Novos Rumos na Execução Penal

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1 Novos Rumos na Execução Penal Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais Categoria Tribunal Incentiva a criação e expansão de Associações de Proteção e Assistência aos Condenados Apacs no Estado de Minas Gerais, orientando e apoiando as comarcas interessadas na implantação e desenvolvimento da metodologia. O Projeto Novos Rumos adota o método Apac como política pública de execução penal, visando oferecer uma alternativa para humanização do sistema prisional no estado. Contato: Desembargador Joaquim Alves de Andrade Endereço: Rua Goiás 253 3º andar Belo Horizonte (MG) Telefone: (31) Implementação da prática Em setembro de 2001, por meio da Portaria Conjunta nº 16/2001 do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, foi criada a Assessoria da Presidência para Assuntos Penitenciários e de Execução Penal do Estado, responsável pela implementação do Projeto Novos Rumos, que se iniciou por meio de uma videoconferência para expor a metodologia da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados - Apac simultaneamente para cinco comarcas mineiras. O projeto foi instituído oficialmente pela Resolução nº 433/2004, publicada no Diário do Judiciário de 1º de maio de 2004, mas já vinha implementando estratégias e desenvolvendo ações desde o final de O modelo apaqueano propagado pelo Novos Rumos é o da Apac de Itaúna, instalada na comarca há quase 20 anos, sendo considerada atualmente referência nacional e internacional no tocante à recuperação de presidiários, principalmente por ser o único presídio do mundo a administrar os três regimes de cumprimento de pena fechado, semi-aberto e aberto sem o concurso das polícias civil e militar e de agentes penitenciários. O primeiro aspecto que ensejou a criação da prática é a própria constatação, não só das autoridades judiciárias, mas da própria opinião pública brasileira, de que a realidade do sistema penitenciário comum é degradante,

2 caracterizada por ociosidade, super lotação, promiscuidade e corrupção. Esses fatos impedem o cumprimento da função primordial da pena de prisão, que é a ressocialização do condenado. O segundo aspecto que motivou a implantação do projeto é o que se estabelece no art. 4º da Lei de Execução Penal: o Estado deverá recorrer à cooperação da comunidade nas atividades de execução penal. O Novos Rumos propaga essa premissa legal, ao incentivar o desenvolvimento de Apacs no Estado de Minas Gerais, já que é a própria sociedade civil organizada (3º Setor) que se envolve na ressocialização dos detentos e assume a missão de administrar a Apac na comunidade, em parceria com os poderes públicos (1º Setor) e também de empresas parceiras (2º Setor). O terceiro aspecto é que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais identificou também que a Apac auxilia o juiz e o promotor da comarca na agilização dos processos de execução penal, cuidando detalhadamente da progressão da pena, registrando e acompanhando, dia-a-dia, a situação específica de cada recuperando, oferecendo-lhe uma efetiva assistência jurídica. O quarto aspecto é que a metodologia Apac, ao proporcionar maior índice de recuperação do condenado, traduz-se em medida de defesa social. Numa perspectiva mais ampla, protege a sociedade e promove a paz social. Neste contexto, o TJMG constatou que o crime antes de mais nada é um fenômeno social e não jurídico e que o problema não pode ser resolvido somente pelas autoridades. O problema central detectado, que é a deficiente estrutura carcerária atual, não apresenta resultados efetivos de recuperação. Com isso, o TJMG vem propor, com a implantação do Projeto Novos Rumos, uma nova alternativa de política social penitenciária, feita por meio da metodologia Apac. Ao propagar e incentivar o desenvolvimento de Apacs, o TJMG presta apoio efetivo a uma entidade civil que está inserida no 3º Setor. É o 1º Setor (órgão de Poder TJMG) dando suporte a entidades do 3º Setor, que atuam rompendo com o círculo vicioso existente no sistema penitenciário comum e que oferecem um tratamento novo à questão da ressocialização do preso. O Projeto Novos Rumos tem sede em Belo Horizonte, localizado fisicamente em um gabinete do prédio do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, mas sua aplicação se dá mais pelo interior do estado, por meio da realização dos eventos nas comarcas interessadas na criação e desenvolvimento das Apacs. Nestas comunidades, as audiências públicas são feitas na comarca/ município interessado em criar a Apac (é necessário geralmente ter um auditório que comporte pelo menos 100 pessoas e que disponha de recursos audiovisuais para exibição de vídeo, por exemplo). O mesmo se aplica para um seminário na comarca. Os seminários de capacitação de monitores/voluntários e também de recuperados para todas as Apacs de Minas Gerais são feitos em parceria com a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados e realizados sempre na Apac de Itaúna (onde o interessado terá concomitantemente a oportunidade de assimilar a teoria e a prática da estrutura e funcionamento de uma Apac). Nesses seminários, além da participação dos magistrados como palestrantes, o TJMG/Projeto Novos Rumos fornece material de

3 divulgação e pedagógico para o seminário (folders-convite, apostilas, livros, certificados de participação, crachás, pastas, cartilhas etc.) Além da parceria com a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados FBAC e Apac de Itaúna, o projeto conta com o patrocínio do Banco do Brasil para a produção de todo o material informativo/ promocional do Projeto Novos Rumos/Apacs (vídeos, cartilhas, folders, compra de livros) bem como para realização de eventos nas comarcas e na Apac de Itaúna (audiências, seminários etc.). Ademais disso, para a efetiva implantação e desenvolvimento da Apac local, o Projeto Novos Rumos muitas vezes intercede, a pedido da direção da Apac, junto às prefeituras municipais, bem como com os juízes e promotores, instituições de ensino, empresas e comunidade local, com o intuito de ajudar ou facilitar o processo de instalação e desenvolvimento. Esta prática inova ao difundir nas comunidades o conceito de responsabilidade social, onde a sociedade civil deve se engajar na questão da execução das penas privativas de liberdade, propiciando a mudança da concepção e da cultura sobre o Direito Penal, a pena de prisão e o próprio preso, pois é a sociedade que gera o criminoso e a ela cabe, em parceria com os poderes públicos, propiciar-lhe o tratamento pedagógico adequado a fim de se afastar do crime e levar vida honesta. Nos programas das Apacs, devido à participação voluntária na direção da associação e nas assistências espiritual, médica, odontológica, jurídica, educacional e profissionalizante prestadas ao preso, bem como das contribuições pecuniárias e de material feitas pela sociedade civil local e parceria com as prefeituras, o custo do preso fica em torno de R$ 400,00, ao passo que no sistema penitenciário comum o preso tem um custo em torno R$1.600,00. O Programa Novos Rumos orienta também as Apacs no tocante à construção de prédio específico para funcionamento dos Centros de Reintegração Social, já que um dos elementos fundamentais do método é a construção dessas unidades, dentro de padrões específicos, com separação em três pavilhões distintos - regimes fechado, semi-aberto e aberto. Para isto, a prática disponibilizou para as Apacs projeto arquitetônico padronizado para os centros que abrigam 120, 80 e 40 vagas. Resultados obtidos O Projeto Novos Rumos ao incentivar a expansão de Apacs no estado, identifica nessa entidade civil uma grande parceira: auxilia o Judiciário e o Executivo na execução e administração do cumprimento das penas privativas de liberdade, mostra resultados eficazes na ressocialização do condenado, promove a descentralização do sistema penitenciário e propicia

4 o envolvimento da sociedade civil organizada no trabalho de ressocialização dos detentos. Ao estimular o desenvolvimento de Apacs no estado, o projeto se reveste de grande alcance social, já que o índice de recuperação do condenado está em torno de 90%. A reincidência criminal não passa de 10%, tornandose fator de proteção social e da promoção da paz social. O Projeto Novos Rumos, por estar vinculado a um órgão de poder, confere maior legitimidade às Apacs, que identificam no TJMG um grande aliado, já que existem resistências e até interesses contrariados dentro da própria máquina do estado para o pleno desenvolvimento das Apacs. A experiência do TJMG tem servido de referência para outros estados da Federação interessados em implantar projeto semelhante, como os Estados do Maranhão e do Espírito Santo. Outro fator é a disponibilização de material informativo/ promocional para as Apacs, servindo como material de apoio na propagação do método Apac e também para formação na metodologia. Freqüentemente nas comunidades pode haver uma resistência inicial dos habitantes em implantar a metodologia. Inclusive, essa resistência pode ter origem nas próprias polícias militar e civil locais, já que nas Apacs não há presença de policiais. Neste sentido, o Projeto Novos Rumos desenvolve um trabalho de sensibilização (promovendo as audiências públicas), alertando que o crime é um fenômeno social e não jurídico, e, por isso, o problema não pode ser resolvido só pelas autoridades. Todavia, é necessário que a comissão responsável pela implantação da Apac ou a própria diretoria executiva da Apac, se já estiver instalada, faça um trabalho contínuo de envolvimento da comunidade, captando e mantendo os voluntários. Essas ações são importantes porque ainda existe muito preconceito da sociedade em relação ao preso. Isto se constata quando, algumas vezes, determinada Apac não se consolida devido a esse aspecto, acrescido também da falta de vontade política das próprias autoridades locais (incluindo aí o próprio juiz e promotor da comarca local). Bases para a execução da prática O embrião do projeto começou com as visitas que os juízes recémnomeados faziam à Apac de Itaúna para conhecer a metodologia. Essas visitas começaram a fazer parte da programação do Curso de Formação Inicial ministrado pela Escola Judicial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais aos juízes novatos. Em 2001, o TJMG criou a Assessoria da Presidência para Assuntos Penitenciários e de Execução Penal, responsável pela coordenação do Projeto Novos Rumos na Execução Penal. O projeto, iniciado com a videoconferência para cinco comarcas-polo mineiras, reuniu

5 lideranças locais de cada comarca em conexão com a direção do TJMG e outras autoridades estaduais. Posteriormente, a equipe do projeto começou a divulgar a metodologia para a Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, o Congresso Nacional e o governo estadual. Concomitante a essas ações, passou a atuar também em audiências públicas promovidas por comarcas ou municípios interessados em conhecer a metodologia. Nas comarcas que demonstravam maior interesse, a equipe do Novos Rumos começou a promover em parceria com a comunidade local (sociedade civil organizada e autoridades municipais) seminários sobre a metodologia no sentido de sensibilizar e mobilizar a comunidade local para iniciar o processo de implementação da Apac, por meio de comissão representativa. Em paralelo, a equipe do Novos Rumos levava as comissões instituídas nas comarcas para conhecer a experiência vitoriosa da Apac de Itaúna. Neste entretempo, começa a orientar a criação jurídica das Apacs e dar apoio na capacitação de voluntários e recuperados, por intermédio de seminários e cursos promovidos em parceria com a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC) e Apac de Itaúna. A metodologia Apac passou a integrar não só a programação do Curso de Formação Inicial de Juízes Substitutos, como também da programação dos encontros jurídicos realizados pelo interior do estado, promovidos pela Escola Judicial do TJMG. As etapas do projeto são as seguintes: 1. Com uma audiência pública na comarca interessada inicia-se o trabalho de tentar sensibilizar a comunidade, por meio da convocação dos segmentos sociais mais representativos. Para isto, o Projeto Novos Rumos elabora convites e cartazes para serem distribuídos na comarca. É fornecido material informativo/promocional aos participantes (cartilhas, folders, vídeos explicativos etc.); 2. O passo seguinte é a formação de uma comissão representativa da comarca e os membros da equipe Novos Rumos acompanham essa comissão a uma visita à Apac de Itaúna ou outra Apac implantada; 3. Posteriormente, realiza-se na comarca o seminário sobre a Metodologia Apac para os voluntários interessados em atuar no programa; 4. Nesta etapa é feito o acompanhamento da criação da Apac; 5. Orienta-se a construção do Centro de Reintegração Social; 6. É mantida uma colaboração contínua na promoção da capacitação de voluntários e também de recuperados por meio de seminários para as Apacs implantadas (incorporadas ao calendário dos Novos Rumos em parceria com a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados - FBAC e Apac Itaúna); 7. São feitos articulações para implementar as parcerias das Apacs com o estado, prefeituras, empresas privadas, bancos de desenvolvimento etc.; 8. Orientação e acompanhamento das ações desenvolvidas pelas Apacs instaladas. O tempo gasto para a realização de cada atividade foi o seguinte: Audiência pública na comarca 01 dia; Visita de comissão representativa da comarca à Apac de Itaúna 01 dia; Seminário sobre Metodologia Apac para a comunidade da comarca

6 a realização desses seminários é conforme demanda de cada comarca/apac média de 03 dias; Seminário sobre Metodologia Apac Capacitação de voluntário monitores para as Apacs de MG realizado duas vezes ao ano (em parceria com a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados e Apac Itaúna) média de 04 dias; Jornada de Libertação com Cristo para Recuperados das Apacs de MG realizado uma vez ao ano (em parceria com a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados e Apac Itaúna) média de 04 dias; Seminário sobre Metodologia Apac para juízes recém-nomeados (dentro da programação do Curso de Formação Inicial para Juízes Novatos da Escola Judicial do TJMG 02 a 03 dias, incluindo visita dos juízes-alunos a uma Apac instalada); Palestra sobre Metodologia Apac nos Encontros Jurídicos realizados em comarcas-polo e promovidos pela Escola Judicial do TJMG 03 horas. De acordo com o cronograma do projeto a equipe é formada pelas seguintes pessoas: Coordenador do projeto: desembargador Joaquim Alves de Andrade (desembargador aposentado do TJMG, exerce a função de forma voluntária). Demais membros: Desembargador Sérgio Rezende 2º vice-presidente do TJMG e superintendente da Escola Judicial; Desembargador Baby Curi (desembargador aposentado do TJMG, exerce a função de forma voluntária); Dr. Paulo Antônio de Carvalho (juiz criminal da Comarca de Itaúna, fundador e colaborador efetivo da Apac de Itaúna); Dr. Juarez Morais de Azevedo (juiz criminal da Comarca de Nova Lima, (fundador e colaborador efetivo da Apac de Nova Lima). A equipe conta também com as seguintes colaborações: Desembargadora Jane Ribeiro Silva presidente do Instituto de Ciências Penais; Dr. Herbert Almeida Carneiro juiz da Vara de Execuções Criminais de Belo Horizonte; Dr. Nelson Messias de Morais juiz do 1º Tribunal do Júri de Belo Horizonte. Há ainda a atuação da servidora do TJMG, Marina Carneiro de Rezende de Vilhena (diretora apostilada e assistente especial do projeto) que por meio das diretrizes estabelecidas, elabora as estratégias e implementa as ações, bem como exerce o controle administrativo e financeiro do projeto. Além da experiência judicante dos citados magistrados, toda a equipe teve que se inteirar da metodologia apaqueana, por meio de bibliografia especializada e de seminários. O coordenador do projeto, principalmente, exerce incansavelmente suas funções de propagar a metodologia pelo Estado de Minas Gerais (realiza audiências públicas, expõe o método para diversas entidades, orienta as comunidades interessadas, participa como palestrante em seminário de

7 capacitação de voluntários e de recuperados). Os juízes com experiência em implantação e desenvolvimento de Apacs colaboram também com seus testemunhos nos diversos eventos do projeto. Como a prática está voltada para disseminação do Método Apac, tornou-se necessária a implantação de um sistema de informação. Além de toda a comunicação direta feita pelos magistrados às comarcas/comunidades interessadas (audiências, seminários, reuniões etc.), é adquirida bibliografia especializada do método para distribuição aos interessados, produção e distribuição de material informativo/promocional do Projeto Novos Rumos/Metodologia Apac, tais como: convites, folders, cartilhas, vídeos, banners etc. Para uma comunicação mais ampla com segmentos sociais diversos, foi elaborado o link Projeto Novos Rumos na página do TJMG na internet. Também são atendidas diversas solicitações do público externo interessado via s, correspondências ou atendimento telefônico. Ademais, foi elaborado um banco de dados das Apacs instaladas ou em processo de implantação no estado por meio da remessa anual de questionário de avaliação sobre as Apacs instaladas ou em processo de implantação. Outro aspecto é o fornecimento pelo Projeto Novos Rumos de projeto arquitetônico e planilha de custo padrão para construção dos Centros de Reintegração Social (prédio específico para abrigar a Apac). O orçamento do projeto baseia-se somente na verba de patrocínio do Banco do Brasil. Para o ano de 2005, tomando como base a programação de eventos e produção de material informativo/promocional e da própria disponibilidade da instituição financeira, foi estipulada verba de R$ ,00. O TJMG arca somente com os custos referentes a viagens (diárias de viagem e combustível) realizadas pelos magistrados e servidores do TJMG, quando da realização de reuniões e eventos do Projeto Novos Rumos na Execução Penal do TJMG pelo interior do Estado de Minas Gerais.

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