CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS

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1 CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS Beatriz de Vilas Boas de Oliveira 1, Keyleytonn Sthil Ribeiro 2 1 Faculdade de Pindamonhangaba, Curso de Fisioterapia, 2 Faculdade de Pindamonhangaba, Curso de Fisioterapia, Resumo - Com a crescente preocupação com a saúde, vem-se observando um aumento no número de pessoas que praticam algum tipo de atividade física, sendo que toda atividade envolve um risco de ocorrência de lesão. O presente estudo tem por objetivo caracterizar as lesões ocorridas em atletas da delegação de Pindamonhangaba durante os 53º Jogos Regionais associando-as com sua respectiva modalidade. A coleta de dados foi realizada através preenchimento de uma planilha durante a avaliação física do atleta. Observou-se que modalidades caracterizadas pelo maior contato físico entre os atletas foram as que apresentaram maior incidência de lesões, que as lesões provacadas por mecanismos atraumáticos tiveram maior incidência e que os Membros Inferiores (MMII) foram mais afetados. Conclui-se que as lesões esportivas tratadas durante a competição encontram-se predominantemente na fase aguda, sendo que as modalidades coletivas apresentaram um maior número de lesões do que as demais, e que nas modalidades caracterizadas pelo contato físico houve maior incidência de lesões durante competições. Palavras-chave: Lesões Esportivas; Fisioterapia Desportiva. Área do Conhecimento: Fisioterapia Introdução Atualmente tem se observado uma crescente preocupação com a saúde, levando muitas pessoas a realizarem atividades esportivas, objetivando melhorar esse ideal. O esporte pode ser realizado apenas por lazer ou profissionalmente, sendo que a última forma vem ganhando um aumento em sua valorização. Para Gantus e Assumpção (2002) toda atividade física envolve um risco de ocorrência de lesão. Ribeiro e Costa (2006), afirmam que diversos estudos definem o termo lesão esportiva de diferentes formas, porém a definição mais precisa provêm do Sistema de Registro Nacional de Lesões dos Estados Unidos (NAIRS), definindo como lesão esportiva todo acontecimento que limite a participação do atleta por pelo menos um dia após a ocorrência. A necessidade de bons resultados, o excesso de treinamentos e competições para se alcançar um bom nível esportivo, a ausência de medidas preventivas e a exaustão física contribuem para o aumento do número de lesões (GANTUS; ASSUMPÇÃO, 2002). A incidência de algumas lesões esportivas varia de acordo com uma série de fatores, como a prática esportiva, o tempo que se dedica ao esporte e o nível de competição do atleta (ARENA; CARAZZATO, 2007). Outros fatores que podem estar relacionados ao surgimento de lesões são: o condicionamento físico do atleta, o preparo técnico, sexo, posição do jogador, superfície de jogo ou treino, tipo de calçado, o uso ou não de órtese, presença de lesões pré-existentes e fatores psicológicos (MOREIRA, 2006). Dentre as diversas classificações que são utilizadas para definir o tipo de lesão, tem sido comumente classificadas conforme o mecanismo traumático e atraumático. Segundo Ejnisman et al. (2001) as lesões traumáticas são provenientes de um trauma causado por contato direto ou indireto, e as lesões atraumáticas são aquelas causadas principalmente por sobrecarga nos tecidos. O mesmo autor explora um pouco mais o assunto, relacionando o mecanismo de lesão com o tipo de esporte, afirmando que as lesões atraumáticas ocorrem com maior freqüência nos esportes de não-contato, como tênis, natação, tênis de mesa, ginástica e atletismo; e as lesões traumáticas são mais comuns em esportes de contato, como futebol, basquete, handebol, futsal e lutas. É a partir do conhecimento dos fatores, causas e o tipo das lesões que se pode obter um plano preventivo e um tratamento efetivo para as lesões esportivas. A fisioterapia desportiva preocupa-se não somente com o tratamento do atleta lesado, mas também com estratégias preventivas, objetivando reduzir o número de lesões (SILVA et al., 2005). Sendo o trabalho do profissional desta área bem diferente dos demais, pois a reabilitação tem de ser mais rápida e mais eficiente, devido a grande exigência que as articulações, músculos e ossos sofrem (RODRIGUES, 1996 apud PARREIRA, 2007). 1

2 O objetivo desse estudo é caracterizar as lesões ocorridas em atletas da delegação de Pindamonhangaba durante os 53º Jogos Regionais associando-as com sua respectiva modalidade, bem como a atuação de equipe de Fisioterapia nesta competição. Metodologia Para a elaboração do presente estudo, realizou-se a coleta de dados durante os 53º Jogos Regionais, que ocorreram no período de 30 de Julho a 11 de Agosto de 2009, na cidade de Arujá, no estado de São Paulo. A equipe de fisioterapia foi composta por 2 fisioterapeutas e 7 estagiários, e os atendimentos foram realizados nos intervalos: 8 hs às 12 hs, 13:30 hs às 19hs e das 20:30 hs às 22hs. A obtenção dos dados surgiu através da avaliação fisioterapêutica realizada nos atletas da delegação de Pindamonhangaba que procuraram atendimento no seu respectivo setor de fisioterapia. Elaborou-se uma planilha, para facilitar a coleta, preenchida durante a avaliação física do atleta, na qual continha informações como: nome completo do atleta, idade, modalidade praticada e posição/especialidade exercida. Após a avaliação física do atleta, pôde-se definir o diagnóstico da lesão, bem como seu estado em relação à fase patológica classificando as lesões como agudas, sub-agudas e crônicas. Com essas informações foi possível determinar o número de atendimentos realizados pelo setor durante a competição, os tipos de lesões ocorridas em cada modalidade, bem como sua classificação quanto à fase patológica. Resultados A partir dos dados coletados através da avaliação realizada com os atletas da delegação da cidade de Pindamonhangaba obteve-se as principais características das lesões que afetaram os atletas participantes dos 53º Jogos Regionais. Foram realizados 313 atendimentos em 117 atletas, destes 60 (51,28%) eram do sexo feminino e 57 (48,72%) do sexo masculino, com idade variando entre 13 a 48 anos, e média de idades igual a 30 anos e 6 meses (± 17 anos e 6 meses). Compareceram ao setor de fisioterapia as seguintes modalidades: Atletismo, Basquete, Damas, Futebol de Campo, Futsal, Ginástica Rítmica, Handebol, Judô, Karatê, Natação, Taekwon-dô, Tênis, Tênis de Mesa, Voleibol e Volêi de Praia. Destas modalidades observa-se que as coletivas foram responsáveis pelo maior número de pacientes, como demonstrado da Tabela 1. Tabela 1 - Atendimentos por Modalidade Modalidade Atendimentos Futebol 87 Handebol 67 Futsal 48 Basquetebol 26 Atletismo 24 Voleibol 20 Tênis de Mesa/Natação 11 Vôlei/Ginástica Rítmica 6 Karatê 5 Tae-kwon-dô 4 Damas 2 Judô/Tênis de Campo 1 Em relação ao objetivo dos atendimentos prestados, houve casos em busca de reabilitação de lesões e prevenção, cuja distribuição está ilustrada na Figura 1. Figura 1 - Distribuição do tipo de atendimento prestado As condutas de tratamento variavam conforme o diagnóstico realizado pelos fisioterapeutas. No caso de prevenção de lesões as técnicas aplicadas foram a realização de crioterapia associadas à massoterapia e imersão. Houve também casos de instabilidade articular crônica onde a técnica aplicada foi a realização de bandagem funcional. A distribuição das condutas de prevenção pode ser observada na figura 2. Figura 2 - Dsitribuição do tipo de conduta terapêutica 2

3 Em relação a fase patológica das lesões, conforme a figura 3 (abaixo), boa parte se encontravam em estado agudo, com pequena diferença entre as fases sub-aguda e crônica. Figura 5 - Distribuição das lesões traumáticas Já as lesões atraumáticas mais freqüetes foram contratura muscular em Tríceps Sural, lombalgia e dorsalgia, distribuidas na figura 6. Figura 3 - Dsitribuição em relação a fase patológica As modalidades caracterizadas pelo maior contato físico entre os atletas foram as que apresentaram maior incidência de lesões ao longo da competição. Em relação a sua característica quanto a origem traumática e atraumática, encontrou-se 45 lesões do tipo traumáticas e 86 do tipo lesões atraumáticas, conforme ilustra a Figura 4. Figura 6 - Distribuição das lesões atraumáticas Em relação a topográfia das lesões, a maioria destas incidia nos membros inferiores dos atletas, seguida de tronco e membros superiores, vide figura 7. Figura 4 - Distribuição das lesões conforme mecanismo ocorrido As lesões traumáticas que ocorreram com mais freqüêncica foram entorse de tronozelo, contusão em mão e contusão em joelho, e encontram-se dispostas na figura 5. Figura 7 - Distribuição Topográfica das lesões. 3

4 Aprofundando-se nas lesões de membro inferior, a figura 8 mostra que o joelho foi a articulação mais acometida, seguida da perna e tornozelo. Figura 10 - Distribuição da lesão em Membros Superiores (MMSS) Discussão Figura 8 - Distribuição da lesão em Membros Inferiores (MMII) Em relação às lesões de tronco, a região lombar e torácica foram predominantes acometidas em relação à região cervical, fato esperado nas modalidades que envolvem saltos concordando com estudo de Gantus e Assumpção (2002). Figura 9 - Distribuição da lesão em Coluna No membro superior observa-se na figura 10 que a mão e o ombro dos atletas foram as partes mais acometidas, lembrando que boa parte destas lesões acontece em esportes que usam bola e são baseados no uso do membro superior (GANTUS; ASSUMPÇÃO, 2002). O presente estudo propôs observar as características das lesões ocorridas em atletas da delegação de Pindamonhangaba durante os 53º Jogos Regionais do Interior. Observamos que as modalidades coletivas apresentaram maior incidência de lesões do que as modalidades individuais ou em dupla. Em nosso estudo a modalidade que apresentou maior número de lesões foi o futebol de campo. Ultimamente tem-se observado uma transformação na modalidade futebol, caracterizada pela substituição da ênfase na técnica, por componentes táticos e físicos, exigindo velocidade, explosão muscular e resistência aeróbica. Com isso os choques entre jogadores são cada vez mais freqüentes, tornando crescente o risco de contusões e lesões articulares (RAYMUNDO et al., 2005). Para Silva e et al. (2005) o grande número de lesões que essa modalidade apresenta é devido ao grande contato físico, movimentos curtos e rápidos como aceleração, desaceleração, mudanças de direção, saltos e pivoteamento. Como a pesquisa não se limitou somente ao tratamento das lesões esportivas, mas também com a prevenção de novas lesões é importante ressaltar o objetivo de cada técnica preventiva. A massoterapia com gelo e imersão no gelo foram utilizadas para drenagem do ácido lático e prevenção de micro lesões. Segundo Pastre e colaboradores (2009) em sua revisão, a aplicação destas técnicas tem por objetivo reduzir a dor e o edema e acelerar a remoção de lactato (ácido lático), recuperando a função fisiológica do atleta. A bandagem funcional foi utilizada em nosso estudo com o intuito de evitar lesões em articulações com instabilidade. Segundo Silva e Gonçalves (2007) a bandagem funcional reduz a amplitude de movimento e a sobrecarga nos tecidos, sem alterar a função dos músculos envolvidos, diminuindo assim a ocorrência de lesões. 4

5 Como grande parte das modalidades não apresentavam um fisioterapeuta responsável por aquela equipe, atuando com um trabalho proprioceptivo, muitos técnicos recorriam ao setor de fisioterapia, solicitando uma medida preventiva para a redução das instabilidades articulares. As modalidades que mais foram submetidas a este processo foram as que envolviam saltos, deslocamentos laterais e corrida, como basquete, handebol, vôlei, futsal e handebol. Em relação a fase patológica das lesões, encontrou-se uma concentração maior no estado agudo, isso ocorre, pois em competições os atletas se esforçam ao máximo em busca de resultados. Para Gantus e Assumpção (2002) a necessidade de vitória e resultados e o excesso de exploração física para atingir esses objetivos refletem no número de lesões. Em nosso estudo as lesões atraumáticas foram predominantes sobre as lesões traumáticas. Segundo Ejnisman e et al. (2001) as lesões atraumáticas são mais comuns, pois estão relacionadas a sobrecarga dos tecidos, podendo também estar relacionadas com o tipo de esporte, neste caso esportes de não-contato. Bem como os esportes de contato relacionados ao mecanismo de lesão traumática, porém nosso estudo não conseguiu obter essa relação. Segundo a distribuição topográfica das lesões os membros inferiores foram os mais afetados. Sendo a articulação mais afetas o joelho, seguida pelo tornozelo. Segundo Raymundo e et al. (2005), esportes que utilizam os membros inferiores como futebol e futsal apresentam maior incidência de lesões nessas estruturas, sendo o segmento mais lesado o joelho seguido pela articulação do tornozelo. As lesões em membros superiores foram observadas em modalidades que utilizam-se mais desses segmentos, como handebol, basquete e vôlei, sendo a articulção da mão a mais afeteada. Moreira, Gentil e Oliveira (2003) que afirmam que as lesões em membros superiores, principalmente as lesões em mão ocorrem devido a disputa pela bola. A coluna vertebral apresentou uma considerável quantidade de lesões, sendo o segmento mais acometido a coluna lombar. As lesões em nosso estudo encontravam-se predominantemente em esportes que envolviam o salto, como Ginástica Rítmica, Handebol, Basquete e Vôlei. Para Gantus e Assumpção (2002) isso ocorre devido ao excesso de impactos ocasionados pelos saltos constantes, contato físico e falta de alongamento encontrados nestas modalidades. A lesão traumática que mais ocorreu foi o entorse de tornozelo, seguidos pelas contusões. Resultados semelhantes foram encontrados por Silva, Abdala e Fisberg (2007). Gantus e Assumpação (2002) também encontraram o entorse de tornozelo como lesão mais freqüente. Conclusão Portanto, apesar de ter ocorrido uma grande procura do setor de fisioterapia em busca de tratamento para as lesões, observou-se uma parcela importante de condutas que visavam a prevenção de lesões, tornando importante a presença de um profissional fisioterapeuta acompanhando equipes. Conclui-se que as lesões esportivas tratadas durante a competição encontravam-se predominantemente na fase aguda, sendo que as modalidades coletivas apresentaram um maior número de lesões do que as demais, e que nas modalidades caracterizadas pelo contato físico houve maior incidência de lesões durante competições. Referências ARENA, S. S.; CARAZZATO, J.G. A relação entre o acompanhamento médico e a incidência de lesões esportivas em atletas jovens de São Paulo. Rev. Bras. Med. Esporte. V.13, n.4, p , EJNISMAN, B.; et. al. Lesões músculoesqueléticas no ombro do atleta: mecanismo de lesão, diagnóstico e retorno à prática esportiva. Rev. Bras. Ortop. V.36, n.10, p GANTUS, M. C.; ASSUMPÇÃO, J.D. Epidemiologia das lesões do sistema locomotor em atletas de basquetebol. Acta Fisiátrica. V.9, n.2, p.77-74, MOREIRA, P. Prevalência de lesões das equipes de base e adultas que representaram a seleção brasileira de basquete em Rev. Bras. Ci. e Mov. V.14, n.2, p.65-72, MOREIRA, P.; GENTIL, D.; OLIVEIRA, C. Prevalência de lesões na temporada 2002 da seleção brasileira masculina de basquete. Rev. Bras. Med. Esporte. V.9, n.5, p.43-47, PARREIRA, C. A. Tratamento fisioterapêutico e prevenção das lesões desportivas. In: I Encontro de Extensão da UNIFIL, 29 a 31 de Outubro de.2007, Londrina. Anais do I Encontro de Extensão da UNIFIL. PASTRE, C.M. et al. Métodos de recuperação pós-exercício: uma revisão sistemática. Rev. Bras. Med. Esporte. V.15, n.2, p ,

6 RAYMUNDO, J.L.P. et al. Perfil das Lesões e evolução da capacidade física em atletas profissionais de futebol durante uma temporada. Rev. Bras. Ortop. V.40, n.6, p , RIBEIRO, R.N.; COSTA, L.O.P. Análise epidemiológica de lesões no futebol de salão durante o XV campeonato Brasileiro de seleções sub-20. Rev. Bras. Med. Esporte. V.12, n.1, p.1-5, SILVA, A. A.; et. al. Fisioterapia esportiva: prevenção e reabilitação de lesões esportivas em atletas do América futebol clube. In: 8º Encontro de Extensão da UFMG, 03 a 08 de Outubro de 2005, Belo Horizonte. Anais do 8º Encontro de Extensão da UFMG. SILVA, A.S.; ABDALLA, R.J.; FISBERG, M. Incidência de lesões musculoesqueléticas em atletas de elite do basquetebol feminino. Acta Ortop. Bras. V.15, n.1, p.43-46, SILVA, P. B.; GONÇALVES, M. Suportes de pé e tornozelo: efeitos na biomecânica e na prevenção de lesões desportivas. Motriz. V.13, n.4, p ,

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