MDL e Eficiência Energética: Oportunidades no Setor Industrial

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1 Seminário de Oportunidades para Financiamento de Projetos de Eficiência Energética e MDL Fundação Getúlio Vargas MDL e Eficiência Energética: Oportunidades no Setor Industrial F U N D A Ç Ã O B R A S I L E I R A P A R A O D E S E N V O L V I M E N T O S U S T E N T Á V E L

2 MDL e Eficiência Energética: Oportunidades no Setor Industrial Sumário 1. O MDL visão geral 5. Onde estão as oportunidades: A matriz energética do setor industrial brasileiro Os sub-setores industriais de maior consumo energético e de maior emissão 3. Redução de emissões: projetos típicos do setor industrial 4. As oportunidades de financiamento de projetos pelo MDL 5. Comentários finais 2

3 O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo Instrumento da Convenção sobre Mudança do Clima O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), estabelecido no Protocolo de Quioto, visa prestar assistência às Partes Anexo 1 da Convenção do Clima para que cumpram seus compromissos quantificados de limitação e redução de gases de efeito estufa (GEE), através da implementação de atividades de projeto em países em desenvolvimento O primeiro período de compromisso para a redução das emissões vai de 2008 a

4 Principais Gases de Efeito Estufa e suas Contribuições Principais Gases de Efeito Estufa, Tempo de Vida, Potencial de Aquecimento Global e Contribuição ao Aquecimento Global: T. Vida(anos) Pot. Aquecimento Contribuição - Dióxido de Carbono (CO 2 ) % - Metano (CH 4 ) % - Óxido Nitroso (N 2 O) % Fonte: IPCC

5 Reduções Certificadas de Emissões (RCEs) Uma unidade de Redução Certificada de Emissões (RCE) é igual a uma tonelada métrica de dióxido de carbono equivalente (CO 2 eq), calculada de acordo com o Potencial de Aquecimento Global, índice divulgado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) e utilizado para uniformizar as quantidades dos diversos gases de efeito estufa em termos de CO2 eq, possibilitando que reduções de diferentes gases sejam somadas 5

6 Documento de Concepção do Projeto Documento que descreve as atividades do projeto. Inclui a descrição das metodologias da linha de base (baseline) e de cálculo da redução de emissões de GEE Contém a definição do período de obtenção dos créditos, o plano de monitoramento, a justificativa para adicionalidade, o relatório de impactos ambientais entre outras informações 6

7 Estrutura Institucional do MDL Conselho Executivo CE Supervisiona o funcionamento do MDL: Credencia as Entidades Operacionais Designadas Registra os projetos Emite RCE s Estabelece e aperfeiçoa metodologias para baseline e monitoramento Autoridade Nacional Designada AND No Brasil a AND é a Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, presidida pelo MCT Entidades Operacionais Designadas EOD São entidades nacionais ou internacionais credenciadas pelo CE para: Validar os projetos Verificar e certificar as reduções ou remoções de emissões 7

8 Ciclo de um Projeto de MDL Participantes do Projeto Atividades de Projeto Monitoramento (4) Autoridade Nacional (1) DCP (2) Aprovação Entidade Operacional Designada (2) Validação Entidade Operacional Designada Verificação/ Certificação (5) RCEs (6) Emissão Conselho Executivo (3) DCP Documento de Concepção do Projeto RCE Reduções Certificadas de Emissões Registro das Atividades de Projeto Fonte: Guia de Orientação MDL (UNCTAD/MCT/BNDES) 8

9 Critérios de Elegibilidade de Projetos ao MDL Projetos de redução de emissões são elegíveis para o MDL desde que atendam aos seguintes requisitos: A participação é voluntária Tenham aprovação e atinjam os objetivos de desenvolvimento sustentável do país onde são implementados Reduzam as emissões de GEE de forma adicional ao que ocorreria na ausência da atividade de projeto do MDL Levem em consideração a opinião de todos os atores que venham a sofrer os impactos das atividades de projeto e que deverão ser consultados a respeito 9

10 Critérios de Elegibilidade de Projetos ao MDL (continuação) Não causem impactos colaterais ao meio ambiente local Proporcionem benefícios reais e de longo prazo relacionados com a mitigação da mudança do clima Estejam relacionadas aos gases e setores definidos no Anexo A do Protocolo de Quioto ou se refiram às atividades de projetos de reflorestamento e florestamento NOTA: Projetos implementados em países em desenvolvimento, iniciados a partir de 01/01/2000, podem ser elegíveis desde que registrados até 31/12/2005 Fonte: UNCTAD/MCT/BNDES 10

11 Projetos de Pequena Escala Projetos de pequena escala terão tramitação simplificada e mais ágil São classificados como projetos de pequena escala: - Projeto de energia renovável com capacidade máxima de produção equivalente a até 15 MW - Projeto de aumento de eficiência energética que reduz o consumo de energia pelo lado da oferta e da demanda em até 15 GWh/ano - Outros projetos que reduzam emissões antrópicas por fontes e que, simultaneamente, emitam diretamente menos do que toneladas equivalentes de dióxido de carbono por ano 11

12 MDL e Eficiência Energética: Oportunidades no Setor Industrial Onde estão as oportunidades: A matriz energética do setor industrial brasileiro Os sub-setores industriais de maior consumo energético e de maior emissão 12

13 Participação Percentual por Setor no Consumo Energético Total no Brasil (2003) e no Mundo (2002) BRASIL (2003) MUNDO (2002) Setor Energético 9% Agropecuário 5% Comercial 3% Residencial 12% Público 2% Agri+Com+ Res+Outros 18% Industrial 21% Industrial 41% Transporte 28% Transporte 61% Fonte: Balanço Energético Nacional-BEN 2004/MME e Agência Internacional de Energia (2004) 13

14 Evolução do Consumo Final de Energia Total por Setor no Brasil (valores em mil tep-tonelada equivalente de petróleo) 10 3 x tep Industrial Transporte Agropecuário Residencial Comercial Setor Energético Público Fonte: Balanço Energético Nacional-BEN 2004/MME 14

15 Estrutura do Consumo de Energéticos (Total) no Setor Industrial (em %) Fonte: Balanço Energético Nacional-BEN 2004/MME 15

16 Consumo Final de Eletricidade por Setor em percentagem , ,3 22,8 13,2 0 Industrial Residencial Comercial Outros Fonte: Balanço Energético Nacional-BEN 2004/MME 16

17 Consumo Final de Derivados de Petróleo por Setor em percentagem , ,9 7,2 Industrial Transporte Residencial Uso Não- Energético 13,8 13,2 Outros Fonte: Balanço Energético Nacional-BEN 2004/MME 17

18 Consumo Final Energético Total por Sub-Setor Industrial no Brasil x tep Cimento e Cerâmica Metalurgia Química Alimentos e Bebidas Têxtil Papel e Celulose Outros Fonte: Balanço Energético Nacional-BEN 2004/MME 18

19 Estrutura do Consumo de Energia no Setor Industrial no Brasil em % Outras Carvão Vegetal Eletricidade Coque de Carvão Mineral Gás de Coqueria Óleo Combustível Outros renováveis Bagaço de Cana Lenha Carvão mineral Gás Natural 0% 5% 10% 15% 20% 25% Fonte: Balanço Energético Nacional-BEN 2004/MME 19

20 Evolução das Emissões de Dióxido de Carbono no Mundo (milhões de toneladas de CO 2 ) INDUSTRIALIZADO DESENVOLVIMENTO LESTE EUROPEU Fonte: Department of Energy-DOE/USA - Balanço Energético Nacional-BEN 2004/MME 20

21 Emissões de CO 2 por Setor no Mundo 1990 em % Contribuições para o efeito estufa CFCs (17%) Indústrias (4%) Produção de Energia (57%) Agricultura (14%) Desmatamento e mudanças nos padrões de uso da terra (9%) Fonte: USA EPA

22 Emissões de CO 2 por Setor No Brasil Dados de 1994 em % Queima de Combustíveis Indústria 7% Queima de Combustíveis Transporte 9% Queima de Combustíveis Outros Setores 6% Processos Industriais 2% Emissões Fugitivas 1% Mudança no Uso da Terra e Florestas 75% Fonte: MCT

23 Emissões de CO 2 Brasil 1994 (valores em 10³ x toneladas) Energia - Queima de Combustíveis Fósseis Processos Industriais Mudança no Uso da Terra Fonte: MCT

24 Emissões de CO 2 Oriundas de Combustíveis Fósseis por Setor no Brasil (dados em 10³x toneladas 1994) Setor Energético Setor Industrial Setor Transporte Setor Residencial Setor Agricultura Outros Setores Fonte: MCT

25 Emissões de CO 2 por Sub-Setor Industrial no Brasil em 1994 valores em 1000 x t Outros Mineração e Pelotização Têxtil Química Não-Ferrosos Cimento Ferro-Ligas Papel e Celulose Cerâmica Alimentos e Bebidas Ferro-Gusa e Aço 49 5,2 7, Fonte: MCT

26 Sub-Setor Ferro-Gusa e Aço Composição Percentual dos Energéticos Consumidos 2003 Outras 14% Gás Natural 6% Óleo Combustível 1% Gás de Coqueria 6% Carvão Vegetal 25% Eletricidade 9% Coque de Carvão Mineral 39% Fonte: Balanço Energético Nacional-BEN 2004/MME 26

27 Sub-Setor Alimentos e Bebidas Composição Percentual dos Energéticos Consumidos 2003 Óleo Combustível 4% Eletricidade 10% Outras 1% Carvão Vegetal 0% Gás Natural 3% Lenha 10% Bagaço de Cana 72% Fonte: BEN-Balanço Energético Nacional 2004/MME 27

28 Sub-Setor Papel e Celulose Composição Percentual dos Energéticos Consumidos 2003 Eletricidade 17% Outras 9% Gás Natural 6% Carvão Vapor 1% Lenha 15% Óleo Combustível 10% Lixívia 42% Fonte: BEN-Balanço Energético Nacional 2004/MME 28

29 MDL e Eficiência Energética: Oportunidades no Setor Industrial Redução de emissões: projetos típicos do setor industrial 29

30 Redução de Emissões: Projetos Típicos do Setor Industrial Substituição de combustíveis fósseis por outros fósseis ou renováveis (por exemplo: biomassa) de menores índices de emissões de GEE Exemplo: a substituição de carvão mineral ( fator de emissão = 954 tco 2 /GWh) por gás natural ( fator de emissão = 382 tco 2 /GWh) em uma planta de 10 MW, resultará em redução de emissões da ordem de tco 2 /ano Aos preços atuais no mercado europeu ( 12,00 / tco 2 ), essa redução de emissões representaria um crédito de carbono de aproximadamente /ano 30

31 Redução de Emissões: Projetos Típicos do Setor Industrial (continuação) Eficiência Energética substituição de equipamentos por outros de tecnologias mais eficientes, com menores consumos específicos de combustíveis e /ou de eletricidade, mediante por exemplo: Aumento da eficiência de conversão da energia térmica dos combustíveis na geração de energia elétrica e na produção de vapor de processo, como, por exemplo, elevação da temperatura e pressão de vapor Introdução de co-geração a ciclos combinados e turbinas a gás Substituição de motores por unidades de alto rendimento; controle de velocidade dos motores Iluminação eficiente 31

32 Redução de Emissões: Projetos Típicos do Setor Industrial (continuação) Fontes Alternativas de Energia Introdução de fontes de suprimento de energia menos ou não poluentes Por exemplo: Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCH s) Aero-geradores (energia eólica) Biomassa (bagaço de cana, palha de arroz, resíduos de madeira, etc) O uso de coletores solares para aquecimento de água Energia termo-solar para geração de energia elétrica ou produção de transmissor energético como o hidrogênio 32

33 Redução de Emissões: Projetos Típicos do Setor Industrial (continuação) Alimentação com a pelets de madeira Campo solar Energia Solar Reator Carbonato de Ca e Mg a 1.000ºC H 2 + CO 33

34 Emissões Líquidas de CO 2 devidas à Produção e Consumo de Produtos de Cana de Açúcar no Brasil (Balanço de Carbono Caso Etanol, Dados de 1996) 10 6 tco 2 / ano Consumo de Combustível Fóssil na Agro Indústria + 1,28 Emissões de Metano (queima de cana de açúcar) + 0,06 Emissões de N 2 O + 0,24 Substituição de Gasolina por Etanol - 9,13 Substituição de Óleo Combustível por Bagaço (indústria de alimentos e química) - 5,20 Contribuição Líquida (Absorção de Carbono) -12,75 Fonte: Macedo, Isaias de Carvalho Greenhouse Gas Emissions and Bio-Ethanol Production/Utilization in Brazil (Jan 1997, CTC Copersucar) 34

35 MDL e Eficiência Energética: Oportunidades no Setor Industrial As oportunidades de financiamento de projetos pelo MDL e outros mercados 35

36 O Mercado de MDL Quioto O Protocolo de Quioto entrou em eficácia recentemente em 16/02/2005 e, portanto, a partir de agora é grande a expectativa pelo sucesso do MDL Este é, sem nenhuma dúvida, o mercado com maior potencial em termos de volume e preços de transações, devendo, prioritariamente, ser adotado para o encaminhamento dos projetos 36

37 O Mercado Europeu O Esquema de Comércio de Emissões da União Européia (European UnionEmission Trading Scheme) é uma resposta da UE ao desafio estabelecido pelo Protocolo de Quioto. Ele é regulamentado pela Diretiva Européia 2003/87/EC. Neste mercado regional, incluem-se os mercados nacionais europeus que transacionam tanto dentro da própria comunidade como com os demais países O EU ETS começou efetivamente a funcionar a partir de janeiro de 2005, com o primeiro período de compromisso de e o segundo de , sendo os subseqüentes também de 5 anos O EU ETS é um sistema cap and trade, cujo mercado se restringe às emissões de CO 2 das indústrias de todos os 25 estados membros, mas que já no primeiro período de compromisso, de , abrange cerca de 46% das emissões totais, de um total aproximado de 4,9 bilhões de toneladas de CO 2 37

38 Volumes Transacionados e Preços Praticados Mercado Vinculado ao MDL O mercado vinculado ao MDL, que até então apresentava razoável risco para uma ou mais partes envolvidas nas transações, contabilizou no ano de 2003 cerca de 80 milhões de toneladas de CO 2 equivalentes e, de janeiro a maio de 2004, cerca de 60 milhões de toneladas de CO 2 equivalentes, com preços na faixa de Euro$6,00-8,00/t CO 2 eq O Esquema Europeu começou a operar a partir de 01/01/2005, porém o mercado de permissões (allowances) já negociou mais de 3 milhões de toneladas CO 2, a preços que já chegaram a atingir Euro$13,00/t, porém nos últimos seis meses permanecem estáveis cotadas em média a Euro$8,00/t 38

39 Chicago Climate Exchange CCX O Chicago Climate Exchange (CCX) é um mecanismo de negociação em bolsa, auto-regulável, que administra um programa de transações piloto de redução de emissões de GEE para a América do Norte, com a participação de empreendedores de projetos de redução de GEE do Brasil O CCX representa o primeiro compromisso legal e voluntário firmado por diferentes corporações norte-americanas, municípios e outras instituições para estabelecer um mercado regulado para a redução de gases de efeito estufa As empresas - membro participantes do CCX objetivam compensar suas emissões definidas por uma linha de referência (baseline) estabelecida pelas médias anuais dos anos de 1998,1999, 2000 e As metas de redução de emissões do conjunto de empresas membro do CCX cobrem, em contrapartida ao período de referencia, os anos de 2003 (dedução de 1%), 2004 (-2%), 2005 (-3%) e 2006 (-4%) [total acumulado -10%] 39

40 Volumes Transacionados e Preços Praticados CCX Desde dezembro/2003 O CCX negociou cerca de 2 milhões de toneladas equivalentes de CO 2 O preço mínimo negociado foi da ordem de US$ 0.75/t CO 2 e o máximo foi de US$ 2.02 O mercado acelerou-se com a notícia da ratificação de Quioto pela Rússia, sendo que em outubro/2004 fechou com t CO 2 negociadas 40

41 Contatos Eneas Salati Diretor Técnico Agenor O. F. Mundim Coordenador de Projetos Energia FBDS-Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável Rua Eng. Álvaro Niemeyer, 76 São Conrado Rio de Janeiro RJ Tel: (21) Fax: (21) Site: 41

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