Adaptação da Ferramenta Open Source Collabtive Para Auxílio na Implantação do Nível 2 do CMMI na área de processo de Planejamento de Projeto

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1 Adaptação da Ferramenta Open Source Collabtive Para Auxílio na Implantação do Nível 2 do CMMI na área de processo de Planejamento de Projeto Felipe Furst 1, Alexandre Lazaretti Zanatta 2 Instituto de Ciências Exatas e Geociências Universidade de Passo Fundo (UPF) Caixa Postal Passo Fundo RS Brasil 1, 2 Abstract. This paper presents a study about the functionalities of the project management tool Collabtive and it's CMMI adhesion. From the beginning an approach is made at the selected process area, then a survey about it's needs and it's development. Creating a part of a set of free alternatives, accessible to IT enterprises to implant the CMMI model. Resumo. Este artigo apresenta um estudo sobre as funcionalidades da ferramenta de gerenciamento de projetos Collabtive e sua aderência ao CMMI. Inicialmente faz-se uma abordagem à área de processo selecionada, em seguida um levantamento das necessidades da ferramenta e seu desenvolvimento. Originando parte de um conjunto de alternativas livres, acessíveis às empresas de TI para implantação do modelo CMMI. 1. Introdução A busca e a necessidade da produção de um software de qualidade atualmente fazem-se presente em todas as empresas de TI 1. Para desenvolver um software de qualidade há que se levar em consideração fatores muito importantes como pessoas, estrutura e especialmente adoção de métodos e modelos de desenvolvimento, visando melhorar os processos de qualidade e possibilitar a obtenção de um produto mais competitivo no mercado, sobretudo, satisfazer as exigências contratadas pelo cliente. Os modelos de qualidade de software referem-se às práticas desenvolvidas, dentre os modelos existentes encontra-se o CMMI (Capability Maturity Model Integration), que é um modelo (SEI, 2006) de qualidade desenvolvido pelo SEI (Software Engineering Institute), que aliado aos métodos de desenvolvimento de software, auxilia a obtenção de qualidade do software. O CMMI destina-se a auxiliar na organização e obtenção de qualidade no desenvolvimento de software através de métricas que propiciam a melhoria gradual dos processos e conseqüentemente da qualidade nos softwares desenvolvidos. O modelo CMMI pode ser representado de duas maneiras, de maneira contínua, através de níveis de capacitação, ou por estágios, através de níveis de maturidade. A Representação contínua possui seis níveis de maturidade, onde qualquer área do processo pode ter sua maturidade avaliada em alguns desses níveis. Já a representação 1 TI Tecnologia da Informação

2 por estágios dispõe de uma seqüência de melhoramentos com práticas de gerenciamento e processos. Cada nível possui diversas Áreas de Processo (PA Process Areas) que possuem objetivos (específicos SG Specific Goal e genéricos GG Generic Goal) a serem alcançados através das práticas específicas (SP Specific Pratices) e das práticas genéricas (GP Generic Pratices). Cada prática define uma tarefa a ser realizada para que seja possível atingir os objetivos. O trabalho realizado teve como foco somente a área de processo de Planejamento de Projeto que faz parte do 2º nível da representação por estágios do CMMI onde será focado o objetivo específico Estabelecer Estimativas. Este trabalho é parte integrante do projeto que tem como objetivo desenvolver um framework de ferramentas livres que atendam às exigências e necessidades nas áreas de processo do nível 2 do modelo CMMI. A escolha desta área de processo deve-se ao fato deste nível ser o primeiro na representação por estágios que possui áreas de processo. Os métodos de análise deste trabalho se baseiam no projeto desenvolvido no primeiro semestre do corrente, pelo então acadêmico Aurélio Camara Lima, que teve como objetivo realizar uma análise de ferramentas livres que atendam as exigências e necessidades nas áreas de processo do nível citado (LIMA, 2009). O que motivou o estudo para a realização do presente trabalho é a busca das empresas desenvolvedoras de software por modelos e processos de melhorias no desenvolvimento de software, e, uma ferramenta com características próximas ao exigido pelo modelo CMMI pode contribuir para alcançar esse objetivo. O presente artigo está organizado da seguinte forma: A seção 2 apresenta conceitos sobre Planejamento de Projeto e a ferramenta Collabtive. A seção 3 detalha a metodologia utilizada para o desenvolvimento do estudo. A seção 4 descreve seu desenvolvimento. Por fim a seção 5 apresenta as considerações finais do presente trabalho e trabalhos futuros. 2. Planejamento de Projeto Planejamento de Projeto (PP) é a área de processo do CMMI que compreende o estabelecimento e manutenção de planos que definem as atividades do projeto. Segundo Sommerville (2003, p.61, 63), o planejamento do projeto se ocupa em identificar as atividades, os marcos e os documentos a serem produzidos em um projeto. A finalidade do Planejamento do Projeto é estabelecer planos exeqüíveis para desenvolver um determinado software, bem como para gerenciar o projeto de desenvolvimento do software segundo estes planos. A prática desta área de processo envolve definir o plano de realização do trabalho (Plano de Desenvolvimento de Software ou Plano do Projeto de Software) e realizar estimativas de software, estabelecendo os compromissos com as partes envolvidas (FIORINI, 1999, p.81). Dentro da área de processo de Planejamento de Projeto estão inclusos os seguintes objetivos: estimar os atributos dos produtos de trabalho e tarefas, determinar os recursos necessários, negociar os comprometimentos, produzir o cronograma, identificar e analisar os riscos do projeto, sendo que a iteração através destas atividades pode ser necessária para estabelecer o planejamento do projeto (SEI, 2006a, p. 405).

3 A Figura 1 representa um esquema que reflete o fluxo de execução desta área de processo, sendo que os objetos retangulares e pontilhados representam os três objetivos específicos em que esta área de processo está dividida. Os retângulos com traçado contínuo representam ações e resultados entre os objetivos. E a elipse representa a área de processo a ser executada após o término da atual. Figura 1. Área de Processo Planejamento de Projeto Fonte: Adaptada de AHERN et.al, 2004, p.116. Segundo AHERN (2004), no primeiro objetivo específico Estabelecer Estimativas - o escopo do projeto é estimado baseado em uma estrutura de trabalho e também são estimados os atributos para os produtos de trabalho e para as tarefas. Para definir o esforço no planejamento do projeto primeiramente é definido o ciclo de vida do projeto e após são realizadas as estimativas de esforço e custo. As estimativas obtidas no primeiro objetivo específico são utilizadas no segundo objetivo específico Desenvolver um Plano de Projeto. Estas estimativas auxiliarão no desenvolvimento deste plano, onde os orçamentos e cronogramas do projeto são estabelecidos, seus riscos são identificados e são criados planos para gerenciar os dados, os recursos, habilidades e conhecimentos necessários. No terceiro objetivo específico Obter comprometimento com o plano é feita uma revisão de todos os planos que afetam o projeto, sendo que o plano do projeto é reavaliado para definir recursos disponíveis e obter comprometimento dos envolvidos. 3. O Collabtive De acordo com informações obtidas no site da ferramenta (http://collabtive.o-dyn.de, 2009), o Collabtive é um software de gerenciamento de projetos baseado na web, cujo projeto iniciou em novembro do ano de 2007, seu código é aberto e provê uma

4 alternativa à ferramentas proprietárias como o Basecamp 2. Collabtive é escrito em PHP 3 e JavaScript 4. O Collabtive destina-se a empresas de pequeno a médio porte bem como para projetos pessoais. O site do Collabtive oferece serviços comerciais para instalação e customização da ferramenta. Ela também pode ser instalada em um servidor interno bem também na web. Ela suporta os principais browsers do mercado como Internet Explorer (7/8), Firefox, Opera, Safari, e Chrome. Collabtive é desenvolvido por um time de profissionais voluntários. Todos os envolvidos atuam profissionalmente em suas respectivas áreas, provendo contribuições de alta qualidade para o projeto. Ele pode ser executado em um ambiente livre, possui uma grande comunidade de colaboradores e é atualizado com freqüência. Seus atributos quanto ao desenvolvimento (código livre, linguagem conhecida, comunidade grande de desenvolvedores) e aderência ao CMMI foram critérios fundamentais para a sua escolha como ferramenta de estudo. 4. Metodologia Esta seção tem por finalidade descrever a metodologia utilizada no desenvolvimento do trabalho. Para atender ao propósito deste estudo, foi necessário traçar e seguir uma série de passos afim de garantir uma linha de pensamento coerente e em concordância com o CMMI. Inicialmente foram realizados estudos na área de processo Planejamento de Projeto que este trabalho aborda, bem como suas práticas e objetivos específicos. O foco deste estudo foi compreender e atender às necessidades para a realização deste trabalho e atuação do desenvolvedor, quais sejam: Software selecionado seja livre, para que seja possível sua modificação; Que seja executado em um ambiente livre mantendo a filosofia de somente usar software livre; Desenvolvido em uma linguagem conhecida pelo desenvolvedor para que se trabalhe somente no seu desenvolvimento sem ter que despender tempo no aprendizado de uma nova linguagem; Que possua uma comunidade grande de desenvolvedores para que se possa tirar dúvidas quanto ao desenvolvimento; Basecamp é uma ferramenta web colaborativa para gerenciamento de projeto desenvolvida pela 37 signals. (Basecamp 2009) PHP é uma linguagem de scripting largamente utilizada, de propósito geral, adequada para o desenvolvimento web, pode ser agregada ao HTML. (PHP, 2009) JavaScript é uma linguagem de programação que executa no browser cliente. Criada para suprir necessidades triviais como a validação de formulário e interação com a página. (Mozilla, 2009)

5 Que seja atualizada em períodos de tempo entre meses e semestres, providenciando assim, tempo para que se possa agregar as novas funcionalidades nas versões correntes; Após foram selecionadas ferramentas e verificou-se o seu funcionamento. Com isso foi efetuada a análise da aderência destas ao objetivo específico Estabelecer Estimativas do CMMI, estudado nesse trabalho, resultando na escolha de somente uma ferramenta, o Collabtive. O método de análise da aderência realizou-se por meio da utilização de uma listagem de sub-práticas na tabela desenvolvida, no já citado projeto do Bacharel Aurélio Camara Lima. Para tanto esta etapa teve como foco verificar item a item sobre o que a ferramenta implementa, atribuindo então os seguintes conceitos: Atendido (A), Parcialmente Atendido (PA) e Não Identificado (NI), para constatar a conformidade ou não da ferramenta com as SPs (Práticas Específicas) propostas. Tal prática visa auxiliar a identificação dos pontos onde há necessidade da atuação do desenvolvedor na modificação do software nos itens cujos conceitos são Parcialmente Atendidos e Não Identificados. As ferramentas livres analisadas que não atenderam as necessidades nas áreas de processo do nível 2 do modelo CMMI serão objeto de nova investigação. Neste caso, por delimitação de escopo foi apenas analisada a área de processo de Planejamento de Projeto (PP). Este novo estudo apoiará basicamente o desenvolvimento de novas funcionalidades à ferramenta avaliada. Vale destacar que o desenvolvimento das funcionalidades segue os princípios do software livre respeitando os direitos da licença do software estudado. Superada a fase de levantamento e verificação, a ferramenta selecionada foi analisada quanto ao código fonte afim de identificar suas classes e módulos para descobrir suas necessidades de desenvolvimento em relação à sua aderência ao CMMI, ou seja, saber em que ponto atuar para desenvolver as funcionalidades faltantes. Identificadas as necessidades, surgiu a necessidade de desenvolver novas classes e modificar as já existentes, para sanar as deficiências do software em estabelecer estimativas de acordo com o CMMI. Ainda, foi estudado o funcionamento das APIs 5 e o modelo de desenvolvimento da ferramenta com a finalidade de evitar retrabalho e manter a lógica de programação sem sair dos padrões do código fonte da ferramenta. Para finalizar, foi necessária uma nova análise da ferramenta para verificar sua aderência ao CMMI, com o propósito de constatar se as modificações realmente atendem à demanda da análise inicial. As principais tecnologias utilizadas para o desenvolvimento do trabalho foram: UML 6, engenharia reversa 7 do banco de dados, ambiente web para executar o programa, 5 API, de Application Programming Interface (ou Interface de Programação de Aplicativos) é um conjunto de métodos e padrões estabelecidos por um software para a utilização das suas funcionalidades por programas aplicativos que não querem envolver-se em detalhes da implementação do mesmo, mas apenas usar seus serviços. (FOLDOC 2009)

6 e uma plataforma de desenvolvimento em PHP para alterar o código fonte da aplicação. As demais tecnologias adotadas são inerentes ao processo de desenvolvimento. 5. Trabalho realizado Este tópico descreve como foi executado o trabalho de análise e desenvolvimento da nova funcionalidade da ferramenta. Inicialmente foi realizada a análise da aderência e foi identificado que as funcionalidades da ferramenta não atenderam ou atenderam parcialmente algumas das práticas específicas do planejamento de projeto. Foram analisadas as práticas seguintes: Estimar o Escopo do Projeto (PA), Estabelecer Estimativas de Produtos de Trabalho e Tarefas (PA) e Determinar Estimativas de Esforço e Custo (NI), a seguir detalhadas em relação a ferramenta. 5.1 Estimar o Escopo do Projeto Após a análise foi identificado que a ferramenta possui uma organização de tarefas que compõem atividades (Pacotes de trabalho), porém não existe uma relação de dependência entre elas, tarefas e atividades, tal relação se faz necessária para o desenvolvimento de uma WBS 8 na arquitetura do produto a ser desenvolvido. Constatou-se também a falta de detalhamento como estimativa de esforço e identificação dos produtos de trabalho. 5.2 Estabelecer Estimativas de Produtos de Trabalho e Tarefas Nesta prática não foi identificada uma funcionalidade exclusiva para abordagem técnica, sendo que esta pode ser detalhada junto com a descrição do projeto, o que não obriga tal forma de uso, pois depende da experiência e do comprometimento com o planejamento do projeto descrever tal abordagem. Foi identificado que somente a declaração das tarefas é considerada na ferramenta, faltando os produtos de trabalho que elas resultam, o que impossibilita à estimativa e a determinação de seus atributos. 5.3 Determinar Estimativas de Esforço e Custo Após a análise ficou compreendido que os dados que podem ser coletados para estimar esforço e custo em projetos futuros são somente em relação a tempo de trabalho em cada tarefa, sem nenhuma relação com produtos de trabalho já que estes não existem. Esta prática é necessária para que em projetos futuros se possa calcular com maior precisão o tempo e custo a se despender em cada tarefa. 6 7 UML.A Unified Modeling Language é uma linguagem de modelagem não proprietária de terceira geração que auxilia a visualizar seu desenho e a comunicação entre objetos. (OMG 2009) Engenharia Reversa consiste em usar a criatividade para, a partir de uma solução pronta, retirar todos os possíveis conceitos novos ali empregados. 8 WBS ou EAP (Estrutura Analítica de Projetos) é uma maneira de decompor grandes tarefas em pequenas partes manejáveis, possui uma estrutura hierárquica em árvore orientada a entregas com a finalidade de completar um projeto.

7 5.4 Desenvolvimento Dentre as tecnologias utilizadas para possibilitar o desenvolvimento das funcionalidades, tornou-se imprescindível a utilização da UML para identificar em quais pontos o software deveria ser modificado. Para isso foram criadas classes para identificar as funcionalidades legadas do Collabtive, através das análises feitas de sua aderência ao CMMI, adicionaram-se novas classes para contemplar a SG 1 (Estabelecer Estimativas) do planejamento de projeto. Figura 2. UML gerado com as novas definições. A figura 2 representa o modelo de classes resultante da análise das necessidades da aplicação e também as funcionalidades já existentes na ferramenta. O software utilizado na criação deste modelo foi o ArgoUML 9. A modificação realizada nas classes de Atividade e Tarefa em relação à sua interdependência foi desenvolvida para suprir as necessidades relativas ao item 4.1, auxiliando na criação de uma estrutura WBS, que auxilia a organizar plano de projeto de forma que se siga uma ordem no desenvolvimento e na entrega dos módulos ou pacotes baseado na dependência entre as atividades e tarefas. As classes Produtos de trabalho e Atributos de trabalho foram criadas para igualmente atender ao item 4.1 e por conseqüência aos itens 4.2 e 4.3 possibilitando a atribuição de produtos de trabalho para o projeto às atividades e às tarefas, identificando 9 ArgoUML é uma ferramenta de modelagem UML free. (Tigris 2009)

8 o que resulta de cada uma. Com estes dados é possível estimar também o tempo que se pode despender ao desenvolver produtos semelhantes em projetos futuros. A classe Recurso foi criada com a finalidade armazenar as definições de esforço e custo. Que posteriormente, através do contador de tempo, sejam criadas as estimativas para projetos futuros. A utilização da tecnologia de engenharia reversa por uma ferramenta gráfica foi escolhida pela capacidade de manipulação das tabelas do banco de dados visualmente, facilitando o entendimento e modificação destas. Do banco de dados foram extraídas as definições utilizadas pelo Collabtive para possibilitar sua alteração e adicionar novas tabelas armazenando assim os novos dados. Para realização desta etapa utilizou-se de uma ferramenta própria para o banco de dados utilizado, que é o MySQL Workbench 10 e possui licença livre para a comunidade. D B E A F G C Figura 3. Engenharia reversa, imagem das tabelas extraídas, modificadas e das inseridas. 10 MySQL Workbench é uma ferramenta multi-plataforma de design visual de banco de dados desenvolvida pela MySQL.(MySQL 2009)

9 A figura 3 ilustra o resultado da engenharia reversa e a modificação no banco de dados. As tabelas A, B e C descrevem as modificações feitas para comportar os novos dados de suas respectivas classes - Atividade e Tarefa. As tabelas D, E, F e G referem-se às novas classes implementadas, suas inter-relações e a relação com as já existentes e modificadas. Já as demais tabelas não sofreram alteração, visto que não foi identificado na análise que estas necessitavam de adequação. Tais modificações foram feitas e gravadas no MySQL através da própria ferramenta. A única alteração feita foi nos scripts de instalação da ferramenta para que sua instalação seja possível em outro ambiente. Após estudar e analisar o funcionamento da ferramenta, buscando observar a organização de pastas e estrutura de código, foi identificado que o Collabtive foi implementado utilizando o padrão MVC 11, para facilitar sua modificação já que o objetivo deste padrão é organizar e diminuir a complexidade do código fonte. Para a modificação do código fonte foi utilizada a ferramenta Eclipse PDT 12. Os primeiros procedimentos adotados foram a adaptação e criação de novos modelos para possibilitar o acesso às novas tabelas e aos novos campos das tabelas alteradas, em seguida foram alterados os controladores e as visualizações, afim de contemplar as modificações no banco de dados. Os modelos, como na figura 4, consistem em classes definidas com métodos de seleção, inserção, atualização e deleção. Alguns métodos de seleção possuem uma variação na consulta para filtrar dados em conjunto com outras tabela, como por exemplo, uma seleção de dados em conjunto com uma tabela de relação "n para m" ou verificando a existência de um registro ou estado de um registro em outra tabela MVC é um padrão de arquitetura de software que visa diminuir sua complexidade organizado em camadas, que são: Model, especifica a informação em que a aplicação opera, View, renderiza o model ém uma forma específica para a interação, geralmente uma interface de usuário, Controller, processa e responde a eventos, geralmente ações de usuário, e pode chamar alterações no model. (Fragmental 2009) Eclipse PDT é um projeto que provê um framework de ferramentas, livre para o desenvolvimento em diversas linguagens, inclusive PHP.

10 Figura 4. Exemplo de implementação de classe modelo. A seguir a descrição dos três novos modelos criados e dos três modificados já existentes. Novos modelos criados: Workproduct - que se refere a produtos de trabalho. Workattribute que se refere a atributos de trabalho. Resource que se refere a recursos. Modelos existentes modificados: Tasks que se refere a tarefas. Tasklists que se refere a atividades. Projekt que se refere a projetos. Os controladores possuem um "cabeçalho padrão" quando poderiam estender de uma classe que fizesse todo o controle realizado no topo de cada script. Estes articulam os dados a partir de ações e estados de variáveis. Existem muitos tratamentos de dados, inclusive nos modelos, para garantir o tipo de dado a ser inserido no banco de dados. Os estados e ações são controlados por uma variável global passada através da URL, e de acordo com o dado recebido executa ou não uma ação ou imprime uma determinada visualização na tela, estas ações geralmente desencadeiam operações no banco de dados por meio dos modelos.

11 Figura 5. Exemplo de implementação de controlador. A figura 5 demonstra um exemplo de controlador, neles houveram somente alterações para contemplar as regras de dependência entre atividades, um exemplo desta dependência pode ser visto na figura 6, sendo que no exemplo representado pela letra A apresenta a funcionalidade original, já no exemplo representado pela letra B da figura 6 verifica-se a nova funcionalidade. Nenhuma manutenção nova foi criada na aplicação. A B Figura 6. Diferença entre a versão inicial e a alterada da dependência entre atividades. As visualizações são controladas por uma API chamada Smarty 13, que funciona por meio de arquivos HTML 14 com rótulos e blocos de repetição chamados de Smarty API para renderização de dados sobre template. HTML, Linguagem de Marcação de Hiper Texto.

12 templates. Os controladores instanciam a classe Smarty que no momento de imprimir os dados, atribui variáveis aos rótulo e blocos no template. A definição de um template 15 pode se tornar complicada, dependendo de sua modularização, como em alguns casos em que um módulo de aplicação pode tornar-se muito complexo ao exigir vários estados de tela. É possível através da Smarty incluir templates dentro de templates, dependendo de sua necessidade, através de definições, como um inlcude 16 por exemplo. A Smarty pode gerar algumas dificuldades pois possui uma gama de definições extensa, de difícil aprendizado e pouca flexibilidade. Figura 7. Exemplo de implementação de visualização. Nas visualizações, como no exemplo da figura 7, também foram feitas modificações. Para contemplar a nova estrutura de dependência entre atividades foi necessário criar uma nova visualização que fosse chamada dentro do template principal recursivamente 17, a fim de ler todos os dados do vetor retornados pelo modelo e imprimi-los na tela de maneira adequada. Estas foram as atividades realizadas dentro dos objetivos propostos neste trabalho que possibilitaram as considerações a seguir Template arquivo HTML no qual são definidos rótulos que serão substituídos pela API de renderização. Include define dentro de um template que no ponto onde é declarado que irá incluir o conteudo de um outro template passado por parâmetro. Recursivamente recurso na programação em que um método chama a si mesmo.

13 6. Considerações finais Este artigo apresentou definições básicas sobre CMMI, Planejamento de Projeto e a ferramenta Collabtive. Também foi apresentado um estudo sobre a aderência da ferramenta Collabtive à área de processo de Planejamento de Projeto. A importância do desenvolvimento de ferramentas que atendam ao CMMI deve-se ao fato de minimizar custos para a implementação deste modelo nas empresas de TI. Facilitando assim, o desenvolvimento de novos projetos visando à qualidade do produto, especialmente no que diz respeito ao custo e benefício da empresa. Podendo ser este um diferencial de competitividade entre as empresas. A ferramenta não foi adaptada de forma que cumprisse o objetivo de contemplar a área de planejamento de projetos inteira. Com somente parte de uma nova funcionalidade desenvolvida constatou-se, através da análise de aderência, que a SG Estabelecer Estimativas continua parcialmente atendida, mas a base para as demais funcionalidades estão prontas, logo, a ferramenta tem potencial para atingir este objetivo. As dúvidas em relação ao desenvolvimento foram sanadas através do fórum da própria ferramenta, onde foi possível aproveitar a troca de conhecimento e experiências devido à grande participação da comunidade. Cabe salientar que para o desenvolvimento do trabalho, com a finalidade de aprender e agregar novas funcionalidades à ferramenta inicialmente foi feito contato com os criadores da ferramenta que se mostraram interessados com a iniciativa em ajudar no desenvolvimento, tal interesse trouxe bastante motivação para o desenvolvimento do trabalho. Porém, aparentemente sem motivo, os criadores não responderam mais aos s, causando, de certa forma, uma frustração. Há várias manutenções para o mesmo conjunto de dados na aplicação, resultando em muitos controles. Identificar onde uma modificação influenciará nos demais módulos da ferramenta, é um processo trabalhoso. Trabalhar com algo totalmente novo, em um curto espaço de tempo, tendo ainda pouca experiência na área fez com que o trabalho exigisse maior esforço e pesquisa. Para trabalhos futuros há muito que se fazer, quanto a desenvolvimento, em relação aos outros objetivos específicos da área de processo de PP e a finalização do objetivo atual e validação das novas funcionalidades em relação ao CMMI. Referências Bibliográficas AHERN, Dennis. CLOUSE, Aaron. TURNER, Richard. CMMI Distilled: a practical introduction to integrated process improvement. Boston: Addison Wesley Professional, FIORINI, Soeli. STAA, Arndt, BAPTISTA R. Engenharia de software com CMM. Rio de Janeiro: Brasport, SOFTWARE ENGENEERING INSTITUTE. Capability Maturity Model Integration (CMMI),Version 1.1: março, Disponível em: <http://www.sei.cmu.edu/cmmi/>. Acesso em: 25 nov

14 SOFTWARE ENGENEERING INSTITUTE. CMMI Version 1.2 and Beyond. Disponível em: <http://www.sei.cmu.edu/cmmi/>. Acesso em: 25 nov SOMMERVILLE, Ian, Engenharia de Software, São Paulo: Addison-Wesley, LIMA, AURÉLIO CAMARA. Análise comparativa de ferramentas livres para adequação ás áreas de processo do nível 2 do modulo cmmi, Disponível em: <http://www.upf.br/computacao/images/stories/tcs/arquivos_20091/aurelio_camar a_lima.pdf>. Acesso em: 26 nov FRAGMENTAL TECNOLOGIA. MVC e Camadas. Disponível em: <http://fragmental.com.br/wiki/index.php?title=mvc_e_camadas>. Acesso em: 2 dez Collabtive. About. Disponível em: <http://collabtive.o-dyn.de/about.php>. Acesso em: 4 dez BASECAMP. Project Management, collaboration, and task software. Disponível em: <http://basecamphq.com/>. Acesso em: 6 dez PHP. Hypertext Preprocessor. Disponível em: <http://php.net/>. Acesso em: 6 dez Mozilla Developer Center. About Javascript. Disponível em: <https://developer.mozilla.org/en/about_javascript>. Acesso em: 6 dez FOLDOC. Application Program Interface. Disponível em: <http://foldoc.org/application+program+interface>. Acesso em: 6 dez OMG. Getting Started With UML. Disponível em: <http://www.uml.org/>. Acesso em: 7 dez Tigris. ArgoUML. Disponível em: <http://argouml.tigris.org/>. Acesso em: 7 dez MySQL Workbench. About. Disponível em: <http://wb.mysql.com/?page_id=6>. Acesso em: 7 dez

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