CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DA CIDADE CRATO: REFLEXÕES SOBRE A PARTICIPAÇÃO POPULAR NA ELABORAÇÃO DO CÓDIGO DE MEIO AMBIENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DA CIDADE CRATO: REFLEXÕES SOBRE A PARTICIPAÇÃO POPULAR NA ELABORAÇÃO DO CÓDIGO DE MEIO AMBIENTE"

Transcrição

1 CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DA CIDADE CRATO: REFLEXÕES SOBRE A PARTICIPAÇÃO POPULAR NA ELABORAÇÃO DO CÓDIGO DE MEIO AMBIENTE Danilo Ferreira Ribeiro 1 Universidade Regional do Cariri - URCA RESUMO: Este trabalho versa sobre um dos objetivos da Conferência Municipal de Meio Ambiente da Cidade do Crato Ceará, realizada no ano de 2007, qual seja, conhecer e sistematizar as demandas da população do Crato que digam respeito à problemática ambiental, a fim de se elaborar um código que tutele a matéria. Dentre outros motivos, pontuamos principalmente a intenção do governo municipal de criar os procedimentos de licenciamento ambiental para obras e empreendimentos que apresentem potencial poluidor/degradador do meio ambiente. As categorias teóricas utilizadas dizem respeito à problematização da legitimidade política dos mecanismos de participação popular utilizados nesta conferência. PALAVRAS-CHAVE: Capitalismo; Democracia; Processo legislativo; Participação popular; Gestão dos problemas ambientais INTRODUÇÃO As reflexões desenvolvidas aqui se tratam um artigo-relato, fruto da vivência, durante dez meses, na Secretaria de Meio Ambiente e Controle Urbano da cidade do Crato (doravante SEMAC/Crato). Esse período na SEMAC/Crato é relativo ao tempo em que estive ocupado um cargo público efetivo na Prefeitura Municipal do Crato. Desde esse período, já pontuava, dentro da própria secretaria, a crítica que aqui é posta como considerações científicas. Esta pesquisa decorreu de um trabalho da disciplina de direito ambiental 2, da graduação em direito da Universidade Regional do Cariri URCA, então há limitação do corpus, além do objeto ter sido buscado nas reminiscências do período em que fui servidor municipal, como dito acima. Centramos nossa crítica, então, na intervenção popular, através da Conferência Municipal de Meio Ambiente, no processo de elaboração de um código municipal que tutelará a matéria ambiental e possibilitará a implantação de um Sistema Municipal de Meio Ambiente. 1 Danilo Ferreira Ribeiro é estudante da graduação em Direito da Universidade Regional do Cariri URCA e foi servidor público da Secretaria de Meio Ambiente e Controle Urbano de Crato Ceará. Concentrou suas pesquisas, na iniciação científica nas áreas da Sociologia Jurídica, Direitos Humanos e Teoria da Subalternidade. Milita no Programa de Assessoria Jurídica Estudantil - PAJE. 2 Este trabalho foi escrito originalmente para a conclusão da disciplina de Direito Ambiental, no IX semestre da faculdade, então não há aqui a pretensão de uma abordagem mais aprofundada do ponto de vista da questão ambiental.

2 A realização da I Conferência do Meio Ambiente do Crato ocorreu entre maio e junho de 2007, tendo havido duas fases distintas: uma chamada de Conferências Distritais, a qual percorreu todos os distritos do município, inclusive a sede, a fim de colher as demandas da população relativas à questão ambiental; a segunda fase foi a Conferência Municipal propriamente dita, a qual debateu os temas que foram sistematizados a partir das demandas apontadas nas Conferências Distritais. Essa Conferência do Meio Ambiente do Crato foi o início da estratégia usada pela SEMAC/Crato para iniciar, no âmbito do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente COMDEMA os debates sobre um texto de anteprojeto de código ambiental para ser enviado à câmara municipal. Um dos fatores que nos levaram a travar essa investigação científica é a constatação de que o século que passou foi uma praga de maldade e lixo (como diz Raul Seixas), ou seja, se no início do Séc. XX tinha-se em vista a possibilidade do capitalismo depredar significativamente a natureza, hoje se tem a certeza que este modo de produção findará com a totalidade do meio ambiente se continuar a explorá-lo como tem feito nas últimas décadas. Os resultados práticos disso são sentidos principalmente pelas classes espoliadas que vivenciam diretamente, a cada desastre ambiental, o colapso do planeta. Então essa é a premissa básica da qual partimos: a degradação da natureza é fruto do desenvolvimento capitalista, e só poderá haver expectativas de mudança na devastação do planeta se houver modificação na base estrutural da produção social e econômica. Quando trazemos capitalismo, democracia, processo legislativo, participação popular, gestão dos problemas ambientais, etc. ao centro de um debate acadêmico, estamos diante de uma necessidade de reflexão muito profunda. Não é possível se limitar a ciência do direito nem ao direito ambiental. Não bastam os princípios, as jurisprudências, tampouco as leis não bastam, como diz a poesia de Drummond. É necessária uma compreensão que envolva uma articulação entre o direito, a ciência política, a sociologia e a crítica a economia política. Portanto, a base teórica que situa nossa investigação circunda entre teorias relativas democracia participativa de Paulo Bonavides e Maria Vitória Benevides, a participação política e povo de Enrique Dussel. PROCESSO DE PARTICIPAÇÃO POPULAR E NECESSIDADES DE GESTÃO AMBIENTAL Objetivamente, não há de se fazer grandes divagações sobre como se daria a gestão popular, ou como estaria o meio ambiente, caso o internacionalismo revolucionário tivesse sido vitorioso no tempo dos bolcheviques. O que temos é um sistema capitalista, neoliberal, assentado politicamente na legitimidade social de uma forma de democracia. Eis a democracia burguesa, em seu Estado, e é sobre

3 essa base que temos que estruturar nosso pensamento. Mandel (apud QUEIROZ) elabora uma compreensão do tema: ilusão de um Estado democrático acima das classes, árbitro real e conciliador das oposições de classe, pode mais facilmente ser aceite no seio da classe operária. Se o teórico belga fala da facilidade que a classe operária tem em aceitar os princípios da democracia burguesa, avançamos para o entendimento de que esta facilidade de aceitação atinge a todo o povo (DUSSEL apud VIEIRA, 2003.), compreendido como categoria além do proletariado, incluindo, além deste, todos os setores oprimidos e espoliados das camadas populares. Então eis já aqui uma definição de que trabalharemos com a categoria proposta por Dussel, por parecer mais adequada a conjuntura de nossa realidade. Então, em uma delimitação necessária, temos alguns elementos: o Crato é uma cidade com características muito sugestivas para debates relativos à seara de proteção e defesa do meio ambiente. Nesta cidade há uma Área de Proteção Ambiental e uma Floresta Nacional, por conta da Chapada do Araripe, uma formação geológica na qual há uma infinidade de espécies naturais e fontes naturais de água. Como ocorre na maioria dos lugares onde há essas características naturais, existe uma correspondente degradação da natureza. Essa constatação, por si, nos traz a premência de se estabelecer debates a fim de barrar a degradação e promover a estabilidade da natureza. Nesse contexto, o Estado arvora-se, por suas leis e demais meios de legitimação, no capacitado a organizar a proteção e sancionar os delitos, ao mesmo tempo em que chama a sociedade para compartilhar as responsabilidades pela proteção da natureza. Lembremos o art. 225 da CF: Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.. Logo voltaremos a esse tema do chamado que o Estado faz a participação popular. O que nos é fundamental agora é notar que o estado de degradação da natureza, da caatinga, e especialmente da referia Chapada do Araripe é um fato evidente para todas as pessoas da cidade, e por isso integra repertório discursivo do poder público municipal para difundir a sua urgência por uma lei, um código, que gerencie o meio ambiente da cidade. Desse modo, para integração à Política Nacional do Meio Ambiente (L /1981), através do Sistema Nacional do Meio Ambiente, e para a criação do Sistema Municipal, o município utiliza-se principalmente da Resolução do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) Nº 237, de 19 de dezembro de 1997, que dispõe sobre processo de licenciamento ambiental como norte de suas necessidades. Vejamos então que temos aqui o elo que liga todos os pontos desta seção de nosso texto. O município do Crato, assim como tantos no país, enfrenta um sério problema no meio ambiente; o

4 município é competente, junto às outras esferas do poder executivo, para legislar e gerir parte das questões ambientais; a legislação federal regulamenta a possibilidade específica dos municípios fazerem licenciamento ambiental. Comecemos pelo último elemento enumerado acima, o licenciamento ambiental. Trata-se de um processo administrativo que libera certos negócios, investimentos, construções etc. para serem executados, desde que cumpram os requisitos de não causarem grandes danos a natureza. Nos termos da norma do CONAMA citada, licenciamento ambiental é: procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis. A gestão do meio ambiente, que, dentre outros elementos, utiliza-se do procedimento de licenciamento, é trazido, nos moldes do Art. 225 da CF referido acima, como múnus coletivo. FUKS (1998) elucida: Outra forma de apreciar o caráter universal do meio ambiente diz respeito à sua qualidade de "bem público". Nesse caso, assim como os bens públicos produzidos pelo Estado, a proteção do meio ambiente visa ao atendimento de algo definido como uma necessidade da sociedade como um todo. Uma das formulações mais bem elaboradas do meio ambiente enquanto bem público encontra-se na legislação. No âmbito do direito internacional, o meio ambiente vem sendo considerado, desde a década de 70, um "bem comum da humanidade" e vem evoluindo no sentido de se referir ao "interesse comum da humanidade". Em sintonia com esses princípios, no Brasil, o elemento comum, dentre os princípios que presidem a proteção jurídica do meio ambiente, é a universalidade do sujeito, assim como do objeto desse interesse: ao elegê-lo como um bem público, o legislador supõe a existência difusa e homogênea desse interesse por toda a sociedade. De toda forma, para atuação materializada e controladora, o Estado ainda está numa posição privilegiada, devido seus instrumentos de coerção e legitimação social. Assim, só o Estado pode legislar e distribuir os limites de atuação de sujeitos diversos de si. Investido no poder de polícia, utilizando o exemplo do licenciamento ambiental, o Estado não entrega a outrem o arbítrio para dar permissão de obras que impliquem danos ao meio ambiente. Esse fato se dá, para nós isso é claro, porque o Estado defende interesses, que não são exatamente o interesse de todos os setores da sociedade, não é tampouco o bem comum, mas na verdade os interesses de quem dirige o ser estatal. Ora, para os grupos dirigentes, que serão necessariamente os donos de negócios que podem causar grandes danos a natureza, seria muito complicado não ter nas mãos os instrumentos de tutela ambiental. Não desprezamos, todavia, as possibilidades de setores sociais que defendem interesses progressistas, quando contrários aos da classe

5 dominante, utilizarem os mecanismos de controle criados pelo próprio Estado para lutar para assegurar a garantia de certos direitos. No caso pontual do nosso objeto, o município do Crato partindo da necessidade de compartilhar com a sociedade a gestão ambiental, através de seu COMDEMA, e sabendo que tem a disposição o instrumento do licenciamento ambiental, dentre tantos outros resolve por em voga a discussão sobre seus problemas ambientais. A média da sociedade tem algum posicionamento sobre a temática, fala FUKS (idem), pois, embora haja obstáculos, o Brasil apresenta um solo propício para a emergência e incorporação da temática ambiental. Eis que surge, então, o instrumento de diálogo do povo com o Estado, materializado no ente municipal, qual seja, a Conferência Municipal de Meio Ambiente. A estrutura organizativa da referida conferência, pelo menos retoricamente, visava principalmente a saber quais as demandas populares relativas ao meio ambiente. O espaço deveria ser voltado para o povo anunciar e dizer ao Estado quais suas necessidades sobre a temática, e quais as propostas para modificação da problemática ambiental. Da participação do povo e da sistematização das suas demandas até a elaboração do primeiro ante-projeto de código, situa-se nosso material. O método de avaliação desse objeto, como dito, trata-se de uma abordagem dialética, a luz de teorias já explanadas no início deste artigo. DEMOCRACIA DOS INTERESSES E A GESTÃO DO MEIO AMBIENTE COMO POTENCIAL ARRECADADOR Então, acima, elaboramos uma linha racional que leva do problema mais geral do meio ambiente à necessidade prática dos gestores públicos municipais do Crato de tutelarem a matéria. A constatação a que chegou a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Controle Urbano foi que, devido às possibilidades que as normas a concediam, era urgente que o município tivesse uma legislação sistematizada sobre meio ambiente. Sem escusa dos demais motivos, sabemos que foi a possibilidade de proceder ao licenciamento ambiental nas obras e empreendimento no município a mola propulsora da idéia. A legislação exige, dentre outras coisas, para que o município possa proceder ao licenciamento ambiental, um COMDEMA e uma lei que regulamente o processo. Dessa forma, a secretaria levou para o COMDEMA a proposta de construir uma Conferência Municipal, que, além de levar encaminhamentos para as conferências regional, estadual e nacional, definisse as demandas da população para elaborar o código. Ora, temos aqui o começo de um processo que, desde seu início, nominou-se democrático e participativo. Parece, a nós, que temos um momento de tentativa de reproduzir a idéia de que se estabelece uma forma de democracia direta, segundo a proposta de Paulo Bonavides (1995: 352): forças sociais emergem, vindas da parte mais profunda da Sociedade, forcejando por impor ao sistema político renovação e eficácia. E o discurso era mesmo esse, o poder

6 escutaria o povo. Parece estarmos diante da lição de Tavares (2003:27): O Executivo, por meio dos conselhos populares, abre espaço para que os diversos setores da sociedade, inclusive os antes desprezados, tratados como inimigos, possam propor políticas públicas. Enfim, não é só na seara do meio ambiente que observamos esse chamado do Estado para a participação popular, mas em vários setores, todavia é neste campo que recortamos nossas perspectivas teóricas. À pretexto de participação popular e democracia, o que houve na verdade foi um evento voltado essencialmente para legitimar um código que possibilitasse o município a fazer licenciamento ambiental, e para isso o povo foi chamado para legitimar os interesses da administração municipal, num processo pouco ou nada dialógico, sem qualquer tensão política, ou opinião contrária de setores sociais organizados. Não tememos ser levianos ao fazer essa afirmação, pois em vários momentos a administração não se constrangeu em deixar bastante claro que não poderia deixar o Estado federado fazer os licenciamentos que o município poderia fazer, isso exclusivamente porque o processo de licenciamento pode render muito dinheiro para os cofres do município. Trazemos para esse contexto a leitura de Mareia Vitória Benevides (1994: 8): O Estado capitalista é pródigo na retórica e na prática de fazer concessões, no sentido da tutela limitada e discriminada de direitos sociais ou políticos, mas isso ele só faz para uns poucos, construindo uma cidadania parcial, desequilibrada e excludente. Não afirmamos aqui que não haja uma boa vontade de setores que integram a administração municipal, e principalmente o COMDEMA, em diminuir o processo de escamoteamento da natureza no município. Todavia, não achamos que essa Conferência, tampouco o Conselho, seja um espaço efetivo de desconstrução e problematização do estado de degradação ambiental em que vivemos. Na verdade, são muito mais lugares de cooptação de setores populares, e, principalmente, de legitimação de ações do grupo dirigente, que se arvora na condição de democrática e inquestionável. CONCLUSÕES, OU MESMO CONSIDERAÇÕES PARCIAIS E LIMITADAS PARA FINALIZAR Não somos apologistas da ciência como verdade inquestionável, ou como avaliação isenta e neutra da realidade. De toda forma, sabemos que a pesquisa científica demanda uma sistematização mínima, para ter legitimidade. Este estudo é, na verdade, um artigo-relato, como dito no início, buscado nas nossas memórias, e não havia outro caminho para a consecução precípua da finalidade deste escrito, que era ser apresentado na disciplina de direito ambiental, e resolvemos utilizar também como comunicação científica. Nossa área de abordagem teórica trabalhada em pesquisas de iniciação científica

7 é outra, o que nos impossibilita de trazer algo muito inovador ou aprofundado sobre o tema aqui tratado, e é sabido que a graduação em direito, absurdamente tecnicista, não é voltada para elaborações científicas. Então, dentro de certos limites, buscamos trazer para cá debates que, no mais das vezes, fogem do cotidiano do curso de direito, ou seja, procuramos pontuar elementos de legitimidade política da legislação. Esperamos que esta comunicação possa ter alcance de várias pessoas, através da publicação do trabalho, e as reflexões possam ser debatidas. De toda forma, achamos por bem elucidar que fomos uma voz destoante da SEMAC/Crato durante o desenvolvimento da Conferência, mas estávamos investidos no papel de Estado, e não poderíamos cometer o equívoco de substituir o papel que é do povo organizado, para ocupar os parcos espaços que o Estado concede. REFERÊNCIAS BENEVIDES, Maria Vitória. Cidadania e democracia. Lua nova: revista de cultura e política, São Paulo, n. 33, BONAVIDES, Paulo. Teoria do Estado. 3ª ed. São Paulo: Malheiros, BRASIL. Constituição da Republica Federativa do Brasil Disponível em: < >. Acesso em: 24 mar FUKS, Mario. Arenas de Ação e Debate Públicos: Conflitos Ambientais e a Emergência do Meio Ambiente enquanto Problema Social no Rio de Janeiro. Dados. Rio de Janeiro, v. 41, n. 1, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 28 Mar QUEIROZ, Fábio José. Diferentes apreciações do conceito de democracia. Fortazela, (inédito). TAVARES, Geovani de Oliveira. Desobediência civil e direito político de resistência. Campinas: EDICAMP, VIEIRA, Antonio Rufino. Dependência e libertação. In: PIRES, Cecília (org.). Vozes silenciadas: ensaios de ética e filosofia política. Ijuí: Ed. Unijui, p

Publicada no Diário Oficial do Amapá Nº. 4635 de 07/12/2009.

Publicada no Diário Oficial do Amapá Nº. 4635 de 07/12/2009. 1 Publicada no Diário Oficial do Amapá Nº. 4635 de 07/12/2009. GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (COEMA) RESOLUÇÃO COEMA nº. 018/2009 Dispõe sobre os procedimentos para a concessão

Leia mais

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N o 2.602, DE 2010 Susta os efeitos do Decreto nº 7.154, de 9 de abril de 2010. Autora: Deputado SARNEY FILHO Relator:

Leia mais

PATRIMÔNIO PÚBLICO Auditorias Ambiental e Cultural - Controle Externo - Introdução à Questão Ambiental

PATRIMÔNIO PÚBLICO Auditorias Ambiental e Cultural - Controle Externo - Introdução à Questão Ambiental X - SIMPÓSIO NACIONAL DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS PATRIMÔNIO PÚBLICO Auditorias Ambiental e Cultural - Controle Externo - Introdução à Questão Ambiental - Controle Externo Introdução à Questão Ambiental

Leia mais

MEIO AMBIENTE DESENVOLVIMENTO COM SUSTENTABILIDADE

MEIO AMBIENTE DESENVOLVIMENTO COM SUSTENTABILIDADE MEIO AMBIENTE DESENVOLVIMENTO COM SUSTENTABILIDADE Introdução A capacidade da atuação do Estado Brasileiro na área ambiental baseia-se na ideia de responsabilidades compartilhadas entre União, Estados,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER HUMANO

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER HUMANO 1 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER RESUMO HUMANO Luísa Arnold 1 Trata-se de uma apresentação sobre a preocupação que o homem adquiriu nas últimas décadas em conciliar o desenvolvimento

Leia mais

Sistema Integrado de Municipalização do Licenciamento Ambiental

Sistema Integrado de Municipalização do Licenciamento Ambiental Sistema Integrado de Municipalização do Licenciamento Ambiental Documento Interno Texto base: Leoni Fuerst Preocupações referentes às questões relativas ao meio ambiente e a ecologia vêm se tornando crescentes

Leia mais

4º SEMINÁRIO REGIONAL SUL DE RESÍDUOS SÓLIDOS PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA DIA

4º SEMINÁRIO REGIONAL SUL DE RESÍDUOS SÓLIDOS PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA DIA 4º SEMINÁRIO REGIONAL SUL DE RESÍDUOS SÓLIDOS PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA DIA Daniela Kramer Frassetto Assessora de Gabinete CME/MPSC cme@mpsc.mp.br Realidade do Planeta e do Brasil A manutenção do aumento

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011.

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. 1 LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. Institui a Política Municipal de Educação Ambiental, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I

Leia mais

POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES

POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES Resumo Este texto tem por objetivo discutir as novas formas de gestão da educação no sentido

Leia mais

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL Ana Maria G. D. MENDONÇA 1, Darling L. PEREIRA 2,,José J. MENDONÇA 3, Aluska M. C. RAMOS 4 Maria S. B. DUARTE

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA FERREIRA, Adriana Ribeiro & ROSSO, Ademir José INTRODUÇÃO O meio ambiente (MA) é

Leia mais

14/05/2010. Sistema Integrado de Gestão Ambiental SIGA-RS. Sistema Integrado de Gestão Ambiental SIGA-RS. Niro Afonso Pieper. Diretor Geral - SEMA

14/05/2010. Sistema Integrado de Gestão Ambiental SIGA-RS. Sistema Integrado de Gestão Ambiental SIGA-RS. Niro Afonso Pieper. Diretor Geral - SEMA 14/05/2010 Niro Afonso Pieper Diretor Geral - SEMA 1 O Sistema Integrado de Gestão Ambiental no Rio Grande do Sul Concepção e Histórico Requisitos para a Habilitação Princípio da Melhoria Contínua Enfoque

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA JUSTIFICATIVA O campo de pesquisa em Políticas Públicas de

Leia mais

UMA ABORDAGEM FREIRIANA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

UMA ABORDAGEM FREIRIANA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA UMA ABORDAGEM FREIRIANA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CARVALHO, Jaciara FE/USP jsacarvalho@gmail.com RESUMO Este trabalho apresenta a tese 1 brasileira Educação Cidadã a Distância: aportes de uma perspectiva

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA SPINELLI, Mônica dos Santos IE/PPGE/UFMT RESUMO O texto apresenta resultados parciais da pesquisa teórica sobre categorias conceituais em

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

A disciplina de Gestão do Conhecimento no currículo do Curso de Biblioteconomia: a experiência da UFRGS/BRASIL.

A disciplina de Gestão do Conhecimento no currículo do Curso de Biblioteconomia: a experiência da UFRGS/BRASIL. A disciplina de Gestão do Conhecimento no currículo do Curso de Biblioteconomia: a experiência da UFRGS/BRASIL. Profa. Maria do Rocio F. Teixeira DCI/FABICO/UFRGS IX Encuentro de Directores y VIII de Docentes

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Legislação Federal LEI N 7.804, de 18 de julho de 1989 Altera a Lei n 6.938 de 31 de agosto de 1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Meio ambiente equilibrado e sadio - Um Direito Fundamental Uélton Santos* Art. 225, CF. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e

Leia mais

ESCLARECIMENTO SOBRE A IMPLANTAÇÃO DA JORNADA DE 30 HORAS PARA ASSISTENTES SOCIAIS SEM REDUÇÃO SALARIAL

ESCLARECIMENTO SOBRE A IMPLANTAÇÃO DA JORNADA DE 30 HORAS PARA ASSISTENTES SOCIAIS SEM REDUÇÃO SALARIAL ESCLARECIMENTO SOBRE A IMPLANTAÇÃO DA JORNADA DE 30 HORAS PARA ASSISTENTES SOCIAIS SEM REDUÇÃO SALARIAL Desde a publicação da lei nº 12.317, de 27 de agosto de 2010, que estabeleceu a jornada de trabalho

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

GESTÃO E MANEJO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL

GESTÃO E MANEJO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL GESTÃO E MANEJO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL O Ministério Público e a implementação da Resolução CONAMA 307/2002 Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

ICKBio MMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

ICKBio MMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE ICKBio INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 11, DE 8 DE JUNHO DE 2010 Disciplina as diretrizes, normas e procedimentos para a formação e funcionamento de Conselhos Consultivos em unidades de conservação federais. O

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DIREITO AMBIENTAL

INTRODUÇÃO AO DIREITO AMBIENTAL INTRODUÇÃO AO DIREITO AMBIENTAL 1. NOMENCLATURA DA DISCIPLINA JURÍDICA Direito ambiental, direito do meio ambiente, direito do desenvolvimento sustentável, direito verde, direito ecológico, direito de

Leia mais

Atribuições estaduais e municipais na fiscalização ambiental

Atribuições estaduais e municipais na fiscalização ambiental Atribuições estaduais e municipais na fiscalização ambiental Rodolfo Torres Advogado Assessor Jurídico do INEA Especialista em Direito Ambiental pela PUC/RJ Fiscalização: noções gerais Manifestação do

Leia mais

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Mariana

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Sobre o trabalho social O trabalho social nos programas de, exercido pelo (a) assistente

Leia mais

IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ

IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO do Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais define a identidade da escola do campo, de modo

Leia mais

2º Debate sobre Mineração

2º Debate sobre Mineração 2º Debate sobre Mineração AUDIÊNCIAS PÚBLICAS NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE PROJETOS DE MINERAÇÃO E ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO Raimundo Moraes Ministério Público do Pará Belém, 30 de setembro

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E ASSISTENCIALISMO

CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E ASSISTENCIALISMO CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E ASSISTENCIALISMO Solange Silva dos Santos Fidelis 1 Este trabalho foi elaborado no ano de 2004 como parte do trabalho de conclusão do curso de serviço social da Unioeste Campus

Leia mais

Secretaria de Saúde e Segurança no Trabalho

Secretaria de Saúde e Segurança no Trabalho PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR DA FORÇA SINDICAL Projeto FORTALECIMENTO DA POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR DA FORÇA SINDICAL PROTOCOLO DE

Leia mais

LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004

LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004 LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004 Povo do Município de Viçosa, por seus representantes legais, aprovou e eu, em seu nome, sanciono e promulgo a seguinte Lei: Das disposições Gerais Art.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SIMÃO DIAS Gabinete do Prefeito

PREFEITURA MUNICIPAL DE SIMÃO DIAS Gabinete do Prefeito LEI Nº. 632 /2014 03 de dezembro de 2.014 Dispõe sobre a criação do Programa de Coleta Seletiva com inclusão Social e Econômica dos Catadores de Material Reciclável e o Sistema de Logística Reversa e seu

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR"

Mostra de Projetos 2011 UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos

Leia mais

(anexo 1) SEMINÁRIO: EDUCAÇÃO POPULAR HOJE

(anexo 1) SEMINÁRIO: EDUCAÇÃO POPULAR HOJE (anexo 1) SEMINÁRIO: EDUCAÇÃO POPULAR HOJE Dia 22 de maio de 2014 Local: Auditório da Biblioteca Mário de Andrade São Paulo Marcos de Referência O seminário é parte de um projeto de pesquisa coordenado

Leia mais

SEMANA DO MEIO AMBIENTE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011. Ricardo Carneiro Junho/2014

SEMANA DO MEIO AMBIENTE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011. Ricardo Carneiro Junho/2014 SEMANA DO MEIO AMBIENTE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 Ricardo Carneiro Junho/2014 Constituição da República Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal

Leia mais

Sustentabilidade Ambiental na Extração de Rochas Ornamentais

Sustentabilidade Ambiental na Extração de Rochas Ornamentais Sustentabilidade Ambiental na Extração de Rochas Ornamentais Edimundo Almeida da Cruz Geógrafo, Analista Ambiental (GCA-SLM-IEMA) Contato: edimundo-cruz@hotmail.com IEMA-CLM: (27) 3636-2580, 3636-2583

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA N.º

TERMO DE REFERÊNCIA N.º MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA COORDENAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais RELATÓRIO Samira Santana de Almeida 1 1. Apresentação

Leia mais

As Interfaces entre os Processos de Licenciamento Ambiental e de Outorga pelo Uso da Água. Campo Grande - MS

As Interfaces entre os Processos de Licenciamento Ambiental e de Outorga pelo Uso da Água. Campo Grande - MS As Interfaces entre os Processos de Licenciamento Ambiental e de Outorga pelo Uso da Água Maria de Fátima Chagas 23 de novembro de 2009 23 de novembro de 2009 Campo Grande - MS A Água e Meio Ambiente -

Leia mais

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO Da Concepção e Objetivos Art.1º A extensão acadêmica é um processo educativo, cultural, que se articula ao ensino

Leia mais

NOTA DE ESCLARECIMENTO Nº 02/2014/IF BAIANO/GAB

NOTA DE ESCLARECIMENTO Nº 02/2014/IF BAIANO/GAB NOTA DE ESCLARECIMENTO Nº 02/2014/IF BAIANO/GAB "A democracia é o único regime político no qual os conflitos são considerados o princípio mesmo do seu funcionamento". Marilena Chauí Com a frase da ilustríssima

Leia mais

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6 Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Justificativa: Art. 225 da Constituição Federal: SNUC: Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente

Leia mais

Política Nacional de Meio Ambiente

Política Nacional de Meio Ambiente Política Nacional de Meio Ambiente O Brasil, maior país da América Latina e quinto do mundo em área territorial, compreendendo 8.511.996 km 2, com zonas climáticas variando do trópico úmido a áreas temperadas

Leia mais

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL PROFESSORA ENG. FLORESTAL CIBELE ROSA GRACIOLI OUTUBRO, 2014. OBJETIVOS DA DISCIPLINA DISCUTIR PRINCÍPIOS ÉTICOS QUESTÃO AMBIENTAL CONHECER A POLÍTICA E A LEGISLAÇÃO VOLTADAS

Leia mais

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS Secretaria Nacional de Assistência Social 1 2 3 Quando a Comissão Organizadora da VI Conferência Nacional

Leia mais

EDITAL Nº 02/2012 TERMO DE REFERÊNCIA N 013 PROJETO PNUD BRA/05/021

EDITAL Nº 02/2012 TERMO DE REFERÊNCIA N 013 PROJETO PNUD BRA/05/021 EDITAL Nº 02/2012 TERMO DE REFERÊNCIA N 013 PROJETO PNUD BRA/05/021 1. Função no Projeto Consultoria especializada para propor e subsidiar junto ao GT Temático - Juventude e Meio Ambiente, - Grupo de Trabalho

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 368, de 2012, da Senadora Ana Amélia, que altera a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, para dispor

Leia mais

Prefeitura Municipal de Bom Jesus da Lapa publica:

Prefeitura Municipal de Bom Jesus da Lapa publica: 1 Segunda-feira Ano VII Nº 1081 Prefeitura Municipal de Bom Jesus da Lapa publica: Lei Nº 472 de 19 de junho de 2015 - Aprova o Plano Municipal de Educação PME do Município de Bom Jesus da Lapa BA em consonância

Leia mais

PARTICIPAÇÃO SOCIAL NAS POLÍCAS DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL RESUMO

PARTICIPAÇÃO SOCIAL NAS POLÍCAS DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL RESUMO PARTICIPAÇÃO SOCIAL NAS POLÍCAS DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL RESUMO Maria Ozanira da Silva e Silva * O Artigo aborda a Participação no âmbito das Políticas de Segurança Alimentar e Nutricional.

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL SECRETARIA NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL CONFERÊNCIAS NACIONAIS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL SECRETARIA NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL CONFERÊNCIAS NACIONAIS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL SECRETARIA NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL CONFERÊNCIAS NACIONAIS Participação Social no Governo Federal Conferências Nacionais 2009/2010 Conferências Nacionais

Leia mais

Licenciamento Ambiental nos Municípios: a Lei Complementar nº 140

Licenciamento Ambiental nos Municípios: a Lei Complementar nº 140 Licenciamento Ambiental nos Municípios: a Lei Complementar nº 140 I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável Brasília, 29 de março de 2012 SISTEMA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - SISNAMA O

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 49 Discurso no encontro com grupo

Leia mais

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN Brenda Luíza Patriota Lima e Silva¹ André Elias Nóbrega² João Batista dos Santos³

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Fixa normas para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum relativas

Leia mais

LEGISLAÇÃO SOBRE RECICLAGEM DO LIXO

LEGISLAÇÃO SOBRE RECICLAGEM DO LIXO LEGISLAÇÃO SOBRE RECICLAGEM DO LIXO ILIDIA DA A. G. MARTINS JURAS Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano e Regional DEZEMBRO/2000

Leia mais

Minuta de Lei para criação do Sistema Municipal do Meio Ambiente

Minuta de Lei para criação do Sistema Municipal do Meio Ambiente Minuta de Lei para criação do Sistema Municipal do Meio Ambiente Faço saber que a Câmara Municipal de, Estado de Goiás, decreta e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: Art. 1.º - Esta lei, com

Leia mais

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde Informativo interativo eletrônico do CNS aos conselhos de Saúde Brasília, junho de 2006 Editorial O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde A aprovação unânime do Pacto pela Saúde na reunião

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE CAMPOS

FACULDADE DE DIREITO DE CAMPOS Grupo de Pesquisa Institucional de Acesso à Justiça e Tutela de direitos Proposta de implementação I Objeto: Realização de estudos e pesquisas pela comunidade acadêmica da Faculdade de Direito de Campos

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Campus Campinas Edital de Abertura de Inscrições ao Programa de Iniciação Científica da 1º Semestre de 2013 A Assessora de Pesquisa da da Universidade Presbiteriana

Leia mais

UNIVERSIDADE ABERTA AOS MOVIMENTOS SOCIAIS

UNIVERSIDADE ABERTA AOS MOVIMENTOS SOCIAIS 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA UNIVERSIDADE

Leia mais

ANTONIO CARLOS NARDI

ANTONIO CARLOS NARDI ANTONIO CARLOS NARDI QUE DEMOCRACIA QUEREMOS? A conquista do estado democrático de direito na década de 1980 no Brasil, após longo período burocrático-autoritário, trouxe o desafio de construção de uma

Leia mais

CONTROLE SOCIAL: ESTUDOS E VIVÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA - PR. PALAVRAS-CHAVE Democracia. Controle Social. Observatório Social.

CONTROLE SOCIAL: ESTUDOS E VIVÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA - PR. PALAVRAS-CHAVE Democracia. Controle Social. Observatório Social. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA CONTROLE

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO: UMA EXPERIÊNCIA NA GESTÃO AMBIENTAL DE OBRAS RODOVIÁRIAS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO: UMA EXPERIÊNCIA NA GESTÃO AMBIENTAL DE OBRAS RODOVIÁRIAS EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO: UMA EXPERIÊNCIA NA GESTÃO AMBIENTAL DE OBRAS RODOVIÁRIAS Cauê Lima Canabarro STE Serviços Técnicos de Engenharia S.A.. Graduado em História, Mestre em Educação

Leia mais

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. N o 02/01 ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N o 38/95 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº2 Reconhecido pelo Decreto Federal n 82.413, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 1064, de 13.04.11 DOE

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 70 A ONG brasileira está em crise? 06 de fevereiro de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº Reconhecido pelo Decreto Federal n 8.1, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 106, de 1.0.11 DOE nº 85

Leia mais

MENSAGEM Nº, de 2008.

MENSAGEM Nº, de 2008. MENSAGEM Nº, de 2008. = Tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossas Excelências o projeto de Lei anexo, que objetiva criar o Conselho Municipal Antidrogas COMAD. Um dos mais graves problemas

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Arquivologia:

Gestão do Conhecimento e Arquivologia: Gestão do Conhecimento e Arquivologia: entrelaçamentos e possibilidades na formação do profissional arquivista. Profa. Dra. Maria do Rocio F. Teixeira DCI/FABICO/UFRGS Arquivologia Salvador, 2013. Apresentação

Leia mais

Licenciamento Ambiental

Licenciamento Ambiental Conceito Licenciamento Ambiental Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras

Leia mais

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável;

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável; Lei Delegada nº 125, de 25 de janeiro de 2007. (Publicação Diário do Executivo Minas Gerais 26/01/2007) (Retificação Diário do Executivo Minas Gerais 30/01/2007) Dispõe sobre a estrutura orgânica básica

Leia mais

NO ESTADO DO AMAZONAS

NO ESTADO DO AMAZONAS NO ESTADO DO AMAZONAS Competências Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas - IPAAM PREVISÃO LEGAL AO MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO Constituição Federal, art. 225 Todos têm direito ao meio

Leia mais

DIGNISSIMO SENHOR DOUTOR PROMOTOR DE JUSTIÇA DO MEIO AMBIENTE DA COMARCA DE LIMEIRA/SP.

DIGNISSIMO SENHOR DOUTOR PROMOTOR DE JUSTIÇA DO MEIO AMBIENTE DA COMARCA DE LIMEIRA/SP. DIGNISSIMO SENHOR DOUTOR PROMOTOR DE JUSTIÇA DO MEIO AMBIENTE DA COMARCA DE LIMEIRA/SP. Inquérito Civil n 021/06 ASSOCIAÇÃO DE DEFESA E PROTEÇÃO DOS DIREITOS DO CIDADÃO ONG DEFENDE associação constituída

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO ANALISADA SOB A CÁTEDRA FORMAL Terezinha Corrêa Lindino UNIOESTE

PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO ANALISADA SOB A CÁTEDRA FORMAL Terezinha Corrêa Lindino UNIOESTE 1 PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO ANALISADA SOB A CÁTEDRA FORMAL Terezinha Corrêa Lindino UNIOESTE Resumo O presente trabalho procura vincular a Educação formal aos princípios da Educação Ambiental

Leia mais

Gestão Ampliações Das lutas Coletivas à Emancipação

Gestão Ampliações Das lutas Coletivas à Emancipação NOTA sobre atribuições do cargo de Analista de Assistência e Desenvolvimento Social/Serviço Social contido no PL 312/2014 da Prefeitura Municipal de São Paulo. O CRESS/SP - 9º Região vem a público informar

Leia mais

EDITAL 2012 PARA APOIO À REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES ARTÍSTICO - CULTURAIS NA UFSCar - CCult

EDITAL 2012 PARA APOIO À REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES ARTÍSTICO - CULTURAIS NA UFSCar - CCult EDITAL 2012 PARA APOIO À REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES ARTÍSTICO - CULTURAIS NA UFSCar - CCult JUSTIFICATIVA O estatuto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) no Capítulo 1, artigo 3º. define como finalidade

Leia mais

O Licenciamento Ambiental Municipal

O Licenciamento Ambiental Municipal O licenciamento ambiental é um dos instrumentos da política nacional do meio ambiente, sendo definido como o procedimento administrativo utilizado pelo órgão ambiental competente para licenciar a localização,

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA,

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, Maria Jacqueline Girão Soares. jaclima@centroin.com.br GT: Educação Ambiental / n. 22 Introdução Entre professores

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. CAPÍTULO I Da Natureza

REGIMENTO INTERNO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. CAPÍTULO I Da Natureza REGIMENTO INTERNO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CAPÍTULO I Da Natureza Art. 1º O Plano Municipal de Educação é um plano global de toda a educação do Município de Caxias do Sul,

Leia mais

REUNIÃO DE COORDENADORES DATA: 03/03/11 HORÁRIO: 7h30 LOCAL: CENFOP ( SALA DA UAB) ABORDAGEM DO ENCONTRO: PLANEJAMENTO

REUNIÃO DE COORDENADORES DATA: 03/03/11 HORÁRIO: 7h30 LOCAL: CENFOP ( SALA DA UAB) ABORDAGEM DO ENCONTRO: PLANEJAMENTO PREFEITURA MUNICIPAL DE IPATINGA-MG SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SME CENTRO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA CENFOP REUNIÃO DE COORDENADORES DATA: 03/03/11 HORÁRIO: 7h30 LOCAL: CENFOP ( SALA DA UAB) ABORDAGEM

Leia mais

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos.

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos. Oficina Gestão do SUAS e o Controle Social Ementa: Orientar a reorganização dos órgãos gestores no tocante a legislação, com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros,

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 36, DE 04 DE ABRIL DE 2005. Dispõe sobre alterações à Resolução CONSEPE n. 57, de 14 de maio de 2001. R E S O L V E: I DA CONCEITUAÇÃO

RESOLUÇÃO N.º 36, DE 04 DE ABRIL DE 2005. Dispõe sobre alterações à Resolução CONSEPE n. 57, de 14 de maio de 2001. R E S O L V E: I DA CONCEITUAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 36, DE 04 DE ABRIL DE 2005. Dispõe sobre alterações à Resolução CONSEPE n. 57, de 14 de maio de 2001. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, no

Leia mais