ESTRATÉGIAS DE ENSINO UTILIZADAS, TAMBÉM, COM UM ALUNO CEGO, EM CLASSE REGULAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTRATÉGIAS DE ENSINO UTILIZADAS, TAMBÉM, COM UM ALUNO CEGO, EM CLASSE REGULAR"

Transcrição

1 ESTRATÉGIAS DE ENSINO UTILIZADAS, TAMBÉM, COM UM ALUNO CEGO, EM CLASSE REGULAR Luzia Guacira dos Santos Silva (Secretaria Municipal de Educação Natal/RN) GT 08 Educação Infantil e Ensino Fundamental. INTRODUÇÃO Inclusão é uma tarefa complexa, que exige do educador múltiplos saberes da prática educativa, principalmente porque pressupõe o respeito às diferenças existentes entre os educandos, independentemente de sua capacidade ou dificuldade, de sua origem socioeconômica ou cultural, em escolas e classes que se propõem a atender às necessidades individuais e coletivas dos mesmos. Dessa reflexão inicial e a partir de inferências a respeito da inclusão, em classes regulares, de alunos sem o sentido da visão fato relativamente recente e sobre o qual existe um desconhecimento quase que generalizado por parte dos educadores buscamos, neste texto, fazer um recorte da pesquisa empreendida sobre as estratégias de ensino utilizadas com um aluno cego, a fim de expor e analisar qualitativamente quais são, e como estão sendo utilizadas essas estratégias para facilitar a aprendizagem desse aluno, em classe regular. Em nossa pesquisa enveredamos em um universo escolar da rede particular de ensino o Instituto Educacional Casa Escola IECE, situada em Natal/RN, que, ao longo de uma década, vem primando por uma prática pedagógica onde todos possam aprender num mesmo espaço, interagindo com seus pares. A investigação foi empreendida com base em uma pesquisa bibliográfica e num estudo de caso, utilizando como recurso metodológico a pesquisa participante. Sabemos que a aprendizagem ocorre quando uma série de condições é satisfeita, tais como: quando o aluno é capaz de relacionar, de forma não arbitrária e substancial, a nova informação com os conhecimentos e experiências prévias e familiares que possui em sua estrutura de conhecimentos; quando tem motivação e disposição de aprender significativamente; quando os materiais e conteúdos de aprendizagem têm significado potencial lógico; quando existem materiais e instrumentos apropriados, assim como uma adequada organização de tipos específicos de atividades e de estratégias de ensino oferecidas. Baseados em Sanchez (2001) e Haris & Hodges (1999), entendemos como estratégias de ensino os procedimentos que incluem operações ou atividades que perseguem um propósito determinado. São, portanto, mais que habilidades de estudo. A execução das estratégias de ensino ocorre associada com outros tipos de recursos e processos cognitivos de que dispõe qualquer aprendizagem, tal como nos exemplos citados por Harris & Hodges (1999): processos cognitivos básicos; bases de conhecimento; conhecimentos estratégicos e os conhecimentos metacognitivos. Podendo se agrupar, segundo sua efetividade para determinados materiais de aprendizagem, em estratégias de: repasse de informações; elaboração; organização de informações e estratégias de recuperação. No processo educacional de alunos cegos, a utilização de estratégias de ensino deve, também, considerar: o grau de aceitação da condição de ser cego; as implicações decorrentes da cegueira; as características e o funcionamento próprios de cada sentido tato, olfato, audição, paladar; além de instrumentos e recursos didáticos disponíveis na atualidade, tais como: a leitura através do Sistema Braille, o Sorobã para os cálculos matemáticos, a audição de livros falados, 1

2 os materiais didáticos adaptados, a tecnologia, os objetos concretos e reais que o rodeiam, além das proposições didáticas e da formação do professor que deve ser conceitual, reflexiva e prática. Vale ressaltar que as crianças cegas são como quaisquer outras. Este é o postulado principal a ser compreendido por todos os educadores que trabalhem com deficientes visuais. Elas têm, basicamente, as mesmas necessidades emocionais, intelectuais e físicas relativas a todo ser humano. Portanto, cabe ao professor perceber essa similitude, sem esquecer da individualidade de cada uma e, como afirma Amaral (1999, p. 83): ter confiança na sua experiência e conhecimento (como ser humano e profissional), " além de " estabelecer níveis realísticos de expectativas para a criança, quer na escola, quer no lar (tanto no que se refere às aquisições de conhecimentos e habilidades, quanto à disciplina e conduta). A criança responde bem quando sabe que é esperado dela e quando o esperado está de acordo com suas habilidades. Logo, é importante que o aluno cego seja orientado a seguir as mesmas regras da sala de aula e as normas de disciplina, exatamente como qualquer outro aluno deve seguir. Deve ser estimulado a participar de todas as atividades do dia a dia escolar, sendo lhe apresentadas alternativas que o tornem capaz de realizá las com o mesmo nível de dificuldade conferido aos demais alunos. O professor pode, ainda, solicitar orientação da parte de um colega especialista das equipes de educação especial existentes nas Secretarias de Educação dos estados ou municípios, ou de profissionais de instituições especializadas, que estão aptos a ajudar o professor a adaptar os materiais para o aluno, a fazer transcrição do sistema comum de escrita para o Braille e viceversa, bem como para sugerir modificações necessárias e, até mesmo, por questão de segurança, no desenvolvimento das atividades (por exemplo, em atividades práticas, dentro e fora da classe). Um outro fator a ser salientado é que não cabe, nem ao professor de classe comum, nem ao professor especializado, assumir o papel de terapeuta. Ele deve ser competente naquilo que faz, reconhecer seus limites e procurar superá los a partir da pesquisa em obras afins, consulta a profissionais especializados em outras áreas, com vistas a utilizar múltiplas estratégias de ensino e avaliação alternativa para atender às necessidades de seus alunos. É importante, também, acreditar na capacidade que eles têm de aprender e de desenvolver suas potencialidades, no convívio com os alunos sem limitação visual. É importante que haja uma ação provocativa do professor, desafiando a todos os educandos a refletirem sobre as situações vividas, a formular e reformular hipóteses, encaminhando se a um saber enriquecido. Ao planejar atividades de ensino e aprendizagem para uma turma/classe com alunos com deficiência visual incluídos, necessário se faz considerar os estímulos a serem priorizados na apresentação das mesmas. O campo de atividades é vastíssimo e variado, pois são semelhantes às aplicadas aos alunos videntes. Em quase todas as atividades há a possibilidade de adaptação, considerando a necessidade da disciplina ministrada, a disponibilidade de espaço físico e o material existente Estratégias, atividades e instrumentos favoráveis ao processo de organização dos conhecimentos, também, por alunos cegos. 2

3 Em vários documentos oficiais existem recomendações quanto ao conteúdo curricular a ser trabalhado na classe, que deve ser o mesmo, tanto para os alunos com visão emétrope (normal) como para os alunos cegos. Para estes últimos, propõe se ênfase especial na aprendizagem concreta, na instrução unificada (associação dos demais sentidos) e na autoatividade. As explicações de aula podem ser dadas da mesma forma, no entanto, o professor deve primar para que sejam descritivas e concretas e, sempre que possível, possibilitar que o aluno cego manipule objetos e materiais que sejam os mais próximos possíveis do real e que facilitem a compreensão e, conseqüentemente, sua participação nas atividades. Para tanto, uma variável muito importante na metodologia é sua adequação aos diferentes estilos de aprendizagem dos alunos e, em particular, dos alunos cegos, para propiciar a aquisição de estratégias de aprendizagem. Conforme Martín (2003, p. 291), sempre que possível, o professor deve tentar integrar os seguintes pontos ao estilo particular de cada aluno: Formas de codificar e decodificar a informação (dimensão cognitiva); Motivações, interesses, responsabilidades, senso de risco, atenção, interação com os outros membros da comunidade educativa, etc. (dimensão afetiva); Campo da percepção sensorial (dimensão física) e as reações entre os distintos estímulos exteriores. Quanto às atividades a serem desenvolvidas com os alunos, os autores ressaltam que representam um elemento curricular característico da qualidade de aprendizagem do aluno e da maneira como o professor ensina, e que devem ser estruturadas observando os seguintes critérios: Que sejam coerentes com as exigências da organização do conteúdo; Que correspondam ao nível de assimilação e estruturação das informações do aluno; Que se adaptem aos canais de recepção de informação preferenciais: auditivo, visual, tátil, etc; Que sejam adequadas ao seu estilo de aprendizagem; Que estejam ligadas às expectativas, interesses e motivações do aluno; Que promovam novos processos do conhecimento. (MARTÍN et al, 2003, p. 291) Os critérios apontados nos fazem refletir sobre a unidade entre o ensino e a aprendizagem que, segundo Libâneo (1994), tende a ocorrer quando, de um lado, o professor tem clareza quanto a determinados objetivos e apresenta o conhecimento sistematizado através de métodos apropriados e, de outro, quando o aluno é capaz de compreendê los e aplicá los com consciência e autonomia. Para Libâneo (op.cit. p. 84), 3

4 o professor propõe objetivos, conteúdos, tendo em conta as características dos alunos e da sua prática de vida. Os alunos por sua vez, dispõem em seu organismo físico psicológico de meios internos de assimilação ativa (...): percepção, motivação, compreensão, memória, atenção, atitudes e conhecimentos disponíveis Estabelecendo uma relação com os postulados vygotskyanos sobre o ensino e a aprendizagem, destacamos a importância que representa a atividade conjunta, a relação de cooperação entre alunos e entre estes e o professor. As capacidades cognoscitivas apontadas devem ser habilmente estimuladas através de um ensino que possibilite o desenvolvimento de habilidades que conduzam o aluno a patamares superiores de representação mental dos conteúdos ministrados, como a reflexão contínua, a capacidade de análise e síntese e a generalização de fatos e idéias, a compreensão dos fenômenos naturais, sociais, econômicos, políticos e econômicos, que são condições precípuas para melhor compreensão e inserção no mundo, das ações e relações que se materializam nas práticas sociais. É interessante ressaltarmos que, para o bom desenvolvimento de canais de recepção de informações, não é necessário apenas que se deixe o aluno escutar, cheirar, tocar e explorar as coisas, os objetos, mas que o ensine a ouvir, a cheirar, a tocar, para o qual é imprescindível a educação destes sentidos. Isto é importante para todas as crianças, porém adquire maior relevância no caso das crianças cegas ou com baixa visão devido à utilidade dos sentidos remanescentes na relação com os objetos, coisas e pessoas. No estudo de minerais, por exemplo, podemos através da utilização de estratégias de observação, trabalhar a nomenclatura das principais texturas (fina, rugosa, suave, lisa, áspera), bem como peso e forma. Na proposição dessa atividade, Soler A. (1999) sugere a utilização de uma ficha na qual o aluno irá registrando as descobertas sobre os minerais observados, tais como: forma, peso, textura, cor, solidez, sabor, odor, composição entre outras características observadas. É, portanto, primordial que todos os educandos, e em particular, o aluno cego, disponham de todos os recursos necessários para ter acesso ao currículo comum, já que a dificuldade dos alunos cegos não está relacionada aos conteúdos a serem adquiridos, mas aos meios com os quais o sistema educativo conta para ensiná los, podendo ocorrer o paradoxo de haver o aluno incluído fisicamente na sala de aula, mas precisando de integração educativa propriamente dita. O aluno cego também deve ser incluído em todas as áreas do currículo escolar, de que todos os demais alunos deveriam participar: arte, música, dança, teatro, educação física, biblioteca e outras atividades especiais, como as aulas de campo. O coordenador ou professor especialista poderá sugerir algumas modificações que sejam necessárias nestas áreas, até mesmo por medidas de segurança. Entre as estratégias e atividades desenvolvidas pelos professores da escola que se constituiu em nosso campo de pesquisa, discorreremos, com mais detalhes, sobre discussão em grupo, gravações, uso de material concreto (minerais, mapas, plantas, animais, entre outros), utilização de maquetes, reproduções diversas (de folhas, animais, etc.), dramatizações, audição de músicas, dos sons do próprio ambiente etc., trabalhos individuais e em grupos, atividades de pesquisa, aulas de campo. Observamos que a aquisição do conhecimento acadêmico pela criança cega investigada se processava através da leitura no Sistema Braille, do Sorobã, por meio do 4

5 computador e dos sentidos que lhe restam. Destes últimos, o mais utilizado era, sem dúvida, a audição, o que contraria ou limita a aprendizagem multisensorial, que favorece um aprendizado mais rico e significativo para a pessoa que não dispõe do sentido da visão. O conteúdo curricular era o mesmo, tanto para os alunos com visão emétrope (normal) como para o aluno cego, e o nível de complexidade também era o mesmo, pois o aluno não demonstrava muitas dificuldades em acompanhar o raciocínio do grupo, embora apresentasse dificuldades na habilidade de escrever e ler no Sistema Braille e de manusear o instrumento de estudos da matemática o sorobã. O aluno cego seguia as mesmas regras da sala de aula e as normas de disciplina, exatamente como os demais alunos. Era estimulado a usar a bengala perante o que manifestava grande resistência, o que pode ser considerado natural entre os adolescentes cegos. Também havia aprendido uma técnica de autoproteção, que consistia em elevar a mão esquerda à altura do rosto e manter a mão direita na altura da cintura para esquivar se dos obstáculos. Percebemos que o aluno já havia alcançado um certo grau de independência e autonomia em muitas atividades que fazia. Sabia orientar se espacialmente no âmbito da escola, sem dificuldades, o que se deve ao cuidado que os educadores daquela instituição tiveram de ambientar o aluno nas dependências da mesma. Percebemos que a aprendizagem concreta e a instrução unificada (associação dos demais sentidos) e auto atividade eram estimulados, porém, em doses ainda lentas, devido às possibilidades que a própria instituição apresentava e devido ao desconhecimento dos próprios professores sobre como proporcionar tais ações. As explicações em sala de aula eram dadas da mesma forma para todos os alunos, sem, no entanto, a devida preocupação em primar pela descrição e pela manipulação, por parte do aluno cego, de objetos e materiais que facilitassem a compreensão do que estava sendo exposto. Em alguns momentos, para atender à necessidade individual do aluno, as explicações eram repetidas individualmente e com a utilização de algum material didático que favorecia a compreensão, tal como quando a professora da 4ª série explicava ao aluno a formação de Classes Numéricas utilizando, para tanto, o Sorobã e o Material Dourado (recurso didático que auxilia as crianças a construírem o significado dos números, especialmente no que diz respeito à sistematização do Sistema Decimal e à compreensão dos algoritmos convencionais das quatro operações). Quanto ao processo avaliativo e de promoção do aluno cego, seguiam os critérios adotados para todos os demais alunos tal como orienta os Parâmetros Curriculares Nacionais (1999), focalizando a utilização de instrumentos de avaliação que permitiam ao educando a expressão através do Sistema Braille ou da verbalização, os aspectos do desenvolvimento biológico, intelectual, motor, emocional, social, comunicação e linguagem; o nível de competência curricular e o estilo de aprendizagem. Os professores, em geral, utilizavam amplamente a avaliação escrita. Como sabiam Braille, ditavam as questões para que o aluno digitasse as respostas. Vale salientar que as questões eram as mesmas dirigidas aos demais alunos. O tempo é que era um pouco mais alargado, devido às características da própria avaliação e do aluno. Os alunos, em geral, são avaliados bimestralmente pelos professores através, também, de um relatório individual onde discorriam sobre os aspectos do desenvolvimento biológico, intelectual, motor, emocional, social da comunicação e da linguagem dos alunos. O registro do conteúdo das aulas, pelo aluno, era feito exclusivamente na máquina de datilografia Braille, visto que nem ele nem a escola, dispunham de reglete, o que seria de grande 5

6 valor no momento em que a máquina falhasse, como certa vez veio a acontecer, ficando o aluno sem fazer os registros, até que fosse providenciada uma outra máquina. O aluno, na instituição pesquisada, era estimulado a participar de todas as áreas do currículo escolar. Logo, era comum vê lo participando de atividades que envolviam artes, músicas, danças, teatro, educação física, biblioteca e outras atividades especiais, como as aulas de campo, conforme descreveremos a seguir. Há, na escola, uma vez por semana, o momento do Cantando Juntos, onde todos os alunos e seus professores sentam no pátio para cantarem músicas, tais como: Música POP e Música Popular Brasileira MPB, cujo repertório era cuidadosamente escolhido pelos próprios alunos. Entre os cantores e grupos musicais escolhidos estavam: Marisa Monte, Caetano Veloso, Rita Lee, Ivete Sangalo, Geraldo Azevedo, Luis Gonzaga, Skank, Titãs, Kid Abelha, entre outros. Outra estratégia utilizada se constitui em aulas de campo através das quais o aluno pôde vivenciar momentos de aprendizagem concreta no: Planetário e zoológico em João Pessoa; nas salinas situadas no município de Galinhos/RN; no Museu Câmara Cascudo, aqui em Natal; na Bienal do Livro, na UFRN. Nestas aulas eram fornecidas ao aluno cego informações adicionais que o aproximassem do que os outros alunos estavam percebendo pelo canal visual. A descrição do ambiente associava se, sempre que possível, ao toque das coisas, dos objetos. Lembramos que o sucesso das aulas de campos depende do conhecimento que o professor venha a ter da área a ser estudada, da definição clara dos objetivos a serem alcançados, dos procedimentos e de quais materiais didáticos são mais adequados à realidade tanto de alunos com deficiência visual, quanto de alunos videntes. A dramatização também se constitui em uma estratégia bem utilizada pelas professoras. Observamos que o aluno cego representava os textos trabalhados com desenvoltura após terem sido lidos, interpretados e reescritos em classe. Nas aulas de Técnicas Agrícolas, através da execução do Projeto Viveiro no qual se desenvolviam atividades de cultivo da terra, plantação de hortas e, se incentivava o cuidado com animais domésticos (tais como: coelhos, tartarugas, jabutis e aves) pudemos observar que a professora utilizava a estratégia de observação e registro, por ela mesma, do que fora observado. Em atividades que requeriam a representação do conteúdo estudado através de imagens não verbais, como o desenho, as professoras estimulavam o aluno cego a fazê lo ao mesmo tempo em que os demais alunos produziam os seus, adaptando a atividade à sua deficiência e utilizando material específico, tal como uma base de cartão revestida com tela sobre a qual o aluno colocava o papel ofício e com um lápis cera fazia o desenho que ficava em relevo. Também era comum o aluno desenhar utilizando se de tinta a dedo e cola colorida. Um dos recursos que foi por nós estimulado entre as professoras das duas séries investigadas, constituiu se na confecção e exposição de Murais, painéis e cartazes táteis de temas estudados, nos quais as informações também apareciam em Braille. A finalidade didática dos cartazes, painéis e murais táteis pode ser diversa. No estudo dos conteúdos de Ciências, por exemplo, as mais importantes são as seguintes: classificar e estudar materiais selecionados, representar espacialmente a distribuição de materiais extraídos da natureza, estimular a criatividade e a imaginação dos alunos, conservar e colecionar materiais naturais. Nas aulas de Educação Física, em 2002, no entanto, pudemos observar a promoção de jogos onde o aluno cego estava incluído, interagindo em todos os momentos, com ou sem ajuda dos colegas. Jogos onde não existiam vencedores nem perdedores, fortes, nem fracos, mas onde todos eram incentivados a valorizar a inclusão de todos, respeitando as diferentes possibilidades 6

7 de participação. Também havia um clima de cumplicidade entre os participantes, pois lhes era dado o direito de refletirem sobre possibilidades de mudar o jogo, na perspectiva de que ninguém ficasse de fora. Uma estratégia bastante positiva e muito utilizada pelos professores, conforme observamos nas aulas de Artes, Educação Física, Informática, Inglês e nas atividades da professora titular (também denominada de polivalente), tanto na 3ª quanto na 4ª série, foi possibilitar ao aluno cego expressar se verbalmente sobre a compreensão que tinha em relação a tudo o que era proposto em sala de aula e sobre suas experiências anteriores. Tal procedimento permitiu ao próprio aluno, em nosso entender, conscientizar se de seus conhecimentos do ponto de vista científico e de senso comum, o que potencialmente contribuiu para que assimilasse os conceitos trabalhados e reconstruísse seus próprios conceitos. Como podemos perceber, o tato é um grande fornecedor de conhecimentos e, portanto, imprescindível no desenvolvimento da aprendizagem de pessoas cegas. O tato é o sentido que oferece ao cérebro os mais variados tipos de informação procedentes dos meios externo e interno, em razão dos receptores próprios desse sentido se distribuírem ao longo de toda a superfície cutânea e estarem ligados às vias nervosas correspondentes para enviar ao córtex cerebral uma ampla gama de informações codificadas. Para que uma pessoa assimile e acomode aprendizagens através dos estímulos táteis, entre outros, é imprescindível o bom desenvolvimento biológico e afetivo do sentido do tato, ou seja, é preciso desenvolver experiências positivas do contato pele a pele como o aconchego de uma criança no colo de seus pais, por exemplo, que desencadeia sentimentos profundos de afeto, amor, dedicação entre outros. Tais experiências são, segundo Rios González (1984, apud SOLER, 1999), de extrema importância para a formação dos indivíduos. Para o bom desenvolvimento do tato não é necessário, apenas, que se deixe a criança tocar e explorar as coisas, os objetos, mas que a ensine a tocar. Para tanto, é imprescindível a educação deste sentido. Salientamos que isto é importante para todas as crianças, porém, adquire maior relevância no caso das crianças cegas ou com visão subnormal devido à utilidade do tato para elas na relação com os objetos, coisas e pessoas. Todas as ações educativas, até então descritas fruto da observação em classe durante nossa pesquisa estão de acordo com as estratégias e atividades propostas pelos autores pesquisados, pois apontam para uma aprendizagem onde a interação com o outro e com o objeto direto do conhecimento se torna imprescindível, não só para os alunos videntes, mas também e, necessariamente, para os alunos sem o sentido da visão. É preciso acrescentar que é de fundamental importância, para responder a essas exigências, que se promova uma boa formação inicial, bem como uma formação permanente e diversificada dos professores, a fim de que possam melhorar suas habilidades de trabalho, de avaliação e de registro de suas ações educativas. CONSIDERAÇÕES O estudo que desenvolvemos junto a uma escola da rede particular de ensino do município de Natal/RN, possibilitou nos a reflexão, entre outros aspectos, sobre as estratégias de ensino possíveis, também, de serem utilizadas com alunos cegos, a fim de proporcionar lhes aprendizagens significativas. 7

8 Do que foi pesquisado, parafraseando o grande mestre Paulo Freire (1989), através das leituras de mundo (no campo de pesquisa) e da leitura da palavra (leituras dos autores pesquisados e dos discursos proferidos na escola campo de pesquisa), podemos concluir, nesse momento, que uma criança cega não é uma criança menos desenvolvida que as videntes, ela apenas estabelece relação com o mundo que a cerca de forma diferente, pois se utiliza de meios e instrumentos próprios para fazê lo, tais como: habilidades perceptivas táteis e sinestésicas; sistemas simbólicos alternativos e recursos materiais como a bengala; sistema de escrita Braille; materiais didáticos adaptados. A convivência com a diferença nos faz perceber, entre tantas outras coisas, que não é a falta do sentido da visão, por exemplo, que tem condenado pessoas à marginalidade, ao esquecimento, ao abandono e, sim, a arrogância das relações de poder instituídas e das concepções ideologias de homem e sociedade ideais, concebidas ao longo da história da humanidade. Assim, as pessoas cegas podem ser olhadas e entendidas como pessoas diferentes, sim, enquanto aparência, enquanto forma de comunicação, enquanto indivíduo, mas iguais às demais pessoas, enquanto capacidade produtiva e relacional, com enorme potencial a ser desenvolvido e com possibilidades de desenvolver vários trabalhos e serviços de que a sociedade precise, desde que lhes sejam oferecidas oportunidades e condições necessárias. Temos claro que são muitas as dificuldades encontradas nas escolas para atender às crianças com necessidades educacionais especiais em geral, tais como: falta de informação e de compromisso ético e político com a profissão; dificuldades de adaptação de material; resistência da família e desinformação; problemas sócio econômicos dos educandos e educadores; falta de apoio por parte das escolas, dos colegas e do próprio governo, em suas três instâncias; alto custo de materiais; arraigamento a procedimentos metodológicos que enfatizam a deficiência como explicação para o atraso na aprendizagem, em detrimento das possibilidades de desenvolvimento e de aprendizagem que o aluno apresenta. Contudo, acreditamos nas possibilidades aqui apresentadas como meio de dinamizar a prática e de promover uma educação que possibilite não só às pessoas com deficiência visual, mas a todos os considerados 'especiais', a oportunidade de avançarem no desenvolvimento de suas capacidades e potencialidades, com vista ao exercício de sua cidadania. REFERÊNCIAS AMARAL, Lígia Assumpção. Pensar a diferença/deficiência. Brasília: Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência,

9 BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introduções aos Parâmetros Curriculares Nacionais/ Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, CARVALHO, Rosita Édler. Removendo barreiras para a aprendizagem. Porto Alegre: Mediação, DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA. Brasília: MEC/CNE, FELIPPE, Vera L. R., FELIPPE, João A. de M. Orientação e Mobilidade. São Paulo: Laramara Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual, GONZÁLEZ, J. A. T. Educação e diversidade: bases didáticas e organizativas; Trad. Ernani Rosa Porto Alegre: Artmed Editora, HARRIS, Theodore L. HODGES, Richard E. Dicionário de Alfabetização. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, (Col. Magistério 2º Grau. Série formação do professor). MARTIN, M.B. BUENO, S. T. Deficiência Visual: aspectos psicoevolutivos e educativos. São Paulo: Santos Editora Ltda, MASINI, Elcie F. S. Intervenção educacional junto a pessoa deficiente visual. In: Deficiência: alternativas de intervenção. São Paulo: Casa do psicólogo, SOLER, Miquel Albert Martí. Didáctica multisensorial de las ciências: un nuevo método para alumnos ciegos, deficientes visuales, y también sin problemas de visión. Barcelona: Once/Piadós,

RECURSOS E TECNOLOGIAS PARA O ENSINO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL

RECURSOS E TECNOLOGIAS PARA O ENSINO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL RECURSOS E TECNOLOGIAS PARA O ENSINO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL HILDA TEIXEIRA GOMES VILMA GOMES SAMPAIO ctbiha@rioeduca.net INSTITUTO MUNICIPAL HELENA ANTIPOFF 1 INTRODUÇÃO Pensando em uma escola

Leia mais

Recursos e Estratégias para o Ensino de Pessoas com Cegueira e Baixa Visão. Professora Valdirene Stiegler Simão valdirene.simao@gmail.

Recursos e Estratégias para o Ensino de Pessoas com Cegueira e Baixa Visão. Professora Valdirene Stiegler Simão valdirene.simao@gmail. Recursos e Estratégias para o Ensino de Pessoas com Cegueira e Baixa Visão Professora Valdirene Stiegler Simão valdirene.simao@gmail.com Deficiência Visual O que é deficiência visual? O que é baixa visão?

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ Selma Andrade de Paula Bedaque 1 - UFRN RESUMO Este artigo relata o desenvolvimento do trabalho de formação de educadores

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL 1

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL 1 ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL 1 Valdemar da Silva Goes RESUMO Objetivo do presente trabalho será em trazer para a importância da Sala de Recurso na vida escolar

Leia mais

Adaptação Curricular e Projeto de Educação Inclusiva. 11/7/2009 Adaptações Curriculares - Prof. Dorival Rosa Brito

Adaptação Curricular e Projeto de Educação Inclusiva. 11/7/2009 Adaptações Curriculares - Prof. Dorival Rosa Brito Adaptação Curricular e Projeto de Educação Inclusiva 1 Abordagem tradicional -Focalização do aluno -Avaliação do aluno por especialistas -Resultados da avaliação traduzidos em diagnóstico/prescrição Abordagem

Leia mais

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. O projeto - o lúdico: jogos, brinquedos e brincadeiras na construção do processo de aprendizagem

Leia mais

UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA MESTRANDO - GILSON DO NASCIMENTO GOUVÊA VICTORIANO

Leia mais

A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO

A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA MARIA JULIANA DE SOUSA CUNHA¹ LAYANE COSTA SARAIVA² RESUMO O presente artigo teve por objetivo analisar e refletir as adaptações

Leia mais

MINHA HISTÓRIA, MINHA VIDA

MINHA HISTÓRIA, MINHA VIDA ESCOLA ESTADUAL ALMIRANTE TOYODA-2014 PROJETO IDENTIDADE MINHA HISTÓRIA, MINHA VIDA TURMA: 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL (AZALÉIA E ACÁCIA) PROFESSORAS: GENISMEYRE E LUCILEILA Projeto Identidade Público

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010 PROJETO DE LEI Nº 157/2010 A semana de conscientização sobre transtornos de aprendizagem, no âmbito do Estado do Espírito Santo. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA: Art. 1º Fica

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

O ENSINO DA MATEMÁTICA E O ALUNO SURDO: UM CIDADÃO BILINGUE

O ENSINO DA MATEMÁTICA E O ALUNO SURDO: UM CIDADÃO BILINGUE O ENSINO DA MATEMÁTICA E O ALUNO SURDO: UM CIDADÃO BILINGUE NEDEL¹, Vera SILVA²,Maria Elena Neves da Resumo O presente artigo relata a importância do uso das tecnologias. As lutas dos surdos pelo direito

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

VIVENCIANDO MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA BIBLIOTECA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DO PIBID/UEMS/PEDAGOGIA

VIVENCIANDO MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA BIBLIOTECA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DO PIBID/UEMS/PEDAGOGIA VIVENCIANDO MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA BIBLIOTECA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DO PIBID/UEMS/PEDAGOGIA Gabriela Arcas de Oliveira¹; Joice Gomes de Souza²; Giana Amaral Yamin³. UEMS- CEP, 79804970- Dourados-MS, ¹Bolsista

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

Conhecendo o Aluno Surdo e Surdocego

Conhecendo o Aluno Surdo e Surdocego I - [FICHA DE AVALIAÇÃO SOBRE O ALUNO SURDO E/OU COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA] Usar letra de forma É importante considerarmos que o aluno surdo da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro possui características

Leia mais

PROJETO A SER DESENVOLVIDO PELA ACADÊMICA DO CURSO DE CAPACITAÇÃO ATENA CURSOS-SC. MARA REGINA MACHADO

PROJETO A SER DESENVOLVIDO PELA ACADÊMICA DO CURSO DE CAPACITAÇÃO ATENA CURSOS-SC. MARA REGINA MACHADO 1 PROJETO A SER DESENVOLVIDO PELA ACADÊMICA DO CURSO DE CAPACITAÇÃO ATENA CURSOS-SC. MARA REGINA MACHADO TRANSTORNOS NA APRENDIZAGEM. Passo Fundo, dezembro 2014. 2 TRANSTORNOS NA APRENDIZAGEM Professora:

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE) ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE) Aleksandra Debom Garcia 1 Fatima Gomes Nogueira Daguiel 2 Fernanda Pereira Santana Francisco 3 O atendimento educacional especializado foi criado para dar um

Leia mais

O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille. GD13 Educação Matemática e Inclusão

O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille. GD13 Educação Matemática e Inclusão O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille Rodrigo Cardoso dos Santos 1 GD13 Educação Matemática e Inclusão Resumo do trabalho. Por

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC ALVES,S.S.S 1 A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

7 Estágios do desenvolvimento segundo Piaget - Conteúdo

7 Estágios do desenvolvimento segundo Piaget - Conteúdo Introdução Estágio sensório-motor Estágio pré-operatório Estágio operatório concreto Estágio operatório formal Operação mental Tipos de abstrações Método Clínico Conclusão 2 Introdução Para Piaget, a construção

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio ETEC PROFª NAIR LUCCAS RIBEIRO Código: 156 Município: TEODORO SAMPAIO Área de conhecimento: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Componente

Leia mais

Déficit Visual Cortical Como se inicia o processo de aprendizagem visual? 1

Déficit Visual Cortical Como se inicia o processo de aprendizagem visual? 1 Déficit Visual Cortical Como se inicia o processo de aprendizagem visual? 1 A visão é um fenômeno hermético e que inclui quatro etapas bem distintas: percepção, transformação, transmissão e interpretação.

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

Jordana DENADAI 2. As (trans)formações na Educação Brasileira

Jordana DENADAI 2. As (trans)formações na Educação Brasileira O desafio do docente de Geografia na inclusão do aluno deficiente visual na sala de aula: o exemplo das escolas na rede oficial de ensino de Campinas / SP 1 As (trans)formações na Educação Brasileira Jordana

Leia mais

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO AS TECNOLOGIAS FAZENDO A DIFERENÇA NO DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS NA ESCOLA INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ISABEL DE ESPANHA 28ª CRE FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine

Leia mais

DEFICIÊNCIA VISUAL Luciana Andrade Rodrigues Professor das Faculdades COC

DEFICIÊNCIA VISUAL Luciana Andrade Rodrigues Professor das Faculdades COC DEFICIÊNCIA VISUAL Luciana Andrade Rodrigues Professor das Faculdades COC 25 de Junho de 2010 Objetivos - Discutir sobre as estratégias a serem usadas com as deficiências visuais e surdocegueira; Conteúdos

Leia mais

UMA AÇÃO INCLUSIVA FRENTE ÀS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS UTILIZADAS POR PESSOAS CEGAS

UMA AÇÃO INCLUSIVA FRENTE ÀS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS UTILIZADAS POR PESSOAS CEGAS UMA AÇÃO INCLUSIVA FRENTE ÀS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS UTILIZADAS POR PESSOAS CEGAS Carlene da Penha Santos - Graduanda/ UFPB Luzia Domiciano da Silva - Graduanda/ UFPB OBJETIVO Aproximar os alunos ditos

Leia mais

ARTES VISUAIS E DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A INCLUSÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE UM ESTADO DO SUL DO BRASIL

ARTES VISUAIS E DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A INCLUSÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE UM ESTADO DO SUL DO BRASIL ARTES VISUAIS E DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A INCLUSÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE UM ESTADO DO SUL DO BRASIL SILVEIRA, Tatiana dos Santos da FURB - Universidade Regional de Blumenau silsa@terra.com.br

Leia mais

X Encontro Gaúcho de Educação Matemática

X Encontro Gaúcho de Educação Matemática INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS NO ENSINO REGULAR: INVESTIGAÇÃO DAS PROPOSTAS DIDÁTICO-METODOLÓGICAS DESENVOLVIDAS POR PROFESSORES DE MATEMÁTICA NO ENSINO MÉDIO DA EENAV GT 07 Educação Matemática, avaliação

Leia mais

Trabalhos Aprovados: Eixo: Educação Infantil Manhã (8:30 às 12:00hrs.) Sala 26

Trabalhos Aprovados: Eixo: Educação Infantil Manhã (8:30 às 12:00hrs.) Sala 26 AS APRESENTAÇÕES ACONTECERÃO DIA 20/05 (QUARTA-FEIRA), NO PERÍODO DA MANHÃ E DA TARDE! Trabalhos Aprovados: Eixo: Educação Infantil Manhã (8:30 às 12:00hrs.) Sala 26 s: Práticas na leitura e escrita na

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 3.394, DE 2012 (Do Sr. Manoel Junior)

PROJETO DE LEI N.º 3.394, DE 2012 (Do Sr. Manoel Junior) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 3.394, DE 2012 (Do Sr. Manoel Junior) Dispõe sobre o diagnóstico e o tratamento da dislexia na educação básica. DESPACHO: ÀS COMISSÕES DE: SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA;

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO

TÍTULO: AUTORES: ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO TÍTULO: ACESSIBILIDADE AO COMPUTADOR POR PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES AUTORES: Silvia Sales de Oliveira; Maria da Piedade Resende da Costa; Nadja

Leia mais

Atendimento Educacional Especializado - AEE

Atendimento Educacional Especializado - AEE Atendimento Educacional Especializado - AEE Segundo o texto da Política de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC; 01/2008 Educação Especial É uma modalidade de ensino que perpassa todos

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

Daniel no mundo do silêncio

Daniel no mundo do silêncio Guia para pais Daniel no mundo do silêncio Walcyr Carrasco série todos juntos ilustrações de Cris Eich Daniel perde a audição nos primeiros anos de vida, e sua família dá todo o apoio para ele se comunicar

Leia mais

GLOSSÁRIO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

GLOSSÁRIO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL GLOSSÁRIO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Atendimento Educacional Especializado (AEE) O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço da Educação Especial que organiza atividades, recursos pedagógicos

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL Introdução Com frequência as tecnologias digitais estão sendo empregadas pelos educadores em

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

O ENSINO DE MATEMÁTICA E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA uma possibilidade de trabalho com alunos deficientes visuais

O ENSINO DE MATEMÁTICA E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA uma possibilidade de trabalho com alunos deficientes visuais O ENSINO DE MATEMÁTICA E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA uma possibilidade de trabalho com alunos deficientes visuais GT 07 - Educação Matemática, avaliação e inclusão escolar Taíse Ceolin UNIJUÍ - thai_ceolin@yahoo.com.br

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez.

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. PROJETO DE LEITURA E ESCRITA Era uma vez... E conte outra vez. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO TEMA; PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. INSTITUIÇÃO Escola Estadual Lino Villachá

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: LIMITES E POSSIBILIDADES.

A INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: LIMITES E POSSIBILIDADES. A INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: LIMITES E POSSIBILIDADES. Maria Erislândia de Aquino Gama Graduanda do Curso de Pedagogia/CAMEAM/UERN. Autora Disneylândia Maria Ribeiro Profª.

Leia mais

TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA. Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. razevedo@rc.unesp.

TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA. Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. razevedo@rc.unesp. TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. razevedo@rc.unesp.br O que é educação inclusiva? Inclusão é um processo de aprendizagem

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

JUSTIFICATIVA E ARTICULAÇÃO COM O PROJETO PEDAGÓGICO:

JUSTIFICATIVA E ARTICULAÇÃO COM O PROJETO PEDAGÓGICO: DENOMINAÇÃO DO PROJETO : Convivência Social, Ética e Valores Humanos na Educação Infantil INÍCIO EM: 06 e 07 / 02 / 12 TÉRMINO EM : 05 / 12 / 12 TOTAL DE 156 HORAS Nunca estamos preparados para a surpresa

Leia mais

A INCLUSÃO SOCIAL DE DEFICIENTES VISUAIS E AS CONTRIBUIÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO INICIAL

A INCLUSÃO SOCIAL DE DEFICIENTES VISUAIS E AS CONTRIBUIÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO INICIAL A INCLUSÃO SOCIAL DE DEFICIENTES VISUAIS E AS CONTRIBUIÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO INICIAL Vanessa Piccinin da Rosa. Maria Rosangela Silveira Ramos Instituto Federal Farroupilha

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

Educação Especial. 5. O que é a Sala de Recursos Multifuncionais?

Educação Especial. 5. O que é a Sala de Recursos Multifuncionais? Educação Especial 1. Qual a definição de pessoa com deficiência? De acordo com a ONU, pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013 Expressão Musical II Docente: António Neves Discente: Ana Matos nº 53184 A música e o som, enquanto energia, estimulam

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA NAS SALAS DE RECURSOS

A PRÁTICA PEDAGÓGICA NAS SALAS DE RECURSOS A PRÁTICA PEDAGÓGICA NAS SALAS DE RECURSOS ARNAL, Leila de Souza Peres. UEM leilarnal@bol.com.br MORI, Nerli Nonato Ribeiro. UEM nnrmori@uem.br Resumo: O presente trabalho tem por objetivo refletir sobre

Leia mais

3ª Reunião com coordenadores locais/2014. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. 28 de julho de 2014

3ª Reunião com coordenadores locais/2014. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. 28 de julho de 2014 3ª Reunião com coordenadores locais/2014 Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa 28 de julho de 2014! O USO DO JOGO NO PROCESSO DE INCLUSÃO DA CRIANÇA NA PERSPECTIVA DO PACTO Profa. Valéria Barbosa

Leia mais

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009.

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009. 1 UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN Natal/RN, 05/2009. Auta Stella de Medeiros Germano - SEDIS-UFRN - autastella@yahoo.com.br Categoria (Gerenciamento e Logística)

Leia mais

TIC E COORDENAÇÃO MOTORA

TIC E COORDENAÇÃO MOTORA TIC E COORDENAÇÃO MOTORA SILVA, Gisele Bozza da, SME Curitiba giselebs@hotmail.com COSTA, Sirley Terezinha Golemba, SME Curitiba sirley.sme@curitiba.org.br Área Temática: Educação: Comunicação e Tecnologia

Leia mais

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O USO DO RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA POR ALUNOS COM PARALISIA CEREBRAL NO AMBIENTE ESCOLAR NA VISÃO DOS CUIDADORES. Resumo

O USO DO RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA POR ALUNOS COM PARALISIA CEREBRAL NO AMBIENTE ESCOLAR NA VISÃO DOS CUIDADORES. Resumo O USO DO RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA POR ALUNOS COM PARALISIA CEREBRAL NO AMBIENTE ESCOLAR NA VISÃO DOS CUIDADORES Ana Lidia Penteado Urban Universidade Federal de São Carlos Centro de Educação e Ciências

Leia mais

A música e crianças com NEE A Educação Especial e a Educação Musical

A música e crianças com NEE A Educação Especial e a Educação Musical A música e crianças com NEE O termo Necessidades Educativas Especiais resulta da evolução dos princípios de integração e inclusão, referindo-se às condições específicas de qualquer criança ou jovem que

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM: O QUE SÃO E A QUEM SE DESTINAM

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM: O QUE SÃO E A QUEM SE DESTINAM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM: O QUE SÃO E A QUEM SE DESTINAM Rui Sartoretto Mara Lucia Sartoretto A inclusão das pessoas com deficiências nas escolas comuns da rede

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 II A Jogos As crianças da Turma dos Amigos, desde os primeiros dias de aula, têm incluídos em sua rotina as brincadeiras com jogos de encaixe. Vários jogos estão disponíveis

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

Deficiência Visual. Profa Me Luciana Andrade Rodrigues Faculdades COC

Deficiência Visual. Profa Me Luciana Andrade Rodrigues Faculdades COC Deficiência Visual Profa Me Luciana Andrade Rodrigues Faculdades COC DEFINIÇÕES A cegueira é uma alteração grave ou total de uma ou mais funções da visão. Pode ser congênita ou adquirida. EDUCAÇÃO: cego

Leia mais

O DESAFIO DA AQUISIÇÃO DA LEITURA E ESCRITA PELO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL

O DESAFIO DA AQUISIÇÃO DA LEITURA E ESCRITA PELO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL O DESAFIO DA AQUISIÇÃO DA LEITURA E ESCRITA PELO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL Ivoneide Gomes Figueirêdo¹ Patricia Ribeiro Oliveira² José Arcanjo Dias Rocha³ Resumo: A deficiência visual pode ocorrer de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ A N E X O I E D I T A L D E C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 01/2015 D O S R E Q U I S I T O S E A T R I B U I Ç Õ E S D O S C A R G O S RETIFICAÇÃO

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

SER / SOCIEDADE EDUCACIONAL ROCHA

SER / SOCIEDADE EDUCACIONAL ROCHA SER / SOCIEDADE EDUCACIONAL ROCHA Prezados Pais, Responsáveis e Alunos Recomendamos a todos que leiam com atenção cada uma destas orientações, pois os pais e responsáveis dos alunos matriculados no SER

Leia mais

PPGECIM - Programa de Pós-Grad. em Ensino de Ciências e Matemática

PPGECIM - Programa de Pós-Grad. em Ensino de Ciências e Matemática PPGECIM - Programa de Pós-Grad. em Ensino de Ciências e Matemática Disciplina: Educação Inclusiva Professora Dra. Marlise Geller Alunos: Janaína Godinho, Maria Cristina Schwahn e Márcio Silva Deficiência

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. Marizete Almeida Müller

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. Marizete Almeida Müller ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AEE Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva - SEESP/MEC (2008) CONCEITO É um serviço da educação

Leia mais

1 o Período Educação Infantil

1 o Período Educação Infantil 1 o Período Educação Infantil Eixo temático: O tema Imaginação visa a estimular as distintas áreas de desenvolvimento integral das crianças, bem como favorecer o crescimento de suas habilidades e competências.

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

MISSÃO DO CURSO OBJETIVOS DO CURSO OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS

MISSÃO DO CURSO OBJETIVOS DO CURSO OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: PEDAGOGIA - BACHARELADO MISSÃO DO CURSO O curso de Pedagogia tem como missão criar, desenvolver, sistematizar e difundir conhecimentos na área de educação

Leia mais

ESTILOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM MOTORA: IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA

ESTILOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM MOTORA: IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA ESTILOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM MOTORA: IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA Míriam Stock Palma Nádia Valentini Ricardo Petersen Herbert Ugrinowitsch PST e aquisição de habilidades motoras; Aprendizagem significativa;

Leia mais

A importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na aprendizagem dos alunos com Dificuldades Intelectuais e Desenvolvimentais (DID)

A importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na aprendizagem dos alunos com Dificuldades Intelectuais e Desenvolvimentais (DID) A importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na aprendizagem dos alunos com Dificuldades Intelectuais e Desenvolvimentais (DID) Ana Isabel Leitão, Técnica Superior de Educação Especial

Leia mais

EIXO DE FORMAÇÃO DO NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E/OU DIVERSIFICAÇÃO DE ESTUDOS: EDUCAÇÃO INFANTIL

EIXO DE FORMAÇÃO DO NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E/OU DIVERSIFICAÇÃO DE ESTUDOS: EDUCAÇÃO INFANTIL EIXO DE FORMAÇÃO DO NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E/OU DIVERSIFICAÇÃO DE ESTUDOS: EDUCAÇÃO INFANTIL - CONTRIBUIÇÕES DAS TEORIAS PSICOGENÉTICAS PARA A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS Conceitos e categorias fundamentais.

Leia mais

QUESTÕES DA DEFICIÊNCIA E AS AÇÕES NO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO

QUESTÕES DA DEFICIÊNCIA E AS AÇÕES NO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO QUESTÕES DA DEFICIÊNCIA E AS AÇÕES NO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO Alexandre Carriconde Marques EC.18 Ruth Eugênia Cidade EC.17 Kathya Augusta Thomé Lopes EC.01 Esta capacitação procura orientar o professor

Leia mais

Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio. Eu me remexo muito. E onde eu chego?

Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio. Eu me remexo muito. E onde eu chego? Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio Rua Tonelero, 56 Copacabana RJ site:www.redesagradorj.com.br / e-mail:cscm@redesagradorj.com.br Eu me remexo muito. E onde eu chego? Turma: Maternal II A Professora

Leia mais

PROJETO ANIMAIS. 1. Tema: O mundo dos animais. Área de abrangência: 2. Duração: 01/06 a 30/06. 3. Apresentação do projeto:

PROJETO ANIMAIS. 1. Tema: O mundo dos animais. Área de abrangência: 2. Duração: 01/06 a 30/06. 3. Apresentação do projeto: PROJETO ANIMAIS 1. Tema: O mundo dos animais Área de abrangência: (x) Movimento (x) Musicalização (x) Artes Visuais (x) Linguagem Oral e Escrita (x) Natureza e Sociedade (x) Matemática 2. Duração: 01/06

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE LORENA

PREFEITURA MUNICIPAL DE LORENA PREFEITURA MUNICIPAL DE LORENA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROJETO JUDÔ NA ESCOLA: A SALA DE AULA E O TATAME Projeto: Domingos Sávio Aquino Fortes Professor da Rede Municipal de Lorena Semeie um pensamento,

Leia mais

ARTETERAPIA na EDUCAÇÃO INCLUSIVA

ARTETERAPIA na EDUCAÇÃO INCLUSIVA GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO DIVISÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Responsável: Denize da Silva Souza ARTETERAPIA na EDUCAÇÃO INCLUSIVA Cristina Dias Allessandrini

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais