PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau"

Transcrição

1 XII CONGRESSO BRASILEIRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MEIO AMBIENTE PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau

2 FUNDAMENTOS 1) A Governança Ambiental Mundial não está à altura dos problemas ambientais enfrentados pela humanidade. 2) Ausência de integração entre as Convenções Internacionais relativas à proteção ambiental. 3) Proliferação de estruturas administrativas autônomas e geográficamente afastadas umas das outras - obstáculo à efetividade das normas internacionais.

3 DIFICULDADES 1) A falta de vontade política dos Estados e o alto grau de divergência, quanto à adoção de certas medidas concretas no campo internacional - por exemplo, no campo da Convenção sobre o Clima principais obstáculos. 2) A proteção ambiental é a única entre todas as temáticas globais importantes a não dispor de uma organização mundial especializada (embora há cerca de 20 anos ela esteja sendo objeto de discussão no seio das Nações Unidas). Ex: OIT, OMC, OMS.

4 PRINCIPAL FUNÇÃO DA OME I. Desenvolver e articular as atividades de promoção, controle e garantia da proteção ambiental em escala global: a) As atividades de promoção serão focadas no desenvolvimento e na melhora da proteção ambiental por parte dos Estados: b) As atividades de controle se exercerão através de ações destinadas a respeitar as obrigações legais e a exigir que os Estados respeitem as obrigações internacionais assumidas. c) As atividades de garantia serão desenvolvidas pela criação de instrumentos suscetíveis de mobilizar a comunidade internacional para o cumprimento das exigências de proteção ambiental.

5 PROMOÇÃO - A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL 1) É essencial garantir a participação direta das comunidades tradicionais, dos camponeses, das populações autóctones, das ONGs que se dedicam à preservação do meio ambiente, bem como das empresas, dos organismos acadêmicos e científicos e dos sindicatos. 2) Esses atores devem dispor das seguintes garantias: a) direito de participação; b) direito de petição perante os organismos de controle e de litígio; c) direito de participação e voto nos grupos de trabalho e nas comissões.

6 O CONTROLE A. É necessário assegurar aos indivíduos ou grupos de indivíduos o direito de endereçar petições à OME, quando ocorrerem situações que provem o desrespeito das obrigações assumidas por parte do Estado ou dos agentes privados como já ocorre nas Comunicações ao Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas. B. É necessária também a criação de grupos de trabalho (permanentes ou temporários) e de comissões especializadas.

7 COMISSÕES E GRUPOS DE TRABALHO Atividades: a)elaboração de recomendações específicas à comunidade internacional, ou a alguns Estados em particular, referentes à efetivação de medidas de proteção ambiental: b)avaliação do respeito das obrigações ambientais internacionais contratadas pelos Estados; c)sugestão de medidas para a efetivação das obrigações ambientais internacionais.

8 GARANTIA - A EXIGÊNCIA E O RESPEITO ÀS OBRIGAÇÕES AMBIENTAIS INTERNACIONAIS Como o Sistema Interamericano de Proteção dos Direitos Humanos, a OME poderá ser dotada de um órgão específico, cujo objetivo será analisar a admissibilidade das petições elaboradas pelos indivíduos ou por grupos de indivíduos, assim como as solicitações de informações dirigidas ao Estado denunciado ou a adoção de medidas concernentes a soluções consensuais para problemas que impliquem no desrespeito das obrigações internacionais em matéria de preservação ambiental.

9 CONCLUSÕES FINAIS LIMOGES Recomendar: a) A criação de uma Organização Mundial do Meio Ambiente (OME), como instituição especializada da ONU, cuja sede será em Nairobi (hoje sede do PNUE Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). a) O estabelecimento de estruturas democráticas baseadas em uma vocação universal, na maior equidade de funcionamento entre os Estados do Norte e do Sul, nos órgãos clássicos de uma instituição especializada das Nações Unidas, nos quais as ONGs tenham poderes consultativos e participativos, com apoio aos instrumentos de participação ambiental dos cidadãos. A igualdade ambiental é um objetivo distante e a luta contra a pobreza coloca «em oposição» os países do Norte e os países do Sul política ecológica dentro da justiça social.

10 c) Ampliar a democracia ambiental da OME, após certo período de tempo, através de uma democracia simbólica, com voz consultiva. A Assembléia Geral e o Conselho Executivo admitirão, além dos Estados: ONGs e sindicatos, empresas, organizações internacionais e regionais, comunidades locais e povos autóctones, coletividades territoriais, experts. Sua representatividade, eleição e peso na votação e os processos de decisão serão determinados durante o quinto ano de funcionamento da OME.

11 d) Fixar os objetivos da OME: a proteção da natureza e a luta contra a poluição, o respeito à democracia ambiental, assegurando tal responsabilidade no interesse das gerações presentes e futuras, sem esquecer o respeito devido às gerações passadas, visando a totalidade dos seres vivos. e) Determinar as funções correspondentes a esses objetivos, num conjunto operacional e global.

12 FUNÇÕES CORRESPONDENTES 1) Determinar as orientações estratégicas mundiais do meio ambiente; 2) Reforçar a coerência e a eficácia dos acordos multilaterais; 3) Gerar um certo número de secretariados das convenções e participar sob diferentes formas para reforçar o conjunto de meios de todos; 4) Reforçar a expertise científica, o alerta precoce e a informação; 5) Contribuir para a promoção maciça da educação ambiental em todos os sistemas de ensino; 6) Reforçar a governança a nível regional;

13 7) Fazer avaliações rigorosas e completas dos instrumentos jurídicos clássicos e dos instrumentos econômicos de mercado, a fim de demonstrar as vantagens e desvantagens de uns e outros e de tornar claras as razões de sua fraca eficácia. Devem ser levados em conta o princípio da informação e a maior transparência democrática, sem que sejam invocados segredos industriais, comerciais, financeiros ou de trabalho, tendo em conta a proeminência do Direito Humano ao meio ambiente.

14 8) Contribuir para responder às necessidades específicas dos países em desenvolvimento. 9) Incentivar a criação de uma Organização Mundial de Assistência Ecológica (OMAE) e agir de modo estreito com ela. 10) Incentivar a criação de uma Organização Mundial para os Realocados Ambientais (OMDE) e agir de modo estreito com ela. 11) Incentivar a elaboração de novas convenções universais de proteção ambiental. 12) Elaborar mecanismos de auxílio para a aplicação das convenções. 13) Contribuir para organizar uma ecofiscalidade global mundial. 14) Criar um mecanismo de regulação dos conflitos ambientais (Corte Internacional de Meio Ambiente? Diálogo entre juízes nacionais e internacionais?).

15 15) Representar a natureza como patrimônio das gerações presentes e futuras, e agir como garante de suas necessidades. 16) Criar um mecanismo de sanções, fundado, particularmente, na recuperação do dano. f) Fornecer à OME os meios à altura de seus objetivos e de suas funções: meios financeiros, jurídicos, pessoal em número suficiente, sedes regionais consolidadas e sede da OME em Nairobi. g) Planejar, no tempo, meios e consequências, a transformação jurídica do PNUE em OME, que se tornará uma instituição especializada das Nações Unidas.

16 MUITO OBRIGADA SANDRA CUREAU

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

Caminho para a dignidade 2015-2030. Uma Agenda universal e participativa

Caminho para a dignidade 2015-2030. Uma Agenda universal e participativa Caminho para a dignidade 2015-2030 Uma Agenda universal e participativa 2015 Caminho para a dignidade 2015-2030 Fusão de 6 agendas/diálogos internacionais (!) 1.Agenda do desenvolvimento e os ODM 2.Desenvolvimento

Leia mais

Marcha Global contra o Trabalho Infantil Conferência Internacional sobre Trabalho Infantil na Agricultura Washington DC, EUA 28-30 julho, 2012

Marcha Global contra o Trabalho Infantil Conferência Internacional sobre Trabalho Infantil na Agricultura Washington DC, EUA 28-30 julho, 2012 Marcha Global contra o Trabalho Infantil Conferência Internacional sobre Trabalho Infantil na Agricultura Washington DC, EUA 28-30 julho, 2012 MARCO DE AÇÃO A Conferência Internacional sobre Trabalho Infantil

Leia mais

Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil

Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil Nós, representantes de governos, organizações de empregadores e trabalhadores que participaram da III Conferência Global sobre Trabalho Infantil, reunidos

Leia mais

Contextos da Educação Ambiental frente aos desafios impostos. Núcleo de Educação Ambiental Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Contextos da Educação Ambiental frente aos desafios impostos. Núcleo de Educação Ambiental Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Contextos da Educação Ambiental frente aos desafios impostos pelas mudanças climáticas Maria Teresa de Jesus Gouveia Núcleo de Educação Ambiental Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Leia mais

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 MAPA ESTRATÉGICO DO PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO DA UNIBRASIL MISSÃO Promover, desenvolver e publicar pesquisas de qualidade, com sólida base jurídica e contextualização

Leia mais

Direitos das Pessoas Idosas e a Implementação da Convenção

Direitos das Pessoas Idosas e a Implementação da Convenção Direitos das Pessoas Idosas e a Implementação da Convenção Perly Cipriano Subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos - Brasil Dados atuais sobre envelhecimento no mundo No ano de 2007, 10.7%

Leia mais

PROJETO de Documento síntese

PROJETO de Documento síntese O Provedor de Justiça INSERIR LOGOS DE OUTRAS ORGANIZAÇÔES Alto Comissariado Direitos Humanos das Nações Unidas (ACNUDH) Provedor de Justiça de Portugal Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal

Leia mais

A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA

A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA A GOVERNANÇA INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ECOSOC, COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, PNUMA Tarciso Dal Maso Jardim 1 A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável,

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

Síntese e Resultados. III Conferência das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres. 14-18 Março de 2015, Sendai, Japão

Síntese e Resultados. III Conferência das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres. 14-18 Março de 2015, Sendai, Japão Síntese e Resultados III Conferência das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres 14-18 Março de 2015, Sendai, Japão Resultados & Avanços Resultados Implementaçao de Hyogo revista e avaliada*

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais

Princípios ref. texto nº de votos N

Princípios ref. texto nº de votos N Princípios N G A E Estimular os processos de articulação de políticas públicas nos territórios, garantindo canais de diálogo entre os entes federativos, suas instituições e a sociedade civil. Desenvolvimento

Leia mais

Estatuto do Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs

Estatuto do Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs Estatuto do Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs Preâmbulo O Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs (FIP) foi criado em outubro de 2008, em Paris, pelo conjunto de 82 plataformas

Leia mais

DECLARAÇÃO DA OIT SOBRE OS PRINCÍPIOS E DIREITOS FUNDAMENTAIS NO TRABALHO

DECLARAÇÃO DA OIT SOBRE OS PRINCÍPIOS E DIREITOS FUNDAMENTAIS NO TRABALHO DECLARAÇÃO DA OIT SOBRE OS PRINCÍPIOS E DIREITOS FUNDAMENTAIS NO TRABALHO Considerando que a criação da OIT procede da convicção de que a justiça social é essencial para garantir uma paz universal e permanente;

Leia mais

Desafios para consolidação de políticas públicas p instrumentos legais para acesso a recursos genéticos e repartição de benefícios no Brasil

Desafios para consolidação de políticas públicas p instrumentos legais para acesso a recursos genéticos e repartição de benefícios no Brasil Desafios para consolidação de políticas públicas p e instrumentos legais para acesso a recursos genéticos e repartição de benefícios no Brasil Maurício Antônio Lopes Presidente da Embrapa Reunião do Cosag

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

2º Debate sobre Mineração

2º Debate sobre Mineração 2º Debate sobre Mineração AUDIÊNCIAS PÚBLICAS NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE PROJETOS DE MINERAÇÃO E ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO Raimundo Moraes Ministério Público do Pará Belém, 30 de setembro

Leia mais

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global Os 10 Princípios Universais do Pacto Global O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

Carta Unir para Cuidar Apresentação

Carta Unir para Cuidar Apresentação Carta Unir para Cuidar Apresentação Durante o 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção (ENAPA), na capital federal, de 07 a 09 de junho de 2012, as entidades participantes assumem, com esta carta de compromisso,

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

ESTATUTOS. Artigo 1º (Nome e Sede)

ESTATUTOS. Artigo 1º (Nome e Sede) ESTATUTOS Artigo 1º (Nome e Sede) O nome da associação é A Rocha Associação Cristã de Estudos e Defesa do Ambiente e a sua sede é na Cruzinha, Mexilhoeira Grande, em Portimão. Artigo 2º (Natureza e Fins)

Leia mais

SOCIAMBIENTALISMO, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DIREITOS HUMANOS

SOCIAMBIENTALISMO, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DIREITOS HUMANOS SOCIAMBIENTALISMO, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DIREITOS HUMANOS ALGUNS MECANISMOS JURÍDICOS A PARTIR DA PERPECTIVA DA VULNERABILIDADE E RESILIÊNCIA DOS POVOS TRADICIONAIS SANDRA AKEMI SHIMADA KISHI skishi@prr3.mpf.gov.br

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Sul Mineira 1 Índice Política de Sustentabilidade Unimed Sul Mineira Mas o que é Responsabilidade Social? Premissas Básicas Objetivos da Unimed Sul Mineira Para a Saúde Ambiental

Leia mais

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL 2002 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A Conferência Geral, Reafirmando seu compromisso com a plena realização dos direitos

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

Importância de Moçambique em termos ambientais. Situação de pobreza em que vive a maioria da população moçambicana. Corrida aos recursos naturais

Importância de Moçambique em termos ambientais. Situação de pobreza em que vive a maioria da população moçambicana. Corrida aos recursos naturais Carlos Manuel Serra Importância de Moçambique em termos ambientais. Situação de pobreza em que vive a maioria da população moçambicana. Corrida aos recursos naturais destaque para os petrolíferos e mineiros

Leia mais

O Novo Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho Sua Implicação na Administração Pública

O Novo Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho Sua Implicação na Administração Pública O Novo Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho Sua Implicação na Administração Pública 4 de Junho de 2015 Auditório da Casa das Histórias da Paula Rego 1 1991: Arranque das Políticas

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições:

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: Artigo I: O Fórum Permanente da Agenda 21 de Saquarema, criado pelo

Leia mais

CARTA DE PRINCÍPIOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DO CONCELHO DE OEIRAS 2012/2013

CARTA DE PRINCÍPIOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DO CONCELHO DE OEIRAS 2012/2013 CARTA DE PRINCÍPIOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DO CONCELHO DE OEIRAS 2012/2013 Preâmbulo A Câmara Municipal de Oeiras pretende com a implementação do Orçamento Participativo (OP), contribuir para um modelo

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Por Carlos ley Noção e Significados A expressão direitos humanos é uma forma abreviada de mencionar os direitos fundamentais da pessoa humana. Sem esses direitos a pessoa não

Leia mais

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

Prefeitura Municipal de Jaboticabal LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no

Leia mais

Igualdade de oportunidades e não discriminação: elementos centrais da Agenda do Trabalho Decente

Igualdade de oportunidades e não discriminação: elementos centrais da Agenda do Trabalho Decente Igualdade de oportunidades e não discriminação: elementos centrais da Agenda do Trabalho Decente Laís Abramo Socióloga, Mestre e Doutora em Sociologia Diretora do Escritório da OIT no Brasil Salvador,

Leia mais

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações Página 144 VIII/11. Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações A Conferência das Partes, Informando-se sobre o relatório do Secretário Executivo sobre as atividades do

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Resenha Desenvolvimento Raíssa Daher 02 de Junho de 2010 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Leia mais

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor:

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: - Conselho Municipal de Educação de Vila Real - Proposta de Regulamento ---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Estratégias e programas para a garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada

Estratégias e programas para a garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada I Seminário Estadual da Rede-SANS Desafios e estratégias para a promoção da alimentação saudável adequada e solidária no Estado de São Paulo Estratégias e programas para a garantia do Direito Humano à

Leia mais

VAMOS CUIDAR DO BRASIL COM AS ESCOLAS FORMANDO COM-VIDA CONSTRUINDO AGENDA 21AMBIENTAL NA ESCOLA

VAMOS CUIDAR DO BRASIL COM AS ESCOLAS FORMANDO COM-VIDA CONSTRUINDO AGENDA 21AMBIENTAL NA ESCOLA VAMOS CUIDAR DO BRASIL COM AS ESCOLAS FORMANDO COM-VIDA CONSTRUINDO AGENDA 21AMBIENTAL NA ESCOLA COM-VIDA Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola Criado a partir das deliberações da I Conferência

Leia mais

Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo

Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo CAPÍTULO I Artigo 1o. A construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo realizar-se-á entre fevereiro e junho

Leia mais

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA Os Governadores e Governadoras, Intendentas e Intendentes, Prefeitas e Prefeitos do MERCOSUL reunidos no dia 16 de julho de 2015, na cidade de Brasília DF, por meio do Foro Consultivo

Leia mais

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL CURSO: GESTÃO AMBIENTAL OBJETIVOS DO CURSO Objetivos Gerais O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental tem por objetivo formar profissionais capazes de propor, planejar, gerenciar e executar ações

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE Marcia Vasconcelos - OIT Reunión de Especialistas Género, Probreza, Raza,

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

Carta da Região Sudeste

Carta da Região Sudeste I FÓRUM ESTADUAL DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES I SEMINÁRIO SUDESTE DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES Carta da Região Sudeste Gestores da Saúde, Servidores da Saúde, Representantes de

Leia mais

Escrito por Administrator Ter, 13 de Setembro de 2011 13:23 - Última atualização Ter, 13 de Setembro de 2011 16:22

Escrito por Administrator Ter, 13 de Setembro de 2011 13:23 - Última atualização Ter, 13 de Setembro de 2011 16:22 Proteção Internacional de Direitos Humanos Coordenação: Profa. Dra. Cristina Figueiredo Terezo Resumo O pioneiro projeto de extensão visa capacitar os discentes para acionar a jurisdição do Sistema Interamericano

Leia mais

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Brasília,12 de Dezembro de 2012. O Comitê Brasileiro de Defensoras/es

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA Comitê Intersetorial Direito à Convivência Familiar e Comunitária Porto Alegre, 9 de outubro de 2012 DIRETRIZES Fundamentação Plano Nacional Efetivação

Leia mais

Cidadania Europeia. Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009

Cidadania Europeia. Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009 Cidadania Europeia Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009 O que é a cidadania? Vínculo jurídico entre o indivíduo e o respectivo Estado, traduz-se num conjunto de direitos e deveres O relacionamento

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DO CARTAXO. Preâmbulo

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DO CARTAXO. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DO CARTAXO Preâmbulo As Autarquias Locais são os órgãos que, devido à sua proximidade com a população, mais facilmente podem criar condições para uma efetiva

Leia mais

Fundo de População das Nações Unidas. GIFE - Rede Temática Saúde 14 de julho de 2015

Fundo de População das Nações Unidas. GIFE - Rede Temática Saúde 14 de julho de 2015 Fundo de População das Nações Unidas GIFE - Rede Temática Saúde 14 de julho de 2015 Fundo de População das Nações Unidas Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Expansão das liberdades individuais

Leia mais

Estatutos do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CONSAN-CPLP) Preâmbulo

Estatutos do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CONSAN-CPLP) Preâmbulo Estatutos do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CONSAN-CPLP) Preâmbulo Os Estados membros da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa,

Leia mais

O PAPEL DAS AUTORIDADES CENTRAIS E A SECRETARIA DE COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL DO MPF

O PAPEL DAS AUTORIDADES CENTRAIS E A SECRETARIA DE COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL DO MPF O PAPEL DAS AUTORIDADES CENTRAIS E A SECRETARIA DE COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL DO MPF Curso de Cooperação Jurídica Internacional para membros e servidores da Procuradoria da República no Paraná 31

Leia mais

PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO

PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO SEMINÁRIO BINACIONAL NA ÁREA DE SAÚDE BRASIL PERU LIMA - SETEMBRO/2011 VISÃO GERAL Abrangência: Governo Federal Marcos Legais Visão Geral do Planejamento e do Orçamento Recursos

Leia mais

Painel: LIMITES DA AUTONOMIA E DO CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Painel: LIMITES DA AUTONOMIA E DO CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Gestão Encontro do 1º Ciclo de Debates Direito e Gestão Pública Núcleo Regional de São Paulo São Paulo-SP 23.10.09 Painel: LIMITES DA AUTONOMIA

Leia mais

Associação sem fins lucrativos, fundada em 1998, por um grupo de 11 empresários; 1475 associados: empresas de diferentes setores e portes.

Associação sem fins lucrativos, fundada em 1998, por um grupo de 11 empresários; 1475 associados: empresas de diferentes setores e portes. Instituto Ethos Associação sem fins lucrativos, fundada em 1998, por um grupo de 11 empresários; 1475 associados: empresas de diferentes setores e portes. MISSÃO: Mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas

Leia mais

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras adotada em 12 de novembro de 1997 pela Conferência Geral da UNESCO

Leia mais

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Rio de Janeiro, Brasil - 21 de outubro de 2011 1. Convidados pela Organização Mundial da Saúde, nós, Chefes de Governo, Ministros e representantes

Leia mais

NBA 10: INDEPENDÊNCIA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS. INTRODUÇÃO [Issai 10, Preâmbulo, e NAT]

NBA 10: INDEPENDÊNCIA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS. INTRODUÇÃO [Issai 10, Preâmbulo, e NAT] NBA 10: INDEPENDÊNCIA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS INTRODUÇÃO [Issai 10, Preâmbulo, e NAT] 1. Os Tribunais de Contas somente podem realizar suas tarefas quando são independentes da entidade auditada e são protegidos

Leia mais

PRINCÍPIOS DE PARIS. Princípios relativos ao estatuto das instituições nacionais para a promoção e proteção dos direitos humanos

PRINCÍPIOS DE PARIS. Princípios relativos ao estatuto das instituições nacionais para a promoção e proteção dos direitos humanos PRINCÍPIOS DE PARIS Princípios relativos ao estatuto das instituições nacionais para a promoção e proteção dos direitos humanos Competência e atribuições 1. Uma instituição nacional disporá de competência

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Conselho Interamericano de Desenvolvimento Integral (CIDI)

ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Conselho Interamericano de Desenvolvimento Integral (CIDI) - 1 - ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Conselho Interamericano de Desenvolvimento Integral (CIDI) ANEXO I PRIMEIRA REUNIÃO INTERAMERICANA DE MINISTROS OEA/Ser./XLIII.1 E ALTAS AUTORIDADES DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL Seção II Da Saúde Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante

Leia mais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Cascais, 23 de junho de 2015 Declaração de Cascais Os Ministros responsáveis pela Energia da Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Delegação da União Europeia no Brasil

Delegação da União Europeia no Brasil Delegação da União Europeia no Brasil A COOPERAÇÃO DA UNIÃO EUROPEIA NO BRASIL Maria Cristina Araujo von Holstein-Rathlou Gestora Operacional Setor de Cooperação Delegação da União Europeia no Brasil Projetos

Leia mais

PROJETO DE GUIA LEGISLATIVO: ELEMENTOS BÁSICOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL

PROJETO DE GUIA LEGISLATIVO: ELEMENTOS BÁSICOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL PROJETO DE GUIA LEGISLATIVO: ELEMENTOS BÁSICOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL INTRODUÇÃO... 2 1. ACESSO À INFORMAÇÃO... 3 1.1. Disposições gerais... 3 1.2. Cumprimento... 3 1.3. Supervisão...

Leia mais

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Todos pela Equidade Organização Mundial da Saúde Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde Rio de Janeiro Brasil De 19 a 21 de Outubro de 2011 Declaração Política do Rio sobre Determinantes

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU PROPOSTA DE REGULAMENTO 1 Preâmbulo Uma sociedade que quer preparar o futuro tem que criar condições para se proporcionar aos jovens o acesso a uma formação educativa,

Leia mais

Silvia do Amaral Rigon DNUT/UFPR CONSEA CORESAN - RMC

Silvia do Amaral Rigon DNUT/UFPR CONSEA CORESAN - RMC Silvia do Amaral Rigon DNUT/UFPR CONSEA CORESAN - RMC Lei federal 11.346 de 2006 (LOSAN): assessoria à Presidência da República Controle Social Monitoramento das políticas/ controle social com base nas

Leia mais

5 Objetivos Principais

5 Objetivos Principais A Rainforest Business School Escola de Negócios Sustentáveis de Floresta Tropical Instituto de Estudos Avançados Universidade de São Paulo (USP) Programa de Pesquisa Amazônia em Transformação (AmazonIEA)

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA REUNIÃO DOS MINISTROS DA SAÚDE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - CPLP

REGIMENTO INTERNO DA REUNIÃO DOS MINISTROS DA SAÚDE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - CPLP REGIMENTO INTERNO DA REUNIÃO DOS MINISTROS DA SAÚDE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - CPLP A Reunião dos Ministros da Saúde da CPLP tendo em consideração: A sua qualidade de órgão da CPLP,

Leia mais

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade Desenvolvido por: Neuza Maria Rodrigues Antunes neuzaantunes1@gmail.com AUMENTO DA POPULAÇÃO URBANA 85% NO BRASIL (Censo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Er REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Art 1º O Fórum da Agenda 21 Local Regional de Rio Bonito formulará propostas de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável local, através

Leia mais

Declaração de Santa Cruz de la Sierra

Declaração de Santa Cruz de la Sierra Reunião de Cúpula das Américas sobre o Desenvolvimiento Sustentável Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, 7 ao 8 de Dezembro de 1996 Declaração de Santa Cruz de la Sierra O seguinte documento é o texto completo

Leia mais

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA Considerando a importância de efetivar a gestão integrada de recursos hídricos conforme as diretrizes gerais de ação estabelecidas na Lei 9.433, de 8.01.1997, a qual institui

Leia mais

REF: As pautas das crianças e adolescentes nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

REF: As pautas das crianças e adolescentes nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Brasília, Dezembro de 2015 Exma. Sra. Dilma Rousseff Presidente da República Federativa do Brasil Palácio do Planalto Gabinete da Presidência Praça dos Três Poderes, Brasília - DF, 70150-900. REF: As pautas

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE ESPORTES E DA JUVENTUDE SUBSECRETARIA DA JUVENTUDE

SECRETARIA DE ESTADO DE ESPORTES E DA JUVENTUDE SUBSECRETARIA DA JUVENTUDE Sugestão de projeto de lei para um CMJ Autor: Poder Executivo Cria o Conselho Municipal da Juventude CMJ e dá outras providências. O povo do Município de, por seus representantes, decreta e eu sanciono

Leia mais

COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE)

COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE) COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE) DÉCIMO PERÍODO ORDINÁRIO DE SESSÕES OEA/Ser.L/X.2.10 17 a 19 de março de 2010 CICTE/DEC.1/10 Washington, D.C. 19 março 2010 Original: inglês DECLARAÇÃO

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

Agenda 21 Local em Portugal

Agenda 21 Local em Portugal Agenda 21 Local em Portugal Miguel P. Amado, FCT UNL ma@fct.unl.pt Saúde da Comunidade Sistemas de Informação de Apoio à Decisão 2012.10.09 1 Temas Agenda 21 Local Percurso Agenda Local 21 em Portugal

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.755, DE 29 DE JANEIRO DE 2009. Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica,

Leia mais

Escola Nacional de Mediação e Conciliação faz treinamento virtual para capacitar órgãos públicos em resolução de conflitos

Escola Nacional de Mediação e Conciliação faz treinamento virtual para capacitar órgãos públicos em resolução de conflitos Escola Nacional de Mediação e Conciliação faz treinamento virtual para capacitar órgãos públicos em resolução de conflitos A Escola Nacional de Mediação e Conciliação (ENAM), da Secretaria de Reforma do

Leia mais

Instituto Ethos. de Empresas e Responsabilidade Social. Emilio Martos Gerente Executivo de Relacionamento Empresarial

Instituto Ethos. de Empresas e Responsabilidade Social. Emilio Martos Gerente Executivo de Relacionamento Empresarial Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social Emilio Martos Gerente Executivo de Relacionamento Empresarial Missão do Instituto Ethos Mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais