DECRETO Nº 212/2016 DE 18 DE JANEIRO DE 2016.

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1 DECRETO Nº 212/2016 DE 18 DE JANEIRO DE APROVA O PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI 2016, PREVISTO NA INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI N 02/2008, DE RESPONSABILIDADE DA UNIDADE DE CONTROLE INTERNO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal de Nortelândia, Sr. NEURILAN FRAGA, no uso de suas atribuições legais e objetivando a operacionalização do Sistema Integrado de Controle Interno do Município de Nortelândia: D E C R E T A: Art. 1º Fica aprovado o Plano Anual de Auditoria Interna PAAI, para o exercício financeiro de 2016, conforme Anexo, destinado a acompanhar e avaliar a eficiência e eficácia dos procedimentos de gestão e controle interno adotados pelas unidades responsáveis e executoras dos sistemas administrativos. Art. 2º O Plano Anual de Auditoria Interna contempla os projetos de auditoria do tipo: Projeto de Desenvolvimento e Pesquisa (PDP), Projeto de Auditorias Regulares (PAR), Projeto de Auditorias Especiais (PAE), Solicitações Administrativas (SAD) e Projeto de Acompanhamento Subsequente (PAS) e, na definição do seu calendário, considera as diligências realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Art. 3º A Controladoria Geral do Município adotará na execução da auditoria interna os projetos de auditoria citados no artigo anterior, conforme especificação abaixo: I - Projeto de Desenvolvimento e Pesquisa (PDP): preliminar, que antecede os demais projetos, envolve o levantamento da instrução normativa que determinam as rotinas de procedimentos da unidade a ser auditada, seguido da experimentação prática in loco. II - Projeto de Auditorias Regulares (PAR): exames feitos pelo critério de prioridades (PAAI Plano Anual de Auditoria Interna), para cumprimento de obrigações institucionais e legais dos órgãos. III - Projeto de Auditorias Especiais (PAE): exames necessários devido a ocorrências imprevistas ou anormais, quando solicitado pelos órgãos interessados. Parágrafo Único - Poderão ser realizadas auditorias especiais, quando os trabalhos de auditoria, não estão compreendidos no Plano Anual de Auditoria Interna e destina-se ao exame de fatos ou situações consideradas relevantes, de natureza incomum e, extraordinária, ou para atender determinação do Prefeito Municipal ou do Presidente da Câmara Municipal relacionados com seus respectivos poderes e autarquias. IV - Solicitações Administrativas (SAD): serviços prestados à administração para atender às solicitações específicas. V - Projeto de Acompanhamento Subseqüente (PAS): atividades realizadas com o objetivo de verificar a implementação de recomendações importantes resultantes de auditorias anteriores.

2 Art. 4º Deverá a Controladoria Geral do Município dar ciência ao Poder Executivo, Legislativo e Autarquias Municipais, encaminhando-lhes cópia do Plano Anual de Auditoria Interna do ano seguinte, até o último dia do ano de trabalho dos respectivos órgãos, bem como à Assessoria Jurídica do município, e ainda comunicará as Secretarias Municipais, unidades executoras e responsáveis. Art. 5º A Controladoria Geral do Município será responsável pela execução dos trabalhos a serem realizados no Plano Anual de Auditoria Interna, podendo requisitar servidores de outros Departamentos, através de projetos de auditoria individualizados por área de atuação. Art. 6º Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. Paço Municipal Pedro Coelho Ormond, Município de Nortelândia, Estado de Mato Grosso, ao 18 dia do mês de Janeiro de 2016, 62º da Emancipação Político-Administrativa. NEURILAN FRAGA Prefeito Municipal ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL ASSINADO

3 ANEXO PORTARIA UCI Nº 031/2015, DE 28 DE DEZEMBRO DE ESTABELECE O PROGRAMA ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI 2016, DO SISTEMA INTEGRADO DE CONTROLE INTERNO DOS PODERES EXECUTIVO E LEGISLATIVO DO MUNICÍPIO DE NORTELÂNDIA, DEFININDO OS PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E CRONOLÓGICOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Controlador Interno do Município de Nortelândia, no uso da atribuição que lhe confere o art. 9º, 11 e 17 da Lei Municipal nº. 057/2006, o art. 13º do Decreto Municipal nº. 021/2008, e o Decreto Municipal n 030/2009, e: Considerando, que o Sistema de Controle Interno é exercido em obediência ao disposto na Constituição Federal, nas normas gerais de direito financeiro contidas na Lei Federal nº /64, Lei Complementar Federal nº. 101/2000, Lei Complementar Estadual nº. 202/2000, Lei Orgânica do Município e demais legislações, bem como as normas específicas do TCE/MT; Considerando que o Sistema Integrado de Controle Interno dos Poderes Executivo e Legislativo do Município de Nortelândia utiliza como técnicas de trabalho, para a consecução de suas finalidades, a auditoria; Considerando que a auditoria visa avaliar a gestão pública, pelos processos e resultados gerenciais, e a aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado; Considerando que as atividades de competência do Controle Interno terão como enfoque principal a avaliação da eficiência e eficácia dos procedimentos de controle adotados nos diversos sistemas administrativos, pelo órgão central e unidades setoriais, cujos resultados serão consignados em relatório contendo recomendações para o aprimoramento de tais controles; Considerando que o PAAI é o documento que orienta as normas para as Auditorias Internas, especificando os procedimentos e metodologia de trabalho a serem observados pelo Controle Interno, Resolve: Art. 1º Apresentar o Plano Anual de Auditoria Interna PAAI 2016 do Sistema Integrado de Controle Interno dos Poderes Executivo e Legislativo do Município de Nortelândia, que consiste na análise e verificação sistemática dos atos e registros contábeis, orçamentários, financeiros, operacionais e patrimoniais, e da existência e adequação dos controles internos, baseada nos princípios da legalidade, legitimidade, economicidade, eficiência e eficácia. 1º A auditoria interna é executada através de projetos individualizados por área de atuação e consiste no exame das operações, atividades e sistemas de determinado órgão ou entidade e possui o objetivo examinar a integridade, adequação e eficácia dos controles internos e das informações físicas, contábeis, financeiras e operacionais do auditado.

4 2º Na seleção das áreas e dos processos a serem auditados serão considerados os aspectos de materialidade, relevância, vulnerabilidade, falhas, erros e outras deficiências, bem como as recomendações do órgão de controle externo pendentes de implementação, quando existentes. Parágrafo Único. A auditoria interna é executada por servidores do Controle Interno e servidores requisitados de outros Departamentos, através de projetos de auditoria individualizados por área de atuação. Art. 2º O Plano Anual de Auditoria Interna obedecerá aos procedimentos previstos nos seguintes documentos: I - Plano de Ação do Controle Interno; II - Lei Municipal n 057/2006; III - Regimento Interno do Controle Interno; IV - Regulamento de Auditoria Interna; V - Recomendações do TCE/MT Art. 3º O Plano Anual de Auditoria Interna obedecerá aos projetos de auditoria: I - PDP - Projeto de Desenvolvimento e Pesquisa: preliminar, que antecede os demais projetos, envolve o levantamento da instrução normativa que determinam as rotinas de procedimentos da unidade a ser auditada, seguido da experimentação prática in loco. II - PAR - Projeto de Auditorias Regulares: exames feitos pelo critério de prioridades (Plano Anual de Auditoria Interna), para cumprimento de obrigações institucionais e legais dos órgãos. III - PAE - Projeto de Auditorias Especiais: exames necessários devido a ocorrências imprevistas ou anormais, quando solicitado pelos órgãos interessados. IV - SAD - Solicitações Administrativas: serviços prestados à administração para atender às solicitações específicas. V - PAS - Projeto de Acompanhamento Subsequente: atividades realizadas com o objetivo de verificar a implementação de recomendações importantes resultantes de auditorias anteriores. Art. 4º O Plano Anual de Auditoria Interna (PAAI), em 2016, será realizado no período de Janeiro a Dezembro de acordo com programação constante do Anexo I desta instrução. Art. 5º Fica aprovado, na forma do Anexo I, na ordem e nos prazos fixados, o cronograma de execução do Plano Anual de Auditoria Interna para o exercício Parágrafo Único. O prazo de execução da Auditoria Interna poderá ser prorrogado, desde que justificado pela unidade auditada, com autorização prévia do Controlador Interno. Art. 6º Fica aprovado, na forma do Anexo II, os procedimentos de controle em auditoria interna. Parágrafo Único. O Anexo II relaciona os principais itens que poderão ser verificados nos Órgãos ou Entidades durante a execução das auditorias internas, constituindo-se em referencial, podendo utilizar-se de procedimentos complementares. Art. 7º A Unidade de Controle Interno poderá a qualquer tempo requisitar informações as unidades executoras, independente dos prazos previstos no PAAI Parágrafo Único. A recusa de informações ou o embaraço dos trabalhos da UCI deverá ser comunicada oficialmente ao Prefeito e/ou ao Presidente da Câmara e citada nos relatórios produzidos, podendo ainda o servidor causador do embaraço ou recusa ser responsabilizado na forma da lei. Art. 8º - Esta portaria entrará em vigor na data de sua publicação.

5 REGISTRE-SE PUBLIQUE-SE CUMPRA-SE CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO DE NORTELÂNDIA, ESTADO DE MATO GROSSO, EM 28 DE DEZEMBRO DE EVERTON SOARES FIGUEIREDO Controlador Interno ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL ASSINADO

6 ESTADO DE MATO GROSSO MUNICÍPIO DE NORTELÂNDIA GABINETE DO PREFEITO CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO N SISTEMA ADMINISTRATIVO ÓRGÃO CENTRAL ANEXO I PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA 2016 (semanas: 52; dias úteis: 254) 01 SCI CONTROLE INTERNO CONTROLADORIA GERAL BASE REGULAMENTAR IN SCI N 01/2008 À 02/2008 ATIVIDADE EMITIR RELATÓRIO TRIMESTRAL AO PREFEITO E AO PRESIDENTE DA CÂMARA. META DE VERIFICAÇÃO ANUAL / 100% 6 DE 6 RELATÓRIOS TRIMESTRAIS PRAZO EM DIAS ÚTEIS/ PERÍODO 10 / trimestre 40 / ano 08 SCO - CONTABILIDADE DEPTO. DE CONTABILIDADE IN SCO N 01/ SFI FINANÇAS DEPTO. DE TESOURARIA IN SFI N 01/2011 VERIFICAR BALANCETES MENSAIS. RELATIVAS À FINANÇAS TRIMESTRAL / 33% 4 DE 12 BALANCETES MENSAIS 6 / trimestre 24 / ano 03 SCL - COMPRAS, LICITAÇÕES E CONTRATOS 12 STB - SISTEMA DE TRIBUTOS DEPTO. DE COMPRAS IN SCL N 01/2008 DEPTO. DE TRIBUTAÇÃO E FISCALIZAÇÃO IN STB N 01/2011 RELATIVAS À COMPRAS MENSAL / 30% RELATIVAS À TRIBUTOS VALOR DAS DESPESAS POR TIPO 1 / mês SPO - SISTEMA DE PROJETOS E OBRAS PÚBLICAS SSG - SISTEMA DE SERVIÇOS GERAIS DEPTO. DE ENGENHARIA E OBRAS DEPTO. DE LIMPEZA PÚBLICA IN SPO N 01/2010 IN SSG N 01/2011 RELATIVAS À OBRAS RELATIVAS À SERVIÇOS GERAIS TRIMESTRAL / 50% DAS OCORRÊNCIAS 3 / trimestre SCL - COMPRAS, LICITAÇÕES E CONTRATOS SCV - SISTEMA DE CONVÊNIOS E CONSÓRCIOS DEPTO. DE LICITAÇÕES DEPTO. DE CONVÊNIOS IN SCL N 01/2008 À 02/2008 IN SCV N 01/2011 À 04/2011 RELATIVAS À LICITAÇÕES E CONTRATOS MENSAL / 20% RELATIVAS À CONVÊNIOS LICITAÇÕES E CONTRATOS 1 / mês 05 SRH - RECURSOS HUMANOS 07 SPP PREVIDÊNCIA PRÓPRIA DEPTO. DE RECURSOS HUMANOS IN SRH N 01/2010 RPPS PREVINORTE IN SPP N 01/2010 RELATIVAS À RECURSOS HUMANOS MENSAL / 20% RELATIVAS À PREVIDÊNCIA DAS OCORRÊNCIAS, POR TIPO 1 / mês

7 ESTADO DE MATO GROSSO MUNICÍPIO DE NORTELÂNDIA GABINETE DO PREFEITO CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO N SISTEMA ADMINISTRATIVO ÓRGÃO CENTRAL BASE REGULAMENTAR ATIVIDADE META DE VERIFICAÇÃO PRAZO EM DIAS ÚTEIS/ PERÍODO STI - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SCS - COMUNICAÇÃO SOCIAL DEPTO. DE INFORMÁTICA IN STI N 01/2011 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL IN SCS N 01/2011 RELATIVAS À INFORMÁTICA BIMESTRAL / 30% RELATIVAS À COMUNICAÇÃO SOCIAL DAS OCORRÊNCIAS PORTAL TRANSPARÊNCIA 2 / bimestre 04 STR - TRANSPORTES 06 SPA - SISTEMA DE PATRIMÔNIO DEPTO. DE TRANSPORTES IN STR N 01/2010 DEPTO. DE PATRIMÔNIO IN SPA N 01/2010 RELATIVAS À TRANSPORTES RELATIVAS À PATRIMÔNIO BIMESTRAL / 30% DAS OCORRÊNCIAS 2 / bimestre 02 SPL - PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO DEPTO. DE PLANEJAMENTO IN SPL N 01/ SJU - JURÍDICO ASSESSORIA JURÍDICA IN SJU N 01/2011 RELATIVAS À PLANEJAMENTO RELATIVAS ÀO JURÍDICO BIMESTRAL / 100% DAS OCORRÊNCIAS 2 / bimestre 14 SBE - SISTEMA DE BEM- ESTAR SOCIAL SECRET. DE ASSISTÊNCIA SOCIAL IN SBE N 01/2011 RELATIVAS À BEM ESTAR SOCIAL ANUAL / 100% DOS DEPTOS 5 / ano 11 SSP - SISTEMA DE SAÚDE PÚBLICA SECRET. DE SAÚDE IN SSP N 01/2011 À 02/2011 RELATIVAS À SAÚDE ANUAL / 100% DOS DEPTOS 5 / ano 10 SEC - SISTEMA DE EDUCAÇÃO SECRET. DE EDUCAÇÃO IN SEC N 01/2010 À 04/2010 RELATIVAS À EDUCAÇÃO ANUAL / 100% DOS DEPTOS 5 / ano TODOS OS SISTEMAS UNIDADE DE CONTROLE INTERNO TODAS AS IN'S EMITIR RELATÓRIO SEMESTRAL AO TCE-MT. SEMESTRAL / 100% 7 DE 7 RELATÓRIOS EMITIDOS AO TCE 40 / ano TODOS OS SISTEMAS TODOS OS PODERES E ÓRGÃOS TODAS AS VERIFICAÇÕES E RELATÓRIOS 203 / Ano

8 ESTADO DE MATO GROSSO MUNICÍPIO DE NORTELÂNDIA GABINETE DO PREFEITO CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO ANEXO II PROCEDIMENTOS DE CONTROLE EM AUDITORIA INTERNA 1. CONTROLE DE GESTÃO 1.1 Atendimento as deliberações dos órgãos de Controle Externo 1.2 Atendimento as deliberações da Unidade de Controle Interno 1.3 Mecanismos de Controle Interno 1.4 Mecanismos para autuação do Controle Social 1.5 Mecanismos de transparência das Ações Governamentais 1.6 Normas Internas 1.7 Sistema de Informações Contábeis 1.8 Gestão de Informações 1.9 Fluxo de Decisões 1.10 Prestação de Contas 2. GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS 2.1 Quantitativo de pessoal 2.2 Sistema de controle de pagamentos 2.3 Contratação por tempo determinado 2.4 Legalidade dos processos de provimento 2.5 Cessão: ônus da remuneração 2.6 Folha de pagamentos 2.7 Licenças, afastamentos e férias 2.8 Gratificações 2.9 Benefícios assistenciais 2.10 Adicional por tempo de serviço 2.11 Adicional por serviços extraordinários (Hora Extra) 2.12 Adicional Noturno 2.13 Diárias 2.14 Acumulação de cargos 2.15 Teto constitucional 2.16 Insalubridade e Periculosidade 2.17 Exonerações 2.18 Aposentadorias 2.19 Processo Administrativo Disciplinar 2.20 Política de Recursos Humanos 2.21 Evolução da Folha de Pagamentos 3. GESTÃO ORÇAMENTÁRIA 3.1 Estimativa das receitas 3.2 Fixação das despesas correntes 3.3 Fixação das despesas de capital 3.4 Execução das receitas

9 ESTADO DE MATO GROSSO MUNICÍPIO DE NORTELÂNDIA GABINETE DO PREFEITO CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO 3.5 Execução das despesas correntes 3.6 Execução das despesas de capital 3.7 Classificação da despesa 3.8 Empenho da despesa 3.9 Limites legais 3.10 Dívida Pública 3.11 Operações de crédito 3.12 Restrições de final de mandato 4. GESTÃO FINANCEIRA Tesouraria 4.2 Contas bancárias 4.3 Restos a pagar 4.4 Liquidação das despesas 4.5 Gerenciamento dos pagamentos a fornecedores 4.6 Retenção e recolhimentos tributários e previdenciários 5. GESTÃO DO SUPRIMENTO DE BENS E SERVIÇOS 5.1 Requisição de materiais e serviços 5.2 Fragmentação do objeto licitatório 5.3 Limites à competitividade 5.4 Modalidades de licitação 5.5 Tipos de licitação 5.6 Comissão de licitação 5.7 Oportunidade da licitação 5.8 Formalização da licitação 5.9 Procedimentos da licitação 5.10 Dispensa e Inexigibilidade de licitação 5.11 Formalização dos contratos 5.12 Execução dos contratos 5.13 Pagamentos contratuais 5.14 Alteração contratual 5.15 Fiscalização da execução contratual 5.16 Inspeção física da execução 5.17 Contratação de serviços terceirizados 5.18 Transferência de recursos por convênio 5.19 Gestão de recursos recebidos de Programas do Governo Federal 6. GESTÃO PATRIMONIAL 6.1 Sistema de controle patrimonial 6.2 Confirmação de existência 6.3 Gerenciamento de bens móveis e imóveis 6.4 Gerenciamento de frota veicular

10 ESTADO DE MATO GROSSO MUNICÍPIO DE NORTELÂNDIA GABINETE DO PREFEITO CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO 6.5 Gerenciamento dos serviços de telefonia 6.6 Gerenciamento dos recursos de hardware e software 6.7 Registros contábeis dos bens 6.8 Apuração dos desvios, roubos ou desaparecimentos 7. GESTÃO OPERACIONAL 7.1 Consistência das metas definidas 7.2 Publicação das ações

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