ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa APELAÇÃO CÍVEL N / 001

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1 ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa APELAÇÃO CÍVEL N / 001 Relator : Des. José Di Lorenzo Serpa. Apelante : Itapuan Botto Targino (Adv.: Luiz Fernando Pires Braga e outros). Apelado : Banco do Brasil S/A (Adv.: Mércia Carlos de Souza e outros). Vistos. Trata-se de Apelação Cível (fls. 68/83), interposta por ltapuan Botto Targino, inconformado com a sentença prolatada pelo Juízo da 5a Vara Cível da Comarca da Capital (fls. 61/66), que extinguiu sem resolução de mérito a ação de cobrança movida pelo ora recorrente em face do Banco do Brasil S/A. O magistrado entendeu que em virtude de a conta poupança do suplicante possuir como data base o dia 21 de cada mês (fls. 27), posterior à edição da MP n 168/90, o Banco do Brasil S/A é parte ilegítima para responder pela aplicação dos índices perseguidos pelo autor, a teor do que estabelece, ainda, a lei n 7.730/89. Nas suas razões recursais, Itapuan Botto Targino aduz, preliminarmente, que a sentença não observou as garantias constitucionais da ampla defesa e do contraditório, bem como assevera ser o Banco do Brasil parte legítima para figurar no pólo passivo da demanda. No mérito, sustenta que o Banco promovido, por forças dos planos econômicos mencionados na inicial, não creditou os valores devidos na sua conta poupança. Ao final, requereu a anulação do julgado para que o recorrido seja intimado para apresentar os extratos de poupança no período mencionado na exordial ou, alternativamente, a aplicação do art. 515, 3 0, do CPC, com a condenação do banco ao pagamento dos expurgos inflacionários. 1/9

2 Foram ofertadas contra-razões, fls. 96/114, rechaçando os argumentos da apelação e pugnando pela manutenção da sentença em todos os seus termos. A Procuradoria de Justiça emitiu parecer (fls. 120/124) opinando pelo provimento do recurso. É o relatório. DECIDO. ADMISSIBILIDADE: Presentes os pressupostos intrínsecos - cabimento, legitimidade e interesse para apelar - e extrínsecos - tempestividade, regularidade formal, preparo e inexistência de fato impeditivo ou extintivo do direito de recorrer. As partes foram intimadas da sentença através do DJ do dia 26/10/2007, como se afere da certidão de fls. 67. A apelação foi interposta em 05/11/2007 (fls. 68), portanto, tempestivamente, nos termos do art. 508 do CPC. Isento de preparo, face a gratuidade judiciária concedida às fls. 29. Juízo de admissibilidade positivo. PRELIMINARES DA INFRINGÊNCIA ÀS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS DA AMPLA DEFESA E DO CONTRADITÓRIO Não houve qualquer desrespeito aos princípios constitucionais, pois, ao reconhecer a ilegitimidade passiva do Banco do Brasil S/A, o magistrado julgou antecipadamente a lide, extinguindo o feito sem adentrar na discussão de mérito. Além disso, não cabe ao recorrente trazer esses argumentos, uma vez que o despacho de fls. 29 inverteu o ônus da prova, impondo ao Banco a responsabilidade pela não produção das provas que lhe competia, em especial a apresentação dos extratos. 2/9

3 Assim, rejeito tal preliminar. DA LEGITIMIDADE PASSIVA DO BANCO RÉU As instituições financeiras respondem, na medida em que depositárias dos valores mantidos em caderneta de poupança e com quem o cliente mantinha vínculo, por diferenças impagas decorrentes de planos econômicos. Portanto, deve ser acatada a preliminar, reconhecendo a legitimidade do Banco do Brasil S/A para figurar no pólo passivo da demanda. Com relação ao Plano Collor I e II, também merece acolhimento tal prefaciai, uma vez que existe entendimento pacificado no sentido que o Banco depositário, no caso o apelado, tem legitimidade para responder pela remuneração das cadernetas de poupança até o limite de NCZ$ ,00 (cinqüenta mil cruzados novos), quando então estes depósitos foram compulsoriamente repassados para o Banco Central do Brasil, momento em que este passa a ser legítimo para responder pelos valores depositados. de Justiça: Nesse sentido o entendimento do E. Superior Tribunal ADMINISTRATIVO. CADERNETA DE POUPANÇA. CRUZADOS NOVOS BLOQUEADOS. MP N. 168/90. LEI N /90. LEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. BACEN. BANCO DEPOSITÁRIO. 1. Atribuise ao Banco Central a responsabilidade pela correção monetária dos ativos financeiros bloqueados na forma da Medida Provisória n. 168/90 (convertida na Lei n /90) desde a data em que lhe foram transferidos os respectivos valores, cabendo aos bancos depositários responder pela correção monetária dos depósitos de poupança com datas de aniversário anteriores à transferência dos recursos ao Bacen. Precedentes. (...) 3. Recurso especial do Bacen provido. Recurso especial do requerente parcialmente conhecido e, nessa parte, provido. (REsp /RJ, Rel. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, SEGUNDA TURMA, julgado em , DJ p. 360) (grifei). 3/9

4 "ECONÔMICO. PROCESSUAL CIVIL. CADERNETA DE POUPANÇA. BANCO DEPOSITÁRIO. LEGITIMIDADE. CADERNETA DE POUPANÇA. CORREÇÃO MONETÁRIA. CRITÉRIO. IPC DE JANEIRO DE 1989 (42,72%). I Pertence ao banco depositário, exclusivamente, a legitimidade passiva ad causam para as ações que objetivam a atualização das cadernetas de poupança pelo índice inflacionário expurgado pelo Plano verão (MP n.32 e Lei n /89)... (RESP /SP, REL. MIN. ALDIR PASSARINHO JÚNIOR, )" (Grifei). PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO ESPECIAL. PLANOS COLLOR I E II. CORREÇÃO MONETÁRIA. CRUZADOS NOVOS RETIDOS. MEDIDA PROVISÓRIA N 168/90 E LEI N 8.024/90. BTNF. PRECEDENTES DESTA CORTE. SÚMULA 83/STJ. 1. O Banco Central do Brasil ostenta, em princípio, legitimidade passiva ad causam para responder pela correção monetária dos cruzados novos retidos pela implantação do Plano Collor. 2. Os bancos depositários são responsáveis pela correção monetária dos ativos retidos até o momento em que estes foram transferidos ao Banco Central do Brasil. Conseqüentemente, os bancos depositários são legitimados passivos quanto à pretensão de reajuste dos saldos referente ao mês de março de 1990, bem como ao pertinente ao mês de abril do mesmo ano, referente às contas de poupança cujas datas de aniversário ou creditamento foram anteriores à transferência dos ativos. 3. O IPC é o índice a ser utilizado para a correção monetária dos ativos retidos até a transferência destes para o BACEN. Após esta data, e, no mês de abril de 1990, para as contas de poupança com aniversário na segunda quinzena, incide o BTNF, na forma do art. 6, 2, da Lei 8.024/ A correção dos ativos retidos, de responsabilidade do BACEN, deve ser realizada pelo BTNF, inclusive relativamente a março de

5 Precedente: REsp ; Relatora Ministra ELIANA CALMON; SEGUNDA TURMA; DJ p Agravo regimental a que se nega provimento. (AgRg no Ag /SP, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em , DJ p. 362) (grifei). Dessa forma, acato a preliminar, reconhecendo a legitimidade passiva do Banco do Brasil S/A para figurar no pólo passivo da demanda. Porém, pelo princípio da causa madura, prescrito no art. 515, 3, do CPC e pelo direito das partes em obter uma resposta efetiva das pretensões submetidas ao Poder Judiciário, bem como em homenagem aos princípios da celeridade e economia processual, aprecio o mérito da causa, por ser impositiva a manifestação deste Colegiado. MÉRITO No mérito, depreende-se que o recorrente busca a diferença monetária relativa a índices de reajuste da caderneta de poupança que teriam sido inobservados pelo apelado, referente aos Planos Bresser, Verão, Collor I e Collor II. Neste cenário, a matéria não comporta maiores digressões, diante do entendimento reiterado do Superior Tribunal de Justiça, que já se manifestou sobre o assunto. Pois bem, a pretensão recursal merece provimento em parte, para que sejam deferidas as correções relativas aos Planos Collor I e Observe-se que a obrigação de respeito ao direito adquirido, resultante de um ato jurídico perfeito, assegurado constitucionalmente (art. 5, inciso XXXVI), impõe-se até mesmo às leis de ordem pública, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal: CADERNETA DE POUPANÇA. Ato jurídico perfeito (artigo 5 0, XXXVI, da Constituição Federal). - O princípio constitucional do respeito ao ato jurídico perfeito se aplica também, conforme é o entendimento desta Corte, às leis de ordem pública. Correto, portanto, o acórdão recorrido ao julgar que, no caso, ocorreu 5/9

6 afronta ao ato jurídico perfeito, porquanto, com relação à caderneta de poupança, há contrato de adesão entre o poupador e o estabelecimento financeiro, não podendo, pois, ser aplicada a ele, durante o período para a aquisição da correção monetária mensal já iniciado, legislação que altere, para menor, o índice dessa correção. Recurso extraordinário não conhecido. RECURSO EXTRAORDINÁRIO /RS - Ministro MOREIRA ALVES. No tocante ao Plano Bresser (julho de 1987), como dito na sentença, o recorrente não tem nenhuma diferença a ser pleiteada, tendo em vista que a conta poupança só foi aberta em 21/09/1988 (comprovante de fls. 25). Quanto ao Plano Verão, o Superior Tribunal de Justiça firmou entendimento de que nas contas-poupança abertas ou renovadas em 16 de janeiro de 1989 em diante, incide a sistemática estabelecida pela Lei n /89 então em vigor. Ressalte-se que a correção monetária só deve incidir pelo índice de 42,72%, se a data-base era anterior à Medida Provisória n 32, publicada no D.O.0 em 16/01/89, posteriormente transformada em lei (Lei n 7.730/89). Nesse diapasão: CADERNETA DE POUPANÇA. CORREÇÃO MONETÁRIA. CRITÉRIO. IPC DE JUNHO DE 1987 (26,06%). PLANO BRESSER. IPC DE JANEIRO DE 1989 (42,72%). PLANO VERÃO. I - O Superior Tribunal de Justiça já firmou, em definitivo, o entendimento de que no cálculo da correção monetária para efeito de atualização de cadernetas de poupança iniciadas e renovadas até 15 de junho de 1987, antes da vigência da Resolução n /87-BACEN, aplica-se o IPC relativo àquele mês em 26,06%. Precedentes. II O Superior Tribunal de Justiça já firmou, em definitivo, o entendimento de que no cálculo da correção monetária para efeito de atualização de cadernetas de poupança iniciadas e renovadas até 15 de janeiro de 1989, aplica-se o IPC relativo 6/9

7 àquele mês em 42,72% (Precedente: REsp n /SP, Relator Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira, DJU de ). Todavia, nas contas-poupança abertas ou renovadas em 16 de janeiro de 1989 em diante, incide a sistemática estabelecida pela Lei n /89 então em vigor. III - Agravo regimental desprovido. AGRAVO REGIMENTAL no RECURSO ESPECIAL / RS - Ministro ALDIR PASSARINHO JUNIOR DIREITO ECONÔMICO E PROCESSUAL CIVIL. PLANO VERÃO. CADERNETA DE POUPANÇA. LEI N 7.730/89. INAPLICABILIDADE. PRESCRIÇÃO. I - Inaplicável a Lei 7.730/89 às cadernetas de poupança com período mensal iniciado ou renovado até 15 de janeiro de 1989, devendo incidir o IPC, no percentual de 42,72%. A referida lei, entretanto, incide sobre as contas com data de aniversário posterior, ou seja, a partir da segunda quinzena daquele mês. II - Aos juros remuneratórios incidentes sobre diferenças de expurgos inflacionários em caderneta de poupança não se aplica o prazo prescricional do artigo 178, 10, III, do Código Civil de Agravo provido em parte. AGRAVO REGIMENTAL no RECURSO ESPECIAL / SP - Ministro CASTRO FILHO Com isso, verificando que a data-base da conta poupança do recorrente é dia 21 (documento de fls. 25), o mesmo não faz jus à diferença pleiteada. Por outro lado, o recorrente tem direito aos expurgos inflacionários referentes aos Planos Collor I e II, até o limite de NCZ$ ,00 (cinqüenta mil cruzados novos). Quanto ao Plano Collor I, incide o IPC no período de sua implantação primeira quinzena de março de 1990, por força da Medida Provisória n 168/90, convocada pela Lei n 8.024/90, cuja variação foi de 84,32% em março de 1990, 44,80% em abril de 1990, 9,55% em junho de 1990, 12,92% em julho de Registro, ainda, que a correção devida diz somente com a parcela que permaneceu depositada na instituição financeira, descabendo condenação quanto aos valores 7/9

8 depositados em conta individualizada junto ao BACEN. A propósito: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. POUPANÇA. PLANO BRESSER (JUNHO DE 1987) E PLANO COLLOR I (ABRIL DE 1990). Ilegitimidade passiva da instituição financeira. Plano Collor I. Cruzados bloqueados. lnocorrência. Pleiteando o autor a diferença de remuneração da caderneta de poupança somente no que diz respeito aos valores não bloqueados pelo Plano Collor I, é de ser reconhecida a legitimidade passiva do réu, porquanto permaneceu na administração dos referidos valores. Correção monetária da caderneta de poupança. Aplicação do IPC de junho de 1987 (26,06%) e abril de 1990 (44,32%) até o limite de NCz$50.000,00. Precedentes do STJ. Uma vez que o apelante creditou valores inferiores aos patamares referidos, deve complementar a diferença, conforme determinado na sentença. Precedentes do STJ. REJEITARAM A PRELIMINAR E, NO MÉRITO, DERAM PROVIMENTO. UNÂNIME. (Apelação Cível N , Segunda Câmara Especial Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Sergio Luiz Grassi Beck, Julgado em 28/08/2007) (grifei). Em relação ao Plano Collor II, até a edição da MP n 294, de , após convertida na Lei n 8.177/91, os depósitos em caderneta de poupança, não bloqueados, deveriam ser corrigidos pela variação nominal do Bônus do Tesouro Nacional (BTN), nos termos do arts. 1 e 2 da Lei n de , com índices de 13,69% em janeiro de 1991 e 13,90% em março de A propósito: CADERNETA DE POUPANÇA. REMUNERAÇÃO NO MÊS DE JANEIRO DE PLANO COLLOR II. VALORES DISPONÍVEIS. LEGITIMIDADE PASSIVA DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. DIREITO ADQUIRIDO. 1. A instituição financeira é parte legítima para figurar no pólo passivo de ação de cobrança, na qual busca o autor receber diferença não depositada em caderneta 8/9

9 de poupança no mês de janeiro de 1991, relativamente a valores não bloqueados. 2. Os critérios de remuneração estabelecidos na Medida Provisória n 294, de , convertida na Lei n 8.177, de , não têm aplicação aos ciclos mensais das cadernetas de poupança iniciados antes de sua vigência. 3. Recurso especial não conhecido. (REsp /AL, Rel. Ministro CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO, TERCEIRA TURMA, julgado em , DJ p. 192) (grifei). Ante o exposto e com fulcro no art. 557, 1 -A, do CPC, reconheço a legitimidade do Banco do Brasil S/A para figurar no pólo passivo da demanda e DOU PROVIMENTO PARCIAL AO APELO para condená-lo a pagar ao recorrente as diferenças pleiteadas referentes à caderneta de poupança n , no tocante aos Planos Collor I e II, observado o limite de NCZ$ ,00 (cinqüenta mil cruzados novos), devidamente corrigidas. Custas e honorários rateados em partes iguais, nos termos do art. 21, caput, do CPC, observado o art. 12 da Lei 1060/50, no que tange ao apelante. Publique-se. Intime-se. João Pessoa, 26 de maio de Des. JOSÉ I LORENZO SERPA Relator 9/9

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