EXPERIMENTAÇÃO CENOGRÁFICA COM ÊNFASE EM ILUMINAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EXPERIMENTAÇÃO CENOGRÁFICA COM ÊNFASE EM ILUMINAÇÃO"

Transcrição

1 PROCESSO SELETIVO DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL 2014 EXPERIMENTAÇÃO CENOGRÁFICA COM ÊNFASE EM ILUMINAÇÃO EDITAL N.º 1- UFPA de 13/01/ de março de 2014 Nome: N.º de Inscrição: BOLETIM DE QUESTÕES LEIA COM MUITA ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES SEGUINTES. 1 Este BOLETIM DE QUESTÕES contém 20 QUESTÕES OBJETIVAS. Cada questão apresenta cinco alternativas, identificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E), das quais apenas uma é correta. 2 Confira se, além deste BOLETIM DE QUESTÕES, você recebeu o CARTÃO-RESPOSTA destinado à marcação das respostas das questões. 3 É necessário conferir se a prova está completa e sem falhas, bem como se o seu nome e seu número de inscrição conferem com os dados contidos no CARTÃO-RESPOSTA. Caso exista algum problema, comunique-o imediatamente ao fiscal de sala. 4 A marcação do CARTÃO-RESPOSTA deve ser feita com caneta esferográfica de tinta preta ou azul. 5 O CARTÃO-RESPOSTA não pode ser dobrado, amassado, rasurado, manchado ou conter qualquer registro fora dos locais destinados às respostas. Não é permitida a utilização de qualquer espécie de corretivo. O Cartão só será substituído se contiver falha de impressão. 6 O CARTÃO-RESPOSTA é o único documento considerado na avaliação. O BOLETIM DE QUESTÕES deve ser usado apenas como rascunho e não valerá, sob hipótese alguma, para efeito da correção. 7 Ao término da prova, devolva ao fiscal de sala todo o material relacionado no item 2 e assine a LISTA DE PRESENÇA. A assinatura do seu nome deve corresponder àquela que consta no seu documento de identificação. 8 O tempo disponível para a prova é de três horas, com início às 9h00 e término às 12h00, observado o horário de Belém-PA. 9 Reserve os 30 minutos finais para a marcação do CARTÃO-RESPOSTA.

2 EXPERIMENTAÇÃO CENOGRÁFICA COM ÊNFASE EM ILUMINAÇÃO 1 O acessório para equipamento de iluminação que serve para recortar um feixe de luz para projeção de uma imagem denomina-se: (A) Difusor. (B) Gelatina. (C) Canhão seguidor. (D) Refletor esférico. (E) Gobo. 2 Caso seja necessário destacar um ator em sua movimentação pelo palco, a opção correta a ser empregada constitui-se no: (A) Refletor esférico. (B) Refletor PAR. (C) Minibrut. (D) Refletor elipsoidal. (E) Canhão seguidor. 3 Com relação ao Lock light, assinale a opção que oferece sua principal característica: (A) A grande quantidade de lumens que ela é capaz de emitir, em relação a sua potência nominal, cria brilho intenso. (B) Refletor com lâmpada par 56 que produz um facho de luz estreito (C) Só pode ser ligada em duplas seriais, o que permite uma grande quantidade de emissão de lumens, em relação a sua potência relativa. (D) É constituída por um conjunto de filamento e espelho parabólico selado por uma lente e oferece a possibilidade de automatização. (E) Pequena quantidade de lumens que ela é capaz de emitir em relação a sua potência nominal, resultando em um brilho escasso. 4 A iluminação a gás é considerada a de melhor adequação ao seguinte tipo de espaço cênico: (A) Palco italiano. (B) Sala preta. (C) Exterior. (D) Caixa cênica. (E) Projeção de sombras 5 Entre as duas grandes preocupações relacionadas à atividade de iluminação teatral, segundo o iluminador, cenógrafo, figurinista e diretor Gianni Ratto ( ), destacam-se: (A) Mostrar o intérprete e complementar o que estava sendo ouvido e visto pelos espectadores. (B) Clarear a cena frente à percepção do espectador e consignar, à atuação, o estabelecimento da atmosfera dramática. (C) Indicar os períodos do dia, considerando manhã, tarde e noite, bem como caracterizar, dentro do drama, a ambiência como interna ou externa em que se dispunham os atores. (D) Diferençar, por meio das cores das luzes, o papel protagonista dos papéis antagonistas, além de utilizar focos específicos com a mesma finalidade. (E) Considerar a iluminação não elétrica, especialmente composta por velas, e torná-la recurso orgânico a serviço dos aparatos iluminadores movidos à eletricidade. 6 Assinale a alternativa que melhor define a luz chamada tecnicamente de contraluz: (A) A luz vinda da coxia. (B) A luz vinda da lateral do palco. (C) A luz colocada no urdimento, na disposição de a pino. (D) A luz direcionada por trás das cortinas e que provoca projeção de sombras aumentadas no ciclorama. (E) A luz colocada no fundo do palco em direção à plateia, por trás de atores, cenários e objetos. 2

3 7 Marque a opção que define tecnicamente a luz de refletor que, projetado diretamente para o chão, tem seu feixe de luz incidindo sobre a cabeça do ator: (A) Luz a pino. (B) Contra luz. (C) Luz lateral. (D) Ribalta. (E) Geral. 8 O refletor que tem a função de projetar imagens através dos gobos e de recorte de luz por facas denomina-se: (A) Fresnel. (B) PC. (C) Set-light. (D) Elipsoidal. (E) Pimbeam. 9 O roteiro de luz se refere: (A) à anotação sobre a movimentação dos atores e suas trocas de figurino. (B) à descrição das indicações visuais das cenas de luz com respectivas entradas e saídas dos atores e cenário. (C) ao storyboard com a sequência das cenas. (D) à representação do palco com todas as suas características. (E) ao mapa com entradas e saídas referente à movimentação da contrarregragem. 10 Com relação aos equipamentos utilizados em cenotécnica, marque a opção que melhor define o equipamento denominado tangão, para o teatro: (A) Potenciômetro que comanda a variação de intensidade de luz de zero a 110 ou 220V. (B) Caixa de forma arredondada com uma ou mais lâmpadas. (C) Série de lâmpadas de chão do proscênio. (D) Caixa metálica com uma lâmpada sem regulagem de foco. (E) Conjunto de refletores dispostos num suporte vertical. 11 Marque a alternativa que melhor define uma planta de instalação de iluminação cênica: (A) Roteiro de funções determinadas pelo diretor teatral ao operador de luz. (B) Planta que define o cronograma de atividades do iluminador. (C) Planta baixa onde se detalha quantidade, posicionamento, angulação e distribuição dos circuitos elétricos para um teatro de acordo com sua realidade operacional. (D) Planta definidora da entrada e a saída de atores e cenários em cena. (E) Mapa técnico que orienta o diretor na ação cênica da peça. 12 Com relação à gelatina difusora, assinale a alternativa que melhor define sua finalidade técnica: (A) Permite a projeção da luz em foco contínuo à sua reflexão. (B) Tem a propriedade de dispersar o foco em cores frias. (C) Possibilita a criação de distorções nos objetos iluminados no fundo opaco. (D) Determina o foco do refletor no objeto iluminado. (E) Tem a propriedade de difundir a luz em diversas formas. 3

4 13 Assinale a alternativa que define corretamente uma lâmpada HMI : (A) Lâmpada de descarga que emite grande intensidade de luz branca, também chamada de luz do dia; normalmente utilizada para imitar a luz do sol, sua luminosidade provém da composição de hidrogênio, mercúrio e iodo. (B) Lâmpada de descarga emissora de grande intensidade de luz colorida amarelo-sépia, composta de vapor de sódio, normalmente utilizada para iluminar grandes objetos. (C) Lâmpada incandescente de grande intensidade e poucas horas de vida útil. (D) Lâmpada de descarga que emite luz fria, normalmente utilizada para iluminar circulação de serviço. (E) Lâmpada de descarga que emite raios ultravioletas, normalmente utilizada para realçar o branco ou cores fosforescentes. 14 Sobre as características e funções dos acessórios cênicos, é correto afirmar que: (A) Íris (diafragma) é o ajuste de foco deslizante. (B) Gelatinas são máscaras em metal para projeção de imagens. (C) Faca (palheta) é um elemento para recorte do facho de luz. (D) Gobo é um acessório para regulagem de abertura do facho de luz. (E) Galharufa é o acessório que auxilia na afinação das varas de iluminação. 15 O diodo emissor de luz (LED) é construído a partir de: (A) Material semicondutor. (B) Filamento de prata. (C) Quartzo em baixas temperaturas. (D) Material halógeno. (E) Filamento de tungstênio. 16 Um artifício que pode ser explorado para se obter um efeito claro de mistura de cores é realizado com auxílio de um equipamento chamado: (A) Plano convexo (PC). (B) Lâmpada incandescente. (C) Lâmpada fluorescente de alta eficiência. (D) Vara de luz. (E) Luz negra. 17 No que concerne ao projetor Fresnel para iluminação cênica, assinale a opção correta: (A) É caracterizado por utilizar lâmpadas incandescentes de baixa potência, normalmente inferiores a 100 W. (B) É confeccionado, em geral, com corpo em chapa de prata. (C) É adequado para utilização em teatros e auditórios. (D) Utiliza lâmpadas com vida útil média inferior a 20 horas. (E) Possui foco direcionado, o que o torna ideal para teatro de rua. 18 Um Rider de iluminação caracteriza-se por: (A) Uma lista discriminada do que estará em cada canal da mesa de luz. (B) Uma lista descritiva discriminada da totalidade de equipamento disponível para uso do iluminador. (C) Uma lista de gelatinas e o tamanho em que serão cortadas as mesmas. (D) Uma descrição de todos os canais presentes em cada uma das memórias programadas. (E) Uma lista discriminada de tudo que não foi utilizado após a montagem de luz. 4

5 19 Entre as várias funções técnicas em uma montagem teatral, é correto afirmar que a função do iluminador cênico é: (A) Instalar e reparar os equipamentos elétricos e de iluminação, montando-os, substituindo-os ou reparando circuitos elétricos. (B) Definir a localização do cenário em função do plano de luz. (C) Operar os controles das mesas de iluminação; executar o roteiro de iluminação; verificar o funcionamento do equipamento elétrico. (D) Propor roteiro de operação de mesa de luz ao diretor de teatro. (E) Propor mapa de luz ao diretor de teatro. 20 Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as cores primárias de luz e pigmento: (A) Luz: vermelho, verde e azul; Pigmento: vermelho, azul e amarelo. (B) Luz: vermelho, verde e amarelo; Pigmento: vermelho, rosa e azul. (C) Luz: vermelho, verde e rosa; Pigmento: vermelho, azul e amarelo. (D) Luz: vermelho, amarelo e azul; Pigmento: vermelho,verde e azul. (E) Luz: preto, branco e cinza; Pigmento: vermelho, verde e azul. 5

Luz, Câmera e Paixão

Luz, Câmera e Paixão Luz, Câmera e Paixão Fotografia, linguagem e arte Registro da realidade através da luz. Luz é cor, forma, movimento, intensidade, brilho, etc linguagem e arte. Se a luz é linguagem nós sabemos interpretar

Leia mais

O que é LUZ? SENAI - Laranjeiras. Espectro Eletromagnético. Fontes de luz 14/01/2013. Luminotécnica 40h

O que é LUZ? SENAI - Laranjeiras. Espectro Eletromagnético. Fontes de luz 14/01/2013. Luminotécnica 40h SENAI - Laranjeiras Luminotécnica 40h O que é LUZ? A luz, como conhecemos, faz parte de um comprimento de onda sensível ao olho humano, de uma radiação eletromagnética pulsante ou num sentido mais geral,

Leia mais

RIDER TÉCNICO. SISTEMA DE ÁUDIO P.A. = 01 Console de áudio marca Yamaha LS9

RIDER TÉCNICO. SISTEMA DE ÁUDIO P.A. = 01 Console de áudio marca Yamaha LS9 SISTEMA DE ÁUDIO P.A. = 01 Console de áudio marca Yamaha LS9 RIDER TÉCNICO EQUIPAMENTOS DE APOIO 01 DVD PLAYER; 02 CD player; 01 MINIDISC MD; 01 Projetor Multimídia marca Sanyo 4500 Ansi Lumens "FIXO";

Leia mais

3.2. Experimentações: o processo de produção Iluminação de três pontos

3.2. Experimentações: o processo de produção Iluminação de três pontos Página 1 de 5 3 - estética e a técnica na ambientação 3.2. Experimentações: o processo de produção Iluminação de três pontos iluminação de três pontos é composta por três refletores, cada qual com função

Leia mais

Aplicação de Leds e fotometria

Aplicação de Leds e fotometria 40 Capítulo VII Aplicação de Leds e fotometria Por José Gil Oliveira* A iluminação artificial tem sido objeto de evolução tecnológica ao longo dos anos. Atualmente, em face da necessidade do aumento da

Leia mais

A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia

A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia ILUMINAÇÃO A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia a luz vem de várias fontes; tem muitas qualidades; características que afetam todo o processo. A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia Medíocre X Fotografia Grandiosa Depende

Leia mais

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA - 1

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA - 1 DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA - 1 Mauricio Baggio ÍRIS / DIAFRAGMA Dispositivo que permite o controle da quantidade de luz que atinge o filme ou o sensor no interior da câmera. Este controle é realizado definindo-se

Leia mais

Projeto luminotécnico reúne soluções que transformam sóbrio restaurante diurno em colorido bar noturno.

Projeto luminotécnico reúne soluções que transformam sóbrio restaurante diurno em colorido bar noturno. Do sério ao Projeto luminotécnico reúne soluções que transformam sóbrio restaurante diurno em colorido bar noturno. Reportagem: JOÃO CARLOS BALDAN 64 Potência Dez 05 Jan 06 despojado De dia, a luz é branca

Leia mais

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA Prof. Arq. Minéia Johann Scherer LÂMPADAS A VAPOR DE MERCÚRIO São lâmpadas de descarga à alta pressão. Há no interior da lâmpada um tubo de descarga de quartzo que suporta altas

Leia mais

Iluminação de piscinas com fibras ópticas Fábio Magalhães

Iluminação de piscinas com fibras ópticas Fábio Magalhães 1 de 9 01/11/2010 22:17 Iluminação de piscinas com fibras ópticas Fábio Magalhães O sistema mais utilizado atualmente para a iluminação de piscinas é composto por projetores submersíveis, portanto, instalados

Leia mais

Espaço Xisto Bahia. Localização

Espaço Xisto Bahia. Localização RIDER TÉCNICO Versão atualizada em 08/01/2014 Localização Rua General Labatut, 27 Barris CEP.:40.070-100 Salvador Ba Telefone: ( 71)3116-6155/-6156/-6157 E-mail: xisto.bahia@gmail.com / xisto.tecnica@gmail.com

Leia mais

Nome do grupo ou Companhia: E-mail: Telefones para contato: Endereço completo atualizado: Bairro: Cidade: Cep: Responsável pelo grupo: Nome da Peça:

Nome do grupo ou Companhia: E-mail: Telefones para contato: Endereço completo atualizado: Bairro: Cidade: Cep: Responsável pelo grupo: Nome da Peça: Anexo 1: FICHA DE INSCRIÇÃO Nome do grupo ou Companhia: E-mail: Telefones para contato: Endereço completo atualizado: Bairro: Cidade: Cep: Responsável pelo grupo: Nome da Peça: Duração: Autor: Contra-regra:

Leia mais

Iluminação Fotográfica

Iluminação Fotográfica 1 Iluminação Fotográfica Primeiramente, deveríamos lembrar da necessidade da luz para a realização de uma fotografia. Sem a luz, não há fotografia, expressão que significa gravar com a luz. Logo, a principal

Leia mais

ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL FONTES DE LUZ

ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL FONTES DE LUZ ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL FONTES DE LUZ INCANDESCENTES HALÓGENAS FLUORESCENTES DESCARGA EM ALTA PRESSÃO LEDS E OLEDS INCANDESCENTES HALÓGENAS FLUORESCENTES DESCARGA EM ALTA PRESSÃO MÓDULOS LED DAS MAIS ANTIGAS

Leia mais

CEFET-RS Curso de Eletrônica

CEFET-RS Curso de Eletrônica CEFET-RS Curso de Eletrônica 7 - Vídeo Profs. Roberta Nobre & Sandro Silva robertacnobre@gmail.com e sandro@cefetrs.tche.br Unidade 07.1 Vídeo Principal periférico de saída desde o final da década de 70;

Leia mais

Iluminação artificial

Iluminação artificial Iluminação artificial 1. Conceitos: 1.1. Luz Luz é a radiação eletromagnética capaz de produzir sensação visual. Essa faixa de radiação eletromagnética tem com comprimento de onda entre 380 a 780 nm (nanômetros),

Leia mais

Espectros de radiação descontínuos e a composição do Universo. Espectros de emissão e de absorção

Espectros de radiação descontínuos e a composição do Universo. Espectros de emissão e de absorção Espectros de radiação descontínuos e a composição do Universo Espectros de emissão e de absorção O Espetro Eletromagnético 2 Auguste Comte A propósito dos astros, no séc. XIX afirma Poderemos determinar

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONCURSO PÚBLICO 2009 CARGO: DIRETOR DE ILUMINAÇÃO Número de Questões: 40 (10 de Língua Portuguesa e 30 de Conhecimentos Específicos) Duração da Prova: 4 horas (já incluído

Leia mais

RIDER TÉCNICO EVENTO GUARDA CHUVA GRUPO EXPERIÊNCIA SUBTERRÂNEA

RIDER TÉCNICO EVENTO GUARDA CHUVA GRUPO EXPERIÊNCIA SUBTERRÂNEA RIDER TÉCNICO EVENTO GUARDA CHUVA GRUPO EXPERIÊNCIA SUBTERRÂNEA - 02 microfones e 02 caixas de som; - 01 caixa acústica com leitor USB, ou outro dispositivo com leitura de mídias. - 16 refletores PC -

Leia mais

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 8

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 8 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 8 Permite o uso noturno das edificações e da cidade. Um bom projeto de iluminação deve garantir a possibilidade de executar uma tarefa visual

Leia mais

Física B Extensivo V. 1

Física B Extensivo V. 1 Física B Extensivo V. 1 Exercícios 01) 38 01. Falsa. f Luz > f Rádio 02. Verdadeira. Todas as ondas eletromagnéticas são transversais. 04. Verdadeira. Do tipo secundária. 08. Falsa. Do tipo secundária.

Leia mais

Lâmpadas LED. Rua Joaquim Galvão, 198 CEP. 05627-010 - SP. Telefone: 55 (11) 3501-2886 Fax: 55 (11) 2338-1050

Lâmpadas LED. Rua Joaquim Galvão, 198 CEP. 05627-010 - SP. Telefone: 55 (11) 3501-2886 Fax: 55 (11) 2338-1050 Lâmpadas LED Lâmpadas LED da Technosol Modernidade e simplicidade numa infindável variedade Está à procura de cor e ambiente? Anseia acentuar os seus espaços favoritos e imagens? Deseja decorar a sua casa

Leia mais

Volume 8 óptica. Capítulo 49 Espelhos Planos

Volume 8 óptica. Capítulo 49 Espelhos Planos Volume 8 óptica Vídeo 49.1 Vídeo 49.2 Vídeo 49.3 Vídeo 49.4 Vídeo 49.5 Vídeo 49.6 Vídeo 49.7 Vídeo 49.8 Vídeo 49.9 Capítulo 49 Espelhos Planos Um feixe de micro-ondas refletido por uma placa metálica plana

Leia mais

FICHA DE TEATRO E DANÇA. Teatro ( ) ADULTO ( ) INFANTIL ( ) RUA ( ) CIRCO ( ) ANIMAÇÃO ADULTO ( ) ANIMAÇÃO INFANTIL

FICHA DE TEATRO E DANÇA. Teatro ( ) ADULTO ( ) INFANTIL ( ) RUA ( ) CIRCO ( ) ANIMAÇÃO ADULTO ( ) ANIMAÇÃO INFANTIL FICHA DE TEATRO E DANÇA Teatro ( ) ADULTO ( ) INFANTIL ( ) RUA ( ) CIRCO ( ) ANIMAÇÃO ADULTO ( ) ANIMAÇÃO INFANTIL Dança ( ) Adulto ( ) Infantil DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PARA CONTRATAÇÕES: Espetáculo: Companhia/Grupo:

Leia mais

P R O J E T O. Thiago H. Strassalano

P R O J E T O. Thiago H. Strassalano Thiago H. Strassalano P R O J E T O Projeto desenvolvido por Thiago H. Strassalano, como conclusão do curso de Tecnologia em Mídias Digitais; habilitação em Arte e Tecnologia, pela Pontifícia Universidade

Leia mais

2.0 A Técnica: A luz e a formação da imagem na TV

2.0 A Técnica: A luz e a formação da imagem na TV 63 Texto extraído de BALAN, W.C. A iluminação em programas de TV: arte e técnica em harmonia. Bauru, 1997. 137f. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Poéticas Visuais) Faculdade de Arquitetura, Artes

Leia mais

Física Renato Av. Mensal 22/05/14 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO

Física Renato Av. Mensal 22/05/14 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 9º Física Renato Av. Mensal 22/05/14 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta prova contém

Leia mais

ILUMINAÇÃO A LED. c o n h e ç a a U n il e d. já foi o tempo que lâmpada apagada era sinal de economia.

ILUMINAÇÃO A LED. c o n h e ç a a U n il e d. já foi o tempo que lâmpada apagada era sinal de economia. ILUMINAÇÃO A LED c o n h e ç a a U n il e d já foi o tempo que lâmpada apagada era sinal de economia. Quem Somos A 6 anos atuando na importação e distribuição de produtos com tecnologia a LED, trazendo

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

INFORMAÇÕES TÉCNICAS INFORMAÇÕES TÉCNICAS Luminotécnica - Conceitos Básicos Iluminância Símbolo E Unidade lux (lx) É o fluxo luminoso que incide sobre uma superfície situada a uma certa distância da fonte, ou seja, é a quantidade

Leia mais

FOTO = luz GRAFIA = escrever

FOTO = luz GRAFIA = escrever Iluminação FOTO = luz GRAFIA = escrever Joseph Nicéphore Niépce - 1826 Por definição, fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície

Leia mais

TOPLEDS Lighting Solutions 1

TOPLEDS Lighting Solutions 1 TOPLEDS Lighting Solutions 1 INOVAÇÃO SUSTENTABILIDADE ECONOMIA LED, sigla em inglês de Diodo Emissor de Luz, é um semicondutor com vida útil extremamente longa, montado em um chip de silício que recebe

Leia mais

15/09/2015 1 PRINCÍPIOS DA ÓPTICA O QUE É A LUZ? A luz é uma forma de energia que não necessita de um meio material para se propagar.

15/09/2015 1 PRINCÍPIOS DA ÓPTICA O QUE É A LUZ? A luz é uma forma de energia que não necessita de um meio material para se propagar. O QUE É A LUZ? A luz é uma forma de energia que não necessita de um meio material para se propagar. PRINCÍPIOS DA ÓPTICA A luz do Sol percorre a distância de 150 milhões de quilômetros com uma velocidade

Leia mais

(adaptável às condições locais):

(adaptável às condições locais): Quesitos técnicos Espetáculo: CORTIÇOS Concepção: Cia. Luna Lunera Texto: Inspirado na obra de Aluísio Azevedo Direção: Tuca Pinheiro Duração: 75 min Classificação: 16 anos Espaço de Apresentação (adaptável

Leia mais

URBES. Esclarecimento nº 02

URBES. Esclarecimento nº 02 1 PREGÃO PRESENCIAL Nº 001/15 PROCESSO CPL 2292/14 LICITAÇÃO DO TIPO MENOR PREÇO PARA REGISTRO DE PREÇOS PARA AQUISIÇÃO DE MATERIAL DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA. Esclarecimento nº 02 A -, através de sua Pregoeira,

Leia mais

Fenômeno Físico Como a cor acontece

Fenômeno Físico Como a cor acontece Fenômeno Físico Como a cor acontece Teoria das Cores Definição Expressa uma sensação visual que nos oferece a natureza através dos raios de luz irradiados em nosso planeta. A cor não existe, materialmente

Leia mais

Luz e Visão. Capítulo 8 8º ano - CSA

Luz e Visão. Capítulo 8 8º ano - CSA Luz e Visão Capítulo 8 8º ano - CSA 2014 Afinal, o que é luz? Luz é uma forma de transmissão de energia pelo espaço. Como a luz se propaga? Propagação da luz Corpos luminosos: emitem a própria luz. São

Leia mais

Valores eternos. MATÉRIA PROFESSOR(A) ---- ----

Valores eternos. MATÉRIA PROFESSOR(A) ---- ---- Valores eternos. TD Recuperação ALUNO(A) MATÉRIA Física II PROFESSOR(A) Fernando ANO SEMESTRE DATA 2º 1º Julho/2013 TOTAL DE ESCORES ESCORES OBTIDOS ---- ---- 1. Considere a figura ao lado. Com base no

Leia mais

Introdução à Óptica Luz

Introdução à Óptica Luz Introdução à Óptica Luz A luz é uma forma de energia que se propaga nos meios materiais e também no vácuo. A luz emitida pelo Sol estrela mais próxima da Terra chega a nós em 8 minutos e 20 segundos, percorrendo

Leia mais

DOSSIER TÉCNICO GRANDE AUDITÓRIO

DOSSIER TÉCNICO GRANDE AUDITÓRIO FUNDAÇÃO CENTRO CULTURAL DE BELÉM DOSSIER TÉCNICO GRANDE AUDITÓRIO GRANDE AUDITÓRIO INTRODUÇÃO O Grande Auditório é uma sala de espetáculos com cena à Italiana, com palco fixo, proscénio, plateia, balcões

Leia mais

TEMPERATURA DE COR - K (Kelvin)

TEMPERATURA DE COR - K (Kelvin) Capítulo 3 - Grandezas Luminotécnicas e Elétricas 3.1 - Grandezas Luminotécnicas Temperatura de Cor TEMPERATURA DE COR - K (Kelvin) 5800 K - luz branca natural Sol em céu aberto ao meio-dia 2000K 2700K

Leia mais

Cooperação para criar valor

Cooperação para criar valor Cooperação para criar valor & 0 Cooperação para criar valor & 1 PALESTRANTE Dr. Bernhard Fritz Gerente de Productos Marketing SunChemical 2 Dr. Bernhard Fritz Gerente de Produtos & Marketing, Sun Chemical

Leia mais

Acostumado a buscar sempre

Acostumado a buscar sempre Técnica&Prática Casamento Iluminação criativa em fotos de casamento Luz de vídeo, de lanterna, natural ou flash. Saiba como é possível usar de tudo um pouco para fazer fotos sociais Vinícius Matos Por

Leia mais

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA Prof. Arq. Minéia Johann Scherer FONTES DE LUZ ARTIFICIAL HISTÓRICO Antes da invenção da lâmpada fogo, velas, lampiões a gás; Primeira lâmpada elétrica Thomas Edson, em 1879;

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS Uma empresa que tem orgulho de iluminar! CATÁLOGO DE PRODUTOS 1 PROJETORES ESTAMPADOS - LANÇAMENTO A Tec & Luz está com novidades em sua linha de produtos. Conheça a nova linha de Projetores Estampados

Leia mais

Luz e fotografia considerações iniciais

Luz e fotografia considerações iniciais Introdução às técnicas de iluminação luz e óptica 67 Luz e fotografia considerações iniciais Tudo o que a câmera registra se deve à luz, natural ou artificial. A própria palavra "fotografia" significa

Leia mais

ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO)

ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO) assinatura do(a) candidato(a) Admissão por Transferência Facultativa 2. a Transferência Facultativa/2010 ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO) Segunda Etapa Prova Dissertativa LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Leia mais

Fluxo luminoso ( ): é a quantidade de luz emitida por uma fonte, medida em lúmens (lm), na tensão nominal de funcionamento.

Fluxo luminoso ( ): é a quantidade de luz emitida por uma fonte, medida em lúmens (lm), na tensão nominal de funcionamento. 4. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO 4.1. Definições Fluxo luminoso ( ): é a quantidade de luz emitida por uma fonte, medida em lúmens (lm), na tensão nominal de funcionamento. Iluminância (E): relaciona a luz que

Leia mais

Modelos de Iluminação

Modelos de Iluminação Universidade Católica de Pelotas Centro Politécnico Modelos de Iluminação por Flávia Santos Computação Gráfica Prof. Dr. Paulo Roberto Gomes Luzzardi Universidade Católica de Pelotas Centro Politécnico

Leia mais

Vídeo porteiro IV 300 LCD Intelbras

Vídeo porteiro IV 300 LCD Intelbras Vídeo porteiro IV 300 LCD Intelbras Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. O vídeo porteiro IV 300 LCD Intelbras, com seu sistema de quatro cabos, oferece segurança

Leia mais

3º Bimestre. Física II. Autor: Geraldo Velazquez

3º Bimestre. Física II. Autor: Geraldo Velazquez 3º Bimestre Autor: Geraldo Velazquez SUMÁRIO UNIDADE I Óptica Geométrica... 4 1 Natureza Da Luz... 4 2 Conceitos Preliminares... 5 2.1 Raios e Feixes... 5 2.2 Fontes De Luz... 6 2.3 MEIOS ÓPTICOS... 6

Leia mais

Residência contemporânea

Residência contemporânea c a s e Residência contemporânea Por Erlei Gobi Fotos: Carlos Mancini Iluminação norteada pela eficiência energética proporciona conforto visual Localizada em um condomínio fechado em Embu das Artes, cidade

Leia mais

Catálogo de Produtos. Informações técnicas disponíveis em: http://www.optex-fa.com. Catálogo de Produtos

Catálogo de Produtos. Informações técnicas disponíveis em: http://www.optex-fa.com. Catálogo de Produtos Catálogo de Produtos Informações técnicas disponíveis em: http://www.optex-fa.com Catálogo de Produtos Catálogo de Produtos A resposta do futuro para controle de qualidade... Conteúdo Índice de produtos

Leia mais

A Temperatura de cor - Texto extraído de:

A Temperatura de cor - Texto extraído de: 77 A Temperatura de cor - Texto extraído de: BALAN, W.C. A iluminação em programas de TV: arte e técnica em harmonia. Bauru, 1997. 137f. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Poéticas Visuais) Faculdade

Leia mais

Lágrimas não são argumentos.

Lágrimas não são argumentos. FUNDAÇÃO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL DO PODER EXECUTIVO FUNPRESP-EXE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO POR TEMPO DETERMINADO DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR

Leia mais

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA ABSORÇÃO FOTOQUÍMICA 3ª Parte A INSTRUMENTAÇÃO 07/10/2013 Mauricio X. Coutrim ESPECTRO DE ABSORÇÃO A energia absorvida por um fóton é igual à diferença entre as energias do estado

Leia mais

AMBIÊNCIA PLANEJAMENTO DO AMBIENTE EM UAN TIPOS DE ILUMINAÇÃO EM UAN 20/11/2010 FONTES DE ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE CORES (IRC)

AMBIÊNCIA PLANEJAMENTO DO AMBIENTE EM UAN TIPOS DE ILUMINAÇÃO EM UAN 20/11/2010 FONTES DE ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE CORES (IRC) PLANEJAMENTO DO AMBIENTE EM UAN Iluminação Cores Ventilação Temperatura AMBIÊNCIA Umidade Ruído Material de revestimento Profa. Flávia Milagres Campos Ambiente aconchegante e agradável para clientese funcionários:

Leia mais

Como Vemos as Coisas? Uma proposta para o ensino de Óptica e Visão no Ensino Fundamental

Como Vemos as Coisas? Uma proposta para o ensino de Óptica e Visão no Ensino Fundamental Como Vemos as Coisas? Uma proposta para o ensino de Óptica e Visão no Ensino Fundamental Valéria Rangel Soares Uma pergunta antiga que desde a Antiguidade despertou a curiosidade do homem. Como Vemos as

Leia mais

ANEXO I - EDITAL Nº 17/2014

ANEXO I - EDITAL Nº 17/2014 Página 1 de 5 ANEXO I - EDITAL Nº 17/2014 O SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC/RN, representado por sua Administração Regional no Estado do Rio Grande do Norte, torna público, para o conhecimento de quantos

Leia mais

SOLUÇÕES EM ILUMINAÇÃO

SOLUÇÕES EM ILUMINAÇÃO SOLUÇÕES EM ILUMINAÇÃO SOLUÇÕES EM ILUMINAÇÃO HÁ 27 ANOS A LEMCA OFERECE AO MERCADO SOLUÇÕES INOVADORAS EM SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO QUE SOMAM PRODUTOS DE ALTA PERFORMANCE, EFICIÊNCIA ENERGÉTICA, ECONOMIA

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas BIOCOMBUSTÍVEIS Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo e o

Leia mais

1. Da Mostra: 2. Da programação:

1. Da Mostra: 2. Da programação: O Serviço Social da Indústria SESI-DR MG/ através da gerência do Teatro SESI Uberaba no uso de suas atribuições, torna público o presente edital para a seleção de participantes para o Mínima Cena Mostra

Leia mais

PROVA DE FÍSICA QUESTÃO 01 UFMG

PROVA DE FÍSICA QUESTÃO 01 UFMG QUESTÃO 01 Em uma corrida de Fórmula 1, o piloto Miguel Sapateiro passa, com seu carro, pela linha de chegada e avança em linha reta, mantendo velocidade constante Antes do fim da reta, porém, acaba a

Leia mais

Investigação e Desenvolvimento

Investigação e Desenvolvimento Investigação e Desenvolvimento Título: Lâmpadas LED vs Lâmpadas Normais. Caso de estudo (trabalho de investigação realizado no âmbito da disciplina de proteção ambiental) Autor: SAj António Coelho (Curso

Leia mais

Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede

Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede Fig. 1: Arranjo do experimento P2510502 O que você vai necessitar: Fotocélula sem caixa 06779.00 1 Rede de difração, 600 linhas/mm 08546.00 1 Filtro

Leia mais

Alagoas CASAL. Saneamento de 2014. Companhia de. Prova Prática ENCANADOR CONCURSO PÚBLICO. Estado de Alagoas COMPANHIA DE SANEAMENTO DE ALAGOAS

Alagoas CASAL. Saneamento de 2014. Companhia de. Prova Prática ENCANADOR CONCURSO PÚBLICO. Estado de Alagoas COMPANHIA DE SANEAMENTO DE ALAGOAS Estado de Alagoas COMPANHIA DE SANEAMENTO DE ALAGOAS CONCURSO PÚBLICO PROVA TIPO 2 Companhia de Saneamento de 2014 Alagoas CASAL Cargo Nível Fundamental: CADERNO DE QUESTÕES Prova Prática ENCANADOR 1.

Leia mais

FLUORESCENTES INCANDESCENTES HALÓGENAS HID

FLUORESCENTES INCANDESCENTES HALÓGENAS HID FLUORESCENTES INCANDESCENTES HALÓGENAS HID INDICE FLUORESCENTES COMPACTAS..................................................7 Espirais T2 Espirais alta potência Retas 2U e 3U Retas de alta potência Espirais

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EDITAL 23/2014

PROCESSO SELETIVO EDITAL 23/2014 PROCESSO SELETIVO EDITAL 23/2014 CARGO E UNIDADES: Técnico Operacional II Administração Atenção: NÃO ABRA este caderno antes do início da prova. Tempo total para resolução desta prova: 3 (três) horas.

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS CATÁLOGO DE PRODUTOS ILUMINAÇÃO EM LED: TENDÊNCIA MUNDIAL. A utilização da iluminação em LED, além de oferecer produtos com maior durabilidade e segurança, minimizam o custo e o consumo de energia elétrica,

Leia mais

Catálogo de Produtos

Catálogo de Produtos Catálogo de Produtos 2013 Iluminação LED significa uma elevada poupança na fatura de electricidade, que pode exceder os 80%. As lâmpadas da mais recente tecnologia de iluminação aplicam-se de forma simples

Leia mais

www.asbled.com.br EMPRESA ASBLed nasceu para ser uma empresa inovadora e especializada em iluminação utilizando a tecnologia LED.

www.asbled.com.br EMPRESA ASBLed nasceu para ser uma empresa inovadora e especializada em iluminação utilizando a tecnologia LED. EMPRESA ASBLed nasceu para ser uma empresa inovadora e especializada em iluminação utilizando a tecnologia LED. Nossa missão é fornecer soluções em iluminação LED, aliando economia à sustentabilidade.

Leia mais

Exposição Exploratorium (piso 1)

Exposição Exploratorium (piso 1) Exposição Exploratorium (piso 1) Departamento Educativo - PNE Vivemos numa floresta de sons, cores, tonalidades, reflexos e texturas de uma realidade que nos chega pelos sentidos e molda a imagem perceptiva

Leia mais

1. Analisa a seguinte imagem e responde às questões que se seguem:

1. Analisa a seguinte imagem e responde às questões que se seguem: C.F.Q. 8ºA Outubro 1 1. Analisa a seguinte imagem e responde às questões que se seguem: 1.1. Qual é o detetor de luz? O olho. 1.2. Qual é o recetor de luz? A bola. 1.3. De que cor veremos a bola se ela

Leia mais

Criar uma imagem sempre envolve a

Criar uma imagem sempre envolve a Criar uma imagem sempre envolve a associação de diferentes saberes/ conhecimentos. Ao acompanhar a rotina de uma equipe de íluminadores da emissora SBT pudemos rifletir acerca do processo de formação em

Leia mais

CASA DA MOEDA DO BRASIL

CASA DA MOEDA DO BRASIL CASA DA MOEDA DO BRASIL SETEMBRO 00 TÉCNICA 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. a) este caderno, com o enunciado das 30 questões das Provas Objetivas,

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO SESC MINAS Nº 0117/2014

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO SESC MINAS Nº 0117/2014 ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO SESC MINAS Nº 0117/2014 1 1. OBJETO 1.1. Aquisição de materiais elétricos, lâmpadas e reatores, para iluminação das unidades do Sesc durante as campanhas Outubro

Leia mais

FESTIVAL FUNDAÇÃO DAS ARTES DE TEATRO ESTUDANTIL 2016

FESTIVAL FUNDAÇÃO DAS ARTES DE TEATRO ESTUDANTIL 2016 FESTIVAL FUNDAÇÃO DAS ARTES DE TEATRO ESTUDANTIL 2016 REGULAMENTO 1. INSTITUIÇÃO E OBJETO 1.1. A Fundação das Artes de São Caetano do Sul é uma instituição pública da Administração Indireta da Prefeitura

Leia mais

CAIXA CULTURAL RECIFE

CAIXA CULTURAL RECIFE GALERIA 1 E 2 A Galeria 1, localizada no térreo, é um amplo espaço expositivo integrado ao sítio arqueológico. A Galeria 2, fica no 1º pavimento. Ambas são climatizadas e contam com iluminação interna

Leia mais

Atualmente trabalha como Analista de Suporte em Telecomunicações no Teleco.

Atualmente trabalha como Analista de Suporte em Telecomunicações no Teleco. Painel de Plasma Esse tutorial apresenta os conceitos básicos da tecnologia empregada em painéis de plasma e suas principais características. Anderson Clayton de Oliveira Graduado em Engenharia Elétrica

Leia mais

Refração da Luz Índice de refração absoluto Índice de refração relativo Leis da refração Reflexão total da luz Lentes Esféricas Vergência de uma lente

Refração da Luz Índice de refração absoluto Índice de refração relativo Leis da refração Reflexão total da luz Lentes Esféricas Vergência de uma lente Refração da Luz Índice de refração absoluto Índice de refração relativo Leis da refração Reflexão total da luz Lentes Esféricas Vergência de uma lente Introdução Você já deve ter reparado que, quando colocamos

Leia mais

Residência. Cenários para o dia-a-dia e ocasiões especiais. c a s e. Por Claudia Sá

Residência. Cenários para o dia-a-dia e ocasiões especiais. c a s e. Por Claudia Sá c a s e Fotos: Rafael Leão Residência Por Claudia Sá Cenários para o dia-a-dia e ocasiões especiais ATMOSFERA ACOLHEDORA PARA O DIA-A-DIA E FLEXIBILIDADE para criação de cenários para eventos distintos.

Leia mais

ETAPA: SONDAGEM DOS SABERES

ETAPA: SONDAGEM DOS SABERES PROCESSO SELETIVO PARA O CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO 2013.1 (EDITAL Nº 004/2012) ETAPA: SONDAGEM DOS SABERES Instruções: 1. A Sondagem dos Saberes está constituída de 20 (vinte)

Leia mais

As divisões da óptica

As divisões da óptica ÓPTICA As divisões da óptica Óptica física : Estuda a natureza da luz. Óptica fisiológica: Estuda os mecanismos responsáveis pela visão. Óptica geométrica: Estuda os fenômenos relacionados à trajetória

Leia mais

Aspectos para eficiência energética em sistemas de iluminação em indústrias

Aspectos para eficiência energética em sistemas de iluminação em indústrias 58 Capítulo IV Aspectos para eficiência energética em sistemas de iluminação em indústrias Por Juliana Iwashita Kawasaki e Vanderson Oliveira* Os temas ligados a eficiência energética, adequação do uso

Leia mais

1 - No painel Create, sub-painel Systems, Ative o botão Sunlight.

1 - No painel Create, sub-painel Systems, Ative o botão Sunlight. Sistema Luz Solar Deixamos para criar a luz do Sol no final da iluminação, porque como o sistema de Sunlight, exige um tempo considerável de cálculo para ser renderizado, agilizaria todo o processo. 1

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo DIODO SEMICONDUOR INRODUÇÃO Materiais semicondutores são a base de todos os dispositivos eletrônicos. Um semicondutor pode ter sua condutividade controlada por meio da adição de átomos de outros materiais,

Leia mais

Iluminação e equipamentos fotográficos

Iluminação e equipamentos fotográficos Iluminação e equipamentos fotográficos Iluminação: A luz natural é proporcionada pelo sol, que pode incidir diretamente ou indiretamente sobre o assunto. O aspecto da luz solar pode variar de acordo o

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Caderno de Provas REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo

Leia mais

ILUMINADOR A LED PARA SEMÁFORO DE PEDESTRE COM CONTADOR REGRESSIVO. Sumário

ILUMINADOR A LED PARA SEMÁFORO DE PEDESTRE COM CONTADOR REGRESSIVO. Sumário Código: Un pç ILUMINADOR A LED PARA SEMÁFORO DE PEDESTRE COM CONTADOR REGRESSIVO 1 Objetivo 2 Referências Normativas 3 Definições 4 Requisitos Gerais 5 Requisitos Específicos 6 Funcionamento 7 Características

Leia mais

C A D E R N O D E P R O V A S

C A D E R N O D E P R O V A S CONCURSO PÚBLICO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS C A D E R N O D E P R O V A S CADERNO 7 ESPECIALIDADE: ENGENHEIRO ELETRICISTA PROVA: CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS - DISCURSIVA LEIA ATENTAMENTE

Leia mais

Manual de identidade visual

Manual de identidade visual Manual de identidade visual apresentação....................................3 Versões horizontal e vertical........................4 grid de construção................................5 Cores institucionais...............................6

Leia mais

Iluminaçao. Os modelos de Iluminação são técnicas usadas para calcular a intensidade da cor de um ponto a ser exibido.

Iluminaçao. Os modelos de Iluminação são técnicas usadas para calcular a intensidade da cor de um ponto a ser exibido. Iluminaçao Os modelos de Iluminação são técnicas usadas para calcular a intensidade da cor de um ponto a ser exibido. Também chamados modelos de reflexão, utilizam: a cor do objeto a cor da luz a posição

Leia mais

Segredos da Iluminação

Segredos da Iluminação Introdução Reunimos neste guia, informações de A az sobre luminárias e iluminação. Esperamos que ele seja de grande utilidade para você. 1 Abertura de Facho Trata-se do ângulo sólido luminoso formado em

Leia mais

Conteúdo 2 - Conceitos básicos de produção gráfica. professor Rafael Hoffmann

Conteúdo 2 - Conceitos básicos de produção gráfica. professor Rafael Hoffmann Conteúdo 2 - Conceitos básicos de produção gráfica professor Rafael Hoffmann Cor Modelos cromáticos - Síntese aditiva/cor-luz Isaac Newton foi o responsável pelo desenvolvimento da teoria das cores. Em

Leia mais

Edital Nº. 08/2009-DIGPE 13 de dezembro de 2009 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA

Edital Nº. 08/2009-DIGPE 13 de dezembro de 2009 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Caderno de Provas HIGIENE E SAÚDE DO TRABALHO Edital Nº. 08/2009-DIGPE 13 de dezembro de 2009 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo

Leia mais

Guia do Aluno. Módulo: Espectroscopia

Guia do Aluno. Módulo: Espectroscopia Guia do Aluno Módulo: Espectroscopia Este módulo é uma adaptação da unidade Espectroscopia Bloco VIII extraído do projeto Atualização dos currículos de Física no Ensino Médio de Escolas Estaduais: a -

Leia mais

ERGONOMIA. Introdução

ERGONOMIA. Introdução ERGONOMIA AULA 10: Iluminação no ambiente de trabalho Introdução Objetivo: uma boa iluminação do ambiente de trabalho contribui para aumentar a satisfação, melhorar a produtividade e reduzir a fadiga e

Leia mais

REGIMENTO DE USO DOS ESPAÇOS E PATRIMÔNIO DA FUNARTE MINAS GERAIS

REGIMENTO DE USO DOS ESPAÇOS E PATRIMÔNIO DA FUNARTE MINAS GERAIS REGIMENTO DE USO DOS ESPAÇOS E PATRIMÔNIO DA FUNARTE MINAS GERAIS 1) O presente regimento tem por finalidade uniformizar os procedimentos relativos à utilização das áreas e dependências da Funarte Minas

Leia mais

Reações fotoquímicas. Tatiana Dillenburg Sain t Pierre. Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons.

Reações fotoquímicas. Tatiana Dillenburg Sain t Pierre. Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons. Reações fotoquímicas Tatiana Dillenburg Sain t Pierre Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons. http://creativecommons.org.br http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/legalcode

Leia mais

CADERNO DE PROVAS OBJETIVA E REDAÇÃO

CADERNO DE PROVAS OBJETIVA E REDAÇÃO CADERNO DE PROVAS OBJETIVA E REDAÇÃO CURSO: COMUNICAÇÃO SOCIAL - JORNALISMO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 1. Esta prova contém Redação e 20(vinte) questões objetivas. Caso o caderno esteja incompleto

Leia mais