Sobre o Autor. Wilson Martins da Silva. Especialista em Biodiversidade Amazônica UFPA/Altamira.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sobre o Autor. Wilson Martins da Silva. Especialista em Biodiversidade Amazônica UFPA/Altamira."

Transcrição

1

2 Sobre o Autor Wilson Martins da Silva Dados acadêmicos e profissionais Biólogo formado pela Universidade Federal do Pará. Mestre em Ecologia Aquática e Pesca UFPA/PPGEAP. Especialista em Biodiversidade Amazônica UFPA/Altamira. Professor Assistente da Universidade do Estado do Pará UEPA. Professor da SEDUC/Pará na disciplina Biologia. Interesses e ferramentas usadas Adepto do software livre. Autodidata no ambiente R. Usa Rstudio como interface de trabalho do R. Usa Linux Mint e Ubuntu como sistemas operacionais. Usa planilhas Gnumeric e Calc. Usa Writer como editor de texto. Contatos: https://www.facebook.com/wilsonbiodiversity

3 Por que fiz este Ebook? Esse ebook foi concebido por mim para ser distribuído gratuitamente. Ele faz parte de um esforço pessoal de divulgar o ambiente R no meio acadêmico brasileiro. Tem como propósito ajudar a comunidade universitária a realização de testes estatísticos com um software livre, gratuito, sem licenças caras, livre de ilegalidades, mas com muita confiabilidade e acurácia de que o R é capaz. Um dos aspectos principais no qual me esforcei duramente na produção desse ebook e deixar bem claro para todos que tiverem acesso a este material é o seguinte: é possível realizar análises estatísticas de qualidade com o R sem saber absolutamente nada de programação. Essa convicção vem da minha própria experiência com o R durante a minha dissertação. Consegui realizar todas as análises estatísticas durante o mestrado com o uso do ambiente R e sem ter nenhum conhecimento de programação. Na verdade, eu já estudo o R desde o curso de especialização em Biodiversidade, antes do mestrado. Porém, foi durante o curso stricto sensu, que passei dois anos estudando, desesperadamente, para compreender a linguagem e ter sucesso na jornada. Então, com muita luta, consegui concluir com êxito. Após isso, comecei uma cruzada pessoal para ensinar como fazer isso corretamente, ao máximo possível de pessoas. O R tem alguns algumas vantagens e desvantagens em relação aos softwares proprietários que podem ser discutíveis. Contudo, o esforço em aprender a sintaxe traz benefícios robustos a formação de qualquer acadêmico. Para mim foi muito difícil aprender sozinho, mas meu esforço é contribuir para que sua experiência seja mais tranquila. Espero que aproveite ao máximo esse material. Qualquer dúvida ou crítica a algum aspecto das análises será muito bem-vinda. Você pode entrar em contato comigo, pelos contatos deixados na página sobre o autor. Wilson Martins da Silva Altamira Pará Janeiro de 2015

4 SUMÁRIO 1. Introdução 1.1 O que é o R? O ambiente de programação 2 2. Por que usar um software livre? Por que usar o R? 3 3. Analisando a interface do R Studio 5 4. Como organizar os dados na planilha e inseri-los no R 7 5. Como realizar estatística descritiva no R Medidas de localização Medidas de dispersão Realizando testes de normalidade no R Realizando testes de homocedasticidade no R Teste-t para 2 amostras Teste t para 2 amostras independentes com variâncias iguais Teste t pareado Teste do X² (Qui-quadrado) Inserindo os dados Realizando o teste no R Análise de Variância (ANOVA) Teste de Tukey Testes de Kruskal-Wallis Teste de Kruskal-Wallis de comparações múltiplas Correlação de Pearson e Spearman Como fazer Regressão Linear Simples Copiando os dados da planilha para o R Transferindo os dados para o R Fazendo a regressão Como plotar gráficos com R Boxplot (Gráfico em caixa) Barplot (Gráfico em barras) Piechart (Gráfico de setores ou pizza ) Gráfico de Setores com Percentagens Gráfico de Setores com Percentagens 3D Como obter assistência e consultoria no R 38 Bibliografia 39

5 1 1. INTRODUÇÃO 1.1. O que é o R? R é um poderoso programa de estatística, mas é antes de tudo uma linguagem de programação. Foi criado originalmente por Ross Ihaka e por Robert Gentleman (por isso R), no departamento de Estatística da Universidade de Auckland, Nova Zelândia. Foi desenvolvido por um esforço colaborativo de pessoas em vários locais do mundo. É um projeto GNU que é similar à linguagem S, que foi desenvolvida no Bell Laboratories por John Chambers e colaboradores. R pode ser considerado como uma implementação diferente de S. Existem algumas diferenças importantes, mas muito código escrito para S é executado inalterado no R. R fornece uma ampla variedade de estatísticas (linear e modelagem nãolineares, testes estatísticos clássicos, análise de séries temporais, classificação, clustering, etc), técnicas gráficas e é altamente extensível. A linguagem S é muitas vezes o veículo de escolha para pesquisa em metodologia estatística e R fornece um caminho de código aberto para a participação nessa atividade. Um dos pontos fortes do R é a facilidade com que pode produzir publicações de qualidade bem desenhadas, incluindo símbolos e fórmulas matemáticas, quando necessário. As opções dos padrões gráficos em design menores são bem estruturadas, mas o usuário mantém o controle total do processo. R está disponível como Software Livre sob os termos da GNU General Public License em forma de código-fonte da Free Software Foundation. Ele compila e roda em uma ampla variedade de plataformas UNIX e sistemas similares (incluindo FreeBSD e Linux), Windows e MacOS. Mas, Atenção! O R não é um bicho de 7 cabeças, nem coisa de nerds! Meu desejo é que, logo, o R se torne sua ferramenta predileta!

6 O ambiente de Programação R é uma linguagem de programação simples e eficaz bem desenvolvida, que inclui condicionais, loops, funções recursivas definidas pelo usuário e recursos de entrada e saída. Desde 1997, o R Core Team é responsável pelas atualizações ocorridas desde então. R é um projeto colaborativo e já conta com milhares de aplicações sob o seu código. Nesse ebook usamos a versão de 31/10/2014, mais atual até a presente data, também chamada, Pumpkin Helmet (R CORE TEAM 2014). A Conferência Internacional UseR é a principal reunião da comunidade de usuários R e desenvolvedores. Seu programa consiste em: Palestras de convidados e usuários que cobrem um amplo espectro de temas que vão desde questões técnicas e relacionadas com computação R a tópicos estatísticos gerais de interesse atual. Há também submissão de resumos com temas relacionados ao R, além de discussões livres e apresentação de painéis. Em 2014, no período de 30 de junho a 3 de julho, a conferência foi realizada no campus da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos EUA. RESPALDO ACADÊMICO NO MUNDO TODO!

7 3 2. Por que usar um software livre? Por que usar o R? Você já esteve naquela situação onde o seu orientador pede para você fazer as análise estatísticas dos dados, mas você não tem o software? Ou aqueles que você usa não são aceitos por ele? Ou sabe que aquela revista científica para onde você vai enviar seu artigo exige o número da licença do software original e você só tem um pirata instalado? Ou você quer comprar o software, mas sua bolsa só dá pra pagar o aluguel, alimentação e transporte para a universidade? Pois é, creio que uma grande parte dos acadêmicos brasileiros passaram, passam ou passarão por uma dessas situações um dia. Mas, existem respostas a essas perguntas e aponto aqui o ambiente R como a melhor solução para resolver as análises estatísticas e gráficas que precisamos na academia. Existem vários softwares no mercado que fazem as análises demandadas pela comunidade acadêmica, mas geralmente exigem licenças (caríssimas) de uso, são limitados e alguns são de difícil compreensão, como exemplo temos Statistica, Primer, SPSS, Systat, SAS, Matlab, Minitab e outros. Só pra se ter idéia, eu fiz aqui uma lista dos preço das licenças anuais de alguns dos softwares mais conhecidos (em 31/12/2014): Statistica* ,17 SPSS* 6.777,30 Systat/Sigma* ,68 Primer 6/Permanova** R$ 2.972,90 Minitab*** R$1.495,00 * ** Via orçamento por *** ELES SÃO MUITO CAROS!

8 4 É claro que que existem também as opções gratuitas como Past, PSPP, Openstat, Biostat e versões gratuitas de softwares pagos. Contudo, a maioria tem limitações no uso, na abrangência dos testes e muitos orientadores não aceitam alguns desses softwares. O uso de planilhas eletrônicas, para testes estatísticos, tem problemas de confiabilidade dos resultados, sendo, inclusive, não aconselhado sua utilização em sala de aula para o ensino de estatística (NASH 2008). Análises de desempenho tem demonstrado a superioridade do Gnumeric (software livre), em todos os quesitos de confiabilidade e acurácia, em relação ao Excel (McCLLOUGH 2004; ALMIRON et al. 2010; KEELING e PAVUR 2011). A conclusão é que: o Excel não é confiável para cálculos estatísticos! Afirmo também que, de fato, é possível realizar trabalhos acadêmicos de qualidade com softwares livres, livre de licenças, livres de custos elevados, livres de ilegalidades e problemas com a justiça, além de se obter resultados altamente consistentes e confiáveis. Então, passo aqui a listar somente 7 razões para usar o R: 1 O R é o ambiente capaz de realizar TODOS os testes que se utiliza na academia; 2 O R é totalmente livre, gratuito, sem taxas ou licenças caríssimas; 3 O R é multiplataforma, ou seja, instala em qualquer sistema operacional; 4 O R é utilizado nas maiores universidades de ponta do mundo; 5 O R é o mais robusto, amplo e versátil software disponível no mercado; 6 O R é recomendado e aceito em qualquer publicação e revista científica; 7 O R introduz uma marca diferencial de qualidade no seu trabalho; Este e-book tem como objetivo apresentar de uma forma prática o ambiente R para ajudar a comunidade acadêmica em geral a realizar suas análises estatísticas com qualidade e sem custos elevados. E mais... SEM SABER NADA DE PROGRAMAÇÃO!

9 5 3. Analisando a interface do R Studio O R Studio é uma das interfaces (IDE) utilizadas para executar as tarefas no R. Embora existam várias interfaces disponíveis, recomendo a utilização dela porque é totalmente gratuita e coloca todas as ferramentas disponíveis na área de trabalho, o que facilita muito o seu uso. O processo de instalação do R deve seguir os seguintes passos: 1- Primeiro instalação do R pelo site do R Project: 2- Depois o R Studio do site: https://www.rstudio.com/ide/download/desktop Obs1: É importante saber que o R Studio sozinho não realiza análise nenhuma. Ele é apenas uma interface de trabalho para o rodar toda a estrutura do R. Portanto, é necessário que o R esteja previamente instalado para que se possa utilizar o R Studio. Obs2: - Para quem usa rwindows pode baixar os arquivos e instalar direto. - Quem usa Linux Ubuntu e variantes pode baixar direto do repositório. ESSA DUPLA É SENSACIONAL!

10 6 Interface do R Studio A interface de trabalho do R Studio é composta por 4 áreas de trabalho, sendo assim identificadas: A Área de scripts onde também se pode visualizar a tabela de dados. B Tela de console, lugar onde os comandos são executados. C Tela do histórico e visualização dos arquivos da memória. D Tela dos pacotes (programas), arquivos, área de visualização dos gráficos (plots) e ajuda. As áreas mais utilizadas durante o trabalho com o R são as telas A e B e depois a D. A menos utilizada é a tela C. Resumidamente seria, A para rodar os scripts, B para executar comandos e C para visualização de gráficos e carregar pacotes. EXCELENTE INTERFACE DE TRABALHO!

11 7 4. Como organizar os dados na planilha e inseri-los no R O R só faz análises das informações que estão armazenadas na sua memória. Portanto, uma das primeiras ações no início do trabalho com R é a de inserir os dados corretamente na memória do ambiente. Existem várias formas de inserir os dados no R, mas aqui como é um estudo bem resumido e prático, a forma que eu penso ser a mais simples e rápida de fazer isso é copiando e colando. Como se faz isso? Bom, você vai abrir sua planilha de dados e deixar também o R aberto. 1º Passo: Na planilha simplesmente você vai copiar os dados, tendo o cuidado de deixar a primeira célula da 1ª coluna (A), totalmente vazia como na figura abaixo. 2º Passo: No R vai ser necessário digitar um comando básico que vai importar os dados da planilha para a memória do R.

12 8 No R Studio, deve-se digitar o comando a seguir: res <- read.table("clipboard", sep="\t", header=t, dec=",", row.names=1) Significados dos argumentos da linha de comando (figura abaixo): 1 - (res) É o arquivo com os dados da planilha que ficará salvo na memória do R. 2 - ( <- ) Diz-se que res recebe o resultado operado pela função read.table. 3 - (read.table) É a função que vai ler os dados da planilha, identificando as diferentes variáveis. 4 - ( clipboard ) Argumento que indica que os dados copiados estão na memória virtual (área de transferência). 5 - (sep="\t") Indica que as colunas estão separadas por tabulação. 6 - (header=t) Diz ao R que o cabeçalho (nomes) das colunas deve ser preservado. 7 - (dec=",") Informa ao R que os números decimais na planilha estão separados por vírgula (será transformado no R para ponto). 8 - (row.names=1) Informa que a primeira coluna é o identificador da amostra e não dados. Depois disso, os dados da tabela estarão no objeto criado (res), que estará salvo na memória do R pronto para ser analisado.

13 9 Na tela de scripts, mantendo o cursor no comando, clica-se no botão Run na aba logo acima (ou ctrl + enter). O resultado deve ficar como na figura abaixo: Pronto, agora já podemos testar os dados.

14 10 5. Como realizar estatística descritiva no R Aqui vamos observar algumas funções descritivas: 5.1. Medidas de localização mean() #Média aritmética: calcula a média aritmética simples, para variáveis quantitativas (discretas e contínuas). median() #Mediana: calcula a mediana de uma lista de valores; é também conhecida por percentil 50 ou segundo quartil. quantile() #Quantis: calcula os quartis de uma lista de valores Medidas de Dispersão var() #Variância: calcula a variância para uma variável quantitativa. sd() #Desvio padrão: calcula o desvio padrão de uma variável quantitativa. Exemplo: >dados <- c(65,72,70,72,60,67,69,68) # Cria o objeto numérico dados. >dados [1] #[1] primeira linha > mean(dados) # Calcula a média [1] > median (dados) # Calcula a mediana [1] 68.5 > quantile (dados) #Quantis: calcula os quartis de uma lista de valores. 0% 25% 50% 75% 100% > var (dados) #Variância: calcula a variância para uma variável quantitativa. [1] > sd (dados) #Desvio padrão: calcula o desvio padrão de uma variável quantitativa. [1] > summary(dados) #Resumo (mínimo, 1ºquartil, média, mediana, 3ºquartil, máximo) Min. 1st Qu. Median Mean 3rd Qu. Max

15 11 Ao fazermos a análise descritiva do arquivo (res), teremos: Resumo das funções entre outras Função Descrição table() Cruzamento de variáveis mean() Média aritmética median() Mediana sum() Soma summary() Resumo dos dados var() Variância sd() Desvio padrão quantile() Quartis com descrição fivenum() Quartis sem descrição IQR() Amplitude inter-quartil cor() Coeficiente de correlação

16 12 6. Realizando testes de normalidade no R Normalidade e homocedasticidade dos dados são dois pressupostos a serem verificados, antes da realização de qualquer teste. Aqui veremos como se obtém a normalidade. Veja como é fácil realizá-la! Para calcular a normalidade, vamos usar os arquivo (dados) e (res) dos exemplos anteriores. Portanto, para verificar se as variáveis numéricas dados e Resistencia seguem uma distribuição normal, faremos como está na figura abaixo: Observe os comandos abaixo: >attach (res) # Possibilita acionar qualquer coluna da tabela (data.frame) isoladamente, aqui a variável Resistencia > shapiro.test (Resistencia) # Realiza o teste Shapiro-Wilk da variável Resistencia. Resultado: P = 0,247 (alfa = 0,05) > lillie.test (Resistencia) # Realiza o teste Kolmogorov-Smirnov da variável Resistencia. Resultado: P = 0,1144 (alfa = 0,05) >dados # mostra o arquivo > shapiro.test (dados) #Realiza o teste Shapiro-Wilk do arquivo dados. Resultado: P=0,3696 (alfa = 0,05). Obs: No R já vem configurado por padrão o nível de significância do teste (alfa) que é 5%.

17 13 7. Realizando testes de homocedasticidade no R Para calcular a homocedasticidade (homogeneidade das variâncias), vamos usar o arquivo (res) do exemplo anterior. Para observar se as variâncias são homogêneas ou não, faremos como está na figura abaixo: >bartlett.test (Resistencia ~ Fator) # Teste de Bartlett, calcula a homocedasticidade da variável Resistencia descrita de acordo com a variável categórica Fator. Resultado: P = 0,9198 Não se descarta a hipótese nula de homocedasticidade (alfa = 0,05). >fligner.test (Resistencia ~ Fator) # Teste de Fligner-Killen, calcula a homocedasticidade da variável Resistencia descrita de acordo com a variável categórica Fator. Resultado: P = 0,7859 Há homocedasticidade (alfa = 0,05). >levenetest (Resistencia ~ Fator) # Teste de Levene. Resultado: P = 0,8626 (alfa = 0,05). Obs: O teste de Fligner-Killen é um teste não-paramétrico que é muito robusto contra desvios da normalidade, mas o coloquei aqui só para efeito de comparações.

18 14 8. Teste-t para 2 amostras O teste-t é usado na comparação de amostras retiradas de duas amostras de dados. Este teste é composto duas variáveis, sendo uma contínua que é a variável resposta e uma categórica que é utilizada como variável explicativa. Exemplo: Supomos aqui que cada grupo (Amostra 1 e Amostra 2) foi submetido a um determinado tratamento, com uma certa substância e se quer observar se houve alguma diferença na resposta ao tratamento Teste t para 2 amostras independentes com variâncias iguais. amostra1 <- c(16.6,13.4,14.6,15.1,12.9,15.2,14.0,16.6,15.4,13.0) amostra2 <- c(15.8,17.9,18.2,20.2,18.1,17.8,18.3,18.6,17.0,18.4) t.test (amostra1, amostra2, var.equal = TRUE) Resultado: O Teste-t para 2 amostras independentes mostra um valor de P < 0,05 muito significativo, rejeitando-se a hipótese nula de igualdade das médias.

19 15 No teste-t pareado, supõem-se que um mesmo grupo foi submetido a dois tratamentos diferentes. No novo tratamento (depois), foi usada uma outra substância, portanto, o teste foi realizado para observar se houve diferença na resposta em relação ao tratamento padrão (antes). 8.2 Teste t pareado antes = c(16.6,13.4,14.6,15.1,12.9,15.2,14.0,16.6,15.4,13.0) depois = c(15.8,17.9,18.2,20.2,18.1,17.8,18.3,18.6,17.0,18.4) t.test (antes,depois,paired=true) Resultado: O test-t pareado mostra um valor de P < 0,05, muito significativo, portanto rejeita-se a hipótese nula de que as médias são iguais.

20 16 9. Teste do X² (Qui-quadrado) Essa técnica é utilizado para testar hipóteses, tendo como objetivo verificar quantitativamente a relação entre o resultado observado de um experimento e a frequência esperada para o evento. Exemplo hipotético: Uma empresa produz 3 tipos de cerveja: Normal, Light e Escura. O grupo de marketing da empresa sugeriu que a preferência pelas variedades depende do sexo dos consumidores e realizou uma pesquisa para observar se existe mesmo essa relação. Foram selecionadas aleatoriamente 300 pessoas que participaram da pesquisa apontando suas preferências de acordo com a tabela abaixo: Sexo Masculino Feminino Total Light Normal Escura Total Hipótese nula (H0): A preferência pela cervejas é independente do sexo do consumidor. Hipótese Alternativa (H1): A preferência da cerveja é dependente do sexo do consumidor. No R, o cálculo do Qui-quadrado deve ser feito como na figura abaixo: 9.1. Inserindo os dados

21 Realizando o teste no R Argumento: chisq.test (cerva) # Realiza o teste do qui-quadrado (figura abaixo) Resultado: O valor de X² calculado 12,24 > 5,99 X² tabelado, portanto, rejeita-se H0 de que a preferência é independente do sexo. O valor de P é estatisticamente significativo. Obs: Checar na Tabela de X² o valor tabelado com 2 graus de liberdade a 5% de significância.

22 Análise de Variância (ANOVA) Em geral, a ANOVA se refere a uma classe de desenhos experimentais, na qual a variável explicativa é categórica e a variável resposta é contínua. Tem como pressupostos que os dados sejam independentes, normais e com homogeneidade de variâncias. Pode incluir delineamentos de um fator, os blocos aleatorizados e os parcelados individuais. (GOTELLI 2011). Exemplo de ANOVA One Way (de 1 fator) com os dados do arquivo (res). # ano Contém a análise feita pela função aov. # anova Faz a tabela da ANOVA. # O valor de P obtido, mostrou-se muito significativo a um alfa de 5%, indica a existência de diferenças entre os tratamentos. # (***) Este sinal indica que o valor de P está entre 0 e 0,001, portanto muito menor do que 0,05 que é o alfa padronizado do teste no R. Todos os valores de P com asterisco são significativos a 5%.

23 Teste de Tukey Teste a posteriori utilizado para investigar quais os pares de diferem entre si, se houver diferenças significativas na ANOVA. # library (agricolae) Carrega o pacote que tem a função HSD.test # tukey.ano Arquivo que contém o teste de Tukey. # HSD.test Função que realiza o teste de Tukey sobre ANOVA calculada no arquivo ano, explicado pela variável categórica Fator. # No quadro de comparações entre as médias dos tratamentos, observa-se todos os pareamentos marcados onde há diferenças significativas a 5%. médias que

24 Testes de Kruskal-Wallis O teste de Kruskal-Wallis é também denominado de ANOVA não-paramétrica. É usado para dados que não atendem aos pressupostos exigidos pela ANOVA. Exemplo: Avaliando a variação do índice de repleção (iret) de uma espécie de acari do rio Xingu durante os períodos hidrológicos (pe) de seca, enchente cheia e vazante presente no arquivo (sp). Deve ser realizado como ilustrado abaixo: Resultado: É significativo para o alfa de 0,05 para os testes de normalidade e homocedasticidade.

25 21 Portanto, como os dados não atenderam às premissas de exigidas pela ANOVA, realizaremos o teste de Kruskal-Wallis, como ilustrado abaixo: Resultado: O teste de Kruskal-Wallis mostra um valor de P menor do que o alfa de 5%, portanto, significativo. Então, concluímos que deve haver diferença entre os períodos hidrológicos. Com esse resultado, vamos agora realizar o teste post-hoc de Kruskal-Wallis de múltiplas comparações para saber quais os períodos são diferentes.

26 Teste de Kruskal-Wallis de comparações múltiplas presente no pacote agricolae. Resultado: Observa-se que o índice de repleção é significativamente diferente, a um alfa de 5%, entre dois momentos no ciclo hidrológico.

27 Correlação de Pearson e Spearman Na correlação, busca-se medir o grau e a direção dessa correlação (se positiva ou negativa), entre duas variáveis contínuas. Se a análise dos resíduos do modelo linear for normal, usa-se o método de Pearson, porém, caso contrário, será usado o método de Spearman. No R, essa técnica é feita com os mesmos argumentos mudando somente este: method = pearson ou spearman. Exemplo: Neste caso, o objetivo é observar se existe relação entre o comprimento padrão (cp) e o quociente intestinal (qit) de um determinado peixe detritívoro, visando para avaliar melhor sua dieta por meio desse teste. Aqui os parâmetros a serem utilizados no R para a realização da análise. # Carrega o pacote que tem a função "correlation" library (agricolae) # Resumo das variáveis do arquivo (qisz) summary(qisz) # Calcula o modelo linear qilm <- lm(qit~cp) # Histograma para visualizar os resíduos do modelo hist(resid(qilm)) # Testa a normalidade dos resíduos shapiro.test(resid(lm(qit~cp))) # Calcula a correlação correlation(qit,cp, method="pearson") #plota o gráfico da correlação plot(qit~cp, data=qisz, xlab="comprimento Padrão (cm)", ylab="quociente Intestinal (Qi)", pch=19, col="blue") # Faz a reta da regressão abline(qilm, col="red",lty=2) # Legenda legend(locator(1),c("", "p < 0,05", "r² = 0,5", "r = 0,7"), cex=1.0, bty="n")

28 24 Analise como o R faz a correlação: Em summary, as duas variáveis (qit) e (cp) que serão analisadas. Em qilm temos o arquivo que contém o modelo linear calculado pela função lm. Em hist temos o histograma para avaliar graficamente a distribuição dos dados que, aparentemente, parece ser normal. Em shapiro.test, verifica-se que o valor de P é maior que o alfa de 5%, confirmando, portanto, a distribuição normal dos resíduos. Agora, com esses resultados, pode-se agora fazer a correlação de Pearson.

29 25 Na figura abaixo a análise da correlação de Pearson. Resultado: O valor de P menor do que 5% confirmando que existe a correlação. O r² mostra que 50% dos dados são explicados pelo modelo. O valor de r arredondado em torno de 0,7 mostra uma correlação forte. Obs: Os argumentos que realizam a formação dos gráficos serão abordados mais adiante com mais detalhes, no capítulo referente a plotagem dos gráficos.

30 Como fazer Regressão Linear Simples Resumidamente, o objetivo da regressão linear é fazer a predição dos valores de uma variável dependente (Y) em função de uma variável independente (X), e a partir disso, conhecer o quanto variações de X podem afetar Y. Exemplo: Peso do corpo e rendimento de carcaça, aos 90 dias de idade, de 10 cordeiros da raça Texel. O cálculo da Regressão Linear Simples no R deve seguir o modelo abaixo: Copiando os dados da planilha para o R.

31 Transferindo os dados para o R Segue o mesmo padrão já visto no início. texel <- read.table( clipboard, sep= \t, header=t, dec=,, row.names=1) O arquivo deve ficar com está na figura abaixo: Observe que na linha de comando, os argumentos que estão entre aspas ( ), possuem uma cor diferente. Se, ao copiar o comando de um editor de texto pra tela de scripts, isso não acontecer, troque as aspas no R Studio, senão possivelmente dará erro. Agora vamos ver a seguir, um passo a passo bem prático, de como realizar a regressão linear simples no R.

32 28 Aqui temos o script todo que vai ser rodado: Calma, não se assuste, ninguém precisa decorar isso tudo! Você pode salvar e substituir no futuro com os seus dados. Na minha opinião, essa é a parte boa e prática do R. Tendo um script pronto e sabendo como colocar seus dados, você pode fazer qualquer análise.

33 Fazendo a regressão Summary faz um resumo dos dados que nos dá várias informações importantes. Resultado: Temos o valor de P que é significativo. O R² com uma explicação de 86% dos dados entre outros.

34 30 Abaixo temos os valores estimados, os resíduos e o teste de normalidade dos resíduos. Resultado: O teste de Shapiro-Wilk gerou um valor de P = 0,5, que não foi significativo a um alfa de 5%, portanto, não rejeitando hipótese nula de normalidade.

35 31 Agora, podemos plotar os gráficos com o script abaixo; Vamos ver a seguir os gráficos: histograma, dos quantis dos resíduos, dos resíduos com os valores ajustados e resíduos com a ordem.

36 Como plotar gráficos com R Neste capítulo, vamos abordar apenas os gráficos que ainda não foram utilizados nas análises anteriores. Já vimos, anteriormente, como se faz o histograma e gráfico de dispersão. Um aspecto muito importante é que vários dos argumentos utilizados para um tipo de gráfico pode ser utilizado em outro Boxplot (Gráfico em caixa) Vamos usar o arquivo (sz) para realizar o boxplot. Argumentos: iret = Índice de Repleção pe = Períodos col = cores (cada cor tem um número) range = F (false) - outlines estão escondidos. ylab = Etiqueta do eixo Y (sempre entre aspas) xlab = Etiqueta do eixo X Há mais argumentos. Mas, esses são só para mostrar que é possível você ampliar e melhorar muito seu gráfico.

37 33 Na figura abaixo, o Boxplot: Barplot (Gráfico em barras) Preparando arquivos para fazer o Barplot sz # Dados de S. zuanoni (Analisando a variação do comprimento padrão do peixe pelos períodos) ## Mediana de cada período a<-median(sz[1:51,2]) # Mediana da Cheia b<-median(sz[52:112,2]) # Mediana da Enchente c<-median(sz[113:146,2]) # Mediana da Seca d<-median(sz[147:186,2]) # Mediana da Vazante bar <- c (a,b,c,d) # Arquivo contendo as medianas ## Fazendo o gráfico > barplot (bar, ylab="comprimento Padrão", xlab="períodos", ylim=c(0,12), col=c("gray16","gray32","gray64", "gray90")) > legend(locator(1), c("cheia","enchente","seca","vazante"), col=c("gray16", "gray32","gray64","gray90"), pch=15, cex=1.1, bty="n")

38 34 Argumentos: barplot = Argumento que cria o barplot legend = Faz a legenda locator (1) = Coloca a legenda no local onde você clicar bar = arquivo com as medianas ylab = Etiqueta do eixo Y (sempre entre aspas) xlab = Etiqueta do eixo X ylim = Limite do eixo Y col = cores (Variação de cinza) pch = Tipo de símbolo (quadrado) cex = Tamanho da letra bty = Tipo de cercadura (neste caso o n é sem linha)

39 35 Aqui abaixo o Barplot:

40 Piechart (Gráfico de setores ou pizza ) Gráfico de Setores com Percentagens (Parâmetros) Aqui o gráfico:

41 Gráfico de Setores com Percentagens 3D (Parâmetros) Aqui o gráfico:

42 Como obter assistência e consultoria no R Há muito material sobre o R disponível na internet. Você vai encontrar apostilas, vídeos, livros, scripts, fóruns, em sites e blogs. Portanto, eu acredito que há condições materiais de se aprender o R sozinho como eu aprendi. O problema é que o R é uma linguagem diferente de se realizar análises estatísticas. Então, quem está acostumado com softwares gráficos, logo de cara, estranha muito e muitas vezes desiste. Eu te incentivo a continuar desenvolvendo seus conhecimentos no R, buscando dominar sua sintaxe e resolver problemas estatísticos. Vou listar aqui alguns sites que acredito que vão lhe acrescentar mais informações ao que você já recebeu aqui. - A página do projeto R que tem muitas informações sobre pacotes, sobre como baixar o programa, apostilas em várias línguas, inclusive português. - Quick-R - um site em inglês que tem muita coisa sobre o R. Site de Ecologia da USP que tem um curso específico de R. Recomendo também o meu curso em video, Estatística com R Fácil, onde explico com detalhes todas essas análises do ebook que não são possíveis com a limitação que a linguagem escrita possui. Indico também o meu site: onde há artigos sobre análises estatísticas e gráficas, onde tiro dúvidas sobre o ambiente, além de dar consultoria para trabalhos acadêmicos com R.

ANÁLISE DE DADOS ESTATÍSTICOS COM O MICROSOFT OFFICE EXCEL 2007

ANÁLISE DE DADOS ESTATÍSTICOS COM O MICROSOFT OFFICE EXCEL 2007 ANÁLISE DE DADOS ESTATÍSTICOS COM O MICROSOFT OFFICE EXCEL 2007 2 Professor Claodomir Antonio Martinazzo Sumário 1 Introdução... 03 2 Instalação da ferramenta Análise de Dados... 04 3 Estatística Descritiva...

Leia mais

DELEGAÇÃO DE TETE CAPACITAÇÃO INTERNA DO CORPO DOCENTE/ FEVEREIRO DE 2015

DELEGAÇÃO DE TETE CAPACITAÇÃO INTERNA DO CORPO DOCENTE/ FEVEREIRO DE 2015 DELEGAÇÃO DE TETE CAPACITAÇÃO INTERNA DO CORPO DOCENTE/ FEVEREIRO DE 2015 TEMA: IBM SPSS Statistics 20 FACILITADORES: dr. Alfeu Dias Martinho dr. Pércio António Chitata dr. Domingos Arcanjo António Nhampinga

Leia mais

APOIO À ATIVIDADE DE ANÁLISE DESCRITIVA DESENVOLVIDA NA OFICINA ESTATÍSTICA PARA TODOS"

APOIO À ATIVIDADE DE ANÁLISE DESCRITIVA DESENVOLVIDA NA OFICINA ESTATÍSTICA PARA TODOS APOIO À ATIVIDADE DE ANÁLISE DESCRITIVA DESENVOLVIDA NA OFICINA ESTATÍSTICA PARA TODOS" ANÁLISE DOS DADOS COLETADOS usando o RCOMMANDER (associado ao R) Lisbeth K. Cordani& Ângela Tavares Paes (2013) A

Leia mais

Linguagem R R-Gui e R-Commander

Linguagem R R-Gui e R-Commander Linguagem R R-Gui e R-Commander 1 INSTALAÇÃO DO PROGRAMA BÁSICO E PACOTES O sistema é formado por um programa básico (R-Gui) e muitos pacotes com procedimentos adicionais. Tudo é gratuito e com código

Leia mais

FSP/USP. HEP5800 Bioestatística_2011 Denise Pimentel Bergamaschi

FSP/USP. HEP5800 Bioestatística_2011 Denise Pimentel Bergamaschi Aula 1 - Excel Assuntos que serão vistos no Excel 1- Cálculo de porcentagem simples e acumulada; construção de tabelas 2- Construção de gráficos 2.1 Diagrama de barras (uma variável) 2.2 Diagrama linear

Leia mais

Linguagem R R-Gui e R-Commander

Linguagem R R-Gui e R-Commander Linguagem R R-Gui e R-Commander 1 INSTALAÇÃO DO PROGRAMA BÁSICO E PACOTES O sistema é formado por um programa básico (R-Gui) e muitos pacotes com procedimentos adicionais. Tudo é gratuito e com código

Leia mais

Manual do Cantor. Alexander Rieder Tradução: Marcus Gama

Manual do Cantor. Alexander Rieder Tradução: Marcus Gama Alexander Rieder Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 Usando o Cantor 6 2.1 Recursos do Cantor..................................... 6 2.2 As infraestruturas do Cantor...............................

Leia mais

2008 mdsaraiv@umich.edu. Mini-manual do SAS

2008 mdsaraiv@umich.edu. Mini-manual do SAS Mini-manual do SAS Este mini-manual do SAS tem a finalidade de apenas ensinar alguns comandos de estatísticas comuns e dar possibilidade de se iniciar a manusear dados. Abrindo o SAS A inteface do SAS

Leia mais

A Estação da Evolução

A Estação da Evolução Microsoft Excel 2010, o que é isto? Micorsoft Excel é um programa do tipo planilha eletrônica. As planilhas eletrônicas são utilizadas pelas empresas pra a construção e controle onde a função principal

Leia mais

Utilização de Software Livre no Controle Estatístico de Processo

Utilização de Software Livre no Controle Estatístico de Processo Utilização de Software Livre no Controle Estatístico de Processo Wagner André dos Santos Conceição (UEM) wasconceicao@bol.com.br Paulo Roberto Paraíso (UEM) paulo@deq.uem.br Mônica Ronobo Coutinho (UNICENTRO)

Leia mais

R é confiável para estatística computacional?

R é confiável para estatística computacional? R é confiável para estatística computacional? Marcelo G. Almiron DCC UFMG Eliana S. Almeida CPMAT & LCCV IC UFAL Alejandro C. Frery CPMAT & LCCV IC UFAL Antonio C. Medeiros LCCV UFAL Resumo Este trabalho

Leia mais

Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 Informática I. Aula Excel

Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 Informática I. Aula Excel Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 Informática I Aula Excel O que é o Excel? O Excel é um aplicativo Windows - uma planilha eletrônica - que

Leia mais

Estatística Usando EXCEL

Estatística Usando EXCEL Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Estatística Estatística Usando EXCEL Distribuição de alunos segundo idade e sexo > =23 60% 40% 21 ---23 67% 33% 19 ---21

Leia mais

ANÁLISE DE DADOS EXPERIMENTAIS USANDO SOFTWARE LIVRE

ANÁLISE DE DADOS EXPERIMENTAIS USANDO SOFTWARE LIVRE ANÁLISE DE DADOS EXPERIMENTAIS USANDO SOFTWARE LIVRE Lorena Alves 1, Rodrigo Cardoso de Carvalho 2, Sueli Martins de Freitas Alves 3 1 Bolsista PBIC/UEG, graduanda do Curso de Engenharia Agrícola, Unidade

Leia mais

Microsoft Excel 2010

Microsoft Excel 2010 Microsoft Excel 2010 Feito por Gustavo Stor com base na apostila desenvolvida por Marcos Paulo Furlan para o capacitação promovido pelo PET. 1 2 O Excel é uma das melhores planilhas existentes no mercado.

Leia mais

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis O objetivo deste texto é apresentar os principais procedimentos

Leia mais

Probabilidade e Estatística I Antonio Roque Aula 8. Introdução ao Excel

Probabilidade e Estatística I Antonio Roque Aula 8. Introdução ao Excel Introdução ao Excel Esta introdução visa apresentar apenas os elementos básicos do Microsoft Excel para que você possa refazer os exemplos dados em aula e fazer os projetos computacionais solicitados ao

Leia mais

Software R - introdução

Software R - introdução Software R - introdução Monitoria de Econometria Avançada Paloma Vaissman Uribe Como instalar o software R O R é um software livre para análise estatística que está disponível para as plataformas UNIX,

Leia mais

Basicão de Estatística no EXCEL

Basicão de Estatística no EXCEL Basicão de Estatística no EXCEL Bertolo, Luiz A. Agosto 2008 2 I. Introdução II. Ferramentas III. Planilha de dados 3.1 Introdução 3.2 Formatação de células 3.3 Inserir ou excluir linhas e colunas 3.4

Leia mais

Programa de Edição de Textos- Profª Érica Barcelos CAPÍTULO 2

Programa de Edição de Textos- Profª Érica Barcelos CAPÍTULO 2 Programa de Edição de Textos- Profª Érica Barcelos CAPÍTULO 2 2. MANIPULAÇÃO DE DOCUMENTOS Os processadores de textos possibilitam a criação e a manipulação de diversos modelos de documentos. Com eles

Leia mais

RESUMO DA AULA PRÁTICA DE EXCEL

RESUMO DA AULA PRÁTICA DE EXCEL PARA CONSTRUIR TABELAS: RESUMO DA AULA PRÁTICA DE EXCEL Vai em ; Em seguida irá abrir a janela: Na parte Selecione os dados ou somente a variável que deseja analisar, por exemplo: Em seguida marque a opção

Leia mais

Estatística Básica. Introdução à Análise Exploratória de Dados. Renato Dourado Maia. Instituto de Ciências Agrárias

Estatística Básica. Introdução à Análise Exploratória de Dados. Renato Dourado Maia. Instituto de Ciências Agrárias Estatística Básica Introdução à Análise Exploratória de Dados Renato Dourado Maia Instituto de Ciências Agrárias Universidade Federal de Minas Gerais Ferramentas Computacionais Foi comentado, no início

Leia mais

5910179 Biofísica I Turma de Biologia FFCLRP USP Prof. Antônio C. Roque Segunda lista de exercícios

5910179 Biofísica I Turma de Biologia FFCLRP USP Prof. Antônio C. Roque Segunda lista de exercícios Lista sobre funções no Excel A ideia desta lista surgiu em sala de aula, para ajudar os alunos a conhecer de modo prático as principais funções matemáticas que aparecem em biologia. Inicialmente, para

Leia mais

Noções de Informática

Noções de Informática Noções de Informática 2º Caderno Conteúdo Microsoft Excel 2010 - estrutura básica das planilhas; manipulação de células, linhas e colunas; elaboração de tabelas e gráficos; inserção de objetos; campos

Leia mais

Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação. versão 2.0. experts em Gestão de Conteúdo

Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação. versão 2.0. experts em Gestão de Conteúdo Extensão ez Open Document Format (ezodf) Documentação versão 2.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2 1.1 Público alvo... 3 1.2 Convenções... 3 1.3 Mais recursos... 3 1.4 Entrando em contato com a ez... 4 1.5

Leia mais

Oficina de Software Livre.

Oficina de Software Livre. Professor: Igor Patrick Silva Contato: (38)88037610 E-Mail: igorsilva88037610@hotmail.com 1 Índice CAP. 1 O computador e seus componentes 2 CAP. 2 O que é software livre e o que é software proprietário

Leia mais

Lista de Funções do R

Lista de Funções do R Lista de Funções do R Esta é apenas e tão somente uma lista das funções utilizadas nesse curso introdutório. Glossário Antes da lista de funções per se, faz-se necessário apresentar o glossário dos termos

Leia mais

Apostilas OBJETIVA - Técnico Judiciário Área Administrativa TRE Tribunal Regional Eleitoral Estado do Maranhão - Concurso Público 2015.

Apostilas OBJETIVA - Técnico Judiciário Área Administrativa TRE Tribunal Regional Eleitoral Estado do Maranhão - Concurso Público 2015. 2º Caderno Índice Planilha eletrônica MS- Excel + exercícios... 02 Computação na Nuvem (cloud computing)... 102 Conceitos de Internet e Intranet + exercícios... 105 Internet Explorer, Firefox e Google

Leia mais

Desvendando a Estatística com o R Commander

Desvendando a Estatística com o R Commander UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná Desvendando a Estatística com o R Commander Prof. MSc. Jonas Joacir Radtke Sumário 1 Introdução p. 3 1.1 Instalação do R Commander..........................

Leia mais

APLICAÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS UTILIZANDO O SISVAR

APLICAÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS UTILIZANDO O SISVAR APLICAÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS UTILIZANDO O SISVAR Nádia Giaretta Biase 1 Universidade Federal de Uberlândia nadia@pontal.ufu.br Jéssica Paula Silva Costa 2 Universidade Federal de Uberlândia jessicapaula@mat.pontal.ufu.br

Leia mais

Neste capítulo veremos como se trabalha com fórmulas e funções que são as ferramentas que mais nos ajudam nos cálculos repetitivos.

Neste capítulo veremos como se trabalha com fórmulas e funções que são as ferramentas que mais nos ajudam nos cálculos repetitivos. Fórmulas e Funções Neste capítulo veremos como se trabalha com fórmulas e funções que são as ferramentas que mais nos ajudam nos cálculos repetitivos. Operadores matemáticos O Excel usa algumas convenções

Leia mais

Análise de Variância com dois ou mais factores - planeamento factorial

Análise de Variância com dois ou mais factores - planeamento factorial Análise de Variância com dois ou mais factores - planeamento factorial Em muitas experiências interessa estudar o efeito de mais do que um factor sobre uma variável de interesse. Quando uma experiência

Leia mais

Histórico. Software estatístico utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores, estudantes.

Histórico. Software estatístico utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores, estudantes. MINITAB 14 Histórico Software estatístico utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores, estudantes. Possui ferramentas para diversos tipos de análise

Leia mais

UFPR/PROGEPE MICROSOFT EXCEL 2007

UFPR/PROGEPE MICROSOFT EXCEL 2007 Curitiba, 2012 UFPR/PROGEPE MICROSOFT EXCEL 2007 Instrutora: Andrea Roseli Moreira Cruz Jankoski 1. Conceito O Excel for Windows é uma planilha eletrônica capaz de armazenar dados, executar cálculos, gerar

Leia mais

EXCEL 2003. Excel 2003 SUMÁRIO

EXCEL 2003. Excel 2003 SUMÁRIO EXCEL 2003 SUMÁRIO INICIANDO O EXCEL... 2 CONHECENDO AS BARRAS DO EXCEL... 4 OS COMPONETES DO EXCEL 2003... 7 ENTENDENDO FUNÇÕES... 8 BOLETIM ESCOLAR... 16 QUADRO DE RENDIMENTO DO ALUNO... 17 CHAMADA ESCOLAR...

Leia mais

ESTATÍSTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO USANDO O SOFTWARE R

ESTATÍSTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO USANDO O SOFTWARE R REVISTA DE CIÊNCIAS GERENCIAIS ESTATÍSTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO USANDO O SOFTWARE R Augusto Sousa da Silva Filho Universidade Anhanguera Uniderp - Centro de Educação a Distância Alessandra Caetano

Leia mais

Material desenvolvido por Melissa Lima da Fonseca. melissa.mlf@gmail.com.br - (031) 9401-4041. www.melissalima.com.br Página 1

Material desenvolvido por Melissa Lima da Fonseca. melissa.mlf@gmail.com.br - (031) 9401-4041. www.melissalima.com.br Página 1 EXCEL BÁSICO Material desenvolvido por Melissa Lima da Fonseca melissa.mlf@gmail.com.br - (031) 9401-4041 www.melissalima.com.br Página 1 Índice Introdução ao Excel... 3 Conceitos Básicos do Excel... 6

Leia mais

Ajustando a largura das colunas no Calc

Ajustando a largura das colunas no Calc 1 de 7 02-08-2012 10:22 Dicas Abaixo, uma relação de dicas para o BrOffice.org. Ajustando a largura das colunas no Calc Autor: Luiz Armando Mendes de Figueiredo Dê um duplo clique na linha que separa as

Leia mais

Prof. Dr. Iron Macêdo Dantas

Prof. Dr. Iron Macêdo Dantas Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado da Educação e da Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE UERN MESTRADO EM CIÊNCIAS NATURAIS Prof. Dr. Iron Macêdo Dantas

Leia mais

Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04

Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04 Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04 Olá Aluno Os objetivos específicos desta lição são: - reconhecer o Ubuntu como mais uma alternativa de sistema operacional; - conhecer os elementos da área

Leia mais

UFERSA Universidade Federal Rural do Semi-Árido. R Project R Project Criando e manipulando objetos.

UFERSA Universidade Federal Rural do Semi-Árido. R Project R Project Criando e manipulando objetos. UFERSA Universidade Federal Rural do Semi-Árido R Project R Project Criando e manipulando objetos. Conteúdo 1 2 3 Iniciando o R Manipulando Objetos Objetos especiais Introdução O R é uma importante ferramenta

Leia mais

IMES Catanduva. Probabilidades e Estatística. no Excel. Matemática. Bertolo, L.A.

IMES Catanduva. Probabilidades e Estatística. no Excel. Matemática. Bertolo, L.A. IMES Catanduva Probabilidades e Estatística Estatística no Excel Matemática Bertolo, L.A. Aplicada Versão BETA Maio 2010 Bertolo Estatística Aplicada no Excel Capítulo 3 Dados Bivariados São pares de valores

Leia mais

COMENTÁRIO AFRM/RS 2012 ESTATÍSTICA Prof. Sérgio Altenfelder

COMENTÁRIO AFRM/RS 2012 ESTATÍSTICA Prof. Sérgio Altenfelder Comentário Geral: Prova muito difícil, muito fora dos padrões das provas do TCE administração e Economia, praticamente só caiu teoria. Existem três questões (4, 45 e 47) que devem ser anuladas, por tratarem

Leia mais

4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA

4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA 4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA Vinicius A. de Souza va.vinicius@gmail.com São José dos Campos, 2011. 1 Sumário Tópicos em Microsoft Excel 2007 Introdução à criação de macros...3 Gravação

Leia mais

Estatística Descritiva com o uso do software R: Pacote Rcmdr

Estatística Descritiva com o uso do software R: Pacote Rcmdr Robson dos Santos Ferreira Universidade Bandeirante de São Paulo Brasil robson1santos@yahoo.com.br Verônica Yumi Kataoka Universidade Bandeirante de São Paulo Brasil veronicayumi@terra.com.br Vanderlei

Leia mais

SisDEA Home Windows Versão 1

SisDEA Home Windows Versão 1 ROTEIRO PARA CRIAÇÃO E ANÁLISE MODELO REGRESSÃO 1. COMO CRIAR UM MODELO NO SISDEA Ao iniciar o SisDEA Home, será apresentada a tela inicial de Bem Vindo ao SisDEA Windows. Selecione a opção Criar Novo

Leia mais

Licenciamento de Uso

Licenciamento de Uso Licenciamento de Uso Este documento é propriedade intelectual 2002 do Centro de Computação da Unicamp e distribuído sob os seguintes termos: 1. As apostilas publicadas pelo Centro de Computação da Unicamp

Leia mais

SPSS Statistical Package for the Social Sciences Composto por dois ambientes:

SPSS Statistical Package for the Social Sciences Composto por dois ambientes: Introdução ao SPSS Essa serie de aulas sobre SPSS foi projetada para introduzir usuários iniciantes ao ambiente de trabalho do SPSS 15, e também para reavivar a memória de usuários intermediários e avançados

Leia mais

Métodos Estatísticos sticos Aplicados à Engenharia de Software Experimental

Métodos Estatísticos sticos Aplicados à Engenharia de Software Experimental A Utilização de Métodos M Estatísticos sticos no Planejamento e Análise de Estudos Experimentais em Engenharia de Software Marco Antônio P. Araújo CES/JF e Faculdade Metodista Granbery maraujo@acessa.com

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES Caros concurseiros, Como havia prometido, seguem comentários sobre a prova de estatística do ICMS RS. Em cada questão vou fazer breves comentários, bem como indicar eventual possibilidade de recurso. Não

Leia mais

AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão

AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão 1 AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão Ernesto F. L. Amaral 23, 28 e 30 de setembro de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de

Leia mais

Solução de gerenciamento de sistemas Dell KACE K1000 Versão 5.5. Guia de gerenciamento de ativos. Julho de 2013

Solução de gerenciamento de sistemas Dell KACE K1000 Versão 5.5. Guia de gerenciamento de ativos. Julho de 2013 Solução de gerenciamento de sistemas Dell KACE K1000 Versão 5.5 Guia de gerenciamento de ativos Julho de 2013 2004-2013 Dell, Inc. Todos os direitos reservados. Qualquer forma de reprodução deste material

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 INICIANDO O EXCEL Para abrir o programa Excel,

Leia mais

Aplicações Computacionais em Exploração e Análise de Dados: Visualização Descritiva

Aplicações Computacionais em Exploração e Análise de Dados: Visualização Descritiva Aplicações Computacionais em Exploração e Análise de Dados: Visualização Descritiva Leandro Vitral Andraos (Bolsista IC, Departamento de Estatística, UFJF) Marcel de Toledo Vieira (Professor, Departamento

Leia mais

USO DO SOFTWARE LIVRE APLICADO À ENGENHARIA QUÍMICA

USO DO SOFTWARE LIVRE APLICADO À ENGENHARIA QUÍMICA USO DO SOFTWARE LIVRE APLICADO À ENGENHARIA QUÍMICA Ana Paula Salum Duarte, Manolo Horta Barbosa Orellana, Renato Prates de Oliveira Campos Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Minas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS GRADUAÇÃO EM ESTATÍSTICA BÁRBARA BORGES SILVA PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES E A ESTATÍSTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS GRADUAÇÃO EM ESTATÍSTICA BÁRBARA BORGES SILVA PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES E A ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS GRADUAÇÃO EM ESTATÍSTICA BÁRBARA BORGES SILVA PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES E A ESTATÍSTICA BELO HORIZONTE 2012 BÁRBARA BORGES SILVA Programação de Computadores e a Estatística

Leia mais

Análise de Variância simples (One way ANOVA)

Análise de Variância simples (One way ANOVA) Análise de Variância simples (One way ANOVA) Análise de experiências com vários grupos de observações classificados através de um só factor (por exemplo grupos de indivíduos sujeitos a diferentes tratamentos

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice Índice Apresentação...2 Barra de Título...2 Barra de Menus...2 Barra de Ferramentas Padrão...2 Barra de Ferramentas de Formatação...3 Barra de Fórmulas e Caixa de Nomes...3 Criando um atalho de teclado

Leia mais

O programa TAB para Windows TabWin - foi desenvolvido com a finalidade de permitir a realização de tabulações rápidas de sistemas de informações.

O programa TAB para Windows TabWin - foi desenvolvido com a finalidade de permitir a realização de tabulações rápidas de sistemas de informações. AJUDA TABWin 1 INDICE 1. Introdução... 3 2. Instalação e Execução... 3 3. Descrição do programa... 3 3.1. Visão geral... 3 4. Mapas... 20 5. Efetuar operações com os dados da tabela... 22 6. Análises Estatísticas...

Leia mais

Introdução à Estatística Inferencial Luiz Pasquali

Introdução à Estatística Inferencial Luiz Pasquali Capítulo 4 Introdução à Estatística Inferencial Luiz Pasquali Os temas deste capítulo são: Teste Estatístico Hipótese estatística Pressuposições no teste de hipótese Regras de decisão Erros tipo I e tipo

Leia mais

Introdução ao Scilab

Introdução ao Scilab Programação de Computadores 1 Capítulo 1 Introdução ao Scilab José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2014.2 1/35 1 MATLAB e Scilab 2 O ambiente Scilab 2/35

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DESTINATÁRIOS

ORGANIZAÇÃO DESTINATÁRIOS APRESENTAÇÃO os módulos de análise de dados em IBM SPSS Statistics, organizados pelo Centro de Investigação em Ciências Sociais da Universidade do Minho (CICS), pretendem contribuir para a difusão da utilização

Leia mais

Aula 02 Software e Operações Básicas. Prof. Bruno Gomes bruno.gomes@ifrn.edu.br http://www.profbrunogomes.com.br/

Aula 02 Software e Operações Básicas. Prof. Bruno Gomes bruno.gomes@ifrn.edu.br http://www.profbrunogomes.com.br/ Aula 02 Software e Operações Básicas Prof. Bruno Gomes bruno.gomes@ifrn.edu.br http://www.profbrunogomes.com.br/ Revisando Como um computador funciona: Entrada (Dados) Processamento (Análise dos Dados)

Leia mais

Lógica de Programação

Lógica de Programação Lógica de Programação Unidade 4 Ambiente de desenvolvimento Java QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática SUMÁRIO A LINGUAGEM JAVA... 3 JVM, JRE, JDK... 3 BYTECODE... 3 PREPARANDO O AMBIENTE

Leia mais

Apostila para o minicurso. Estatística Básica. Usando o

Apostila para o minicurso. Estatística Básica. Usando o Apostila para o minicurso Estatística Básica Usando o Professor José Cardoso Neto Departamento de Estatística ICE/UFAM 1. Sumário 1. Conceitos fundamentais 1.1. A estatística e sua importância 1.2. População

Leia mais

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia EXERCÍCIOS PARA O CURSO DE ESTATÍSTICA

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia EXERCÍCIOS PARA O CURSO DE ESTATÍSTICA Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia EXERCÍCIOS PARA O CURSO DE ESTATÍSTICA WILLIAM E. MAGNUSSON bill@inpa.gov.br CÓDIGOS DO R: Victor Lemes Landeiro -- vllandeiro@gmail.com Última modificação em:

Leia mais

1 MICROSOFT EXCEL. www.brunoguilhen.com.br 1

1 MICROSOFT EXCEL. www.brunoguilhen.com.br 1 INTRODUÇÃO 1 MICROSOFT EXCEL Uma planilha eletrônica é um software que permite a manipulação de cálculos financeiros e matemáticos, incluindo a criação de gráficos gerenciais. Dentre os softwares de planilhas

Leia mais

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa Manual do Usuário Sistema Financeiro e Caixa - Lançamento de receitas, despesas, gastos, depósitos. - Contas a pagar e receber. - Emissão de cheque e Autorização de pagamentos/recibos. - Controla um ou

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1 EXCEL 2007 O Excel 2007 faz parte do pacote de produtividade Microsoft Office System de 2007, que sucede ao Office 2003. Relativamente à versão anterior (Excel 2003), o novo programa introduz inúmeras

Leia mais

PRONATEC IFPA. Cursos Mulheres Mil: Operador de Computador. Disciplina: Informática Avançada Parte III. Professore: Adil Daou

PRONATEC IFPA. Cursos Mulheres Mil: Operador de Computador. Disciplina: Informática Avançada Parte III. Professore: Adil Daou PRONATEC IFPA Cursos Mulheres Mil: Operador de Computador Disciplina: Informática Avançada Parte III Professore: Adil Daou Belém 2014 01 Algumas outras funções Vamos inicialmente montar a seguinte planilha

Leia mais

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Neste capítulo nós iremos examinar as características da interface do gerenciador de arquivos Konqueror. Através dele realizaremos as principais operações com arquivos

Leia mais

Tratamento de Dados Utilizando o SciDAVis Tutorial Parte 1 Como construir um gráfico e fazer um ajuste linear

Tratamento de Dados Utilizando o SciDAVis Tutorial Parte 1 Como construir um gráfico e fazer um ajuste linear LABORATÓRIO DE FÍSICA EXPERIMENTAL 1 DEPARTAMENTO DE FÍSICA - DAFIS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ - UTFPR Tratamento de Dados Utilizando o SciDAVis Tutorial Parte 1 Como construir um gráfico

Leia mais

Procedimentos de Análise Exploratória de Dados utilizando o Br.Office Calc Professor Marcelo Menezes Reis

Procedimentos de Análise Exploratória de Dados utilizando o Br.Office Calc Professor Marcelo Menezes Reis Procedimentos de Análise Exploratória de Dados utilizando o Br.Office Calc Professor Marcelo Menezes Reis Análise Exploratória de Dados utilizando o Calc ÍNDICE ANALÍTICO 1) Procedimentos para variáveis

Leia mais

Trabalhando com banco de dados

Trabalhando com banco de dados Avançado Trabalhando com Aprenda a manipular dados no Excel com a ajuda de outros aplicativos da suíte Office Armazenar e organizar informações são tarefas executadas diariamente por todos nós. Desde o

Leia mais

Guia do professor. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância.

Guia do professor. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. números e funções Guia do professor Objetivos da unidade 1. Analisar representação gráfica de dados estatísticos; 2. Familiarizar o aluno com gráfico de Box Plot e análise estatística bivariada; 3. Utilizar

Leia mais

Tutorial: Instalando Linux Educacional em uma maquina virtual

Tutorial: Instalando Linux Educacional em uma maquina virtual Maria Augusta Sakis Tutorial: Instalando Linux Educacional em uma Máquina Virtual Máquinas virtuais são muito úteis no dia-a-dia, permitindo ao usuário rodar outros sistemas operacionais dentro de uma

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 4

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 4 Mic crosoft Excel 201 0 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 4 Interface... 4 Guias de Planilha... 5 Movimentação na planilha... 6 Entrada de textos e números... 7 Congelando painéis... 8 Comentários nas Células...

Leia mais

1. INTRODUÇÃO AO EVIEWS. 1.1. Construção da Base de Dados

1. INTRODUÇÃO AO EVIEWS. 1.1. Construção da Base de Dados Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Ciências Econômicas Curso de Doutorado em Economia (Estágio Docência) Disciplina: Econometria Aplicada Professor: Sabino Porto Junior Estagiário:

Leia mais

Estatística Aplicada. Gestão de TI. Evanivaldo Castro Silva Júnior

Estatística Aplicada. Gestão de TI. Evanivaldo Castro Silva Júnior Gestão de TI Evanivaldo Castro Silva Júnior Porque estudar Estatística em um curso de Gestão de TI? TI trabalha com dados Geralmente grandes bases de dados Com grande variabilidade Difícil manipulação,

Leia mais

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Apresentação da ferramenta Professor: Danilo Giacobo Página pessoal: www.danilogiacobo.eti.br E-mail: danilogiacobo@gmail.com 1 Introdução Visual

Leia mais

TUTORIAL PARA PREPARAÇÃO E IMPORTAÇÃO DE DADOS PARA. Os dados de suas coletas devem ser organizados em uma planilha eletrônica, de modo

TUTORIAL PARA PREPARAÇÃO E IMPORTAÇÃO DE DADOS PARA. Os dados de suas coletas devem ser organizados em uma planilha eletrônica, de modo TUTORIAL PARA PREPARAÇÃO E IMPORTAÇÃO DE DADOS PARA ESTIMATIVAS DE RIQUEZA DE ESPÉCIES Softwares utilizados: Excel, EstimateS e Statistica. Preparação dos dados Os dados de suas coletas devem ser organizados

Leia mais

AULA DEMONSTRATIVA. Concurso: INSS Cargo: Técnico do Seguro Social Matéria: Informática Professor: Katia Quadros

AULA DEMONSTRATIVA. Concurso: INSS Cargo: Técnico do Seguro Social Matéria: Informática Professor: Katia Quadros AULA DEMONSTRATIVA 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PRINCIPAIS FUNÇÕES DO MICROSOFT EXCEL... 4 3. QUESTÕES COM COMENTÁRIOS... 16 4. QUESTÕES SEM COMENTÁRIOS... 22 Concurso: INSS Cargo: Técnico do Seguro Social

Leia mais

Microsoft Excel 2000. Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br. http://www.pcs.usp.br/~alan

Microsoft Excel 2000. Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br. http://www.pcs.usp.br/~alan Microsoft Excel 2000 Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br http://www.pcs.usp.br/~alan Microsoft Índice 1.0 Microsoft Excel 2000 3 1.1 Acessando o Excel 3 1.2 Como sair do Excel 3 1.3 Elementos da

Leia mais

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com.

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com. Sumário Principais Características...5 Configuração necessária para instalação...6 Conteúdo do CD de Instalação...7 Instruções para Instalação...8 Solicitação da Chave de Acesso...22 Funcionamento em Rede...26

Leia mais

Fórmulas e Funções - Parte I

Fórmulas e Funções - Parte I Atividade 6 Fórmulas e Funções - Parte I Referências relativas e absolutas Muito comum é a necessidade de depois de criado uma fórmula é copiá-la para outras células ao invés de fazer tudo novamente, muitas

Leia mais

Aula: BrOffice Impress primeira parte

Aula: BrOffice Impress primeira parte Aula: BrOffice Impress primeira parte Objetivos Conhecer as características de um software de apresentação; Saber criar uma apresentação rápida com os recursos de imagem e texto; Saber salvar a apresentação;

Leia mais

ESTUDANDO ESTATÍSTICA DESCRITIVA COM AUXÍLIO DO SOFTWARE CALC

ESTUDANDO ESTATÍSTICA DESCRITIVA COM AUXÍLIO DO SOFTWARE CALC DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO/GERÊNCIA DE PESQUISA PROJETO: TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA ESTUDANDO ESTATÍSTICA DESCRITIVA COM AUXÍLIO

Leia mais

AULA: BrOffice Impress terceira parte. Ao final dessa aula, você deverá ser capaz de:

AULA: BrOffice Impress terceira parte. Ao final dessa aula, você deverá ser capaz de: AULA: BrOffice Impress terceira parte Objetivo Ao final dessa aula, você deverá ser capaz de: Conhecer a integração dos softwares do BrOffice; Aprender a trabalhar no slide mestre; Utilizar interação entre

Leia mais

M AN U AL D O USUÁRIO

M AN U AL D O USUÁRIO M AN U AL D O USUÁRIO 2 Versão 1.4.X Revisado em Março/2012 3 SUMÁRIO CONTEÚDO PÁGINA INTRODUÇÃO 04 CAPÍTULO 1 1 APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA 06 1.1 Instalação 06 1.2 Atualização Automática 08 CAPÍTULO 2 2

Leia mais

Microsoft Office Excel

Microsoft Office Excel 1 Microsoft Office Excel Introdução ao Excel Um dos programas mais úteis em um escritório é, sem dúvida, o Microsoft Excel. Ele é uma planilha eletrônica que permite tabelar dados, organizar formulários,

Leia mais

Apostilas OBJETIVA Escrevente Técnico Judiciário TJ Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - Concurso Público 2015. Índice

Apostilas OBJETIVA Escrevente Técnico Judiciário TJ Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - Concurso Público 2015. Índice Índice Caderno 2 PG. MS-Excel 2010: estrutura básica das planilhas, conceitos de células, linhas, colunas, pastas e gráficos, elaboração de tabelas e gráficos, uso de fórmulas, funções e macros, impressão,

Leia mais

4 Análise de Dados. 4.1 Perfil dos Respondentes

4 Análise de Dados. 4.1 Perfil dos Respondentes 4 Análise de Dados 4.1 Perfil dos Respondentes A taxa de resposta foi de aproximadamente 8% de respostas na amostra de clientes que compram fora da loja (telefone e/ou Internet) e 3% na amostra de clientes

Leia mais

Análise Exploratória de Dados

Análise Exploratória de Dados Análise Exploratória de Dados Profª Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva email: alcione.miranda@gmail.com Introdução O primeiro passo

Leia mais

TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO/ANÁLISE DE DADOS AULA 09. Universidade Federal Fluminense

TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO/ANÁLISE DE DADOS AULA 09. Universidade Federal Fluminense CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE MATEMÁTICA INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA 7 DE OUTUBRO DE 2014 TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO/ANÁLISE DE DADOS AULA 09 Humberto José Bortolossi http://www.professores.uff.br/hjbortol/

Leia mais

Exercício de Estatística

Exercício de Estatística Exercício de Estatística 1 Construa a tabela abaixo 2 Inserir a fórmula em E2 3 Clicar em E2 e arrastar com a alça de preenchimento (+) até E5 4 Inserir em B6 a função auto-soma 5- Repetir a função auto-soma

Leia mais

Análise de Redes Sociais

Análise de Redes Sociais Análise de Redes Sociais É uma área científica centrada no estudo das relações, muitas vezes definidas como redes sociais. Em sua forma básica, uma rede social é uma rede onde as ligações entre organizações

Leia mais

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Criação de Formulários no Google Drive Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Criação de Formulários no Google Drive Introdução...

Leia mais