O que é LUZ? SENAI - Laranjeiras. Espectro Eletromagnético. Fontes de luz 14/01/2013. Luminotécnica 40h

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O que é LUZ? SENAI - Laranjeiras. Espectro Eletromagnético. Fontes de luz 14/01/2013. Luminotécnica 40h"

Transcrição

1 SENAI - Laranjeiras Luminotécnica 40h O que é LUZ? A luz, como conhecemos, faz parte de um comprimento de onda sensível ao olho humano, de uma radiação eletromagnética pulsante ou num sentido mais geral, qualquer radiação eletromagnética que se situa entre as gamas infravermelho e ultravioleta. Espectro Eletromagnético O espectro visível da luz é o nome atribuído à gama de comprimentos de onda de energia irradiada pela luz que o olho humano pode distinguir e a expressão quantitativa destes comprimentos de onda é medida através de nanômetros. O que percebemos como cor são as diferentes frequências do espectro luminoso, entre 400 e 700 nanômetros. No intervalo do espectro eletromagnético que corresponde à luz visível, cada frequência equivale à sensação de uma cor. Fontes de luz Pontual ou puntiforme: uma fonte sem dimensões consideráveis que emite infinitos raios de luz. Tudo o que pode ser detectado por nossos olhos, e por outros instrumentos de fixação de imagens como câmeras fotográficas, é a luz de corpos luminosos que é refletida de forma difusa pelos corpos que nos cercam. Fonte de luz são todos os corpos dos quais se podem receber luz, podendo ser fontes primárias ou secundárias. Fontes primárias: Também chamadas de corpos luminosos, são corpos que emitem luz própria, como por exemplo, o Sol, as estrelas, a chama de uma vela, uma lâmpada acesa,... Fontes secundárias: Também chamadas de corpos iluminados, são os corpos que enviam a luz que recebem de outras fontes, como por exemplo, a Lua, os planetas, as nuvens, os objetos visíveis que não têm luz própria,... Extensa: uma fonte com dimensões consideráveis em relação ao ambiente. Quanto às suas dimensões, uma fonte pode ser classificada como: 1

2 Feixe de luz Cônico convergente: os raios de luz convergem para um ponto; Cônico divergente: os raios de luz divergem a partir de um ponto; Cilíndrico paralelo: os raios de luz são paralelos entre si. Meios de propagação da luz Os diferentes meios materiais comportam-se de forma diferente ao serem atravessados pelos raios de luz, por isso são classificados em: Meio transparente É um meio óptico que permite a propagação regular da luz, ou seja, o observador vê um objeto com nitidez através do meio. Exemplos: ar, vidro comum, papel celofane, etc... Meio translúcido É um meio óptico que permite apenas uma propagação irregular da luz, ou seja, o observador vê o objeto através do meio, mas sem nitidez. Meio opaco É um meio óptico que não permite que a luz se propague, ou seja, não é possível ver um objeto através do meio. Fenômenos ópticos Ao incidir sobre uma superfície que separa dois meios de propagação, a luz sofre algum, ou mais do que um, dos fenômenos a seguir: Reflexão regular A luz que incide na superfície e retorna ao mesmo meio, regularmente, ou seja, os raios incidentes e refletidos são paralelos. Ocorre em superfícies metálicas bem polidas, como espelhos. Reflexão difusa A luz que incide sobre a superfície volta ao mesmo meio, de forma irregular, ou seja, os raios incidentes são paralelos, mas os refletidos são irregulares. Ocorre em superfícies rugosas, e é responsável pela visibilidade dos objetos. Refração A luz incide e atravessa a superfície, continuando a se propagar no outro meio. Ambos os raios (incidentes e refratados) são paralelos, no entanto, os raios refratados seguem uma trajetória inclinada em relação aos incididos. Ocorre quando a superfície separa dois meios transparentes. Absorção A luz incide na superfície, no entanto não é refletida e nem refratada, sendo absorvida pelo corpo, e aquecendo-o. Ocorre em corpos de superfície escura. Reflexão e refração seletiva A luz branca que recebemos do sol, ou de lâmpadas fluorescentes, por exemplo, é policromática, ou seja, é formada por mais de uma luz monocromática, no caso do sol, as sete do arco-íris: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Sendo assim, um objeto ao ser iluminado por luz branca "seleciona" no espectro solar as cores que vemos, e as refletem de forma difusa, sendo assim, vistas por nós. Se um corpo é visto branco, é porque ele reflete todas as cores do espectro solar.se um corpo é visto vermelho, por exemplo, ele absorve todas as outras cores do espectro, refletindo apenas o vermelho. Se um corpo é "visto" negro, é por que ele absorve todas as cores do espectro solar. Chama-se filtro de luz a peça, normalmente acrílica, que deixa passar apenas um das cores do espectro solar, ou seja, um filtro vermelho, faz com que a única cor refratada de forma seletiva seja a vermelha. Princípio da independência dos raios de luz Quando os raios de luz se cruzam, estes seguem independentemente, cada um a sua trajetória. Sombra e Penumbra Quando um corpo opaco é colocado entre uma fonte de luz e um anteparo é possível delimitar regiões de sombra e penúmbra. A sombra é a região do espaço que não recebe luz direta da fonte. Penúmbra é a região do espaço que recebe apenas parte da luz direta da fonte, sendo encontrada apenas quando o corpo opaco é posto sob influência de uma fonte extensa. Ou seja: Fonte de luz puntiforme Fonte de luz extensa 2

3 Conceitos de Óptica Ótica ou Óptica? Na verdade, nenhum dos dois está incorreto. Óptica, que vem do grego optkós (ou optiké), está relacionado à visão. Exemplos: Fibra óptica, nervo óptico e ilusão de óptica. Já ótica vem do grego otikós (ou ótos), e está relacionada à audição. Exemplos: Otite, otorrinolaringologista e cápsula ótica. Luz Mono e Policromática De acordo com sua cor a luz pode ser classficada como Monocromática ou Policromática. Chama-se luz monocromática aquela composta de apenas uma cor, como por exemplo, a luz amarela emitida por lâmpadas de sódio. Chama-se luz policromática aquela composta por uma combinação de duas ou mais cores monocromáticas, como por exemplo, a luz branca emitida pelo sol ou por lâmpadas comuns. Usando-se um prisma é possível decompor a luz policromática nas luzes monocromáticas que a formam, o que não é possível para as cores monocromáticas, como o vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Um exemplo da composição das cores monocromáticas que formam a luz branca é o disco de Newton, que é uma experiência composta de um disco com as sete cores do espectro visível, que ao girar em alta velocidade, "recompõe" as cores monocromáticas, formando a cor policromática branca. Vídeo - Disco de Newton O que é cor? Cor é uma importante consideração tanto na concepção espacial do projeto, quanto particularmente na concepção da iluminação; é possível que um projeto de iluminação seja tecnicamente correto quanto a garantir luz suficiente e, ainda assim, causar insatisfação pelo efeito incorreto das cores do ambiente. Mesmo ambiente pintado de diferentes cores 3

4 Esquema de uma superfície vermelha Fisicamente, cor é uma parte do espectro de ondas eletromagnéticas que, ao estimular o olho humano, permite a distinção de diferenças na qualidade da sensação visual. Portanto, como qualquer fenômeno físico, cor é mensurável em relação a uma unidade. A maioria das superfícies absorvem certos comprimentos de onda da luz incidente e, consequentemente, a composição espectral da luz refletida é diferente. Esta luz refletida ou transmitida determina a aparência da cor da superfície. A imagem que vemos de um determinado objeto depende da luz que nele incide, bem como das propriedades de reflexão / transmissão do objeto observado. Quando duas ou mais cores são superpostas, gerase uma cor diferente das que lhe deram origem. Existem dois processos através dos quais é possível misturar cores: - superposição de luzes coloridas (cor luz); - mescla de pigmentos (cor pigmento). A maçã acima é vista de forma diferente sob cada uma das luzes que a iluminam. No processo de superposição de luzes coloridas, ocorre o somatório dos comprimentos de ondas, razão pela qual denomina-se de mistura aditiva. É possível, desta forma, obter-se todas as cores do espectro partindo-se das chamadas cores fundamentais: vermelho, azul e verde. A mistura aditiva sempre produz uma cor mais clara. Este processo de superposição de luzes é o que se utiliza nos tubos de imagem de televisores coloridos, sendo que o branco resulta da soma das três cores fundamentais e o preto corresponde a ausência de luz. Apesar da cor branca ser formada por todas as cores, para ser a sensação de luz branca não é preciso que todas as cores sejam "somadas", apenas três cores, as chamadas cores primárias. Essas cores são vermelho(r), verde(g) e azul(b) (Mistura Aditiva (Cor Luz). 4

5 No segundo sistema (subtractivo ou cor pigmento) iremos considerar pigmentação, misturando as cores secundárias da luz (também chamadas de primárias em pigmentos); Ciano + Magenta + Amarelo. Este sistema corresponde ao "CMY" das impressoras e serve para obter cor com pigmentos (tintas e objetos não-emissores de luz). Subtraindo os três pigmentos temos uma matiz de cor muito escura, muitas vezes confundido com o preto. Teoria do pigmento magenta + amarelo = vermelho amarelo + ciano = verde ciano + magenta = azul cobalto Teoria da luz azul cobalto + vermelho = magenta vermelho + verde = amarelo verde + azul cobalto = ciano. Mistura Subtrativa (Cor Pigmento) A evolução da humanidade tem sido feita predominantemente à luz do dia e do Sol, não surpreendendo o fato de que o máximo de sensitividade do olho humano ocorre na faixa do espectro solar. Com pouca luz (luminância média de 0,001 cd/m 2 ), os bastonetes são usados e a sensitividade máxima corresponde a = 507 nm, o que é designada de visão escotópica. Com mais luz (luminâncias na ordem de 3 cd/m 2 ), os cones começam a operar e a sensitividade máxima é deslocada para = 555 nm, designada agora de visão fotópica ou curva V( ). Esta defasagem, ou seja, o deslocamento na sensitividade máxima do olho humano é denominado Efeito Purkinje. Candela: unidade de medida do S.I. para Intensidade Luminosa. 5

6 UMA VARIEDADE DE CONDIÇÕES AFETAM O MODO COMO AS CORES SÃO VISTAS Diferenças entre fontes de luz: Embora a luz branca contenha as sete cores do espectro, nem todas as fontes de luz, tais como lâmpadas, luz natural ou solar, contêm iguais quantidades de cada cor. Por exemplo, luz do Sol ao meio-dia apresenta um espalhamento das cores bastante uniforme (FIGURA a), enquanto uma lâmpada incandescente contem uma grande quantidade de vermelho (FIGURA b). Lâmpadas fluorescentes são normalmente deficientes no vermelho, mas apresentam picos de amarelo/verde e algumas partes de azul (FIGURA c). Lâmpadas de vapor de mercúrio são deficientes no azul (FIGURA d). Diferença entre Observadores: A sensibilidade entre os olhos de diferentes indivíduos é levemente diferente. Além disso a sensibilidade do olho diminui com o aumento da idade do observador Diferença de Tamanho: Ao observar uma pequena amostra de tecido, quando comparada a uma cortina feita do mesmo tecido, esta pode parecer mais brilhante ou intensa que a amostra. Cores cobrindo grandes áreas tendem a parecer mais intensas que em pequenas áreas. Este efeito é conhecido como "efeito de área". Selecionar cores para grandes áreas baseado em pequenas amostras pode conduzir a equívocos. Diferenças de Fundo: Objetos observados sobre fundo bem escuro parecem mais brilhantes do que são; quando observados em fundo bem claro parecem menos brilhantes do que são. Este efeito é conhecido como "efeito de contraste" e é indesejável para um adequado julgamento de cores Diferenças Direcionais: As superfícies refletem a luz de forma diferente e para diferentes direções. Materiais que refletem com grande direcionalidade apresentam coloração diferente conforme varia a posição relativa entre fonte -> objeto -> observador. Temperatura Correlata de Cor Um corpo aquecido emite radiação eletromagnética, cujo comprimento de onda depende da temperatura do emissor. Com temperaturas até 600 K os comprimentos de onda são maiores que os da faixa visível. Com o aumento da temperatura, o espectro se move para a porção visível. Em torno de K (radiação solar) a emissão está centrada na banda visível. A cor da radiação pode ser definida de acordo com a temperatura do emissor, isto é, temperatura que um corpo negro deve ter para emitir um espectro similar ao da fonte de luz - temperatura da cor correlata em K. A TABELA abaixo mostra a temperatura que o corpo negro deve atingir para emitir luz colorida. 6

7 Temperatura da cor correlata da luz colorida. Cabe salientar que a referência feita a cores quentes ou frias (quanto a sua aparência) tem o significado inverso ao da temperatura da cor. O vermelho "quente" tem na verdade a menor temperatura da cor, enquanto o azul "frio" é emitido pelos corpos a mais alta temperatura. Aparência de Cor As fontes de luz podem ser divididas, com uma certa aproximação, de acordo com sua aparência de cor e temperatura de cor correlata, conforme tabela abaixo Diversas experiências têm mostrado que para uma iluminação de boa qualidade, a aparência de cor das fontes de luz deve estar de acordo com o nível de iluminação. A próxima tabela mostra a aparência de cor em função do nível de iluminação para ambientes iluminados com lâmpadas fluorescentes. Analisando a tabela notase que quanto maior for o nível de iluminação, maior deve ser a temperatura de cor, proporcionando ao ambiente uma aparência de cor mais fria. Variação da aparência de cor em função do nível de iluminação. Vídeo Experiência Philips School 7

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas.

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas. ÓPTICA Conceito A óptica é um ramo da Física que estuda os fenomenos relacionados a luz ou, mais amplamente, a radiação eletromagnética, visível ou não. A óptica explica os fenômenos de reflexão, refração

Leia mais

3º Bimestre. Física II. Autor: Geraldo Velazquez

3º Bimestre. Física II. Autor: Geraldo Velazquez 3º Bimestre Autor: Geraldo Velazquez SUMÁRIO UNIDADE I Óptica Geométrica... 4 1 Natureza Da Luz... 4 2 Conceitos Preliminares... 5 2.1 Raios e Feixes... 5 2.2 Fontes De Luz... 6 2.3 MEIOS ÓPTICOS... 6

Leia mais

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DISCIPLINA: FÍSICA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE MODELO VASCO

Leia mais

Luz e Visão. Capítulo 8 8º ano - CSA

Luz e Visão. Capítulo 8 8º ano - CSA Luz e Visão Capítulo 8 8º ano - CSA 2014 Afinal, o que é luz? Luz é uma forma de transmissão de energia pelo espaço. Como a luz se propaga? Propagação da luz Corpos luminosos: emitem a própria luz. São

Leia mais

Luz e fotografia considerações iniciais

Luz e fotografia considerações iniciais Introdução às técnicas de iluminação luz e óptica 67 Luz e fotografia considerações iniciais Tudo o que a câmera registra se deve à luz, natural ou artificial. A própria palavra "fotografia" significa

Leia mais

Cor e frequência. Frequência ( ) Comprimento de onda ( )

Cor e frequência. Frequência ( ) Comprimento de onda ( ) Aula Óptica Luz visível A luz que percebemos tem como característica sua freqüência que vai da faixa de 4.10 14 Hz ( vermelho) até 8.10 14 Hz (violeta). Esta faixa é a de maior emissão do Sol, por isso

Leia mais

Ciências E Programa de Saúde

Ciências E Programa de Saúde Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Educação Ciências E Programa de Saúde 19 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE SP Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA O trabalho se inicia com uma avaliação diagnóstica (aplicação de um questionário) a respeito dos conhecimentos que pretendemos introduzir nas aulas dos estudantes de física do ensino médio (público alvo)

Leia mais

Física B Extensivo V. 1

Física B Extensivo V. 1 Física B Extensivo V. 1 Exercícios 01) 38 01. Falsa. f Luz > f Rádio 02. Verdadeira. Todas as ondas eletromagnéticas são transversais. 04. Verdadeira. Do tipo secundária. 08. Falsa. Do tipo secundária.

Leia mais

Física. Resolução das atividades complementares. F7 Introdução à Óptica geométrica

Física. Resolução das atividades complementares. F7 Introdução à Óptica geométrica Resolução das atividades complementares 3 Física F7 Introdução à Óptica geométrica p. 10 1 (FMTM-MG) O princípio da reversibilidade da luz fica bem exemplificado quando: a) holofotes iluminam os atores

Leia mais

15/09/2015 1 PRINCÍPIOS DA ÓPTICA O QUE É A LUZ? A luz é uma forma de energia que não necessita de um meio material para se propagar.

15/09/2015 1 PRINCÍPIOS DA ÓPTICA O QUE É A LUZ? A luz é uma forma de energia que não necessita de um meio material para se propagar. O QUE É A LUZ? A luz é uma forma de energia que não necessita de um meio material para se propagar. PRINCÍPIOS DA ÓPTICA A luz do Sol percorre a distância de 150 milhões de quilômetros com uma velocidade

Leia mais

RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA. Daniel C. Zanotta 23/03/2015

RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA. Daniel C. Zanotta 23/03/2015 RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA Daniel C. Zanotta 23/03/2015 O QUE É A REM? A radiação eletromagnética é uma oscilação, em fase, dos campos elétricos e magnéticos. As oscilações dos campos magnéticos e elétricos

Leia mais

Módulo VI Luz e Príncipios da Óptica Geométrica

Módulo VI Luz e Príncipios da Óptica Geométrica Módulo VI Luz e Príncipios da Óptica Geométrica Luz: O omem sempre necessitou de luz para enxergar as coisas a seu redor: luz do Sol, de toca, de vela, de lâmpada. Mas afinal, o que é luz? Luz : é uma

Leia mais

Introdução à Óptica Luz

Introdução à Óptica Luz Introdução à Óptica Luz A luz é uma forma de energia que se propaga nos meios materiais e também no vácuo. A luz emitida pelo Sol estrela mais próxima da Terra chega a nós em 8 minutos e 20 segundos, percorrendo

Leia mais

ÓPTICA GEOMÉTRICA PREGOLINI

ÓPTICA GEOMÉTRICA PREGOLINI ÓPTICA GEOMÉTRICA PREGOLINI ÓPTICA GEOMÉTRICA É a parte da Física que estuda os fenômenos relacionados com a luz e sua interação com meios materiais quando as dimensões destes meios é muito maior que o

Leia mais

1- Fonte Primária 2- Fonte Secundária. 3- Fonte Puntiforme 4- Fonte Extensa

1- Fonte Primária 2- Fonte Secundária. 3- Fonte Puntiforme 4- Fonte Extensa Setor 3210 ÓPTICA GEOMÉTRICA Prof. Calil A Óptica estuda a energia denominada luz. 1- Quando nos preocupamos em estudar os defeitos da visão e como curá-los, estamos estudando a Óptica Fisiológica. Estudar

Leia mais

Fenômeno Físico Como a cor acontece

Fenômeno Físico Como a cor acontece Fenômeno Físico Como a cor acontece Teoria das Cores Definição Expressa uma sensação visual que nos oferece a natureza através dos raios de luz irradiados em nosso planeta. A cor não existe, materialmente

Leia mais

COR. Prof. Wanderlei Paré

COR. Prof. Wanderlei Paré DEFINIÇÃO Cada fonte, ou centro luminoso, emana ondas ou vibrações que, impressionando a vista, dão precisamente a sensação de luz. A luz se compõe de uma mistura de radiações de diferentes longitudes

Leia mais

Espectros de radiação descontínuos e a composição do Universo. Espectros de emissão e de absorção

Espectros de radiação descontínuos e a composição do Universo. Espectros de emissão e de absorção Espectros de radiação descontínuos e a composição do Universo Espectros de emissão e de absorção O Espetro Eletromagnético 2 Auguste Comte A propósito dos astros, no séc. XIX afirma Poderemos determinar

Leia mais

As divisões da óptica

As divisões da óptica ÓPTICA As divisões da óptica Óptica física : Estuda a natureza da luz. Óptica fisiológica: Estuda os mecanismos responsáveis pela visão. Óptica geométrica: Estuda os fenômenos relacionados à trajetória

Leia mais

Iluminação artificial

Iluminação artificial Iluminação artificial 1. Conceitos: 1.1. Luz Luz é a radiação eletromagnética capaz de produzir sensação visual. Essa faixa de radiação eletromagnética tem com comprimento de onda entre 380 a 780 nm (nanômetros),

Leia mais

Elementos de linguagem: A cor

Elementos de linguagem: A cor Profa Ana Rezende Ago /set 2006 A todo o momento recebemos informações através dos sentidos, da visão, do olfacto,... em cada cem informações que recebemos oitenta são visuais dessas, quarenta são cromáticas,

Leia mais

Teoria física sobre a luz, a cor e a visão

Teoria física sobre a luz, a cor e a visão Teoria física sobre a luz, a cor e a visão No século XVII, Newton aproveitou um feixe de luz do Sol, que atravessava uma sala escura, fazendo-o incidir sobre um prisma de vidro. Verificou que o feixe se

Leia mais

Conteúdo 2 - Conceitos básicos de produção gráfica. professor Rafael Hoffmann

Conteúdo 2 - Conceitos básicos de produção gráfica. professor Rafael Hoffmann Conteúdo 2 - Conceitos básicos de produção gráfica professor Rafael Hoffmann Cor Modelos cromáticos - Síntese aditiva/cor-luz Isaac Newton foi o responsável pelo desenvolvimento da teoria das cores. Em

Leia mais

Como Vemos as Coisas? Uma proposta para o ensino de Óptica e Visão no Ensino Fundamental

Como Vemos as Coisas? Uma proposta para o ensino de Óptica e Visão no Ensino Fundamental Como Vemos as Coisas? Uma proposta para o ensino de Óptica e Visão no Ensino Fundamental Valéria Rangel Soares Uma pergunta antiga que desde a Antiguidade despertou a curiosidade do homem. Como Vemos as

Leia mais

Oblíqüo superior. Gira o globo para baixo e para longe do nariz. Reto superior Gira o globo para cima. e para perto do nariz

Oblíqüo superior. Gira o globo para baixo e para longe do nariz. Reto superior Gira o globo para cima. e para perto do nariz Reto superior Gira o globo para cima e para perto do nariz Oblíqüo superior. Gira o globo para baixo e para longe do nariz Reto inferior Gira o globo para baixo e para perto do nariz Reto medial Gira o

Leia mais

cü Çv Ñ Éá wt Ñà vt y á vt

cü Çv Ñ Éá wt Ñà vt y á vt óptica cü Çv Ñ Éá wt Ñà vt y á vt Luz é um agente físico que pode se propagar tanto no vácuo quanto em certos meios materiais, se propaga em linha reta. Óptica física e óptica Geométrica Óptica física

Leia mais

FOTO = luz GRAFIA = escrever

FOTO = luz GRAFIA = escrever Iluminação FOTO = luz GRAFIA = escrever Joseph Nicéphore Niépce - 1826 Por definição, fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície

Leia mais

ÓPTICA GEOMÉTRICA ÓPTICA REFLEXÃO MEIOS DE PROPAGAÇÃO DA LUZ CORPOS TRANSPARENTES CORPOS TRANSLÚCIDOS CORPOS OPACOS

ÓPTICA GEOMÉTRICA ÓPTICA REFLEXÃO MEIOS DE PROPAGAÇÃO DA LUZ CORPOS TRANSPARENTES CORPOS TRANSLÚCIDOS CORPOS OPACOS 12. Num calorímetro de capacidade térmica 8,0 cal/ o C inicialmente a 10º C são colocados 200g de um líquido de calor específico 0,40 cal/g. o C. Verifica-se que o equilíbrio térmico se estabelece a 50º

Leia mais

Introdução ao Sensoriamento Remoto

Introdução ao Sensoriamento Remoto Introdução ao Sensoriamento Remoto Cachoeira Paulista, 24 a 28 novembro de 2008 Bernardo Rudorff Pesquisador da Divisão de Sensoriamento Remoto Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE Sensoriamento

Leia mais

Volume 8 óptica. Capítulo 49 Espelhos Planos

Volume 8 óptica. Capítulo 49 Espelhos Planos Volume 8 óptica Vídeo 49.1 Vídeo 49.2 Vídeo 49.3 Vídeo 49.4 Vídeo 49.5 Vídeo 49.6 Vídeo 49.7 Vídeo 49.8 Vídeo 49.9 Capítulo 49 Espelhos Planos Um feixe de micro-ondas refletido por uma placa metálica plana

Leia mais

1. Analisa a seguinte imagem e responde às questões que se seguem:

1. Analisa a seguinte imagem e responde às questões que se seguem: C.F.Q. 8ºA Outubro 1 1. Analisa a seguinte imagem e responde às questões que se seguem: 1.1. Qual é o detetor de luz? O olho. 1.2. Qual é o recetor de luz? A bola. 1.3. De que cor veremos a bola se ela

Leia mais

É um agente físico capaz de sensibilizar os nossos órgãos visuais.

É um agente físico capaz de sensibilizar os nossos órgãos visuais. É um agente físico capaz de sensibilizar os nossos órgãos visuais. Dispersão da luz Luz Branca v Prisma Vermelho Laranja Amarelo Verde Azul Anil Violeta COR Luz: As Primárias São: Vermelho, Verde e Azul

Leia mais

Instrumentação para Espectroscopia Óptica. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti

Instrumentação para Espectroscopia Óptica. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Instrumentação para Espectroscopia Óptica CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti INTRODUÇÃO Os componentes básicos dos instrumentos analíticos para a espectroscopia

Leia mais

Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano Disciplina: Física Óptica Geométrica. Mecanismos do Eclipse

Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano Disciplina: Física Óptica Geométrica. Mecanismos do Eclipse Lista de Exercícios Pré Universitário Uni-Anhanguera Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano Disciplina: Física Óptica Geométrica 01 - (PUC RJ) A uma certa hora da manhã, a inclinação dos

Leia mais

NOTAS AULAS DE FÍSICA ÓPTICA 05/2015

NOTAS AULAS DE FÍSICA ÓPTICA 05/2015 NOTAS AULAS DE FÍSICA ÓPTICA 05/2015 Professor Danilo Lima Site: estudeadistancia.professordanilo.com PREFÁCIO Estas notas são divulgadas periodicamente no blog estudeadistancia.professordanilo.com A data

Leia mais

Iluminação Fotográfica

Iluminação Fotográfica 1 Iluminação Fotográfica Primeiramente, deveríamos lembrar da necessidade da luz para a realização de uma fotografia. Sem a luz, não há fotografia, expressão que significa gravar com a luz. Logo, a principal

Leia mais

Teoria da Cor TI. Elisa Maria Pivetta

Teoria da Cor TI. Elisa Maria Pivetta Teoria da Cor TI Elisa Maria Pivetta A percepção da cor é um processo complexo, resultante da recepção da luz pelo olho e da interpretação desta pelo cérebro. O que de fato determina a cor de um objeto

Leia mais

Projeto CAPAZ Básico Física Óptica 1

Projeto CAPAZ Básico Física Óptica 1 1 Introdução Ao assistir à aula, você teve acesso a alguns conceitos que fazem parte da física óptica. Refletiu sobre o conceito de luz, seus efeitos, de que forma ela está relacionada à nossa visão e

Leia mais

PROPRIEDADES DA LUZ Ondas Eletromagnéticas ondas eletromagnéticas Velocidade de Ondas Eletromagnéticas O Espectro Eletromagnético

PROPRIEDADES DA LUZ Ondas Eletromagnéticas ondas eletromagnéticas Velocidade de Ondas Eletromagnéticas O Espectro Eletromagnético PROPRIEDADES DA LUZ A luz é a única coisa que nós realmente vemos. Mas o que é a luz? Sabemos que durante o dia a fonte principal de luz é o Sol, e a secundária o brilho do céu. Outras fontes de luz comuns

Leia mais

FÍSICA. e. Impede a saída de água, por ser menor que a

FÍSICA. e. Impede a saída de água, por ser menor que a FÍSICA 01. CA 5 ENEM Nossa pele possui células que reagem à incidência de luz ultravioleta e produzem uma substância chamada melanina, responsável pela pigmentação da pele. Pensando em se bronzear, uma

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Mestrado Profissionalizante 2015 Karla Donato Fook karladf@ifma.edu.br IFMA / DAI Motivação Alguns princípios físicos dão suporte ao Sensoriamento Remoto...

Leia mais

Unidade IV. Aula 18.1 Conteúdo. Óptica, Ser humano e Saúde

Unidade IV. Aula 18.1 Conteúdo. Óptica, Ser humano e Saúde Unidade IV Óptica, Ser humano e Saúde Aula 18.1 Conteúdo Óptica geométrica: Raios de luz convergentes, divergentes e paralelos, Princípios da óptica geométrica; princípio de Fermat; o olho humano. 2 Habilidade

Leia mais

Tipos de cores. Entendendo as cores. Imprimindo. Usando cores. Manuseio de papel. Manutenção. Solucionando problemas. Administração.

Tipos de cores. Entendendo as cores. Imprimindo. Usando cores. Manuseio de papel. Manutenção. Solucionando problemas. Administração. Sua impressora permite que você se comunique em cores. As cores chamam a atenção, indicam respeito e agregam valor ao material ou às informações impressas. O uso de cor aumenta o público leitor e faz com

Leia mais

CALIBRAÇÃO DE UM ESPECTROSCÓPIO DE PRISMA

CALIBRAÇÃO DE UM ESPECTROSCÓPIO DE PRISMA TRABALHO PRÁTICO CALIBRAÇÃO DE UM ESPECTROSCÓPIO DE PRISMA Objectivo: Neste trabalho prático pretende-se: na 1ª parte, determinar o índice de refracção de um poliedro de vidro; na 2ª parte, proceder à

Leia mais

Fundamentos. da Cor. Claudio Dreher de Araujo Número de matrícula: 0519503-9 Curso: Design (420) Teoria da Luz e Cor - EGR5110

Fundamentos. da Cor. Claudio Dreher de Araujo Número de matrícula: 0519503-9 Curso: Design (420) Teoria da Luz e Cor - EGR5110 Fundamentos da Cor Aluno: Claudio Dreher de Araujo Número de matrícula: 0519503-9 Curso: Design (420) Turma: 0195A Disciplina: Teoria da Luz e Cor - EGR5110 Professora: Berenice Gonçalves Data de entrega:

Leia mais

Óptica Básica. www.nsaulasparticulares.com.br Página 1 de 14

Óptica Básica. www.nsaulasparticulares.com.br Página 1 de 14 Óptica Básica 1. (Pucrj 2013) A uma certa hora da manhã, a inclinação dos raios solares é tal que um muro de 4,0 m de altura projeta, no chão horizontal, uma sombra de comprimento 6,0 m. Uma senhora de

Leia mais

Unidade 1 Energia no quotidiano

Unidade 1 Energia no quotidiano Escola Secundária/3 do Morgado de Mateus Vila Real Componente da Física Energia Do Sol para a Terra Física e Química A 10º Ano Turma C Ano Lectivo 2008/09 Unidade 1 Energia no quotidiano 1.1 A energia

Leia mais

FÍSICA E TECNOLOGIAS DA ÓPTICA 414EE TEORIA

FÍSICA E TECNOLOGIAS DA ÓPTICA 414EE TEORIA 1 TEORIA 1. O QUE ACONTECE QUANDO UM FEIXE DE LUZ ATINGE UMA SUPERFÍCIE? Aqui a luz, ao incidir sobre uma superície polida, sore relexão Figura 1 Figura 2 Aqui a luz, ao incidir sobre uma superície da

Leia mais

2.0 A Técnica: A luz e a formação da imagem na TV

2.0 A Técnica: A luz e a formação da imagem na TV 63 Texto extraído de BALAN, W.C. A iluminação em programas de TV: arte e técnica em harmonia. Bauru, 1997. 137f. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Poéticas Visuais) Faculdade de Arquitetura, Artes

Leia mais

REFRAÇÃO DA LUZ - Definições ÂNGULOS - Incidência - Reflexão - Refração Índice de Refração Absoluto de um Meio (n) Analisando as Grandezas

REFRAÇÃO DA LUZ - Definições ÂNGULOS - Incidência - Reflexão - Refração Índice de Refração Absoluto de um Meio (n) Analisando as Grandezas ÓPTICA GEOMÉTRICA MENU DE NAVEGAÇÃO Clique em um item abaixo para iniciar a apresentação REFRAÇÃO DA LUZ - Definições ÂNGULOS - Incidência - Reflexão - Refração Índice de Refração Absoluto de um Meio (n)

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO ANÁLISE DA REFLECTÂNCIA DE ARGAMASSAS. Joaquim Carneiro. Cliente. C - T A C Centro de Território, Ambiente e Construção

RELATÓRIO TÉCNICO ANÁLISE DA REFLECTÂNCIA DE ARGAMASSAS. Joaquim Carneiro. Cliente. C - T A C Centro de Território, Ambiente e Construção Escola de Ciências RELATÓRIO TÉCNICO ANÁLISE DA REFLECTÂNCIA DE ARGAMASSAS Joaquim Carneiro Cliente C - T A C Centro de Território, Ambiente e Construção (Prof. Doutor Said Jalali) Janeiro de 2010 ÍNDICE

Leia mais

ÓTICA e ONDAS. Ótica estudo da luz e dos fenômenos luminosos em geral.

ÓTICA e ONDAS. Ótica estudo da luz e dos fenômenos luminosos em geral. 1 ÓTICA e ONDAS Ótica estudo da luz e dos fenômenos luminosos em geral. Propagação Retilínea da Luz Observando os corpos que nos rodeiam, verificamos que alguns deles emitem luz, isto é, são fontes de

Leia mais

DEFINIÇÃO DE LUZ ONDA PARTÍCULA PROPAGAÇÃO EFEITO FOTOÉLETRICO

DEFINIÇÃO DE LUZ ONDA PARTÍCULA PROPAGAÇÃO EFEITO FOTOÉLETRICO DEFINIÇÃO DE LUZ ONDA PROPAGAÇÃO PARTÍCULA EFEITO FOTOÉLETRICO FONTES DE LUZ Primária Corpo luminoso Secundária Corpo iluminado Incandescente Quente Luminescente Fria Fluorescente c / agente Fosforescente

Leia mais

LUZ E VISÃO. Autores: Arjuna C. Panzera Dácio G. Moura. (Salvador Dali) Tópico nº22 do CBC de Ciências. Habilidades Básicas recomendadas no CBC:

LUZ E VISÃO. Autores: Arjuna C. Panzera Dácio G. Moura. (Salvador Dali) Tópico nº22 do CBC de Ciências. Habilidades Básicas recomendadas no CBC: LUZ E VISÃO Autores: Arjuna C. Panzera Dácio G. Moura (Salvador Dali) Tópico nº22 do CBC de Ciências Habilidades Básicas recomendadas no CBC: Associar a formação de sombras com a propagação retilínea da

Leia mais

DISCIPLINA EFEITOS BIOLÓGICOS DA RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES 1º. QUADRIMESTRE DE 2012

DISCIPLINA EFEITOS BIOLÓGICOS DA RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES 1º. QUADRIMESTRE DE 2012 INTERAÇÃO LASER-TECIDO DISCIPLINA EFEITOS BIOLÓGICOS DA RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES 1º. QUADRIMESTRE DE 2012 1 INTERAÇÃO LUZ-TECIDOS Reflexão Espalhamento Transmissão Refração Absorção Ar Tecido Absorção

Leia mais

Aulas 1 a 3. Introdução à Ótica Geométrica

Aulas 1 a 3. Introdução à Ótica Geométrica Aulas 1 a 3 Introdução à Ótica Geométrica Ótica Geométrica Análise de um fenômeno óptico: Fonte de Luz emite Luz Que se propaga em um Meio óptico E atinge um Sistema óptico Que é responsável Formação da

Leia mais

Módulo Iluminação Artificial

Módulo Iluminação Artificial FAU / USP AUT 262 / 2 Sem. 2008 Módulo Iluminação Artificial Programa 15 set. Luz, Visão e Grandezas Fotométricas 22 set. Fontes Artificiais de Luz e Equipamentos de Controle 29 set. Luminárias e Sistemas

Leia mais

Como são estes olhos e o que eles veem?

Como são estes olhos e o que eles veem? Seção 2 Como são estes olhos e o que eles veem? Esta seção é composta por três conjuntos de painéis e aparatos interativos com o objetivo de mostrar os principais tipos de olhos do reino animal, com ênfase

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL

CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO ANO LECTIVO 2015 2016 CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL MÉTODOS OPTICOS ESPECTROFOTOMETRIA MOLECULAR (UV

Leia mais

Classificação das fontes Todos os corpos visíveis são fontes de luz e podem classificar-se em primária ou secundária.

Classificação das fontes Todos os corpos visíveis são fontes de luz e podem classificar-se em primária ou secundária. Luz: é uma onda eletromagnética, que tem comprimento de onda (do espectro visível) na faixa de 400 nm a 700 nm (nm = nanômetros = 10-9 m). Além da luz visível, existem outras onda eletromagnéticas om diferentes

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO CADERNO DIDÁTICO DAU2062 - CONFORTO AMBIENTAL II Projeto de Ensino Registro GAP N. 016776

Leia mais

f = Polícia Federal - Papiloscopista Física Prof. Rodrigo Luis Rocha ONDULATÓRIA duas cristas consecutivas, ou dois pontos equivalentes.

f = Polícia Federal - Papiloscopista Física Prof. Rodrigo Luis Rocha ONDULATÓRIA duas cristas consecutivas, ou dois pontos equivalentes. ONDULATÓRIA O conceito de onda na diz que onda é uma propagação de energia sem transporte de matéria. As ondas podem ser classificadas quanto à natureza e quanto ao tipo de propagação. Classificação em

Leia mais

GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar

GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar Prof. Dr. Luiz Gonsaga de Carvalho Núcleo Agrometeorologia e Climatologia DEG/UFLA Absorção seletiva de radiação Absorção seletiva

Leia mais

introdução à Óptica Geométrica

introdução à Óptica Geométrica PARTE II Unidade E capítulo 10 introdução à Óptica Geométrica seções: 101 Conceitos fundamentais 102 Princípios da Óptica Geométrica antes de estudar o capítulo Veja nesta tabela os temas principais do

Leia mais

Ficha Formativa Energia do Sol para a Terra

Ficha Formativa Energia do Sol para a Terra ACTIVIDADE PRÁCTICA DE SALA DE AULA FÍSICA 10.º ANO TURMA A Ficha Formativa Energia do Sol para a Terra 1. Na figura seguinte estão representados os espectros térmicos de dois corpos negros, na zona do

Leia mais

Unidade 7. Ondas, som e luz

Unidade 7. Ondas, som e luz Unidade 7 Ondas, som e luz ONDA É uma perturbação ou oscilação que se propaga pelo meio (ar, água, sólido) e no vácuo (ondas eletromagnéticas). Ex: Abalos sísmicos, ondas do mar, ondas de radio, luz e

Leia mais

O olho humano permite, com o ar limpo, perceber uma chama de vela em até 15 km e um objeto linear no mapa com dimensão de 0,2mm.

O olho humano permite, com o ar limpo, perceber uma chama de vela em até 15 km e um objeto linear no mapa com dimensão de 0,2mm. A Visão é o sentido predileto do ser humano. É tão natural que não percebemos a sua complexidade. Os olhos transmitem imagens deformadas e incompletas do mundo exterior que o córtex filtra e o cérebro

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

INFORMAÇÕES TÉCNICAS INFORMAÇÕES TÉCNICAS Luminotécnica - Conceitos Básicos Iluminância Símbolo E Unidade lux (lx) É o fluxo luminoso que incide sobre uma superfície situada a uma certa distância da fonte, ou seja, é a quantidade

Leia mais

(D) A propriedade que permite reconhecer dois sons correspondentes à mesma nota musical, emitidos por fontes sonoras diferentes, é a frequência.

(D) A propriedade que permite reconhecer dois sons correspondentes à mesma nota musical, emitidos por fontes sonoras diferentes, é a frequência. Escola Físico-Química 8. Ano Data Nome N.º Turma Professor Classificação 1. O som é produzido pela vibração de uma fonte sonora. Essa vibração, ao propagar-se num meio material, como, por exemplo, o ar,

Leia mais

Lista de Exercícios de Física II Refração Prof: Tadeu Turma: 2 Ano do Ensino Médio Data: 03/08/2009

Lista de Exercícios de Física II Refração Prof: Tadeu Turma: 2 Ano do Ensino Médio Data: 03/08/2009 Lista de Exercícios de Física II Refração Prof: Tadeu Turma: 2 Ano do Ensino Médio Data: 03/08/2009 1. Na figura a seguir, está esquematizado um aparato experimental que é utilizado para estudar o aumento

Leia mais

Ondas Eletromagnéticas

Ondas Eletromagnéticas Luz e Cor Ondas Eletromagnéticas Uma fonte de radiação emite ondas eletromagnéticas. Possuem diferentes comprimentos de onda. O olho humano é sensível a somente alguns: Distinção das cores Ao falarmos

Leia mais

LUZ: se propaga por meio de ondas eletromagnéticas. É o agente físico responsável pela sensação visual.

LUZ: se propaga por meio de ondas eletromagnéticas. É o agente físico responsável pela sensação visual. LUZ: É uma forma de energia radiante, que se propaga por meio de ondas eletromagnéticas. É o agente físico responsável pela sensação visual. RAIO DE LUZ: É uma representação da propagação da Luz RAIO DE

Leia mais

MÓDULO 9. A luz branca, que é a luz emitida pelo Sol, pode ser decomposta em sete cores principais:

MÓDULO 9. A luz branca, que é a luz emitida pelo Sol, pode ser decomposta em sete cores principais: A COR DE UM CORPO MÓDULO 9 A luz branca, que é a luz emitida pelo Sol, pode ser decomposta em sete cores principais: luz branca vermelho alaranjado amarelo verde azul anil violeta A cor que um corpo iluminado

Leia mais

Física. INSTRUÇÃO: Responder às questões 28 e 29 com base na figura e nas informações abaixo.

Física. INSTRUÇÃO: Responder às questões 28 e 29 com base na figura e nas informações abaixo. Física INSTRUÇÃO: Responder às questões 26 e 27 com base no gráfico e nas informações A velocidade escalar V, em m/s, de um móvel é representada no gráfico, em função do tempo t, em segundos. INSTRUÇÃO:

Leia mais

Aula 3 ORIGEM DA TEORIA QUÂNTICA. Eliana Midori Sussuchi Samísia Maria Fernandes Machado Valéria Regina de Souza Moraes

Aula 3 ORIGEM DA TEORIA QUÂNTICA. Eliana Midori Sussuchi Samísia Maria Fernandes Machado Valéria Regina de Souza Moraes Aula 3 ORIGEM DA TEORIA QUÂNTICA META Apresentar a origem da mecânica quântica e suas conseqüências. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: a. a hipótese quântica de Max Planck e sua aplicação

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Ano Letivo 2014/15 Planificação Grupo 510 8º Ano e 7º( subdomínios em falta) Ciências Físico-Químicas Gestão Temporal 8º

Leia mais

Esta actividade demonstra que a luz branca que vemos habitualmente é na realidade uma mistura de luzes de várias cores.

Esta actividade demonstra que a luz branca que vemos habitualmente é na realidade uma mistura de luzes de várias cores. Disco de Newton As ondas de luz colorida misturam-se para produzir a luz branca. Cartolina Tesoura Régua Marcadores Motor de um brinquedo ou palito de espetadas Suporte universal Recorta um círculo de

Leia mais

Turma: 2201 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni

Turma: 2201 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni Colégio Zaccaria TELEFAX: (0 XX 21) 3235-9400 www.zaccaria.g12.br Lista de exercícios Física II (Recuperação) 2º Período 2014 Aluno(a): N.º Turma: 2201 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni QUESTÃO 1

Leia mais

FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Conteúdo: - Ótica

FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Conteúdo: - Ótica Conteúdo: - Ótica Habilidades: - Entender a propagação da luz e suas aplicações Dispersão da luz A dispersão da luz consiste em um fenômeno onde a luz branca VERMELHO ALARANJADO AMARELO VERDE AZUL ANIL

Leia mais

Nx = C / Vx FISICA PARA O ENSINO MÉDIO - EJA PARTE-3: ÓPTICA GEOMÉTRICA REFRAÇÃO DA LUZ

Nx = C / Vx FISICA PARA O ENSINO MÉDIO - EJA PARTE-3: ÓPTICA GEOMÉTRICA REFRAÇÃO DA LUZ FISICA PARA O ENSINO MÉDIO - EJA PARTE-3: ÓPTICA GEOMÉTRICA REFRAÇÃO DA LUZ 3.1 Introdução a) Refração é propriedade ou fenômeno no qual a luz muda de velocidade ao passar de um meio para outro. Pode ocorrer

Leia mais

NÁLISE FRMCOPÊIC ENSIOS DE POTÊNCI MÉTODOS INSTRUMENTIS Profa. Ms. Priscila Torres Métodos Quantitativos Instrumentais - São mais sensíveis; - Requerem quantidades menores de amostras; - São mais seletivos

Leia mais

TEORIA DA COR NO DESIGN

TEORIA DA COR NO DESIGN FAUPUCRS Design Gráfico TEORIA DA COR NO DESIGN Prof. Arq. Mario Ferreira, Dr.Eng. Outubro, 2011 AXIOMAS NA ÁREA DO DESIGN Projeto cromático tipo e utilização do elemento (objeto ou imagem) tratado; Falta

Leia mais

Aula3 RADIAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR. Josefa Eliane Santana de Siqueira Pinto

Aula3 RADIAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR. Josefa Eliane Santana de Siqueira Pinto Aula3 RADIAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR META Apresentar alguns fenômenos radioativos como fontes de energia do sistema atmosférico e as formas de transmissão de calor, para que o aluno compreenda a instabilidade

Leia mais

Teste de Avaliação 3 B - 08/02/2013

Teste de Avaliação 3 B - 08/02/2013 E s c o l a S e c u n d á r i a d e A l c á c e r d o S a l Ano letivo 2012/2013 Ciências Físico-químicas 8º an o Teste de Avaliação 3 B - 08/02/2013 Nome Nº Turma 1. A figura mostra um feixe de luz muito

Leia mais

Refração da Luz Prismas

Refração da Luz Prismas Refração da Luz Prismas 1. (Fuvest 014) Um prisma triangular desvia um feixe de luz verde de um ângulo θ A, em relação à direção de incidência, como ilustra a figura A, abaixo. Se uma placa plana, do mesmo

Leia mais

As cores são ações e paixões da luz.

As cores são ações e paixões da luz. As cores são ações e paixões da luz. Goethe Robert Delunay, Drama políltico, óleo e colagem sobre cartão, 88,7 x 67,3, 1914 Cada olhar envolve uma observação, cada observação uma reflexão, cada reflexão

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES 2ª SÉRIE

LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES 2ª SÉRIE LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES FÍSICA - A - 2012 ALUNO: TURMA: CARTEIRA: MATRÍCULA: DATA: / / Unidade 01 - Introdução à Óptica Geométrica Unidade 02 - Reflexão da Luz REFAZER OS EXERCÍCIOS DO LIVRO:

Leia mais

Sistema de Radiação Térmica

Sistema de Radiação Térmica Sistema de Radiação Térmica Londrina-Paraná 16 de maio de 2013 Aluna: Thais Gomes Venâncio Sistema de Radiação Térmica Relatório de Laboratório de Moderna I, feito pela aluna Thais Gomes Venancio, ministrado

Leia mais

ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL

ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL ESPECTROFOTÔMETRO - EQUIPAMENTO 6 Ed. Cap. 13 Pg.351-380 6 Ed. Cap. 1 Pg.1-28 6 Ed. Cap. 25 Pg.703-725 09/04/2015 2 1 Componentes dos instrumentos (1) uma fonte estável de

Leia mais

A VIA LÁCTEA, NOSSA GALÁXIA

A VIA LÁCTEA, NOSSA GALÁXIA A VIA LÁCTEA, NOSSA GALÁXIA A Via Láctea é uma faixa de luz tênue e esbranquiçada que percorre todo o céu, formando um anel à nossa volta. É conhecida desde a antiguidade. Somente com o uso do telescópio

Leia mais

Cores Introdução. As cores como fenômenos físicos e químicos. 48 Capítulo 4

Cores Introdução. As cores como fenômenos físicos e químicos. 48 Capítulo 4 Cores Introdução O ser vivo é conectado ao meio ambiente por meio das sensações sonoras, luminosas, gustativas, táteis e olfativas. Portanto, a falta de qualquer um dos órgãos dos sentidos nos traz sérios

Leia mais

Exercícios de Óptica

Exercícios de Óptica Exercícios de Óptica PROFESSOR WALESCKO 22 de dezembro de 2005 Sumário 1 Exercícios 1 2 UFRGS 11 3 Gabarito 24 1 Exercícios 1. A figura abaixo representa um raio de luz que incide no espelho plano E e

Leia mais

Física Experimental - Óptica - luz policromática e laser - EQ045B.

Física Experimental - Óptica - luz policromática e laser - EQ045B. Índice Remissivo... 5 Abertura... 8 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos algarismos 199 são destinadas ao professor.... 8 All of the basic

Leia mais

Refração da Luz Índice de refração absoluto Índice de refração relativo Leis da refração Reflexão total da luz Lentes Esféricas Vergência de uma lente

Refração da Luz Índice de refração absoluto Índice de refração relativo Leis da refração Reflexão total da luz Lentes Esféricas Vergência de uma lente Refração da Luz Índice de refração absoluto Índice de refração relativo Leis da refração Reflexão total da luz Lentes Esféricas Vergência de uma lente Introdução Você já deve ter reparado que, quando colocamos

Leia mais

Espectrofotometria Pro r fe f ssor H elber Barc r ellos

Espectrofotometria Pro r fe f ssor H elber Barc r ellos Espectrofotometria Professor Helber Barcellos Espectrofotometria A Espectrofotometria é um processo de medida que emprega as propriedades dos átomos e moléculas de absorver e/ou emitir energia eletromagnética

Leia mais

CONCEITOS GERAIS 01. LUZ. c = km/s. c = velocidade da luz no vácuo. Onda eletromagnética. Energia radiante

CONCEITOS GERAIS 01. LUZ. c = km/s. c = velocidade da luz no vácuo. Onda eletromagnética. Energia radiante CONCEITOS GERAIS 01. LUZ Onda eletromagnética Energia radiante c = 300.000 km/s c = velocidade da luz no vácuo (01) Um raio laser e um raio de luz possuem, no vácuo, a mesma velocidade OBSERVAÇÕES Todas

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DA CORES

CLASSIFICAÇÃO DA CORES CLASSIFICAÇÃO DA CORES Na nossa vida cotidiana, estamos cercados por cores e as escolhemos regularmente, para nos vestir, decorar nossas casas ou mesmo para comprar um carro. Ter um olhar para as cores

Leia mais

Óptica é a parte da física que estuda a luz: energia radiante (ondas eletromagnéticas) capaz de causar, em nós, a sensação da visão.

Óptica é a parte da física que estuda a luz: energia radiante (ondas eletromagnéticas) capaz de causar, em nós, a sensação da visão. Professor : DUDU Disciplina : Física Óptica (FO) Introdução Óptica é a parte da física que estuda a luz: energia radiante (ondas eletromagnéticas) capaz de causar, em nós, a sensação da visão. Fontes de

Leia mais

Interbits SuperPro Web

Interbits SuperPro Web 1. (Unesp 2014) Uma pessoa está parada numa calçada plana e horizontal diante de um espelho plano vertical E pendurado na fachada de uma loja. A figura representa a visão de cima da região. Olhando para

Leia mais