Giselle de Abreu Ferreira ¹; Ana Karolina Paiva Braga ¹; Juliana Campos Rodovalho ¹; Mariana Atti ¹; Flávia Martins Gervásio ²

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1 Avaliação epidemiológica de pacientes portadores de doenças reumáticas atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da Eseffego-UEG no período de 2006 a 2008 Giselle de Abreu Ferreira ¹; Ana Karolina Paiva Braga ¹; Juliana Campos Rodovalho ¹; Mariana Atti ¹; Flávia Martins Gervásio ² ¹ Bolsistas PVIC/ UEG granduandas do curso de Fisioterapia UEG ² Orientador, docente do curso de Fisioterapia,UnU Goiânia ESEFFEGO UEG RESUMO O objetivo do presente trabalho foi caracterizar epidemiologicamente pacientes portadores de doenças reumáticas atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da Eseffego-UEG. Trata-se de um estudo transversal retrospectivo de caráter epidemiológico. Foram revisados os prontuários de pacientes atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade Estadual de Goiás (UEG) referentes ao setor de distúrbios musculoesqueléticos e que receberam alta no período de janeiro de 2006 a dezembro de Foram inclusos os prontuários cujos diagnósticos clínicos e\ou patologias associadas confirmaram diagnóstico de doença reumática definida em literatura. Das 764 fichas triadas, apenas 198 (26%) foram inclusos na pesquisa. Daqueles inclusos, apenas 5% eram homens e 21% mulheres; 27% estavam compreendidos entre o intervalo de 51 a 60 anos; 63% eram naturais da região Centro-Oeste; 47% eram casados; 35% definiram-se em relação à profissão, como Do lar; 71,7% apresentavam artrose; as articulações mais acometidas pelas patologias reumáticas foram, joelhos, ombros, quadris e a coluna lombossacra. Existe a necessidade de divulgação e implementação dos benefícios da fisioterapia em reumatologia, pois do total de casos atendidos no serviço musculoesquelético da Clínica Escola de Fisioterapia da Eseffego, em dois anos de segmento, 26% representaram casos de doenças reumáticas. Sugere-se que estes dados norteiem campanhas de esclarecimento das possibilidades terapêuticas em programas de reabilitação no intuito de aprofundar o conhecimento no que tange aos recursos terapêuticos utilizados como tratamento das patologias reumáticas, avaliando sua eficácia em relação ao quadro clínico apresentado pelo paciente, a adesão do paciente reumático ao tratamento proposto, entre outros temas que poderiam ser abordados e de grande contribuição para o meio acadêmico e social na reabilitação. INTRODUÇÃO As doenças reumáticas, cujas manifestações, via de regra, são sistêmicas, constituem a terceira causa principal de afastamento de trabalho no Brasil e que elas representam a terceira causa de aposentadoria por invalidez, segundo dados do INSS de 1994, além de exigirem do Ministério da Saúde gastos crescentes (MOREIRA, 2001). Dentre as principais doenças reumáticas estão a Artrite Reumatóide, Osteoartrose, Fibromialgia, Gota, Espondiloartropatias, Esclerose Sistêmica, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Febre Reumática, Síndrome de Sjögren e Dermatopolimiosites (SBR, 2008). Para Cruz Filho (2001), quando as seqüelas já se estabeleceram, procura-se desenvolver ao máximo o potencial residual existente para adaptar o paciente às novas condições de vida e tomar

2 medidas de reabilitação profissional. Neste sentido, o uso de agentes físicos, devidamente aplicados é essencial na terapêutica reumatológica, podendo produzir analgesia, reforço muscular, melhora na amplitude de movimento articular e na função, além de prevenção ou tratamento de deformidades. Diante do exposto, o objetivo deste trabalho é caracterizar epidemiologicamente pacientes portadores de doenças reumáticas atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da Eseffego-UEG no periodo de 2006 a CASUÍSTICA E MÉTODOS Estudo transversal retrospectivo de caráter epidemiológico. Foram revisados os prontuários de pacientes atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade Estadual de Goiás (UEG) referentes ao setor de distúrbios musculoesqueléticos e que receberam alta no período de janeiro de 2006 a dezembro de Foram utilizados termos de consentimentos da unidade universitária, bem como do coordenador do serviço, para o autorizo do estudo com os prontuários. Foram inclusos os prontuários cujos diagnósticos clínicos e\ou patologias associadas confirmaram diagnóstico de doença reumática definida em literatura, seja primário ou secundário, em ambos os sexos e em qualquer faixa etária. Foram exclusos aqueles com dados incompletos ou cujos diagnósticos apresentavam processos inflamatórios e/ou dolorosos isolados (bursites, tendinites, dorsalgia, lombalgia, cervicalgia), sem associação com de diagnóstico clínico de doença reumática foram excluídos. Na coleta de dados utilizou-se um formulário próprio contendo: idade, naturalidade, estado civil, profissão, sexo, diagnóstico clínico, queixa principal, manifestações sistêmicas, musculoesqueléticas, renais, cutaneomucosas, pleuropulmonares, cardiovasculares, neurológicas, gastrointestinais e oculares. Os dados foram transcritos para o Microsoft Excel 2007, com resultados apresentados em percentil na forma de tabelas ou gráficos. RESULTADOS E DISCUSSÃO Foram triadas 764 prontuários. Destes, 198 (26%) foram inclusos na pesquisa. Os demais prontuários, 566 (74%) representavam outros distúrbios músculos-esqueléticos de origem não reumática. Dos pacientes inclusos na pesquisa, apenas 5% eram homens e 21% mulheres. O intervalo de idade predominante no estudo foi de 41 a 70 anos, compreendendo 81,5% da amostra. Em relação à naturalidade, 63% eram provenientes da região Centro-Oeste. A maioria dos pacientes eram casados (47%) e 35% dos casos relataram exercer atividade do lar. Considerou-se para a contagem de casos das doenças reumáticas todos os diagnósticos presentes nos prontuários, ou seja, o mesmo paciente poderia apresentar duas ou mais doenças reumáticas associadas, como por exemplo, artrose e fibromialgia. As patologias encontradas foram artrose, dermatopolimiosite, fibromialgia, espondilite anquilosante, lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatóide, síndrome de Sjogren, gota úrica e as alterações degenerativas inespecíficas.

3 Os pacientes que apresentaram apenas artrose, representaram 71,7% do grupo, sendo a patologia reumática mais encontrada entre os pacientes de Musculoesquelética da Clinica Escola da UEG, seguida por fibromialgia e, logo depois, artrite reumatóide (Figura 3) Artrose Dermatopolimio Fibromialgia Espondilite Lúpus Artrite Síndromede Gota Alteração AR+ AR+Fibromialgia Artrose+LES Artrose+AR Artrose+ Artrose+Gota AR+LES Patologias Pacientes Figura 1 - Distribuição dos pacientes inclusos de acordo com as patologias. (AR = artrite reumatóide) em unidade. As articulações mais comprometidas variaram sua predominância em relação ao sexo onde no sexo masculino o membro inferior (quadris e joelhos) obteve maior incidência, e no sexo feminino o acometimento maior apresentou-se em joelhos, ombros e coluna lombossacra respectivamente. As principais alterações musculoesqueléticas identificadas foram dor, fraqueza muscular e amplitude de movimento reduzida, além da presença de contraturas e deformidades (Figura 4). A dor apresentou-se predominante em todas as articulações. Figura 4 - Principais alterações musculoesqueléticas em unidade. (ADM Amplitude de movimento) A maioria das patologias reumáticas apresenta, alem de alterações musculoesqueléticas, acometimentos sistêmicos, sendo que no estudo àqueles de maior prevalência foram as manifestações vasculares e cutaneomucosas (Figura 5).

4 Figura 5 - Manifestações sistêmicas apresentadas em percentil. DISCUSSÃO A fisioterapia em reumatologia é um campo de atuação recente. Isto pode ser demonstrado, no quantitativo de pacientes portadores de afecção reumática que são atendidos neste serviço de fisioterapia, representando 25,91% do total de atendimentos realizados. Observou-se também que, a patologia reumática mais freqüente foi a artrose, presente em 71,7% dos prontuários avaliados na pesquisa, condizendo com a literatura. De acordo com Seda & Seda (2001), a Osteoartrose (OA) é a doença reumática mais freqüente em toda população mundial, e no Brasil a doença atinge cerca de 16,2% da população, sendo responsável por 30 a 40% de todas as consultas em ambulatórios de reumatologia. No presente trabalho a faixa etária de maior incidência não se enquadrou exatamente nesta estatística, onde a maior incidência foi em indivíduos no intervalo de idade entre 40 e 60 anos, indicando um acometimento articular precoce. Todos os outros aspectos observados, como maior incidência em mulheres, e articulações mais acometidas (coluna e joelhos), (SEDA & SEDA,2001; SBR, 2008). Dentre as doenças reumáticas do tecido conjuntivo tivemos Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), Artrite Reumatóide (AR), Dermatopolimiosites (DP) e Síndrome de Sjögren (SSj), que somaram 9,6% dentre os prontuários avaliados. Artrite reumatóide representa a maior prevalência, seguida de LES o que é também evidente na literatura atual como as duas colagenoses mais freqüentes no nosso país (MOREIRA, 2001). Carvalho e Xavier (2001) definem AR como uma doença sistêmica do tecido conjuntivo cujas alterações predominantes ocorrem ao nível das estruturas articulares, periarticulares e tendinosas, cujo substrato anatômico mais acometido é membrana sinovial. No estudo, a maioria dos pacientes, possuíam queixas especificamente articulares, sendo apenas três os relatos de acometimentos sistêmicos como nódulos subcutâneos e alterações vasculares. A dor estava presente em todos os casos, acompanhados de fraqueza muscular, diminuição de amplitude de movimento, contraturas e deformidades. Moreira e Gama (2001) conceituam o lúpus como uma síndrome inflamatória auto-imune, multissistêmica, com amplo espectro de manifestações, clinicamente caracterizado por períodos de exacerbações e remissões, com curso e prognóstico variáveis. No estudo quatro pacientes apresentaram LES, correspondendo a apenas 2% da amostra, porém, esse percentual condiz com o encontrado nos dados epidemiológicos registrados, no que se refere a predominância do acometimento no sexo feminino, a faixa etária com pacientes jovens entre 10 e 40 anos e também nas principais manifestações como o eritema malar, manchas, nefrite (MOREIRA & GAMA. 2001).

5 Na dermatopolimiosite o paciente relatou fraqueza muscular generalizada, redução de ADM, edema e calcificações, sintomas que realmente são percebidos na patologia, citado por Pádua (2001) como a doença menos comum do tecido conjuntivo que acometem principalmente músculos estriados proximais, podendo haver também acometimento visceral. Na Síndrome de Sjögren a paciente se queixou apenas de dor no quadril além dos sinais encontrados nesta síndrome como a xerostomia e a xeroftalmia, (TALIBERTI, 2001). A Espondilite Anquilosante de acordo com Skare (1999) e Dziedzic (2001) possui incidência de 7,3 em cada 100 mil pessoas/ano, o que parece não ter se modificado nos dias atuais. Acomete preferencialmente sexo masculino e a grande maioria dos pacientes desenvolve os sintomas entre 20 a 35 anos. O paciente de EA estudado se enquadra neste perfil, referindo como sintomas dor, fraqueza muscular e diminuição de amplitude em toda a coluna vertebral, porém a amostra não nos propiciou uma confirmação epidemiológica. Houveram dois pacientes com gota úrica apresentando na investigação clínica dor, fraqueza muscular, e diminuição de ADM. Porém a amostra apresentada não é suficiente para uma constatação epidemiológica. A Fibromialgia é relatada por Ferreira et al. (2005) como, uma síndrome de dor difusa e crônica, caracterizada pela presença de pelo menos 11 dos 18 pontos dolorosos anatomicamente específicos chamados de tender points, dolorosos a palpação de cerca de 4 kgf. O estudo retratou a realidade do perfil epidemiológico desta patologia no qual as 15 pacientes identificadas com fibromialgia são do sexo feminino, e na faixa etária acima de 31 anos. O uso de medicamentos de forma continuada faz parte das rotinas de tratamento das doenças reumáticas (SBR, 2009). Neste estudo, houve o interesse em correlacionar a frequência do uso de medicamentos com os programas de reabilitação. Entretanto, este dado nas fichas estava incorreto ou ausente na maior parte dos prontuários. É imprescindível que a fisioterapia busque formas de resultados terapêuticos que possibilite aos pacientes de doenças crônicas minimizarem o uso de medicamentos. Das patologias encontradas na pesquisa podemos verificar que em sua maioria os dados epidemiológicos são condizentes com os autores mencionados como embasamento teórico. Algumas patologias não foram passíveis de comparação com a literatura, devido ao número insuficiente da amostra. CONCLUSÃO Observou-se no estudo a necessidade de divulgação e implementação dos benefícios da fisioterapia em reumatologia, pois do total de casos atendidos no serviço musculoesquelético da Clínica Escola de Fisioterapia da Eseffego, em dois anos de segmento, 26% representaram casos de doenças reumáticas. Destes, houve predomínio das patologias AO (71,7%), Fibromialgia (7,6%), Artrite Reumatóide (6,5%). O sexo feminino foi o mais acometido (79,8%), com o predomínio no intervalo de idade de anos. A presença de dor, seguida de fraqueza muscular e redução da ADM são os principais déficits musculoesqueléticos, sendo as articulações joelhos, ombros, quadris e coluna lombossacra as mais acometidas. Houve relato de comprometimento sistêmico, especialmente vascular e cutaneomucoso.

6 Sugere-se que estes dados norteiem campanhas de esclarecimento das possibilidades terapêuticas em programas de reabilitação no intuito de aprofundar o conhecimento no que tange aos recursos terapêuticos utilizados como tratamento das patologias reumáticas, avaliando sua eficácia em relação ao quadro clínico apresentado pelo paciente, a adesão do paciente reumático ao tratamento proposto, entre outros temas que poderiam ser abordados e de grande contribuição para o meio acadêmico e social na reabilitação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARVALHO, M. A. P.; XAVIER, A. J. D. Artrite Reumatóide. In: Reumatologia- Diagnóstico e Tratamento. 2ª ed. Rio de Janeiro. Editora Medsi P DZIEDZIC, K. Espondilite Anquilosante. In: DAVID, C.; LOYD, J. Reumatologia para fisioterapeutas. São Paulo, Premier, FERREIRA, E. A. G.; MATSUTANI, L. A.; MARQUES, A. P. Fibromialgia. In: Manuais de Fisioterapia: Fisioterapia Reumatológica. 1ª Ed. Barueri-SP. Manole, p MOREIRA, C. Introdução, Imporatância Epidemiológica e Classificação das doenças Reumáticas. In: Reumatologia- Diagnóstico e Tratamento. 2ª Ed.Rio de Janeiro. Editora Medsi P MOREIRA, C.; GAMA, G. G. Lúpus Eritematoso Sistêmico. In: Reumatologia- Diagnóstico e Tratamento. 2ª Ed.Rio de Janeiro. Editora Medsi p PÁDUA, P. M. Dermatopolimiosites. In: Reumatologia- Diagnóstico e Tratamento. Seção V. cap.20. 2ª Ed.Rio de Janeiro. Editora Medsi p SBR Sociedade Brasileira de Reumatologia. Registro Brasileiro de monitorização de terapias biológicas em doenças reumáticas. Versão 1.1, Maio de TALIBERTI, B. H. B. Síndrome Sjögren. In: Etiopatogenia. In: Reumatologia Diagnóstico e Tratamento. Seção V.cap ª Ed.Rio de Janeiro. Editora Medsi p SBR Sociedade Brasileira de Reumatologia, Disponível em: < >. SEDA, H.; SEDA, A. C. Osteoartrite. In: Reumatologia- Diagnóstico e Tratamento. 2ª Ed.Rio de Janeiro. Editora Medsi p SKARE, T. L. Espondilite Anquilosante. In: Reumatologia: princípios e prática, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1999, p

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