Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2.ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais

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1 1 Recurso Cível JEF: Recorrente(s): CELSO BANG FIGUEREDO Recorrido(s): INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS Relator: Juiz Federal Leonardo Castanho Mendes RELATÓRIO Trata-se de recurso interposto pelo autor contra sentença que julgou parcialmente procedente o seu pedido de revisão. Insurge-se o autor alegando que para período anterior a 1996 não existia rubrica específica indicando o orçamento das escolas, o que não significa que o orçamento não existisse. Destaca, ainda, que sempre participou de atividades práticas, sendo necessário, portanto, o uniforme, o que caracterizaria a remuneração indireta. Aduz que para os anos de 1964 a 1966 consta informação de que os alunos da Escola produziam e industrializavam produtos de origem animal e vegetal e os resultados da comercialização dos mesmos revertiam, em espécie, em benefício dos alunos. Por fim destaca que houve cerceamento de defesa, uma vez que o autor requereu a produção de prova oral para comprovar o recebimento de remuneração indireta o juiz indeferiu o pedido. Sem contrarrazões vieram os autos conclusos. É o relatório. VOTO Mantenho a sentença por seus próprios fundamentos. Transcrevo a seguir trecho da sentença que adoto como razão de decidir: A parte autora postulou a revisão do seu benefício previdenciário de aposentadoria proporcional por tempo de serviço (NB/ ; DER: 10/02/1998), computando-se o tempo de serviço urbano laborado sob a condição de aluno-aprendiz (01/03/1959 a 01/10/1966). Ressalto que a parte autora protocolou requerimento administrativo de revisão na data de 08/09/2005.

2 2 O art. 60, XXII, do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/1999, estabelece: Art. 60. Até que lei específica discipline a matéria, são contados como tempo de contribuição, entre outros: (...) XXII - o tempo exercido na condição de aluno-aprendiz referente ao período de aprendizado profissional realizado em escola técnica, desde que comprovada a remuneração, mesmo que indireta, à conta do orçamento público e o vínculo empregatício. (Incluído pelo Decreto nº 6.722, de 2008). Já o Enunciado nº 24 da AGU, de 09 de junho de 2008, elenca: É permitida a contagem, como tempo de contribuição, do tempo exercido na condição de aluno-aprendiz referente ao período de aprendizado profissional realizado em escolas técnicas, desde que comprovada a remuneração, mesmo que indireta, à conta do orçamento público e o vínculo empregatício.. A Instrução Normativa INSS/PRES nº 45, de 06 de agosto de 2010, estabelece em seu art. 92: Art. 92. Os períodos de aprendizado profissional realizados até 16 de dezembro de 1998, data da vigência da Emenda Constitucional nº 20, de 1998, serão considerados como tempo de serviço/contribuição independentemente do momento em que o segurado venha a implementar os demais requisitos para a concessão de aposentadoria no RGPS, podendo ser contados: I - os períodos de frequência às aulas dos aprendizes matriculados em escolas profissionais mantidas por empresas ferroviárias; II - o tempo de aprendizado profissional realizado como aluno aprendiz, em escolas técnicas, com base no Decreto-Lei nº 4.073, de 30 de janeiro de 1942 (Lei Orgânica do Ensino Industrial), a saber: a) período de frequência em escolas técnicas ou industriais mantidas por empresas de iniciativa privada, desde que reconhecidas e dirigidas a seus empregados aprendizes, bem como o realizado com base no Decreto nº , de 6 de outubro de 1952, em curso do Serviço Nacional da Indústria SENAI, ou Serviço Nacional do Comércio SENAC, ou instituições por eles reconhecidas, para formação profissional metódica de ofício ou ocupação do trabalhador menor; e b) período de frequência em cursos de aprendizagem ministrados pelos empregadores a seus empregados, em escolas próprias para essa finalidade, ou em qualquer estabelecimento de ensino industrial; III - os períodos de frequência em escolas industriais ou técnicas da rede federal de ensino, estadual, distrital e municipal, bem como em escolas equiparadas, ou seja, colégio ou escola agrícola, desde que tenha havido retribuição pecuniária à conta do Orçamento da União, ainda que fornecida de maneira indireta ao aluno; e IV - os períodos citados nos incisos anteriores serão considerados, observando que: a) o Decreto-Lei nº 4.073, de 1942, vigente no período compreendido entre 30 de janeiro de 1942 a 15 de fevereiro de 1959, reconhecia o aprendiz como empregado, bastando assim a comprovação do vínculo; b) o tempo de aluno aprendiz desempenhado em qualquer época, ou seja, mesmo fora do período de vigência do Decreto-Lei nº 4.073, de 1942, somente poderá ser considerado como tempo de contribuição, desde que comprovada a remuneração e o vínculo empregatício, conforme Parecer MPAS/CJ nº 2.893, de 12 de novembro de 2002; e c) considerar-se-á como vínculo e remuneração a comprovação de frequência e os valores recebidos a título de alimentação, fardamento, material escolar e parcela de renda auferida com a execução de encomendas para terceiros, entre outros..

3 3 No caso concreto, o ponto controvertido é a comprovação do tempo de serviço urbano comum (aluno-aprendiz) no período de 01/03/1959 a 01/10/1966. Segundo a Súmula nº 18 da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência e a Súmula nº 96 do Tribunal de Contas da União: Súmula nº 18 da TNU: Provado que o aluno aprendiz da Escola Técnica Federal recebia remuneração, mesmo que indireta, à conta do orçamento da União, o respectivo tempo de serviço pode ser computado para fins de aposentadoria previdenciária.. Súmula nº 96 do TCU: Conta-se para todos os efeitos, como tempo de serviço público, o período de trabalho prestado, na qualidade de aluno-aprendiz, em Escola Pública Profissional, desde que comprovada a retribuição pecuniária à conta do Orçamento, admitindo-se, como tal, o recebimento de alimentação, fardamento, material escolar e parcela de renda auferida com a execução de encomendas para terceiros.. Cabível, ainda, citar a jurisprudência do TRF4, in verbis: PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS INFRINGENTES. ALUNO-APRENDIZ. ESCOLA TÉCNICA PÚBLICA. CONTAGEM. TEMPO DE SERVIÇO. CONTRAPRESTAÇÃO. - O tempo de estudante como aluno-aprendiz em escola técnica pode ser computado para fins de complementação de tempo de serviço, com fins previdenciários, em face da remuneração percebida, ainda que de forma indireta, e da existência do vínculo empregatício. Precedentes do STJ. - Havendo prova da contraprestação estatal pelos serviços prestados na condição de aluno de escola técnica mantida por Governo, deve ser reconhecido o período como tempo de serviço para fins previdenciários. Precedentes do STJ e Súmula 96 do TCU. - Embargos infringentes improvidos. (TRF - 4ª R, EINF /RS, Terceira Seção, Data da Decisão: 04/02/2010, D.E. DATA: 19/02/2010, Relatora: Des. Fed. Loraci Flores de Lima). Relativamente ao período de 1959 a 1960, a parte autora apresentou a Certidão de Tempo de Aluno Aprendiz emitida pela Escola Estadual Técnica Celeste Gobbato. Apresentou, ainda, outra certidão expedida pela mesma instituição de

4 4 ensino, sendo que o aludido documento comprova que o autor freqüentou aulas teóricas e atividades práticas em agropecuária em regime de internato, recebendo alimentação, fardamento e material escolar por dotação orçamentária do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul, conforme contido na Súmula nº 96 do TCU, bem como parcela de renda auferida com a execução de encomenda para terceiros. As referidas certidões estão anexadas no E2 (PROCADM3) e no E80 (PROCADM2). Assim, entendo que tais certidões constituem início de prova material hábil a corroborar a alegação do autor, visto que declaram expressamente que o demandante efetivamente recebia remuneração, ainda que de forma indireta (alimentação, fardamento e material escolar), pelo exercício da atividade de aluno-aprendiz. Por conseguinte, reconheço o período cumprido pelo autor (aluno-aprendiz) em regime de internato no estabelecimento mencionado, compreendido entre 01/03/1959 a 15/12/1960, o qual totaliza 01 ano, 06 meses e 13 dias (já descontados 87 dias de férias escolares em cada ano, conforme certidão). Já quanto ao interregno de 1961 a 1962, foram apresentados os seguintes documentos (E2; E3 e E80): Caderneta Escolar (Curso de Iniciação Agrícola) referente ao ano de 1961; boletins de notas escolares (habilitação do aluno) referente aos anos de 1961 e 1962; Certidão de Escolaridade expedida pela Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul demonstrando que o autor exerceu a atividade de aluno-aprendiz na Escola Agrícola Canadá (01/03/1961 a 20/12/1961 e 01/03/1962 a 20/12/1962); certidão expedida pela Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul, informando que inexistia dotação orçamentária, no período em questão, cuja rubrica corresponda à destinação prevista na Súmula nº 96 do Tribunal de Contas da União. Com relação ao período de 1963 a 1965, foram anexados os seguintes documentos (E2; E3 e E80): boletins de notas escolares (habilitação do aluno) referente aos anos de 1963, 1964 e 1965; Certificado de Conclusão de Curso atestando que de acordo com os resultados obtidos no ano letivo de 1965, o autor estava habilitado a cursar o 2º ciclo do Ensino Médio Técnico Agrícola; Certidão de Tempo de Serviço expedida pela Escola Estadual de 2º Grau Dr. João Simplício Alves de Carvalho, Viamão/RS, atestando que o requerente freqüentou aulas em referida instituição de ensino no período de 01/03/1964 a 20/12/1966; Certidão de Escolaridade expedida pela Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul demonstrando que exerceu a atividade de alunoaprendiz na Escola Técnica de Agricultura Dr. João Simplício Alves de Carvalho (01/03/1963 a 20/12/1963, 01/03/1964 a 15/07/1964, 01/08/1964 a 20/12/1964, 01/03/1965 a 15/07/1965 e 01/08/1965 a 20/12/1965); Certidão expedida pela Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul, informando que inexistia dotação orçamentária, no período em questão, cuja rubrica corresponda à destinação prevista na Súmula nº 96 do Tribunal de Contas da União. Já quanto ao ano de 1966, foram apresentados os seguintes documentos (E2, E3 e E95): diploma expedido pela Escola Técnica de Agricultura do município

5 5 de Viamão/RS onde está descrito que o requerente concluiu o curso de Técnico Agrícola em 1966; Ficha de Aluno (Curso de Formação de Topógrafos) onde consta que o autor concluiu o curso de Técnico Rural em 01/10/1966; certidão expedida em 10/08/1967, atestando que o demandante cumpriu o Estágio de Habilitação Profissional com especialização na área de conservação de solo; Certidão de Tempo de Serviço expedida pela Escola Estadual e 2º Grau Dr. João Simplicio Alves de Carvalho, de Viamão/RS, atestando que o requerente freqüentou aulas em referida instituição de ensino no período de 01/03/1964 a 20/12/1966; Declaração expedida pelo INCRA em 06/06/1977, constando que o demandante freqüentou o curso de Topógrafo junto ao IBRA no período de 05/1966 a 10/1966. Desconsidero os documentos apresentados em nome de Olices Osmar Santini, pois estranhos ao demandante e aos presentes autos. Relativamente aos períodos de 1961 a 1962, 1963 a 1965 e 1966, os documentos apresentados pela parte autora não comprovam a existência de vínculo empregatício nem de remuneração para o período, assim, não restou comprovado que o autor recebia remuneração, ainda que de forma indireta, pelo exercício da atividade de aluno-aprendiz. Diante do exposto, entendo que tão somente o período de 01/03/1959 a 15/12/1960 (o qual totaliza 01 ano, 06 meses e 13 dias, já descontados 87 dias de férias escolares em cada ano, conforme certidão) pode ser considerado como de exercício da atividade de aluno-aprendiz e, conseqüentemente, como tempo de serviço para fins previdenciários. Registro, em atenção às razões recursais, que o documento mencionado pelo autor em sede recursal (doc. PROCADM4 evento 3), e que comprovaria o recebimento de remuneração devido à comercialização de produtos de origem animal e vegetal, refere-se a Olices Osmar Santini, ou seja, pessoa estranha ao processo. Dessa forma, referido documento não pode ser aceito como prova. De outro lado, embora o autor tenha comprovado que para o período anterior a 1996 não existia rubrica específica indicando o orçamento das escolas, entendo que não é possível presumir a existência de remuneração, ainda que indireta. A súmula 18 da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais é clara ao dispor que deve ser comprovado o recebimento de remuneração pelo aluno aprendiz, ainda que indireta, à conta do orçamento da União. O fato de o aluno participar de aulas práticas não é indicativo, por si só, de que recebia uniformes e material didático. Por fim, também não assiste razão ao autor ao alegar cerceamento de defesa, em razão do indeferimento da produção de prova testemunhal. Os documentos apresentados já foram suficientes para a análise do pedido, cabendo ao juiz indeferir as diligências inúteis ou meramente protelatórias,

6 6 segundo o art. 130, do Código de Processo Civil. Registre-se, ainda, que diante da ausência de início de prova material acerca da remuneração a prova testemunhal não seria suficiente para o reconhecimento dos períodos controvertidos. Conclusão Esse o contexto, voto por NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO DO AUTOR, para manter a sentença por seus próprios fundamentos, com base no permissivo do artigo 46, da Lei nº 9.099/95, aplicável subsidiariamente aos Juizados Especiais Federais. Condeno o recorrente ao pagamento de honorários advocatícios, que fixo em 10% sobre o valor da condenação (Lei nº 9.099/95, art. 55), condenação suspensa, na forma do art. 12 da Lei 1.060/50, enquanto persistir a assistência judiciária gratuita deferida. Considero prequestionados especificamente todos os dispositivos legais e constitucionais invocados na inicial, contestação, razões e contrarrazões de recurso, porquanto a fundamentação ora exarada não viola qualquer dos dispositivos da legislação federal ou a Constituição da República levantados em tais peças processuais. Desde já fica sinalizado que o manejo de embargos para prequestionamento ficarão sujeitos à multa, nos termos da legislação de regência da matéria. É como voto. Leonardo Castanho Mendes Juiz Federal Relator

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