V CONGRESSO DE ENSINO E PESQUISA DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM MINAS GERAIS

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1 Prosopografia, ligação nominativa, biografia: algumas maneiras de se conhecer trajetórias de professoras. 1 Cecília Vieira do Nascimento Faculdade de Educação/UFMG Eixo: Fontes, categorias e métodos de pesquisa em História da Educação. O interesse por estudos de trajetórias (biografias, prosopografias, histórias de vida), tem como mote um demarcado posicionamento no tradicional debate em torno do lugar do indivíduo na história. Sem pretender retomar tais discussões, proponho-me, neste texto, compreender como estudos que primam pelo cotidiano, pelas subjetividades e pela busca do sentido da ação humana por via de trajetórias têm utilizado de recursos como a prosopografia, a biografia e a ligação nominativa. A leitura que proponho desses estudos parte de um princípio fundante: trajetórias representam procedimentos de pesquisa, sendo, portanto, definido como meio, não contendo uma finalidade em si. Isto dito, conclui-se pela impossibilidade de formular e sistematizar questões gerais que possam ser aplicadas a diversos estudos dessa natureza, uma vez que questões procedimentais de pesquisa devem ser solucionadas em sua vivência, no levantamento dos dados, na escrita do trabalho, enfim, na lida com a pesquisa. Dois movimentos foram pensados para este texto: num primeiro, busco dialogar com estudos que lançam mão de trajetórias (individuais e/ou de grupos), discutindo a forma como o fazem e as principais questões suscitadas por eles, no que diz respeito a esse procedimento. E, em um segundo momento, desenvolvo como tais questões tem ressoado na pesquisa de doutorado que venho realizando 2, em que me proponho reconstituir trajetórias de algumas mulheres professoras da cidade de Sabará, província de Minas Gerais, entre as décadas de 30 e 80 do século XIX. Percebe-se na história uma longínqua discussão em torno das trajetórias individuais (biográficas) e/ou de grupos (prosopográficas) como forma legítima de si fazer história. E elas têm sido utilizadas das mais diversas maneiras. Mas, como nos lembra Carla Chamon (2005), dizer que se estuda trajetória não encerra a discussão, uma vez que a diversidade do seu emprego denuncia a perspectiva frente à história de quem a escreve, de forma demarcada no que diz respeito à sua utilidade. Orientada por interesses de leitura e, possivelmente, por uma certa comodidade, selecionei dois trabalhos que dialogaram com trajetórias, cada um a sua maneira, para responder problemas de pesquisa bastante distintos, mas que entendo serem exemplares nas reflexões em torno de trajetórias. Além disto, ambos, pelas opções de narrativa que adotam, utilizam-se de procedimentos de pesquisa que consideram a relevância de se agregar à historiografia certo valor democrático (conforme expressão de Sabina 1 Esta pesquisa conta com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais/FAPEMIG e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/CNPq. 2 Pesquisa orientada pelo professor Luciano Mendes de Faria Filho.

2 Loriga, 1998), à medida que atribuem relevo a indivíduos que abordagens generalizantes não conseguem perceber. O primeiro deles é o trabalho biográfico realizado por Carla Chamon (2005), que em sua tese de doutorado analisou a trajetória profissional de Maria Guilhermina Loureiro de Andrade, educadora, tradutora, escritora, e, sobretudo, importante propositora no campo educacional brasileiro entre os séculos XIX e XX. O estudo toma a condição religiosa de Maria Guilhermina que se converte ao protestantismo de vertente presbiteriana e o elege como porta de entrada para a investigação de sua trajetória profissional foco da pesquisa. Isso se deve ao fato de Maria Guilhermina, em função dos estreitos vínculos com grupos presbiterianos no Brasil, ter passado quatro anos nos Estados Unidos, onde teve contato com a pedagogia daquele país. Sua experiência nos Estados Unidos é tida como divisor de águas em sua trajetória profissional, influenciando sobremaneira as proposições que sistematizará para a educação brasileira, ora materializada em sua prática educativa, ora organizada em forma de livros, compêndios. A leitura do trabalho de Carla Chamon e do modo como operacionaliza um estudo de uma trajetória particular são bastante reveladores das potencialidades e limites desse procedimento de pesquisa. De forma solidária aos leitores, compartilha, tanto na descrição metodológica da pesquisa quanto na sua feitura, uma série de importantes questões que passo a apresentar, em forma de tópicos, para efeito de síntese, sem perder de vista a interlocução e interdependência entre eles. - Trajetória não é percurso, caminho contínuo. Se ao historiador cabe a tarefa de narrar uma trajetória, e em nome da harmonia e inteligibilidade opta pelo desencadeamento de fatos, é importante salientar que a vivência de tais acontecimentos e da vida não coincide com essa narração harmônica, uma vez que a história não é mera sucessão de acontecimentos. Sujeito e seu espaço social são múltiplos, fragmentados, diversos, interdependentes: um vir-a-ser constante. A armadilha teleológica de narrar eventos numa seqüência coerente e encadeada, em uma aparente ordem cronológica, pressupõe que fatos e acontecimentos reais estiveram necessariamente ligados uns aos outros, de maneira simultânea. Vida vivida talvez tenha uma riqueza inapreensível (esperanças, conjecturas, frustações). E como nos lembra Sabina Loriga (1998), vida vivida não é vida narrada. - Narração produz efeito cognitivo. Em alguns momentos torna-se importante relembrar o que em princípio pode nos parecer óbvio: a narrativa produz efeito cognitivo. Na clássica biografia de São Luis, escrita por Jacques Le Goff, este diz que o relato de uma vida (...) não é só a coleção de tudo o que se pode e de tudo o que se deve saber sobre uma personagem (LE GOFF, 1999, p. 71). Não somente os indícios, as evidências, os silêncios, sentidos e escolhas de alguns aspectos em detrimento de outros, mas a própria maneira como escolhe narrar tem

3 conseqüências no conhecimento que se produz. Haja vista a diversidade dos modos de se fazer trajetórias. - Trajetórias como ímã. Estudar trajetórias implica em arrastar o indivíduo estudado através da história, como se fosse um ímã em uma limalha. Implica situá-lo nos campos possíveis onde o indivíduo se move e se constitui. Implica também falar de uma série de assuntos que de forma direta ou tangencial refletem sua trajetória. No caso do estudo sobre Maria Guilhermina e sua trajetória profissional, Chamon relata somente ter sido possível dar inteligibilidade à sua trajetória articulando-a a uma série de outros aspectos, como por exemplo, educação feminina, ensino particular, métodos de ensino, influência do pensamento educacional norte-americano no Brasil, ensino elementar, livro didático, e uma série de outras temáticas afins. Reconstituir trajetórias de indivíduos, mesmo sendo de um aspecto particular de sua vida, requer uma mobilização de seus múltiplos pertencimentos. Quando Chamon atribui sentido e significado à vida profissional de Maria Guilhermina, ela o faz na articulação com diversos elementos de seu pertencimento: feminino, econômico, social, e, sobretudo religioso. Contudo, a consciência da diversidade da condição humana não deve ser confundida com a busca de sua integralidade, plenitude, completude... ilusória. - Trajetória pressupõe estudo de sociabilidades Importante perceber que os indivíduos se organizam em grupos que partilham certa sensibilidade frente às questões do seu tempo, por meio de trocas, articulações, contatos. São vinculações afetivas, sociais, religiosas, políticas, com níveis de formalização distintos, e que indiciam elementos importantes da vida do indivíduo e o restituir nas redes de relações concretas que estabelece. Rede de sociabilidade, importa destacar, não é compreendida por Chamon, na leitura que propõe da trajetória de Maria Guilhermina, sob um ponto de vista determinista, mas algo sobre o qual não se pode prescindir, servindo como um quadro de referências, permitindo situar e dar maior inteligibilidade a seus pensamentos, opções, ações. - Procedimentos indiciários Arrastar o sujeito na história não é prática simples, sobretudo quando os registros deixados pela história não são tão abundantes assim. Se esbarramos nas dificuldades e nos limites impostos pelas fontes, podemos pensar em algumas estratégias, e Carla Chamon mais uma vez nos ajuda nesse aspecto, quando conta ter lançado mão de dois procedimentos, devedores de Carlo Ginzburg: a tentativa de deixar falar indícios e possibilidades históricas, por meio de resíduos, dados marginas, que segundo o historiador, seriam zonas privilegiadas para se dar visibilidade à realidade opaca. Além da inspiração no método indiciário, pretendeu percorrer os caminhos de Maria Guihermina, tendo seu nome como fio condutor na análise da documentação consultada fio de Ariana buscando construir uma espécie de teia, de tecido social no qual estava inserida.

4 O nome como pista é elemento revelador da abordagem de Carlo Ginzburg (1989) e, segundo ele, o nome é aquilo que distingue um indivíduo dos outros em todas as sociedades conhecidas, nos servindo como guia, pista para utilizar uma expressão cara à Ginzburg no labirinto documental. Mas Chamon nos adverte quanto ao fato de o nome, se por um lado pode ser bom guia em diferentes tempos e lugares, ele não diz mais do que isso, correndo o risco de nos perdermos, tentando perseguir, por meio dele, uma essência do indivíduo. Lançar mão do nome do indivíduo como procedimento de pesquisa é recurso igualmente caro ao método da ligação nominativa, que consiste em captar um indivíduo e/ou seus familiares em diversas fontes, por meio da ligação de nomes. O método pretende reconstituir trajetórias de indivíduos em suas mais diversas etapas de vida, utilizando-se de fontes que produzam dados sobre seu nascimento, vida escolar, profissional, casamento, óbito, ou ainda a reconstituição de trajetórias familiares (por meio da micro-demografia, muitas vezes). Um clássico estudo que se utiliza do método da ligação nominativa é o de Robert Slenes, Na senzala uma flor. De forma semelhante ao fio de Ariana, ligação nominativa de fontes pretende seguir pessoas (indivíduos ou grupos) no tempo e entre séries documentais diferentes. No caso do Slenes, focalizava práticas escravistas em um único município (Campinas), ao longo de um século (XIX). Em geral, pretende-se perceber (testar) como determinado fato, fenômeno, ressoa em determinado grupo, em localidade circunscrita. Importante perceber que Slenes não se filia a um procedimento, mas antes o emprega à medida que suas preocupações de pesquisa assim o indicam. Utiliza-se do método de ligação nominativa especificamente no capítulo dois de seu livro, quando apresenta os resultados de um trabalho de ligação de fontes, visando construir uma visão longitudinal da família escrava, como forma de testar as conclusões baseadas apenas em dados e documentos censitários. A perspectiva do teste, mesmo que de forma tácita, está presente em muitos dos trabalhos que se utilizam da ligação nominativa, considerando, inclusive, a freqüência com que operam em escala de observação reduzida. Pretendem perceber aspectos que outras escalas de observação não possibilitariam Se estudos como os de Carla Chamon e de Robert Slenes são reveladores das potencialidades de trabalhos dessa natureza, deparo-me com o possível das fontes. Percorrer o fio de Ariana torna-se tarefa mais difícil quando há silenciamento de registros de mulheres e homens sem tanta visibilidade histórica 3. 3 Em geral, por suas características, os estudos de trajetórias têm se concentrado em grupos e/ou indivíduos com condições privilegiadas, ou seja, aqueles que de alguma forma tiveram mais oportunidades de registrar seus feitos e atividades.

5 Em que pese tais dificuldades, tenho tentado reconstituir trajetórias de doze (12) professoras que atuaram no termo de Sabará, no decorrer dos oitocentos. Em levantamento preliminar, encontrei registros de mais de uma centena de professoras atuando no termo de Sabará e, dentre essas, cerca de duas dezenas davam aulas nessa cidade. O critério preliminar de centrar o estudo nas professoras que atuavam na cidade de Sabará foi um pouco alterado em função de perceber uma significativa mobilidade geográfica entre as professoras desse termo, além da necessidade de incorporar aspectos outros que esse critério não contemplava, como por exemplo, a significativa presença de professoras de uma mesma família, nem sempre atuando somente na cidade de Sabará, mas em seu entorno. As professoras selecionadas foram as seguintes: Dona Maria Anna d Assumpção (trabalhou com professora durante muitas décadas, desde pelo menos a década de 30), Dona Rita Casimira da Gama Labarão (atuando desde a década de 40, pelo menos); Dona Francisca de Paula Adelaide Moura (atuando na década de 50), Dona Beatriz Carolina de Moura (atuando na década de 80), Dona Miquelina Henriqueta do Carmo (atuou em várias localidades da província, como Mariana, Serro, Diamantina, desde pelo menos a década de 60; em 70 avaliava trabalhos de agulhas de opositoras ao magistério, em Sabará), Dona Ambrosina Laurinda da Silva (atuando pelo menos desde a década de 70, tornou-se normalista, passando à examinadora da Escola Normal de Sabará); Maria Verônica Gomes do Bom Sucesso (professora particular que atuava na década de 70, recorrentemente mencionada sem a referência dona, o que permite induzir que trata-se de mulher não-branca), Dona Amélia Josina de Azeredo Coutinho (década de 70), Dona Isabel Iria de Azeredo Coutinho (década de 80), Dona Maria Gabriela de Azeredo Coutinho (década de 70), Dona Maria José de Azeredo Coutinho (década de 80, normalista) e Dona Maria do Carmo de Azeredo Lopes (atuando na década de 70). Por meio dessa amostra de professoras, objetivo compreender as vias que as autorizaram à docência, propondo-me a responder ao seguinte questionamento: como essas mulheres elaboraram a condição de professoras? Quais eram normalistas, quais receberam o magistério como herança familiar, quantas se beneficiaram de sociabilidades, enfim, o que esse grupo mobilizou para alcançarem o magistério, no decorrer do século dezenove. Estudar a trajetória profissional de um grupo de mulheres professoras, em um espaço geográfico circunscrito, parte de uma aposta na potencialidade de se pensar a relação entre docência e magistério de forma menos homogênea. A historiografia da educação tem consolidado a idéia de que a institucionalização das escolas normais no Brasil e em Minas Gerais, que se deu entre as décadas finais do século XIX e as décadas iniciais do século XX, foi o espaço que legitimou a inserção feminina na docência, à medida que divulgou, construiu lançando mão de uma série de conhecimentos e pensamentos que circulavam naquele período a adequação do ofício de professor ao universo entendido como sendo feminino, por sua condição natural. Em Minas, o que nos parece é que as mulheres não esperaram pela escola normal. Quando essas instituições vão se consolidando na província, o número de mulheres professoras parecia significativo (Faria Filho, et.al, 2005). Se não pelas escolas normais, por onde entram? Outro argumento consensual, muito em função da experiência formativa da Corte, é a vinculação entre docência feminina e prática, uma vez que, após a reforma de Couro Ferraz, de 1854, a candidata à professora formava-se pela via da prática de adjunta impregnação cultural adquirindo os segredos e as regras do oficio

6 por meio da observação de professores já experientes. (Gondra e Schueller, 2008). Essa experiência não parece coincidir com a formação das professoras em Minas Gerais. Considerando esses aspectos, parece-me potencialmente reveladora a possibilidade de aproximação com um grupo circunscrito de professoras. E essa aproximação tem se dado levando em consideração o método da ligação nominativa. Indícios, pistas, teia, rede de sociabilidade que tem como referência inicial 12 nomes de mulheres, com o intuito de perceber elementos quanto às relações, redes, condições sociais, religiosas, étnicas, generacionais delas, elementos de suas vidas pessoais que muito possivelmente são reveladores de suas atuações profissionais. Nesse intento, parto de registros que pontuam momentos como: matrícula, posse, licença, transferência, aposentadoria, fornecidos pelos registros do Arquivo Público Mineiro, no fundo da Instrução Pública. Mas e quanto ao percurso que autorizou tal inserção? Tenho mobilizado séries documentais diversas, como inventários e testamentos (posses, condições sociais e materiais, parentescos), documentos eclesiásticos (que indicam batismo, casamento, óbito, incluindo a possibilidade de antever expectativas de vida), jornais que circulavam em Sabará (fornecendo dados sobre universo urbano e seus personagens, incluindo um Almanaque que registra endereço dos moradores, viabilizando sua localização espacial na cidade), registros da Câmara Municipal de Sabará. O que tem aparecido como zona privilegiada em minhas análises preliminares diz respeito às relações familiares das professoras. Acredito que a perspectiva do magistério como herança é um dos elementos possíveis de leitura da presença feminina no magistério perspectiva essa que tem alguma presença nos estudos sobre a temática. Em função disso, incluo, dentre as doze mulheres analisadas, dois grupos de professoras em que o pertencimento familiar parece ter algum peso. A escolha pelos dois grupos justifica-se pelo fato de tentar compreender se esses dois grupos lançam mão de estratégias semelhantes. Mas outras zonas, mais opacas, em virtude da ausência de dados e de indícios que ajudassem a decifrá-las, ainda podem aparecer na lida com a documentação, e nos fios que ainda pretendo encontrar. Por ora, dada à incipiência da pesquisa, registro a relevância de estudos metodologicamente bem estruturados, servindo como referencial importante para pesquisas que se propõem a seguir passos semelhantes. Referencias bibliográficas: CAMPOS, Pedro Marcelo P. de. Biografia, prosopografias, análises e histórias de vida. XII Encontro Regional de História ANPUH, Niterói, (CD-ROM). CHAMON, Carla Simone. Maria Guilhermina Loureiro de Andrade: a trajetória profissional de uma educadora (1869/1913). Tese (doutorado) Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, 2005.

7 FARIA FILHO, Luciano Mendes de ; LOPES, Eliane Marta Teixeira ; JINZENJI, M. Y. ; SÁ, Carolina Mafra de ; NASCIMENTO, Cecília Vieira Do ; MACEDO, Elenice Fontoura de Paula ; ROSA, Walquíria Miranda. A história da feminização do magistério no Brasil: balanço e perspectivas de pesquisa. In: Ana Maria Casasanta Peixoto; Mauro Passos. (Org.). A escola e seus atores. Educação e profissão docente. Belo Horizonte: Autêntica, 2005, v. 1, p GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas e sinais: morfologia e história. São Paulo: Companhia das Letras, GONDRA, J. G.; SCHUELER, Alessandra Frota Martinez. Educação, poder e sociedade no Império brasileiro. 1. ed. São Paulo: Cortez, v p. LE GOFF, Jacques. São Luis: biografia. Rio de Janeiro: Record, LORIGA, Sabina. A biografia como problema. In: REVEL, Jacques (org.) Jogos de Escalas: a experiência da microanálise. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1998, p SLENES, Robert W. Na senzala, uma flor: esperanças e recordações na formação da família escrava - Brasil Sudeste, século XIX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

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