CENÁRIOS ECONÔMICOS SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ESTRUTURA E FUNÇÕES

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1 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ESTRUTURA E FUNÇÕES Órgãos de Regulação e Fiscalização 1 Banco Central do Brasil Instituições Financeiras Captadoras de Depósitos à Vista Demais Instituições Financeiras 1 Bancos Múltiplos com Carteira Comercial 1 Bancos Comerciais 1 Caixas Econômicas 1 Cooperativas de Crédito 1 Bancos Múltiplos sem Carteira Comercial 1 2 Bancos de Investimento 1 Bancos de Desenvolvimento 1 Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento 1 Sociedades de Crédito Imobiliário 1 Companhias Hipotecárias 1 Associações de Poupança e Empréstimo 1 Agências de Fomento C M N Conselho Monetário Nacional 2 Comissão de Valores Mobiliários 3 Superintendência de Seguros Privados 4 Secretaria de Previdência Complementar Outros intermediários ou Auxiliares Financeiros Entidades Ligadas aos Sistemas de Previdência e Seguros Administração de Recursos de Terceiros Sistemas de Liquidação e Custódia 1 Sociedades de Crédito ao Microempreendedor 1 2 Bolsas de Mercadorias e de Futuros 2 Bolsas de Valores 1 2 Sociedades Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários 1 2 Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários 1 Sociedades de Arrendamento Mercantil 1 Sociedades Corretoras de Câmbio 1 Representações de Instituições Financeiras Estrangeiras 2 1 Agentes Autônomos de Investimento 4 Entidades Fechadas de Previdência Privada 3 Entidades Abertas de Previdência Privada 3 Sociedades Seguradoras 3 Sociedades de Capitalização 3 Sociedades Administradoras de Seguro- Saúde 1 2 Fundos Mútuos 2 Clubes de Investimentos 2 1 Carteiras de Investidores Estrangeiros 1 Administradoras de Consórcio 1 Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - SELIC 1 Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos - CETIP 2 Caixas de Liquidação e Custódia 5

2 SFN - Sistema Financeiro Nacional O SFN é o conjunto de instituições intermediadoras de recursos na economia. Foi criado a partir da Lei da Reforma Bancária n 4.595, de 31 de dezembro de 1964 e da Lei de Mercado de Capitais n 4.728, de 14 de julho de 1965, quando foram criados também o Conselho Monetário Nacional - CMN e o Banco Central do Brasil - BACEN, além de diferentes instituições de intermediação financeira, entre as quais, as integrantes do Sistema Financeiro da Habitação - SFH. Posteriormente, foram incorporados ao quadro institucional do sistema a Comissão de Valores Mobiliários - CVM, criada pela Lei n 6.385, de 7 de dezembro de 1976 e, mais recentemente, em 21 de setembro de 1988, através da Resolução n do BACEN, os Bancos Múltiplos. O Sistema Financeiro Nacional conta com diversificado número de intermediários financeiros não bancários, com áreas específicas e bem determinadas de atuação É a seguinte a composição do Sistema Financeiro Nacional: a) SUBSISTEMA NORMATIVO: é aquele que normatiza, que cria as normas que orientarão o funcionamento do sistema. Suas funções são regular, controlar e exercer fiscalização sobre as instituições intermediadoras, disciplinar todas as modalidades de crédito bem como a emissão de títulos e valores mobiliários. Fazem parte deste subsistema: - o Conselho Monetário Nacional - CMN; O CMN é o órgão deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional. Compete-lhe estabelecer as diretrizes gerais das políticas monetária, cambial e creditícia; regular as condições de constituição, funcionamento e fiscalização das instituições financeiras e disciplinar os instrumentos de política monetária e cambial. O Conselho Monetário Nacional é presidido pelo Ministro de Estado da Fazenda e seus demais membros são o Ministro de Estado do Planejamento e Orçamento e o Presidente do Banco Central do Brasil. Os serviços de secretaria do Conselho Monetário Nacional são executados pelo BACEN. - CRSFN - Conselho de Recursos do SFN; Tem como atribuições julgar em segunda e última instância administrativa os recursos interpostos das decisões relativas às penalidades administrativas aplicadas pelo Banco Central do Brasil, pela Comissão de Valores Mobiliários e pela Secretaria de Comércio Exterior. O Conselho tem, ainda, como finalidade julgar os recursos de ofício interpostos pelos órgãos de primeira instância, das decisões que concluírem pela não aplicação de penalidades. - O Banco Central do Brasil - BACEN; É uma autarquia federal a qual compete cumprir e fazer cumprir as disposições que lhe são atribuídas pela legislação em vigor e as normas ex pedidas pelo Conselho Monetário Nacional. Foi criado pela Lei nº 4.595, de É o responsável pela execução das normas que regulam o funcionamento do Sistema Financeiro Nacional. Tem como atribuições agir como banco dos bancos, gestor do Sistema Financeiro Nacional, executor da política monetária, banco emissor e banqueiro do governo. Por caber-lhe controlar o volume de reservas dos bancos comerciais e, também, o volume de moeda escritural - isto é, depósitos em conta que os bancos podem criar, é um banco de vital importância dentro do Sistema Financeiro Nacional. O BACEN é o órgão responsável pela execução das normas que regulam o SFN. São suas atribuições agir como: banco dos bancos, gestor do SFN, executor da política monetária, banco emissor e banqueiro do governo. Apesar de discussões que se desenvolvem há muitos anos, o BACEN ainda não é uma instituição independente estando fortemente ligada ao Governo Federal. - a Comissão de Valores Mobiliários - CVM. A CVM é um órgão normativo voltado ao mercado de ações e debêntures. Ela é vinculada ao Governo Federal e seus objetivos podem sintetizados em apenas um: o fortalecimento do mercado acionário COPOM Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil O COPOM foi instituído em 20 de junho de l996. Tem como objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros. Regulamentarmente, os seus objetivos são implementar a política monetária, definir a meta da taxa SELIC e seu eventual viés e analisar o Relatório de Inflação. A taxa de juros, fixada na reunião do CO- POM, é a meta para a taxa SELIC. A taxa SELIC é a taxa média dos financiamentos diários, com lastro em títulos federais, apurados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia e vigora por todo o período entre reuniões ordinárias do Comitê. O COPOM também pode definir o viés, isto é, a tendência das taxas de juros e de alta ou de baixa, atribuindo prerrogativa ao Presidente do BACEN para alterar a taxa, de acordo com o viés estabelecido, entre uma e outra reunião ordinária do COPOM. Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos CETIP A Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos CETIP é depositária principalmente de títulos de renda fixa privados, tais como, Certificados de Depósitos Bancários CDB, Recibos de Depósitos Bancários RDB, Depósitos Interfinanceiros DI, Letras de Câmbio LC, Letras Hipotecárias LH, debêntures e commercial papers. 6

3 Também é depositária de títulos públicos estaduais e municipais e títulos representativos de dívidas de responsabilidade do Tesouro Nacional, de que são exemplos os relacionados com empresas estatais extintas, com o Fundo de Compensação de Variação Salarial FCVS, com o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária PROAGRO e com Títulos da Dívida Agrária TODA. Como depositária, a CETIP processa a emissão, a custódia e o resgate dos títulos, incluindo o pagamento de juros. Na quase totalidade, os títulos são emitidos escrituralmente, isto é, apenas de forma eletrônica. Quando emitidos em papel são custodiados em bancos autorizados. Participam da CETIP bancos comerciais e múltiplos, caixa econômica, bancos de investimento, bancos de desenvolvimento, sociedades corretoras de valores, sociedades distribuidoras de valores, sociedades corretoras de mercadorias e de contratos futuros, empresas de leasing, companhias de seguro, bolsas de valores, bolsas de mercadorias e futuros, investidores institucionais, pessoas jurídicas não-financeiras, inclusive fundos de investimentos e sociedades de previdência privada, investidores estrangeiros, além de outras instituições também autorizadas a operar nos mercados financeiro e de capitais. Sistema Especial de Liquidação e de Custódia SELIC O Sistema Especial de Liquidação e de Custódia SELIC é o depositário central dos títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e pelo BACEN. Como depositário, processa a emissão, o resgate, o pagamento dos juros e a custódia. Os títulos são emitidos de forma eletrônica, logo, escriturais. A liquidação financeira das operações é efetivada por intermédio do Sistema de Transferência de Reservas STR ao qual o SELIC é interligado. O sistema é gerido pelo BACEN é por ele operado em parceria com a Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto - ANDIMA SUBSISTEMA OPERATIVO: é aquele que funciona em segmentos específicos do mercado financeiro, de capitais (longo prazo), monetário (curto prazo) e cambial, subordinando-se às normas emanadas do subsistema normativo. Fazem parte deste subsistema: a) Instituições financeiras bancárias ou monetárias: são aquelas com capacidade de criar moeda: - Bancos Comerciais; Os BC são intermediários financeiros que transferem recursos dos agentes superavitários para os deficitários, mecanismo esse que acaba por criar moeda através do efeito multiplicador. Os BC's podem descontar títulos, realizar operações de abertura de crédito simples ou em conta corrente, realizar operações especiais de crédito rural, de câmbio e comércio internacional, captar depósitos à vista e 7 a prazo fixo, obter recursos junto às instituições oficiais para repasse aos clientes, etc. - Bancos Múltiplos; Como o próprio nome diz, tais bancos possuem pelo menos duas das seguintes carteiras: comercial, de investimento, de crédito imobiliário, de aceite, de desenvolvimento e de leasing. A vantagem é o ganho de escala que tais bancos alcançam. - Caixa Econômica Federal A CAIXA é um instrumento governamental de financiamento social Está presente na vida de milhões de brasileiros, sejam eles clientes do crédito imobiliário, do penhor, trabalhadores beneficiários do FGTS, PIS ou Seguro-Desemprego, aposentados, estudantes assistidos pelo crédito educativo, apostadores das loterias ou usuários dos serviços bancários. Por priorizar os setores de habitação, saneamento básico, infra-estrutura urbana e prestação de serviços, a CAIXA direciona os seus principais programas para a população de baixa renda. - Bancos Cooperativos São verdadeiros bancos comerciais surgidos a partir de cooperativas de crédito. Sua principal restrição é limitar suas operações em apenas uma UF, o que garante a permanência dos recursos onde são gerados, impulsionando o desenvolvimento local Equiparando-se às instituições financeiras, as cooperativas normalmente atuam em setores primários da economia ou são formadas entre os funcionários das empresas. No setor primário, permitem uma melhor comercialização dos produtos rurais e criam facilidades para o escoamento das safras agrícolas para os consumidores. No interior das empresas em geral, as cooperativas oferecem possibilidades de crédito aos funcionários, os quais contribuem mensalmente para a sobrevivência e crescimento da mesma. Todas as operações facultadas às cooperativas são exclusivas aos cooperados. b) Instituições financeiras não bancárias ou não monetárias: são aquelas que não criam moeda: - Bancos de Investimento - BI s; Os BI captam recursos através de emissão de CDB e RDB, de capitação e repasse de recursos e de venda de cotas de fundos de investimentos. Esses recursos são direcionados a empréstimos e financiamentos específicos à aquisição de bens de capital pelas empresas ou subscrição de ações e debêntures. Os BI não podem destinar recursos a empreendimentos mobiliários e têm limites para investimentos no setor estatal. - Bancos de Desenvolvimento BD s; Além do BNDES, principal agente de financiamento do governo federal, destacam-se outros bancos regionais de desenvolvimento como, por exemplo, o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), o Banco da Amazônia, dentre outros. - Sociedades de Arrendamento Mercantil (Leasing); Operam com operações de "leasing" que tratam-se de locação de bens de forma que, no final do con-

4 trato, o locatário pode renovar o contrato, adquirir o bem por um valor residencial ou devolver o bem locado à sociedade. Atualmente, tem sido comum operações de leasing em que o valor residual é pago de forma diluída ao longo do período contratual ou de forma antecipada, no início do período. As Sociedades de Arrendamento Mercantil captam recursos através da emissão de debêntures, com características de longo prazo. - Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento (financeiras); As "financeiras" captam recursos através de letras de câmbio e sua função é financiar bens de consumo duráveis aos consumidores finais (crediário). Tratando-se de uma atividade de alto risco, seu passivo é limitado a 12 vezes seu capital mais reservas. - Sociedades de Crédito Imobiliário. Ao contrário das Caixas Econômicas, essas sociedades são voltadas ao público de maior renda. A captação ocorre através de Letras Imobiliárias, depósitos de poupança e repasses da CEF. Esses recursos são destinados, principalmente, ao financiamento imobiliário diretos ou indiretos (Mutuários ou Construtores). c) Sistema distribuidor de títulos e valores mobiliários: são aquelas cuja finalidade é negociar e distribuir títulos e valores mobiliários (ações, debêntures, NP s, Commercial Papers etc.): - Bolsas de Valores; São instituições que negociam títulos e a- ções. São importantes nas economias de mercado por permitirem a canalização rápida das poupanças para sua transformação em investimentos. Para os investidores, representam um meio prático de jogar lucrativamente com a compra e venda de títulos e ações. Os negócios em bolsa são realizados em um local denominado Pregão, onde são realizadas as operações de compra e venda de títulos e ações. - Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&F; É um mercado centralizado para transações com mercadorias, sobretudo os produtos primários de maior importância no comércio internacional e interno: Café, açúcar, algodão, cereais, etc. Realiza negócios com estoques existentes e mercados futuros. Exercem papel estabilizador no mercado minimizando as variações de preço provocadas pelas flutuações de procura e reduzindo os riscos dos comerciantes. A peculariedade principal do Mercado Futuro é de a quase totalidade das transações são realizadas sem a entrega efetiva da mercadoria. Na realidade, os negócios são efetuados apenas no papel e visam ao financiamento ou realização de caixa. - Caixa de Registro e Liquidação; Empresa responsável pela liquidação e compensação das negociações à vista, a termo e de opções, realizadas em bolsa. - Sociedade de Compensação e Liquidação de Operações; A pessoa jurídica, instituição financeira ou a ela equiparada, responsável perante aqueles a quem presta serviços e perante a câmara de liquidação pela compensação e liquidação das operações com valores mobiliários sob sua responsabilidade; - Sociedades Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários - SCTVM; Essas sociedades operam com títulos e valores mobiliários por conta de terceiros. São instituições que dependem do BACEN para constituíremse e da CVM para o exercício de suas atividades. As "corretoras" podem efetuar lançamentos de ações, administrar carteiras e fundos de investimentos, intermediar operações de câmbio, dentre outras funções. - Sociedades Corretoras de câmbio - SCC; É instituição que tem por objeto social exclusivo a intermediação em operações de câmbio e a prática de operações no mercado de câmbio de taxas flutuantes. Deve ser constituída sob a forma de sociedade anônima ou por quotas de responsabilidade limitada, devendo constar na sua denominação social a expressão "Corretora de Câmbio" (ver a Resolução 170/90). - Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários - SDTVM; Tais instituições não têm acesso às bolsas como as Sociedades Corretoras. Suas principais funções são a subscrição de emissão de títulos e ações, intermediação e operações no mercado aberto. Elas estão sujeitas a aprovação pelo BACEN. - Agentes Autônomos de Investimento. Pessoas físicas credenciadas pelas financeiras, bancos de investimentos, distribuidoras e corretoras a fazer a colocação de títulos e valores mobiliários, quotas de fundos de investimentos e outras atividades de intermediação autorizadas pelo BACEN. d) Agentes Especiais: são instituições que complementam funções do subsistema normativo e operam em nome do Tesouro Nacional: - Banco do Brasil S.A. - BB; Até janeiro de 1986 o BB assemelhava-se a uma autoridade monetária mediante ajustamentos da conta movimento do BACEN e do Tesouro Nacional. Hoje, é um banco comercial comum, embora responsável pela Câmara de Confederação. Em 2001, o Banco do Brasil adotou a configuração de Banco Múltiplo, trazendo vantagens como redução dos custos, racionalização de processos e otimização da gestão financeira e fisco-tributária. 8

5 De acordo com os seus Estatutos Sociais é o seguinte o seu Objeto social: Artigo 2º - O Banco tem por objeto a prática de todas as operações bancárias ativas, passivas e acessórias, a prestação de serviços bancários, de intermediação e suprimento financeiro sob suas múltiplas formas e o exercício de quaisquer atividades facultadas às instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional. 1.º O Banco poderá, também, atuar na comercialização de produtos agropecuários e promover a circulação de bens produzidos. 2.º Como instrumento de execução da política creditícia e financeira do Governo Federal, compete ao Banco exercer as funções que lhe são atribuídas em lei, especialmente aquelas previstas no Art. 19 da Lei n.º 4.595, de 31 de dezembro de 1964, observado o disposto nos arts. 5.º e 6.º deste Estatuto.- Caixa Econômica Federal. A CAIXA é um instrumento governamental de financiamento social. Está presente na vida de milhões de brasileiros, sejam eles clientes do crédito imobiliário, do penhor, trabalhadores beneficiários do FGTS, PIS ou Seguro-Desemprego, aposentados, estudantes assistidos pelo crédito educativo, apostadores das loterias ou usuários dos serviços bancários. Por priorizar os setores de habitação, saneamento básico, infra-estrutura urbana e prestação de serviços, a CAIXA direciona os seus principais programas para a população de baixa renda. - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES; Contando com recursos de programas e fundos de fomento, o BNDES é responsável pela política de investimentos de LP do Governo e, a partir do Plano Collor, também pela gestão do processo de privatização. É a principal instituição financeira de fomento do Brasil por impulsionar o desenvolvimento econômico, atenuar desequilíbrios regionais, promover o crescimento das exportações, dentre outras funções. - Banco do Nordeste do Brasil S.A. BNB O Banco do Nordeste do Brasil S. A. é o maior banco de desenvolvimento da América Latina e diferencia-se das demais instituições financeiras pela missão que tem a cumprir: promover o desenvolvimento sustentável da região Nordeste através da capacitação técnica e financeira dos agentes produtivos regionais. Sua preocupação básica é executar uma política de desenvolvimento ágil e seletiva, capaz de contribuir de forma decisiva para a superação dos desafios e para a construção de um padrão de vida compatível com os recursos, potencialidades e oportunidades da Região. - Banco da Amazônia S.A. - BASA. 9 Os três primeiros integrantes, CMN, CVM e BACEN, fazem parte do subsistema normativo, que regula e controla o subsistema operativo. Essa regulamentação e controle são exercidos através de normas legais, expedidas pelas autoridades monetárias, ou pela oferta de crédito levada a efeito pelo BB e BNDES. As demais instituições financeiras fazem parte do subsistema operativo, competindo no mercado financeiro. Segundo foi definido pela Lei n 4.595, as instituições financeiras, para efeito legal, são pessoas jurídicas, públicas ou privadas que tenham como atividade principal ou acessória a coleta, intermediação ou aplicação de recursos financeiros próprios ou de terceiros, em moeda nacional ou estrangeira, e a custódia de valor de propriedade de terceiros. Para efeito desta Lei, equiparam-se às instituições financeiras as pessoas físicas que exerçam qualquer das atividades referidas de forma permanente ou eventual. Daí a razão dos Agentes Autônomos de Investimento figurarem como instituições financeiras auxiliares. Em suma, os principais órgãos do governo que integram o SFN são o CMN, o BACEN, o BNDES e a CVM, que operam fiscalizando e promovendo o funcionamento do mercado financeiro, tendo como principais funções a prestação de serviços e a intermediação de recursos entre aqueles que possuem disponibilidades e aqueles que necessitam desses recursos. AUTORIDADES MONETÁRIAS Estrutura e funções CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL Com a propagação dos bancos foi necessária a criação de instrumentos de regulamentação e fiscalização de suas atividades. A partir de 1920 essa função foi exercida pela Inspetoria Geral de Bancos. Em 1945 as atribuições de fiscalização dos bancos e controle do mercado monetário passaram a ser exercidas pela Superintendência da Moeda e do Crédito - SUMOC, criada dentro da estrutura do Banco do Brasil. No mesmo ato que foi constituída a SUMOC, foi criado o depósito compulsório como instrumento de controle do volume de crédito e dos meios de pagamento. Os bancos comerciais dominaram o sistema até o ano de Mesmo assim já conviviam com outras instituições financeiras com atuação em seguimentos específicos como os bancos de investimento, Banco Nacional de Crédito Cooperativo (BNCC), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e as Caixas Econômicas. A Caixa Econômica Federal, quando criada, tinha finalidades bem específicas e distintas das operações inerentes aos bancos comerciais. Com o tempo, passou a exercer cada vez mais atividades próprias de bancos comerciais e de instituições financeiras de diversas especializações. De uma estrutura em que o banco possuía múltiplas funções o Sistema Financeiro Nacional foi se

6 transformando para uma composição que contemplava instituições financeiras especializadas. Com esse novo modelo, o da especialização, surgiu a Reforma Bancária e Reforma do Mercado de Capitais ocorridas respectivamente nos anos de 1964 e Com a Reforma Bancária foi extinta a Superintendência da Moeda e Crédito - SUMOC, criado o Conselho Monetário Nacional e o Banco Central, órgãos respectivamente, normativo e executivo da política monetária do País. O Conselho Monetário Nacional (CMN), que foi instituído pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964, é o órgão responsável por expedir diretrizes gerais para o bom funcionamento do SFN. Integram o CMN o Ministro da Fazenda (Presidente), o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e o Presidente do Banco Central do Brasil. Dentre suas funções estão: adaptar o volume dos meios de pagamento às reais necessidades da economia; regular o valor interno e externo da moeda e o equilíbrio do balanço de pagamentos; orientar a aplicação dos recursos das instituições financeiras; propiciar o aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos financeiros; zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária e da dívida pública interna e externa. Atualmente, o CMN é formado pelo ministro da Fazenda, Antonio Palocci, pelo ministro do Planejamento, Nélson Machado (interino), e pelo presidente do Banco Central (Bacen), Henrique Meirelles. Criado em 1964, o Conselho Monetário Nacional chegou a ter 27 membros em sua composição (governo José Sarney). CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL BANCO CENTRAL O Conselho Monetário Nacional, nestes últimos anos, teve diversas composições em torno de 20 membros. Através da Lei n 8.646, de 7/4/93, a composição do Conselho Monetário Nacional contava com 20 membros. Ministro de Estado Ministério da Fazenda (presidência) Secretaria do Planejamento (vice-presidência) Ministério da Agricultura Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Ministério do Trabalho Presidentes de Instituições Oficiais Banco Central - BACEN Comissão de Valores Mobiliários - CVM Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Banco do Brasil S/A 10 Caixa Econômica Federal - CEF Presidente do Banco da Amazônia S/A BASA Presidente do Banco do Nordeste do Brasil S/A - BNB Outros Membros Dois representantes das classes trabalhadoras (nomeados pelo Presidente da República a partir de indicações das Centrais Sindicais) Dois membros de notória capacidade em assuntos da área econômica e financeira (nomeados pelo Presidente da República) Observação: Os diretores do Banco Central participam das reuniões sem direito a voto. A lei 9.069, de 29/06/95, que dispõe sobre o Plano Real e Sistema Monetário alterou a constituição do Conselho Monetário Nacional (Art. 8 ) que passou a ser integrada por apenas três membros: Ministro da Fazenda (Presidente), Secretário do Planejamento e o Presidente do Banco Central. A nova estrutura SMN está composta ainda com uma Comissão Técnica da Moeda e do Crédito (Art. 9 ), ainda, integrados por Comissões Consultivas (Art.11º) que assessoram o CMN em áreas especializadas. Através da Lei 6.385, de 7/02/76, foi incorporado ao sistema a Comissão de Valores Mobiliários - CVM, voltada para disciplinar o mercado e títulos e valores mobiliários da área privada. CMN é o órgão deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional que estabelece as diretrizes gerais das políticas monetária, cambial e creditícia. O CMN reúne-se ordinária e/ou extraordinariamente para discutir assuntos de interesse do SFN e suas decisões são tomadas através de Resoluções. Entre suas principais atribuições podemos destacar as seguintes: - adaptar o volume de meios de pagamento às reais necessidades da economia e de seu processo de desenvolvimento; - regular o valor interno da moeda, prevenindo ou corrigindo os surtos inflacionários ou deflacionários de origem interna ou externa, as depressões econômicas e outros desequilíbrios oriundos de fenômenos conjunturais; - regular o valor externo da moeda e o equilíbrio da balança de pagamentos do país, tendo em vista a melhor utilização dos recursos em moeda estrangeira; - orientar a melhor aplicação dos recursos das instituições financeiras públicas e privadas nas diferentes regiões do país, gerando condições favoráveis ao desenvolvimento da economia nacional;

7 - propiciar o aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos financeiros, com vistas à maior eficácia do sistema de pagamentos e de mobilização de recursos; - zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; - coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária, fiscal e da dívida pública interna e externa, em conjunto com o Congresso Nacional; Efetuar política monetária através da compra e venda de títulos federais; Exercer o controle de crédito; Fiscalizar as instituições financeiras; Autorizar o funcionamento e operacionalidade das instituições; Controlar o fluxo de capitais estrangeiros; Administra as Reservas Internacionais; Atuar como regulador do mercado cambial. Autoridades monetárias - autorizar as emissões de papel-moeda pelo BA- CEN e as normas reguladoras do meio circulante; - determinar as características gerais das cédulas e das moedas; - aprovar os orçamentos monetários preparados pelo BACEN; Copom Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil Cetip - Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos; Selic Sistema Especial de Liquidação e de Custódia; - fixar diretrizes e normas da política cambial; - disciplinar o crédito em suas modalidades e as formas das operações creditícias; - estabelecer limites para a remuneração das operações e serviços bancários ou financeiros; - determinar as taxas do recolhimento compulsório das instituições financeiras; - outorgar ao BACEN o monopólio de operações de câmbio quando o balanço de pagamento o exigir; - estabelecer normas a serem seguidas pelo BACEN nas transações com títulos públicos; - regular a constituição, o funcionamento e a fiscalização de todas as instituições financeiras que operam no país; - aplicar as penalidades previstas e limitar sempre que necessário as taxas de juros, descontos, comissões e qualquer outra forma de remuneração de operações, inclusive as prestadas pelo BACEN. São atribuições do Conselho de Recursos: julgar em segunda e última instância administrativa os recursos interpostos das decisões relativas às penalidades administrativas aplicadas pelo Banco Central do Brasil, pela Comissão de Valores Mobiliários e pela Secretaria de Comércio Exterior, nas infrações previstas. Principais atribuições: Emitir moeda de acordo com condições do CMN; Executar os serviços do meio circulante; Receber os recolhimentos compulsórios dos bancos; Realizar operações de desconto e empréstimos às instituições financeiras preservando a liquidez do sistema bancário; Regular a compensação de cheques e outros papéis; 11 Autoridades de apoio: Comissão de Valores Mobiliários: a CVM é um órgão normativo voltado ao mercado de ações e debêntures. Ela é vinculada ao Governo Federal e seus objetivos podem sintetizados em: desenvolvimento, a disciplina e a fiscalização do mercado de valores mobiliários, basicamente o mercado de ações e debêntures. Seus objetivos fundamentais são: - estimular a aplicação de poupança no mercado acionário; - assegurar o funcionamento eficiente e regular das bolsas de valores e instituições auxiliares que operem neste mercado; - proteger os titulares de valores mobiliários contra emissões irregulares e outras tipos de atos ilegais que manipulam preços de valores mobiliários nos mercados primários e secundários de ações; - fiscalizar a emissão, o registro, a distribuição e a negociação de títulos emitidos pelas sociedades anônimas de capital aberto. - fortalecimento do Mercado de Ações. Banco do Brasil BB = Opera, na prática, como agente financeiro do Governo Federal. É o principal executor da política oficial de crédito rural. Desempenha, ainda, alguma funções não próprias de banco comercial, como: - executar o serviço de compensação de cheques e outros papéis; - atuar como agente recebedor e pagador fora do país.

8 Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES Instituição responsável pela política de investimento de longo prazo. É a principal Instituição Financeira a estimular o desenvolvimento econômico do País. Sistema Financeiro da Habitação Conjunto de organismos financeiros governamentais e privados, cujo objetivo é estimular e realizar a construção de habitações populares e a aquisição da casa própria. As Associações de Poupança e Empréstimo (APE) e as Sociedades de Crédito Imobiliário (SCI), pertencem ao Sistema Financeiro da Habitação, com atividades exclusivas. - Associação de Poupança e Empréstimo = São entidades constituídas sob forma de fundações, cooperativas, etc, sem fins lucrativos, cuja finalidade é a aquisição e construção de casa própria. - Sociedade de Crédito Imobiliário = São entidades financeiras privadas, de apoio ao Sistema Financeiro da Habitação, constituídas com a finalidade de realizar financiamentos imobiliários diretos ao mutuário final ou por meio de abertura de crédito a favor de empresários, destinados a empreendimentos imobiliários. Instituições Financeiras = As instituições financeiras são diferenciadas segundo suas funções de crédito. Assim existem, Bancos Múltiplos, Bancos de Desenvolvimento, Bancos Comerciais, Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento e Bancos de Desenvolvimento. - Bancos Múltiplos São instituições que operam em mais de uma carteira, por exemplo, carteira comercial, carteira de crédito imobiliário, etc. - Bancos de Desenvolvimento Como já visto anteriormente, o BNDES é o principal agente do Governo para financiamentos ao setor produtivo. Existem também o bancos regionais de desenvolvimentos, controlados pelos governos estaduais, cuja finalidade é fornecer crédito de longo prazo às empresas localizadas nos respectivos estados. - Bancos Comerciais Têm como principal função atuar como intermediários financeiros, que recebem recursos em depósito à vista e a prazo e distribuem em forma de empréstimos e financiamentos a quem necessita de recursos. Atuam também na prestação de serviços (recebimento de tributos) Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento São conhecidas no mercado como Financeiras. Têm como função financiar bens de consumo duráveis por crédito direto ao consumidor (crediário). Não podem manter contas-correntes; seu instrumento de captação de recursos são as Letras de Câmbio. - Bancos de Investimentos Operam com repasses de recursos às empresas para capital de giro e investimentos no ativo permanente. Não podem captar depósitos à vista, porém obtêm recursos por intermédio de depósitos a prazo (CDB Certificado de Depósito Bancário). Bolsa de Valores Instituição civil sem fins lucrativos, que tem por objetivo principal manter local adequado para a realização de compra e venda de ações. - Sociedades Corretoras São instituições típicas do mercado acionário, que têm como atividade principal fazer a intermediação das ordens de compra e venda de ações em bolsa de valores, solicitados pelos clientes. - Sociedades Distribuidoras Sua função é semelhante à de uma sociedade corretora, porém não são habilitadas a intermediar, diretamente, negócios em bolsa de valores, podendo, apenas, operar por meio das corretoras. POLÍTICA MONETÁRIA, POLÍTICA FISCAL, POLÍTICA CAMBIAL E POLÍTICA DE RENDAS Política Monetária Definições e Objetivos É através da política monetária que o BACEN, altera a quantidade de moeda na economia afim de afetar a taxa de juros e a renda. A política monetária, através dos efeitos alocativos no investimento e no consumo, influencia a demanda agregada e conseqüentemente, os níveis de produção, emprego, preços e comércio exterior. A Política monetária tem também impacto sobre a eqüidade distributiva, ainda que não objetivado explicitamente. Instrumentos Principais da Política Monetária Fixação da Taxa de Reservas As reservas bancárias são constituídas pela soma dos depósitos voluntários e compulsórios dos ban-

9 cos junto às autoridades monetárias e pelo papelmoeda e moedas metálicas mantidos em caixa. Quando o BACEN aumenta a taxa das reservas compulsórias que os bancos comerciais devem manter à sua ordem, fica reduzida a proporção dos depósitos que pode ser convertida em empréstimos, a quantidade de moeda na economia diminui. Inversamente, se o BACEN reduz a taxa de reservas, as disponibilidades para empréstimos aumentam. As Operações de Redesconto São um instrumento que consiste na concessão de assistência financeira de liquidez aos bancos comerciais. O controle dos meios de pagamento por intermédio do redesconto resulta da alteração das taxas de juros cobradas pelo BACEN, pela mudança dos prazos concedidos aos bancos comerciais para resgate dos títulos redescontados, pela fixação dos limites da operação ou, ainda, pela restrição dos tipos de títulos redescontáveis. As Operações de Mercado Aberto Constituem num instrumento mais ágil e de reflexos mais rápidos. A flexibilidade desse instrumento é tal que pode ser eficazmente usado para regular, no dia-a-dia, a oferta monetária e a taxa de juros. - Atuação e Efeitos da Política Monetária. Formação da taxa de juros A taxa básica de juros (Selic), uma referência dada ao mercado pelo Banco Central, é de 16% ao ano, mas entre a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e o bolso do consumidor existem inúmeros fatores que fazem com que os juros superem 280% ao ano. O caminho que os juros percorrem é cheio de custos administrativos dos bancos, lucros, depósitos compulsórios e impostos. Na metade da caminhada, os juros para capital de giro já alcançam 37,9%, segundo levantamento do Banco Central. As justificativas dos empresários continuam sendo o custo do financiamento e a alta inadimplência Para o economista chefe da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Roberto Luís Troster, o que contribui para os altos juros são os riscos de inadimplência, os empréstimos direcionados e os depósitos compulsórios. ''Quase 80% dos recursos que os bancos recebem são repassados por causa dos depósitos compulsórios. Com isso, os bancos têm apenas 20% para emprestar'', diz. Outro fator, segundo Troster, é a carga tributária. ''Nas operações, os tributos podem aumentar em mais da metade os juros das operações'', diz Troster, defende que o lucro dos bancos diminuiu no último ano. Segundo o Banco Central, o spread bancário (diferença entre a remuneração e a taxa de captação dos bancos) caiu, na média, de 31,8% para 29,4% de fevereiro de 2003 para o mesmo mês deste ano. Política Fiscal Política de gastos do governo. Uma política fiscal expansionista se caracteriza pelo aumento dos gastos do governo. Ao contrário, uma política fiscal contracionista se consiste na diminuição dos gastos públicos. Política Cambial O governo poderá atingir o nível da renda de pleno emprego da mesma forma utilizando a Política Monetária; ou seja: a) expansão monetária que reduz taxa de juros e aumenta investimento; b) redução do compulsório dos bancos, etc. O aumento da oferta monetária (MS) força uma queda na taxa de juros que por sua vez estimula o investimento e a economia vai parar em Yf. Efeitos da Política Monetária: Ao final do processo teremos observado o seguinte: a) a economia cresceu; b) em conseqüência, o consumo privado cresceu ; c) participação do Setor Privado no PIB aumentou; d) a participação do governo no PIB se manteve em termos absolutos, mas se reduziu em termos relativos. Conjunto de medidas tomadas pelo governo que afetam a formação da taxa de câmbio. É diferente da política monetária por atuar mais diretamente sobre todas os fatores relacionados às transações econômicas do país com o exterior. Política de Rendas Estabelece controles sobre a remuneração dos fatores diretos de produção envolvidos na economia, tais como salários, depreciações, lucros, dividendos e preços dos produtos intermediários e finais. MERCADO FINANCEIRO Mercado voltado para a transferência de recursos entre os poupadores e os investidores. No mercado financeiro são efetuadas transações com títulos de prazos médios, longos e indeterminado, geralmente dirigidas ao financiamento dos capitais de giro e fixo. 13

10 Sociedades de capitalização A primeira empresa de capitalização do Brasil foi fundada em 1929, chamada de Sul América Capitalização S.A. Entretanto, somente 3 anos mais tarde, em 10 de março de 1932, é que foi oficializada a autorização para funcionamento das sociedades de capitalização através do Decreto n , posteriormente regulamentado pelo Decreto n , de 10 de fevereiro de 1933, também sob o controle da Inspetoria de Seguros. O parágrafo único do artigo 1º do referido Decreto definia: "As únicas sociedades que poderão usar o nome de capitalização serão as que, autorizadas pelo Governo, tiverem por objetivo oferecer ao público, de acordo com planos aprovados pela Inspetoria de Seguros, a constituição de um capital mínimo perfeitamente determinado em cada plano e pago em moeda corrente, em um prazo máximo indicado no dito plano, à pessoa que subscrever ou possuir um titulo, segundo cláusulas e regras aprovadas e mencionadas no mesmo titulo. CADERNETA DE POUPANÇA Aplicação financeira, de caráter nominativo, que proporciona ao poupador (pessoa física) rendimentos mensais e ao poupador pessoa jurídica rendimentos trimestrais. Os valores depositados em poupança são atualizados com base na taxa referencial (TR), acrescida de juros de 0,5% ao mês. Os valores depositados e mantidos em depósito por prazo superior a um mês são atualizados na data em que o depósito completa um mês, que é a data do aniversário. A TR utilizada é aquela do dia do depósito. Vantagens: Comodidade e segurança na guarda dos recursos; Liquidez com rendimentos na data de aniversário de cada conta; Possibilidade de efetuar depósitos numa mesma conta, em qualquer dia do mês, sem prejuízo dos respectivos rendimentos. Opções de conta individual, conjunta solidária e conjunta não-solidária. Seguro de acidentes pessoais. Cadernetas de Poupança É a aplicação mais simples e tradicional, pois se pode aplicar pequenas somas e ter liquidez. Podem operar com as cadernetas de poupança somente as Sociedades de Crédito Imobiliário (SCI), as carteiras imobiliárias dos bancos múltiplos, associações de poupança e empréstimo e as caixas econômicas. 14 Os seus recursos devem ser aplicados de acordo com as regras preestabelecidas pelo Banco Central, sendo 30% na faixa não-habitacional (15% em depósito compulsório e 15% em disponibilidades financeiras e operações de faixa livre) e 70% na faixa habitacional. Os valores depositados são atualizados, com base na Taxa referencial (TR) do dia do depósito acrescida de juros de 6,17% ao ano, na data em que completa um mês. Além da poupança tradicional existem outros tipos: Caderneta de poupança programada: O depositante por contrato assume compromisso de efetuar depósitos e por prazos que variam de 12, 18 e 24 meses. Os rendimentos são progressivos e creditados trimestralmente com uma carência inicial de seis meses para saque. Incluem um seguro de vida que garante a efetivação dos depósitos programados restantes do contrato após a morte do titular; Caderneta de poupança de rendimentos crescentes: É feito um único depósito que recebe rendimentos trimestralmente e com taxas de juros crescentes. Suas principais características são: Não se permitem saques parcelados; Os depósitos são feitos sempre em múltiplo de 10; O rendimento é creditado retroativamente a cada mudança de taxa. Caderneta de poupança vinculada: É uma caderneta vinculada ao financiamento de imóveis, com prazo mínimo fixado em 36 meses, com correção do depósito pelo IR mais 6% ao ano, sendo isento de impostos. Nos contratos são fixados os valores dos depósitos, forma de correção e sua periodicidade e condições de financiamento. Não esta sujeita ao encaixe obrigatório. Caderneta de poupança rural ou Caderneta Verde: é quase idêntica a caderneta de poupança livre, com a diferença que os recursos captados pela caderneta verde são basicamente direcionados para o financiamento de operações rurais, e não para crédito imobiliário. Só estão autorizados a captar recursos através dela o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e o Banco da Amazônia (BASA). O governo garante aplicações em poupança? O Fundo Garantidor de Crédito garante até R$20.000,00, por CPF, de acordo com o saldo em poupança. Poupança Livre É o investimento mais conhecido do público. Oferece rendimentos a cada 30 dias, além da bonificação da CPMF para depósitos não movimentados por 90 dias ou mais.

11 Se a aplicação for feita diretamente na poupança, sem passar pela conta corrente, não há incidência da CPMF. O banco pode cobrar pelo depósito da poupança? Desde que os depósitos de poupança apresentem saldo igual ou inferior a R$ 20,00 e que não apresentem registros de depósitos ou saques no período de 6 meses. Qual a data de remuneração de depósito efetuados nos dias 29, 30 e 31 de cada mês? A data de remuneração será o dia 1º de cada mês, aplicando-se o índice correspondente ao dia 1º do mês anterior. FUNDOS DE APLICACÃO É um tipo de aplicação financeira em que o aplicador adquire cotas do patrimônio de um fundo administrado por uma instituição financeira. O valor da cota é recalculado diariamente e a remuneração recebida varia de acordo com o prazo de aplicação e com os rendimentos dos ativos financeiros que compõem o fundo. Não há, geralmente, garantia de que o valor resgatado seja superior ao valor aplicado. As instituições financeiras estruturam seus fundos de acordo com o perfil de liquidez e a composição risco/rentabilidade (retomo) das carteiras. Os fundos podem ser classificados pelo índice de volatilidade, que determina o grau de risco para o investidor. Dessa forma podemos classifica-los em: Fundos de curto prazo - baixíssima volatilidade com liquidez diária Fundos de renda fixa- baixa volatilidade. Fundos de renda variável e fundos hedge - média volatilidade. Fundos de ações - alta volatilidade. Fundos de renda variável focado em derivativos sob enfoque especulativo de altíssima volatilidade. Installment Loans São os empréstimos concedidos as pessoas físicas e/ou jurídicas, não vinculadas à compra de um bem ou serviço especifico, e amortizável em prestações iguais e sucessivas, com taxas pré ou pós-fíxadas. Os prazos e a composição de taxas são idênticos aos do CDC. As garantias da operação são determinadas pelo banco. Crédito Automático por Cheque É o crédito automaticamente concedido ao cliente preferencial, quando da emissão de um cheque com características diferenciadas pelo banco. É uma espécie de vendor para pessoa física. O correntista faz sua compra à vista. Já que o cheque é compensado normalmente, pelo seu beneficiário. Como outro cheque qualquer entretanto, o banco, ao recebê-lo para validação de compensação, permite ao correntista pagá-lo em três prestações mensais prefixadas, anteriormente acertadas com o banco. Funciona como um cheque especial de pagamento parcelado. Cessão de Créditos. São as operações entre instituições financeiras da mesma espécie, que trocam entre si responsabilidade por uma determinada operação, normalmente por terem estourado os limites de contingenciamento de crédito, determinado pelo BA- CEN em função do patrimônio da Instituição. A cessão de crédito está regulamentada pela resolução n , de 27 de agosto de Desconto de Títulos É o adiantamento de recursos aos clientes feito pelo banco, sobre valores referenciados em duplicatas de cobrança ou notas promissórias, de forma a anteciparem o fluxo de caixa do cliente. Financiamento de Capital de Giro São as operações tradicionais de empréstimos vinculadas a um contrato especifico que estabeleça prazo, taxa, valores, e garantias necessárias e que atendam as necessidades de capital de giro das empresas. O plano de amortização é estabelecido de acordo com os interesses e necessidades das partes. Ultimamente, devido às incertezas da economia, tais empréstimos têm-se caracterizado pelo prazo de 30 dias, pré ou pós-fixados. Esse tipo de empréstimo normalmente é garantido por duplicatas em geral numa relação de 120 a 150% do principal emprestado. Nesse caso, as taxas de juros são mais baixas. Quando a garantia envolve outras garantias, como aval, hipotecas e notas promissórias, os juros são mais altos. Nos grandes bancos, os contratos podem ter características informais, como "garantia" de crédito para as empresas, que optam por dar algum tipo de reciprocidade aos bancos, como por exemplo, manter sobra de caixa aplicada no FAF, Para evitar resgates e portanto, o pagamento do IOF, os contratos informais asseguram liquidez imediata aos clientes preferenciais via uma conta garantida vinculada. Vendor Finance: É uma operação de financiamento de vendas baseado no principio da cessão de crédito, que permite a uma empresa vender seu produto a prazo e receber o pagamento a vista. 15

12 A operação de vendor supõe que a empresa compradora seja cliente tradicional da vendedora, pois será esta que irá assumir o risco do negócio junto ao banco. A empresa vendedora transfere seu crédito ao banco e este, em troca de tarifa de intermediação, paga o vendedor à vista e financia o comprador. A principal vantagem para a empresa vendedora é a de que, como a venda não é financiada diretamente por ela, a base de cálculo para a cobrança de impostos, comissões de venda e royalties, no caso de licença de fabricação, torna-se menor. A- lém disso, ao receber à vista, a empresa tem um imediato reforço no seu caixa. Por outro lado, o cliente comprador garante taxa de financiamento que são menores do que as praticadas para um financiamento isolado a uma única empresa. Compror Finance Operação inversa ao vendor, que ocorre quando pequenas industrias vendem para grandes lojas comerciais. Neste caso, invés de o vendedor (indústria) ser o fiador do contrato, o próprio comprador é que funciona como tal. Leasing Conceituação Leasing é uma opção na qual é cedido um bem em troca de remuneração. A diferença Leasing e aluguel é sutil. Enquanto no aluguel o cedente tem intenção de conservar a propriedade do bem, findo o contrato, no Leasing existe a intenção da transferência do bem. É possível definir melhor Leasing como uma operação de empréstimo vinculada à aquisição de um determinado bem, na qual o bem permanece de prioridade do cedente até o final do contrato, quando então é transferido para o "tomador do empréstimo" mediante o pagamento de um valor residual, estimado no contrato. Diferenças Fiscais As diferenças econômicas do Leasing e do empréstimo estão na área fiscal. No Leasing, o fisco permite a dedução do total dos pagamentos devidos no cálculo do imposto de renda. Já no empréstimo, só se permite a dedução dos juros. Entretanto, se o empréstimo for destinado à aquisição de equipamentos, pode-se reduzir a depreciação do mesmo. LEASING EMPRÉSTIMO Desembolso prestação juros + amortização Dedução Fiscal + depreciação juros prestação Benefício X% dax% da (depreciação Fiscal (prestação) +juros) 16 (Sendo X% a taxa (alíquota) do imposto de rendada Empresa) Será economicamente mais atraente aquela opção que apresentar o menor custo líquido, considerado como custo líquido o custo menos os benefícios fiscais. Uma vantagem não econômica do Leasing é que, não sendo formalmente um empréstimo, não entra no cálculo do coeficiente de endividamento da empresa. Leasing Financeiro A arrendadora é uma instituição financeira, que adquire o bem em seu nome e o cede ao arrendatário, por prazo definido, e: O arrendatário assume todos os riscos e custos relativos ao uso e manutenção do bem Não há possibilidade de rescisão unilateral do contrato, pelo arrendatário No final do contrato o arrendatário pode: o Adquirir o bem por valor residual previamente estabelecido ( VRG ) o Renovar o contrato por novo prazo e novas condições o Devolver o bem à arrendadora Leasing Operacional Os bens arrendados, em geral, são de propriedade do fabricante, importador ou distribuidor, que os cede temporariamente ao arrendatário, com a possibilidade de os adquirir ao final do contrato. O arrendador presta serviços de assistência técnica e manutenção do bem Estes contratos são rescindíveis unilateralmente pelo arrendatário Não é necessário que o arrendador seja instituição financeira O prazo mínimo é de 90 dias Não há VRG (Valor Residual Garantido) previamente estabelecido, a opção de compra é pelo valor de mercado Lease-Back O vendedor e o arrendatário são a mesma empresa. Disponível apenas para pessoa jurídica. Em geral é utilizado como alternativa para obtenção de capital de giro. Características A descrição a seguir refere-se ao Leasing Financeiro, com o arrendatário pessoa física. Onde obter: Bancos, Empresas de Leasing Prazos mínimos: 2 anos para bens com vida útil igual ou inferior a 5 anos, e 3 anos para outros bens.

13 Normalmente o pagamento é em prestações mensais Bens passíveis de Leasing: novos e usados, nacionais ou importados VRG - Valor Residual Garantido É o valor estabelecido para o exercício da opção de compra, ou valor mínimo que será recebido pelo arrendador na venda a terceiros do bem arrendado. Pode se paga pelo arrendatário de 3 formas: o Antecipadamente, no início ou a qualquer tempo antes do vencimento o Diluído nas prestações o No final do contrato Outros custos: Não tem IOF. Pode ter TAC, taxa de cadastro e seguro do bem Diferença entre Leasing e aluguel: no Aluguel o locador tem o interesse em manter a propriedade do bem ao final do contrato, no Leasing existe a intenção de transferi-la. Finalidades É uma alternativa de "financiamento" a médio / longo prazo para aquisição de bens móveis, (especialmente automóveis e equipamentos eletrônicos), e também imóveis. É uma operação realizada mediante contrato na qual o dono do bem - o arrendador, concede a outrem - arrendatário o direito de utilização do mesmo por um prazo previamente determinado. Tipos de Leasing: Leasing nacional (contrato entre pessoas jurídicas sediadas no país). Internacional (contrato entre uma pessoa jurídica sediada no país e outro no exterior), Importação (contrato de arrendamento mercantil celebrado com entidades sediadas no exterior, os bens necessariamente são adquiridos no exterior) e Exportação (venda de um produto a uma companhia de leasing aqui sediada, e esta, o arrenda através de um contrato de leasing internacional). Funcionamento do Leasing 1. Arrendatário e fornecedor negociam a aquisição via leasing de um determinado equipamento. 2. Ao decidir a operação de aquisição de equipamento via leasing e escolhido ao arrendador, este paga ao fornecedor a vista pelo equipamento. 3. O arrendador capta recursos no mercado, seja através da emissão de títulos (debêntures) ou da captação no mercado externo ou usa recursos próprios. 4. O arrendador contrata o seguro do bem arrendado, que ficará na posse do arrendatário, sendo o valor do prêmio pago pelo arrendatário. 5. O fornecedor entrega o equipamento ao arrendatário. 6. O arrendatário paga ao arrendador a contra prestação do leasing, aí incluído o custo do seguro. 7. O arrendador reembolsa ao mercado o custo do recurso captado para funcionar o leasing. Bens Veículos, equipamentos de informática, máquinas, equipamentos indústrias edificações ou alvenaria. Financiamento de Capital Fixo Tendo como conhecimento que Capital Fixo é o conjunto dos bens de uma empresa representado por imóveis, máquinas e equipamentos em geral destinados ao processo de produção o Financiamento de Capital Fixo se refere à forma pela a qual a empresa adquire esses bens que pode ser, por exemplo, através do Banco de Desenvolvimento que é uma instituição financeira pública, constituída sob a forma de S/A, com sede na capital de cada um dos Estados, que detêm o controle acionário e também faz o financiamento de capital fixo a longo prazo. E, também pelo Banco de Investimento que por sua vez é Instituição especializada em operações para capitalização das empresas, e financiamento de capital fixo e de giro a médio e longo prazo, mediante a aplicação de recursos de terceiros, ou de repasse de fontes oficiais do exterior. Crédito Direto ao Consumidor O bem adquirido serve corno garantia da operação ficando à financeira pela figura jurídica da alienação fiduciária pela qual o cliente transfere a ela a propriedade do bem adquirido com o dinheiro emprestado até o pagamento total de sua divida. Crédito Rural É o suprimento de recursos financeiros para aplicações exclusivas nas atividades agropecuárias, desenvolvidas por produtores rurais. Apenas os bancos comerciais e múltiplos com carteira comercial operam neste segmento. O crédito rural tem como objetivo: Estimular os investimentos rurais feitos pelos produtores ou pelas cooperativas rurais; Favorecer o custeio, a produção e a comercialização de produtos agropecuários; Fortalecer o setor rural, notadamente no que se refere a pequenos e médios produtores; Incentivar a introdução de métodos racionais no sistema de produção. 17

14 São as seguintes atividades que podem ser financiadas pelo crédito rural: Custeio das despesas normais de cada ciclo produtivo; Investimento em bens ou serviços cujo aproveitamento se estenda por vários ciclos produtivos; Comercialização da produção. Podem-se utilizar do crédito rural: O produtor rural (pessoa física ou jurídica); Cooperativa de produtores rurais; e A pessoa física ou jurídica que, mesmo não sendo produtor rural, se dedique a uma das seguintes atividades: - pesquisa ou produção de mudas ou sementes fiscalizadas ou certificadas; - pesquisa ou produção de sêmem para inseminação artificial; - prestação de serviços mecanizados de natureza agropecuária, em imóveis rurais, inclusive para a proteção do solo; - prestação de serviços de inseminação artificial, em imóveis rurais; - exploração de pesca, com fins comerciais. Cabe ao produtor decidir a necessidade de assistência técnica para elaboração de projeto e orientação, salvo quando considerados indispensáveis pelo financiador ou quando exigidos em operações com recursos oficiais. São exigências essenciais para concessão de crédito rural: Idoneidade do tomador; apresentação de orçamento, plano ou projeto, exceto em operações de desconto de Nota Promissória Rural ou de Duplicata Rural; Oportunidade, suficiência e adequação de recursos; Observância de cronograma de utilização e de reembolso; Fiscalização pelo financiador. Garantias: As garantias são livremente acertadas entre o financiado e o financiador, que devem ajustá-las de acordo com a natureza e o prazo do crédito. Pode se constituir a garantia de: Penhor agrícola, pecuário, mercantil ou cedular; Alienação fiduciária; Hipoteca comum ou cedular; Aval ou fiança; Outros bens que o Conselho Monetário Nacional admitir. O Crédito Rural sujeita-se às despesas de: Remuneração financeira;imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, e sobre operações relativas a Títulos e Valores Mobiliários; Custo de prestação de serviços; Adicional do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (PROAGRO); Sanções pecuniárias. Nenhuma outra despesa pode ser exigida do mutuário, salvo o exato valor de gastos efetuados à sua conta pela instituição financeira ou decorrentes de expressas disposições legais. São as taxas de juros segundo a origem dos recursos aplicados: Recursos controlados: 8,75% a.a., exceto no Programa Nacional de Financiamento Agrícola Familiar - PRONAF, que é de 5,75% a.a. para custeio e 4% com rebate de 25% a.a. para investimento; Os financiamentos do PRONAF estão ainda sujeitos à variação de preço mínimo com base na equivalência em produto; Recursos não controlados: livremente pactuados entre as partes; Recursos das Operações Oficiais de Crédito destinados a investimentos: Taxa de Juros de Longo Prazo (TJPL), acrescida de taxa efetiva de juros fixada semestralmente pelo Conselho Monetário Nacional. Classificação do custeio: Classifica-se em: - custeio agrícola; - custeio pecuário; - custeio de beneficiamento ou industrialização Financiamentos a Exportação Operações de adiantamento de recursos, antes ou após o embarque das mercadorias, oferecidas por bancos que atuam na área de cambio para fomentar as exportações. Operações mais utilizadas: adiantamento sob contratos de câmbio (ACC) adiantamento sob cambiais entregues (ACE). - Alienação Fiduciária: Garantia dada a uma operação de crédito na qual o devedor transfere ao credor a propriedade de um de um bem móvel, identificável, fechando com as posses direta, na qualidade de fiel depositário. Os bancos, compulsoriamente, operam neste segmento através de recursos próprios, oriundos de 25% dos volumes médios dos depósitos à vista e recursos em trânsito (base de depósito compulsório). Dos recursos das exigibilidades do Crédito Rural dos bancos, no mínimo 30% devem ser destinados aos pequenos produtores ou liberados para financiamento de qualquer produto, seja ele para custeio ou financiamento, e no mínimo 80% alceados em atividades prioritárias, sem prejuízo dos 30% anteriores. Os bancos podem optar por terem o recurso da exigibilidade depositado no BC sem remuneração nenhuma, ou pagarem uma taxa de penalidade que, em função da taxa de Juros de mercado pode eventualmente, até ser uma alternativa melhor de aplicação. Há também os recursos do depósito especial remunerado DRE, cuja regra prevê um mínimo de 40% 18

15 de aplicação em crédito rural por parte dos bancos privados. Neste caso se o Banco não quiser destinar os recursos à atividade rural, pode deixar o dinheiro depositado na autoridade monetária rendendo TR + 8/5% ao ano. Muitos bancos privados que atuam na área urbana têm preferido cumprir a exigibilidade da aplicação obrigatória, através de repasses de recursos no interbancário para o Banco do Brasil/ comprando os Certificados de Depósito Interbancário Rural. As taxas de juros do credito rural são as seguintes: - mini- produtores, TR + 6% aa.; - pequenos produtores, TR +9% aa.; - médios e grandes, TR % aa. Os mini-produtores são os que têm uma renda média anual de até 25 mil UREF, pequenos, uma renda entre 25 mil e 75 mil UREF, e os médios e grandes, acima de 75 mil UREF (Unidade de Referência Rural e Agroindustrial), criada em 1 de agosto de 1992 com o valor de R$ , é corrigida mensalmente pela TR. Não são consideradas como atividades agropecuárias elegíveis para esta linha de crédito as empresas e/ou pessoas físicas que tenham explorações sem caráter produtivo, além da criação de cavalos. As modalidades de credito rural são: Custeio agrícola e pecuário, recursos para o ciclo operacional das atividades, tendo como prazo de financiamento o período máximo de 12 meses; Investimento Agrícola e pecuário, recursos para investimento fixo e semi-fixo, tendo como; prazo o período de até seis anos; Comercialização agrícola pecuária; recursos para o beneficiamento e a estocagem dos produtos agropecuários que sejam comercializados em ate 120 dias após a liberação destes recursos. Outras fontes de recursos para o crédito rural são a caderneta de poupança rural e os compulsórios sobre as cadernetas de poupança. Existe uma lei agrícola que determina que aos mini e pequenos agricultores, seja aplicada a equivalência em produto no momento do financiamento. Isto significa que quem tomar recursos equivalentes a sacas de milho, por exemplo, deverá ao banco o equivalente a sacas de milho no momento do vencimento do débito, não importando a correção aplicada a divida. Os bancos, por seu lado, temem que os preços agrícolas não subam o suficiente para cobrir os empréstimos, que no caso são subsidiados (TR + 9% a.a.), e que o Governo não venha a pagar a diferença gerada e, por isso, relutam em emprestar ao mini e ao pequeno produtor. Como Obter o Financiamento de Custeio: Via de regra, os bancos fazem as seguintes exigências básicas ao produtor: cadastrar-se junto à instituição; preencher a proposta-orçamento de financiamento, já de posse da primeira via da nota fiscal ou pedido de insumos agrícolas, outros documentos e dados adicionais, caso a caso. Os critérios para liberação de crédito são cautelosos, mas, basicamente, é pedido o penhor da safra na maioria dos casos. No Manual de crédito Rural do BC estão bem explicitados os critérios para liberação do financiamento. Para terem direito ao crédito rural, o produtor e as cooperativas têm de comprovar posse definitiva ou temporária (através de arrendamento ou parceria) da terra. Devem ser indicados, na proposta-orçamento de financiamento, os dados que identifiquem a finalidade do crédito, a cultura a ser financiada e a adequação das verbas orçadas. O percentual de financiamento é o seguinte: mini e pequenos - crédito de 100% do VBC (valor básico de custeio); médios - crédito de 80% do VBC (valor básico de custeio); grandes - crédito de 60% do VBC (valor básico de custeio). De acordo com o BC, é obrigatória a comprovação dos recursos próprios. Assim, ao requisitar o crédito, o agricultor deve depositar em sua conta corrente no banco a parcela que lhe cabe de recursos próprios, seja do próprio bolso ou de financiamento obtido a juros de mercado. São necessários estudos técnicos a serem pagos pelo financiado para liberação do crédito, quando estão envolvidos valores muitos elevados ou se trata de custeio pecuário, programas especiais do VBC, crédito a cooperativas para aquisição de insumos para posterior revenda ou crédito para investimento em aviação agrícola. Também se faz necessária à medição da lavoura e das pastagens, quando a arca financiada for superior a hectares. De posse desses dados, o banco registra o valor do crédito de acordo com o VBC e a classificação do produtor, estipula o prazo para liberação das parcelas, o modo de utilização e a forma de pagamento. Aprovado o crédito, a primeira parcela é imediatamente liberada. 19

16 O pagamento aos fornecedores de insumos agrícolas é feito diretamente pelo banco e somente é creditado na conta corrente do produtor o montante referente a gastos com mão-de-obra e operações de plantio. A outra parcela - para tratos culturais e colheita - só é liberada na época especifica. Assim, os juros sobre o crédito rural incidem sempre sobre o saldo devedor e nunca sobre o total do valor financiado. O pagamento do financiamento ao banco deve ser realizado após 60 dias, no caso do médio e grande produtor, e 90 dias para os mini e pequenos. Caso o apicultor ainda não tenha comercializado sua produção, ele pode transformar esse débito em Empréstimo do Governo federal (EGF) e prolongar, assim, o prazo de quitação do débito. Existem diversas espécies de títulos de crédito rural, como veremos a seguir. Cédula Rural Pignoratícia (CRP) um título de crédito lastreado em garantia real, representada por penhor rural ou mercantil. Cédula Rural e Hipotecária (CRU) lastreada em garantia real, representada por hipoteca de imóveis. Cédula Rural e Pignoratícia e Hipotecária (CRPM) garantida por penhor e por hipoteca Nota de Crédito Rural. Não se reveste de garantia real. Nota Promissória Rural: uma promessa de pagamento como a NP, porém, nela, deve estar discriminado o produto objeto da transação. Duplicata Rural Difere da duplicata mercantil por sua natureza ruralista. Deve discriminar a natureza do produto. No pacote agrícola de 08/92 o Governo propôs a fusão dos diferentes títulos em apenas dois a Cédula de Crédito Rural e a Nota Promissória Rural. O BNDES, com o pacote agrícola, ficou com a responsabilidade de três programas de financiamento. Agropecuária - 50% de empreendimento, com juros mínimos de TR+9% a.a. e prazo máximo de seis meses; Infra- estrutura: do capital necessário, com juros mínimos de TR+9% a.a. e prazo de 10 anos: financia transporte, energia e armazenagem. Apoio a Agroindústria: 60% do orçamento, com taxa de juros mínimos de TR e prazo de oito anos. Financia a capacitação tecnológica. A agropecuária é reconhecida como ponto forte da atuação do Banco do Brasil, a disseminação do crédito rural tem contribuído para aumentar a produção, melhorar o nível de vida dos agricultores e reduzir o êxodo rural e suas graves conseqüências. Historicamente o Banco do Brasil sempre foi responsável por dois terços dos empréstimos concedidos para custeio agrícola no País. Nos últimos anos, em função de modificações na política governamental, sua participação chegou a alcançar 80%. O Banco é o principal agente viabilizado do processo de retomada do crescimento agrícola iniciado em Dos créditos que concede ao setor, cerca de 90% são lastreados com recursos próprios ou captados no mercado, sobretudo através da Caderneta de Poupança-Ouro. Os repasses do Tesouro e os fundos e aprovisionamentos realizados por entidades governamentais representam menos de 10% dos empréstimos ao setor. Com o objetivo de impulsionar a produção agrícola e consolidar nova política rural, vinculando o crédito ao efetivo desenvolvimento harmônico do campo, com a conseqüente geração de empregos e incremento na renda dos produtores, adotou medidas como a criação de planos de regularização de dívidas e reincorporação de produtores ao crédito rural, financiamento para aquisição antecipada de insumos, transformação automática de operações de custeio em crédito de comercialização e mobilização para suprir recursos destinados aos empréstimos. Tais medidas, associadas à liberação de recursos nas épocas apropriadas, têm contribuído para um crescente incremento na produção brasileira de cereais e oleaginosas, culminando com significativo avanço na safra 1994/95. Merece destaque a atuação do Banco como agente do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária Proagro, que tem por objetivo: desonerar os produtores rurais de obrigações financeiras relativas a operações de crédito rural, indenizar recursos próprios u- tilizados pelos agropecuarístas em custeio rural, quando ocorrerem fenômenos naturais, pragas e doenças que prejudiquem bens, rebanhos e plantações, e promover utilização de tecnologia nas atividades a- gropecuárias. a modernização do campo e o aumento dos níveis de produtividade fazem parte dos objetivos do Banco, que concede financiamentos para compra de corretivos do solo e efetua operações no âmbito do Finame Rural (aquisição de máquinas e equipamentos diretamente dos fabricantes). 20

17 Para aprimorar e modernizar os mecanismos de comercialização de produtos agropecuários, o Banco implantou o programa Convênios de Integração Rural - Convir, que propicia a negociação direta entre as agroindústrias e os finalistas integrados, sem a presença de intermediários. O convênio garante ainda assistência técnica intensiva e gratuita, o que aumenta as garantias de uma boa colheita. O Banco participa oficialmente como prestador de serviços no segmento de leilões. Atuando em leilões de animais, oferece aos clientes, através do BB- Remate a operacionalização informatizada dos negócios realizados. CERTIFICADOS DE DEPÓSITO BANCÁRIO CDB e RDB CDB (Certificado de Depósito Bancário) - comprovante de depósito, nominal, transferível, negociável, emitido à taxa efetiva anual bruta, com ou sem emissão de certificado, o qual pode ser negociado entre investidores e transferido através de endosso. Qual a principal diferença entre CDB e RDB? O CDB, sendo um título, pode ser negociado por meio de transferência. O RDB é inegociável e intransferível. RDB (Recibo de Depósito Bancário) Comprovante de depósito, nominal, intransferível, inegociável, emitido à taxa efetiva anual bruta. Quais são os principais tipos de aplicações financeiras disponíveis no mercado? MERCADO BANCÁRIO Cobrança e pagamento de títulos e carnês Serviço destinado a receber créditos de clientes, relativos à emissão de títulos de natureza mercantil, financeira ou de serviços. (Duplicata Mercantis-DM, Duplicata de Serviço-DS, Nota Promissória-NP, Letra de Câmbio-LC, Warrant, Nota de Seguro e Apólice de Seguro). Cobrança, é feita através dos bloquetos que substituem duplicatas, notas promissória, letras de câmbio, recibo ou cheque e tem o poder de circular pela Câmara de Compensação. O cliente informa o banco, via computador, os dados sobre seus fornecedores com data e valores a serem pagos, entrega os comprovantes necessários ao pagamento de posse destes dados, o banco organiza e executa todo o fluxo de pagamento do cliente, via débito em conta ou doc, informando ao cliente todos os passos executados. Cobrança Simples Sem Registro - Destina-se à cobrança de Duplicata Mercantil-DM, Duplicata de Serviço-DS, Nota Promissória-NP, Letra de Câmbio-LC, Warrant, Nota de Seguro e Apólice de Seguro, emitidas em moeda corrente ou em unidades variáveis onde o Banco atua como mandatário da empresa, prestando serviço de recebimento de títulos. A operação mercantil não fica registrada no Sistema Corporativo do Banco. Não admite instruções. Permite a impressão de fichamentos: As aplicações mais comuns no mercado financeiro são a Poupança, o Certificado de Depósito Bancário (CDB), o Recibo de Depósito Bancário (RDB) e os Fundos de Investimento. Pelo BANCO DO BRASIL, nos padrões estabelecidos pelo BACEN Carnê de pagamento Segmento de consórcio Existem riscos nessas aplicações financeiras? Toda aplicação financeira está sujeita a riscos. Para reduzi-los, deve-se procurar informações sobre o tipo de aplicação, sobre a instituição financeira e sobre as variáveis econômicas que podem influenciar o resultado esperado. Geralmente os rendimentos são maiores nas aplicações de maior risco. Alguns tipos de aplicações são parcialmente garantidas pelo Fundo Garantidor de Créditos - FGC. Qual o prazo mínimo para aplicação e resgate de CDBs e RDBs? O prazo mínimo varia de 1 dia a 12 meses, dependendo do tipo de remuneração contratada. Pode um CDB ou um RDB ser resgatado antes do prazo de vencimento? Ambos podem ser resgatados antes do prazo contratado, desde que decorrido o prazo mínimo de aplicação. Antes do prazo mínimo não são abonados rendimentos. Cobrança Simples Com Registro - Destina-se à cobrança de Duplicata Mercantil-DM, Duplicata Rural-DR, Duplicata de Serviço-DS, Letra de Cambio, Nota de Débito-ND, Nota Promissoria-NP, Recibo-RC e Warrant-WR, emitidas na moeda corrente ou em unidades variáveis, onde o Banco atua como mandatário da empresa, prestando serviço de recebimento de títulos. A operação mercantil fica registrada no Sistema Corporativo do Banco. Permite ao cliente baixar e modificar os dados dos títulos registrados, através de instruções, bem como o adiantamento de recursos sobre títulos registrados. Permite a impressão de fichamentos: Pelo BANCO DO BRASIL, nos padrões estabelecidos pelo BACEN Carnê de pagamento Segmento de consórcio Cobrança Descontada - Destina-se à cobrança de Duplicata Mercantil-DM, Duplicata de Serviços-DS e Letra de Cambio-LC emitidas em moeda corrente, com adiantamento dos recebíveis através da venda dos títulos ao Banco, me- 21

18 diante aplicação de taxa de desconto. Permite ao cliente baixar e modificar os dados dos títulos registrados através de instruções. Cobrança Caucionada - Destina-se à cobrança de Duplicata Mercantil-DM, Duplicata de Serviços-DS, Nota Promissoria-NP e Letra de Cambio-LC e Warrant emitidas na moeda corrente e entregues em garantia de operação de credito ou como mecanismo de autoliquidez. Permite ao cliente baixar e modificar os dados dos títulos registrados, através de instruções. Cobrança Prêmio De Seguro (Exceto micro e pequenas empresas) - Destina-se à cobrança de Apólice de Seguro-AP e Nota de Seguro- SG, com recolhimento automático do IOF na liquidação, emitidas na moeda corrente. Permite ao cliente modificar, em algumas situações, os dados dos títulos registrados no Sistema Corporativo do Banco. Cobrança Financiada Vendor - Destina-se à cobrança de Duplicata Mercantil-DM, Duplicata de Serviços-DS e Letra de Cambio-LC, emitidas na moeda corrente onde o Banco adianta os recursos para o vendedor (cedente) e os encargos financeiros são repassados para o comprador (sacado). Permite ao cliente baixar e modificar os dados dos títulos registrados através de instruções. Sistema de Pagamentos Podem ser feitos diretamente no caixa do banco ou o cliente informa o banco, via computador, os dados sobre seus fornecedores com data e valores a serem pagos, entrega os comprovantes necessários ao pagamento de posse destes dados, o banco organiza e executa todo o fluxo de pagamento do cliente, via débito em conta ou doc, informando ao cliente todos os passos executados. Transferências automáticas de fundos Grande parte das transações que o varejo realiza envolvem o sistema bancário. Diariamente o varejista convive com ele, seja no recebimento de pagamentos, seja para saldar dívidas, faturas, duplicatas e até mesmo no caso dos movimentos que realiza. Para agilizar este fluxo existem equipamentos que possibilitam o uso de formas de pagamento automatizadas; para se ter uma idéia das vantagens que esses equipamentos trouxeram, imagine o número de cheques que você recebeu em troca das mercadorias vendidas. Agora, tente percorrer mentalmente o caminho que estes cheques fizeram até se transformarem em dinheiro, depositado na conta da sua loja. Você não concorda que seria muito mais fácil e menos dispendioso realizar esta operação diretamente? A Transferência Eletrônica de Fundos foi desenvolvida justamente como uma solução para este problema. Através dela os pagamentos podem ser efetuados com cartões magnéticos, (de bancos ou de crédito) e cuja operação requer, normalmente, uma 22 linha telefônica disponível e aparelhos especiais que cuidam da comunicação. Os serviços de transferência são oferecidos por prestadores que se encarregam de toda a transferência do dinheiro entre bancos e entre contas correntes. O custo destas operações limita-se, basicamente, ao aluguel do equipamento ou ao número de consultas realizadas. Por ser uma solução vantajosa para todas as partes envolvidas, aconselha-se a fazer contato com alguns fornecedores para verificar o custo-benefício desta solução. Os consumidores serão beneficiados: não haverá a necessidade de levarem dinheiro ou cheques para realizarem suas compras; haverá confiabilidade na operação e uma diminuição no tempo gasto para realizá-la. No caso dos varejistas: uma diminuição nos custos das transações, do número de cheques devolvidos por razões diversas, eliminação das consultas sobre referências bancárias para aprovarem os pagamentos. Os bancos: diminuição dos custos de compensação e de transação de cheques, facilitando com isso a vida dos seus clientes, consumidores e varejistas. Existem, basicamente, duas formas para que se realizem as transações eletrônicas. A primeira delas requer a utilização do cartão magnético do banco do cliente. Neste caso, os débitos são feitos automaticamente na conta corrente dos consumidores. Algumas administradoras oferecem como opção um prazo para a compensação do pagamento, como se fosse um cheque. Com isso é evitado o incômodo que o débito caia imediatamente na conta do consumidor. Outras oferecem opções semelhantes ao do cheque pré-datado, fixando datas para os débitos dos valores dos pagamentos. A segunda forma para que a transação seja realizada implica na utilização do cartão de crédito do cliente. Neste caso, existem algumas regras de pagamento e recebimento das contas, realizadas em datas pré-fixadas. A grande vantagem oferecida pela utilização do sistema eletrônico refere-se à aprovação do cartão, a qual ocorre instantaneamente (on line) sem a necessidade de consulta às listas de cartões bloqueados. Arrecadação de Tributos e Tarifas Públicas São serviços prestados as instituições públicas, através de acordos e convênios específicos que estabelecem as condições de arrecadações e repasses desses tributos/ tarifas. Os prazos de retenção dos produtos arrecadados, os fluxos dos documentos e as formas e prazos de repasse são próprios de cada tributo/ tarifa.

19 Internet Banking Veja os tópicos abaixo. É a maneira mais fácil de efetuar operações bancárias e é um grande exemplo no qual podemos perceber as vantagens de ter acesso a Internet Internet Banking é o simples ato de realizar operações bancárias através da Internet Através do Internet Banking pode-se consultar saldos e extratos, movimentar contas correntes, efetuar pagamentos, aplicar e resgatar valores em Fundos de Investimento, consultar índices financeiros, além de utilizar muitos outros serviços em uma linguagem simples e de fácil acesso. Remote Banking Atendimento fora das agências. O conceito está associado à idéia de banco virtual, no qual o banco diversifica os seus canais de distribuição derrubando os limites criados quer seja por espaço tempo ou meio de comunicação. Banco Virtual Bancos com atendimento totalmente remoto, incluindo até a remessa de numerário ao cliente. Exemplo, Banco Direto e o Banco UM. Dinheiro de Plástico Representado pelos cartões magnéticos, cartões de débito, cartões de crédito, utilizados para movimentações financeiras na agência ou pagamentos de adiantamento. Utilizado também como alternativa de crédito intermediada pelo mercado bancário. FUNDOS MÚTUOS DE INVESTIMENTO FMI Consiste na conjunção de poupança de diversos investidores para obter rendimentos mais vantajosos e seguros, via aplicação em carteira diversificada de títulos e valores mobiliários. Os fundos são administrados por um banco de investimento ou por uma sociedade corretora, e está sujeito a autorização do Banco Central. Como exemplos de fundos temos o Unibanco Carteira Livre e Votorantin Ações. Os fundos mútuos de investimento funcionam como uma sociedade de investidores, organizada por uma instituição financeira ou por um administrador de recursos. Nesta sociedade, cada investidor entra com o dinheiro que quiser investir, comprando cotas da carteira que tem o perfil desejado. E depois sai do investimento vendendo estas cotas. Seu ganho ou prejuízo estará expresso na diferença de preço entre a compra e a venda das tais cotas. Os fundos apresentam diversas vantagens, especialmente para o pequeno investidor, porque permite um maior rendimento por tipo de aplicação e uma maior diversificação das aplicações, com potencial redução do risco. Para conhecer mais sobre os fundos. 23 Os fundos abertos, que são a grande maioria, permitem resgates e aplicações a qualquer dia, de acordo com o regulamento. O dinheiro do resgate é garantido pela instituição financeira responsável. Os fundos fechados, destinados aos grandes investidores, definem um prazo para o resgate. Se precisar do dinheiro antes, o investidor pode vender a cota no mercado secundário, para alguém que queira ocupar sua posição no investimento, o que é mais difícil ou seja: é mais difícil sair de um investimento em fundo fechado. Hot Money É o empréstimo de curtíssimo prazo, concedido pelo banco, normalmente por um dia, ou um pouco mais, no máximo em dez dias, para atender eventuais necessidades de caixa de seus clientes. Contas Garantidas Conta de crédito com um valor limite que normalmente é movimentada diretamente pêlos cheques emitidos pelo cliente, desde que não haja saldo disponível na conta corrente de movimentação. Á medida que nessa última existam valores disponíveis estes são transferidos de volta, para cobrir o saído devedor da conta garantida. Crédito rotativo São linhas de crédito abertas com um determinado limite e que a empresa utiliza à medida de suas necessidades, ou mediante apresentação de garantias em duplicatas. SERVIÇOS BANCÁRIOS Noções Serviços Bancários Entende-se por produtos de serviços os relacionados à prestação de serviços à clientes, cuja remuneração ao banco é obtida através da permanência de recursos transitórios dos clientes no banco ou pela cobrança de tarifa de prestação de serviços. Abertura e movimentação de contas Você abre sua conta corrente sem burocracia, sem complicações. Preenchendo um cadastro e realizando um depósito em qualquer agência de sua preferência. Requisitos: maiores de 18 anos; menores, com idade entre 16 e 18 anos incompletos, desde que representados ou assistidos pelo responsável legal; emancipadas. Existe entretanto um custo implícito na abertura e movimentação da conta (custo operacional da con-

20 ta) para fazer frente a este custo, os bancos podem estabelecer valores mínimos para abertura e manutenção de saldo médio. A conta é o produto básico para relação entre o cliente e o banco, através dela são movimentados os recursos do cliente, utilizando: cheque depósito compensação de cheque cobrança ordens de pagamento pagamento de títulos, carnês cofres de aluguel transferência automática de fundos arrecadação de tributos tarifas públicas home banking depósito a prazo CDB crédito Rotativo descontos de títulos cartões de crédito leasing, etc... Movimentação das Contas A movimentação das contas podem ser feitas da seguinte forma: Por meio de serviços remotos; Usando o cartão nas agências No sistema Cheque Eletrônico Banco 24 Horas Terminais de auto-atendimento Rede Bancos Conveniados Através de talões de cheques Documentos Básicos Pessoa Física e Pessoa Jurídica Pessoa Física: Cédula de Identidade-RG, CPF, com movimentação ativa, comprovante de renda, comprovante de residência, caso estrangeiro: registro de entrada no país. Pessoa Jurídica: Contrato Social da empresa, n do CNPJ, n da Inscrição Estadual (ICMS), documentos particulares de todos os sócios. Capacidade e Incapacidade Civil Capazes: maiores de 18 anos ou menores e- mancipados pelos pais Pessoas absolutamente incapazes: a) Os menores de 16 anos O Direito Civil considera que as pessoas menores de dezesseis anos ainda não atingiram suficiente discernimento para agirem, por conta própria, nos 24 atos da vida jurídica. Por isso, estas pessoas devem ser representadas por seus pais, tutores ou curadores. b) Os loucos de todo o gênero A expressão louco refere-se ao portador de grave insanidade mental, devidamente apurada e avaliada mediante processo de interdição. Se o insano apresentar pequeno grau de perturbação psíquica, o juiz pode determinar que sua interdição seja limitada ou restrita (Decreto n , de 03/07/1934). Nesta hipótese, teremos um caso de incapacidade civil relativa e não absoluta. c) Os surdos-mudos que não puderem exprimir sua vontade O ato jurídico é ato de declaração da vontade humana. Portanto, o surdo-mudo que não possa externar sua vontade é incapaz de praticar atos jurídicos. Nesta hipótese, cabe ao juiz avaliar a extensão desta incapacidade, julgando-a absoluta ou, apenas, parcial. Por outro lado, se o surdo-mudo foi especialmente educado, de maneira a expressar seu pensamento, não é incapaz. d) Os ausentes, declarados tais por ato do juiz Ausente é a pessoa desaparecida que deixa de dar notícia por longo tempo. Com a declaração judicial da ausência, a lei civil protege os interesses e direitos do desaparecido, autorizando a instituição de um curador do ausente. As pessoas absolutamente incapazes somente participam dos atos da vida civil sendo representadas por seus pais, tutores ou curadores (curador é o membro do Ministério Público que atua na justiça civil). Pessoas relativamente incapazes: a) Os maiores de 16 e menores de 21 anos A lei entende que as pessoas desta faixa etária já estão relativamente aptas para o exercício dos seus direitos. Assim, tais pessoas podem: votar nas eleições (voto facultativo para menores de 18 anos); servir de testemunhas; estabelecer testamentos; contrair casamento (a idade nupcial da mulher é 16 anos e, para o homem, 18 anos) etc. Entretanto, visando proteger os interesses do menor de 21 anos, a lei civil cria algumas barreiras à prática de certos atos jurídicos. Por exemplo: casamento (é necessário o consentimento dos pais); estabelecimento de comércio. O menor, entre 16 e 21 anos, equipara-se ao maior quanto às obrigações resultantes de atos ilícitos praticados, não podendo fugir ao cumprimento de obrigações quando, agindo de ma-fé, ocultar sua idade para enganar terceiros. b) Os pródigos Pródigo é a pessoa que, agindo desordenadamente, gasta, esbanja e destrói seu patrimônio.

3.1 - Estrutura do SFN

3.1 - Estrutura do SFN 1 3. Sistema Financeiro Nacional 3.1 Estrutura do SFN 3.2 Subsistema normativo 3.3 Subsistema de intermediação 3.4 Títulos públicos negociados no MF 3.5 Principais papéis privados negociados no MF 3/4/2012

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