IDOSO MUITO IDOSO. Medidas preventivas da Equipe do Gerenciamento do Idoso para reduzir quedas no Núcleo de Atenção à Saúde.
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- Dalila Back da Fonseca
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2 IDOSO MUITO IDOSO Medidas preventivas da Equipe do Gerenciamento do Idoso para reduzir quedas no Núcleo de Atenção à Saúde. CARDOSO, ECA FERREIRA,DG RAMPO, FS UNIMED LIMEIRA SP 2016
3 Porcentagem da população total projetada INTRODUÇÃO PORQUE CUIDAR DOS IDOSOS? 35,0% 30,0% Projeção da população, segundo os grupos de idade - Brasil / em porcentagem 29,8% 25,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% 22,7% 18,7% 15,9% 13,7% 13,3% 10,0% 10,5% 9,5% 9,2% 8,1% 6,8% 8,6% 6,1% 6,8% 6,5% 5,4% 4,5% 5,9% 6,4% 4,0% 4,4% 2,3% 2,6% 3,4% 4,2% 5,1% 2,6% 3,5% 1,2% 1,5% 1,9% 2,5% 0,5% 0,6% 0,9% 1,3% 1,9% 2,7% 1,4% Ano 1980 Ano 1990 Ano 2000 Ano 2008 Ano 2010 Ano 2020 Ano 2030 Ano 2050 Ano de projeção 60 anos ou mais 65 anos ou mais 70 anos ou mais 75 anos ou mais 80 anos ou mais
4 INTRODUÇÃO Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) envelhecimento é um processo sequencial, individual, acumulativo, irreversível, universal, não patológico, próprio a todos os membros de uma espécie, de maneira que o tempo o torne menos capaz a fazer frente ao estresse do meio ambiente e, portanto, aumente sua possibilidade de morte. Esse fenômeno é chamado de senescência. Porém o processo de envelhecimento normal pode estar associado a uma condição patológica ou incapacitante que requeira assistência, constituindo um quadro chamado de senilidade.
5 INTRODUÇÃO É importante ressaltar dois erros comuns que devem ser evitados em relação ao cuidado com a pessoa idosa: considerar que todas as alterações que ocorrem com essa pessoa sejam decorrentes de seu envelhecimento natural, o que impede a detecção de problemas e seu tratamento e tratar o envelhecimento natural e fisiológico como doença, a partir de realização de exames e tratamentos desnecessários, baseados em sinais e sintomas inerentes ao fenômeno do envelhecer.
6 INTRODUÇÃO O envelhecimento populacional, decorrente do aumento da expectativa de vida, foi uma importante conquista mundial. Para tanto criou-se um grande desafio de agregar qualidade de vida aos anos de vida ganhos por esta população, sendo a ocorrência de quedas um importante aspecto a ser estudado. Considerando os riscos mais graves nos acidentes domésticos sendo assim uma grande relevância epidemiológica e socioeconômica.
7 INTRODUÇÃO Queda é um evento frequente e limitante, sendo considerado um marcador de fragilidade, morte, institucionalização e de declínio na saúde de idosos. Considera-se que mais de 1/3 das pessoas com mais de 60 anos acabam caindo no decorrer de um ano. A queda é a causa de 70% das mortes acidentais em pessoas acima 75 anos e a 6ª causa de óbito em pessoas acima 65 anos. O risco de morte após desospitalização é de 15-50% no ano seguinte.
8 INTRODUÇÃO Um número significado de quedas ocorre na própria residência. A maioria das quedas ocorre em mulheres. Idosos que necessitam de ajuda nas ABVDs tem 14x maior a chance de cair e as principais consequências são fraturas (5%) e ferimentos importantes (5-10%). Além disso, o medo de cair causa imobilismo e estresse, aumentando o risco de novas quedas e portanto mais de 2/3 cairão novamente nos 6 meses subsequentes.
9 INTRODUÇÃO Em janeiro de 2014 houve uma mudança, onde foi Implantado o Gerenciamento Integral à Saúde do Idoso dentro do Núcleo de Atenção à Saúde - NAS. O Gerenciamento Integral a Saúde do Idoso é mais um benefício que a UNIMED Limeira coloca à disposição dos seus clientes que apresentam idade acima de 60 anos, para proporcionar ao longo prazo o monitoramento contínuo de suas patologias e os fatores de risco, seja pela forma presencial participando dos grupos, seja pelo telefone (telemonitoramento) e ou pela visita do Enfermeiro e Terapeuta Ocupacional em sua casa.
10 OBJETIVO Através dos principais fatores de risco apontados pela Avaliação Multidimensional do Idoso, levantar o perfil dos Idosos muito Idosos e através da Avaliação da Terapeuta Ocupacional no domicílio reduzir a ocorrência de quedas nos fatores de risco modificáveis.
11 MÉTODO Foram levantados os dados da Avaliação Multidimensional do Idoso realizado pela equipe de Enfermagem no software MK Saúde de 1919 idosos, no período de Janeiro de 2014 à Dezembro de 2015 e analisados como Indicadores. Destes são acompanhados pelo Programa de Telemonitoramento 1200 Idosos e 719 pelo Monitoramento Presencial, 143 apresentam idade superior a 80 anos que é o que denominamos de IDOSO MUITO IDOSO.
12 RESULTADOS E DISCUSSÃO Analisando a pesquisa, verifica-se que o programa Gerenciamento Integral à Saúde do Idoso é composto predominantemente por mulheres, coincidindo assim com a literatura internacional, que revela o predomínio do sexo feminino nos grupo. As idades variam entre 60 a 89 anos. Os dados revelam que o idoso prevalece numa vida de convívio social ativa, pois 924 estão sendo monitorados na Baixa Complexidade e143 estão na faixa etária acima de 80 anos, como veremos no gráfico.
13 RESULTADOS E DISCUSSÃO COMPLEXIDADE DE CUIDADOS TOTAL FEMININO MASCULINO BAIXO RISCO MÉDIO RISCO ALTO RISCO IDOSO MUITO IDOSO Após os Idosos serem avaliados, são estratificados e monitorados de acordo com sua Complexidade de Cuidados.
14 RESULTADOS E DISCUSSÃO QUEDAS EM 2014 QUEDAS EM ANOS ANOS >80 ANOS TOTAL 135 FEMININO MASCULINO ANOS ANOS 182 >80 ANOS TOTAL 56 FEMININO MASCULINO Pacientes caíram, destes 25% com 80 anos ou mais Pacientes caíram, destes 18,5% com 80 anos ou mais REDUÇÃO DE 6,5% DE QUEDAS NOS IDOSOS MUITO IDOSOS
15 RESULTADOS E DISCUSSÃO Na medida que iniciamos o Gerenciamento à Saúde do Idoso, através do dia a dia e dos trabalhos realizados fomos focando em medidas preventivas com ações educativas realizadas pelos grupos e pela abordagem do telemonitoramento e monitoramento presencial. Também iniciou-se o Programa do IDOSO MUITO IDOSO em pacientes com a idade acima de 80 anos, já estratificados pela Avaliação Multidimensional pela Enfermeira que apesar de terem seu acesso à rede de serviços de saúde ainda viável, esses pacientes precisam de monitoramento domiciliar devido ao risco aumentado para quedas, fragilidade e perda da funcionalidade.
16 RESULTADOS E DISCUSSÃO PRINCIPAIS RISCOS DE QUEDAS NO DOMICÍLIO AMBIENTES INADEQUADOS NOS DOMICÍLIOS APRESENTAM BARRAS DE APOIO NO BANHEIRO?. 70% SIM Não 15% 15% 30% 70% BANHEIRO ESCADAS BANHEIRO/ESCADAS As avaliações domiciliares foram realizadas pela pela Terapeuta Ocupacional dentro da avaliação físico-funcional com Cheklist dos fatores de risco e avaliação ambiental.
17 CONCLUSÃO Este trabalho vem mostrar o crescimento da operadora na Atenção à Saúde do Idoso e busca contribuir para análise e reflexão da importância do novo modelo assistencial aos usuários Idosos muito Idosos do Gerenciamento Integral à Saúde do Idoso, com ênfase nas ações de promoção da saúde, prevenção de doenças e principalmente diminuindo as ocorrências de quedas. Assim os dados contribuem para o fortalecimento de ações preventivas, reabilitadoras e domiciliares para diminuir os riscos extrínsecos do domicílio, no sentido de aumentar a qualidade de vida dos idosos caidores.
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