrativo acima, evidencia-se que o Município aplicou o valor de R$ ,56, equivalendo a 69,36% dos recursos oriundos do FUNDEB, em gastos com a remuneração dos profissionais do magistério, CUMPRINDO o estabelecido no artigo 60, inciso XII do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) e artigo 22 da Lei nº /2007. A Aplicação do percentual mínimo de 95% dos recursos oriundos do FUNDEB em despesas com manutenção e desenvolvimento da educação básica (art. 21 da Lei nº /2007) Componente Valor (R$) Transferências do FUNDEB ,53 Recursos Oriundos do FUNDEB não Contabilizados no 0,00 Fluxo Orçamentário (+) Rendimentos de Aplicações Financeiras das Contas do ,96 FUNDEB Transferências de Recursos da Complementação da União 0,00 ao Fundeb Total dos Recursos Oriundos do FUNDEB ,49 95% dos Recursos do FUNDEB ,92 Despesas com manutenção e desenvolvimento da educação básica empenhadas e liquidadas com recursos do FUNDEB e as não liquidadas com cobertura financeira ,48 Valor Abaixo do Limite (95% do FUNDEB com ,44 manutenção e desenvolvimento da educação básica) Conforme demonstrativo acima, evidencia-se que o Município aplicou o valor de R$ ,48, equivalendo a 93,98% dos recursos oriundos do FUNDEB, em despesas com manutenção e desenvolvimento da educação básica, DESCUMPRINDO o estabelecido no artigo 21 da Lei nº /2007. Diante da situação apresentada, constitui-se a seguinte restrição: A Despesas com manutenção e desenvolvimento da educação básica empenhadas e liquidadas com recursos do FUNDEB, no valor de R$ ,48, representando 93,98% dos recursos oriundos do FUNDEB, quando o percentual legal de 95% representaria gastos da ordem de R$ ,92, configurando-se, portanto, aplicação a menor de R$ ,44, em descumprimento ao artigo 21, da Lei n /2007. DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

28 A Despesas com Ações e Serviços Públicos de Saúde (artigo 198 da Constituição Federal c/c artigo 77 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - ADCT) G - DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE Valor (R$) SAÚDE Atenção Básica (10.301) ,79 Assistência Hospitalar e Ambulatorial (10.302) ,69 Administração Geral (10.122) ,40 TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DO MUNICÍPIO ,88 H - DEDUÇÕES DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE Despesas com Recursos de Convênios Destinados às Ações e Serviços Públicos de Saúde, conforme informações extraídas do sistema e-sfinge, constantes das fls à dos autos Despesas Classificadas impropriamente em Programas de Saúde, conforme Anexo 2 deste Relatório TOTAL DAS DEDUÇÕES COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DO MUNICÍPIO Valor (R$) , , ,89 DEMONSTRATIVO PARA VERIFICAÇÃO DO CUMPRIMENTO DO ARTIGO 198 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL C/C ARTIGO 77 DO ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS ADCT Componente Valor (R$) % Total das Despesas com Ações e Serviços Públicos de Saúde (Quadro G) ,88 60,1 3 (-) Total das Deduções com Ações e Serviços Públicos de Saúde (Quadro H) ,89 33,5 6 TOTAL DAS DESPESAS PARA EFEITO DO CÁLCULO ,99 26,5 7 VALOR MÍNIMO A SER APLICADO ,91 15,0 0 VALOR ACIMA DO LIMITE ,08 11,5 7 DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

29 O percentual mínimo de aplicação em Ações e Serviços Públicos de Saúde para o exercício de 2007 é de 15% das receitas com impostos, inclusive transferências; estabelecido no inciso III do artigo 77 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - ADCT. Pelo demonstrativo acima, constata-se que o montante aplicado foi da ordem de R$ ,99, correspondendo a um percentual de 26,57% da receita com impostos, inclusive transferências, ficando evidenciado que o município CUMPRIU o referido dispositivo constitucional. A Despesas com pessoal (artigo 169 da Constituição Federal, regulamentado pela Lei Complementar nº 101/2000) I - DESPESAS COM PESSOAL DO PODER EXECUTIVO Valor (R$) Pessoal e Encargos ,56 TOTAL DAS DESPESAS COM PESSOAL DO PODER EXECUTIVO ,56 J - DESPESAS COM PESSOAL DO PODER LEGISLATIVO Valor (R$) Pessoal e Encargos ,09 TOTAL DAS DESPESAS COM PESSOAL DO PODER LEGISLATIVO ,09 L - DEDUÇÕES DAS DESPESAS COM PESSOAL DO PODER Valor (R$) EXECUTIVO Despesas de Exercícios Anteriores ,64 Indenizações Restituições Trabalhistas ,42 Despesas com pessoal e encargos sociais liquidadas e não ,84 empenhadas (ajustadas no exercício anterior) TOTAL DAS DEDUÇÕES COM DESPESAS DE PESSOAL DO PODER EXECUTIVO ,90 M - DEDUÇÕES DAS DESPESAS COM PESSOAL DO PODER LEGISLATIVO Valor (R$) DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

30 A Limite máximo de 60% da Receita Corrente Líquida para os gastos com pessoal do Município (Prefeitura, Câmara, Fundos, Fundações, Autarquias, Empresas Estatais Dependentes) Artigo 169 da Constituição Federal, regulamentado pela Lei Complementar nº 101/2000 Componente Valor (R$) % TOTAL DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ,11 100,00 LIMITE DE 60% DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ,07 60,00 Total das Despesas com Pessoal do Poder Executivo ,56 45,27 Total das Despesas com Pessoal do Poder Legislativo ,09 1,87 Total das Deduções das Despesas com Pessoal do Poder Executivo ,90 0,20 TOTAL DA DESPESA PARA EFEITO DE CÁLCULO DA DESPESA COM PESSOAL DO MUNICÍPIO ,75 46,93 VALOR ABAIXO DO LIMITE DE 60% ,32 13,07 O demonstrativo acima comprova que, no exercício em exame, o Município aplicou 46,93% do total da receita corrente líquida em despesas com pessoal, CUMPRINDO a norma contida no artigo 169 da Constituição Federal, regulamentada pela Lei Complementar nº 101/2000. A Limite máximo de 54% da Receita Corrente Líquida para os gastos com pessoal do Poder Executivo (Prefeitura, Fundos, Fundações, Autarquias, Empresas Estatais Dependentes) Artigo 20, III, b da Lei Complementar nº 101/2000 Componente Valor (R$) % TOTAL DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ,11 100,00 LIMITE DE 54% DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ,66 54,00 Total das Despesas com Pessoal do Poder Executivo ,56 45,27 Total das Deduções das Despesas com Pessoal do ,90 0,20 Poder Executivo Total das Despesas para efeito de Cálculo das Despesas com Pessoal do Poder Executivo ,66 45,06 VALOR ABAIXO DO LIMITE ,00 8,94 DMU/Relatório de Contas Anuais do Município de Joinville/

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO : PCP 06/00076210 UNIDADE : Município de BALNEÁRIO CAMBORIÚ RESPONSÁVEL : Sr. RUBENS SPERNAU - Prefeito

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro RELAÇÃO DE DOCUMENTOS INTEGRANTES DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (CONTAS DE GOVERNO) EXERCÍCIO DE 2013 CONFORME OFÍCIO-CIRCULAR Nº 14/2014 PRS/GAP RESPONSABILIZAÇÃO CADASTROS do Prefeito

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA GLORIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA GLORIA Página 1 de 28 ESTADO DE GOIÁS PÁG: 001 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO RREO ANEXO 1 (LRF, Art. 52, inciso I, alíneas a e b do inciso II e 1º) R$ RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS NO BIMESTRE % ATÉ BIMESTRE

Leia mais

PORTARIA Nº 492, DE 29 DE JUNHO DE 2006

PORTARIA Nº 492, DE 29 DE JUNHO DE 2006 15 REPÚBLICA F Novembro EDERATIVA DO BRASIL PORTARIA Nº 492, DE 29 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria nº 403, 2 zembro 2005, do

Leia mais

(EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) 19.331.000,00 19.331.000,00 1.019.712,35 5,28 12.775.069,85 66,09 6.555.930,15 RECEITAS CORRENTES

(EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) 19.331.000,00 19.331.000,00 1.019.712,35 5,28 12.775.069,85 66,09 6.555.930,15 RECEITAS CORRENTES RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO 2014/ BIMESTRE NOVEMBRODEZEMBRO RREO ANEXO I (LRF, Art. 52, inciso I, alíneas

Leia mais

Fundo Especiais. Fundos Especiais. Fundos Especiais Lei Federal nº 4.320/64. Fundo Municipal de Educação e FUNDEB

Fundo Especiais. Fundos Especiais. Fundos Especiais Lei Federal nº 4.320/64. Fundo Municipal de Educação e FUNDEB Fundo Especiais Fundo Municipal de Educação e FUNDEB Facilitador : Toribio Nogueira de Carvalho Contador, Pós-Graduado em Contabilidade Pública Fundos Especiais Organização e estrutura de mecanismo financeiro,

Leia mais

APLICAÇÃO NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO ART. 212 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL Impostos e Transferências considerados para o Cálculo

APLICAÇÃO NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO ART. 212 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL Impostos e Transferências considerados para o Cálculo RECEITA ESTIMADA E DESPESA FIXADA - EDUCAÇÃO APLICAÇÃO NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO ART. 212 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL Impostos e Transferências considerados para o Cálculo IPTU 134.000,00 IRRF

Leia mais

Prefeitura Municipal de Santana

Prefeitura Municipal de Santana Segunda 30 de janeiro de 2012 Prefeitura Municipal de Santana 6 Bimestre e 3 de 2011 http://www.tribunanet.com.br/?tipo=1&gs=2&cidade=20&anos=&imagefield.x=51&imagefield.y=17 Prefeitura Municipal de Santana

Leia mais

Módulo: Orçamento Público Elaboração, Controle e Monitoramento

Módulo: Orçamento Público Elaboração, Controle e Monitoramento Módulo: Orçamento Público Elaboração, Controle e Monitoramento Agosto de 2007 1. O que é orçamento? O orçamento é uma forma de planejar e executar despesas que tanto os indivíduos quanto as instituições

Leia mais

PARECER DA UNIDADE DE CONTROLE INTERNO SOBRE AS CONTAS ANUAIS DE GOVERNO DO EXERCICIO 2012

PARECER DA UNIDADE DE CONTROLE INTERNO SOBRE AS CONTAS ANUAIS DE GOVERNO DO EXERCICIO 2012 PARECER DA UNIDADE DE CONTROLE INTERNO SOBRE AS CONTAS ANUAIS DE GOVERNO DO EXERCICIO 2012 ÓRGÃO : PREFEITURA MUNICIPAL PORTO ALEGRE DO NORTE/ MT CNPJ : 03.238.672/0001-28 ASSUNTO : CONTAS ANUAIS DE GESTÃO

Leia mais

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1047/2012 O Prefeito do Município de Pinhalão,. SÚMULA: Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2013 e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE PÚBLICA EXERCÍCIO DE 2014

DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE PÚBLICA EXERCÍCIO DE 2014 NOTAS EXPLICATIVAS 1. DIVULGAÇÃO DE POLÍTICAS CONTÁBEIS Políticas contábeis são os princípios, bases, convenções, regras e procedimentos específicos aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação

Leia mais

Art. 1º - Fica aprovado o Regimento Interno da Central do Sistema de Controle Interno, anexo ao presente Decreto.

Art. 1º - Fica aprovado o Regimento Interno da Central do Sistema de Controle Interno, anexo ao presente Decreto. DECRETO N.º 961/08 De 01 de julho de 2008. APROVA O REGIMENTO INTERNO DA CENTRAL DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL DE VALE DO SOL, no uso de suas atribuições

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento

Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE CANTAGALO Secretaria Municipal de Governo e Planejamento 1 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL GUIA PRÁTICO PARA O CIDADÃO O que é a LRF? A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ou Lei Complementar nº 101, é o principal instrumento regulador das contas públicas no

Leia mais

O Congresso Nacional decreta:

O Congresso Nacional decreta: Dispõe sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente por Estados, Distrito Federal, Municípios e União em ações e serviços públicos de saúde, os critérios de rateio dos recursos de transferências

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO Rua Professora Maria Coeli Franco, 13 - CNPJ nº 18.602.037/0001-55 CEP: 38.800-000

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO Rua Professora Maria Coeli Franco, 13 - CNPJ nº 18.602.037/0001-55 CEP: 38.800-000 PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO Rua Professora Maria Coeli Franco, 13 - CNPJ nº 18.602.037/0001-55 CEP: 38.800-000 LEI N 2.076, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014. ESTABELECE PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA, ESTIMANDO

Leia mais

MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO INFERIOR A 50.000 HABITANTES QUE OPTARAM PELA DIVULGAÇÃO SEMESTRAL DOS ANEXOS DOS ARTS. 53, 54 E 55 DA LRF

MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO INFERIOR A 50.000 HABITANTES QUE OPTARAM PELA DIVULGAÇÃO SEMESTRAL DOS ANEXOS DOS ARTS. 53, 54 E 55 DA LRF MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO INFERIOR A 50.000 HABITANTES QUE OPTARAM PELA DIVULGAÇÃO SEMESTRAL DOS ANEXOS DOS ARTS. 53, 54 E 55 DA LRF MODELO / SUGESTÃO PARA O RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS METAS DO TERCEIRO

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As orientações constantes deste manual devem ser observadas pelas Unidades Gestoras para encerramento do exercício,

Leia mais

Orçamento Público Conceitos Básicos

Orçamento Público Conceitos Básicos Gestão Orçamentária e Financeira no SUAS Orçamento Público Conceitos Básicos Agosto de 2013 Ciclo Orçamentário Brasileiro Plano Plurianual Lei Orçamentária Anual Lei de Diretrizes Orçamentárias Plano Plurianual

Leia mais

Financiamento da Saúde

Financiamento da Saúde Financiamento da Saúde Goiânia, 18 de junho de 2015. BASE LEGAL Constituição Federal Lei 8080 / 8142 Lei Complementar n. 141 (Regulamentação EC 29) EC 86 1 Linha do tempo do financiamento do SUS EC Nº

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

172337 Transferências a Consórcios Públicos A - - -

172337 Transferências a Consórcios Públicos A - - - 17 Umuarama Ilustrado LEI Nº. 212/2011 SÚMUL: Dispõe sobre as Diretrizes para a Elaboração da Lei Orçamentária do Município de lto Paraíso para o exercício de e dá outras providências. CÂMR MUNICIPL DE

Leia mais

Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS

Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS Imprimir Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS Riacho da Cruz - RN Relatório Resumido da Execução Orçamentária Demonstrativo

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE DE ABRIL DE 2010 A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PROJETO DE LEI Nº DE DE ABRIL DE 2010 A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PROJETO DE LEI Nº DE DE ABRIL DE 2010 DISPÕE SOBRE AS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DA LEI DO ORÇAMENTO ANUAL DE 2011 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLVE:

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 100, DE VINTE E SEIS DE ABRIL DE 2006.

RESOLUÇÃO N. 100, DE VINTE E SEIS DE ABRIL DE 2006. RESOLUÇÃO N. 100, DE VINTE E SEIS DE ABRIL DE 2006. Dispõe sobre a estrutura do roteiro básico destinado à elaboração de Relatórios de Informação Técnica das prestações de contas anuais das entidades e

Leia mais

Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS

Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS Imprimir Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS Ruy Barbosa - RN Relatório Resumido da Execução Orçamentária Demonstrativo das

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012. Fixa normas para a execução orçamentária e financeira do exercício de 2012 e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO RIO GRANDE

Leia mais

Prefeitura Municipal de Santa Cruz de Salinas. Exercício. Detalhamento da Receita com Destinação de Recurso

Prefeitura Municipal de Santa Cruz de Salinas. Exercício. Detalhamento da Receita com Destinação de Recurso Detalha da Receita com Destinação de Recurso 1.0.0.0.00.00 RECEITAS CORRENTES 9.720.720.00 1.1.0.0.00.00 RECEITA TRIBUTÁRIA 1.1.1.0.00.00 IMPOSTOS 122.300.00 1.1.1.2.00.00 Impostos sobre o Patrimônio e

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA PROCESSO N.º : 7.091-2/2010 PRINCIPAL : Câmara Municipal de Porto Esperidião CNPJ : 01.327.964/0001-01 ASSUNTO : Contas Anuais de Gestão/2009 VEREADOR PRESIDENTE : Sandro Ronaldo

Leia mais

RREO - ANEXO VIII (Lei 9.394/1996, Art.72) R$ 1,00 RECEITAS DO ENSINO RECEITAS REALIZADAS

RREO - ANEXO VIII (Lei 9.394/1996, Art.72) R$ 1,00 RECEITAS DO ENSINO RECEITAS REALIZADAS Governo Municipal de Lagoa de Dentro DEMONSTR. DAS RECEITAS E DESPESAS Pag.: 0001 RREO - ANEXO VIII (Lei 9.394/1996, Art.72) R$ 1,00 RECEITAS DO ENSINO RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS INICIAL ATUALIZADA

Leia mais

Desafios dos Novos Gestores Eleitos 2013/2016

Desafios dos Novos Gestores Eleitos 2013/2016 Desafios dos Novos Gestores Eleitos 2013/2016 Orçamento e Lei de Responsabilidade Fiscal Patrícia Sibely D Avelar Secretária Municipal de Fazenda de Lagoa Santa FORMAÇÃO Graduada em Ciência Contábeis.

Leia mais

BALANCETE ORÇAMENTÁRIO AGOSTO/2012 SALDO ATUALIZADA REALIZADAS DOTAÇÃO. (a) (b) (c )=(a-b) (d) ( e ) (f) (g) (h)=(d-e)

BALANCETE ORÇAMENTÁRIO AGOSTO/2012 SALDO ATUALIZADA REALIZADAS DOTAÇÃO. (a) (b) (c )=(a-b) (d) ( e ) (f) (g) (h)=(d-e) RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS PREVISÃO INICIAL BALANCETE ORÇAMENTÁRIO AGOSTO/2012 Diretoria da Área Orçamentária e Financeira SALDO PREVISÃO RECEITAS DOTAÇÃO DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO ATUALIZADA REALIZADAS

Leia mais

4 - GESTÃO FINANCEIRA

4 - GESTÃO FINANCEIRA 4 - GESTÃO FINANCEIRA Nos termos do art. 103 da Lei Federal nº 4.320/64, o Balanço Financeiro demonstra a movimentação das receitas e despesas financeiras, evidenciando também operações não propriamente

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ LEI Nº 5456, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012. Estima a receita e fixa a despesa do Município de Sumaré para o exercício financeiro de 2013, e dá outras providências.- O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ seguinte

Leia mais

CAAPSML PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE

CAAPSML PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE CAAPSML PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ATRIBUIÇÕES: 2200 - CAAPSML 220 - PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE O Plano de Assistência à Saúde é optativo e visa proporcionar aos segurados e seus dependentes, mediante

Leia mais

PORTO ALEGRE DIÁRIO OFICIAL EXECUTIVO 2ª EDIÇÃO 2ª EDIÇÃO DE 29/12/06 LEIS E DECRETOS

PORTO ALEGRE DIÁRIO OFICIAL EXECUTIVO 2ª EDIÇÃO 2ª EDIÇÃO DE 29/12/06 LEIS E DECRETOS DIÁRIO OFICIAL DE PORTO ALEGRE Edição 2934 Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2006 2ª EDIÇÃO 1 DIÁRIO OFICIAL PORTO ALEGRE de divulgação Oficial do Município Ano XI Edição 2934 Sexta-feira, 29 de Dezembro

Leia mais

RREO - ANEXO VIII (Lei 9.394/1996, Art.72) R$ 1,00 RECEITAS DO ENSINO RECEITAS REALIZADAS

RREO - ANEXO VIII (Lei 9.394/1996, Art.72) R$ 1,00 RECEITAS DO ENSINO RECEITAS REALIZADAS Governo Municipal de Pacajá DEMONSTR. DAS RECEITAS E DESPESAS Pag.: 0001 RREO - ANEXO VIII (Lei 9.394/1996, Art.72) R$ 1,00 RECEITAS DO ENSINO RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS INICIAL ATUALIZADA NO BIMESTRE

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA TRIBUNAL DE CONTAS

ESTADO DE RONDÔNIA TRIBUNAL DE CONTAS 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº13./TCER-2004 Dispõe sobre as informações e documentos a serem encaminhados pelos gestores e demais responsáveis pela Administração Direta e Indireta do Estado e dos Municípios;

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Analista/Técnico MPU

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Analista/Técnico MPU ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Analista/Técnico MPU 3/5-7 Conceituação e classificação de receita pública. 8 Classificação orçamentária de receita pública por categoria econômica no Brasil. 9.

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA...para Demonstrar e Avaliar o Cumprimento das Metas Fiscais referentes ao terceiro quadrimestre do exercício de 2012

AUDIÊNCIA PÚBLICA...para Demonstrar e Avaliar o Cumprimento das Metas Fiscais referentes ao terceiro quadrimestre do exercício de 2012 AUDIÊNCIA PÚBLICA...para Demonstrar e Avaliar o Cumprimento das Metas Fiscais referentes ao terceiro quadrimestre do exercício de 2012 PREFEITURA DE SÃO JOSÉ SECRETARIA DE FINANÇAS EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO ANUAL DE CONTROLE INTERNO OBJETO: 2014 GESTOR/ORDENADOR DE DESPESAS:

COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO ANUAL DE CONTROLE INTERNO OBJETO: 2014 GESTOR/ORDENADOR DE DESPESAS: COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO ANUAL DE CONTROLE INTERNO OBJETO: Contas relativas ao exercício de 2014 GESTOR/ORDENADOR DE DESPESAS: Vereadora Maria das Dores Campos A. Lousado I APRESENTAÇÃO Em

Leia mais

Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014.

Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014. Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014. Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2015 e da outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL Faço saber que a Câmara Municipal decreta e

Leia mais

orcamento publico 10questoes voce ^ precisa saber sobre Fundação Ford Caderno de Estudos I Realização Apoio Comunicação, Educação e Direitos Humanos

orcamento publico 10questoes voce ^ precisa saber sobre Fundação Ford Caderno de Estudos I Realização Apoio Comunicação, Educação e Direitos Humanos Realização Comunicação, Educação e Direitos Humanos 10questoes voce ^ precisa saber sobre orcamento publico Caderno de Estudos I Apoio ff Fundação Ford Reino Unido Apresentacao, ~ Este Caderno de Estudos

Leia mais

CAPÍTULO I Da Receita

CAPÍTULO I Da Receita ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SALVADOR DO TOCANTINS SERIEDADE E TRABALHO Adm.: 2005/2008 Av. Afonso Pena, s/n Centro CEP. 77.368-000 Fone (63) 3396-1122 São Salvador do Tocantins TO.

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA PROJETO DE LEI Nº 261/2014 Estima a receita e fixa a despesa do Estado para o exercício financeiro de 2015. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, NO EXERCÍCIO DO CARGO DE GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA,

Leia mais

ANEXOS Resolução TCE Nº 1.604/07 (Administração Estadual)

ANEXOS Resolução TCE Nº 1.604/07 (Administração Estadual) ANEXO I DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA DOS RECURSOS RECEBIDOS Código Receita Ingressos 00 RECURSOS DO TESOURO (PESSOAL) 00 RECURSOS DO TESOURO (CUSTEIO E INVESTIMENTOS) 10 RECURSOS

Leia mais

VOLUME ASSUNTO PÁGINA VOLUME I

VOLUME ASSUNTO PÁGINA VOLUME I VOLUME I I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário previsto no art. 7o, 4o, desta Lei; 4 VOLUME I II - Recursos destinados

Leia mais

O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N o 11.306, DE 16 DE MAIO DE 2006 Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2006. O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

Diário Oficial DO MUNICÍPIO DE JI-PARANÁ

Diário Oficial DO MUNICÍPIO DE JI-PARANÁ Diário Oficial DO MUNICÍPIO DE JI-PARANÁ Publicação dos atos ofi ciais da Prefeitura Municipal de Ji-Paraná, de acordo com a Lei Municipal n.º 070, de 02/07/200 0 ANO IX - DIÁRIO OFICIAL NÚMERO 856 Ji-Paraná

Leia mais

Municipais. Tribunal de Contas do Estado da Paraíba

Municipais. Tribunal de Contas do Estado da Paraíba Encontro de Gestores Públicos Municipais Tribunal de Contas do Estado da Paraíba Desafios para a nova gestão Receitas Municipais Despesas Municipais FPM IPTU ISS ITBI Taxas Repasses Estaduais Repasses

Leia mais

Comentário às questões do concurso do TCE_RS/Oficial_de_Controle_Externo/CESPE/2013

Comentário às questões do concurso do TCE_RS/Oficial_de_Controle_Externo/CESPE/2013 Comentário às questões do concurso do TCE_RS/Oficial_de_Controle_Externo/CESPE/2013 Julgue os itens a seguir, relativos ao orçamento público. 96.O orçamento público tem caráter e força de lei, em sentido

Leia mais

Semana Contábil e Fiscal de Estados e Municípios - Secofem

Semana Contábil e Fiscal de Estados e Municípios - Secofem Subsecretaria de Contabilidade Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicada à Federação Semana Contábil e Fiscal de Estados e Municípios - Secofem Módulo 10 - Resultado Primário e Resultado Nominal

Leia mais

DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012

DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012 DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012 Regulamenta o Fundo Municipal dos Direitos do Idoso. O Prefeito Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, usando de suas atribuições legais, e de acordo

Leia mais

Fontes. Executivo 2.707.918 406.554 3.114.472 87,92. Legislativo 119.200 100 119.300 3,37. Judiciário 236.004 8.900 244.904 6,91

Fontes. Executivo 2.707.918 406.554 3.114.472 87,92. Legislativo 119.200 100 119.300 3,37. Judiciário 236.004 8.900 244.904 6,91 RELATÓRIO O Balanço Geral do Estado do exercício de 2004 traz em primeiro plano as demonstrações consolidadas composta pela Administração Direta, representada pelos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 16.04.2015 PROJETO DE LEI Nº 322 DE 15 DE ABRIL DE 2015 A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 16.04.2015 PROJETO DE LEI Nº 322 DE 15 DE ABRIL DE 2015 A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, Publicado no D.O. de 16.04.2015 PROJETO DE LEI Nº 322 DE 15 DE ABRIL DE 2015 DISPÕE SOBRE AS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DA LEI DO ORÇAMENTO ANUAL DE 2016 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Leia mais

Prefeitura Municipal de Santana de Cataguases Balancete Financeiro (Consolidado) Página 2 Contabilidade Publica - Planejar Periodo: 01/03/2005 a

Prefeitura Municipal de Santana de Cataguases Balancete Financeiro (Consolidado) Página 2 Contabilidade Publica - Planejar Periodo: 01/03/2005 a Prefeitura Municipal de Santana de Cataguases Balancete Financeiro (Consolidado) Página 1 Contabilidade Publica - Planejar Periodo: 01/03/2005 a 31/03/2005 31/12/2005 10:44:16 ORCAMENTARIAS 1 Receitas

Leia mais

Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner

Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Versão 1.0 - Junho/2012 Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento José Sérgio Gabrielli Secretaria da Fazenda Luiz Alberto Bastos Petitinga Superintendência de Orçamento Público

Leia mais

Lei nº 542/09/2009. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal

Lei nº 542/09/2009. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal M U N I C Í P I O D E C H I A P E T A Lei nº 542/09/2009 Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de CHIAPETA para o Exercício de 2010.. OSMAR KUHN, Prefeito Municipal de CHIAPETA, faz saber a todos

Leia mais

Lei nº 590/10/2010. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal

Lei nº 590/10/2010. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal M U N I C Í P I O D E C H I A P E T A Lei nº 590/10/2010 Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de CHIAPETA para o Exercício de 2011.. OSMAR KUHN, Prefeito Municipal de CHIAPETA, faz saber a todos

Leia mais

Manual Técnico de Orçamento(MTO): instrução para execução orçamentária. Palmas(TO): Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão, 2013.

Manual Técnico de Orçamento(MTO): instrução para execução orçamentária. Palmas(TO): Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão, 2013. MTO 2 0 1 4 Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão 602 Sul Avenida Teotônio Segurado Conj. 01 Lote 20 CEP.: 77.022-002, Palmas-TO Tel. (63) 2111-2228 / 2111-2229 www.palmas.to.gov.br P171m Palmas(Tocantins).

Leia mais

AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2013

AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2013 AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2013 Em cumprimento à Instrução Normativa nº 14, de 14.12.2011, especificamente do seu art. 10, e à Decisão Normativa nº 009/2013, ambas do Tribunal

Leia mais

Área Técnica: Equipe responsável pelo SIOPS Área de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva Ministério da Saúde.

Área Técnica: Equipe responsável pelo SIOPS Área de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva Ministério da Saúde. Assunto: Composição dos indicadores estaduais calculados automaticamente pelo SIOPS, após a declaração de dados contábeis, pelos Estados e pelo DF, a partir do SIOPS 2007 semestral. Área Técnica: Equipe

Leia mais

8ª Secretaria de Controle Externo

8ª Secretaria de Controle Externo Fls. 12 À Auditora de Controle Externo, Maria Clara Seabra de Mello Costa, para proferir Orientação Técnica. Em 23 de janeiro de 2014. JOSÉ AUGUSTO MARTINS MEIRELLES FILHO Secretário da 8ª Secretaria de

Leia mais

A - Codificação e discriminação da aplicação e fonte de recursos

A - Codificação e discriminação da aplicação e fonte de recursos A - Codificação e discriminação da aplicação e fonte de recursos APLICAÇÕES DA RECEITA DESCRIÇÃO 01 Pessoal e Encargos Sociais 03 Outras Despesas Correntes 04 Despesas de Capital 08 Orçamento Participativo

Leia mais

Balanço Geral Fundo de Manutenção da Iluminação Pública

Balanço Geral Fundo de Manutenção da Iluminação Pública Secretaria Municipal de Infra-Estrutura Contabilidade Geral do Município Balanço Geral Fundo de Manutenção da Iluminação Pública Exercício 2008 JÂNIO WASHINGTON BARBOSA DA CUNHA SECRETÁRIO DE INFRA-ESTRUTURA

Leia mais

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral 1 RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO FRENTE À LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO EXERCÍCIO DE 2012 Este relatório tem por objetivo abordar, de forma resumida, alguns aspectos

Leia mais

No que se refere ao funcionamento e às normas que regem a elaboração do orçamento público, julgue os próximos itens.

No que se refere ao funcionamento e às normas que regem a elaboração do orçamento público, julgue os próximos itens. Observação: As questões foram analisadas antes da divulgação do gabarito pelo CESPE. No que se refere ao funcionamento e às normas que regem a elaboração do orçamento público, julgue os próximos itens.

Leia mais

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2015

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2015 ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2015 I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário

Leia mais

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS SIOPS Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva / Ministério da Saúde

Leia mais

2.1 Apresentação e elaboração das Demonstrações Contábeis

2.1 Apresentação e elaboração das Demonstrações Contábeis NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO 1. Contexto Operacional O Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso, criado pelo Decreto-Lei nº 9.295, publicado no Diário Oficial

Leia mais

APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS. Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI

APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS. Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI BASE LEGAL Constituição Federal de 1988, Título VI, artigos 165 a 169; Lei 4.320, de 17/03/64; Lei de Responsabilidade

Leia mais

Prefeitura do Município de Três Pontas - MG TERRA DO PADRE VICTOR

Prefeitura do Município de Três Pontas - MG TERRA DO PADRE VICTOR Prefeitura do Município de Três Pontas - MG TERRA DO PADRE VICTOR LEI Nº 3.409, DE 19 DE JULHO DE 2013 Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2014 e dá outras providências.

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES LEI Nº 2.117, DE 29 DE SETEMBRO DE 2015. Dispõe sobre as Diretrizes para a elaboração e execução da lei orçamentária de 2016. O Prefeito Municipal no uso de suas atribuições legais de acordo com o Art.

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Estudo Técnico n.º 17/2013 CÂMARA DOS DEPUTADOS OBRIGATORIEDADE DE APLICAÇÃO DO EXCESSO DE ARRECADAÇÃO DOS RECURSOS QUE COMPÕEM O FUNDEB E DAQUELES DESTINADOS À MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO.

Leia mais

ESTRUTURA DE LAYOUT DOS ARQUIVOS VERSÃO 3.0

ESTRUTURA DE LAYOUT DOS ARQUIVOS VERSÃO 3.0 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA GERAL DE INFORMÁTICA ESTRUTURA DE LAYOUT DOS ARQUIVOS VERSÃO 3.0 Atualizado em 28/01/2011 Colaboração Secretaria Geral de Controle Externo Secretaria

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA DESPESA. Fundamentação Legal: Lei nº 4320/64, art. 15

CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA DESPESA. Fundamentação Legal: Lei nº 4320/64, art. 15 CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA Fundamentação Legal: Lei nº 4320/64, art. 15 DA DESPESA Portaria STN/SOF nº 163/2001 Portaria STN nº 448/2002 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público Faço desse jeito

Leia mais

Tratam os autos de consulta formulada pelo Sr. Antônio do Vale Ramos, Prefeito do município de Patos de Minas, vazada nos seguintes termos:

Tratam os autos de consulta formulada pelo Sr. Antônio do Vale Ramos, Prefeito do município de Patos de Minas, vazada nos seguintes termos: PROCESSO Nº 735556 NATUREZA: Consulta PROCEDÊNCIA: Prefeitura Municipal de Patos de Minas CONSULENTE: Antônio do Vale Ramos Prefeito Municipal AUDITOR: Edson Arger Tratam os autos de consulta formulada

Leia mais

Prefeitura Municipal de Coimbra Balancete Financeiro (Consolidado) Página 2 Contabilidade Publica - Planejar Periodo: 01/09/2005 a 30/09/2005

Prefeitura Municipal de Coimbra Balancete Financeiro (Consolidado) Página 2 Contabilidade Publica - Planejar Periodo: 01/09/2005 a 30/09/2005 Prefeitura Municipal de Coimbra Balancete Financeiro (Consolidado) Página 1 Contabilidade Publica - Planejar Periodo: 01/09/2005 a 30/09/2005 31/12/2005 16:20:56 ORCAMENTARIAS 1 Receitas Correntes 437.605,02

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Analista/Técnico MPU

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Analista/Técnico MPU ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Analista/Técnico MPU 4/5 - Classificação de gastos públicos (despesas). Normas da LRF sobre despesas (1ª Parte) Sergio Karkache sekarkache@yahoo.com.br http://sergiokarkache.blogspot.com

Leia mais

Prefeitura Municipal de Guaranésia

Prefeitura Municipal de Guaranésia LEI 1.652, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2006. ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MUNICÍPIO DE GUARANÉSIA PARA O EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2007. O Prefeito Municipal de Guaranésia. Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SILVES

PREFEITURA MUNICIPAL DE SILVES 1.0.0.0.0.00.00.00.00.0000 Ativo 32.660.958,34-6.363.147,12 47.004.771,41 6.231.871,07 44.351.853,94 32.792.234,39-1.1.0.0.0.00.00.00.00.0000 Ativo Circulante 9.721.402,71-6.363.147,12 45.984.575,48 6.231.871,07

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE CARIDADE DO PIAUÍ, ESTADO DO PIAUÍ.

O PREFEITO MUNICIPAL DE CARIDADE DO PIAUÍ, ESTADO DO PIAUÍ. ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE CARIDADE DO PIAUÍ CNPJ (MF) 01.612.575/0001-28 Rua José Antonio Lopes s/nº = (0xx89) 3464-0001 Cep: 64.590-000 - Centro Caridade do Piauí Piauí LEI Nº 121 DE 16

Leia mais

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO GOIÂNIA / MAIO / 2011

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO GOIÂNIA / MAIO / 2011 GOIÂNIA / MAIO / 2011 MARCONI FERREIRA PERILLO JÚNIOR Governador do Estado JOSÉ CARLOS SIQUEIRA Secretário de Estado-Chefe da Controladoria Geral SIMÃO CIRINEU DIAS Secretário de Estado da Fazenda ANDRÉ

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 076 de 13 de setembro de 2012

RESOLUÇÃO nº 076 de 13 de setembro de 2012 RESOLUÇÃO nº 076 de 13 de setembro de 2012 Dispõe sobre a obrigatoriedade da criação do controle interno nos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, bem como no Ministério Público e Tribunal de Contas,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA OLINDA

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA OLINDA LEI N 274/2013 Nova Olinda - TO, 23 de outubro de 2013 "Institui e cria o Fundo Municipal do Meio Ambiente - FMMA do Município de Nova Olinda -TO e dá outras providências." O PREFEITO MUNICIPAL DE NOVA

Leia mais

Governo do Estado de Rondônia GOVERNADORIA

Governo do Estado de Rondônia GOVERNADORIA Governo do Estado de Rondônia GOVERNADORIA DECTRETO N. 17.49 DE 17 DE JANEIRO DE 213. Estabelece o Desdobramento das Receitas Previstas para 213 em Metas Mensais e Bimestrais de Arrecadação e o Cronograma

Leia mais

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Disciplina: D 4.11 Elaboração e Programação Orçamentária e Financeira (40h) (Aula 4: Programação Orçamentária e Financeira) Professor: Bruno César

Leia mais

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal após a Lei 11638/07 Quando informado o registro: as instituições sujeitas

Leia mais

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO Denise Rocha Assessora de Política Fiscal e Orçamentária São Luís - MA 23 a 27 de agosto de 2004 1ª ETAPA - ENTENDENDO O ORÇAMENTO PÚBLICO A importância do orçamento

Leia mais

3 - PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO, ORÇAMENTAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

3 - PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO, ORÇAMENTAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 3 - PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO, ORÇAMENTAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA Os principais instrumentos utilizados pelo governo para promover o planejamento, a programação, a orçamentação e a execução orçamentária

Leia mais

Despesa Orçamentária: conceitos, classificação e etapas 1

Despesa Orçamentária: conceitos, classificação e etapas 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/137713/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09 LEI N.º 741/2009 EMENTA: Dispõe sobre a instituição do Sistema de Controle Interno SCI do Poder Legislativo Municipal, cria o Órgão Central do SCI e dá outras providências. A MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

Noções Administração Financeira e Orçamentária. Prof. Fernando Aprato

Noções Administração Financeira e Orçamentária. Prof. Fernando Aprato Noções Administração Financeira e Orçamentária Prof. Fernando Aprato Lei de Responsabilidade Fiscal LC 101/2000 A lei de Responsabilidade Fiscal, Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000, estabelece

Leia mais

Demonstrativo da Receita Líquida de Impostos e das Despesas Próprias com Educação e Saúde

Demonstrativo da Receita Líquida de Impostos e das Despesas Próprias com Educação e Saúde Demonstrativo da Receita Líquida de Impostos e das Despesas Próprias com Educação e Saúde Valores até Setembro/2015 GOVERNADOR DO ESTADO João Raimundo Colombo SECRETÁRIO DE ESTADO DA FAZENDA Antonio Marcos

Leia mais

Gabinete do Conselheiro Antônio Carlos Andrada

Gabinete do Conselheiro Antônio Carlos Andrada PROCESSO: 716941 NATUREZA: CONSULTA CONSULENTE: ÚLTIMO BITENCOURT DE FREITAS PROCEDÊNCIA: PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTE ALEGRE DE MINAS ASSUNTO: CONSULTA QUANTO À LEGALIDADE DE REPASSE DE RECURSOS FINANCEIROS,

Leia mais

Contabilidade Pública & Plano de Contas RPPS

Contabilidade Pública & Plano de Contas RPPS Contabilidade Pública & Plano de Contas RPPS Por Otoni Gonçalves Guimarães Natal- RN, 18 de junho de 2015 1 DESAFIO Equilíbrio Financeiro e Atuarial Pressuposto Básico Existência de recursos (ativos) suficientes

Leia mais

Prestação de Contas. Prefeitura Municipal. Monte Santo de Minas. com. Saúde Pública. Janeiro a Dezembro de 2012

Prestação de Contas. Prefeitura Municipal. Monte Santo de Minas. com. Saúde Pública. Janeiro a Dezembro de 2012 Prestação de Contas da Prefeitura Municipal de Monte Santo de Minas com Saúde Pública... Janeiro a Dezembro de 2012 1 DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS ARRECADADAS VALORES GERAIS ACUMULADOS DEMONSTRATIVOS DAS

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O nº 1060/05

R E S O L U Ç Ã O nº 1060/05 TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA R E S O L U Ç Ã O nº 1060/05 Estabelece normas para a apresentação da documentação mensal da receita e despesa e da prestação de contas anual de Prefeituras

Leia mais

QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE

QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE Prezado internauta e estudante do Ponto dos Concursos! Desejo a todos uma mente ILUMINADA e que tenham

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA PORTARIA Nº 238/GABS/SEF/SC, DE 20 DE JULHO DE 2015.

ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA PORTARIA Nº 238/GABS/SEF/SC, DE 20 DE JULHO DE 2015. SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA PORTARIA Nº 238/GABS/SEF/SC, DE 20 DE JULHO DE 2015. Torna público o Relatório Resumido da Execução Orçamentária da Administração Direta e Indireta, relativo aos meses de

Leia mais