V e t e r i n a r i a n D o c s Fisiologia. -Reabsorção (recuperação de substâncias filtradas)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "V e t e r i n a r i a n D o c s www.veterinariandocs.com.br. Fisiologia. -Reabsorção (recuperação de substâncias filtradas)"

Transcrição

1 V e t e r i n a r i a n D o c s Fisiologia Fisiologia do Sistema Renal Introdução -Manutenção da homeostase corporal -Filtração do sangue (excreção) -Reabsorção (recuperação de substâncias filtradas) -Manutenção do equilíbrio hidro-eletrolítico *recebe cerca de 25% do débito cardíaco Funções Renais -Regulação dos fluídos corporais (volume e composição do fluído extracelular alteração da excreção urinária) -Função endócrina (Eritropoetina produzida no rim e estimula a medula óssea para produzir eritrócitos) e (Renina - é uma enzima que regula a entrada e saída de sangue no glomérulo com aumento ou diminuição da pressão arterial. Na entrada do glomérulo há um conjunto de células denominado Mácula Densa, as quais são sensíveis ao cloro; quando há excesso de água no sangue a mácula densa percebe o aumento do nível de cloro e estimula as células justaglomerulares a liberar Renina, a qual fará vasoconstrição, aumentando assim a pressão arterial e aumentando a filtração dentro do glomérulo, para eliminar esse excesso de água do sangue) *A falta de eritropoetina causa a anemia não-regenerativa -Excreção de compostos residuais (creatina, ácido úrico, uréia, compostos conjugados) 1

2 Estrutura Renal Córtex Renal: glomérulos, túbulos contorcidos proximais e distais, inicio da porção descendente da alça de Henle e final da porção ascendente da alça de Henle. Os néfrons intercalam os sistemas de ductos coletores, que atravessa o rim e desembocam na pelve renal. Medular Renal: porções descendente e ascendentes das Alças de Henle e ductos coletores. -Néfron: unidade funcional do rim. É composto pelos glomérulos, onde os sangue é filtrado, e por seus segmentos renais associados, de onde as substâncias filtradas são absorvidas e para onde os componentes plasmáticos são excretados, o fluido tubular. -Número varia entre as espécies -Bovinos: de nefros/rim -Suínos: de néfrons/rim -Caninos: néfrons/rim -Felinos: néfrons/rim -Tipos de Néfrons: 1- Néfrons Superficiais: glomérulos localizados na porção mais externa do córtex. Alças de Henle curtas (penetram por curta distância na medular). 2-Néfrons Justamedulares: glomérulos localizados mais profundos no córtex renal (nas proximidades da medula). Alças de Henle longas (mergulham profundamente na medula, às vezes alcançando as papilas renais). *A porcentagem de néfrons que possui alças de Henle (néfrons justamedulares) varia entre as espécies, desde 3% nos suínos até 100% nos felinos. *Quanto mais profunda a alça de Henle, maior a função. Túbulo Proximal Espaço de Bowman Cápsula de Bowman Arteríola Eferente Arteríola Aferente 2

3 -Componentes: 1- Cápsula de Bowman: é a extremidade cega e dilatada do néfron. Envolve o tufo glomerular (rede de capilares) revestida de uma única camada de epitélio. *Espaço de Bowman: é o espaço entre a cápsula e a rede capilar. Local de coleta do filtrado glomerular, que é canalizado para o túbulo proximal. 2-Túbulos Renais: onde ocorre a secreção e reabsorção de água e soluto ao longo do seu trajeto em direção à pelve renal (líquido convertido em urina). -Túbulo Contorcido Proximal (TCP) -Alça de Henle -Túbulo Contorcido Distal (TCD) -Ductos Coletores. Barreira de Filtração e Permosseletividade -É responsável pelas diferenças na taxa de filtração dos componentes séricos do sangue. Normalmente todos os componentes celulares e proteínas plasmáticas do tamanho das moléculas de albumina ou maiores são retidas na corrente sanguínea, enquanto a água e os solutos são espontaneamente filtrados. As substâncias com raio molecular maior ou igual a 4nm não são filtradas, enquanto as moléculas de raio menor ou igual a 2nm são filtradas sem restrições. -A forma catiônica (+) de diversas substâncias é filtrada com maior facilidade do que as forma aniônica (-). Estas diferenças são causadas por uma barreira seletiva á cargas na parede dos capilares glomerulares, criada por resíduos de glicoproteínas carregadas negativamente. Aparelho Justaglomerular -Mácula Densa: Um segmento do túbulo contorcido distal torna-se muito próximo a um segmento de uma ou ambas as arteríolas (aferente e/ou eferente) do corpúsculo renal (corpúsculo de Malpighi). Nesta região a parede do túbulo, que normalmente é constituída por um epitélio cubóide, se torna cilíndrico, com células estreitas, formando uma linha de núcleos justapostos. -Células Justaglomerulares: As arteríolas do corpúsculo renal apresentam uma modificação de sua camada média, apresentando células epitelióides em vez de células musculares lisas. Essas células, denominadas células justaglomerulares, produzem prórenina e a renina e são sensível à diminuição da concentração de NaCl, sendo isso um estímulo para sua liberação. A renina transforma o angiotensinogênio do fígado em angiotensina I, que é transformada em angiotensina II pela Enzima Conversora de Angiotensina. 3

4 -Células Mesangiais: localizadas na parede da arteríola aferente e produzem renina. Suprimento Sanguíneo do Néfron -É fornecido pelos ramos das artérias interlobulares. A arteríola aferente conduz o sangue para o glomérulo, e a arteríola eferente conduz o sangue para fora dele. O sangue deixado pelas arteríolas eferente é redistribuído para dentro de outro leito capilar conhecido como capilares peritubulares, os quais perfundem os túbulos renais. Os vasos retos (vasa recta) são ramos capilares dentro da medula a partir dos capilares peritubulares e estão associados com néfrons de alça longa. Após a perfusão dos rins, o sangue é levado de volta para a veia cava caudal pelas veias renais. Formação da Urina -Néfron: -Glomérulo: filtração do sangue (solutos, água, uréia e cretinina passam) aa) -TCP: maior reabsorção de água e solutos (Na, K, Cl, HCO 3, glicose e -Alça de Henle: manutenção da hipertonicidade medular por troca contracorrente, reabsorção e diluição -TCD: reabsorção (Na, Cl e cátions bivalentes Ca, Mg) e diluição -Ductos Coletores: controle final da excreção (eletrólitos, água, ácidobase) -3 processos envolvendo os néfrons e seu suprimento sanguíneo na formação de urina são: 1- Filtração Glomerular: a formação de urina inicia-se quando um ultrafiltrado plasmático passa pelo endotélio da cápsula de Bowman para dentro da do espaço de Bowman. A energia para esse processo é fornecida pela pressão hidrostática e sofre oposição da pressão osmótica coloidal das proteínas plasmáticas. O ultrafiltrado é semelhante ao plasma e ao fluído intersticial. *Capilares Glomerulares -Endotélio capilar: camada simples de células (existem poros para passagem de água e solutos) -Membrana basal: acelular (constituída de glicoproteínas, colágenos, proteoglicanos e outros) -Lâmina rara externa: rede frouxa -Lâmina densa: onde ocorre a passagem de elétrons 4

5 -Lâmina rara interna: rede frouxa 2-Reabsorção Tubular 3- Secreção Tubular -Epitélio Visceral: constituído por podócitos, as quais são células aglomeradas que contém extensões longas (pedicelos). Fatores que Influenciam a Filtração -Diâmetro das arteríolas (dilatação e constrição hipotensão e hipertensão) -Tipo de carga, elementos positivos (+) são prontamente filtrados. -Variação do ph. -Tamanho das moléculas (4mn não passam) -Forma da molécula (moléculas mais deformáveis, passam mais facilmente) -Taxa de Filtração Glomerular: (ml/kg de PV/min) *PV: peso vivo O que necessita: -Pressão Efetiva de Filtração (PEF): forças que favorecem (pressão hidrostática e pressão oncótica do filtrado glomerular, esta última é muito baixa) e forças contrárias (pressão oncótica do plasma e pressão hidrostática do filtrado glomerular) -Área disponível para filtração -Permeabilidade da barreira de filtração TxFG: PEF. K f *K f = coeficiente de ultrafiltração (permeabilidade da barreira de filtração e área disponível para filtração) Manutenção da Taxa de Filtração Glomerular A TFG é mantida dentro da variação fisiológica pela modulação renal da pressão arterial sistêmica, volume intravascular e pelo controle intrínseco do fluxo sanguíneo renal. Controla primeiramente pelo fatores humorais (sistema renina-angiotensinaaldosterona). Ou pelo controle intrínseco da perfusão dos capilares glomerulares que é mediado por dois sistemas auto-reguladores, que controlam a resistência ao fluxo nas artérias aferentes e eferentes (reflexo miogênico e feedback tubuloglomerular). 1- Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona: a renina é um hormônio produzido por células especializadas da parede da arteríola aferente (células 5

6 mesangiais). A liberação de renina é estimulada pela redução na pressão de perfusão renal, causada por uma hipotensão sistêmica. Catalisa a transformação do angiotensinogênio (produzido pelo fígado) em angiotensina I. A angiotensina I é convertida em angiontesina II (mais ativa) pela enzima conversora de angiotensina (ECA) que se localiza principalmente no endotélio vascular dos pulmões. A angiotensina II é um potente vasoconstritor, aumentando diretamente a pressão arterial sistêmica e a pressão de perfusão renal. Ela ativa diretamente a captação de Na + no TCP e no ducto coletor que estimula a liberação de aldosterona pela glândula adrenal e de ADH pela hipófise. A renina é suprida pela melhora na perfusão renal e também pela elevação da angiontesina II plasmática, criando um sistema de feedback negativo, que mantém a perfusão renal e a TFG dentro da variação fisiológica. A angiontesina II também estimula a produção e liberação de pelo menos 2 prostaglandinas renais vasodilatadoras (PGE 2 e PGI 2 ). Esta resposta é um importante moderador do sistema renina-angiotensina-aldosterona, a produção intrarenal destes vasodilatadores neutraliza o efeito vasoconstritor da angiontesina II. 2- Controle Intrínseco: 2.1 Reflexo Miogênico: resultado da constrição da arteríola a aferente, após um aumento da tensão na parede arteriolar e a dilatação arteriolar após uma redução desta tensão. Isto aumenta e reduz a resistência ao fluxo sanguíneo na a. aferente, contribuindo assim para a manutenção da TFG e do fluxo sanguíneo renal. 2.2 Retroalimentação Túbulo Glomerular: Aumenta a velocidade do fluxo do líquido tubular ao nível de mácula densa por contração das células mesangiais, diminuindo assim o K f e TFG. Isto impede que as taxas de fluxo do fluido tubular excedam a capacidade de transporte do túbulo e conseqüentemente evita a perda excessiva de fluido e solutos. Alteração da Taxa de Filtração Glomerular 1- Controle Sistêmico do volume sanguíneo: -ADH: é liberado quando osmorreceptores localizados no hipotálamo percebem a diminuição de sódio e também é liberado quando receptores de volume localizados nos vasos sanguíneos, percebem a diminuição do volume sanguíneo. O ADH aumenta a reabsorção de água e solutos pelos rins, aumentando o volume sanguíneo. -Glicocorticóides e Progesterona: aumentam o volume sanguíneo por retenção de água. -Peptídeo Natriurético Atrial: é um peptídeo produzido pelo átrios cardíacos e levam a natriurese (aumento da eliminação de sódio) e a diurese (eliminação de água), assim reduzindo o volume sanguíneo. 2- Controle do Tônus vascular: fatores sistêmicos que alteram o tônus vascular, alteram a pressão sistêmica, perfusão renal e coeficiente de ultrafiltração. 6

7 -ADH e catecolaminas circulantes causam vasoconstricção sistêmica e aumentam a pressão arterial -Estimulação β-adrenérgica: pode ativar o sistema renina-angiotensinaaldosterona -Estimulação α-adrenérgica: pode causar vasoconstricção renal, que pode tanto reduzir quanto redistribuir o fluxo sanguíneo renal. Todos estes diminuem a TFG e o fluxo sanguíneo renal. -Contração de células mesangiais glomerulares: assim reduzindo a área disponível para filtração. Diminuindo o K f e a TFG. Avaliação da Função Renal -Determinação da TFG depuração ou clearence de uma substância (soma das taxas de filtração e secreção menos a taxa de reabsorção) -Creatinina: é um subproduto metabólico vascular. É espontaneamente filtrada e não é reabsorvida pelo túbulo. No cão não é excretada pelo túbulo, mas em algumas espécies, aproximadamente 10% da creatinina excretada é secretada pelo túbulo. Reabsorção Renal Substâncias como sódio, glicose e aminoácidos entram no fluido tubular por filtração do glomérulo. A menos que retornem ao sangue, são excretados pela urina. Há inicialmente a bomba de Na + /K + na membrana que separa a célula do espaço peritubular membrana basolateral (trocando 3 Na por 2 K) baixando a concentração de Na dentro da célula, causando um desequilíbrio de cargas despolarização. Em seguida há a entra de Na + na célula, junto com outras substâncias (co-transporte e contratransporte). -Via Transcelular: -Necessita de soluto e água -Dupla membrana (apical e basolateral) -Depende da permeabilidade e do gradiente através das membranas -Exige assimetria das membranas intersticial. -Passagem através das células: do líquido tubular para o líquido -Via Paracelular: -Processo passivo (difusão, osmose) -Zônulo Occludens: junção intercelular com alta permeabilidade 7

8 Heterogeneidade Tubular -Importante para reabsorção de solutos de carga pequena (K +, Ca ++ ). 1- Túbulo Contorcido Proximal: muitas mitocôndrias, borda em escova e muitas dobras (transporte ativo e passivo). 2- Ramo Descendente Fino da Alça de Henle: poucas mitocôndrias, epitélio baixo, poucas dobras membranosas internas (transporte passivo reabsorção de água) 3- Ramo Ascendente Fino da Alça de Henle: igual ao descendente fino 4-Ramo Ascendente Espesso da Alça de Henle: epitélio alto, muitas mitocôndrias e dobras (transporte ativo Na, Cl, K, Ca e Mg), transporte para e transcelular, não há transporte de água. -Reabsorção de Na, Cl, K, Ca e Mg -Bomba de Na/K (saí Na e entra K) -Gradiente químico para sódio -Co-transporte de Na/K/2Cl -Cloro vai ao interstício via canais de cloro 5- Túbulo Contorcido Distal: igualmente ao ascendente espesso da alça de Henle. Porção inicial não responsiva á hormônios e porção final (segmento conector) responsivo a aldosterona. 6- Ducto Coletor: -Células Principais: poucas mitocôndrias em muitas dobras -Células Intercaladas: muitas vesículas e mitocôndrias Túbulo Contorcido Proximal -Transporte Ativo: para que sódio, glicose e aminoácidos possam voltar ao sangue, há um transporte ativo pela energia da bomba Na + K + ATPase nas superfícies basolaterais das células epiteliais tubulares. Há um co-transporte, por exemplo, Na + e glicose ou Na + e aa (uma substância caminha para uma direção e a outra na direção oposta). -Reabsorção de Sódio: Há 3 mecanismos de reabsorção de sódio no túbulo proximal (que é responsável por 65%). A energia é derivada da bomba Na + K + ATPase. 1º mecanismo co-transporte: A reabsorção de sódio é acompanhada pela reabsorção de ânions para manter a neutralidade elétrica. Geralmente são Cl - e HCO 3 -. A membrana lumial contém proteínas transportadoras específicas para o Na + acopladas a outros solutos (glicose ou aa). Entra o sódio, glicose e aa. 8

9 2º mecanismo contratransporte: a difusão de sódio para dentro do organismo (reabsorção) acarreta numa eliminação de prótons H +. A maior parte do H é produzida a partir da hidratação do CO 2 que faz com que se forme H e HCO 3. Este HCO 3 é utilizado para manter a neutralidade nas células (quando há reabsorção de Na +. 3º mecanismo transporte de Na + dirigido pelo cloreto: ocorre nas porções mais distais do túbulo proximal. A concentração de Cl - aumenta no lúmen em resultado do aumento de HCO 3 -. A entrada de Cl - é acompanhada pela entrada de Na +, mantendo a neutralidade elétrica. *Estes 3 mecanismos são responsáveis por cerca de 65% da reabsorção de Na +. Outros 25% são reabsorvidos no segmento espesso ascendente da alça de Henle. *Diuréticos como a furosemida inibem o co-transporte de Na + K + com 2 Cl -. Outros 10% remanescentes do Na é apresentado ao néfron distal. O mecanismo de reabsorção neste local é acoplado ao co-transporte do Cl -. -Reabsorção da Glicose e de Aminoácidos: a glicose e aminoácidos são reabsorvidos por co-transporte, sendo acoplados a carreadores específicos que necessitam da ligação de Na + e glicose ou de aminoácidos. -Reabsorção da Água e dos Solutos não ativamente Reabsorvidos: após o movimento do soluto para dentro do espaço peritubular, estabelece-se um gradiente osmótico pelo qual a pressão osmótica está aumentada neste espaço. Assim a água difunde-se do lúmen tubular pelas junções de oclusão (paracelular) e células tubulares (transcelular) para dentro do espaço peritubular. Cerca de 65% da água é reabsorvida no túbulo proximal. Assim a uréia e outros solutos ficam concentrados no lúmen. -Reabsorção das proteínas e peptídeos: os peptídeos são degradados em aminoácidos pelas peptidases na borda em escova da membrana apical, sendo reabsorvida pelo cotransporte com o sódio. As proteínas de baixo peso molecular são reabsorvidos por endocitose e subseqüentemente degradadas por lisossomas celulares. E então os aminoácidos movem-se para o espaço peritubular por difusão facilitada (ex.: insulina, glucagon e paratormônio) -Reabsorção do Bicarbonato: ocorre no túbulo proximal e também é orientada pelo gradiente de Na +. O bicarbonato sofre ação da enzima anidrase carbônica no lúmen do túbulo, formando CO 2 e H 2 O. O CO 2 difunde-se pela membrana apical para a célula onde sofre ação da enzima anidrase carbônica novamente, liberando próton H e HCO 3 - dentro da célula. O HCO 3 é liberado para o espaço peritubular por meio de cotransportador de sódio (saí um sódio e saí três bicarbonatos). E também por um contratransporte de Cl - (1 para 1). 9

10 -Reabsorção do Cloreto: com a passagem dos solutos para dentro da célula, a concentração de cloro no fluído tubular é elevada, estabelecendo um gradiente químico para a movimentação do cloro em direção ao lado sanguíneo do epitélio. Além disso no túbulo proximal inicial a absorção de Na + excede a de ânions, criando um gradiente elétrico. Assim o cloreto passa via zona de oclusão por uma transferência passiva e paracelular. -Secreção Tubular: a secreção de íons orgânicos está associada a proteínas plasmáticas para dentro do lúmen tubular e não filtradas. Estes íons são transportados para dentro da célula por transporte ativo e para dentro do túbulo por difusão passiva. Sais biliares, oxalato, urato, creatinina, prostaglandina e epinefrina são exemplos de sais orgânicos. A secreção tubular de certos antibióticos é importante na determinação de quais antibióticos que podem atingir altas concentrações na urina, para um tratamento mais eficaz de infecções do trato urinário. Alça Ascendente Espessa da Alça de Henle A bomba de Na/K ATPase na membrana basolateral transporta Na + ativamente da celula pra o fluido intersticial, gerando um gradiente eletroquímico para o Na + ao longo da membrana apical. Isto orienta o transporte de íons pelo co-transportador de Na +, K +, 2Cl - na membrana plasmática apical, e esses íons penetram na celula, o Cl - se difunde para o fluido intersticial (peritubular) por meio de canais de Cloro. O K + se move através de canais de potássio tanto para a membrana apical quanto para a basolateral. A absorção de Cl - e a secreção de K + deixa o lúmen positivo em relação ao interstício, gerando um gradiente elétrico do lúmen para o sangue de cátions que se difundem para o fluido intersticial pela via paracelular. Os co-transportados apical de Na +, K +, 2 Cl - (furosemida). são inibido por diuréticos Ducto Coletor Inicio do Ducto Coletor Segmento Conector: transição entre TCD e túbulo coletor inicial convergem e desembocam no túbulo coletor cortical, que descendem pelo córtex e pela medula, atingindo o ápice papilar, onde o fluído tubular (urina) é secretado na pelve renal. 1-Célula Principal: possui poucas vesículas e mitocôndrias, mas extensas invaginações na membrana basolateral. Faz a reabsorção de NaCl e secreção de K +. O sódio passa para o fluido intersticial (peritubular) estabelecendo um gradiente eletroquímico para a absorção de sódio do fluido tubular para a célula (via membrana apical), isto faz com que o lúmen fique eletronegativo. Orientando assim a absorção de Cl - via paracelular. O potássio é bombeado ativamente do fluído intersticial (peritubular) para as células pela bomba de sódio/potássio, elevando a concentração de potássio acima daquela do fluído intersticial e do tubular, assim o potássio intracelular deixa a célula via membrana apical para o líquido tubular. 10

11 2-Célula Intercalada: faz a reabsorção de potássio. Isto ocorre através da membrana apical da célula intercalada, em troca de íons H + pela bomba H/K/ATPase. Esta bomba faz com que a urina se acidifique (pela entrada de prótons na urina). *No TCP ocorre a reabsorção de água e solutos independente do estado do animal *No TCD e no ducto coletor há o controle final para excreção de eletrólitos e água (manutenção da homeostase), podendo ser alterada através da ação de hormônios. -Tipo B: presentes no ducto coletor cortical. Tem capacidade de secreção de bicarbonato (em resposta a uma alcalose). São ricas em anidrase carbônica, quebram o H 2 CO 3 em bicarbonato (que é secretado) e H que é reabsorvido. Hormônios 1-Aldosterona: hormônio mineralocorticóide secretado pelo córtex da adrenal. É estimulada pela hipotensão sistêmica através do sistema renina-angiotensina. Atua nas células do segmento conector e nas células principais do ducto coletor, aumentando a reabsorção de sódio, assim, elevando a reabsorção de água. Corrigindo uma depleção volumétrica. Isso ocorre aumentando a permeabilidade dos canais de sódio e estimula a atividade da Na/K/ATPase, elevando a reabsorção de sódio. A liberação de aldosterona também é estimulada pela hipercalemia (aumento de K + sanguíneo). Estimulando a entrada de potássio nas células responsivas a aldosterona, isto reduz os níveis de potássio no sangue (efeito agudo) e aumentando o número de canais de potássio na membrana apical (efeito crônico). extracelular -Efeito imediato: redistribuição de potássio dos compartimentos intra e -Efeito tardio: a eliminação renal de potássio (aumentada) 2-Paratormônio (PTH): a hipocalcemia (redução de Ca ++ ) estimula a liberação do paratormônio o que estimula os ossos, os intestinos e os rins a elevarem o nível plasmático de cálcio. No rim isto ocorre no ramo ascendente espesso da alça de Henle, TCD e no segmento conector. Aumenta a permeabilidade de cálcio na membrana apical, reabsorvendo este íon. Avaliação da Função Tubular -Nível de Excreção Fracional: porcentagem de uma substância filtrada que depois será excretada na urina. FE x = U x / P x U creat / P creat 11

12 -Nível de Reabsorção Fracional: proporção do filtrado X, que será reabsorvido pelo túbulo. Equilíbrio Hídrico Ingestão: Oral Perdas: FR x = (1 FE x ) x 100 -Controladas: pelo sistema renal (maior rota de perda de água) pele. -Não-Controladas: suor, fezes e evaporação do sistema respiratório e -Função do Rim: manutenção do conteúdo de água e tonicidade do plasma -Desidratação: aumento da reabsorção de água (densidade da urina alta) baixa) -Hipervolemia: diminuição da reabsorção de água (densidade da urina Urina Diluída ou Concentrada -Existem 3 componentes principais: 1- Geração Interstício Medular Hipertônico: permite a excreção da urina concentrada 2- Diluição do Fluído Tubular: ocorre no ramo ascendente espesso da alça de Henle e pelo TCD. Permite a excreção da urina diluída. 3- Variabilidade na Permeabilidade a água no Ducto Coletor: resposta ao ADH. Ocorre alterações na osmolalidade e na excreção de água. Formação de Urina Concentrada -Reciclagem de Uréia: Depende da geração de um interstício medular hipertônico e maior permeabilidade a água do ducto coletor (na presença de ADH). O que mantém a hipertonicidade é a reabsorção de substâncias osmoticamente ativas pelos túbulos da medula (rim) e a remoção de água do interstício medular pelos vasos retos. Como ocorre: o ducto coletor medular interno (DCMI) por ser altamente permeável a uréia, recebe a uréia do final do ducto coletor (tem-se a reciclagem de uréia, fazendo com que haja maior reabsorção de água, concentrando assim a urina) e essa uréia difunde-se para o líquido tubular pelo ramo descendente delgado da alça de Henle, a qual é impermeável à água. *A reabsorção de uréia no final do ducto coletor é influenciada pelo ADH 12

13 *Os néfrons justamedulares (alça de Henle longa) tem capacidade de concentrar urina em um nível mais elevado do que a osmolalidade plasmática. -Mecanismo Contracorrente: é importante para manter a alta osmolalidade do fluido intersticial. São arranjos anatômicos entre as alças de Henle e os vasos retos. Possui diferenças de permeabilidade entre os segmentos ascendente e descendente. a solutos. solutos. Os ramos descendentes finos AH: são permeáveis a água e impermeáveis Os ramos ascendentes finos AH: são impermeáveis a água e permeáveis a O resultado final é um aumento da hipertonicidade medular e conseqüente concentração da urina. Formação de Urina Diluída Ocorre nos ramos ascendente espesso da alça de Henle e TCD (são impermeáveis a água). Ocorrendo reabsorção de sódio e cloreto. Assim resultado num fluido tubular liberado para o ducto coletor hipotônico. No ducto coletor quando o ADH está ausente, a membrana apical é impermeável a água. Quando há desidratação, o ADH age no ducto coletor, inserindo canais de água na membrana apical (dilatação dos espaços intercelulares laterais), o que aumenta a permeabilidade e assim aumentando a reabsorção de água. Equilíbrio Ácido-Base Origem dos ácidos e bases nos fluidos corpóreos -Ácido Volátil: produção diária de CO 2 pelo metabolismo oxidativo -Ácido Não-Volátil: metabolismo de proteínas (ácido sulfúrico e fosfórico), metabolismo de CHO (ácido láctico) e metabolismo de lipídios (corpos cetônicos). *A dissociação dos ácidos libera [H + ] que deve ser tamponado pelo HCO 3 - e excretado pelos rins. -Manutenção do equilíbrio ácido-base: -Sistema Tampões -Pulmões Manutenção do ph do sangue (ph entre 7,35 7,45) -Rins 13

14 -Produção de H + : -Tampões: -Subproduto do metabolismo e catabolismo -Depende do tipo de dieta -Depende dos níveis de exercício -Depende de funções de outros processos 1-Intracelulares: *Ação rápida Hemoglobina: H + + Hb - HHb Proteínas Plasmáticas: H + + Pr - HPr Fosfatos: H + + HPO 4 - H 2 PO 4 Bicarbonato: H + + HCO 3 - H 2 CO 3 H 2 O + CO 2 2-Sistema Respiratório: atua sobre a velocidade de remoção do CO 2 Hiperventilação causa alcalose respiratória : diminui a quantidade de CO 2 assim diminuindo a quantidade de H +, aumentando o ph. Hipoventilação causa acidose respiratória : aumenta a quantidade de CO 2, assim aumentando a quantidade de H +, diminuindo o ph. 3-Sistema Renal: O rim excreta ácido de forma eficaz porque possui enzimas que disponibilizam prótons e bicarbonato para o transporte, transportadores que movem prótons das células epiteliais para fluído tubular e bicarbonato para o fluído intersticial e também tampões que minimizam as elevações na concentração de H + no fluido tubular. A excreção ácida ocorre no TCP e ducto coletor 1-Contratransporte de Na + /H + : via primária de secreção de H + pelo TCP. Troca um Na + luminal por um H + intracelular por influência da bomba Na/K na membrana basolateral (causando um desequilíbrio elétrico). 2- ATPase (transporte ativo): ocorre nas células intercaladas do ducto coletor. Secreta ativamente H +, captando K + do fluido tubular. -Tamponamento do Líquido Tubular: é vital para excreção ácida eficiente Principais: HCO 3 -, NH 4 + e Fosfato 14

15 1º- HCO 3 - : O H saí para lúmen através do contratransportador Na/H e pelo H/ATPase e se associa ao bicarbonato, formando água e gás carbônico o qual é eliminado pela respiração. 2º - NH 4 + : formado no TCP pela hidrólise da glutamina, que forma NH 4 + e bicarbonato. O NH 4 + entra no fluido tubular por transporte ativo secundário pela substituição do H no permutador Na/H. NH 4 + NH 3 + H + No túbulo proximal a glutamina é catabolizada, gerando amônio e bicarbonato. O amônio é secretado no lúmen pelo permutador Na/H na membrana apical. O íon amônio é reciclado na alça de Henle por reabsorção pela substituição de K + no cotransportador de Na/K/2 Cl na membrana apical, o que é seguido por uma forma de transporte facilitado através da membrana basolateral. Esta reciclagem medular resulta numa concentração elevada amônia e amônio no interstício medular e impede seu retorno ao córtex, onde seria reabsorvido para o sangue. A amônia difunde-se para o ducto coletor onde é protonada (tamponamento) captada no lúmen e excretada na urina. 3º - Fosfato: o fosfato filtrado se liga ao H + (proveniente do contratransporte Na/H) secretado, formando o H 2 PO 4, por ser uma molécula carregada não é lipossolúvel (não sofre reabsorção). Este tamponamento é importante após a baixa de concentração de bicarbonato (que sofreu reabsorção). -Túbulo Contorcido Proximal: alta secreção de H, tamponamento por bicarbonato (ph final do TCP semelhante ao fluido glomerular). -Alça de Henle e TCD: capacidade reduzida de secreção ácida (ph do líquido tubular no segmento conector igual o filtrado glomerular). -Ducto Coletor: secreção ácida realizada pelas células intercalares presentes no segmento conector, ricas em anidrase carbônica citoplasmática que formam o H + e o bicarbonato a partir de água e gás carbônico. O H + vai para o fluido tubular e o bicarbonato vai para a corrente sanguínea. *Importante no ajuste final do ph da urina. Respostas Fisiológicas 1-Acidose Metabólica: Ex.: Piometra Há o aumento do ph sanguíneo em virtude da desidratação que causa uma hipoperfusão sanguínea, fazendo com que os tecidos entre em um metabolismo anaeróbico, com alta produção de ácido láctico (diminuindo ph). Tem-se então uma resposta fisiológica a isto, que é a hiperventilação (causando uma alcalose respiratória compensatória), para excreção de CO 2, fazendo assim com que se tenha uma menor concentração de prótons H +. 15

16 2-Acidose Respiratória: Ex.: Anestesia (diminuição da freqüência respiratória) Há o acúmulo de CO 2 no organismo e conseqüente formação de prótons H +, assim diminuindo o ph. Há uma resposta fisiológica pelo rim (compensação renal), por excreção renal de H +. 3-Alcalose Metabólica: Ex.: Vômito crônico Há perda de H + e Cl - pelo vômito. E tem-se a resposta fisiológica por compensação respiratória (diminuição da respiração para conter mais o CO 2 no organismo, diminuindo o ph). 4-Alcalose Respiratória: Ex.: Dor ou febre tem-se o aumento da freqüência respiratória, assim acarretando numa maior eliminação de CO 2 (aumentando o ph). E tem-se uma resposta fisiológica compensatória (renal), por menor reabsorção de bicarbonato. -Distúrbios Mistos: Ex.: Piometra -Acidose Metabólica: por uma desidratação -Alcalose metabólica: vômito por insuficiência renal aguda (deposição de imunocomplexos). Perda de cloreto e próton H -Alcalose Respiratória: por rompimento do útero (peritonite dor) causa hiperventilação 16

17 Referências Bibliográficas CUNNINGHAM J. G. Tratado de Fisiologia Veterinária. 3 a ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, DUKES. Fisiologia dos Animais Domésticos. 12 a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

CONTROLE FISIOLÓGICO DA FILTRAÇÃO GLOMERULAR E DO FLUXO SANGUÍNEO RENAL

CONTROLE FISIOLÓGICO DA FILTRAÇÃO GLOMERULAR E DO FLUXO SANGUÍNEO RENAL Prof. Hélder Mauad CONTROLE FISIOLÓGICO DA FILTRAÇÃO GLOMERULAR E DO FLUXO SANGUÍNEO RENAL São variáveis e sujeitas a controle fisiológico São variáveis e sujeitas a controle fisiológico 1. Sistema Nervoso

Leia mais

Fluxo sanguíneo - 21% do débito cardíaco.

Fluxo sanguíneo - 21% do débito cardíaco. Função renal: excreção, controle do volume e composição dos líquidos corporais. Composto por um par de rins, um par de ureteres, pela bexiga urinária e pela uretra. Os rins situam-se na parte dorsal do

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL Função Renal Estrutura do Rim Macrosestrutura

FISIOLOGIA RENAL Função Renal Estrutura do Rim Macrosestrutura FISIOLOGIA RENAL Função Renal Excreção de subprodutos metabólicos Regulação do volume e composição do Líquido extra celular (LEC) Manutenção do equilíbrio ácido-básico e da pressão sanguínea Estímulo para

Leia mais

Mecanismos renais de absorção e equilíbrio ácido-básico

Mecanismos renais de absorção e equilíbrio ácido-básico Mecanismos renais de absorção e equilíbrio ácido-básico A absorção no túbulo contornado proximal A característica base do túbulo contornado proximal é reabsorção ativa de sódio, com gasto energético, na

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Sistema Urinário Conceito As atividades metabólicas resultam na decomposição de proteínas, lipídeos e carboidratos.

Leia mais

HISTOFISIOLOGIA SISTEMA URINÁRIO

HISTOFISIOLOGIA SISTEMA URINÁRIO HISTOFISIOLOGIA SISTEMA URINÁRIO Daniela Brum Anatomia do Sistema Urinário Rins Ureteres Bexiga Uretra Sistema Urinário - Funções Filtrar o sangue removem, armazenam e transportam produtos residuais meio

Leia mais

Regulação dos níveis iônicos do sangue (Na +, K +, Ca 2+, Cl -, HPO 4. , K +, Mg 2+, etc...)

Regulação dos níveis iônicos do sangue (Na +, K +, Ca 2+, Cl -, HPO 4. , K +, Mg 2+, etc...) Regulação dos níveis iônicos do sangue (Na +, K +, Ca 2+, Cl -, HPO 4 2-, K +, Mg 2+, etc...) Regulação do equilíbrio hidrossalino e da pressão arterial; Regulação do ph sanguíneo (H +, HCO 3- ); Síntese

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL DAS AVES

FISIOLOGIA RENAL DAS AVES Disciplina de Fisiologia Veterinária FISIOLOGIA RENAL DAS AVES Prof. Fabio Otero Ascoli OBJETIVOS DA AULA Identificar principais semelhanças e diferenças com a fisiologia dos mamíferos Aprender sobre os

Leia mais

APARELHO EXCRETOR HUMANO

APARELHO EXCRETOR HUMANO Disciplina: Biologia Série: 2ª série EM - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Aparelho Excretor Humano APARELHO EXCRETOR HUMANO O descarte dos produtos indesejáveis e a regulação hidrossalina

Leia mais

Faculdade de Medicina do Porto Serviço de Fisiologia FISIOLOGIA RENAL

Faculdade de Medicina do Porto Serviço de Fisiologia FISIOLOGIA RENAL Faculdade de Medicina do Porto Serviço de Fisiologia FISIOLOGIA RENAL Sumário Funções renais Anatomofisiologia renal Princípios da formação de urina Filtração barreira de filtração regulação da GFR Reabsorção

Leia mais

BIOLOGIA SISTEMA EXCRETOR

BIOLOGIA SISTEMA EXCRETOR BIOLOGIA Prof. Helder SISTEMA EXCRETOR ANATOMIA O sistema excretor é formado por um conjunto de órgãos que filtram o sangue, produzem e excretam a urina - o principal líquido de excreção do organismo.

Leia mais

Órgãos responsáveis pela manutenção do meio interno

Órgãos responsáveis pela manutenção do meio interno ntrodução à Anatomia e Fisiologia do Sistema Urinário Profa. Dra. Janaína Duarte Conceito Sistema responsável pela formação (rins) e eliminação (ureteres, bexiga urinária e uretra) a urina. Funções Órgãos

Leia mais

REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL

REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL Bioquímica Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes Referências Bioquímica Clínica M A T Garcia e S Kanaan Bioquímica Mèdica J W Baynes e M H Dominiczack Fundamentos

Leia mais

Estudo Morfofuncional do Sistema Urinário Unidade III Material de Apoio

Estudo Morfofuncional do Sistema Urinário Unidade III Material de Apoio Estudo Morfofuncional do Sistema Urinário Unidade III Material de Apoio 1 Generalidades As células corporais quando desempenham suas funções: Consome O 2 e nutrientes, Bem como produzem substâncias como

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL E INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM PEQUENOS ANIMAIS: CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS

FISIOLOGIA RENAL E INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM PEQUENOS ANIMAIS: CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL Disciplina: SEMINÁRIOS APLICADOS FISIOLOGIA RENAL E INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM PEQUENOS ANIMAIS:

Leia mais

SISTEMA URINÁRIO. Prof. Me. Leandro Parussolo

SISTEMA URINÁRIO. Prof. Me. Leandro Parussolo SISTEMA URINÁRIO Prof. Me. Leandro Parussolo SISTEMA URINÁRIO Conjunto de órgãos e estruturas responsáveis pela filtração do sangue e consequente formação da urina; É o principal responsável pela eliminação

Leia mais

O nitrogênio é um dos elementos constituintes mais abundantes nos animais, junto com o Carbono, Hidrogênio, Oxigênio, Enxofre e Fósforo.

O nitrogênio é um dos elementos constituintes mais abundantes nos animais, junto com o Carbono, Hidrogênio, Oxigênio, Enxofre e Fósforo. SISTEMA EXCRETOR O nitrogênio é um dos elementos constituintes mais abundantes nos animais, junto com o Carbono, Hidrogênio, Oxigênio, Enxofre e Fósforo. O Nitrogênio do ar, não é fixado pelos animais,

Leia mais

DISTÚRBIO HIDRO- ELETROLÍTICO E ÁCIDO-BÁSICO

DISTÚRBIO HIDRO- ELETROLÍTICO E ÁCIDO-BÁSICO Preparatório Concursos- 2012 DISTÚRBIO HIDRO- ELETROLÍTICO E ÁCIDO-BÁSICO Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc Distúrbio hidro-eletrolítico e ácido-básico Distúrbios da regulação da água; Disnatremias;

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA RENAL 01. A sudorese (produção de suor) é um processo fisiológico que ajuda a baixar a temperatura do corpo quando está muito calor ou quando realizamos uma atividade

Leia mais

SISTEMA EXCRETOR PROFª CLÁUDIA LOBO

SISTEMA EXCRETOR PROFª CLÁUDIA LOBO SISTEMA EXCRETOR PROFª CLÁUDIA LOBO Excreção Mecanismo pelo qual os seres vivos recolhem seu lixo celular, como a amônia (NH 3 ), CO 2, água e sais. Desta forma, os seres vivos mantém a homeostase, isto

Leia mais

Introdução. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira

Introdução. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira Introdução O sistema urinário é constituído pelos órgãos uropoéticos, isto é, incumbidos de elaborar a urina e armazená- la temporariamente até a oportunidade de ser eliminada para o exterior. Na urina

Leia mais

Transporte através da Membrana Plasmática. Biofísica

Transporte através da Membrana Plasmática. Biofísica Transporte através da Membrana Plasmática Biofísica Estruturas das células Basicamente uma célula é formada por três partes básicas: Membrana: capa que envolve a célula; Citoplasma: região que fica entre

Leia mais

Sistema circulatório. Componentes: - Vasos sanguíneos. - Sangue (elementos figurados e plasma) - Coração

Sistema circulatório. Componentes: - Vasos sanguíneos. - Sangue (elementos figurados e plasma) - Coração Fisiologia Humana Sistema circulatório Componentes: - Sangue (elementos figurados e plasma) - Vasos sanguíneos - Coração Vasos sanguíneos Artérias Vasos com paredes espessas e elásticas por onde circula

Leia mais

OSMORREGULAÇÃO um exemplo de regulação hormonal

OSMORREGULAÇÃO um exemplo de regulação hormonal OSMORREGULAÇÃO um exemplo de regulação hormonal A composição química do nosso meio interno está continuamente sujeita a modificações (principalmente devido ao metabolismo celular), pelo que é importante

Leia mais

Isotônicos. Ursula Trindade (DRE: 103142682)

Isotônicos. Ursula Trindade (DRE: 103142682) Isotônicos Ursula Trindade (DRE: 103142682) Osmolaridade e Osmolalidade Referem-se ao número de partículas osmoticamente ativas. Osmolaridade: número de partículas osmoticamente ativas de soluto contidas

Leia mais

SISTEMA EXCRETOR (URINÁRIO) RIO) Rins: morfologia e funcionamento Regulação hormonal Distúrbios mais comuns Excreção de compostos nitrogenados

SISTEMA EXCRETOR (URINÁRIO) RIO) Rins: morfologia e funcionamento Regulação hormonal Distúrbios mais comuns Excreção de compostos nitrogenados SISTEMA EXCRETOR (URINÁRIO) RIO) Rins: morfologia e funcionamento Regulação hormonal Distúrbios mais comuns Excreção de compostos nitrogenados Regulação osmótica SISTEMA URINÁRIO HUMANO adrenal Veia cava

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL RINS I. FUNÇÕES. A. Manutenção da homeostase

FISIOLOGIA RENAL RINS I. FUNÇÕES. A. Manutenção da homeostase FISIOLOGIA RENAL RINS I. FUNÇÕES A. Manutenção da homeostase 1. Regulação do volume e da composição do fluido extracelular (FEC). Os rins equilibram a obtenção, produção, excreção e consumo de vários compostos

Leia mais

Sistema Endócrino. Introdução. Glândulas e suas secreções. 1. Hipotálamo: 2. Hipófise anterior (adeno-hipófise):

Sistema Endócrino. Introdução. Glândulas e suas secreções. 1. Hipotálamo: 2. Hipófise anterior (adeno-hipófise): Introdução Sistema Endócrino O sistema endócrino é composto por um grupo de tecidos especializados (glândulas) cuja função é produzir e liberar na corrente sanguínea substâncias chamadas Hormônios. Os

Leia mais

41 Por que não bebemos água do mar?

41 Por que não bebemos água do mar? A U A UL LA Por que não bebemos água do mar? Férias no verão! Que maravilha! Ir à praia, tomar um solzinho, nadar e descansar um pouco do trabalho. Enquanto estamos na praia nos divertindo, não devemos

Leia mais

CONTROLE E INTEGRAÇÂO

CONTROLE E INTEGRAÇÂO CONTROLE E INTEGRAÇÂO A homeostase é atingida através de uma série de mecanismos reguladores que envolve todos os órgãos do corpo. Dois sistemas, entretanto, são destinados exclusivamente para a regulação

Leia mais

Sistema urinário. Sistema urinário. Rins localização. urinário

Sistema urinário. Sistema urinário. Rins localização. urinário Sistema urinário Sistema urinário urinário Rins remoção de produtos residuais, regula composição do plasma, função hormonal (renina, eritropoietina). Rins localização Ureteres -condução da urina Bexiga

Leia mais

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Disciplina - Fisiologia Introdução à Filtração Glomerular Regulação do Fluxo Sanguíneo Renal Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento

Leia mais

3ª Série / Vestibular

3ª Série / Vestibular 3ª Série / Vestibular 01. Uma característica típica de todo o tecido conjuntivo é: (A) apresentar células em camadas unidas; (B) apresentar poucas camadas de células; (C) apresentar muito material intersticial;

Leia mais

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Fisiologia Renal Função Tubular Formação da Urina Clearance (Depuração) Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento de Ciências Básicas

Leia mais

SISTEMA EXCRETOR P R O F E S S O R A N A I A N E

SISTEMA EXCRETOR P R O F E S S O R A N A I A N E SISTEMA EXCRETOR P R O F E S S O R A N A I A N E O que não é assimilado pelo organismo O que o organismo não assimila, isto é, os materiais inúteis ou prejudiciais ao seu funcionamento, deve ser eliminado.

Leia mais

Reologia e Mecanismos de Edema

Reologia e Mecanismos de Edema Conceitos Reologia é o estudo do fluxo. Um aspecto importante a ser considerado é a viscosidade sanguínea, que diz respeito à maior ou menor facilidade de fluxo, maior ou menor atrito durante o fluxo sanguíneo.

Leia mais

Sistemas Excretores. Professor Fernando Stuchi

Sistemas Excretores. Professor Fernando Stuchi Sistemas Excretores Definição Para manutenção da vida de um organismo animal, todo alimento e substancia que são digeridas, as células absorvem os nutrientes necessários para o fornecimento de energia.

Leia mais

MEMBRANA PLASMÁTICA. Modelo do mosaico fluido caráter dinâmico à estrutura da membrana (as proteínas estão em constante deslocamento lateral)

MEMBRANA PLASMÁTICA. Modelo do mosaico fluido caráter dinâmico à estrutura da membrana (as proteínas estão em constante deslocamento lateral) MEMBRANA PLASMÁTICA Modelo do mosaico fluido caráter dinâmico à estrutura da membrana (as proteínas estão em constante deslocamento lateral) ESTRUTURA DA MEMBRANA Formada por fosfolipídios e (nas animais

Leia mais

Sistema Urinário. Para eliminar estes resíduos, o organismo possui várias vias de eliminação

Sistema Urinário. Para eliminar estes resíduos, o organismo possui várias vias de eliminação Sistema Urinário Profa Juliana Normando Pinheiro Morfofuncional IV juliana.pinheiro@kroton.com.br O organismo animal depende de várias reações metabólicas para se manter vivo e saudável. Estas reações

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Humana

Anatomia e Fisiologia Humana Introdução Boa parte do funcionamento do corpo humano depende da comunicação entre as células por meio de mensageiros químicos que viajam pelos sangue. Conjunto de células produtoras de hormônios. Hormônios

Leia mais

9/9/2008 CONSIDERAÇÕES GERAIS. Toxicidade. Faixa terapêutica. Concentrações sub-terapêuticas. - Não sofre efeito de primeira passagem

9/9/2008 CONSIDERAÇÕES GERAIS. Toxicidade. Faixa terapêutica. Concentrações sub-terapêuticas. - Não sofre efeito de primeira passagem CONSIDERAÇÕES GERAIS Princípios de Farmacologia: Farmacocinética Farmacodinâmica Concentração plasmática Toxicidade Faixa terapêutica Concentrações sub-terapêuticas Tempo VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

Fisiologia I CÓRTEX ADRENAL. Prof. Élio Waichert Júnior 1

Fisiologia I CÓRTEX ADRENAL. Prof. Élio Waichert Júnior 1 CÓRTEX ADRENAL Prof. Élio Waichert Júnior 1 Córtex adrenal Colesterol Hormônios corticosteróides Mineralocorticóides Glicocorticóides Hormônios androgênicos Afetam os eletrólitos (sódio, potássio) Afetam

Leia mais

INSUFICIÊNCIA RENAL. Profa. Dra.Monica Akemi Sato

INSUFICIÊNCIA RENAL. Profa. Dra.Monica Akemi Sato INSUFICIÊNCIA RENAL Profa. Dra.Monica Akemi Sato REVISÃO DE FISIOLOGIA RENAL FILTRAÇÃO GLOMERULAR TÚBULO PROXIMAL ALÇA DE HENLE CAPILAR GLOMERULAR ARTERÍOLA EFERENTE TUBULO PROXIMAL TUBULO DISTAL ESPAÇO

Leia mais

Fisiologia do Sistema Endócrino-I

Fisiologia do Sistema Endócrino-I Curso Preparatório para Residência em Enfermagem-2012 Fisiologia do Sistema Endócrino-I Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc Glândulas endócrinas: Funções: Secreções de substâncias (hormônios) que atuam

Leia mais

Controle da Osmolalidade dos Líquidos Corporais

Controle da Osmolalidade dos Líquidos Corporais Controle da Osmolalidade dos Líquidos Corporais Qual é a faixa normal de osmolalidade plasmática? 260-290 - 310 mosm/kg H 2 0 Super-hidratação Desidratação NORMAL Osmolalidade é uma função do número total

Leia mais

Biologia. Sistema circulatório

Biologia. Sistema circulatório Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 10R Ensino Médio Equipe de Biologia Data: Biologia Sistema circulatório O coração e os vasos sanguíneos e o sangue formam o sistema cardiovascular ou circulatório.

Leia mais

SANGUE (composição, células, coagulação, hemograma)

SANGUE (composição, células, coagulação, hemograma) SANGUE (composição, células, coagulação, hemograma) Introdução A função básica do sistema cardiovascular é comunicação das células entre si, produzindo um fluxo, e com o meio externo, havendo uma integração

Leia mais

Membranas Biológicas e Transporte

Membranas Biológicas e Transporte Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular Disciplina de Introdução a Bioquímica Membranas Biológicas e Transporte 1. Introdução 2. Os Constituintes

Leia mais

BIOLOGIA SISTEMA RESPIRATÓRIO HUMANO

BIOLOGIA SISTEMA RESPIRATÓRIO HUMANO BIOLOGIA Prof. Helder SISTEMA RESPIRATÓRIO HUMANO 1. Anatomia do Sistema Respiratório O oxigênio do ar deve chegar aos alvéolos e passar para o sangue, fazendo o gás carbônico o caminho inverso. O caminho

Leia mais

Biofísica renal. Estrutura e função dos rins

Biofísica renal. Estrutura e função dos rins Biofísica renal Estrutura e função dos rins Múltiplas funções do sistema renal Regulação do balanço hídrico e eletrolítico (volume e osmolaridade) Regulação do equilíbrio ácidobásico (ph) Excreção de produtos

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA URINÁRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA URINÁRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA URINÁRIO DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) 1ª edição janeiro/2007 SISTEMA URINÁRIO SUMÁRIO Sobre a Bio Aulas... 03 Rins... 04 Localização... 04 Anatomia macroscópica...

Leia mais

O CICLO DO ERITRÓCITO

O CICLO DO ERITRÓCITO O CICLO DO ERITRÓCITO Rassan Dyego Romão Silva Faculdade Alfredo Nasser Aparecida de Goiânia GO Brasil rassandyego@hotmail.com Orientador: Amarildo Lemos Dias de Moura RESUMO: Os eritrócitos são discos

Leia mais

SISTEMA DIGESTÓRIO. Quitéria Paravidino

SISTEMA DIGESTÓRIO. Quitéria Paravidino SISTEMA DIGESTÓRIO Quitéria Paravidino PROCESSOS DIGESTÓRIOS Ingestão:captar alimento pela boca; Mistura e movimentação do alimento:contrações musculares misturam o alimento e as secreções e movimentam

Leia mais

Tema 06: Proteínas de Membrana

Tema 06: Proteínas de Membrana Universidade Federal do Amazonas ICB Dep. Morfologia Disciplina: Biologia Celular Aulas Teóricas Tema 06: Proteínas de Membrana Prof: Dr. Cleverson Agner Ramos Proteínas de Membrana Visão Geral das Proteínas

Leia mais

BIOLOGIA ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL PROF ESTEVAM DIGESTÃO

BIOLOGIA ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL PROF ESTEVAM DIGESTÃO BIOLOGIA ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL PROF ESTEVAM CONTEÚDO: Digestão e Circulação DIGESTÃO O processo de digestão é um dos primordiais dos seres vivos por ser por meio dele que se adquire a matéria necessária

Leia mais

Fisiologia da Adrenal

Fisiologia da Adrenal Fisiologia da Adrenal Profa. Letícia Lotufo Glândula Adrenal: Porção externa córtex 80 a 90% Tecido mesodérmico Porção interna medula 10 a 20% Tecido neurodérmico 1 Adrenal histologia: Zona glomerulosa

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL (Continuação)

FISIOLOGIA RENAL (Continuação) Disciplina de Fisiologia Veterinária FISIOLOGIA RENAL (Continuação) Prof. Fabio Otero Ascoli REGULAÇÃO DA OSMOLARIDADE Definição: Osmolaridade número de partículas osmoticamente ativas de soluto contidas

Leia mais

FISIOLOGIA HUMANA III

FISIOLOGIA HUMANA III FISIOLOGIA HUMANA III UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Profª Drª Silvia Aparecida Pieta Interação dos sistemas nervoso e endócrino Os sistemas nervoso e

Leia mais

Sistema excretor e osmorregulação

Sistema excretor e osmorregulação Sistema excretor e osmorregulação Natureza geral e desenvolvimento dos rins São os órgãos excretores dos adultos Outros órgãos que realizam esta função: brânquias, pulmões, pele e glândulas produtoras

Leia mais

Ciências E Programa de Saúde

Ciências E Programa de Saúde Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Educação Ciências E Programa de Saúde 13 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE SP Vai e avisa a todo mundo que encontrar que ainda existe um sonho

Leia mais

Diversas funções no organismo: revestimento, absorção, secreção. Tecido epitelial e tecido conjuntivo. Prof. Mauro. Quanto ao formato da célula:

Diversas funções no organismo: revestimento, absorção, secreção. Tecido epitelial e tecido conjuntivo. Prof. Mauro. Quanto ao formato da célula: TECIDO EPITELIAL Diversas funções no organismo: revestimento, absorção, secreção. Tecido epitelial e tecido conjuntivo Característica principal: Células justapostas, permitindo a existência de pouco material

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO. Prof. TIAGO

SISTEMA ENDÓCRINO. Prof. TIAGO SISTEMA ENDÓCRINO Prof. TIAGO CARACTERÍSTICAS GERAIS INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS. CONTROLEDEATIVIDADES FISIOLOGICAS. SEMELHANTE AO SISTEMA NERVOSO. EFETUADO POR HORMÔNIOS TRANSPORTADO PELA CORRENTE SANGUINEA

Leia mais

Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br

Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br Digestão de lipídeos A maior parte de nossa ingestão de lipídeos é feita sob a forma de triacilgliceróis Hidrólise inicia-se pela ação da lipase lingual, ativada

Leia mais

FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS AULA 2 ANOTAÇÕES DE AULA FISIOLOGIA DA RESPIRAÇÃO

FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS AULA 2 ANOTAÇÕES DE AULA FISIOLOGIA DA RESPIRAÇÃO FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS AULA 2 ANOTAÇÕES DE AULA 1 FISIOLOGIA DA RESPIRAÇÃO INTRODUÇÃO Compreende a absorção de O 2 e a eliminação de CO 2 pelos pulmões (respiração externa), o transporte de

Leia mais

(2) converter as moléculas dos nutrientes em unidades fundamentais precursoras das macromoléculas celulares;

(2) converter as moléculas dos nutrientes em unidades fundamentais precursoras das macromoléculas celulares; INTRODUÇÃO AO METABOLISMO Metabolismo é o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. O metabolismo tem quatro

Leia mais

TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA. Luis Eduardo Maggi

TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA. Luis Eduardo Maggi TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA Luis Eduardo Maggi Tipos de Transporte Passivo Difusão simples Difusão facilitada Osmose Ativo Impulsionado pelo gradiente iônico Bomba de Na/K Em Bloco Endocitose: (Fagocitose,

Leia mais

22.05. O tipo básico de tecido epitelial é o de revestimento sendo os demais tecidos epiteliais (glandular e neuroepitélio) derivados desse.

22.05. O tipo básico de tecido epitelial é o de revestimento sendo os demais tecidos epiteliais (glandular e neuroepitélio) derivados desse. BIO 8E aula 22 22.01. O tecido epitelial de revestimento é pobre em substância intercelular e avascular. Existe também o tecido epitelial glandular que é derivado do tecido epitelial de revestimento. O

Leia mais

Sistema Cardiovascular

Sistema Cardiovascular Sistema Cardiovascular O sistema cardiovascular é responsável pela circulação do sangue. O sangue transporta: nutrientes obtidos na digestão; Oxigênio; Gás carbônico; Resíduos; Hormônios. Vasos Sanguíneos

Leia mais

Superlista Membrana plasmática

Superlista Membrana plasmática Superlista Membrana plasmática 1. (Unicamp 2015) O desenvolvimento da microscopia trouxe uma contribuição significativa para o estudo da Biologia. Microscópios ópticos que usam luz visível permitem ampliações

Leia mais

Aula: 12 Temática: Metabolismo das principais biomoléculas parte IV. Na aula de hoje iremos estudar a fermentação. Boa aula!

Aula: 12 Temática: Metabolismo das principais biomoléculas parte IV. Na aula de hoje iremos estudar a fermentação. Boa aula! Aula: 12 Temática: Metabolismo das principais biomoléculas parte IV Na aula de hoje iremos estudar a fermentação. Boa aula! Fermentação O Piruvato, produto da glicólise, pode continuar sendo processado

Leia mais

Sistema Respiratório Introdução

Sistema Respiratório Introdução Introdução Nesse caso, o termo respiração é empregado incluindo as trocas gasosas através do corpo e as trocas gasosas nas células dos diferentes tecidos. As trocas gasosas são realizadas através da superfície

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS

ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS RECUPERAÇÃO SEMESTRAL 3º Ano do Ensino Médio Disciplina: Biologia 1. Para os estudiosos, a manifestação de "... vida..." deve-se a características, tais como: ( ) uma composição química

Leia mais

TERAPÊUTICA DAS ALTERAÇÕES DO EQUILÍBRIO ÁCIDO-BÁSICO

TERAPÊUTICA DAS ALTERAÇÕES DO EQUILÍBRIO ÁCIDO-BÁSICO TERAPÊUTICA DAS ALTERAÇÕES DO EQUILÍBRIO ÁCIDOBÁSICO Introdução O ph do líquido extracelular é uma das variáveis mais rigorosamente reguladas do organismo. Os limites vitais da variação do ph para mamíferos

Leia mais

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM. (Hemodinâmica) Disciplina Fisiologia Fisiologia Cardiovascular

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM. (Hemodinâmica) Disciplina Fisiologia Fisiologia Cardiovascular Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Disciplina Fisiologia Fisiologia Cardiovascular (Hemodinâmica) Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento de Ciências Básicas Faculdade

Leia mais

Prof Thiago Scaquetti de Souza

Prof Thiago Scaquetti de Souza Prof Thiago Scaquetti de Souza SISTEMA RESPIRATÓRIO HUMANO Funções e anatomia O sistema respiratório humano possui a função de realizar as trocas gasosas (HEMATOSE). Esse sistema é composto pelas seguintes

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data!

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

Anatomia funcional do rim Função renal

Anatomia funcional do rim Função renal Anatomia funcional do rim Função renal Ganho Balanço diário Perda Ingestão Equilíbrio osmótico Bebidas e comidas Suor Pulmões Ingestão Metabolismo Metabolismo Urina Fezes Perdas Fluido extracelular Fluido

Leia mais

O corpo humano está organizado desde o mais simples até o mais complexo, ou seja, do átomo microscópico ao complexo organismo humano macroscópico.

O corpo humano está organizado desde o mais simples até o mais complexo, ou seja, do átomo microscópico ao complexo organismo humano macroscópico. 1 O corpo humano está organizado desde o mais simples até o mais complexo, ou seja, do átomo microscópico ao complexo organismo humano macroscópico. Note essa organização na figura abaixo. - Átomos formam

Leia mais

Sistema Endócrino É UM SISTEMA SOFISTICADO E SENSÍVEL FORMADO POR VÁRIOS ÓRGÃOS OU

Sistema Endócrino É UM SISTEMA SOFISTICADO E SENSÍVEL FORMADO POR VÁRIOS ÓRGÃOS OU SISTEMA ENDRÓCRINO Sistema Endócrino É UM SISTEMA SOFISTICADO E SENSÍVEL FORMADO POR VÁRIOS ÓRGÃOS OU GLÂNDULAS DIFERENTES QUE SECRETAM HORMÔNIOS. OS HORMÔNIOS SÃO MENSAGEIROS QUÍMICOS,GERALMENTE TRANSPORTADOS

Leia mais

COMO SURGEM OS TECIDOS

COMO SURGEM OS TECIDOS TECIDO EPITELIAL COMO SURGEM OS TECIDOS Nos seres de reprodução sexuada, que constituem a maioria dos organismos, todas as células surgem a partir de uma única célula, a célula-ovo. Esta sofre divisões

Leia mais

FUNÇÃO RENAL ACADÊMICO JOSÉ DE OLIVEIRA RODRIGUES

FUNÇÃO RENAL ACADÊMICO JOSÉ DE OLIVEIRA RODRIGUES ACADÊMICO JOSÉ DE OLIVEIRA RODRIGUES A função renal é formada por um conjunto de órgãos que filtram o sangue, produzem e excretam a urina. É constituída por um par de rins, um par de ureteres, pela bexiga

Leia mais

FARMACOLOGIA DOS DIURÉTICOS

FARMACOLOGIA DOS DIURÉTICOS Universidade Federal Fluminense Depto. Fisiologia e Farmacologia Disciplina de Farmacologia FARMACOLOGIA DOS DIURÉTICOS Profa. Elisabeth Maróstica INTRODUÇÃO PRINCIPAIS FUNÇÕES RENAIS: Excreção de produtos

Leia mais

Disciplina de Biologia e Geologia 10º ANO Ficha de Avaliação Sumativa Nome: Nº: Turma:10ºB Data: 07/03/2008

Disciplina de Biologia e Geologia 10º ANO Ficha de Avaliação Sumativa Nome: Nº: Turma:10ºB Data: 07/03/2008 Disciplina de Biologia e Geologia 10º ANO Ficha de Avaliação Sumativa Nome: Nº: Turma:10ºB Data: 07/03/2008 Cotação (pontos) 5 Leia com atenção e responda sucintamente às questões que se seguem! I 1. Seleccione

Leia mais

( ) A concentração intracelular de íons cálcio é o grande determinante da força de contração da musculatura cardíaca.

( ) A concentração intracelular de íons cálcio é o grande determinante da força de contração da musculatura cardíaca. Grupo de Fisiologia Geral da Universidade de Caxias do Sul Exercícios: Fisiologia do Sistema Cardiovascular (parte III) 1. Leia as afirmativas abaixo e julgue-as verdadeiras (V) ou falsas (F): ( ) A concentração

Leia mais

METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE

METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE RESPIRAÇÃO CELULAR Processo de produção de energia a partir da degradação completa de compostos orgânicos energéticos (ex.:

Leia mais

Orientações ao Professor Fundamentos de Fisiologia Humana

Orientações ao Professor Fundamentos de Fisiologia Humana ao Professor Fundamentos de 10 ao Professor A fisiologia é a base para as profissões que trabalham o corpo humano. O livro de Fundamentos de propicia o conhecimento dos aspectos fundamentais dos sistemas

Leia mais

FISIOLOGIA DO SANGUE HEMATÓCRITO ERITRÓCITOS OU HEMÁCIAS HEMATÓCRITO 07/10/2008 PLASMA: CELULAR:

FISIOLOGIA DO SANGUE HEMATÓCRITO ERITRÓCITOS OU HEMÁCIAS HEMATÓCRITO 07/10/2008 PLASMA: CELULAR: FISIOLOGIA DO SANGUE Sistema Circulatório PLASMA: semelhante ao líquido intersticial (2%) PROTEÍNAS PLASMÁTICAS (7%) Albumina pressão coloidosmótica Globulinas α e β transporte e substrato δ imunidade,

Leia mais

O SISTEMA RENINA-ANGIOTENSINA-ALDOSTERONA

O SISTEMA RENINA-ANGIOTENSINA-ALDOSTERONA O SISTEMA RENINA-ANGIOTENSINA-ALDOSTERONA Classicamente, o sistema renina-angiotensina-aldosterona (S-RAA) é descrito como um eixo endócrino no qual cada componente de uma cascata é produzido por diferentes

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO SISTEMA HORMONAL

SISTEMA ENDÓCRINO SISTEMA HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINO SISTEMA HORMONAL HORMÔNIOS 1. MENSAGEIROS QUÍMICOS PRODUZIDOS PELAS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS. 2. REGULADORES: - (ESTIMULANTES OU INIBIDORES) - (CRESCIMENTO, METABOLISMO, REPRODUÇÃO, ETC.)

Leia mais

GLICOCORTICÓIDES PRINCIPAIS USOS DOS FÁRMACOS INIBIDORES DOS ESTERÓIDES ADRENOCORTICAIS

GLICOCORTICÓIDES PRINCIPAIS USOS DOS FÁRMACOS INIBIDORES DOS ESTERÓIDES ADRENOCORTICAIS GLICOCORTICÓIDES - Hormônios esteroidais: Hormônios sexuais e Hormônios do Córtex da Adrenal. - Hormônios do Córtex da Adrenal: o Adrenocorticosteróides [glicocorticóides e (cortisol) e Mineralocorticóides

Leia mais

PRINCÍPIOS GERAIS DA HEMODINÂMICA: FLUXO SANGUÍNEO E SEU CONTROLE

PRINCÍPIOS GERAIS DA HEMODINÂMICA: FLUXO SANGUÍNEO E SEU CONTROLE PRINCÍPIOS GERAIS DA HEMODINÂMICA: FLUXO SANGUÍNEO E SEU CONTROLE Hemodinâmica = princípios que governam o fluxo sanguíneo, no sistema cardiovascular. Fluxo, Pressão, resistência e capacitância*: do fluxo

Leia mais

29/03/2012. Biologia. Principais glândulas endócrinas humanas

29/03/2012. Biologia. Principais glândulas endócrinas humanas Biologia Tema: Módulo 01: Anatomia e fisiologia Marcos Vinícius Introdução É um sistema que juntamente com o sistema nervoso atua no controle das funções gerais do nosso organismo. É representado pelos

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo Sgrillo.ita@ftc.br E da onde vem esta energia?? E o que é Bioenergética? Para manterem-se vivos e desempenharem diversas funções biológicas os organismos necessitam continuamente

Leia mais

Aluno (a): Turma: Data: / / Lista de exercícios de Ciências 8º ano

Aluno (a): Turma: Data: / / Lista de exercícios de Ciências 8º ano Aluno (a): Turma: Data: / / Lista de exercícios de Ciências 8º ano 1. Na pirâmide alimentar, que alimentos precisam ser consumidos em maior quantidade? a) Carboidratos complexos, como alimentos integrais

Leia mais

EXCREÇÃO COMPARADA. Profº Moisés Myra Araújo, por www.bioloja.com

EXCREÇÃO COMPARADA. Profº Moisés Myra Araújo, por www.bioloja.com EXCREÇÃO COMPARADA Profº Moisés Myra Araújo, por www.bioloja.com EXCREÇÃO Através da excreção são eliminadas substâncias tóxicas do organismo (como resíduos nitrogenados provenientes do metabolismo de

Leia mais

FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA

FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas Lab. Regulação Central do Sistema Cardiovascular Prof. Hélder Mauad FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA Aula 01 Organização

Leia mais

METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE

METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE RESPIRAÇÃO CELULAR Processo de produção de energia a partir da degradação completa de compostos orgânicos energéticos (ex.:

Leia mais

Prof Me Alexandre Rocha

Prof Me Alexandre Rocha Prof Me Alexandre Rocha alexandre.personal@hotmail.com www.professoralexandrerocha.com.br login: profrocha e senha: profrocha www.avaliacaoja.com.br www.professoralexandrerocha.com.br 1 Função O propósito

Leia mais

Qual é o objeto de estudo da Fisiologia Humana? Por que a Fisiologia Humana é ensinada em um curso de licenciatura em Educação Física?

Qual é o objeto de estudo da Fisiologia Humana? Por que a Fisiologia Humana é ensinada em um curso de licenciatura em Educação Física? Fisiologia Humana QUESTÕES INICIAIS 1 2 3 Qual é o objeto de estudo da Fisiologia Humana? Por que a Fisiologia Humana é ensinada em um curso de licenciatura em Educação Física? Qual a importância dos conhecimentos

Leia mais