INFORMATIVO SCS. Ano 9, nº de abril de 2015

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1 INFORMATIVO SCS Ano 9, nº de abril de 2015

2 Informativo da Secretaria de Comércio e Serviços SCS Nº 070 Ano 09 Brasília, 16 de abril de 2015 Sumário 1. COMÉRCIO LUXO... 3 O luxo acessível COMÉRCIO - VAREJO... 5 Dia das Mães e frio: boa combinação para o varejo SERVIÇOS... 6 Hospital Alemão Oswaldo Cruz quer se firmar como referência em tecnologia SERVIÇOS PLANOS DE SAÚDE... 8 Operadoras de planos de saúde investiram mais de R$ 3 bilhões SERVIÇOS - SEGUROS... 9 Aumento de roubos de automóveis eleva preço de seguros em 8% SERVIÇOS - SETOR HOTELEIRO Frente parlamentar da hotelaria é lançada no Congresso SERVIÇOS - TELECOMUNICAÇÕES Anatel determina que orelhões da Oi permitam ligações gratuitas para telefones fixos SERVIÇOS TURISMO Turismo apresenta programa de acessibilidade em evento internacional FRANQUIAS Nordeste segue atraindo franquias EMPREENDEDORISMO Empreendedor cria bicicleta para vender café e doces CURTAS FEIRAS... 18

3 1. Comércio Luxo O luxo acessível 15 de abril de 2015 Fonte: No Varejo Brasileiros gastam cerca de R$ 18 mil por ano com produtos de luxo, segundo pesquisa do SPC Brasil Em média, 35% da renda mensal dos consumidores brasileiros é destinada a serviços ou produtos considerados de luxo, totalizando cerca de R$ 18 mil por ano. O percentual aumenta expressivamente entre a classe C (44% da renda mensal, R$ 12 mil por ano) em comparação com as classes A e B (19% da renda mensal e 40 mil gastos por ano; e 36% da renda mensal e 29 mil por ano, respectivamente). Os dados são de um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz, que identificou que 68% dos consumidores desse mercado pertencem à classe C e para 52% dessa classe, luxo é poder comprar o que tem vontade. De acordo com a pesquisa, 89% dos entrevistados já consumiram artigos que consideram de luxo pelo menos uma vez (58 milhões de brasileiros em números absolutos). Entre os respondentes, 68% pertencem à classe C, 63% têm entre 25 e 55 anos, e a maioria toma conhecimento dos itens do mercado de luxo pela internet, mas prefere comprar em lojas convencionais de shopping centers. A pesquisa também revela a percepção de luxo para as diferentes classes sociais. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, esse dado pode parecer estranho, mas é compreensível quando analisado o que as pessoas consideram ser uma vida de luxo. "Quando se fala especificamente em produtos de luxo, marcas famosas sempre vem à cabeça, independente da classe social, mas os dados da pesquisa comprovam que a concepção de luxo muda de acordo com as possibilidades financeiras", afirma. Os resultados sugerem que, para os pertencentes da classe A, o luxo tem mais a ver com a experiência proporcionada ao invés da compra apenas, ou seja, poder viajar sempre que quiser (63% na classe A contra 42% na classe C), passar o tempo ao lado de pessoas queridas (39% na classe A contra 30% na classe C), frequentar bons restaurantes e ter acesso a produtos e serviços de qualidade. Uma perspectiva diferente é percebida entre os consumidores da classe C. Entre eles, a associação entre luxo e consumo sem restrição é mais forte, ou seja, luxo é poder comprar o que se quer, sem ter de fazer contas ou cortes no orçamento (52% na classe C contra 39% na classe A). "A classe C ainda tem restrições no consumo, portanto, o luxo, que muitas vezes coincide com o imaginário de sonho, está justamente relacionado a ir além da restrição. A classe A, que vivencia menos a restrição de consumo, 3

4 tem como desejo as experiências, principalmente aquelas relacionadas com lazer", explica a economista. Considerando o luxo que os entrevistados permitem a si mesmos, os itens mais citados são viagens (22%), alimentação (19%), produtos de beleza e perfumaria (10%), moda (10%) e carros (7%). A pesquisa também fez uma relação dos produtos que os consumidores pretendem adquirir no ano. As primeiras posições são: eletrônicos (49%), roupas (49%), calçados (42%), perfumes (36%) e viagens (33%). Mas, o cenário econômico em 2015 deve diminuir o consumo. "Pelos dados percebe-se uma vontade de comprar produtos de consumo mais caros em No entanto, se isto vai efetivamente ocorrer, não dá para prever", afirma a economista-chefe do SPC Brasil o-luxo-acessivel 4

5 2. Comércio - Varejo Dia das Mães e frio: boa combinação para o varejo 15 de abril de 2015 Fonte: Segs Se a chegada antecipada dos dias mais frios coincidir com o período de compras do Dia das Mães, o varejo de vestuário pode ter boas expectativas neste primeiro semestre. A despeito do consumidor estar mais retraído, o Dia das Mães representa a segunda data do ano mais importante para as grandes redes representadas pela ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil). A data é somente superada pelo Natal. E é justamente nesta época do ano que os varejistas já estão com as coleções Outono-Inverno nas lojas. De maior valor agregado, estes artigos geram um ticket médio mais elevado, principalmente nas regiões Sudeste e Sul do País. Vale lembrar que em anos anteriores, o varejo foi surpreendido por dias muito quentes às vésperas do Dia das Mães. O varejo sempre tem a expectativa de que o clima contribuirá para o aumento das vendas. O consumidor brasileiro não tem o hábito de programar suas compras, ou seja, se o dia amanhece com temperaturas mais baixas, a demanda por casacos e jaquetas aumenta consideravelmente, afirma Sidnei Abreu, diretor executivo da ABVTEX. O varejo de vestuário vem sentindo de perto os problemas advindos da diminuição do poder de compra, elevada carga tributária, deficiências de infraestrutura, alta do dólar e reflexos das crises hídrica e de energia. Ainda assim, a atividade aposta na oferta de crédito, artigos diferenciados, coleções, vitrines atrativas e na capilaridade do grande varejo de Norte a Sul do País para conquistar o consumidor. No Dia das Mães, as roupas estão no topo da lista de itens mais procurados, seguidas de perfumes, cosméticos, calçados e acessórios. Só falta o clima ajudar, conclui Abreu. A ABVTEX representa 22 grandes redes varejistas nacionais de vestuário; artigos de cama, mesa e banho; calçados, bolsas e acessórios. 5

6 3. Serviços Hospital Alemão Oswaldo Cruz quer se firmar como referência em tecnologia 16 de abril de 2015 Fonte: Brasil Econômico Instituição investirá R$ 70 milhões em 2015, especialmente para a manutenção das operações e à ampliação da infraestrutura São Paulo - A cena lembra um filme de ficção científica. Controlados à distância, por uma espécie de joystick e com o apoio de recursos de visualização em 3D, os quatro braços mecânicos equipados com pequenas pinças executam movimentos delicados. Essa precisão cirúrgica do robô Da Vinci está servindo de inspiração para os o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, um dos pioneiros na adoção do equipamento e da cirurgia robótica no país. A instituição tem aprovado um plano de investimento de R$ 70 milhões para 2015, destinado à manutenção de suas operações e à ampliação de sua infraestrutura. No entanto, o hospital não descarta ampliar essa cifra para consolidar sua posição como uma das referências no país em tecnologia no segmento de saúde. Temos outros projetos em avaliação, com aportes que beiram os R$ 200 milhões. Mas como geramos nossos próprios recursos e não contamos com outras fontes de captação, existe um estudo muito cuidadoso na decisão de um investimento, diz Paulo Vasconcellos Bastian, superintendenteexecutivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Nossa especialidade são as áreas de alta complexidade e temos como parâmetro os principais hospitais americanos, afirma.sob essa visão, a soma dos investimentos da instituição nos últimos cinco anos foi de R$ 520 milhões. Hoje, o foco do hospital são as áreas de oncologia, neurologia, cardiologia, ortopedia e doenças digestivas. Nesse ano, cerca de R$ 30 milhões serão destinados à construção de centros de referência de oncologia e de neurologia, dando continuidade à estratégia iniciada em 2014, quando foi inaugurado o centro de obesidade e diabetes. Para o biênio 2016/2017, a ideia é instalar as unidades das demais especializações. Um dos diferenciais dos centros é a reunião, em uma única estrutura, de equipes multidisciplinares voltadas ao atendimento completo do paciente e mesmo de seus familiares. O serviço inclui recursos como diagnóstico, tratamento, cirurgias complexas e acompanhamento psicológico. A ampliação da infraestrutura abrange outros projetos. Em julho, o hospital inaugurou um novo centro cirúrgico, com 9 salas de cirurgia e 13 salas de UTI. Com salas mais amplas, as cirurgias robóticas agora podem ser acompanhadas por todos os profissionais envolvidos, por meio de um monitor de 42 polegadas, em 3D. Até então, só o médico que controlava o Da Vinci 6

7 tinha essa visão apurada. Também é possível transmitir imagens para o auditório da instituição e para computadores remotos, via streaming. As novas instalações também incluem uma nova técnica de radioterapia para pacientes com câncer de mama, que reduz a exposição às sessões de aplicação em média, 28 durante o tratamento para uma única sessão. Nossa ideia é estender esses recursos às demais salas do hospital, diz Bastian. Hoje, a instituição conta com 22 salas de cirurgia e 44 leitos de UTI. Com um custo de US$ 3 milhões e aplicação em cirurgias de alta complexidade cabeça, pescoço, coluna, etc, o Da Vinci é um dos responsáveis por essa sofisticação. Além da precisão e da alta definição, ele traz vantagens como procedimentos menos invasivos e uma recuperação mais rápida do paciente. Desde 2008, o hospital realizou 738 cirurgias com o robô. A instituição estuda investir em uma nova geração do equipamento, que por enquanto está disponível apenas no mercado americano. Com o alto custo dos equipamentos, uma das alternativas do hospital são as parcerias com fornecedores. Uma das principais usuárias do sistema de gestão clínica Tasy, da Philips, no país, a instituição mantém uma parceria para testar e desenvolver novas soluções com a fabricante. No plano de novas tecnologias em avaliação com fabricantes nacionais e estrangeiros, um dos projetos no radar é um robô que permite que um médico faça, por exemplo, um diagnóstico remoto de um paciente na UTI. A máquina coleta e transmite os sinais vitais e outros dados, além de permitir a comunicação entre profissionais e pacientes. Outra frente é a educação. Após lançar em 2013 a Escola Técnica de Educação em Saúde, voltada à formação de profissionais de enfermagem, a instituição inaugurou nesse ano sua Faculdade de Educação em Ciências da Saúde, inicialmente com um curso de gestão hospitalar. O hospital aguarda agora a aprovação do Ministério da Educação para novos cursos, que incluem ainda pós-graduação e MBA. Mais que a tecnologia, as pessoas são essenciais para manter o nosso padrão de atendimento, diz. O hospital está lançando ainda um serviço de consultoria de saúde ocupacional e bem-estar para empresas, a partir do sucesso obtido em seu programa interno, implantado em 2010, junto aos seus mais de 2 mil colaboradores. A ideia é oferecer um pacote de serviços, que inclui atividades esportivas, acompanhamento médico e nutricional, check-ups e estabelecimento de metas para funcionários, com o objetivo de permitir que as empresas possam reduzir as taxas de sinistralidade em seus planos de saúde corporativos. No momento, o hospital já está desenvolvendo um piloto com uma grande empresa, de nome não revelado. 7

8 4. Serviços Planos de Saúde Operadoras de planos de saúde investiram mais de R$ 3 bilhões 15 de abril de 2015 Fonte: Bem Paraná As operadoras de planos de saúde investiram R$ 3,2 bilhões em ampliação de estruturas e serviços, entre 2013 e setembro de 2014, segundo estimativas da Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), entidade que representa os planos de saúde. A ampliação do número de leitos e da rede de atendimento, incluindo benfeitorias em clínicas e hospitais, tecnologia da informação e equipamentos foram os principais investimentos das operadoras. Nos últimos 12 meses terminados em setembro de 2014, o investimento das operadoras de planos de saúde foi de cerca de R$1,1 bilhão. Já em 2013, o montante chegou a R$ 2,1 bilhões. Os valores foram apurados pela Abramge a partir de informações das demonstrações contábeis das operadoras de planos de saúde divulgadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O investimento em leitos hospitalares alcançou R$ 905 milhões apenas em 2014, resultando na abertura de novos leitos privados, um crescimento de 4,3% na oferta dessa infraestrutura se comparado ao ano anterior. Este investimento soma a expansão realizada não só pelas redes próprias das operadoras, mas também pelos demais hospitais privados independentes. A expansão dos leitos é necessária para atender a demanda dos clientes dos planos de saúde, ressalta Antonio Carlos Abbatepaolo, diretor Executivo da Abramge. Para Abbatepaolo, o valor investido em 2014 foi vultoso diante do fraco desempenho da economia brasileira. O montante é relevante, principalmente quando considerado o momento econômico, que é de estagnação. Temos que ponderar o baixo crescimento, de apenas 0,1% em 2014, aliada à redução de investimentos queda de 4%, de 20,5% do PIB para 19,7% e aumento da inflação. E acrescenta: Além disso, a redução da taxa de poupança e o aumento das taxas de juros tornam os recursos para investimento mais escassos e caros, fazendo com que muitas empresas decidam postergar ou cancelar investimentos. As contratações de planos de saúde também sofreram impacto devido ao atual cenário econômico. O crescimento de beneficiários apresentou o menor índice desde 2003, de 2,5%. Apesar do cenário adverso, os investimentos realizados, tanto por operadoras de planos de saúde quanto prestadores de serviços de saúde, credenciam a geração de empregos pelo setor. Em 2014 o setor de saúde gerou novos postos de trabalho, se confirmando como o segundo maior gerador de empregos em todo o país. Em 2015, os desafios serão ainda maiores, uma vez que o mercado de trabalho começa a emitir sinais de enfraquecimento, com aumento da taxa de desemprego e queda na renda média do trabalhador, conclui Abbatepaolo. https://www.bemparana.com.br/noticia/382010/operadoras-de-planos-desaude-investiram-mais-de-r-3-bilhoes 8

9 5. Serviços - Seguros Aumento de roubos de automóveis eleva preço de seguros em 8% 15 de abril de 2015 Fonte: Segs O crescimento da quantidade de roubos de veículos nas grandes capitais de 9,5% no primeiro semestre do ano passado em relação a 2013, apenas em São Paulo é o principal responsável por uma alta de pelo menos 8% nos preços dos seguros em 2015, segundo Marcello Ursini, presidente da BemMaisSeguro.com. Atenta ao orçamento restrito dos consumidores neste ano, a empresa de seguros online lança neste dia 15 uma inovação na categoria: o seguro Auto BemMaisEconômico, até 50% mais acessível que os tradicionais e que oferece a primeira parcela da renovação gratuitamente. Isso porque a proteção da BemMaisSeguro.com considera apenas o ano e modelo do veículo para estipular o prêmio. Cada vez mais são levados em conta detalhes da vida do segurado, como bairro onde mora, idade e experiência no volante, o que encarece o produto, afirma Ursini. A opção é ainda mais vantajosa para homens jovens e para quem vive em bairros distantes do centro. Conforme levantamento feito pela empresa, um condutor com 20 anos chega a pagar 129% a mais pelo seguro do que um de 40 anos. A proteção básica da BemMaisSeguro.com cobre roubo e furto e pode ser adquirida pela internet a partir de R$ 69,90 por mês. Há, ainda, a opção de contratar coberturas adicionais, como colisão total e assistência 24 horas. Operadoras de planos de saúde investiram mais de R$ 3 bilhões - As operadoras de planos de saúde investiram R$ 3,2 bilhões em ampliação de estruturas e serviços, entre 2013 e setembro de 2014, segundo estimativas da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), entidade que representa os planos de saúde. A ampliação do número de leitos e da rede de atendimento, incluindo benfeitorias em clínicas e hospitais, tecnologia da informação e equipamentos foram os principais investimentos das operadoras. Nos últimos 12 meses terminados em setembro de 2014, o investimento das operadoras de planos de saúde foi de cerca de R$1,1 bilhão. Já em 2013, o montante chegou a R$ 2,1 bilhões. Os valores foram apurados pela Abramge a partir de informações das demonstrações contábeis das operadoras de planos de saúde divulgadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O investimento em leitos hospitalares alcançou R$ 905 milhões apenas em 2014, resultando na abertura de novos leitos privados, um crescimento de 4,3% na oferta dessa infra-estrutura se comparado ao ano anterior. Este investimento soma a expansão realizada não só pelas redes próprias das operadoras, mas também pelos demais hospitais privados independentes. A expansão dos leitos é necessária para atender a demanda 9

10 dos clientes dos planos de saúde, ressalta Antonio Carlos Abbatepaolo, diretor-executivo da Abramge. Para Abbatepaolo, o valor investido em 2014 foi vultoso diante do fraco desempenho da economia brasileira. O montante é relevante, principalmente quando considerado o momento econômico, que é de estagnação. Temos que ponderar o baixo crescimento, de apenas 0,1% em 2014, aliada à redução de investimentos queda de 4%, de 20,5% do PIB para 19,7% e aumento da inflação. E acrescenta: Além disso, a redução da taxa de poupança e o aumento das taxas de juros tornam os recursos para investimento mais escassos e caros, fazendo com que muitas empresas decidam postergar ou cancelar investimentos. As contratações de planos de saúde também sofreram impacto devido ao atual cenário econômico. O crescimento de beneficiários apresentou o menor índice desde 2003, de 2,5%. Apesar do cenário adverso, os investimentos realizados, tanto por operadoras de planos de saúde quanto prestadores de serviços de saúde, credenciam a geração de empregos pelo setor. Em 2014 o setor de saúde gerou novos postos de trabalho, se confirmando como o segundo maior gerador de empregos em todo o país. Em 2015, os desafios serão ainda maiores, uma vez que o mercado de trabalho começa a emitir sinais de enfraquecimento, com aumento da taxa de desemprego e queda na renda média do trabalhador, conclui Abbatepaolo. 10

11 6. Serviços - Setor Hoteleiro Frente parlamentar da hotelaria é lançada no Congresso 15 de abril de 2015 Fonte: BrasilTuris Uma cerimônia realizada hoje, dia 15, na Câmara dos Deputados, marcou o lançamento da Frente Parlamentar pela Qualidade da Hotelaria, que vai apoiar projetos de lei e políticas públicas voltadas à defesa dos interesses de empresários do setor e usuários de meios de hospedagem. O objetivo do colegiado, composto por 217 congressistas, é debater os principais desafios do segmento e articular ações para melhorar a prestação de serviços no setor. Representando o ministro do Turismo, Vinicius Lages, o secretário executivo da pasta, Alberto Alves, afirmou que a criação do grupo pode ajudar a inserir o turismo na pauta econômica do país. A frente vai ter um papel decisivo no debate de ideias, especialmente pela importância que a hotelaria tem na economia brasileira, disse. O deputado César Halum, presidente da Frente, destacou a importância do setor especialmente em grandes eventos internacionais. Ele comemorou a expansão dos empreendimentos para o interior e está otimista em relação ao futuro. Vamos debater o setor, o país vai conhecer como funciona a hotelaria e sugerir melhorias, afirmou. Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), defendeu esforços pelo desenvolvimento harmonioso do setor, o que, segundo ele, favorece o mercado turístico. Somamos forças para potencializar o crescimento do turismo, e a hotelaria, que tem um papel preponderante nisso, precisa trabalhar suas peculiaridades, disse. Sampaio citou a necessidade de se facilitar o acesso a financiamentos públicos, o que também foi apoiado por Enrico Fermi, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis. Fermi acrescentou como desafio a oferta de capacitação profissional e sugeriu iniciativas no sentido de agilizar a concessão de vistos a estrangeiros, de forma a favorecer a chegada de turistas. Não podemos colocar o Brasil na prateleira do consumo mundial, como estamos fazendo, com a Copa do Mundo e a Olimpíada, e termos restrições com relação ao acesso desse cliente ao nosso país, disse. O ministro do Turismo, Vinicius Lages, já discute com a pasta de Relações Exteriores a facilitação do ingresso de estrangeiros, especialmente diante da proximidade da Olimpíada de Uma das ideias em estudo é a criação de um "passaporte olímpico", que, a exemplo do que ocorreu na Copa do Mundo, agilizaria a entrada de visitantes. Dados sobre o setor - De acordo com um estudo do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), o setor planeja investir R$ 12,8 bilhões nos próximos seis anos no Brasil. Com isso, haverá 408 novos empreendimentos até 2020, um crescimento de 65%. 11

12 7. Serviços - Telecomunicações Anatel determina que orelhões da Oi permitam ligações gratuitas para telefones fixos 15 de abril de 2015 Fonte: Hora de Santa Catarina Todas as ligações locais efetuadas para telefones fixos a partir de orelhões da Oi em 15 estados brasileiros não poderão ser cobradas. A determinação é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com base em uma medição feita em 31 de março, que constatou o não-cumprimento do patamar mínimo de disponibilidade dos equipamentos telefônicos nesses estados Santa Catarina é um deles. A medida está valendo desde quartafeira e permanece até que os aparelhos sejam recolocados nas cidades pela operadora. Além do estado catarinense, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe não garantem atualmente a disponibilidade da planta de orelhões de no mínimo 90% em todas as unidades da Federação e 95% nas localidades atendidas somente por acesso coletivo, conforme explicou em nota a agência reguladora. Em Santa Catarina, os números registrados pela Anatel foram de 75% e 62%, respectivamente. Na Capital, por exemplo, existem telefones públicos, segundo a agência. Medida temporária- A Oi informou por que já está cumprindo a determinação nos estados indicados pela Anatel e lembrou que "a medida é temporária e permanecerá em vigor até que os patamares de disponibilidade de orelhões nestes estados estejam nos níveis indicados pela Anatel". De acordo com a empresa, em 2014 foram danificados, em média, 15% dos 35 mil orelhões instalados em Santa Catarina. Cerca de 90% dos orelhões que apresentam defeitos em leitora de cartões, monofones e teclado, foram ocasionados por atos de vandalismo, pichações e colagem indevida de propaganda. Os aparelhos são constantemente reparados, ainda conforme a Oi. Três novas medições estão previstas pela Anatel nos próximos dezoito meses: agosto de 2015, fevereiro e agosto de Nessas ocasiões, os telefones públicos que não atingirem os patamares mínimos também terão gratuidade para ligações de longa distância nacional a partir de outubro; celulares com o mesmo DDD a partir de abril de 2016; e celulares com DDD diferente a partir de outubro de Diminuição da utilização de orelhões é evidente- No Centro de Florianópolis, os comerciantes reconhecem a diminuição dos orelhões na região do Terminal Integrado do Centro (Ticen). Tanto que a maioria dos vendedores já nem comercializa mais os cartões telefônicos. 12

13 Ninguém mais usa, né? Andaram tirando vários orelhões aqui na região do Mercado Público conta o famoso John Lennon, que vende passes do transporte coletivo em frente ao Ticen há quase 15 anos. Das 13h30min às 14h30min da tarde desta quarta, os orelhões da região foram utilizados apenas por seis pessoas. Nenhuma delas tinha conhecimento da determinação da Anatel, mas animaram-se com a concessão da gratuidade em chamadas para telefones fixos locais nos aparelhos da Oi. Costumo utilizar o orelhão porque normalmente é mais barato. As tarifas do celular ainda são muito caras explica Neusa Machado, 65 anos, com um cartão telefônico nas mãos. Sem celular - A maioria dos usuários abordados pela reportagem recorreu ao orelhão por um único motivo: celular inoperante. Seja por falta de crédito ou de bateria, a utilização da telefonia popular vem sendo aos poucos substituída pelos aparelhos móveis. Segundo dados da própria Anatel, o Brasil tem 1,3 aparelho celular ativo para cada habitante. Só vim até esse orelhão porque a bateria do meu aparelho acabou. Foi uma emergência mesmo detalha Luiz Gustavo Oliveira, de 27 anos. O presidente da empresa de consultoria em telecomunicações Teleco, Eduardo Tude, confirma essa realidade e acrescenta que aplicativos de conversação como o WhatsApp diminuem ainda mais o uso do orelhão. As operadoras atualmente gastam mais mantendo os orelhões do que gerando receita com eles. Há quatro anos, ganhava-se cerca de R$ 50 reais ao mês com cada aparelho. Hoje, essa quantia não chega a R$ 5. A Anatel deveria verificar onde ainda há demanda desses equipamentos e exigi-lo das operadoras concessionárias apenas nessas localidades opina o especialista. determina-que-orelhoes-da-oi-permitam-ligacoes-gratuitas-para-telefones-fixos html 13

14 9. Serviços Turismo Turismo apresenta programa de acessibilidade em evento internacional 14 de abril de 2015 Fonte: BrasilTuris O programa Turismo Acessível será apresentado como caso de sucesso do Brasil no Encontro Ibero-Americano sobre Desenvolvimento Sustentável e Turismo: Boas Práticas. O evento é promovido pela Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento e a Fundação ACS, da Espanha - e será realizado em Cartagena das Índias, na Colômbia, de 15 a 17 deste mês. Durante os três dias serão realizadas mesas redondas com assuntos relacionados ao objetivo geral do evento, que é fomentar as oportunidades do turismo como motor de desenvolvimento sustentável e inclusivo. A previsão dos organizadores é reunir cerca de 50 representantes de países como o Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, Cuba, México, Guatemala, Peru, Equador, Nicarágua, Argentina, Costa Rica, Paraguai, Honduras e El Salvador. A sustentabilidade da atividade turística é um tema que interessa a todos os países, especialmente aos que buscam no turismo respostas para seus desafios socioeconômicos. Neste contexto, o programa de acessibilidade é um exemplo bem sucedido de ação inclusiva e sustentável, disse o ministro do Turismo, Vinicius Lages. O diretor de Produtos e Destinos do Ministério do Turismo (MTur), Wilken Souto, falará sobre o programa na mesa redonda Acessibilidade como vantagem competitiva para os destinos turísticos. A ênfase será no Guia Turismo Acessível, publicação digital cujo caráter colaborativo permite aos usuários avaliar e consultar a oferta de atrativos e serviços acessíveis, como hotéis, pontos turísticos, restaurantes, entre outras, para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O evento é uma oportunidade de apresentar os avanços do MTur e conhecer as experiências sobre sustentabilidade e acessibilidade no turismo de outros países. Nossa participação é um reconhecimento às ações que o Brasil vem desenvolvendo sobre o tema ", diz Souto. No mesmo bloco serão apresentados o Manual de Turismo Acessível para Todos, pela Organização Mundial do Turismo (OMT); ações nas Missões Jesuíticas, pelo Paraguai; e o Programa de Acessibilidade de Patrimônio Nacional, pela Espanha. O programa Turismo Acessível é coordenado pelo Ministério do Turismo e tem como parceiros a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República do Brasil e o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. 14

15 10. Franquias Nordeste segue atraindo franquias 14 de abril de 2015 Fonte: UltimoInstante Há uns quatro anos o Nordeste está em evidência, sendo o foco da expansão de muitas franquias. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que o número de franquias na região cresceu cerca de 17,7% de 2012 para 2014, o surgimento de marcas teve crescimento de 18%, e quinze novos shoppings foram inaugurados nos estados nordestinos. A migração para o Nordeste é resultado do aumento significativo da renda da população local. Além disso, há menos concorrências nessas cidades, onde as marcas estão começando a explorar o mercado, o que torna a região ainda mais atraente para os investidores, afirma José Fugice, sócio fundador e atual Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Relacionamento da GOAKIRA. Uma prova de que esse mercado é atrativo são as redes que pretendem chegar à região, como a Viva Eventos e a Sóbrancelhas. A Viva Eventos, única empresa na área de franquias especializada em eventos e festas de formatura, planeja abrir 20 unidades no Nordeste em dois anos. E a Sóbrancelhas, especializada em beleza, pretende inaugurar a primeira unidade nas cidades nordestinas ainda este ano, bem como atingir a marca de 30 unidades em 2 anos. A Let s Eat, rede de restaurantes mexicanos com hamburgueria, tem como alvo o Nordeste e está prestes a inaugurar sua primeira unidade em Sergipe. Pretende chegar a 20 restaurantes na região em três anos. Há mais de dois anos o Nordeste é a bola da vez para a expansão de franquias, apresentando crescimento expressivo no mercado, com uma população que, a cada ano que passa, demonstra um maior potencial de consumo. Por isso estaremos presentes no mercado nordestino e planejamos crescer 100% em três anos, revela Fabricia Vidaurre, diretora de expansão da Let s Eat. Também, marcas que já estão consolidadas nos estados nordestinos querem continuar crescendo na região. É o caso da Minds English School, da CEBRAC e do Mercadão dos Óculos. A Minds possui 16 unidades e quer chegar a 30 até Já o CEBRAC, com 17 escolas, pretende inaugurar mais 13 até O Nordeste é uma das regiões onde o CEBRAC mais cresce. Em 2014, a região foi responsável por 30% da nossa expansão, comenta Fabio Pozza, diretor de mercado da marca. E o Mercadão dos Óculos, com sua expansão agressiva, projeta chegar a 10 lojas no mercado nordestino até o final de 2015, e alcançar 50 unidades no prazo de dois a três anos. Temos duas lojas no Nordeste, e o sucesso é tanto, que esses franqueados irão inaugurar a segunda unidade ainda neste semestre, comemora Gustavo Freitas, diretor de expansão da marca. 15

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