ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE"

Transcrição

1 ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE Márcia Gagliardi Núcleo de Estudos e Pesquisas: Formação de Professores - Doutoranda Profa. Dra Maria Nazaré da Cruz INTRODUÇÃO Esta pesquisa tece considerações em relação ao diálogo presente entre professora e mãe no universo da educação infantil, em particular, em creche. Nosso propósito aqui é tentar compreender e refletir sobre esse diálogo e sobre as diferentes imagens sobre si própria e sobre a outra - que se formam quando do encontro entre a professora e a mãe. Assumimos que a qualidade deste encontro marca a relação de ambas com a criança, nas questões do cuidado e da educação, importantes fontes no desenvolvimento global da criança em creche. Pesquisas na área têm indicado que inúmeros conflitos ocorrem quando do encontro entre a mãe e a professora da criança na creche. Essas pesquisas enfocam prioritariamente as queixas oriundas de ambos os lados da díade quanto ao cuidado e à educação das crianças. Esses conflitos e queixas, que pontuam a interação mãe-professora, parecem advir da proximidade das funções desempenhadas por ambas em relação à criança nesta faixa etária e por uma certa indefinição relativa ao papel profissional da professora na educação de crianças pequenas. A relação entre professora e mãe pode sofrer alterações quando a professora, hoje, é alguém formada em curso superior, o que lhe garante em seu próprio modo de conceber sua posição, em alguém cuja função é a de educar. Nessa atividade, parece que o cuidar pode ficar restrito à equipe que não possui formação superior e que acaba por desempenhar o papel substituto da mãe. Temos em nossa hipótese, questões de que (1) o cuidar não é visto como educar, (2) que a professora não se sente educadora e (3) que o diálogo existente entre professora e mãe pode oferecer indícios de como a professora vem se constituindo como tal no contexto da creche. O interesse em pesquisar a relação dialógica entre professora e mãe foi fruto do trabalho realizado junto a creches de uma cidade no interior do Estado de São Paulo como também da discussão em grupo sobre a temática (nas disciplinas obrigatórias do doutorado) e nas orientações para confecção da tese. É este, portanto, o foco de nosso trabalho: Que diálogo se estabelece entre mãe e professora? Que imagens de si mesma e da outra - povoam o imaginário de ambas? e como conseqüência: Como se constitui o papel profissional da professora nesse contexto? Objetivamos pesquisar este universo por acreditar que podemos oferecer uma contribuição de estudo na relação que existe entre a professora e a mãe. ABORDAGEM METODOLÓGICA Nesta pesquisa utilizamos a metodologia qualitativa de investigação por meio do instrumento de entrevistas com professoras e mães que focalizam o diálogo estabelecido entre ambas. Serão frutos de nossa análise e reflexão as imagens que adquirem forma quando ambas se referem uma à outra. Partindo de estudos realizados na área e da revisão bibliográfica sobre o tema, foram realizadas entrevistas coletivas com quatro mães e cinco professoras, separadamente. Entrevistamos também a diretora da creche e realizamos observações durante dez dias na entrada e saída das crianças, totalizando 30 horas de registro em diário de campo. A entrevista com as professoras procurou abordar os seguintes temas: a função de ser professora, o relacionamento com a criança, as rotinas da creche, o contato com as mães, as 1

2 reuniões, as atividades do cuidar e do educar, a relação com a direção. Na entrevista com as mães, tratamos do o ingresso da criança na creche, da rotina e das regras, do contato com as professoras, das reuniões, da relação com a diretora. A diretora se prontificou a responder a todas as perguntas feitas pela pesquisadora, mas não autorizou o uso do gravador. Suas respostas foram registradas por escrito no momento em que a entrevista acontecia. Os temas pesquisados foram: o funcionamento geral da creche, a coordenação, o relacionamento com as mães, o relacionamento com os funcionários, o relacionamento com as professoras e o relacionamento com as crianças. CONSTRUÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS Após a entrevista com as mães e com as professoras iniciamos o processo de construção e análise dos dados, enfocando o diálogo existente entre elas, com o outro que me constitui e ao qual respondo, de acordo com o referencial bakhtiniano (Bakhtin, 1990, 2003). Bakhtin (1990, 2003) salienta que na troca de enunciados os sujeitos respondem ao diálogo com reações as mais diversas, numa infinita rede de enunciados culminando na alteridade, que confere a identidade própria de cada um dos sujeitos. O que é dito, por quem é dito e para quem é dito, formam a alteridade e os efeitos que provocam constituem o contexto geral da enunciação. Ainda, nesta troca de enunciados, há a constituição de um Outro, o ser que eu construo com um Outro. Apresentamos neste texto apenas um esboço de análise de alguns trechos das entrevistas com mães e professoras, a título de ilustração sobre o material de que dispomos e sobre algumas possibilidades analíticas. O recorte, a construção e a organização do conjunto dos dados ainda estão em processo. Saber e não saber Professora Vera:... os filhos chegam na casa e contam: a tia fez assim!...elas (mães) sabem bastante coisas da gente. Mãe Júlia: Ele já teve três professoras desde que está aqui. Ele está aqui há dois anos...na realidade não sei por que saíram,...todas as mães são muito cuidadosas, todas elas querem saber muito dos seus filhos, não sei se aí ficaria algum problema para a creche... Mãe Iara:... o Pedro é muito levado e ele tem uma conduta muito agressiva... Como será que ela lida com isso? Essas falas de professora e mães indiciam que a questão das informações que as mães têm ou não sobre o que acontece com seus filhos na creche é aspecto importante das relações entre elas. A professora Vera afirma que as mães sabem muito sobre as professoras, sobre o que elas fazem, através dos próprios filhos. As mães, por sua vez, parecem indicar que esse conhecimento que lhes chega através dos filhos não é suficiente. Iara se preocupa com a agressividade do filho e com o modo - desconhecido? - como a professora lidaria com isso. Júlia diz que as mães querem saber muito dos seus filhos e parece suspeitar de que isso seja um ponto de tensão em sua relação com a creche. Que imagens aparecem aqui? A professora parece que se vê como alguém exposta aos olhares das mães, através das narrativas de seus filhos. A fala da mãe Júlia, por sua vez, indicia que o fato de as mães quererem sempre saber mais sobre os seus filhos não é bem visto pela creche, como se a creche, suas professoras e funcionárias, não quisessem se dar a ver. Estar exposta (conforme a professora se vê) e não querer ser vista (conforme a mãe parece vê-la); saber bastante, através da criança (conforme a professora vê a mãe), e não saber ou querer saber mais - do que se passa com o filho (conforme a própria mãe se vê) parece criar um jogo de imagens, em que muito é presumido e pouco explicitado. Enquanto mães se perguntam como será que ela [a professora] lida com isso?, professoras imaginam o que seus alunos dizem sobre elas para as próprias mães. 2

3 3 O lugar da professora Professora Angela:...além de mandar recados de como eu tenho que agir com a criança. A sensação que eu tenho é que a mãe acha que eu sou empregada dela. Professora Simone:...às vezes eu coloco o recado no caderno e nem um ok elas...então isso é difícil porque a gente faz a parte da gente Essas falas de Ângela e Simone parecem indicar que se vêem desprestigiadas pelas mães que mandam recados de como eu tenho que agir com a criança, mas que não respondem aos recados que recebem das professoras. Acreditamos que a análise de embates como esses podem contribuir para compreender aspectos do processo de constituição profissional da professora. Este processo parece passar, entre muitos outros aspectos, pela imagem que as próprias professoras fazem do é ser professora, bem como de uma contraposição àquilo que é característico do ser mãe, como podemos perceber a seguir. Professora Vera: Nas atividades planejadas é diferente...você sabe que você está ensinando, que eles estão aprendendo... Professora Amanda: Minha intenção é daqui para frente, digamos assim, vir a dar aula mesmo. É exercer a profissão de educadora. Professora Fernanda:...isso não é função do professor, pegar no colo, mimar... eu não vejo isso como ser professora. Partindo do diálogo estabelecido entre professora e mãe como também das imagens e auto-imagens presentes nele, iniciamos um caminho de entendimento da questão, onde o sujeito sabe do outro o que este não pode saber de si mesmo, ao tempo em que depende do outro para saber o que ele mesmo não pode saber de si (Bakhtin, 2008, p. 24). Nessa inter-relação, sentidos e acabamentos são definidos e moldam as relações que são estabelecidas. Nessa relação entre eus (Bakhtin, 2008, p.24) é que nasce o sentido, que é função dela e que ao mesmo tempo a molda. O termo espelho utilizado tanto por Bakhtin como por Arroyo (2000) significa que a imagem refletida nele possibilita a reflexão daquele que olha. Ver-se no espelho não dá ao sujeito a visão acabada de seu ser que só o olhar do outro lhe confere (Bakhtin, 2008, p.24) Uma fonte importante a respeito de quem somos é a comparação e sempre esperamos que os elogios para nossa pessoa ultrapassem em muito aqueles dirigidos a outra. Queremos superar alguém que, pelo direito ou pelo avesso, consideramos como parâmetro (idem, p. 80). Que olhos são estes que acabam por aniquilar a paz antes sentida? O olhar que nos chega através do espelho traz sempre uma pergunta e uma resposta (Idem, p. 80). Buscamos ao nos olhar perceber o que o outro enxerga em nós e reciprocamente fazemos o mesmo. É uma forma de entender como somos vistos. Brait (2008, p. 24) salienta: Ver-se no espelho não dá ao sujeito a visão acabada de seu ser que só o olhar do outro lhe confere. Assim, só nessa relação de eus entre si pode nascer o sentido, que é função dela e ao mesmo tempo serve para moldá-la. E ainda (p.43) o que fazemos então, quando em frente ao espelho, à falta dessa efetiva possibilidade (de nos vermos a nós mesmos inteiramente abarcados pelo nosso exterior) é nos projetarmos num possível outro peculiarmente indeterminado, com a ajuda de quem tentamos encontrar em uma posição axiológica em relação a nós mesmos. Nesse sentido, nunca estamos sozinhos frente ao espelho: um segundo participante está sempre implicado no evento da autocontemplação.

4 Complementa (p.43): Bakhtin destaca a complexidade que se esconde atrás da aparente simplicidade da autocontemplação. É ingênuo pensar, diz ele, que no ato de olhar-se no espelho há uma fusão, uma coincidência do extrínseco com o intrínseco. O que ocorre, de fato, é que, quando me olho no espelho, em meus olhos olham olhos alheios; quando me olho no espelho não vejo o mundo com meus próprios olhos e desde o meu interior; vejo a mim mesmo com os olhos do mundo estou possuído pelo outro. Temos aqui um pressuposto importante: tenho que passar pela consciência do outro para me constituir (Idem, p.43) e para que possa me compreender, é necessário um ato de ir até o outro e de voltar a si (p.128), questão esta relativa ao conceito de empatia. CONSIDERAÇÕES FINAIS Professora e mãe se articulam como atores sociais que imprimem marcas no desenvolvimento da criança e que a ajudam a estruturar seu aprendizado e a desenvolver a consciência de si bem como o papel que desempenha na interação com o meio. Como agente social, a professora tem em sua constituição docente um papel fundamental no desenvolvimento da criança, papel este muitas vezes não sentido em sua prática como importante, mas que se torna fundamental quando pensamos que sua interlocução com outros agentes fundamenta sua crença e seu próprio desenvolvimento profissional. Também como agente social, a mãe tem em seu grupo familiar um papel importante no desenvolvimento da criança, papel este muitas vezes sobrecarregado por outros papéis que assume, mas que se torna fundamental quando pensamos que sua interlocução com outros agentes possa contribuir para o desempenho de sua própria maternagem. Através das análises pode-se compreender o porquê existe distanciamento entre ambas (professora e mãe) e o quanto é importante que essas imagens que as compõem possam ser revistas para que a criança tenha assegurado o desenvolvimento sadio de suas potencialidades, visto que é o elo de ligação entre ambas e também pelo fato de proporcionar a ambas a possibilidade dessa reflexão pessoal. Pensando em um contexto geral da educação, esta pesquisa volta-se para a importância do diálogo entre professora e mãe da criança, em virtude deste diálogo constituir parte da formação da criança. Sua auto-estima, sentimentos de segurança, vivências afetivas, são itens que ajudam a estruturar seu mundo interno e são as bases para um desenvolvimento futuro sadio. 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARCE, Alessandra. Documentação Oficial e o Mito da Educadora Nata na Educação Infantil. Dissertação de Mestrado em Educação, Araraquara, 1997 ARROYO, Miguel G. Ofício de Mestre: Imagens e Auto-Imagens. RJ: Vozes, 2000 AZEVEDO, Heloísa H.O. Formação Inicial de Profissionais de Educação Infantil: desmistificando a separação entre cuidar-educar. Tese Doutoramento, UNIMEP, 2005 BAKHTIN, M. Estética da Criação Verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003 BAKHTIN, M. (Volochinov, V.N.) Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Hucitec, 1990 BRAIT, B. Bakhtin conceitos chave. São Paulo: Contexto, 2008

5 5 CERISARA, Ana Beatriz.A formação de professores em serviço para a educação infantil:uma possível contribuição da universidade. Florianópolis:UFSC, Relatório de Pesquisa (mimeo) HADDAD, Lenira. A creche em busca de identidade. São Paulo:Loyola, 2002 KRAMER, Sonia. Profissionais de educação infantil : gestão e formação. São Paulo: Ática, 2005 MARANHÃO, D.M.;SILVA, C.V. Creche,pré-escola e família:revendo conceitos para compartilhar cuidados e educação das crianças. In: Santos, L.E.S., organizadora. Creche e pré-escola: uma abordagem de saúde. São Paulo:Artes Médicas, 2004

Imagens de professores e alunos. Andréa Becker Narvaes

Imagens de professores e alunos. Andréa Becker Narvaes Imagens de professores e alunos Andréa Becker Narvaes Inicio este texto sem certeza de poder concluí-lo de imediato e no intuito de, ao apresentá-lo no evento, poder ouvir coisas que contribuam para continuidade

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES SEUS DIZERES SOBRE A SALA DE AULA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES SEUS DIZERES SOBRE A SALA DE AULA FORMAÇÃO DE PROFESSORES SEUS DIZERES SOBRE A SALA DE AULA Lúcia de Fátima Melo do Nascimento Secret. Municipal de Educ. do Natal RN / Depart. de Ensino / Setor de Ensino Fundamental Colégio Imaculada Conceição

Leia mais

Sumário. Prefácio... 11 Introdução... 13. 1. Cultura, identidade e surdez... 21. 2. A idade crítica para a aquisição da linguagem...

Sumário. Prefácio... 11 Introdução... 13. 1. Cultura, identidade e surdez... 21. 2. A idade crítica para a aquisição da linguagem... Sumário Prefácio... 11 Introdução... 13 PARTE I: REALIDADES FABRICADAS... 19 1. Cultura, identidade e surdez... 21 SURDO: DIFERENTE OU DEFICIENTE?... 23 A BUSCA DA IDENTIDADE... 41 REFLEXÕES ACERCA DA

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA CONVIVER COM OS HUMANOS APRIMORADOS? http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=voce-esta-preparado-conviver-humanosaprimorados&id=010850090828 Redação do

Leia mais

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. UEPB E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br Aldeci Luiz de Oliveira Profa. Dra. PMCG E-mail:

Leia mais

A ação exotópica do professor pesquisador: uma reflexão sobre pesquisa-ação

A ação exotópica do professor pesquisador: uma reflexão sobre pesquisa-ação A ação exotópica do professor pesquisador: uma reflexão sobre pesquisa-ação Cristiane Alvarenga Rocha Santos 1 Jane Quintiliano Guimarães Silva 2 Acho que esse assunto de professor pesquisador é muito

Leia mais

podres mecanismo de seleção no acesso às escolas municipais de alto prestígio da cidade do Rio de Janeiro (CHAMARELLI, 2007a). Vale destacar que um

podres mecanismo de seleção no acesso às escolas municipais de alto prestígio da cidade do Rio de Janeiro (CHAMARELLI, 2007a). Vale destacar que um 1. Introdução Tomo consciência de mim, originalmente, através do outro: deles recebo a palavra, a forma e o tom que servirão à formação original da representação que terei de mim mesmo. (BAKHTIN, 1992,

Leia mais

METODOLOGIA PARA CONSTRUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NA EAD: DO PLANO DE ENSINO AO ROTEIRO DE TUTORIA.

METODOLOGIA PARA CONSTRUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NA EAD: DO PLANO DE ENSINO AO ROTEIRO DE TUTORIA. 1 METODOLOGIA PARA CONSTRUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NA EAD: DO PLANO DE ENSINO AO ROTEIRO DE TUTORIA. Maio/2008 Mara Yáskara Nogueira Paiva Cardoso Uniararas, marayaskara@uniararas.br Ana Carolina Castelli

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Título do artigo: O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Área: Gestão Coordenador Pedagógico Selecionadora: Maria Paula Zurawski 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador

Leia mais

UM OLHAR SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

UM OLHAR SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UM OLHAR SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL COSTA, Efigênia Maria Dias 1 MONTENEGRO, Fabrícia Sousa 2 NEVES, Elidiana Oliveira das 3 SANTOS, Jefferson Silva de Barros 4 SILVA, Luiz Eduardo

Leia mais

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu.

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu. CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: INDICATIVOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE E DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO NUM CURSO DE PEDAGOGIA G1 Formação de Professores

Leia mais

ED WILSON ARAÚJO, THAÍSA BUENO, MARCO ANTÔNIO GEHLEN e LUCAS SANTIGO ARRAES REINO

ED WILSON ARAÚJO, THAÍSA BUENO, MARCO ANTÔNIO GEHLEN e LUCAS SANTIGO ARRAES REINO Entrevista Cláudia Peixoto de Moura Nós da Comunicação tendemos a trabalhar com métodos qualitativos, porque, acredito, muitos pesquisadores desconhecem os procedimentos metodológicos quantitativos ED

Leia mais

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da Introdução O interesse em abordar a complexidade da questão do pai para o sujeito surgiu em minha experiência no Núcleo de Atenção à Violência (NAV), instituição que oferece atendimento psicanalítico a

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

Faculdade Sagrada Família

Faculdade Sagrada Família Faculdade Sagrada Família DISCIPLINA: Gestão Escolar 4º período de Pedagogia Prof Ms. Marislei Zaremba Martins Texto: Equipe da Área de Educação Formal - Instituto Ayrton Senna A gestão da educação precisa

Leia mais

CONCEPÇÕES DE PROFESSORES SOBRE GÊNEROS TEXTUAIS/DISCURSIVOS NA ESCOLA. Fernanda Cargnin Gonçalves goncalves.fernandac@gmail.com

CONCEPÇÕES DE PROFESSORES SOBRE GÊNEROS TEXTUAIS/DISCURSIVOS NA ESCOLA. Fernanda Cargnin Gonçalves goncalves.fernandac@gmail.com CONCEPÇÕES DE PROFESSORES SOBRE GÊNEROS TEXTUAIS/DISCURSIVOS NA ESCOLA Fernanda Cargnin Gonçalves goncalves.fernandac@gmail.com O que faremos? Recorte de uma pesquisa realizada no ano de 2010 com 84 professores

Leia mais

O julgamento docente acerca do bullying escolar

O julgamento docente acerca do bullying escolar O julgamento docente acerca do bullying escolar Mestranda: Catarina Gonçalves PPGE/UFPB Orientador: Dr. Fernando Andrade PPGE/UFPB Linha de Pesquisa: Estudos Culturais da Educação Agência Financiadora:

Leia mais

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1 Denise Carrera A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto de que a ordem social não é natural e por isso pode ser transformada. A

Leia mais

O uso do passaporte da comunicação no desenvolvimento de Interação e comunicação de pessoas com surdocegueira e com deficiência múltipla sensorial

O uso do passaporte da comunicação no desenvolvimento de Interação e comunicação de pessoas com surdocegueira e com deficiência múltipla sensorial O uso do passaporte da comunicação no desenvolvimento de Interação e comunicação de pessoas com surdocegueira e com deficiência múltipla sensorial 1 O uso do passaporte da comunicação no desenvolvimento

Leia mais

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS Caro leitor: O objetivo principal deste Manual de Observação para o Educador: conhecendo melhor a prática profissional

Leia mais

Objetivos da SMAM 2013

Objetivos da SMAM 2013 Objetivos da SMAM 2013 1. Conscientizar da importância dos Grupos de Mães (ou do Aconselhamento em Amamentação) no apoio às mães para iniciarem e manterem a amamentação. 2. Informar ao público sobre os

Leia mais

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação Considerando a importância de estudos que abordem dimensões

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA NO ESTÁGIO Monica Isabel

Leia mais

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Albertina Marília Alves Guedes¹ Elisa Angélica Alves Guedes² Maria Nizete de Menezes Gomes

Leia mais

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL 2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Ao conceber as instituições de Educação Infantil como espaços onde ocorre o processo educativo, processo este pelo qual os homens apropriam-se do desenvolvimento

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Domiciana Luana Jesus Ferreira - graduanda em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/UESB campus de Itapetinga¹ Introdução

Leia mais

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 Claudemir Monteiro Lima Secretária de Educação do Estado de São Paulo claudemirmonteiro@terra.com.br João

Leia mais

As contribuições de conceitos desenvolvidos pelo Círculo de Bakhtin para a descrição e análise de enunciados de sujeitos com afasias

As contribuições de conceitos desenvolvidos pelo Círculo de Bakhtin para a descrição e análise de enunciados de sujeitos com afasias As contribuições de conceitos desenvolvidos pelo Círculo de Bakhtin para a descrição e análise de enunciados de sujeitos com afasias Rosana do Carmo Novaes Pinto 1 Desde 1999, venho defendendo a relevância

Leia mais

Aquecimento inespecífico: Os participantes devem andar pela sala não deixando nenhum espaço vazio, andando cada um no seu ritmo.

Aquecimento inespecífico: Os participantes devem andar pela sala não deixando nenhum espaço vazio, andando cada um no seu ritmo. DINÂMICA DO ESPELHO Embrulha o espelho com papel de presente, mas dentro o espelho deve ser embrulhado com outro papel e colado a seguinte frase: Há pessoas que querem ser bonitas pra chamar a atenção,

Leia mais

como a arte pode mudar a vida?

como a arte pode mudar a vida? como a arte pode mudar a vida? LONGE DAQUI, AQUI MESMO 1 / 2 Longe daqui, aqui mesmo 1 Em um caderno, crie um diário para você. Pode usar a escrita, desenhos, recortes de revista ou jornais e qualquer

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

Creche Municipal Pequeno Príncipe

Creche Municipal Pequeno Príncipe DESCRIPCIÓN DE LA INSTITUCIÓN UBICACIÓN GEOGRÁFICA Região: Centro Oeste Município: Porto dos Gaúchos MT Título da experiência: Construindo sua identidade no universo da brincadeira Autoras: Claudiane Eidt

Leia mais

COVERSAS COLABORATIVAS ENTRE PROFESSORES DE INGLÊS: PRINCÍPIO PARA A DESNATURALIZAÇÃO DE CRENÇAS?

COVERSAS COLABORATIVAS ENTRE PROFESSORES DE INGLÊS: PRINCÍPIO PARA A DESNATURALIZAÇÃO DE CRENÇAS? COVERSAS COLABORATIVAS ENTRE PROFESSORES DE INGLÊS: PRINCÍPIO PARA A DESNATURALIZAÇÃO DE CRENÇAS? SILVA, Arivan Salustiano da Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem MeEL/UFMT arivanss@yahoo.com

Leia mais

Palavras-chaves: Formação de professores; Estágio Supervisionado; Reflexão sobre a prátida; Escrita docente; Diários de aula.

Palavras-chaves: Formação de professores; Estágio Supervisionado; Reflexão sobre a prátida; Escrita docente; Diários de aula. DIÁRIOS DE AULA ONLINE: ANÁLISE DE UM DISPOSITIVO DE FORMAÇÃO DOCENTE NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Jane Bittencourt 1 Alice Stephanie Tapia Sartori 2 Resumo Esse trabalho tem como foco a formação inicial

Leia mais

Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça

Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça Serviço de Rádio Escuta da Prefeitura de Porto Alegre Emissora: Rádio Guaíba Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça Data: 07/03/2007 14:50 Programa: Guaíba Revista Apresentação:

Leia mais

O EDUCAR E O CUIDAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: narrativas de professoras

O EDUCAR E O CUIDAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: narrativas de professoras O EDUCAR E O CUIDAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: narrativas de professoras A. C. V. R./Professora/SEDUC F. P. T./Professora/UESPI RESUMO O presente artigo tem como objetivo apresentar uma pesquisa desenvolvida

Leia mais

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente Leandro Pedro de Oliveira¹ INTRODUÇÃO A introdução à carreira docente tem sido objeto de

Leia mais

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo 1 MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Resumo Patricia Santos de Barros/UFRJ A nossa vivência pedagógica situa-se no âmbito do curso de Licenciatura

Leia mais

Mostra Cultural 2015

Mostra Cultural 2015 Mostra Cultural 2015 Colégio Marista João Paulo II Eu e as redes sociais #embuscadealgumascurtidas Uma reflexão sobre a legitimação do eu através das redes sociais. Iago Faria e Julio César V. Autores:

Leia mais

Donald Davidson e a objetividade dos valores

Donald Davidson e a objetividade dos valores Donald Davidson e a objetividade dos valores Paulo Ghiraldelli Jr. 1 Os positivistas erigiram sobre a distinção entre fato e valor o seu castelo. Os pragmatistas atacaram esse castelo advogando uma fronteira

Leia mais

MOTRICIDADE DIALÓGICA: COMPARTILHANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

MOTRICIDADE DIALÓGICA: COMPARTILHANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 1 MOTRICIDADE DIALÓGICA: COMPARTILHANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Clayton da Silva Carmo Luiz Gonçalves Junior (O) Mestrado Práticas Sociais e Processos Educativos Resumo

Leia mais

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES Aline Patrícia da Silva (Departamento de Letras - UFRN) Camila Maria Gomes (Departamento de Letras - UFRN) Orientadora: Profª Dra.

Leia mais

RECADO AOS PROFESSORES

RECADO AOS PROFESSORES RECADO AOS PROFESSORES Caro professor, As aulas deste caderno não têm ano definido. Cabe a você decidir qual ano pode assimilar cada aula. Elas são fáceis, simples e às vezes os assuntos podem ser banais

Leia mais

CUIDADO COM O CUIDADO: O CASO DA FILA DO TOQUE E A IMPLICAÇÃO DO ATO DE CUIDAR. Emerson Elias Merhy médico sanitarista (formado em 1976)

CUIDADO COM O CUIDADO: O CASO DA FILA DO TOQUE E A IMPLICAÇÃO DO ATO DE CUIDAR. Emerson Elias Merhy médico sanitarista (formado em 1976) CUIDADO COM O CUIDADO: O CASO DA FILA DO TOQUE E A IMPLICAÇÃO DO ATO DE CUIDAR Emerson Elias Merhy médico sanitarista (formado em 1976) Lá pelos anos 1971, vivi uma experiência que sempre me incomodou.

Leia mais

OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA

OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA Suzana Marssaro do Santos - suzanamarsaro@hotmail.com Priscila Moessa Bezerra - p-moessabezerra@hotmail.com Célia Regina de Carvalho

Leia mais

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos 44 5. Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos As rodas de conversa tiveram como proposta convidar os participantes a debater o tema da violência

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês

O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês Regina Orth de Aragão Sumário Breve histórico. O acolhimento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA DISCIPLINA PESQUISA EM EDUCAÇÃO. Camila Alves de Melo

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA DISCIPLINA PESQUISA EM EDUCAÇÃO. Camila Alves de Melo 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA DISCIPLINA PESQUISA EM EDUCAÇÃO Camila Alves de Melo Projeto de Pesquisa: Para onde vão as gravatas? A

Leia mais

O sucesso de hoje não garante o sucesso de amanhã

O sucesso de hoje não garante o sucesso de amanhã Com certeza, esse final de século XX e começo de século XXI mudarão nossas vidas mais do que elas mudaram há 30-40 anos atrás. É muito difícil avaliar como será essa mudança, mas é certo que ela virá e

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A VISÃO DE ALGUMAS BOLSISTAS DO PIBID SOBRE SUA ATUAÇÃO EM CONTEXTOS EDUCACIONAIS INCLUSIVOS

Leia mais

PROJETO DE ESTÁGIO CURSO: LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CIRCUITO: 9 PERIODO: 5º

PROJETO DE ESTÁGIO CURSO: LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CIRCUITO: 9 PERIODO: 5º PROJETO DE ESTÁGIO CURSO: LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CIRCUITO: 9 PERIODO: 5º Caro (a) aluno (a), Esta atividade, de caráter teórico-reflexivo, deverá

Leia mais

APÊNDICE. Planejando a mudança. O kit correto

APÊNDICE. Planejando a mudança. O kit correto APÊNDICE Planejando a mudança No capítulo 11, trabalhamos o estabelecimento de um objetivo claro para a mudança. Agora, você está repleto de ideias e intenções, além de uma série de estratégias de mudança

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E AS REUNIÕES PEDAGÓGICAS POSSIBILIDADES E CAMINHOS

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E AS REUNIÕES PEDAGÓGICAS POSSIBILIDADES E CAMINHOS 1 O COORDENADOR PEDAGÓGICO E AS REUNIÕES PEDAGÓGICAS POSSIBILIDADES E CAMINHOS AMANDA GONCALVES DOS SANTOS INTRODUÇÃO A idéia que muitos têm do coordenador pedagógico é aquela ainda imbricada em valores

Leia mais

COMANDOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL: ANÁLISE DOS DADOS DE UMA PESQUISA-AÇÃO

COMANDOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL: ANÁLISE DOS DADOS DE UMA PESQUISA-AÇÃO 2686 COMANDOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL: ANÁLISE DOS DADOS DE UMA PESQUISA-AÇÃO Contexto da Pesquisa Nagely Beatriz Hütner - ESAP O presente artigo versa sobre o relato de uma pesquisa de mestrado que teve como

Leia mais

CONHECENDO-SE MELHOR DESCOBRINDO-SE QUEM VOCÊ É? 13 PASSOS QUE VÃO AJUDÁ-LO PARA SE CONHECER MELHOR E DESCOBRIR QUE VOCÊ REALMENTE É

CONHECENDO-SE MELHOR DESCOBRINDO-SE QUEM VOCÊ É? 13 PASSOS QUE VÃO AJUDÁ-LO PARA SE CONHECER MELHOR E DESCOBRIR QUE VOCÊ REALMENTE É CONHECENDO-SE MELHOR DESCOBRINDO-SE QUEM VOCÊ É? 13 PASSOS QUE VÃO AJUDÁ-LO PARA SE CONHECER MELHOR E DESCOBRIR QUE VOCÊ REALMENTE É Descobrindo-se... Fácil é olhar à sua volta e descobrir o que há de

Leia mais

Manifeste Seus Sonhos

Manifeste Seus Sonhos Manifeste Seus Sonhos Índice Introdução... 2 Isso Funciona?... 3 A Força do Pensamento Positivo... 4 A Lei da Atração... 7 Elimine a Negatividade... 11 Afirmações... 13 Manifeste Seus Sonhos Pág. 1 Introdução

Leia mais

CONTEXTUALIZANDO AS OPERAÇÕES COM SINAIS DOS NÚMEROS INTEIROS RELATO DE EXPERIÊNCIA.

CONTEXTUALIZANDO AS OPERAÇÕES COM SINAIS DOS NÚMEROS INTEIROS RELATO DE EXPERIÊNCIA. 9 CONTEXTUALIZANDO AS OPERAÇÕES COM SINAIS DOS NÚMEROS INTEIROS RELATO DE EXPERIÊNCIA. Adriana A. Silva Éderson O. Passos INTRODUÇÃO Vergnaud (1982) propôs, em sua Teoria dos Campos Conceituais, que o

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE Stella Maris Pissaia 1 Giseli Dionize Bobato 2 RESUMO: Neste resumo apresentamos uma descrição compreensiva das experiências vivenciadas a partir do contato teórico durante

Leia mais

Formação e Gestão em Processos Educativos. Josiane da Silveira dos Santos 1 Ricardo Luiz de Bittencourt 2

Formação e Gestão em Processos Educativos. Josiane da Silveira dos Santos 1 Ricardo Luiz de Bittencourt 2 1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE PEDAGOGIA NA MODALIDADE EAD E A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR NO CURSO DE MAGISTÉRIO PRESENCIAL: AS PERCEPÇÕES DOS ESTUDANTES Formação e Gestão em Processos Educativos Josiane

Leia mais

O papel e a importância do Coordenador Pedagógico no espaço escolar

O papel e a importância do Coordenador Pedagógico no espaço escolar O papel e a importância do Coordenador Pedagógico no espaço escolar Na classe, o trabalho dos pequenos, Jean Geoffroy, 1881. Fonte: http://www.wikigallery.org/ Coordenador ontem Até 1961 não existe a figura

Leia mais

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL.

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL. GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL. Coordenadora: Profª Drª Eliza Maria Barbosa. Universidade Estadual Paulista UNESP/Araraquara. O grupo de Estudos e Pesquisas

Leia mais

DIÁRIO DE BORDO E PROCESSOFÓLIO. INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

DIÁRIO DE BORDO E PROCESSOFÓLIO. INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DIÁRIO DE BORDO E PROCESSOFÓLIO. INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES Mercedes Bêtta Quintano de Carvalho Pereira dos Santos ( Centro Universitário São Camilo) GT 02 Formação de Professores As alunas

Leia mais

WWW.MUSICALLEIZER.COM.BR

WWW.MUSICALLEIZER.COM.BR WWW.MUSICALLEIZER.COM.BR Índice Índice Prefácio Sobre o autor Introdução Como ser produtivo estudando corretamente Você já organizou o seu tempo e os seus dias para estudar? Definir o que vai estudar Organizando

Leia mais

personal cool brand anouk pappers & maarten schäfer

personal cool brand anouk pappers & maarten schäfer personal cool brand Os holandeses Anouk Pappers e Maarten Schäfer, da CoolBrands, trabalham há 12 anos fazendo storytelling para marcas, que se trata de extrair histórias sobre elas por meio de conversas

Leia mais

RESUMO. Autora: Juliana da Cruz Guilherme Coautor: Prof. Dr. Saulo Cesar Paulino e Silva COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

RESUMO. Autora: Juliana da Cruz Guilherme Coautor: Prof. Dr. Saulo Cesar Paulino e Silva COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA 1 A IMPORTÂNCIA DO CURRÍCULO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES E O PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS PARA ALUNOS COM SÍNDROME DE DOWN EM CENÁRIOS DE DIVERSIDADE 1 Autora: Juliana da Cruz Guilherme Coautor:

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM Kelly Cristina Sabadin kellysabadin@hotmail.com RESUMO A avaliação da aprendizagem escolar se faz presente em todas as instituições de ensino. É o tema mais

Leia mais

www.poderdocoachingemgrupos.com.br

www.poderdocoachingemgrupos.com.br Pesquisa de Mercado A condução de pesquisas de mercado é uma das atividades mais eficazes e importantes que você pode fazer quando você estiver projetando seu coaching em grupo. Você vai se surpreender

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

Educação a Distância oportunizando a melhoria da Gestão da Saúde no Brasil

Educação a Distância oportunizando a melhoria da Gestão da Saúde no Brasil Educação a Distância oportunizando a melhoria da Gestão da Saúde no Brasil Natal- RN- Maio de 2015 Thais Paulo Teixeira Costa Universidade Federal do Rio Grande do Norte - thais.paulo@hotmail.com Nathalia

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas 14.1. Treinamento é investimento O subsistema de desenvolver pessoas é uma das áreas estratégicas do Gerenciamento de Pessoas, entretanto em algumas organizações

Leia mais

O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID RESUMO

O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID RESUMO O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID Heloisa Braga dos Santos Christian Vieira de Souza RESUMO Este artigo foi elaborado com o objetivo de relatar a

Leia mais

INVESTIGAÇÃO DOS SENTIDOS NARRATIVOS ENCONTRADOS NO DISCURSO DE AFÁSICOS PARTICIPANTES DE GRUPO DE CONVIVÊNCIA

INVESTIGAÇÃO DOS SENTIDOS NARRATIVOS ENCONTRADOS NO DISCURSO DE AFÁSICOS PARTICIPANTES DE GRUPO DE CONVIVÊNCIA INVESTIGAÇÃO DOS SENTIDOS NARRATIVOS ENCONTRADOS NO DISCURSO DE AFÁSICOS PARTICIPANTES DE GRUPO DE CONVIVÊNCIA Palavras chave: afasia; diálogo; sentido. O estudo tem o objetivo investigar e analisar os

Leia mais

Você foi criado para tornar-se semelhante a Cristo

Você foi criado para tornar-se semelhante a Cristo 4ª Semana Você foi criado para tornar-se semelhante a Cristo I- CONECTAR: Inicie o encontro com dinâmicas que possam ajudar as pessoas a se conhecer e se descontrair para o tempo que terão juntas. Quando

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO: A PERCEPÇÃO DE AUUTOEFICÁCIA EM RELAÇÃO ÀS SUAS ATRIBUIÇÕES FUNCIONAIS.

O COORDENADOR PEDAGÓGICO: A PERCEPÇÃO DE AUUTOEFICÁCIA EM RELAÇÃO ÀS SUAS ATRIBUIÇÕES FUNCIONAIS. O COORDENADOR PEDAGÓGICO: A PERCEPÇÃO DE AUUTOEFICÁCIA EM RELAÇÃO ÀS SUAS ATRIBUIÇÕES FUNCIONAIS. Pâmela Carolina do Nascimento Martins Mestranda em Educação pela Universidade Nove de Julho pacmartins@bol.com.br

Leia mais

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil.

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. 6. Humanização, diálogo e amorosidade. Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. Santos, Marisa Alff dos 1 Resumo O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre as práticas docentes

Leia mais

Aprender para além dos muros escolares

Aprender para além dos muros escolares Aprender para além dos muros escolares Aline Verardo Corrêa e Simone de Oliveira Emer 1 Resumo O presente artigo quer de forma fiel e sucinta apresentar esboços de sonhos e realidades sobre a educação

Leia mais

A inserção do Youtube na aula de piano: um relato de experiência

A inserção do Youtube na aula de piano: um relato de experiência XVII ENCONTRO NACIONAL DA ABEM DIVERSIDADE MUSICAL E COMPROMISSO SOCIAL O PAPEL DA EDUCAÇÃO MUSICAL SÃO PAULO, 08 A 11 DE OUTUBRO DE 2008 IMPRIMIR FECHAR A inserção do Youtube na aula de piano: um relato

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1 A LDB, no Titulo VI, trata dos Profissionais da Educação, considerando sob essa categoria não só os professores, que são responsáveis pela gestão da sala de aula, mas

Leia mais

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE DAMKE, Anderléia Sotoriva - UFMS anderleia.damke@yahoo.com SIMON, Ingrid FADEP ingrid@fadep.br Resumo Eixo Temático: Formação

Leia mais

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE A PARTIR DO JOGO TRAVESSIA DO RIO. Palavras-chave: resolução de problemas; jogo; problematizações.

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE A PARTIR DO JOGO TRAVESSIA DO RIO. Palavras-chave: resolução de problemas; jogo; problematizações. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE A PARTIR DO JOGO TRAVESSIA DO RIO Cidinéia da Costa Luvison SME Bragança Paulista/SP; SEE - Morungaba/SP E-mail: cidineiadacosta.luvison@gmail.com Cleane Aparecida dos Santos

Leia mais

Rubricas e guias de pontuação

Rubricas e guias de pontuação Avaliação de Projetos O ensino a partir de projetos exibe meios mais avançados de avaliação, nos quais os alunos podem ver a aprendizagem como um processo e usam estratégias de resolução de problemas para

Leia mais

Projeto Pedagógico da Escola e Avaliação Institucional no Contexto da Gestão Democrática

Projeto Pedagógico da Escola e Avaliação Institucional no Contexto da Gestão Democrática Projeto Pedagógico da Escola e Avaliação Institucional no Contexto da Gestão Democrática Profª. Leonice Matilde Richter FACIP/UFU (rleonice@pontal.ufu.br) Profª. Maria Simone F. Pereira FACIP/UFU (msimonefp@pontal.ufu.br)

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS Francieli Regina Garlet (UFSM) Resumo: A escrita a que se refere o presente texto, diz respeito à proposta desenvolvida

Leia mais

PESQUISA DATAPOPULAR: PERCEPÇÃO SOBRE A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO

PESQUISA DATAPOPULAR: PERCEPÇÃO SOBRE A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO PESQUISA DATAPOPULAR: PERCEPÇÃO SOBRE A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO OBJETIVOS QUALIDADE NAS ESCOLAS Mapear percepções de Professores, Pais e Alunos de São Paulo sobre o que

Leia mais

Guia Prático para Encontrar o Seu. www.vidadvisor.com.br

Guia Prático para Encontrar o Seu. www.vidadvisor.com.br Guia Prático para Encontrar o Seu Propósito de Vida www.vidadvisor.com.br "Onde os seus talentos e as necessidades do mundo se cruzam: aí está a sua vocação". Aristóteles Orientações Este é um documento

Leia mais

claudia houdelier - maternidade maternidade

claudia houdelier - maternidade maternidade claudia houdelier - maternidade maternidade dedicatória para alexandre, meu único filho. de fora para dentro Tudo começa no ventre materno com certeza, a nossa história começa aqui. Uma história de uma

Leia mais

Sumário Psicologia Acessível, o que é?... 3 Por que trabalhar as emoções?... 4 Caderno de Atividades Trabalhando as Emoções... 5 1.

Sumário Psicologia Acessível, o que é?... 3 Por que trabalhar as emoções?... 4 Caderno de Atividades Trabalhando as Emoções... 5 1. Sumário Psicologia Acessível, o que é?... 3 Por que trabalhar as emoções?... 4 Caderno de Atividades Trabalhando as Emoções... 5 1. Ligue as expressões às emoções correspondentes... 6 2. Caça-palavras

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

A RELAÇÃO DO CUIDAR-EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Ariana Passamani Telles 1 Franciele Clair Moreira Leal 2 Zelma Santos Borges 3.

A RELAÇÃO DO CUIDAR-EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Ariana Passamani Telles 1 Franciele Clair Moreira Leal 2 Zelma Santos Borges 3. Resumo A RELAÇÃO DO CUIDAR-EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Ariana Passamani Telles 1 Franciele Clair Moreira Leal 2 Zelma Santos Borges 3 O trabalho apresentado é um relato de experiência que foi desenvolvida

Leia mais

Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO

Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO Capítulo 15: TÉCNICAS PARA UMA ENTREVISTA DE TRABALHO 15.1 Como se Preparar para as Entrevistas É absolutamente essencial treinar-se para as entrevistas. Se você não praticar, poderá cometer todos os tipos

Leia mais

INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL

INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL ZANDONATO, Zilda Lopes - UNESP GT: Educação Fundamental/nº 13 Agência Financiadora: não contou com financiamento

Leia mais