VI Fórum Catarinense de

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1 VI Fórum Catarinense de Gestores Municipais de Cultura I - A Política Orçamentária na Gestão da Cultura II - Captação de Recursos Chapeco, SC, 30 de Março de

2 Maio Planejamento Planejado Receita ( salario ) 4.000,00 Despesas ( saídas ) 4.000,00 - Energia 150,00 - Agua 45,00 - Telefone 35,00 - Sky 450,00 - Combustivel 600,00 - Aluguel 1.200,00 - Mercado 950,00 - Dia a Dia 570,00 Saldo 0,00 2

3 Maio - Planejamento Planejado execução Receita ( salario ) 4.000, ,00 Despesas ( saídas ) 4.000, ,00 - Energia 150,00 150,00 - Agua 45,00 45,00 - Telefone 35,00 35,00 - Sky 450,00 450,00 - Combustivel 600,00 600,00 - Aluguel 1.200, ,00 - Mercado 950,00 950,00 - Dia a Dia 570,00 570,00 Saldo 0,00-300,00 3

4 Maio Planejamento x execução Planejado execução ajuste Receita ( salario ) 4.000, , ,00 Despesas ( saídas ) 4.000, , ,00 - Energia 150,00 150,00 150,00 - Agua 45,00 45,00 45,00 - Telefone 35,00 35,00 35,00 - Sky 450,00 450,00 450,00 - Combustivel 600,00 600,00 500,00 - Aluguel 1.200, , ,00 - Mercado 950,00 950,00 850,00 - Dia a Dia 570,00 570,00 410,00 Saldo 0,00-300,00 60,00 4

5 Planejamento PLANEJAR: é estabelecer, com antecipação, a linha de conduta a ser trilhada, as etapas a vencer e os recursos a empregar para viabilizar um certo objetivo vinculado a resultado. Não é um fim em si mesmo. É tão somente um meio para se atingir um fim. 5

6 6

7 PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL LDO: Metas e prioridades para o exercício a que se referir (LRF, art. 4º, 1) PPA: Diretrizes, Objetivos e metas quadrienais (CF/88, art. 165, 1) LOA: Orçamento Fiscal, ; Orç. de Investimento; e Orç. Da segur. Social (LRF, art. 5º, I). 7

8 PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL Plano Plurianual: Elaborado no 1º exercício do Chefe do Poder Executivo, para vigência a partir do 2º ano de seu mandato até o primeiro ano daquele que lhe suceder. MANDATO ELABORAÇÃO VIGÊNCIA ELABORAÇÃO 8

9 L.D.O - Normas Constitucionais ( 2º do art. 165 da CF/88) Compreenderá as METAS e prioridades da administração pública; orientará a elaboração da LOA; disporá sobre as alterações na legislação tributária; estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento ( 2º do art. 165 da CF/88). 9

10 CONCEITO Lei Orçamentária ou Lei de Meios, é um plano de trabalho, expresso em termos financeiros, contendo os meios de financiamentos das despesas governamentais, aprovado para um período de tempo. 10

11 RECEITAS ANUAIS: PREVISÃO ADM. DIRETA (INCLUI PODERES) DESPESAS ANUAIS: FIXAÇÃO AUTARQUIAS ANUALIDADE, UNIDADE E UNIVERSALIDADE ORÇAMENTÁRIA EMPRESAS DEPENDENTES FUNDAÇÕES PÚBLICAS FUNDOS ESPECIAIS 11

12 PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL Os programas do PPA terão metas e indicadores quantificados - para 4 anos. A LDO explicitará metas para cada ano. A LOA reservará recursos para sua execução. 12

13 Receita Pública RECEITA Em sentido amplo, são todos os ingressos de recursos aos cofres públicos. 13

14 Previsão da Receita Orçamentária As previsões de receitas serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos, da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, e da metodologia de cálculo e premissas utilizadas (LRF, art. 12). 14

15 Fonte de Recursos Consignado no Orçamento do Município; Convênio/Contrato Apoio Financeiro; Lei Rouanet Incentivo a Cultura Doações ( Imposto de Renda, Pessoa Física, Pessoa Jurídica entre outras ) Outras ( CEF, Banco Brasil, Petrobras cadastro projetos Culturais - apoio 15

16 Despesa Pública DESPESA Em sentido amplo, corresponde aos desembolsos de recursos dos cofres públicos. 16

17 Despesa Pública DESPESA ORÇAMENTÁRIO É aquela cuja realização depende de autorização legislativa. Não pode ser realizada sem crédito orçamentário correspondente. 17

18 CLASSIFICAÇÃO DA DESPESA: Classificação Econômica: 3 - Despesas Correntes 1 Pessoal e Encargos Sociais 2 Juros e Encargos da Divida 3 Outras Despesas Correntes 18

19 CLASSIFICAÇÃO DA DESPESA: Classificação Econômica: 4 - Despesas de Capital 4 Investimentos 5 Inversões Financeiras 6 Amortização da Divida 19

20 ESTÁGIOS DA DESPESA: Fixação Art. 165 ao 169 da CF/88. Processo orçamentário: PPA; LDO; LOA. 20

21 ESTÁGIOS DA DESPESA: Licitação: Art. 70 da Lei 4.320/64; Lei 8.666/93 e alterações posteriores; 21

22 ESTÁGIOS DA DESPESA: EMPENHO DA DESPESA: é o ato da autoridade competente que cria para o ente da federação obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição (art. 58 da Lei n.º 4.320/64); 22

23 ESTÁGIOS DA DESPESA: o empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos orçamentários concedidos (4.320/64, art. 59); é vedada a realização de despesa sem prévio empenho (4.320/64, art. 60); para cada empenho será extraído um documento denominado Nota de Empenho que indicará o nome do credor, a especificação e a importância da despesa, bem como a dedução desta do saldo da dotação própria (4.320/64, art. 61); 23

24 CLASSIFICAÇÃO DE EMPENHOS EMPENHO ORDINÁRIO: empenho utilizado para despesas que tenham parcela única e cujo valor seja conhecido "a priori. 24

25 CLASSIFICAÇÃO DE EMPENHOS EMPENHO ESTIMATIVA: empenho utilizado para despesas cujo valor exato do montante não possa ser determinado "a priori. 25

26 CLASSIFICAÇÃO DE EMPENHOS EMPENHO GLOBAL: empenho utilizado para despesas contratuais e outras sujeitas ao parcelamento. O valor é determinado "a priori" e as apropriações de despesas se dão "a posteriori, via subempenhos. 26

27 ESTÁGIOS DA DESPESA: LIQUIDAÇÃO DA DESPESA: É o ato da administração que consiste em verificar o direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito. As despesas somente poderão ser pagas quando ordenadas após a sua regular liquidação. 27

28 ESTÁGIOS DA DESPESA: PAGAMENTO DA DESPESA: É o ato pelo qual a Fazenda Pública satisfaz o credor e extingue a obrigação, e é a última fase do estágio da despesa, devendo ser exarada pela pessoa legalmente investida para ordenar os pagamentos. 28

29 29

30 Estrutura Orçamento Cultura Estado Secretaria de Estado de Turismo, CULTURA e Esporte SOL Secretaria Municipal de Cultura; 30

31 Estrutura Orçamento Cultura Unidade Orçamentária no Orçamento Geral Município ( departamento ou fundo); Fundação Cultural; 31

32 Estrutura Orçamento Cultura Fundo Municipal de Cultura ( unidade gestora ); Fundo Municipal de Cultura ( unidade orçamentaria ); Simultâneos. 32

33 ESTÁGIOS DA DESPESA: 33

34 34

35 35

36 Prestação de Contas População; Conselhos Municipais; Lei de Acesso a Informação; Transparência Tribunal de Contas; e Câmara Municipal de Vereadores 36

37 Analise das Contas Parecer Prévio pelo Tribunal de Contas do Estado; Apreciar, mediante parecer prévio, as contas prestadas anualmente, cujo encaminhamento dar-se-á até o dia 28 de fevereiro. Art. 50 e 51 LC 202/

38 Analise das Contas Parecer Prévio pelo Tribunal de Contas do Estado; Recomenda ao Poder Legislativo Aprovação ou Rejeição das Contas Regulares, Regulares com ressalvas ou irregulares 38

39 Analise das Contas Parecer Prévio pelo Tribunal de Contas do Estado; Irregulares com Imputação de Debito em face de dano causado ao erário Publico. 39

40 Analise das Contas Situações que podem ensejar rejeição de contas: 40

41 Analise das Contas Julgamento pelo Poder Legislativo Câmara de Vereadores. 41

42 Exercício de Fixação Respostas 42

43 Quando acertamos, ninguém se lembra. Quando erramos, ninguém se esquece. Ditado Irlandês 43

44 Elton Jose Thomas Telefone: (49)

45 OBRIGADO PELA PARTICIPAÇÃO 45

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