OS SIGNIFICADOS DA DANÇA NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO DO GRUPO DE MULHERES IDOSAS DO BAIRRO MORADA DO SOL DA CIDADE DE IJUÍ RS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS SIGNIFICADOS DA DANÇA NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO DO GRUPO DE MULHERES IDOSAS DO BAIRRO MORADA DO SOL DA CIDADE DE IJUÍ RS"

Transcrição

1 0 UNIJUÍ UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DHE DEPARTAMENTO DE HUMANIDADES E EDUCAÇÃO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA OS SIGNIFICADOS DA DANÇA NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO DO GRUPO DE MULHERES IDOSAS DO BAIRRO MORADA DO SOL DA CIDADE DE IJUÍ RS KEITY RIGODANZO BRANDLI Ijuí RS 2015

2 1 KEITY RIGODANZO BRANDLI OS SIGNIFICADOS DA DANÇA NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO DO GRUPO DE MULHERES IDOSAS DO BAIRRO MORADA DO SOL DA CIDADE DE IJUÍ RS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Educação Física, da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), como requisito parcial para a obtenção do grau de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física. Orientadora: Profª Ms. Stela Maris Stefanello Stefanello Ijuí RS 2015

3 2 KEITY RIGODANZO BRANDLI OS SIGNIFICADOS DA DANÇA NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO DO GRUPO DE MULHERES IDOSAS DO BAIRRO MORADA DO SOL DA CIDADE DE IJUÍ RS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Educação Física, da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), como requisito parcial para a obtenção do grau de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física, defendido perante a banca abaixo subscrita. Profª Ms. Stela Maris Stefanello Stefanello Orientadora Examinador(a) Ijuí RS, fevereiro de 2015

4 3 AGRADECIMENTOS Aos meus pais Ivo e Dilene, ambos são responsáveis por cada sucesso obtido e cada degrau avançado para o resto de minha vida, amo vocês. Agradeço meu irmão Willian, pela expectativa e credibilidade. Agradeço profundamente ao Anselmo Turra Neto, por sua paciência, compreensão e companheirismo, concedidos em momentos difíceis e até mesmo de ausência. E também a toda sua família, que tantas vezes foi minha também. Agradeço a todos os professores do Curso de Educação Física da UNIJUÍ, que contribuíram para minha formação profissional e pessoal. À minha orientadora Stela, pela paciência e carinho com que sempre me acolheu, por sempre me ajudar e por ser essa pessoa incrível que é e que admiro tanto e sou fã. Agradeço a Deus pelas pessoas maravilhosas que tenho comigo, pela minha vida e por tudo o que sou até hoje. Por fim, agradeço às alunas queridas, às quais vou lembrar para sempre, que disponibilizaram seu tempo para realizar minhas pesquisas e entrevistas junto à dança, fundamentais para o meu tão esperado Trabalho de Conclusão de Curso.

5 4 RESUMO Este estudo teve como objetivo investigar a importância da dança no processo de envelhecimento das idosas, que foi realizado com um grupo de seis mulheres de 54 a 84 anos de idade que frequentam o Grupo Vida Ativa, localizado no Bairro Morada do Sol, na cidade de Ijuí RS. O projeto é de natureza exploratória, onde o estudo foi desenvolvido através de análise qualitativa descritiva, sendo que os dados foram obtidos através de observações das aulas e por meio de entrevistas semiestruturadas. O movimento de análise foi realizado a partir de recortes das narrativas das participantes entrevistadas. Para a análise dos resultados construíram-se categorias dos conteúdos coletados, as quais se encaminharam para os significados atribuídos à dança em geral, expressos nas narrativas das idosas em relação às atividades desenvolvidas. Para a escolha do grupo estudado foi considerada a aproximação com as alunas junto à dança, julgando ser a turma ideal para este trabalho, contendo doze participantes, com idades e realidades diferentes. Para a coleta de dados, o trabalho contou com entrevistas das alunas, em forma de anamnese e gravação. A partir disso, revelou-se que a dança possibilita o acesso a conhecimentos e incentiva a prática, retardando o envelhecimento. As idosas relatam que, através das aulas práticas, adquiriram mais autonomia em relação às próprias questões corporais e que fizeram destas um incentivo para uma melhor qualidade de vida. Palavras-chave: Idosas. Corpo. Envelhecer.

6 5 ABSTRACT This study aimed to investigate the importance of dance in the aging process of the elderly, which was conducted with a group of six women years of age who attend the Grupo Vida Ativa, located in Morada do Sol District, in the town of Ijuí RS. The project is exploratory in nature, as the study was conducted using descriptive qualitative analysis, therefore, data were obtained through observations of classes and through semi-structured interviews. The analysis movement was performed from clippings of the narratives by interviewed participants. To analyze of the results were constructed categories of the collected contents, which made their way to the meanings attributed to dance in general, expressed in the narratives of the elderly in relation to the activities. For the choice of the study group was considered the approach to the students by the dance, thinking it the ideal class for this work, containing twelve participants of different ages and backgrounds. For data collection, the work included interview of the students in form of anamnesis and recording. From that was revealed that dance provides access to knowledge and encourages the practice, delaying aging. Older report that, through practical classes, they acquired more autonomy from their own body issues and also made these an incentive for better life quality. Keywords: Elderly. Body. Aging.

7 6 LISTA DE ANEXOS ANEXO A Roteiro de Entrevista para as Mulheres Idosas do Grupo Vida Ativa do Bairro Morada do Sol ANEXO B Anamnese ANEXO C Termo de Consentimento Livre e Esclarecido... 43

8 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO O CORPO DA IDOSA O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO MULHER NA TERCEIRA IDADE O CORPO DA IDOSA NA CONTEMPORANEIDADE A DANÇA À FAVOR DA IDOSA HISTÓRIA DA DANÇA OS BENEFÍCIOS DA DANÇA A DANÇA VOLTADA PARA A IDOSA PERCURSO METODOLÓGICO CARACTERIZAÇÃO DO ESTUDO POPULAÇÃO E AMOSTRA PROCEDIMENTOS INSTRUMENTO CUIDADOS ÉTICOS PROCEDIMENTOS PARA A ANÁLISE E DISCUSSÕES DOS DADOS ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS DISCURSOS DAS IDOSAS AS IDOSAS E SUAS VIVÊNCIAS COM AS ATIVIDADES FÍSICAS AS EXPERIÊNCIAS COM A DANÇA O PENSAR SOBRE O ENVELHECER CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXOS... 39

9 8 INTRODUÇÃO Este trabalho foi desenvolvido pela curiosidade de saber mais sobre as mulheres na terceira idade. Então, através deste trabalho, tenho a oportunidade de sanar minhas dúvidas sobre como essas idosas se veem ao longo do tempo e poder compreender a história de vida delas em relação ao corpo. Em nível global o mundo está marcado por profundas transformações. Os avanços tecnológicos da ciência e da medicina estão modificando hábitos e costumes no dia a dia das mulheres em toda a parte. O envelhecimento, de acordo com Fortes (2008), é um processo fisiológico e não está necessariamente ligado à idade cronológica. Geralmente ele está unido a modificações do corpo como o aparecimento das rugas, dos cabelos brancos e diminuição das capacidades físicas. O envelhecimento humano é um processo gradual, irreversível e incontrolável, mas podemos amenizar, cuidando da qualidade de vida. Para Nahas (2001, p. 111): A atividade física regular reduz o risco de uma pessoa desenvolver várias doenças crônicas além de proporcionar os seguintes benefícios: reduzir o risco de morte prematura por todas as causas; reduzir o risco de morte por doenças cardíacas; reduzir o risco de desenvolver diabetes; reduzir o risco de desenvolver hipertensão; ajudar no controle da pressão arterial em pessoas hipertensas; reduzir a sensação de depressão e ansiedade; manter a autonomia e independência do idoso; auxiliar no controle de peso corporal; auxiliar no desenvolvimento e manutenção de ossos; músculos e articulações saudáveis; ajudar indivíduos idosos a manter a força muscular e o equilíbrio, dando-lhes mobilidade e reduzindo quedas; promover o bemestar psicológico e autoestima. Para esta população a atividade física, de qualquer natureza, serve para amenizar ou estabilizar inúmeras patologias. É fato que todo idoso deve ser

10 9 valorizado, respeitando suas preferências nas práticas esportivas. De acordo com Dantas e Oliveira (2003, p. 262): O início de qualquer programa de atividade física é acompanhado de algumas alterações no sistema cardiovascular e, certamente, os riscos dessa atividade para idosos não devem ser ignorados. Evidentemente, o processo de envelhecimento promoveu algumas deteriorações nos sistemas, desta forma, a moderação é a melhor prevenção. Sabendo que a prática regular da atividade física pode melhorar a qualidade de vida do indivíduo, neste sentido levar a dança para a idosa, é um exercício que modifica padrões tanto nos aspectos físicos, psicológicos e sociais. A dança aparece como uma ótima opção de trabalhar e desenvolver mais o corpo e, consequentemente, a mente das mulheres nesta faixa etária. É importante observar que, muitas vezes, a idosa não necessita somente melhorar a força, o equilíbrio, a resistência e a destreza para manter sua capacidade funcional e ter uma boa qualidade de vida, mas também precisa de carinho, atenção, cuidados, lazer, contato social e autoestima, fatores que as atividades físicas podem proporcionar. A prática da dança tende a desenvolver as mulheres integralmente, por ser considerada uma atividade física completa, fornecendo às mulheres, força muscular, sustentação, equilíbrio, potência aeróbica, movimentos corporais de total amplitude e mudanças do estilo de vida. Poder demonstrar as emoções através da dança é um exercício imprescindível para deixar o corpo e a mente dessas mulheres leves, que na maioria das vezes encontram na dança o único refúgio para liberar a angústia que carregam em seu organismo. Esta pesquisa tem por objetivo investigar o significado da dança no processo de envelhecimento das mulheres idosas do Bairro Morada do Sol da cidade de Ijuí RS. Este estudo foi dividido em quatro capítulos. No primeiro capítulo utilizamos a revisão bibliográfica para ter um embasamento teórico sobre a terceira idade, o corpo e o processo de envelhecimento da mulher. No segundo capítulo apresentamos a dança, sua história e seus benefícios. No terceiro capítulo trazemos a caracterização do estudo, sua população e sua amostra. A população é composta por doze mulheres, mas a amostra da

11 10 pesquisa contou com a participação de seis mulheres, pois só foi selecionado quem pratica atividades há mais de dois anos no grupo. Já no quarto e último capítulo apresentamos os resultados coletados através da anamnese aplicada e do roteiro de entrevista, podendo analisar se a proposta de trabalho do grupo tem exercido influência no seu estilo de vida.

12 11 1 O CORPO DA IDOSA 1.1 O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO Não só o Brasil, mas o mundo está ficando mais velho. Temos menos crianças nascendo e mais pessoas com uma perspectiva de vida mais longa. Desta forma, conhecer este fenômeno se faz necessário. A velhice deve ser vista e vivida através de suas potencialidades, sendo que esta oferece uma maior longevidade com qualidade para nossos idosos. Desde o momento em que nascemos já iniciamos o processo de envelhecimento, passando por transformações, como redução da massa magra, cabelos brancos, pele enrugada (FERREIRA; SIMÕES, 2011, p. 25). Atualmente, explicam Ferreira e Simões (2011), a probabilidade de viver mais de 60 anos é grande, pela consequência do aumento da expectativa de vida, em função das melhorias das condições básicas de saúde, de vida, de trabalho, de educação e dos avanços tecnológicos da medicina. Para a Organização das Nações Unidas (1982) são considerados idosos os seres humanos com 65 anos ou mais, em países desenvolvidos; e nos países em desenvolvimento, aqueles com 60 anos ou mais, como é o caso do Brasil. Ao comentar sobre a idade cronológica do sujeito mostrando que é o principal indicador para determinar a faixa etária de uma população. Ferreira e Simões (2011, p. 18) afirmam que: Ela só quantifica o tempo que se passou a partir do dia em que nascemos, ou seja, tempo de existência do nascimento à morte. No entanto, não podemos deixar de considerar que há também a idade existencial, que foge do padrão cronológico, embora a literatura priorize uma reflexão mais temporal e, portanto, alicerçada em padrões biológicos. Ou seja, a idade cronológica vai medir esse tempo que o sujeito passou. Porém, devemos envelhecer com mais qualidade de vida, pois envelhecer é a fase onde o idoso tem mais experiência e sabedoria e isso não pode ser deixado de lado. Segundo Cagigal (apud PONT GEIS, 2003, p. 20).

13 12 O idoso deve ter atitudes positivas na vida, e a primeira dessas atitudes básicas é aprender a ser ele mesmo, aprender a viver consigo mesmo, a conhecer-se da forma como é, com suas dimensões reais, espaciais, temporais, corporais, espirituais. Claro que o envelhecimento mostra que ocorrem diversas transformações com o corpo, cada sujeito da sua maneira e isso tudo faz parte do nosso desenvolvimento humano, os efeitos das mudanças influenciam no fisiológico, cognitivo, psicológico e social. No envelhecimento fisiológico as alterações ocorrem por todos os sistemas do organismo, de maneiras diferentes, cada qual no seu ritmo, sendo que as mudanças são nítidas e fazem parte do desenvolvimento normal da espécie humana (FERREIRA; SIMÕES, 2011, p. 25). As deficiências funcionais aparecem de maneira discreta no decorrer da vida da mulher idosa em relação ao sistema nervoso, responsável pela vida de relação (sensações, movimentos e funções psíquicas) e pela vida vegetativa (funções biológicas internas), há alterações significativas em nível morfofuncional, químico e fisiológico (CANÇADO; HORTA, 2002). A visão, a audição, os sistemas circulatório e vascular também são alterados (CANÇADO; HORTA, 2002). A função do coração é tão afetada, como os pulmões e o sangue. A ocorrência de alterações relacionadas à idade ou aos processos mórbidos nesses sistemas influencia diretamente a função cardíaca (COHEN, 2001). A simples perda de massa muscular, uma consequência desse processo, implica a diminuição do metabolismo e assim favorece ganho de peso para quem não diminui a ingestão de calorias. A musculatura fica fraca e isso significa um maior risco de aumento da pressão arterial durante um esforço, tendo dificuldade em realizar tarefas do dia a dia (SABA, 2003). No envelhecimento cognitivo, com o passar dos anos, é possível compreender o declínio das funções cognitivas, tais como perda de memória, principalmente àquelas relacionadas a números, nomes de pessoas, localização de lugares e objetos guardados e, até mesmo, a velocidade de processar certas informações (FERREIRA; SIMÕES, 2011, p. 31). Segundo Vieira e Koenig (apud FERREIRA; SIMÕES, 2011), cognição é o termo empregado para descrever toda a esfera de funcionamento mental que implica a habilidade para sentir, pensar, perceber, lembrar, raciocinar, formar estruturas

14 13 complexas de pensamento e a capacidade para produzir respostas às solicitações e estímulos externos. É importante ressaltar que existem variáveis no declínio cognitivo relacionadas à saúde, pois fatores individuais podem influenciar esse processo. Além da saúde e de cada indivíduo o nível global e as capacidades mentais são o que diferenciam estas transformações, variando de pessoa para pessoa, e o idoso passa a ter dificuldades de aprendizagem. A falta de alguns movimentos básicos ou a dificuldade em executá-los, tem reflexos na independência do idoso, pois todos os seus hábitos de vida diária tornam-se comprometidos devido à incapacidade de resolver algo sozinho (FERREIRA; SIMÕES, 2011, p. 33). Embora o idoso apresente dificuldades nas realizações do dia a dia, nas tarefas do lar ou em resolver problemas rápidos, ele não deve se excluir da sociedade e nem de si mesmo, pois todas as pessoas vão passar por dificuldades em algum momento de sua vida. No aspecto psicológico, o idoso já passou por várias fases da vida e ele começa a se adaptar com as novas mudanças por dentro e por fora de seu corpo. Alguns idosos vivem a vida tranquilamente, conseguem se virar sozinhos e, entretanto, outros já começam a cair num isolamento crescente. Na parte psicológica devemos mostrar que o idoso deve valorizar-se, como foi no passado e como será no presente. De acordo com Ferreira e Simões (2011, p. 36): Não podemos dizer que as experiências que o idoso vivenciou no passado, sejam mais importantes do que as experiências que ele vive hoje, nem devemos encarar como regra o fato de que todos os idosos possuem uma projeção menor para o futuro. Isso levaria a uma generalização, visto que existem várias formas de reação de indivíduo para indivíduo diante de determinada situação. Considerando a colocação acima, convém destacar que o idoso começa a perceber que ele não é mais visto pelos outros como antigamente e começa a se sentir estranho no próprio meio onde vive. Cada pessoa vai se comportar de maneira diferente a diversas situações e independente da fase em que estamos somos seres humanos de qualquer forma, se novos ou velhos, jovens ou idosos, nossos

15 14 sentimentos são únicos e próprios de cada pessoa. Por fim, Costa (1998, p. 33) ressalta que: A idade pessoal é aquela que o seu espírito sente, em que a sensação de estar com uma idade respectiva é mais forte do que qualquer ruga na face. Não existe, por conseguinte, a avaliação ou impressão do outro, isto é, nessa situação ela não é revelada. Somos nós que prescrevemos nossa idade, segundo aquilo que sentimos interiormente. Cada pessoa possui sua idade individual, não importa quantos anos você tenha, pode ter oitenta anos e ter mais qualidade de vida que um jovem, o que importa é a pessoa se sentir bem e feliz independente dos anos que se passaram. O envelhecimento social abrange vários aspectos, tanto no espaço privado que mostra a família e a sexualidade e no aspecto público o seu trabalho e aposentadoria, isso tudo está interligado a características ligadas pela sociedade. Simões (1998, p. 30) faz a seguinte análise desse processo: O homem é originariamente um ser social desde o seu nascimento, entra em funcionamento uma complexa estrutura e um complicado potencial que, através de vários processos de socialização, adquire condutas rígidas conforme as normas da sociedade. A família é a parte principal na vida do ser humano. E para o idoso significa a base de tudo, pois é na família que estão descritas todas as suas histórias de vida, seu passado, seu presente e o entusiasmo para viver o futuro (FERREIRA; SIMÕES, 2011, p. 39). A família, que tem como responsabilidade prezar e cuidar de seus antecessores deve manter uma relação saudável, pois é seu dever garantir o bem-estar dos mesmos. Torna-se necessário e fundamental o convívio entre os sujeitos, pois dessa forma é possível envelhecer de forma saudável e num ambiente familiar. Dentro deste ambiente é importante que: Fosse considerado também, o querer conviver juntos, o querer compartilhar, fortalecendo a missão e a responsabilidade de cada um dentro do seu convívio, gerando respeito, amor e cumplicidade para viver a nova fase da vida que é envelhecer (FERREIRA; SIMÕES, 2011, p. 41). A vida sexual do idoso parece um grande tabu, pois é difícil imaginar que nessa fase da vida é possível manter um relacionamento sexual ativo. Convém destacar que manter a sexualidade na velhice representa uma forma de se sentir

16 15 vivo, buscar o prazer e compartilhar o amor, criando laços afetivos mais intensos em seus relacionamentos, podendo ser considerada uma necessidade básica nesta fase (FERREIRA; SIMÕES, 2011, p. 42). A sexualidade e a relação sexual são fatos distintos. A relação sexual não ocorre apenas com penetração, mas também através de carinhos, como carícias, gestos, maneira de se olhar. Mas tanto um como o outro são importantes para a vida do idoso, que muitas vezes são impregnados pelos preconceitos influenciados pela cultura, até mesmo na família os próprios filhos têm dificuldades em aceitar que seus pais têm desejos sexuais. Em relação aos preconceitos, são percebidos desde: a infância, pois os meios sociais, família, escola e amigos estabelecem o tipo de comportamento que devemos ter referente à nossa sexualidade, consequentemente determinam como se comportar como mulher e como homem (FERREIRA; SIMÕES, 2011, p. 43). A relação sexual muda para a vida do idoso. De acordo com Ferreira e Simões (2011) isso ocorre na mulher e no homem, na mulher idosa com a chegada na menopausa pode alterar sua sexualidade, pela falta de lubrificação vaginal, podendo mudar sua estrutura e função corporal, influenciando sua autoestima. E, no homem, ocorre redução na ereção, tornando frustrante para o homem, mas esse é um processo fisiológico normal e comum do envelhecimento, mas que afeta a vida social do idoso. Com a relação sexual afetada, o idoso tem que descobrir novas possibilidades de se relacionar. Outro dado relacionado ao aspecto social é o trabalho, já que com o aumento da população grande parte recebe um valor mínimo para sobreviver e isso faz com que o idoso volte ao trabalho para aumentar sua renda. Para as empresas vale mais a pena do que um jovem, pela experiência, não precisam enfrentar filas e nem pagar transporte e não recolhe INSS, pois o idoso já é aposentado, claro que é importante a inclusão do idoso, mas há risco de ter manipulação e preconceito no processo de envelhecimento, explicam Ferreira e Simões (2011). Ou seja, é de grande importância destacar e valorizar a experiência do idoso, não diminuindo o mesmo. Por outro lado, se o idoso se aposentar e sair do mercado pode levar frustrações e sensações de inutilidades por perdas de papéis sociais e também um declínio no seu padrão de vida, devido aos baixos rendimentos salariais advindos da aposentadoria (FERREIRA; SIMÕES, 2011, p. 46). Mostrando

17 16 que parar de trabalhar significa perdas na área profissional, na família e na sociedade. É importante ressaltar que o idoso deve fazer suas próprias escolhas, tanto nos aspectos fisiológicos, cognitivos, psicológicos e sociais. Nesta fase o idoso já passou por várias experiências na vida, tanto boas quanto ruins. E com isso deve aproveitar esse ciclo, permitindo-se amar do jeito que é, preenchendo seu tempo com novos afazeres, ocupando a mente com coisas boas e aceitando perdas para desprendê-las de si e ser capaz de viver novas experiências. 1.2 MULHER NA TERCEIRA IDADE Passou o tempo em que o esporte era apenas para homens. Para Saba (2003), no período do século XX, as mulheres brigaram e conquistaram a competitividade ao lado dos homens, até mesmo no esporte e ainda reduziram a distância que havia entre as melhores performances feminina e masculina, ganhando assim mais lugares nas modalidades esportivas, provando que a atividade física pode ser universal. Com essa nova fase foi derrubada a crença em que só os homens podiam fazer modalidades de resistência, assim apareceram revelações femininas nas lutas, jogos com bola, no atletismo, no fisiculturismo e várias outras. Atualmente, sabe-se que a prática regular proporciona para a mulher, além dos benefícios habituais também aos homens, uma série de melhorias exclusivas. Segundo Saba (2003, p. 282), a atividade física tem comprovado sua eficácia em diversos aspectos da saúde feminina, desde a redução de incômodos estéticos, como a celulite, até prevenção de cânceres ginecológicos e depressão [...]. Portanto, essa mulher conquistou seu espaço no mundo, seja no esporte, no trabalho ou no lar, mas sua biologia feminina se difere da biologia masculina em diversos aspectos. Saba (2003, p. 184) mostra que em algumas modalidades, essas diferenças não permitem que uma mulher, por mais treinada que esteja, alcance o desempenho de um homem esportista de alto nível na mesma modalidade.

18 17 Isso revela que a mulher tem o seu corpo diferente do homem. Saba (2003) revela que mulheres são mais baixas, bloqueando o crescimento numa idade mais precoce do que o homem; são mais leves, tendo a sua estrutura dos ossos menos densa ou mais fraca; têm o tronco mais longo e os membros mais curtos. Isso explica por que elas têm: mais equilíbrio quando paradas, ombros mais estreitos, massa muscular menor e por isso são menos fortes, menor densidade corporal, coração menor, pulmão menor, menores vias respiratórias, entre outros. Através de comportamentos preventivos e hábitos saudáveis a mulher habitua-se melhor com seu corpo durante suas múltiplas fases de desenvolvimento, desde a puberdade até a velhice. A atividade física bem exercitada estabiliza e aprimora o corpo da mulher, favorecendo o bem-estar e a sua beleza. 1.3 O CORPO DA IDOSA NA CONTEMPORANEIDADE Na sociedade contemporânea o corpo da idosa sofreu ao longo do tempo. Essa idosa atual busca qualidade de vida, uma vez que na sua juventude teve que deixar de lado seus anseios para ajudar nos serviços da casa. Segundo Camarano et al. (apud SANTOS, 2008), a idade cronológica é associada à idade biológica, manifestada em características físicas, como a pele enrugada, cabelos brancos, declínio do vigor físico, locomoção vagarosa, entre outros aspectos físicos, fisiológicos ou funcionais identificados como características de uma pessoa idosa, mas que são extremamente variáveis de indivíduo para indivíduo. De acordo com Neri (2001), a gerofobia, preconceitos e estereótipos às pessoas idosas com embasamentos em sua idade são modos negativos que surgem do medo que as gerações jovens têm do envelhecimento e de sua resistência em lidar com os desafios econômicos e sociais que estão relacionados ao aumento da população idosa. Outro fato que ocorre associado a este é o sexismo, preconceito de idade enfrentado pelas mulheres ao envelhecer, onde enquanto os homens de idade avançada são considerados rudes, grisalhos e viris, as mulheres estão enrugadas e em decadência. Segundo Salgado (1988), a terceira idade pode ter o lado positivo e ser tão ou mais frutífero e agradável para algumas mulheres. Viver ou estar só não significa sempre que uma mulher idosa esteja em solidão, a capacidade para estabelecer e manter amizades e relações com familiares, amigos, vizinhos e outros, pode ser uma

19 18 adaptação à solidão da velhice, ser uma maneira de dar um sentido de identidade positivo e de desenvolver novos papéis. Segundo Farinatti (2008, p. 39): [...] os aspectos socioculturais, econômicos e ecológicos se investem de uma importância tão grande para a saúde quanto os aspectos biológicos e de que os perfis de saúde e de enfermidade dependem das condições gerais da vida. Tudo influencia a atividade física e a saúde, é claro que outro fator importante é que o indivíduo experimente diversas atividades e escolha qual está de seu agrado, que encaixe na rotina e que não passe dos limites. Portanto, qualquer que seja a atividade física para a terceira idade, explica Saba (2003), vai continuar trabalhando a aptidão aeróbica, a força muscular, a flexibilidade, continua também prevenindo a osteoporose, a obesidade, ou seja, ainda que seja com menor potencial, o idoso continua podendo melhorar sua condição física através do exercício, mas o mais importante é poder ter capacidade de realizar as tarefas sozinho, proporcionando para o idoso a chance de confiar em si próprio.

20 19 2 A DANÇA À FAVOR DA IDOSA 2.1 HISTÓRIA DA DANÇA A dança é uma das manifestações mais antigas. Existe desde que o homem descobriu o som, o ritmo e o movimento. Desde que existe o homem, existe a dança. Alguns autores comentam que, antes mesmo de usar a palavra, o homem já se servia do movimento corporal para expressar seus sentimentos. Dançar era algo natural. Unindose a música ao gesto, nasceu a dança. Descobertos, o som, o ritmo e o movimento, o homem passou a dançar (GARCIA; HASS, 2003, p. 65). Para Garcia e Hass (2003), a dança, desde o surgimento nos tempos primitivos até a atualidade, possuía uma linguagem corporal moldurada e inserida sob influência das situações econômicas, sociais, políticas, religiosas e econômicas, presentes no desenvolver de regimes histórico-sociais, evocando suas necessidades, crenças, tradições, convenções, rebeldias na sua natureza artísticocultural e aparece em vários momentos na vida de todos. Segundo Ossona (1984, p. 41) tudo o que é já foi dançando, tudo o que foi já se dançou e, talvez, sem percebê-lo, tudo o que há de ser já o dançamos. Portanto, qualquer ser humano um dia já dançou na sua vida, cada qual no seu significado e movimentos. Através da natureza nasciam novos movimentos dançantes, permitindo a comunicação e a criação de vários ritos e registros, fazendo a relação homem e natureza. Os homens imitavam sons e movimentos dos animais para caça, apresentavam a ideia também de simular acasalamentos para a multiplicação de espécies, além disso, dançando jogavam água nas jovens para torná-las fecundas e sobre o solo para torná-lo fértil e as fases da lua eram imitadas em benefício de mulheres grávidas, fêmeas prenhas e sementes. E, através da dança, representavam por mímica do combate e da vitória, também a posse da mulher pelo homem, da terra pelo lavrador e sendo assim, o tema persistente nos rituais era a fertilidade: solos, mulheres, tempo, saúde, combate, guerreiros, caçadores e progenitores (SILVA, 2000, p. 149).

21 20 Com o passar do tempo, as cidades se modificaram e a dança também. A dança recebeu a caracterização, a ideia de grupo, cada um no seu ritmo e conseguiram assumir um papel importante de arte dominante do período. A dança muda para os gregos. De acordo com Silva (2000) a dança começa aparecer nos ritos religiosos, mitos, lendas, cerimônias cívicas, festas, treinamento militar, literatura e na educação. Para os romanos, explica Silva (2000, p. 150), a dança surgiu com menor intensidade e diversidade, ganhou caráter mais imitativo, sendo mais admirada como espetáculo, depois: com a queda do Império Romano, teatro e dança praticamente desapareceram, emigraram. Marginalizados, perseguidos, bandos de dançarinos e acrobatas passaram a levar uma vida miserável, de vilarejo em vilarejo, proibidos de quase tudo. Na Idade Média ocorre uma regressão na cultura. O cristianismo mostra a interferência na vida pública fechando teatros romanos, a Igreja transformou as danças de fertilidade e veneração de símbolo em danças de aleluia realizadas diante da porta da Igreja, nesse momento a dança erudita e a dança popular se separam. A erudita adquiria muita sofisticação, ocorria em pares, lenta e solene devido aos pesados trajes e ornamentos usados pelas castelãs e, também, devido ao coro: uma nobre não podia rodopiar e saltar como suas servas. Já, à dança popular, cabia a manifestação de sentidos confusos e fortes, (ex.: alegria e inquietude), os ritos, por não estarem sujeitos a regras, perdiam pouco a pouco a originalidade (SILVA, 2000, p. 151). Com isso, a dança modifica-se na Idade Média. De acordo com Silva (2000, p. 151), a dança improvisada cedeu lugar a uma dança organizada, surgindo a necessidade de anotar os passos da dança, codificar e criar repertórios de movimentos, sempre regrados pela presença do mestre que servia a corte e, portanto, elaborava danças conforme o gosto dos componentes do reino. Assim, a dança vai iniciando o estudo dos movimentos, dos passos, tornando profissional essa arte e a dança espetáculo se instaura. Entretanto, a dança passou a se tornar mecânica, tornando-se uma arte decorativa, eliminando a comunicação com emoção e variedade, aparecendo como uma dança sofisticada e ao mesmo tempo constante, sem linguagens variadas e vivas, explica Silva (2000).

A Dança na Terceira Idade

A Dança na Terceira Idade A Dança na Terceira Idade Bárbara Costa Carolina Miguel Leonardo Delarete Pimenta Na terceira idade, geralmente, o ser humano sofre algumas alterações de um declínio geral no aspecto biopsicossocial. Como

Leia mais

24 motivos. academia. para entrar na

24 motivos. academia. para entrar na para entrar na academia Mais um ano se inicia e com ele chegam novas perspectivas e objetivos. Uma das principais promessas feitas é deixar o sedentarismo de lado e entrar na academia! Nesta época é comum

Leia mais

As Atividades físicas suas definições e benefícios.

As Atividades físicas suas definições e benefícios. As Atividades físicas suas definições e benefícios. MUSCULAÇÃO A musculação, também conhecida como Treinamento com Pesos, ou Treinamento com Carga, tornou-se uma das formas mais conhecidas de exercício,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO IDOSO

PLANO DE TRABALHO IDOSO PLANO DE TRABALHO IDOSO Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER Afonso

Leia mais

Atividade Física e Saúde na Escola

Atividade Física e Saúde na Escola Atividade Física e Saúde na Escola *Eduardo Cardoso Ferreira ** Luciano Leal Loureiro Resumo: Atividade física pode ser trabalhada em todas as idades em benefício da saúde. O objetivo do artigo é conscientizar

Leia mais

A PERCEPÇÃO DOS IDOSOS SOBRE OS BENEFÍCIOS QUE A ATIVIDADE FÍSICA (HIDROGINÁSTICA) TRAZ PARA SUAS VIDAS

A PERCEPÇÃO DOS IDOSOS SOBRE OS BENEFÍCIOS QUE A ATIVIDADE FÍSICA (HIDROGINÁSTICA) TRAZ PARA SUAS VIDAS A PERCEPÇÃO DOS IDOSOS SOBRE OS BENEFÍCIOS QUE A ATIVIDADE FÍSICA (HIDROGINÁSTICA) TRAZ PARA SUAS VIDAS FABIANA ALVES DE LUCENA (Especialista em Fisiologia do Exercício e Grupos Especiais, Faculdade Leão

Leia mais

Relacionamentos. Laços familiares, amizades e atividades sociais fazem bem à saúde.

Relacionamentos. Laços familiares, amizades e atividades sociais fazem bem à saúde. Relacionamentos Relacionamentos Laços familiares, amizades e atividades sociais fazem bem à saúde. Dependendo de como você leva a sua vida, pode prevenir ou não as chamadas doenças da civilização (cardiovasculares,

Leia mais

Para o jovem aluno que ingressa em nossa escola, ele conta com professores qualificados para melhor ensinar a pratica do kung fu de acordo com o seu

Para o jovem aluno que ingressa em nossa escola, ele conta com professores qualificados para melhor ensinar a pratica do kung fu de acordo com o seu A escola A Escola de kung fu tigre e dragão nasceu com o objetivo de aproximar esta tradicional arte milenar chinesa com o estilo de vida do jovem brasileiro. Com uma proposta dinâmica que mescla atividade

Leia mais

A importância da Atividade Física

A importância da Atividade Física A importância da Atividade Física Introdução Mas o que é atividade física? De acordo com Marcello Montti, atividade física é definida como um conjunto de ações que um indivíduo ou grupo de pessoas pratica

Leia mais

Mais saúde, menos stress

Mais saúde, menos stress iate especial Mais saúde, menos stress conheça Os BenefÍcIOs DA prática esportiva e AprOveIte para escolher A MODALIDADe IDeAL por JOãO rodrigues Um dos maiores diferenciais da Academia do Iate Clube de

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

Faça amizades no trabalho

Faça amizades no trabalho 1 Faça amizades no trabalho Amigos verdadeiros ajudam a melhorar a saúde, tornam a vida melhor e aumentam a satisfação profissional. Você tem um grande amigo no local em que trabalha? A resposta para essa

Leia mais

PESQUISA DIAGNÓSTICA - SISTEMATIZAÇÃO. - Sim, estou gostando dessa organização sim, porque a gente aprende mais com organização das aulas.

PESQUISA DIAGNÓSTICA - SISTEMATIZAÇÃO. - Sim, estou gostando dessa organização sim, porque a gente aprende mais com organização das aulas. ESCOLA MUNICIPAL BUENA VISTA Goiânia, 19 de junho de 2013. - Turma: Mestre de Obras e Operador de computador - 62 alunos 33 responderam ao questionário Orientador-formador: Marilurdes Santos de Oliveira

Leia mais

SENADO FEDERAL SONO COM QUALIDADE SENADOR CLÉSIO ANDRADE

SENADO FEDERAL SONO COM QUALIDADE SENADOR CLÉSIO ANDRADE SENADO FEDERAL SONO COM QUALIDADE SENADOR CLÉSIO ANDRADE 2 Sono com qualidade apresentação Uma boa noite de sono nos fazer sentir bem e com as forças renovadas. O contrário também vale. Uma péssima noite

Leia mais

ITS / CTA. Autores Ademir Alonso & Alberto Carlos

ITS / CTA. Autores Ademir Alonso & Alberto Carlos ITS / CTA Escola Técnica Volume Simonsen I Capítulo I Autores Ademir Alonso & Alberto Carlos 1 ITS / CTA Sumário SUMÁRIO Volume I Capítulo I Unidade I Capítulo I - Beneficios da Educação Física Capítulo

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

BAILANDO NA TERCEIRA IDADE: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A DANÇA EM UMA ASSOCIAÇÃO DE IDOSOS DE GOIÂNIA/GO

BAILANDO NA TERCEIRA IDADE: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A DANÇA EM UMA ASSOCIAÇÃO DE IDOSOS DE GOIÂNIA/GO BAILANDO NA TERCEIRA IDADE: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A DANÇA EM UMA ASSOCIAÇÃO DE IDOSOS DE GOIÂNIA/GO Palavras-chave: Idoso, práticas corporais, dança, saúde. INTRODUÇÃO Este relato foi fruto de uma

Leia mais

REVISTA DA UFG - Tema MELHOR IDADE Órgão de divulgação da Universidade Federal de Goiás - Ano V, No. 2, dezembro de 2003

REVISTA DA UFG - Tema MELHOR IDADE Órgão de divulgação da Universidade Federal de Goiás - Ano V, No. 2, dezembro de 2003 REVISTA DA UFG - Tema MELHOR IDADE Órgão de divulgação da Universidade Federal de Goiás - Ano V, No. 2, dezembro de 2003 GOYAZ, M. - Vida ativa na melhor idade. Revista da UFG, Vol. 5, No. 2, dez 2003

Leia mais

Documento Técnico A Actividade Física e a Promoção da Saúde na 3ª Idade

Documento Técnico A Actividade Física e a Promoção da Saúde na 3ª Idade Documento Técnico A Actividade Física e a Promoção da Saúde na 3ª Idade DIVISÃO DESPORTO - CME A Actividade Física e a Promoção da Saúde na 3ª Idade 1.1. Conceito de Saúde Segundo a Organização Mundial

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, APTIDÃO FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

ATIVIDADE FÍSICA, APTIDÃO FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA ATIVIDADE FÍSICA, APTIDÃO FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA Revolução industrial Antes da revolução industrial as pessoas eram mais ativas porque viviam constantemente se movimentando no trabalho na escola,

Leia mais

Melhor Idade Oficinas de Produção 1

Melhor Idade Oficinas de Produção 1 Melhor Idade Oficinas de Produção 1 Patrícia da Silva Fonseca. Economista Doméstica e estudante não-vinculado do Programa de Pós-Graduação em Economia Doméstica da Universidade Federal de Viçosa. Endereço:

Leia mais

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física 10 Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física Juliana Marin Orfei Especialista em Atividade Física: Treinamento Esportivo UNICASTELO Viviane Portela Tavares Especialista em Atividade

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO Priscila Reinaldo Venzke Luciano Leal Loureiro RESUMO Este trabalho é resultado da pesquisa realizada para a construção do referencial teórico

Leia mais

OFICINA: SEXUALIDADE

OFICINA: SEXUALIDADE OFICINA: SEXUALIDADE Daniele Costa Tatiane Fontoura Garcez APRESENTAÇÃO A oficina tem como tema a Sexualidade, será realizado no Instituto Estadual de Educação Bernardino Ângelo, no dia 25/08/2014, segunda-feira,

Leia mais

Necessidades e Restrições do Idoso Como o corpo envelhece?

Necessidades e Restrições do Idoso Como o corpo envelhece? Necessidades e Restrições do Idoso Como o corpo envelhece? Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Não está exatamente claro como nosso corpo

Leia mais

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR Jaqueline de Carvalho Gasparotto 1 ; Jeferson Dias Costa 1, João Ricardo Vissoci

Leia mais

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas A juventude americana não participa de

Leia mais

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e os desportos saudáveis são essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Actividade física adequada e desporto

Leia mais

VOLEIBOL E SUA IMPORTÂNCIA PEDAGÓGICA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

VOLEIBOL E SUA IMPORTÂNCIA PEDAGÓGICA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA 486 VOLEIBOL E SUA IMPORTÂNCIA PEDAGÓGICA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA * Camila Tworkowski ** Luciano Leal Loureiro RESUMO O presente artigo procura relatar através de uma revisão de literatura a importância

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA SISTEMATIZADA

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA SISTEMATIZADA Nome: YURI MENDES ROSA Professor: ANDERSON FONSECA GARCIA, ESPECIALISTA, EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA Forma de Apresentação: Painel Escola: INTERATIVA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS PRATICANTES

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

Como Aplicar Técnicas de Dinâmicas de Grupo para Dependentes Químicos

Como Aplicar Técnicas de Dinâmicas de Grupo para Dependentes Químicos Seja Bem Vindo! Como Aplicar Técnicas de Dinâmicas de Grupo para Dependentes Químicos Ana Carolina S. Oliveira Psicóloga Esp. Dependência Química CRP 06/99198 Hewdy Lobo Ribeiro Psiquiatra Forense Psiquiatra

Leia mais

Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica. Contextualização

Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica. Contextualização Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica Teleaula 2 Prof. Me. Marcos Ruiz da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Contextualização A combinação de

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC PREMIO AMAVI EDUCAÇÃO 2013 PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO QUALIDADE

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA OS ALUNOS DO PRÉ VESTIBULAR: A VISÃO DE PROFESSORES DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO DE ESCOLAS DE FORTALEZA 1

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA OS ALUNOS DO PRÉ VESTIBULAR: A VISÃO DE PROFESSORES DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO DE ESCOLAS DE FORTALEZA 1 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA OS ALUNOS DO PRÉ VESTIBULAR: A VISÃO DE PROFESSORES DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO DE ESCOLAS DE FORTALEZA 1 Renata Pereira Moreira 2 Heraldo Simões Ferreira 3

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

O brincar hoje: da colaboração ao individualismo

O brincar hoje: da colaboração ao individualismo O brincar hoje: da colaboração ao individualismo Profa. Dra. Maria Angela Barbato Carneiro Campo Grande/ Simpósio Internacional da OMEP Jul/ 2012 Este trabalho tem por objetivo discutir sobre o brincar

Leia mais

XADREZ NAS ESCOLAS: ESPORTE, CIÊNCIA OU ARTE.

XADREZ NAS ESCOLAS: ESPORTE, CIÊNCIA OU ARTE. Resumo XADREZ NAS ESCOLAS: ESPORTE, CIÊNCIA OU ARTE. OLIVEIRA, Vanessa Duarte de PUCPR vane_do@hotmail.com CARVALHO, João Eloir PUCPR j.eloir@uol.com.br Eixo Temático: Educação, arte e movimento Agência

Leia mais

Dança para Idosos: Resgate da Cultura e da Vida

Dança para Idosos: Resgate da Cultura e da Vida 17 Dança para Idosos: Resgate da Cultura e da Vida Ana Zélia Belo Licenciada em Educação Física Especialista em Qualidade de Vida e Atividade Física - UNICAMP Roberta Gaio Licenciada em Educação Física

Leia mais

ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL 1. ENVELHECIMENTO ACTIVO A Organização Mundial da Saúde e a Comissão da União Europeia consideram de grande importância todas as medidas, políticas e práticas, que contribuam para

Leia mais

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO O transplante cardíaco é uma forma de tratamento para os pacientes com insuficiência cardíaca

Leia mais

Resolução SME N 24/2010

Resolução SME N 24/2010 Resolução SME N 24/2010 Dispõe sobre orientações das rotinas na Educação Infantil, em escolas e classes de período integral da rede municipal e conveniada, anexos I e II desta Resolução, com base no Parecer

Leia mais

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA.

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. 1 EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. Tales de Carvalho, MD, PhD. tales@cardiol.br Médico Especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte; Doutor em

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A INTERVENÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A INTERVENÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A INTERVENÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM CAROLINE SILVA DE OLIVEIRA Discente do Curso de Licenciatura Plena do Curso de Educação Física das Faculdades Integradas

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL * Rita de Cássia Lindner Kaefer **Ana Eleonora Sebrão Assis RESUMO O objetivo do presente artigo é apresentar uma reflexão a respeito da importância

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Atividades Extraclasse

Atividades Extraclasse Atividades Extraclasse No Marista Conceição, o estudante aprende e desenvolve habilidades dentro e fora da sala de aula, por meio de atividades esportivas, artísticas, culturais, científicas e de solidariedade.

Leia mais

Praticando vitalidade. Sedentarismo. corra desse vilão!

Praticando vitalidade. Sedentarismo. corra desse vilão! Praticando vitalidade Sedentarismo corra desse vilão! O que é sedentarismo? Sedentarismo é a diminuição de atividades ou exercícios físicos que uma pessoa pratica durante o dia. É sedentário aquele que

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

6. o ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF. FRANCISCA AGUIAR PROF. SUZY PINTO

6. o ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF. FRANCISCA AGUIAR PROF. SUZY PINTO 6. o ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF. FRANCISCA AGUIAR PROF. SUZY PINTO CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade I Tecnologia: Corpo, movimento e linguagem na era da informação Aula

Leia mais

A LUDICIDADE E A PARTICIPAÇÃO SOCIAL DO IDOSO

A LUDICIDADE E A PARTICIPAÇÃO SOCIAL DO IDOSO A LUDICIDADE E A PARTICIPAÇÃO SOCIAL DO IDOSO Ana Paula Sabchuk Fernandes UEPG ana-sabchuk@hotmail.com Rita de Cássia Oliveira soliveira13@uol.com.br Cintia Aparecida Canani cicacanani@yahoo.com.br Eixo

Leia mais

Envelhecimento Ativo e Educação ao Longo da Vida

Envelhecimento Ativo e Educação ao Longo da Vida Centro de Competência de Ciências Sociais Departamento de Ciências da Educação Envelhecimento Ativo e Educação ao Longo da Vida Alice Mendonça alice@uma.pt Internet: http://www.uma.pt/alicemendonca Enquadramento

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ponte Alta Processo Seletivo Edital 001/2014 Monitor Desportivo

Prefeitura Municipal de Ponte Alta Processo Seletivo Edital 001/2014 Monitor Desportivo 1 CONHECIMENTOS GERAIS (5 questões) 1. Em seu Artigo 1º, a Lei Orgânica da Assistência Social LOAS, explica que a assistência social é: a. Uma política de seguridade social que provê os mínimos sociais

Leia mais

O OLHAR DOS PROFESSORES PARA A INFÂNCIA

O OLHAR DOS PROFESSORES PARA A INFÂNCIA O OLHAR DOS PROFESSORES PARA A INFÂNCIA Ariane Sandrin Pianegonda 1 Inês Bueno Krahe 2 Resumo Este artigo pretende apresentar os resultados da pesquisa desenvolvida durante o curso de extensão: Escola

Leia mais

BIOGRAFIA HUMANA. Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência. Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade.

BIOGRAFIA HUMANA. Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência. Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade. BIOGRAFIA HUMANA Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade Edna Andrade Nascemos totalmente desamparados, totalmente dependentes e indefesos.

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

Ana Paula Vitelli, Ph.D. Reunião do Comitê de RH, Britcham 08 de Outubro, 2013 São Paulo SP

Ana Paula Vitelli, Ph.D. Reunião do Comitê de RH, Britcham 08 de Outubro, 2013 São Paulo SP Ana Paula Vitelli, Ph.D. Reunião do Comitê de RH, Britcham 08 de Outubro, 2013 São Paulo SP Introdução Do que estamos falando? Um grupo específico de mulheres Uma visão Pesquisa de Doutorado na FGV EAESP

Leia mais

Alessandra Santana. Angélica Cristina da Silva Freire

Alessandra Santana. Angélica Cristina da Silva Freire Câmpus Alfenas 28 de novembro de 2011 SUMÁRIO Alessandra Santana... 2 Angélica Cristina da Silva Freire... 2 Bárbara Luiza Novais... 3 Bruna Aparecida Reis... 3 Carolina Esteves Martins... 4 Celsianne

Leia mais

AtividAde FísicA Atividade Física estilo de vida ativo

AtividAde FísicA Atividade Física estilo de vida ativo Atividade Física Atividade Física A atividade física faz parte da natureza humana, com dimensões biológica e cultural A prática de atividades físicas pode beneficiar todas as pessoas (jovens e adultos),

Leia mais

Fundação Cardeal Cerejeira. Acção de Formação

Fundação Cardeal Cerejeira. Acção de Formação Fundação Cardeal Cerejeira Acção de Formação Formadoras: Fisioterapeuta Andreia Longo, Fisioterapeuta Sara Jara e Fisioterapeuta Tina Narciso 4º Ano de Fisioterapia da ESSCVP Introdução Afirma-se que a

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA SÉRIE: 6º ANO PROFESSORA:

Leia mais

Como é a criança de 4 a 6 anos

Como é a criança de 4 a 6 anos de 4 a 6 anos Como é a criança Brinque: lendo histórias, cantando e desenhando. A criança se comunica usando frases completas para dizer o que deseja e sente, dar opiniões, escolher o que quer. A criança

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

4 - SESSÃO RESENHA DE LIVRO. Alessandra Balbi Rita Puga. Livro: Terceira Idade & Atividade Física

4 - SESSÃO RESENHA DE LIVRO. Alessandra Balbi Rita Puga. Livro: Terceira Idade & Atividade Física Boletim Informativo Unimotrisaúde em Sociogerontologia 55 4 - SESSÃO RESENHA DE LIVRO Livro: Terceira Idade & Atividade Física Alessandra Balbi Rita Puga Maria Alice Corazza, em sua literatura sempre enfatiza

Leia mais

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO

Leia mais

Treinamento Personalizado para Idosos. Discentes: Dulcineia Cardoso Laís Aguiar

Treinamento Personalizado para Idosos. Discentes: Dulcineia Cardoso Laís Aguiar Treinamento Personalizado para Idosos Discentes: Dulcineia Cardoso Laís Aguiar Idosos Indivíduos com idade superior a 60anos Segundo o estatuto do idoso -é assegurando o direito à vida, à saúde, à alimentação,

Leia mais

Fatores que influenciam na motivação dos alunos para participar das aulas de Educação Física

Fatores que influenciam na motivação dos alunos para participar das aulas de Educação Física Fatores que influenciam na motivação dos alunos para participar das aulas de Educação Física Fernando Cristyan Hanauer Graduado em Educação Física Unoesc/ Xanxerê-sc Especialista em Ação Interdisciplinar

Leia mais

Rio e Sagrado: um lugar de todos nós!

Rio e Sagrado: um lugar de todos nós! Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio Rua Tonelero, 56 Copacabana RJ site:www.redesagradorj.com.br / e-mail:cscm@redesagradorj.com.br Rio e Sagrado: um lugar de todos nós!.turma: 1º Período A Professora

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Dicas para estudar: Tome nota!

Dicas para estudar: Tome nota! CARTILHA SOBRE COMO ESTUDAR, PARA DIVULGAÇÃO INSTITUCIONAL Núcleo de Atendimento Psicopedagógico (NAPP) Título da Cartilha: Dicas para estudar: Tome nota! Proposta: Por meio de um diálogo entre um aluno

Leia mais

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar 1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar nosso amor 4. Porque a gente discute nossos problemas

Leia mais

AS TRANSIÇÕES FEMININAS DA PUBERDADE E DA MENOPAUSA: ASPECTOS CLÍNICOS E DE PESQUISA Coordenadora: Carmen Lúcia Souza (USP) clucia@uol.com.

AS TRANSIÇÕES FEMININAS DA PUBERDADE E DA MENOPAUSA: ASPECTOS CLÍNICOS E DE PESQUISA Coordenadora: Carmen Lúcia Souza (USP) clucia@uol.com. MESA 4 AS TRANSIÇÕES FEMININAS DA PUBERDADE E DA MENOPAUSA: ASPECTOS CLÍNICOS E DE PESQUISA Coordenadora: Carmen Lúcia Souza (USP) clucia@uol.com.br Relatores: Carmen Lúcia Souza Izilda Malta Torres Ruth

Leia mais

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração Material pelo Ético Sistema de Ensino Elaborado para Educação Infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos EDUCAÇÃO INFANTIL Data: / / Nível: Escola: Nome: Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Leia mais

Depressão e Qualidade de Vida. Dra. Luciene Alves Moreira Marques Doutorado em Psicobiologia pela UNIFESP

Depressão e Qualidade de Vida. Dra. Luciene Alves Moreira Marques Doutorado em Psicobiologia pela UNIFESP Depressão e Qualidade de Vida Dra. Luciene Alves Moreira Marques Doutorado em Psicobiologia pela UNIFESP 1 Percepções de 68 pacientes entrevistadas. 1. Sentimentos em relação à doença Sinto solidão, abandono,

Leia mais

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE - Educação Física A DANÇA DO VENTRE NA EDUCAÇÃO. Autor: VIVIANE ESTEVES DE MELLO BRAGA

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE - Educação Física A DANÇA DO VENTRE NA EDUCAÇÃO. Autor: VIVIANE ESTEVES DE MELLO BRAGA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE - Educação Física A DANÇA DO VENTRE NA EDUCAÇÃO Autor: VIVIANE ESTEVES DE MELLO BRAGA Instituição: Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) Orientador: Laércio Schwantes Iório

Leia mais

PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA

PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA Angela T. Zuchetto Departamento de Educação Física, Centro de Desportos Universidade Federal de Santa Catarina Fone: 3318558 zuchetto@cds.ufsc.br Introdução O programa

Leia mais

Nesse E-Book você vai aprender a lidar com aquelas situações chatas da nossa vida como psicólogos iniciantes em que tudo parece dar errado!

Nesse E-Book você vai aprender a lidar com aquelas situações chatas da nossa vida como psicólogos iniciantes em que tudo parece dar errado! Nesse E-Book você vai aprender a lidar com aquelas situações chatas da nossa vida como psicólogos iniciantes em que tudo parece dar errado! Aqueles primeiros momentos em que tudo que fazemos na clínica

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

Acupuntura: a escuta das dores subjetivas

Acupuntura: a escuta das dores subjetivas 38 Acupuntura: a escuta das dores subjetivas Simone Spadafora A maior longevidade expõe os seres vivos por mais tempo aos fatores de risco, resultando em maior possibilidade de desencadeamento de doenças

Leia mais

Planejamento Anual 2015. Educação Infantil Maternal II

Planejamento Anual 2015. Educação Infantil Maternal II Planejamento Anual 2015 Educação Infantil Maternal II Em nossa ação educativa, pretendemos colaborar para todos trabalharem pela harmonia nas relações entre os homens e os povos, fundada no amor ao outro,

Leia mais

POR QUE SER ATIVO ALBERTO OGATA

POR QUE SER ATIVO ALBERTO OGATA POR QUE SER ATIVO ALBERTO OGATA O nosso corpo é uma máquina fantástica, que não foi feita para ficar parada. Se você estiver realmente decidido a ter uma atitude positiva em relação a sua saúde e ao seu

Leia mais

FORTALECENDO SABERES EDUCAÇÃO FÍSICA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva.

FORTALECENDO SABERES EDUCAÇÃO FÍSICA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva. CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidades: Entender os benefícios

Leia mais

Brincadeira é Jogo Sério. Resumo. Flávia Moretto de Oliveira 1 Luciane Canto Vargas 2

Brincadeira é Jogo Sério. Resumo. Flávia Moretto de Oliveira 1 Luciane Canto Vargas 2 Brincadeira é Jogo Sério Flávia Moretto de Oliveira 1 Luciane Canto Vargas 2 Resumo A infância é fascinante, durante a vida é neste período que exteriorizamos nossos sentimentos, nossas experiências e

Leia mais

DIVISÃO DESENVOLVIMENTO SOCIAL GABINETE DE DESPORTO

DIVISÃO DESENVOLVIMENTO SOCIAL GABINETE DE DESPORTO DIVISÃO DESENVOLVIMENTO SOCIAL GABINETE DE DESPORTO TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO PARA IDOSOS Introdução Uma velhice tranquila é o somatório de tudo quanto é beneficio do organismo, como por exemplo, exercícios

Leia mais

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH)

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) 15/07/2011 METALÚRGICO, 26 ANOS Não costumo fazer exame porque sinto meu corpo bom, ótimo. Nunca senti uma dor. Senti uma dor uma vez na

Leia mais

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. O projeto - o lúdico: jogos, brinquedos e brincadeiras na construção do processo de aprendizagem

Leia mais

PROGRAMA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO ATIVO E SAUDÁVEL

PROGRAMA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO ATIVO E SAUDÁVEL PROGRAMA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO ATIVO E SAUDÁVEL ENQUADRAMENTO O tema «envelhecimento» tem sido alvo de estudos de pesquisadores e profissionais e vem desencadeando a produção de conhecimentos

Leia mais

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Liga Desportiva de Taekwon-do do Estado de Minas Gerais - LDTEMG Mestre Ronaldo Avelino Xavier Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Belo Horizonte, 06 de Fevereiro de 2013. Mestre

Leia mais

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação.

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação. Colégio Tutto Amore Colégio Sapience Carinho, Amor e Educação. Trabalhamos com meio-período e integral em todos os níveis de ensino. www.tuttoamore.com.br Nossa História No ano de 1993 deu-se o ponto de

Leia mais

REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE

REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE Adolescência 11 aos 20 anos Mudanças: Amadurecimento biológico Sexual Psicológico Social Características Adolescência Mudança de interesses Conflitos com a família Maior

Leia mais