N.º 35-3.º Trimestre de 2010

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1 GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu N.º 35-3.º Trimestre de CENFIM - Novos desafios 4 Decorridos os primeiros 25 anos de história do CENFIM, é com o maior orgulho que todas as pessoas, empresas e instituições que têm contribuído para a consolidação deste verdadeiro caso de sucesso se associam à comemoração de tão importante efeméride O CENFIM é hoje uma referência de qualidade e excelência no domínio da formação e qualificação em Portugal. E é igualmente um verdadeiro cúmplice das empresas do sector metalúrgico e metalomecânico no esforço de qualificação dos respectivos colaboradores. O sucesso destes 25 anos de actividade não pode porém inebriar-nos. Não obstante a excelência dos resultados atingidos e o cumprimento dos objectivos a que se propôs, o CENFIM não pode deixar cristalizar-se Para poder ser útil às empresas e consequente para a economia, uma instituição com as características e as responsabilidades do CENFIM tem de submeter-se a um esforço sistemático de inovação. Numa palavra, deve a cada momento saber reinventar-se. O que foi efectuado é perfeito. Mas o que falta fazer é seguramente o mais importante Os novos desafios do CENFIM deverão corresponder àqueles que são os desafios das empresas do sector metalúrgico e metalomecânico. Nesse sentido, a formação ministrada pelo CENFIM deverá tender a converter-se em instrumentos a que as empresas poderão recorrer para viabilização do cumprimento dos seus objectivos e satisfação das suas necessidades. A internacionalização das empresas portuguesas constitui hoje um verdadeiro desígnio nacional. A grande prioridade do país é a de aumentar as exportações É sabido que as empresas têm feito um enorme esforço nesse domínio. Precisam no entanto de adquirir e/ou aperfeiçoar as suas próprias competências em tal âmbito. O CENFIM pode e deve pois apetrechar-se dos meios e instrumentos indispensáveis para ajudar as empresas a serem mais eficazes no domínio da internacionalização, contribuindo para uma melhor qualificação dos recursos humanos nessa área. A inovação é igualmente um eixo fundamental para o sucesso das empresas portuguesas. Apenas com um investimento contínuo na inovação aos mais diversos níveis, poderão empresas de um país como Portugal ser competitivas nos mercados globais. continua na pág. 2

2 Nesse âmbito, para além do mais, é fundamental redefinir o conceito de inovação, adaptando-o à realidade das PME. Não tenho dúvidas de que o CENFIM é a entidade ideal para efectuar esse trabalho. Finalmente, é sabido que, cada vez mais, os empresários portugueses sentem necessidade de acções de formação que lhes sejam especificamente dirigidas. Naturalmente esperam do CENFIM a disponibilização crescente desse serviço. Estas serão três áreas em que o CENFIM poderá e deverá investir ao longo dos próximos anos. São desafios a que o CENFIM deverá responder. As empresas do sector estão obviamente disponíveis para colaborar. E estão além disso absolutamente interessadas. Faltará apenas que o Estado cumpra igualmente as suas obrigações. Estamos certos de que assim sucederá e que nomeadamente através do IEFP continuará a acarinhar o CENFIM. Ainda assim, não posso deixar de sublinhar dois pontos que me parecem fundamentais quando se trata de avaliar qualquer política de formação. O primeiro passa por relembrar que as acções de formação profissional têm como principais utentes as próprias empresas. Nesse sentido, não faz qualquer sentido que a definição conceptual da formação e a respectiva gestão corrente não sejam de uma vez por todas confiadas às empresas e suas associações. O segundo é também o reforço de uma ideia em que as associações do sector têm insistido: a única formação profissional que serve as empresas e a economia é a formação substantiva. Quanto à importância da certificação formal de competências não obstante algumas virtualidades, terá de ser encarada como meramente residual. E é tempo de as prioridades serem revistas nesse âmbito pelo poder político. Aníbal Campos - Presidente da Direcção da AIMMAP - Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal. O CENFIM - Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica, procede regularmente à Aval iação Após Venda, e emite relatórios semestrais dando informação da monitorização após a frequência das acções de formação e empregabil idade. Podemos, assim, avaliar como as empresas e formandos, nossos cl ientes, passado um tempo que varia de três a doze meses, estão satisfeitos com a acção de formação frequentada e/ou da sua empregabil idade. É este um instrumento fundamental para a orientação estratégica e as melhorias concretas que se podem introduzir na organização ou nas nossas ações de formação. O último relatório de Maio de 2010, outro está a ser produzido, e relativo a 2009, refere um l igeiro decréscimo de respostas, mesmo assim obtendo 35%, num universo de 6003 inquéritos enviados, número estatist icamente correcto para aferir da val idade do estudo. Relativamente à classif icação das Ações de Formação obtivemos os seguintes resultados: Classificação das Acções: Excelente Muito Bom Bom Suficiente Insuficiente Formação Inicial Formação Contínua Formandos 67% 33% Empresas Formandos Empresas 5% 67% 37% 33% 44% 14% 4% 19% 46% 27% 4% Perguntados sobre melhorias a introduzir, foram recebidas 269 propostas, sendo 250 de formandos e 19 de empresas. Nestas são sugeridas as seguintes Sugestões, que, depois de anal isadas por cada Unidade Orgânica, são consideradas para a Melhoria. Sugestões de Melhoria Estrutura do curso Recursos técnicos e pedagógicos 16% Instalações e conforto Recrutamento e selecção Marketing Processos administrativos Outros Outros números podem ser fornecidos, como a opinião sobre os nossos serviços pelos formandos e empresas: FORMANDOS FORMANDOS Avaliação dos Nossos Serviços: Excelente Bom Suficiente Insuficiente Acompanhamento e colaboração prestados 51% 10% 10% 8% 3% 1% Instalações Instrumentos e pedagógicos equipamentos e didáticos Formação Inicial MBom 100% 33% 33% Excelente MBom Bom Suficiente Insuficiente 67% 67% 59% 40% 39% 41% 1% Formação Contínua 53% 6% 57% 4% 1% 2

3 Formação Inicial Formação Contínua Avaliação dos nossos serviços: EMPRESAS Excelente Bom Suficiente Insuficiente Acompanhamento e colaboração prestados Acompanhamento e colaboração prestados MBom 33% 67% 33% Importância se dá ao factor dos Programas, Conteúdos e Metodologias, com os seguintes resultados: 62% 4% 1% Pelo nosso estudo a empregabilidade, tendo em consideração os números já disponíveis de 2010, coloca-se no intervalo entre 80% a 90%, com tendência crescente (consideramos também empregabil idade os formandos que continuam a estudar, com números de 14% no global, e 69% em Cursos EFJ e CET). Como conclusões finais, do extenso relatório de 160 páginas, o CENFIM evidencia uma melhoria sustentável, f icando entre o Muito Bom e Bom, não desprezando o Excelente, que gradualmente tem vindo a diminuir conferindo maior credibil idade às respostas, e aproximando-se de uma curva estatística mais correta, prestando um serviço de qual idade e obtendo números notáveis na empregabil idade, nos casos em que é apl icada. Os serviços correspondem, assim como os formadores. É necessário, no entanto, um esforço mais concentrado, no tratamento das propostas de melhoria dos nossos cl ientes, onde, de facto, ainda não se atingiram números sat isfatórios. Os valores obtidos quanto à empregabil idade, considerando também os Cursos Educação e Formação de Jovens - EFJ e Cursos de Especial ização Tecnológica - CET tem tendência a aumentar, considerando os anos de 2004 a 2009, e têm a seguinte caracterização: O Animador do Processo de Aval iação - António Sá, tem seguido atentamente o percurso efectuado e incentivado este processo de recolha de dados, no sentido da noss a Política de Gestão, concernente à Melhoria Contínua. O CENFIM possui pessoal e instrumentos adequados para fornecer este serviço a qualquer organização, dadas quase duas décadas de experiência. Lurdes Gomes - Técnica Especial ista do DQASO Joaquim Armindo - Director do DQASO - Departamento da Qual idade, Ambiente e Segurança e Saúde Ocupacional Percentagem de empregabilidade FINAL ACÇÃO 72% 66% 82% 84% 67% 61% 6 MESES APÓS 41% 56% 91% 88% 80% 82% 1 ANO APÓS 25% 76% 89% 89% 81% 96% O CENFIM viu renovada a sua acredi-tação pela DGERT, desde 7 de Julho de 2010, em todos os domínios, a saber:. Diagnóstico de necessidades de formação;. Planeamento de intervenções ou actividades format ivas;. Concepção de intervenções, programas, instrumentos e suportes formativos;. Organização e promoção das intervenções ou actividades formativas;. Desenvolvimento/execução de intervenções ou actividades formativas;. Acompanhamento e Avaliação das intervenções ou actividades formativas;. Outras formas de intervenção. Destaca-se que pela primeira vez o CENFIM é acreditado no domínio de Outras formas de intervenção, ficando, assim, com acreditação total nos domínios. 3

4 A crença de que somos responsáveis pelo crescimento e melhoria da sociedade da qual fazemos parte, em todas as suas dimensões e, conscientes que esse crescimento e melhoria começam com o Conhecimento, é que nos motivam a compart ilhar a experiência adquirida na introdução de mudanças das atitudes de pessoas, através da assimilação de 5 conceitos simples, conhecidos como 5S. A Metodologia dos 5S ou Programa dos 5S, como também é conhecido, é um conjunto de cinco conceitos simples que, ao serem praticados, são capazes de modif icar o humor das pessoas, o ambiente de trabalho, a maneira de conduzir as act ividades rotineiras e as suas at itudes no dia-a-dia. O termo 5S é derivado de cinco palavras japonesas, todas iniciadas com a letra S. Na interpretação dos ideogramas que representam essas palavras, do japonês para o inglês, conseguiu-se encontrar palavras que iniciavam com a letra S e que tinham um significado aproximado do original em japonês. Assim o CENFIM, após leitura de diversos art igos e elaboração e divulgação de uma brochura sobre o tema, em 2006, adoptou como palavras em português para a sua Metodologia:. 1ºS SEIRI - Sentido de Organização - classificar tudo e el iminar o que não é preciso, ou seja, ter somente o que é út il e na quantidade correcta ;. 2ºS SEITON - Sentido de Arrumação - um lugar para cada coisa e cada coisa no seu lugar ;. 3ºS SEISO - Sentido de Limpeza - a melhor l impeza é aquela que não precisamos l impar, ou seja, o ambiente mais l impo não é o que mais se l impa, mas sim o que menos se suja ;. 4ºS SEIKETSU - Sentido de Normal ização - adoptar boas práticas de trabal ho e reconhecer o que é preciso ser feito ;. 5ºS SHITSUKE - Sentido de Autodiscipl ina - manter tudo arrumado e organizado. O processo de implementação iniciou-se em Janeiro de 2009, com a primeira Acção de Sensibil ização aos colaboradores internos do Núcleo do Porto, tendo esta Unidade Orgânica aceite o difícil desafio de iniciar esta metodologia. Durante o primeiro semestre de 2010, outros Núcleos do CENFIM deram inicio ao processo, com a real ização de uma acção de Sensibil ização à Metodologia dos 5S aos seus colaboradores internos, pelo Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde Ocupacional do CENFIM, que teve duração de 2 horas. Os Núcleos envolvidos foram os de Torres Vedras, Santarém e Trofa, que têm marcadas as suas primeiras verificações no 2º semestre do ano. Outras acções de sensibilização seguem-se no 2º semestre, nos Núcleo de Lisboa, Caldas da Rainha e Marinha Grande conforme planeado. Praticar os 5S, é prat icar "bons hábitos". Apesar da simplicidade dos conceitos e da facil idade de apl icação na prática, a sua implementação efectiva não const itui uma tarefa simples. Isto 5º S - SHITSUKE Sentido de Autodisciplina 4º S - SEIKETSU Sentido de Normalização 1º S - SEIRI Sentido de Organização 5S 3º S - SEISO Sentido de Limpeza 2º S - SEITON Sentido de Arrumação porque a essência dos conceitos é a promoção de mudança de atitudes e hábitos das pessoas. Hábitos e at itudes, construídos e incorporados pela convivência e experiência das pessoas ao longo de suas vidas. Ao tomarmos conhecimento desses conceitos, sentimo-nos seduzidos a iniciar já a sua implementação. Mas certamente, as atitudes e hábitos decorrentes da prát ica do 5S vão-se chocar com os nossos hábitos e atitudes incorporados na nossa maneira de ser e agir. É a dif iculdade de "romper" com os conceitos e pré-conceitos enraizados em todos nós. É preciso que seja criado um cl ima adequado e condições de alavancagem desta mudança. É preciso dar suporte àqueles que conseguem "romper" e ajudar aqueles que ainda não o fizeram. No entanto, a prát ica destes conceitos de maneira forçada, pode promover uma mudança apenas aparente, existente até que cesse a força que o impel iu a adoptar aquela atitude de falsa mudança. Assim a implementação e manutenção da Metodologia dos 5S precisa ser sistematizada e planeada em todos os passos, se quisermos garantir a longevidade da mudança incorporada pela adopção daqueles conceitos simples. A procura de procedimentos seguros conduz à elaboração de padrões operacionais ideais, o que é garantido quando os padrões operacionais são observados, constituindo, assim, uma boa ferramenta para obtenção de condições ambientais seguras, onde as pessoas podem exercer a sua função confortavelmente, além de constituir um instrumento poderoso de educação na adopção de atitudes pró-act ivas, na busca da melhoria do ambiente de trabalho e, consequente melhoria cont inua do sistema de gestão. O CENFIM pela sua prática está pronto a implementar a metodologia dos 5S, em qualquer empresa ou organização. Sílvia Soares - Coordenadora da Área da Segurança e Saúde do CENFIM 4

5 Ao longo dos anos de evolução na programação de máquinas CNC habituámo-nos a ver os operadores e programadores CNC usarem essencialmente dois métodos: a programação directa na máquina, util izando os ciclos fixos do comando ou, em maquinagem de formas mais complexas, o recurso aos diversos softwares de CAM (Computer Aided Manufacturing). Na programação de máquinas CNC não concordo que esta seja executada essencialmente por operadores pendurados no teclado da máquina, usando os ciclos fixos do comando, mas também não concordo que toda a programação tenha que ser feita através de softwares de CAM. Considero que existe uma terceira via, pouco util izada na indústria e pouco explorada nos diversos cursos de CNC que é a programação paramétrica. Neste tipo de programação é possível desenvolver programações dinâmicas, vivas, ou seja, o valor de uma coordenada X, Y ou Z ou o valor de um parâmetro tecnológico, Velocidade de Corte, Avanço ou Velocidade de Rotação passa a ser atribuída a um parâmetro apresentado no cabeçalho do programa, podendo ser alterado e modif icado sempre que a situação assim o exige. Se pretendermos optimizar um programa de CNC ou adaptá-lo para a maquinagem de outras formas devemos recorrer a parâmetros em que vejamos os seus valores serem alterados de forma dinâmica. Se, por exemplo, tivermos uma coordenada X+20 espalhada várias vezes ao longo de um programa e se tivermos que a alterar, teremos que percorrer todo o programa e efectuar as devidas alterações. Todos compreendemos que esta alteração será lenta e propicia a erros, mas se pelo contrário definirmos um parâmetro inicial, e tomando como exemplo para este o comando HEIDENHAIN, definimos no cabeçalho um parâmetro Q1 = +20, então sempre que eu necessitar de usar esse valor ao longo do programa usaremos o parâmetro Q1 e sempre que necessitarmos de alterar esse valor basta irmos ao cabeçalho do programa e alterarmos o valor para o valor pretendido. Não concebo que qualquer programa, feito manualmente, não use parâmetros, é essencial que isso aconteça para a sua organização ou optimização, seja qual for o comando usado. Na minha opinião, em qualquer programa de CNC adequa-se o uso de parâmetros, sempre que estivermos a d igitar um valor que consideramos que possa vir a ser alterado por uma qualquer razão, então definimos um parâmetro no cabeçal ho do programa com o valor pretendido e sempre que necessitarmos de o alterar ou optimizar faço-o num único local. O diálogo ente os comandos das máquinas e os operadores será cada vez mais evoluído, não deveremos ficar presos aos ciclos f ixos do próprio comando. Actualmente já dispomos no mercado de comandos que usam l inguagens de alto nível, à semelhança de qualquer l inguagem de programação usada em computador. As funções como IF, GOTO, FOR, WHILE, CASE, REPEAT, etc. estão já à muito tempo disponíveis em diversos comandos usados nas d iversas máquinas CNC. É muito importante que passemos a tirar part ido destas funções dinâmicas, em vez de optarmos constantemente por valores rígidos, de forma a podermos obter programas mais optimizados e d inâmicos para que os mesmos possam ser rapidamente adaptados para a maquinagem de outras peças. Um exemplo, porquê escrever várias vezes, ao longo de um programa CNC, uma velocidade de corte igual a 150m/min, e porque não definirmos um parâmetro no início do programa, exemplo Q2=150, e sempre que precisarmos de digitar esse valor colocamos somente Q2. Qual a vantagem disto? Outro exemplo, se por uma questão de optimização da maquinagem chegarmos à conclusão que o valor ideal da velocidade de corte é de 145 m/min, então é suficiente alterarmos o parâmetro usado para o valor de 145 m/min, ou seja, torna-se sem dúvida muito mais fácil a sua optimização. Resumindo é importante que comecemos a olhar para um programa de CNC como algo vivo, que podemos modificar e opt imizar com mais facil idade. Temos que sobretudo aumentar o nosso léxico de comunicação com as máquinas CNC, e isso só será possível com recurso a funções de programação de l inguagens de alto nível. Quando estiver a programar uma máquina de CNC e precisar, por exemplo, de digitar Z+2 para cota de segurança, porque não criar um parâmetro, por exemplo Q3, com o valor de 2. Depois, sempre que necessitar de alterar o posicionamento do plano de segurança de 2 para 1.5, basta chegar ao parâmetro e digitar o valor correcto. Os exemplos apresentados abaixo são demonstrativos do desbaste e do acabamento de uma cavidade semi-esférica com recurso a três estratégias diferentes, circular, radial e espiral para um comando HEIDENHAIN. São exemplos, que podem ser facilmente adaptados a diferentes t ipos de comandos, interessantes para a comparação entre as diferentes estratégias de acabamento no que concerne aos tempos de maquinagem e estados finais de acabamentos. 0 BEGIN PGM DESBASTE MM 1 BLK FORM 0.1 Z X+0 Y+0 Z-50 2 BLK FORM 0.2 X+100 Y+100 Z+0 3 TOOL CALL 17 Z S L M6 5 FN 0: Q1 = +50 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM XX 6 FN 0: Q2 = +50 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM YY 7 FN 0: Q3 = +0 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM ZZ 8 FN 0: Q4 = +40 ; RAIO DA ESFERA 9 FN 0: Q5 = +2 ; INCREMENTO 10 FN 0: Q6 = +0.2 ; SOBREESPESSURA PARA ACABAMENTO 11 FN 0: Q7 = +10 ; RAIO DA FRESA ESFÉRICA 12 FN 0: Q40 = FN 1: Q8 = +Q FN 2: Q20 = +Q4 - +Q6 15 CALL LBL 2 16 L M30 17 LBL 2 18 Q30 = SQRT ((Q20 * Q20) - (Q7 * Q7)) 19 FN 1: Q40 = +Q40 + +Q5 20 Q50 = SQRT ((Q20 * Q20) - (Q40 * Q40)) 21 FN 12: IF +Q40 LT +Q30 GOTO LBL 1 22 CALL LBL 3 23 LBL 0 24 LBL 1 Desbaste da cavidade semi-esférica 5

6 25 L X+Q1 Y+Q2 Z+Q8 F MAX M13 26 CYCL DEF 5.0 CAVIDADE CIRC. 27 CYCL DEF 5.1 DIST CYCL DEF 5.2 PROF. -Q5 29 CYCL DEF 5.3 INCR. Q5 F CYCL DEF 5.4 RAIO Q50 31 CYCL DEF 5.5 F600 DR+ 32 CYCL CALL 33 FN 2: Q8 = +Q8 - +Q5 34 FN 12: IF +Q40 LT +Q30 GOTO LBL 2 35 LBL 0 36 LBL 3 37 FN 2: Q40 = +Q40 - +Q5 38 FN 2: Q5 = +Q30 - +Q40 39 FN 2: Q40 = +Q Q50 = SQRT ((Q20 * Q20) - (Q40 * Q40)) 41 L X+Q1 Y+Q2 Z+Q8 F MAX M13 42 CYCL DEF 5.0 CAVIDADE CIRC 43 CYCL DEF 5.1 DIST CYCL DEF 5.2 PROF. -Q5 45 CYCL DEF 5.3 INCR. Q5 F CYCL DEF 5.4 RAIO Q50 47 CYCL DEF 5.5 F600 DR+ 48 CYCL CALL 49 L Z+100 F MAX 50 L M30 51 LBL 0 52 END PGM DESBASTE MM 11 FN 0: Q40 = +0 ; VALOR INCREMENTAL 12 CYCL DEF 7.0 PONTO ZERO 13 CYCL DEF 7.1 X+Q1 14 CYCL DEF 7.0 PONTO ZERO 15 CYCL DEF 7.1 Y+Q2 16 LBL 1 17 FN 0: Q60 = L Z+Q5 F MAX 19 L X-Q10 Y+0 F MAX M3 20 L Z-Q5 F CYCL DEF 10.0 ROTACAO 22 CYCL DEF 10.1 ROT+Q40 23 FN 1: Q40 = +Q CALL LBL 2 25 FN 12: IF +Q40 LT +180 GOTO LBL 1 26 L M30 27 LBL 0 28 LBL 2 29 CC X+0 Z-Q5 30 LP PR+Q10 PA-Q60 F FN 1: Q60 = +Q FN 12: IF +Q60 LT +270 GOTO LBL 2 33 LBL 0 34 END PGM ACABAMENTO MM Q10 Q60 Parâmetros usados Raio da esfera - Raio da ferramenta Ângulo do varrimento circular ZX Q40 Q8 Q20 Q50 Parâmetros usados Cota em ZZ da caixa cilíndrica a maquinar Cota de posicionamento em ZZ para a maquinação das caixas Raio da esfera - Sobreespessura para acabamento Raio das sucessivas caixas cilíndricas a maquinar Acabamento circular de uma cavidade semi-esférica Acabamento radial da cavidade semi-esférica 0 BEGIN PGM ACABAMENTO MM 1 BLK FORM 0.1 Z X+0 Y+0 Z-50 2 BLK FORM 0.2 X+100 Y+100 Z+0 3 TOOL CALL 16 Z S L M6 5 FN 0: Q1 = +50 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM XX 6 FN 0: Q2 = +50 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM YY 7 FN 0: Q3 = +0 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM ZZ 8 FN 0: Q4 = +40 ; RAIO DA ESFERA 9 FN 0: Q5 = +5 ; RAIO DA FERRAMENTA 10 Q10 = Q4 - Q5 0 BEGIN PGM CIRCULAR MM 1 BLK FORM 0.1 Z X+0 Y+0 Z-50 2 BLK FORM 0.2 X+100 Y+100 Z+0 3 TOOL CALL 16 Z S L M6 5 FN 0: Q1 = ; RAIO DA ESFERA 6 FN 0: Q2 = +5 ; RAIO DA FERRAMENTA 7 FN 0: Q3 = +45 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM XX 8 FN 0: Q4 = +45 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM YY 9 FN 0: Q5 = +0 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM ZZ 10 FN 0: Q20 = +90 ; ANGULO DE INICIO PARA O POSICIONAMENTO 11 FN 0: Q21 = +1 ;ANGULO DE INICIO PARA O VARRIMENTO CIRCULAR 12 FN 2: Q10 = +Q1 - +Q2 ; RAIO A PECORRER 13 FN 2: Q70 = +Q3 - +Q10 14 FN 0: Q50 = +Q10 15 CYCL DEF 7.0 PONTO ZERO 6

7 16 CYCL DEF 7.1 Z+0 17 L X+Q3 Y+Q4 Z+Q2 F MAX M13 18 L Z-Q2 F MAX 19 CALL LBL 1 20 L M30 21 LBL 1 22 CC X+Q3 Y+Q4 23 L X+Q70 Y+Q4 F C X+Q70 Y+Q4 DR+ F L IX+0.5 F CALL LBL 2 27 FN 12: IF +Q20 LT +179 GOTO LBL 1 28 L Z+200 F MAX 29 L M30 30 LBL 0 30 LBL 2 31 CC Z-Q2 X+Q3 32 FN 1: Q21 = +Q ;INCREMENTO 0.1 GRAUS 33 FN 1: Q20 = +Q ;INCREMENTO 0.1 GRAUS 34 Q50 = COS Q21 * Q10 35 Q51 = SIN Q21 * Q10 36 FN 2: Q52 = +Q2 - -Q51 37 L Z-Q52 F FN 2: Q70 = +Q3 - +Q50 39 L X+Q70 F LBL 0 45 END PGM CIRCULAR MM Acabamento em espiral da cavidade semi-esférica 0 BEGIN PGM ESPIRAL-ESF MM 1 BLK FORM 0.1 Z X+0 Y+0 Z-40 2 BLK FORM 0.2 X+88 Y+88 Z+0 3 TOOL CALL 15 Z S L M6 5 Q1 = 44 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM XX 6 Q2 = 44 ; CENTRO DA CAVIDADE ESFÉRICA EM YY 7 Q3 = 0 ; INICIO DE ESFERA EM ZZ 8 Q4 = 1 ; DISTÂNCIA DE SEGURANÇA 9 Q5 = 34 ; RAIO DA ESFERA 10 Q6 = 34 ; PROFUNDIDADE DA ESFERA 11 Q7 = 0.02 ; INCREMENTO EM ZZ 12 Q8 = 2 ; INCREMENTO ANGULAR NO PLANO XY 13 Q9 = 0 ; SOMATÓRIO DOS INCREMENTOS EM Z 14 Q10 = 0 ; SOMATÓRIO DOS INCREMENTOS ANGULARES 15 Q11 = 5 ; RAIO DA FERRAMENTA 16 Q21 = Q2 Q11 17 Q51 = 0.01 ; INÍCIO DO INCREMENTO EM ZZ 18 Q52 = 0.15 ; FINAL DO INCREMENTO EM ZZ 19 Q7 = Q51 20 Q30 =360 / Q8 ; NÚMERO DE INCREMENTOS EM 360 GRAUS 21 Q31 = Q7 / Q30 ; VALOR EM Z POR CADA INCREMENTO ANGULAR 22 Q10 = Q8 23 Q9 = Q7 24 L X+Q1 Y+Q2 F MAX M13 25 L Z+Q3 F L Y+Q21 F CALL LBL 1 28 Q9 = Q6 29 Q60 = SQRT ((Q5 ^ 2) ((Q5 Q9) ^ 2)) 30 Q70 = (Q60 + Q11) * SIN Q10 31 Q71 = (Q60 + Q11) * COS Q10 32 Q80 = Q1 - Q70 33 Q81 = Q2 - Q71 34 Q82 = Q3 Q9 35 CC X+Q1 Y+Q2 36 L X+Q80 Y+Q81 Z+Q82 F C X+Q80 Y+Q81 DR- 38 TOOL CALL 0 39 L M6 40 L M30 41 LBL 1 42 Q60 = SQRT ((Q5 ^ 2) ((Q5 Q9) ^ 2)) 43 Q70 = (Q60 + Q11) * SIN Q10 44 Q71 = (Q60 + Q11) * COS Q10 45 Q80 = Q1 - Q70 46 Q81 = Q2 - Q71 47 Q82 = Q3 Q9 48 L X+Q80 Y+Q81 Z+Q82 F Q10 = Q10 + Q8 50 Q9 = Q9 + Q31 51 Q91 = Q5 - Q9 52 Q92 = Q91 Q5 53 Q93 = ACOS Q92 54 Q7 = Q51 + SIN Q93 * Q52 55 Q31 =Q7 Q30 56 FN 12 : IF + Q9 LT +Q6 GOTO LBL1 57 LBL 0 58 END PGM ESPIRAL ESF MM Américo Costa - Licenciado em Eng.ª Mecânica pela Universidade do Porto - Técnico de Formação do CENFIM - Núcleo de Ermesinde O Núcleo do Porto do CENFIM, atribuiu numa cerimónia um LOUVOR ao formando Flávio Sousa, da turma que terminou dia 14 de Setembro o 3º ano do curso de Desenho de Construções Mecânicas, por este, não ter faltado qualquer hora (Justif icada ou Injustif icada) durante os 3 anos de duração deste curso do Sistema de Aprendizagem. Este formando não teve sequer um minuto de atraso durante o período mencionado. Com uma assiduidade e pontual idade perfeitas, o formando também se dist inguiu pelas notas obtidas, educação e maturidade. O CENFIM, reconhece publicamente a sua sat isfação pelo feito alcançado e agradece todo o empenho e dedicação do jovem formando que é, sem margem para dúvidas, um exemplo a seguir. 7

8 Consulte as opções disponíveis para si, e cand idate-se: Para se candidatar, visite a secção Programa GRUNDTVIG do site e candidate-se em Cursos de Formação Contínua. UM CASO PRÁTICO NO CENFIM: O Programa Sectorial Grundtvig - Cursos de Formação Contínua para pessoal l igado à Educação de Adultos é financiado com o apoio da Comissão. O Programa Sectorial Grundtvig é um subprograma do Programa Aprendizagem ao Longo da Vida (PROALV), que procura melhorar a qual idade e reforçar a dimensão europeia da educação de adultos através da real ização de diferentes actividades de cooperação a nível europeu. Assim, o Programa Sectorial Grundtvig atende às necessidades de ensino e de aprendizagem dos intervenientes em todas as formas de educação de adultos, bem como dos estabelecimentos e organizações que fornecem ou promovem essa educação. O Programa Sectorial Grundtvig inclui 2 tipos de act ividades de cooperação, geridos pela Agência Nacional, designadamente:. Parcerias de Aprendizagem Grundtvig. Bolsas de formação contínua para profissionais no âmbito da educação de adultos Têm por objectivo possibil itar a visita a outro país europeu a fim de part icipar em actividades de formação de natureza formal ou informal, (incluindo acções de recolha de informação com outra componente de formação), na área da educação de adultos. A actividade de formação deverá contribuir para a melhoria das competências profissionais do cand idato e do trabalho desenvolvido na instituição., Curso: Project Management of European Training and Educational Projects, Organizado por: e-isotis - Information Society Open To Impairments, sediada em Atenas, Local ização: Atenas, Datas: 12 a 16/04/2010, Participantes: 2 colaboradores do DPEE - Departamento de Projectos do CENFIM O Curso teve 5 objectivos específicos : 1. Introdução à Identidade UE e sua estrutura; 2. Introdução aos Programas UE, com especial enfoque apl icados aos campos da Educação, Formação Profissional e Cultural; 3. Princípios da Gestão de Projectos Europeus; 4. Princípios da Gestão Financeira de Projectos; 5. Princípios da Valorização de Projectos. Esta formação, através do próprio programa e das experiências partil hadas com os outros participantes permit iu aos participantes do CENFIM promoverem um enriquecimento pessoal e curricular, contribuindo assim para melhorar as suas apt idões e capacidades profissionais. No âmbito do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida - Programa Sectorial Grundtvig, existem mais oportunidades, nas mais diversas áreas de actuação de Formadores e Técnicos, com intervenções diversas na formação de Adultos. Qualquer cidadão Europeu pode, a título pessoal, candidatar-se aos cursos financiados pelo programa Sectorial Grundtvig. A actividade de formação poderá assumir várias formas, nomeadamente: / Cursos estruturados, retirados de Comenius-Grundtvig Training Database; / Estágios práticos / job shadowing / períodos de estudo em instituições/organizações estrangeiras; / Conferências, feiras, seminários, workshops de natureza europeia no âmbito da educação de adultos. A l ista dos cursos encontra-se em Comenius-Grundtvig Training Database: 8

9 Júri, a quem aproveitamos para reforçar aqui o nosso agradecimento pela forma como enobreceram o evento, a difícil tarefa de escolher os melhores projectos. O Jurado que assistiu na integra à apresentação dos projectos, foi constituído por: Joaquim Menezes da OPEN/Iberomoldes, Jorge Costa do Instituto Português da Juventude, Francisco Banha da Gesentrepreneur e FNABA, João Paulo Leonardo da revista INVEST e pelo CENFIM - Manuel Grilo, Rui Águia de Moura, Augusto Queirós e Vitor Lapa, que após reunião de aval iação, assim del iberou: Integrado na agenda das celebrações do 25º Aniversário, real izou-se no dia 27 de Julho a final do Concurso de Ideias de Negócio "Empreender Sem Fim", que decorreu na OPEN- Associação para as Oportunidades Específicas de Negócio, na Marinha Grande estando presentes cerca de 80 participantes, entre concorrentes e jurados. O CENFIM entendeu trazer o Empreendedorismo para dentro da sala de formação, numa perspectiva transversal, envolvendo não só os formandos mas também a equipa formadora, numa aposta clara na sua pro-actividade para com o mercado de trabalho e no fomento do espírito empreendedor, tendo para o efeito lançado este projecto-piloto com o apoio técnico da GesEntrepreneur. Este projecto-piloto iniciado em Janeiro deste ano, envolveu apenas 4 dos 13 Núcleos do CENFIM, apresentou duas vertentes diferenciadas; a 1ª centrada no Núcleo de Lisboa apenas nos cursos EFA - Educação e Formação de Adultos e na 2ª l inha de acção estiveram envolvidos cerca de 150 Jovens e 20 Formadores dos Núcleos de Caldas da Rainha, Oliveira de Azeméis e Porto. O projecto Empreender Sem Fim envolveu 4 partes distintas tendo culminado com esta grande final, muito concorrida e muito disputada. O balanço deste projecto é positivo, pois foram superadas as expectativas iniciais, em particular na vertente dos cursos de Jovens do sistema de Aprendizagem. A expectativa inicial era a apresentação na f inal de cerca de 6/7 projectos e fomos surpreendidos com cerca de 31 projectos, o que nos obrigou à real ização de uma semi-final local, que permit iu apurar para a final nacional, um total de 12 projectos (4 por Núcleo) envolvendo 36 jovens empreendedores. Se é verdade que todos os projectos foram vencedores pelo envolvimento das equipas que os construíram, coube contudo ao Beach Friend é o nome da ideia de negócio vencedora, concebida por Telmo Rocha e Marcelo Barbosa, do Núcleo do CENFIM do Porto. Trata-se de um pequeno veículo movido a energia solar que faz a l impeza automática de l ixo nas areias da praia. O Beach Friend tem a particularidade de se al imentar através de energia solar durante o dia e trabal hando à noite através de sensores de GPS. Os segundos classificados foram os formandos Marco Pereira, Ricardo Henriques, Ricardo Santos e Diogo Inácio, do Núcleo de CENFIM das Caldas da Rainha, com a ideia Piri-Piri, que consiste num assador de porco metál ico, que se eleva com energia hidrául ica, estando l igado directamente à canal ização e equipado com carris que deslocam o recipiente do carvão conforme as diferentes fases da confecção. Em terceiro lugar ficou a ideia Eco-Inclusão, proveniente do Núcleo do CENFIM de Oliveira de Azeméis. Preocupados com os cidadãos com l imitações motoras e sensoriais, Flávio Laranjeira, Vítor Pinto, Nuno Freitas e Pedro Ferreira ideal izaram ecopontos adaptados e apetrechados com sensores, l inguagem Braille e mecanismos electrónicos que permitem a separação dos diferentes tipo de l ixo. Muito trabalho, muita ansiedade, muita alegria mas também algum desalento fizeram deste d ia um dia de festa e convívio entre os formandos e formadores de diversos Núcleos. Acreditamos que estes projectos poderão de facto relevar o espírito empreendedor dos jovens formandos do CENFIM e pretendemos que este tipo de projectos possa funcionar como mais uma ferramenta diferenciadora da nossa formação sempre orientada para o mercado. Considerando os resultados positivos, tencionamos implementar este projecto a nível nacional, logo que estejam reunidas as condições económicas para o efeito. 9

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