ÍNDICE RELATÓRIO DE GESTÃO 6 CONTAS CONSOLIDADAS 32 INFORMAÇÕES DE NATUREZA GERAL 38 PERSPECTIVAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ÍNDICE RELATÓRIO DE GESTÃO 6 CONTAS CONSOLIDADAS 32 INFORMAÇÕES DE NATUREZA GERAL 38 PERSPECTIVAS 2012 39"

Transcrição

1 RELATÓRIO de actividade 2011

2 ÍNDICE Órgãos Sociais 2 Mensagem do Presidente 3 Indicadores-chave 4 RELATÓRIO DE GESTÃO 6 Contexto económico do grupo 6 Contexto sectorial 7 Actividade do Grupo em Transportes França 11 Logística França 14 STEF International 16 Actividades marítimas: La Méridionale 19 Sistemas de Informação 20 Imobiliário 21 Desenvolvimento Sustentável 22 CONTAS CONSOLIDADAS 32 INFORMAÇÕES DE NATUREZA GERAL 38 PERSPECTIVAS RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011 ÍNDICE

3 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Francis LEMOR - Presidente Director-Geral Bernard JOLIVET Vice-Presidente e Director-Geral Delegado Jean-Charles FROMAGE Director-Geral Delegado Gilles BOUTHILLIER Alain BRÉAU Éric GIUILY Christian GUILBERT Emmanuel HAU Robert de LAMBILLY Murielle LEMOINE Dominique NOUVELLET Xavier OGIER du TERRAIL Dominique THÉNAULT ALLIANZ Vie, representada por Pier RICHES ATLANTIQUE MANAGEMENT, representada por François de COSNAC COMITÉ EXECUTIVO Serge CAPITAINE 5 Director-Geral Adjunto da STEF Director Comercial e de Marketing Bruno DUQUENNE 6 Director-Geral Adjunto da STEF Director-Geral da STEF International Gérard GROFFE 7 Director de Recursos Humanos Stanislas LEMOR 8 Director Financeiro Francis LEMOR 1 Presidente Director-Geral da STEF Bernard JOLIVET 2 Vice-Presidente e Director-Geral Delegado da STEF Presidente da STEF Transport Jean-Charles FROMAGE 3 Director-Geral Delegado da STEF Director-Geral Delegado da STEF Transport Jean-Marc BRUÈRE 4 Director-Geral Adjunto da STEF Transport Marc REVERCHON 9 Director-Geral de La Compagnie Méridionale de Navigation Léon de SAHB 10 Director de Sistemas de Informação Director-Geral da STEF Information & Technologies Jean-Pierre SANCIER 11 Director-Geral da STEF Logistique Gilles SAUBIER 12 Director de Compras e Técnico Imobiliário Director-Geral Adjunto da IMMOSTEF 2 RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011

4 MENSAGEM DO PRESIDENTE O grupo continuou a reforçar o seu dispositivo de exploração em todos os seus sectores, em particular, em Espanha, em Madrid, com a abertura da plataforma de transportes e logística Torrejón e no sector marítimo com a implementação do novo navio misto de La Méridionale, O Piana, operador na cobertura da Córsega será igualmente o ano de anúncio de várias evoluções marcantes para o Grupo. Estas inscrevem-se num novo plano empresarial que abrange o período de e que foi partilhado com o conjunto dos quadros. O ano de 2011 pressagiava um regresso do crescimento. No entanto, a crise da dívida dos Estados europeus, o aumento dos custos da energia e a tensão sobre as taxas de juro contrariaram, claramente, as expectativas de retoma económica. A isso, é necessário acrescentar o aumento da carga fiscal e social, nomeadamente em França. Neste enquadramento um pouco perturbado, o grupo realizou um desempenho que pode ser qualificado de satisfatório: um aumento do volume de negócios sensivelmente superior à evolução do mercado, operações de crescimento externo em Itália e em Espanha, rapidamente integradas e, por fim, resultados líquidos numa progressão superior a 10%. Durante o ano de 2011, a STEF manteve uma forte dinâmica comercial, concretizada pela assinatura de contratos comerciais plurianuais que asseguram um efeito de prolongamento em 2012, em particular, na logística. Nos transportes, os indicadores de qualidade de produção, garantia de uma relação sustentável com os nossos clientes, estão em constante melhoria. Na Itália, as sinergias criadas graças à aquisição da sociedade Dispensa (renomeada STEF Logistics Italia), completando a gama de serviços logísticos, irão acelerar o regresso ao equilíbrio das actividades. Em Espanha, a aquisição da quota maioritária do capital da Logirest, especialista da logística da restauração, reforça a oferta comercial do grupo neste sector em desenvolvimento. Estas evoluções dizem respeito, sobretudo, à mudança do nome e da insígnia comercial do Grupo, o qual passou a STEF em todas as suas actividades, excepto a La Méridionale que mantém a sua própria especificidade. A marca europeia STEF simboliza a capacidade do grupo fornecer um serviço homogéneo e um elevado nível de qualidade, independentemente da prestação efectuada, da região e país em que este opera. Seguidamente, a Administração da STEF será confiada, a partir de 1 de Julho de 2012, a uma nova equipa. Esta será, inteiramente, composta por dirigentes, já membros do Comité Executivo e que tenham adquirido juntos dos colaboradores e clientes toda a legitimidade necessária. Esta solução impôs-se a todos de forma evidente e agradou-me: é testemunho de um grupo que definiu como valores a dimensão humana, a preocupação em transmitir o saber e a vontade em assegurar a promoção dos seus quadros. O ano de 2012 arranca, pois, sob auspícios favoráveis. A solidez do Grupo, a adesão dos colaboradores aos objectivos fixados e a confiança dos nossos clientes dão azo a perspectivas razoáveis de continuação de crescimento e de melhoria do desempenho. Francis LEMOR RELATÓRIO DE ACTIVIDADE

5 INDICADORESCHAVE O ESPECIALISTA EUROPEU DA ,1 288,8 321,2 352, Volume de negócios consolidado em milhões de euros Capitais próprios consolidados Parte do grupo em milhões de euros 40,5 39,3 47,2 52, Resultados consolidados Parte do grupo em milhões de euros ACTIVIDADES EUROPEIAS TRANSPORTES FRANÇA LOGÍSTICA FRANÇA P l ata f o r m a s ST E F PLATAFORMAS ASSOCIADAS

6 LOGÍSTICA DE FRIO m3 (Fora temporários) de volume de armazenamento m Colaboradores 57 PLATAFORMAS 79 de área de cais PLATAFORMAS Plataformas e armazéns 87 PLATAFORMAS Veículos (fora veículos fretados) Navios mistos reboques frigoríficos REL ATÓR IO DE ACTIVIDA DE I N DI CA DO RES- CHAVE 5

7 CONTEXTO ECONÓMICO DO GRUPO SE O ANO DE 2011 ARRANCOU NA SEQUÊNCIA DAS TENDÊNCIAS OBSERVADAS NO FINAL DE 2010, ISTO É, DE UMA MELHORIA DO CLIMA EMPRESARIAL, ACRESCIDO DE UMA MANUTENÇÃO DO CONSUMO, A ECONOMIA EUROPEIA COMEÇOU A FLECTIR NO FINAL DO SEGUNDO TRIMESTRE, TENDO-SE DEGRADADO A PARTIR DO OUTONO. CONTEXTO EUROPEU 2011 ficou marcado pela escalada da crise da dívida europeia que levou a um aumento das taxas de juro dos Estados em dificuldades e levou à criação de programas de apoio financeiro a determinados Estados ameaçados de insolvência (Grécia, Portugal). Os governos da zona euro, alguns dos quais já tinham tomado medidas de austeridade desde 2010, tiveram que manter e acelerar a implementação de planos de austeridade por forma a reduzir a sua dívida pública, sobrecarregando o poder de compra das famílias e, consequentemente, o consumo alimentar. Apesar das intervenções dos bancos centrais, as tensões rapidamente se alargaram ao conjunto do sistema financeiro, colocando, assim, em dificuldades o sistema económico. Taxa de crescimento do PIB em 2011 (fonte: Eurostat) Zona euro FR BE IT ES PT NL CH UK +1,5 % +1,7 % +1,9 % +0,4% +0,7 % -1,6 % +1,2 % +1,9 % +0,7 % Taxa de inflação em 2011 (fonte: Eurostat) Zona euro FR BE IT ES PT NL CH UK +2,7 % +2,3 % +3,5 % +2,9 % +3,1 % +3,6 % +2,5 % +0,1 % +4,5 % Simultaneamente, as flutuações de preço dos combustíveis, da energia e das matérias-primas alimentares tiveram um impacto nos custos de produção da STEF e no nível de actividade dos principais sectores industriais clientes do Grupo. O preço dos combustíveis sofreu aumentos históricos (+15% num ano, levando a média das cotações anuais aos 111 dólares por barril de Brent). Da mesma forma, os custos da electricidade continuaram a aumentar (+17% em França em 2011). 6 CONTEXTO DO GRUPO RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011

8 CONTEXTO SECTORIAL VOLATILIDADE INFLACIONISTA DAS MATÉRIAS-PRIMAS AGRÍCOLAS A manutenção do movimento de especulação sobre as matérias-primas agrícolas foi um factor agravante da inflação dos produtos alimentares em 2011 que tem prevalecido desde Durante a crise financeira, os produtos alimentares tornaram- -se activos privilegiados, dado serem mais seguros e mais rentáveis. De acordo com o Banco Mundial, estes aumentaram em média 19% entre Setembro de 2010 e Setembro de 2011, provocando uma forte volatilidade dos preços dos géneros alimentícios. No entanto, contrariamente a 2010 e a fim de conservar o seu volume de vendas, os industriais do sector agro-alimentar escolheram absorver uma parte destas flutuações dos preços das matérias-primas e praticar aumentos de preços diferenciados, de acordo com o tipo de produto. EVOLUÇÃO DO CONSUMO ALIMENTAR EUROPEU O consumo das famílias europeias, positivo no início do ano, deteriorou-se progressivamente. Em França, as estatísticas sobre o consumo alimentar demonstram um ligeiro recuo anual (-0,7%), agravado em Dezembro (-5%). No entanto, o volume de negócios da grande distribuição permaneceu em alta, tendo-se os principais intervenientes deste sector adaptado aos novos modos de consumo, dando provas de inovação. A distribuição europeia adapta-se igualmente através da evolução de políticas de sortido que demonstra uma recuperação pronunciada das marcas do distribuidor. As marcas do distribuidor viram a sua quota de mercado aumentar na maioria dos países europeus, em que os consumidores limitaram as suas despesas devido à conjuntura económica. Os produtos alimentares das marcas do distribuidor ocupam, doravante, um lugar preponderante em determinadas secções (nomeadamente, de pronto a comer) e constituem em alguns distribuidores um alicerce da política comercial. Em 2011, 75% dos produtos congelados na Suíça, 53% dos produtos de pronto a comer em França e 47% dos produtos frescos em Espanha são oriundos de marcas do distribuidor ficará igualmente marcado pelo crescimento alcançado pelas marcas do distribuidor premium, mediante a introdução de produtos mais elaborados com a marca do fabricante e do distribuidor nos locais de venda. O peso das marcas do distribuidor alimentares tem como consequência uma vaga de consolidações nos fabricantes de produtos alimentares europeus, de acordo com um relatório publicado recentemente pelo Rabobank, e uma reorientação para os mercados nicho para os pequenos fabricantes. RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011 CONTEXTO DO GRUPO 7

9 CONTEXTO SECTORIAL TRANSFORMAÇÃO DOS CIRCUITOS DE DISTRIBUIÇÃO EUROPEUS europeus registaram as quotas de mercado mais elevadas a nível histórico de produtos alimentares nos mercados britânico e irlandês. As pequenas lojas conheceram igualmente um verdadeiro recrudescimento em A sua expansão é uma resposta a problemáticas comuns a toda a Europa: crescimento da urbanização, custo da mobilidade, evoluções demográficas... Na Europa, a urbanização e a estagnação do poder de compra desempenham um papel fulcral entre os formatos de distribuição alimentar e impulsionam novos comportamentos. O formato discount foi o que mais progrediu em Numa altura em que os consumidores procuram reduzir as suas despesas, os dois principais retalhistas Mas 2011 será, sobretudo, o ano do verdadeiro avanço do drive no comércio alimentar. Mais de 10 anos após a abertura do primeiro drive no norte de França (Setembro de 2000), aquele que foi concebido inicialmente como um simples complemento do hiper, está a ponto de se tornar um canal de distribuição autónomo. Num modelo económico em que tudo é feito para que grande parte do trabalho seja feita pelo cliente, este formato deixa cair um dos travões do desenvolvimento do comércio alimentar online: o custo logístico do último quilómetro. ADAPTAÇÃO DOS PRINCIPAIS AGENTES DA CADEIA LOGÍSTICA MARCADA PELA TENSÃO DE FLUXOS Num ambiente de mercado em mutação permanente, cada responsável procura, de forma permanente, a optimização da sua organização. Já não hesitam em colocar em causa os seus esquemas logísticos, incentivando, desta forma, os seus prestadores a desenvolverem novas ofertas diferenciadoras de serviços: soluções globais de transporte e de logística, implementação de armazéns de consolidação, massificação dos fluxos de transporte, testes de soluções multimodais, etc. A estruturação da distribuição na Europa desempenha um papel de acelerador nestas alterações. 8 CONTEXTO DO GRUPO RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011

10 O seu impacto é tanto mais evidente, quanto os fluxos europeus que continuam a aumentar, sob o efeito de uma procura essencialmente alavancada pelos distribuidores generalistas e as lojas que oferecem grandes descontos. Esta tendência é acompanhada por uma exigência acentuada desde há 4 anos da redução de stocks, necessitando de um aumento significativo das frequências de entrega na maioria dos circuitos logísticos. A respectiva consequência directa é a aceleração do conjunto dos fluxos de recepção e de expedição. Os prestadores logísticos devem, igualmente, adaptar-se às consequências dos novos modos de consumo, mais urbanos, e disponibilizar novas soluções em parceria com as colectividades e as autoridades públicas: a logística urbana torna-se, assim, um laboratório de inovações de transformação da cadeia logística. A STEF EXERCE AS SUAS ACTIVIDADES DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO E DE LOGÍSTICA SOB TEMPERATURA CONTROLADA PARA A INDÚSTRIA AGRO-ALIMENTAR, DA DISTRIBUIÇÃO E DAS MARCAS DE RESTAURAÇÃO. ESTRUTURA DA PRODUÇÃO AGRO-ALIMENTAR NOS 8 PRINCIPAIS PAÍSES EUROPEUS EM QUE O GRUPO STEF OPERA Repartição da produção global de produtos sob temperatura dirigida na Europa (em volume de produção). 16% 4% 7% 17% 22% 34% PRODUTOS DE CARNE...(+2 C) PADARIA - PASTELARIA FINA PASTELARIA FRESCA...(+15 C) PRODUTOS LÁCTEOS...(+4 C) CONGELADOS...(-25 C) PRODUTOS AÇUCARADOS...(+15 C) PRODUTOS DA PESCA...(+4 C) Fontes: Eurostat, Institutos públicos de estatísticas nacionais e sindicatos profissionais. RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011 CONTEXTO DO GRUPO 9

11 ACTIVIDADE DO GRUPO EM 2011 O ANO DE 2011 INSCREVEU-SE NO PLANO DE MERCADO DO GRUPO COM UM CRESCIMENTO DO VOLUME DE NEGÓCIOS DE 11,8% (9,2% DE PERÍMETRO COMPARÁVEL). Impulsionado pelo volume da actividade em França, o crescimento orgânico traduziu-se num aumento das tonelagens de produtos frescos para a divisão de Transportes (+2,3%) e numa taxa de preenchimento dos armazéns de produtos congelados de 84,6% (face aos 82,2% no final de 2010). Esta tendência de alta foi amplificada pela integração do volume de negócios das aquisições realizadas durante o exercício. ACTIVIDADE POR SECTORES O GRUPO ORGANIZA-SE EM TORNO DE QUATRO SECTORES OPERACIONAIS Divisão Transportes França reagrupa numa única rede e sob um único estandarte a STEF TRANSPORT (ex. TFE TRANSPORT), o conjunto das actividades de transporte de frescos e congelados, bem como o transporte de produtos da pesca. Esta divisão integra igualmente a organização dos transportes internacionais. Divisão STEF International diz respeito à maioria das actividades domésticas fora de França, ou seja, Itália, Espanha, Portugal, Benelux, Suíça e Tunísia. A divisão internacional cobre, ainda, as principais estruturas que operam nos fluxos europeus (STEF EUROFRISCHFRACHT e STEFOVER). Divisão Logística França gere, sob a denominação STEF LOGISTIQUE (ex. STEF), as prestações logísticas de produtos frescos e congelados para os industriais, a grande distribuição e a restauração. Divisão Marítima. La Méridionale assegura o serviço regular de transporte marítimo de passageiros e carga, entre o Continente e a Córsega, no âmbito de uma delegação de serviço público. DUAS DIVISÕES ESPECIALIZADAS COMPLEMENTAM ESTA ORGANIZAÇÃO Divisão de Sistemas de Informação. A STEF INFORMATION & TECHNOLOGIES (ex. AGROSTAR) reúne as equipas especializadas que operam nos sistemas informáticos próprios e nos sistemas informáticos dos clientes. Divisão de Imobiliário. A IMMOSTEF gere o património imobiliário, de exploração e locação do Grupo. 10 ACTIVIDADE DO GRUPO RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011

12 TRANSPORTES FRANÇA A REDE DE TRANSPORTES FRANÇA É CONSTITUÍDA POR 79 PLATAFORMAS SOB TEMPERATURA DIRIGIDA, ASSEGURANDO UMA COBERTURA OPTIMIZADA DO TERRITÓRIO FRANCÊS. Com um parque de veículos (tractores e plataformas), dos quais veículos próprios e fretados. A STEF Transport (anteriormente STEF-TFE Transport) explora uma rede de transporte e de distribuição sob temperatura dirigida organizada em torno de três principais fluxos: os produtos frescos (+2 C/ +4 C), os produtos da pesca (0 C/ +2 C) e os produtos congelados (-18 C/ -21 C), aos quais se juntam os produtos termossensíveis (+15 C/ +18 C). A STEF Transport emprega um efectivo de colaboradores. EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE Em 2011, a STEF Transport encaminhou 7,5 milhões de toneladas de mercadorias, ou seja, toneladas diárias, para os pontos de entrega. Graças à sua capacidade de oferta de uma qualidade de serviço homogéneo e de dispositivos de massificação dos fluxos, a STEF Transport conquista regularmente quotas de mercado. ACTIVIDADE DE GRUPAGEM* EVOLUÇÃO DA TONELAGEM SEMANAL MÉDIA Comparação 2010 / 2011 Média móvel em 13 semanas Toneladas * Ou seja 62% da tonelagem total transportada Semanas Apesar da morosidade do ambiente económico, o volume de negócios da STEF Transport progrediu em 6,4%, estabelecendo-se nos 1.130,4 M. PRODUTOS TERMOSSENSÍVEIS E COMPATÍVEIS Este mercado é ainda modesto em volume, pois depende ainda que muito pouco da temperatura dirigida. No entanto, o posicionamento demarcado da STEF Transport neste segmento é revelador do conhecimento técnico crescente do Grupo em matéria de mutualização de fluxos, em particular, para os carregadores de grandes contas (sector dos produtos achocolatados) confrontados com as exigências das marcas de distribuição em matéria de abastecimento dos fluxos racionalizados. Este desempenho, que se inscreve no âmbito de um plano de desenvolvimento comercial, assenta essencialmente no crescimento dos volumes das actividades de grupagem (+2,2%) e das actividades de organização de transportes (+8,8%). PRODUTOS FRESCOS Os principais agentes do mercado, clientes industriais e distribuidores, evoluem num contexto de tensão crescente dos fluxos, de procura de massificação e de desempenho operacional e económico. A estes factores, juntam-se novos desafios, como as entregas urbanas. RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011 ACTIVIDADE DO GRUPO 11

13 TRANSPORTES FRANÇA PRODUTOS CONGELADOS Este sector caracteriza-se pelo tratamento de fluxos armazenados. A pedido dos clientes, evolui progressivamente para o tratamento dos fluxos racionalizados. O Grupo posiciona-se favoravelmente neste segmento, graças ao seu dispositivo de oferta global, logística e transporte e à sua capacidade de desenvolver prestações com grande valor acrescentado (controlo de abastecimentos, centros de massificação). Neste contexto, a rede de produtos da pesca conseguiu manter o seu nível de actividade graças ao seu dinamismo comercial e à sua capacidade de adaptação. A presença reforçada do grupo nas zonas pesqueiras no norte da Europa e o desenvolvimento das actividades na Itália dinamizaram este sector, cada vez mais forçado a apoiar-se nas actividades de congelados. PRODUTOS DA PESCA A diminuição dos recursos pesqueiros provocou um aumento significativo do preço dos produtos da pesca e, consequentemente, uma diminuição do consumo. Além disso, este mercado caracteriza-se pelas limitações da exploração específicas de um produto exigente em termos de qualidade e de horários, tendo-o abandonado vários dos principais agentes. A PRODUÇÃO DE TRANSPORTES A procura de alavancas de optimização das operações de transporte e o plano de melhoria contínua levados a cabo nos últimos três anos apresentaram resultados tangíveis. O rácio de incumprimento de qualidade da rede (litígios e custo das embalagens) está em melhoria. Graças à conversão do parque de tractores para a norma Euro V e ao programa de formação de condutores em eco-condução, o consumo dos veículos continua a ser reduzido. A produtividade das manutenções de cais progrediu. Foram implementadas ferramentas informáticas que permitiram reforçar o controlo operacional dos fluxos transportados (acompanhamento horário da exaustividade das viagens, acompanhamento da rastreabilidade horária das operações de entrega destinada aos condutores). A política de compras de subcontratação dos meios de transporte apoia-se cada vez mais em esquemas de exploração em circuito fechado, garantia da qualidade de serviço esperado pelo mercado. 12 ACTIVIDADE DO GRUPO RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011

14 ACTIVIDADE DE TRANSPORTE NAS REGIÕES No final de 2010, a fim de responder às apostas de proximidade comercial e de gestão da sua rede, a STEF Transport estruturou a sua organização em zonas geográficas, cada uma limitada a um perímetro de cerca de dez filiais. O plano de reforço dos recursos de gestão, denominado percurso incubador, manteve-se com a integração e formação de uma centena de jovens quadros. Daí a eficácia da melhoria do desempenho da rede de transportes em todas as regiões. A região Noroeste beneficiou da dinâmica económica das zonas de grande densidade populacional (sector Ile-de-France, Lille). Embora as instalações de Boulogne-sur-Mer, principal plataforma logística do sector de produtos da pesca, tenham sofrido uma diminuição natural deste mercado, o aumento local das actividades marítimas e de congelados e o posicionamento nas zonas de aquisição do norte da Europa irão permitir encontrar o equilíbrio. A região da Bretanha foi afectada pela diminuição dos sectores industriais dos produtos lácteos e de carne. A reorganização em curso das instalações de Vannes e o forte reposicionamento comercial com base no transporte massificado por conta dos distribuidores, deverão produzir total efeito em A nova região do Pays de Loire, impulsionada por um tecido agro-alimentar particularmente dinâmico à escala nacional, apresentou um desempenho satisfatório. A região Sudoeste confortou as suas ligações com os clientes tradicionais do Grupo, nomeadamente no sector dos produtos festivos, oriundos do sector dos produtos das matérias gordas. A região apresenta, assim, o maior crescimento do volume de negócios da rede em 2011 e as novas instalações de Limoges, inauguradas na Primavera de 2012, irão reforçar o dispositivo. A região do Mediterrâneo confirmou a sua eficácia e desenvolveu as suas posições adquiridas no mercado dos produtos compatíveis, como o vinho. Desenvolveu-se, igualmente, de forma significativa no mercado dos produtores de produtos biológicos, que procuram soluções de entrega directa. A região de Rhône-Alpes-Auvergne apresentou um desempenho histórico. A total reestruturação do dispositivo do sector de Lyon e a refusão do fundo de comércio, bastante perturbada por uma concorrência exacerbada, permitiram encontrar uma dinâmica económica satisfatória. A região Este orientou com sucesso a sua política comercial para o tratamento dos fluxos oriundos da Alemanha. As novas instalações de Dijon, inauguradas em Fevereiro de 2012, irão permitir apoiar as actividades de transportes e de pesca oferecendo, desta forma, um novo potencial na Bourgogne. RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011 ACTIVIDADE DO GRUPO 13

15 LOGÍSTICA FRANÇA A STEF GERE EM FRANÇA M 3 DE ARMAZÉNS SOB TEMPERATURA NEGATIVA E M 3 DE PLATAFORMAS LOGÍSTICAS PARA PRODUTOS FRESCOS E À TEMPERATURA AMBIENTE. EVOLUÇÃO DO SECTOR A divisão logística controla as actividades de gestão dos armazéns e plataformas, bem como as prestações associadas da STEF em França. A STEF Logistique lida com produtos frescos, congelados e temperados e visa os industriais do agro-alimentar, a grande distribuição e a restauração. Para a divisão logística, o ano de 2011 foi marcado por um regresso a um crescimento significativo num mercado estável em volumes. Mas, apesar de uma forte dinâmica comercial e do arranque de novos dossiers, a margem operacional foi penalizada pela componente inflacionista de determinados encargos. O volume de negócios da divisão logística progrediu significativamente (+5%), com uma nítida aceleração no segundo semestre, sob o efeito de uma dupla orientação estratégica, a conquista determinada de novos dossiers e a reorientação das actividades para segmentos mais benéficos. O ano de 2011 conheceu níveis de actividade muito contrastados que necessitaram, a fim de integrar novos dossiers, da reconfiguração de equipas e da rede, dentro de prazos por vezes muito curtos. Após um primeiro trimestre tradicionalmente calmo, a actividade do segundo trimestre foi bastante sustentada. O terceiro trimestre foi marcado pela interrupção de determinadas actividades e pelo arranque concomitante de novos dossiers, principalmente nos perímetros de frescos e de grandes e médias superfícies, que provocaram transferências de stocks entre várias instalações. Durante o 4º trimestre, o Grupo retomou as actividades logísticas de um importante distribuidor de produtos congelados, o que conduziu à integração de duas novas instalações. O crescimento foi marcante no conjunto das actividades, em particular, nos sectores da logística dos produtos frescos e da restauração fora do domicílio. Durante o período considerado, os encargos evoluíram numa proporção superior à do volume de negócios, por várias razões: a revisão do dispositivo de alívio dos encargos ligados às horas extra, a chamada atenuação Fillon (lei TEPA de 2007); o aumento dos custos da energia e, nomeadamente, da electricidade (+17%), isto apesar dos planos de acções para diminuir o consumo nos armazéns; o peso crescente da carga fiscal, em particular, dos impostos locais e o alargamento da base de cálculo da nova contribuição económica territorial; os custos de arranque de novos dossiers e a interrupção da exploração de duas instalações. 14 ACTIVIDADE DO GRUPO RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011

16 ACTIVIDADE POR SECTORES A dinâmica comercial, presente em todos os sectores, permitiu não só consolidar as consolidações mas também, implementar dossiers plurianuais estruturantes. No entanto, a degradação da conjuntura económica que se repercutiu no sector alimentar no final do ano limitou o crescimento no segmento de grandes e médias superfícies e dos congelados. LOGÍSTICA DE PRODUTOS CONGELADOS O mercado dos produtos congelados manteve-se estável em As exportações de porco, nomeadamente para a China, absorveram em curtos prazos os stocks disponíveis no Oeste da França. Os stocks aumentaram sensivelmente no final do ano: o coeficiente de preenchimento dos armazéns de congelados no final de Dezembro passou para 84,6% (face a 82,5% no final de 2010). O volume de negócios apresentou uma progressão satisfatória. O ritmo de reorganização da rede de armazéns foi mantido tendo sido realizado, nomeadamente, o lançamento de trabalhos significativos nos centros de Corbas e de Vitry (entrega urbana). Nas regiões Oeste e do Mediterrâneo, as transformações do dispositivo, realizadas no final do ano, estarão operacionais no primeiro semestre de LOGÍSTICA DE PRODUTOS FRESCOS A actividade de Produtos Frescos exerceu-se em cinco filiais de exploração: Plessis-Belleville, Tours, Bondoufle, Niort e Givors apresentou-se como um ano de forte crescimento com a integração de numerosos contratos no segundo semestre. A acção comercial permitiu concluir numerosos dossiers sobre temperatura controlada de 2-6 C e C. Na região de Lyon, a localização de duas instalações dedicadas às actividades temperadas permitiu arrancar os dossiers em boas condições operacionais. A saturação das duas instalações de Frescos torna necessária a construção de uma extensão nas instalações de Brignais. Dada a saturação das instalações de Frescos de Plessis-Belleville, está em curso o reforço do dispositivo de Sud Ile-de-France. O sector Centro-Oeste é o mais sensível, sendo o objectivo desenvolver o mercado local para explorar os volumes existentes em Tours e Niort. LOGÍSTICA DA RESTAURAÇÃO Após um ano de 2010 muito positivo, 2011 foi um ano de transição, marcado por eventos que necessitaram de uma adaptação permanente da rede, como a saturação das ferramentas na região parisiense, a renegociação de contratos plurianuais de prestações num contexto de concursos e, consequentemente, de fortes pressões tarifárias. As perspectivas são encorajadoras com a assinatura, durante o segundo semestre, de um acordo estruturante de prestação a longo prazo em nome de uma importante marca da restauração. LOGÍSTICA DE GRANDES E MÉDIAS SUPERFÍCIES A actividade Logística de grandes e médias superfícies respeita os contratos clientes de grandes e médias superfícies em instalações dedicadas (fluxos racionalizados para os produtos frescos e fluxos armazenados para os congelados) foi um ano contraditório para as actividades de grandes e médias superfícies. O volume de actividade manteve-se estável. Foram efectuadas mediações de determinados tipos de prestações, nomeadamente, as actividades de entrega de lojas com origem nas instalações do Grupo. As oportunidades de desenvolvimento residem em esquemas de subcontratação de prestações logísticas actualmente geridas pelos próprios distribuidores. RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011 ACTIVIDADE DO GRUPO 15

17 STEF INTERNATIONAL EM 2011, A STEF MANTEVE O DESENVOLVIMENTO DAS SUAS ACTIVIDADES E DO SEU DISPOSITIVO NA EUROPA. O GRUPO ADQUIRIU DUAS ENTIDADES, A DISPENSA LOGISTICS (TORNADA STEF LOGISTICS ITALIA) E A LOGIREST EM ESPANHA. ESTAS OPERAÇÕES, ASSOCIADAS A UM CRESCIMENTO INTERNO SUSTENTADO (+6,7%), PERMITIRAM ATINGIR UMA PROGRESSÃO DO VOLUME DE NEGÓCIOS DE 13,6%. Tavazzano Itália ITÁLIA Durante o ano de 2011, o governo italiano implementou um plano de austeridade a fim de equilibrar as finanças públicas, tendo uma das consequências sido a degradação dos indicadores de actividade, perceptível desde o final do ano (-0,7% no quarto trimestre). Apesar deste ambiente económico pouco favorável, o grupo decidiu reforçar-se a fim de oferecer à sua clientela toda a gama dos seus sectores. A STEF encontra-se historicamente implantada em Itália através de três sociedades, STEF Italia (ex. Cavalieri Trasporti), dedicada ao transporte interno e à logística dos produtos frescos, a STEF Seafood Italia (ex. Tradimar Milano), especializada nos produtos da pesca e a STEF International Italia (ex. TFE DA), que trata os fluxos internacionais com origem na Itália. O Grupo adquiriu a sociedade Dispensa Logistics (tornada STEF Logistics Italia), operador de referência na logística dos produtos frescos. A STEF Logistics Italia explora quatro plataformas em Itália e realiza um volume de negócios de 50 milhões de euros. Dispõe de uma carteira de clientes de renome nas áreas da indústria agro-alimentar e da grande distribuição. Esta aquisição reforça a posição do grupo no mercado italiano da logística com destino aos sectores dos produtos frescos. As duas estruturas apresentam sinergias, tanto no plano da optimização das ferramentas de exploração como no da harmonização do modelo organizacional na área dos transportes. Para a STEF Italia, 2011 foi um ano de transição com a chegada de um novo Director-geral, oriundo do Grupo, a implementação bem-sucedida do software TMS e a notória recuperação dos resultados da filial STEF International Italia. 16 ACTIVIDADE DO GRUPO RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011

18 ESPANHA A situação económica em Espanha continuou a deteriorar-se em O crescimento, nulo no terceiro trimestre, voltou a contrair no último trimestre (-0,1%) devido a uma quebra da procura interna provocada pelos planos de austeridade e uma taxa de desemprego que ultrapassou a fasquia dos 22%. Apesar deste difícil ambiente económico, o volume de negócios da STEF em Espanha progrediu 12%. Este desempenho resulta do desenvolvimento da sua actividade com grandes contas europeias, mas também da forte progressão das actividades de transporte com destino a outros países europeus (+36%). A aquisição, durante 2011, da quota maioritária da sua parceria na Logirest, especialista da logística da restauração, reforça a oferta comercial do Grupo neste novo segmento em pleno desenvolvimento. Por fim, com a abertura da STEF Madrid Torrejón, plataforma de transporte e de logística de produtos agro-alimentares frescos e congelados, a STEF Iberia dispõe, a partir de agora, da peça central de uma rede de 17 plataformas em Espanha. Madrid Torrejón PORTUGAL Portugal é, de entre todos os países europeus em que o grupo está implantado, aquele em que a crise mais fortemente foi sentida. Como contrapartida à ajuda financeira internacional, o governo português aplicou um plano de austeridade que pesa grandemente sobre o consumo doméstico. Lisboa Em 2011, o investimento das empresas portuguesas tinha recuado 17%, o país entrou em recessão (PIB 1,9%) e a taxa de desemprego atingiu 12,7% da população activa. A STEF Portugal - Logística e Transportes teve de se adaptar à diminuição de actividade da maioria dos seus clientes, com uma forte pressão tarifária e concorrência exacerbada. A filial portuguesa conseguiu manter o seu volume de negócios e equilibrar o seu resultado. No entanto, foram necessárias mediações em matéria de investimentos e a construção da nova plataforma do Porto foi adiada. RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011 ACTIVIDADE DO GRUPO 17

19 STEF INTERNATIONAL BENELUX A economia belga apresentou um bom desempenho com um crescimento de 1,9%, próximo do de Embora tenha desacelerado no final do ano, o crescimento foi superior ao da zona euro. A actividade de transportes da STEF Transport Saintes, impulsionada pelo desenvolvimento dos fluxos para outros países europeus do grupo, progrediu cerca de 10%. A actividade das duas filiais logísticas manteve-se estável. Embora a rentabilidade das instalações de Courcelles tenha sido melhorada, a taxa de preenchimento das instalações de Saintes foi penalizada pela reconfiguração do seu fundo de comércio na área da restauração. Nos Países Baixos, a STEF Nederland viu o seu volume de negócios, ainda modesto, progredir fortemente, graças ao desenvolvimento da sua actividade de grupagem de produtos frescos para os outros países em que o Grupo está implantado. SUÍÇA Apesar do encarecimento do franco suíço e do abrandamento da sua actividade de exploração devido à crise europeia, a economia do país resistiu bem com um crescimento de 1,9%. A STEF Suíça exerce as suas actividades num contexto de saturação dos seus armazéns. O volume de negócios sofreu algum impacto devido à diminuição da actividade de congelação e à sensível diminuição de transportes para a zona germânica. O resultado não foi, no entanto, afectado por estes factores. FLUXOS EUROPEUS A STEF Eurofrischfracht, cujo essencial da actividade reside no tratamento dos fluxos oriundos da Alemanha, com destino a França e à Península Ibérica, manteve o seu bom nível de desempenho. A STEFOVER é especializada em fluxos entre a Europa e o Norte de África (Tunísia, Líbia, Argélia) através do porto de Marselha. Tendo em conta os eventos políticos na Tunísia e na Líbia em 2011, a fraca queda do volume de negócios (-3%) e o resultado quase equilibrado revelam a solidez do conhecimento técnico das equipas da Stefover. Saintes - Bélgica 18 ACTIVIDADE DO GRUPO RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011

20 ACTIVIDADES MARÍTIMAS LA MÉRIDIONALE ASSEGURA O SERVIÇO REGULAR DE TRANSPORTE MARÍTIMO DE PASSAGEIROS E CARGA, NO ÂMBITO DE UMA DELEGAÇÃO DE SERVIÇO PÚBLICO ESTABELECIDA COM O SERVIÇO DE TRANSPORTES DA CÓRSEGA. Piana Fornece igualmente uma cobertura regular da Sardenha que decidiu reforçar sazonalmente, com o acréscimo de uma terceira rotação. O ano de 2011 foi marcado pela entrega do Piana, o novo navio misto, colocado em funcionamento a 26 de Dezembro. Devido às suas características, este navio confirma o posicionamento qualitativo da empresa: a nível dos passageiros, responde às normas mais exigentes a nível de conforto, aproximando-o dos padrões de um cruzeiro; a nível de carga, a concepção do navio e a sua potencial velocidade permitem reduzir o tempo de manutenção e garantir em quase todas as circunstâncias um respeito pelos horários de descarga. As ligações marítimas são realizadas com 3 navios Ro-Ro mistos: o PIANA, KALLISTE e GIROLATA, cuja capacidade total é, a partir de agora, de metros lineares, ou seja, o equivalente a 500 reboques e passageiros com os respectivos veículos. do início do ano foi, igualmente, marcada por um conflito social de um operador histórico nas ligações com a Córsega. Este ambiente revelou-se favorável para a La Méridionale que registou um aumento do seu tráfego de 20%, com passageiros transportados, enquanto o mesmo mercado entre o continente e a Córsega manteve uma retracção. A carga, com metros lineares de carga roll, progrediu 16%, num mercado com um crescimento de 6%. Simultaneamente, a actividade do porto de Marselha recuperou com uma progressão da carga de 7% e da actividade de passageiros de 29%. Estes elementos confortam as escolhas estratégicas da La Méridionale, caracterizadas por uma oferta com origem no porto de Marselha, centrada exclusivamente em navios mistos e num posicionamento premium para os passageiros. O tribunal Administrativo de Recurso de Marselha intimou, a 7 de Novembro de 2011, a Collectivité Territoriale de Corse a rescindir por antecipação a delegação do serviço público para a cobertura marítima da Córsega, com efeito a 1 de Setembro de 2012, ou seja dezasseis meses antes do término previsto do contrato. Estão em curso negociações para a gestão do período transitório e para a preparação da próxima delegação que deverá entrar em vigor no final de Kalliste Girolata Em 2011, a excessiva oferta de passageiros reduziu-se com a retirada de um operador, enquanto a oferta com origem no porte de Toulon regressou a níveis mais equilibrados. A actividade RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2011 ACTIVIDADE DO GRUPO 19

Relatório de actividade 2012

Relatório de actividade 2012 Relatório de actividade 2012 Índice Conselho de Administração e Comité Executivo 2 Mensagem do Presidente 3 Indicadores-chave de 2012 4 Factos relevantes de 2012 6 Relatório de gestão Contexto económico

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2013

RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2013 RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2013 ÍNDICE Conselho de Administração e Comité Executivo 2 Mensagem do Presidente 3 Indicadores-chave de 2013 4 RELATÓRIO DE GESTÃO Contexto económico do Grupo 6 Actividade do Grupo

Leia mais

A logística do frio made in Europa

A logística do frio made in Europa A logística do frio made in Europa Três pólos, uma única cultura, a do serviço ao cliente, motor do nosso desempenho. Pólo logístico Pólo de transporte Pólo dos sistemas de informação >> Ao centrar-se

Leia mais

R E L A T Ó R I O D E A C T I V I D A D E

R E L A T Ó R I O D E A C T I V I D A D E 2 0 0 8 R E L A T Ó R I O D E A C T I V I D A D E O E S P E C I A L I S T A E U R O P E U D A L O G Í S T I C A D O F R I O SUMÁRIO Os órgãos de direcção A mensagem do Presidente Os principais números

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2014

RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2014 RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 2014 STEF 2014 RELATÓRIO DE ACTIVIDADE Índice Conselho de Administração e Comité Executivo 2 Mensagem do Presidente 3 Dados-chave 2014 4 Relatório de gestão Contexto económico do

Leia mais

Reestruturação da Sonae Indústria prosseguiu como planeado durante o exercício de 2000

Reestruturação da Sonae Indústria prosseguiu como planeado durante o exercício de 2000 Informação à Imprensa 8 de Março de 2001 Reestruturação da Sonae Indústria prosseguiu como planeado durante o exercício de 2000 As vendas da Sonae Indústria no exercício de 2000 ascenderam a Euro 1 294

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA BOLSA EURO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA BOLSA EURO RELATÓRIO E CONTAS BBVA BOLSA EURO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro semestre de 20, foi a subida das taxas do

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro

Leia mais

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA.

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA. 1. Medida 3.4: Apoio ao desenvolvimento do Emprego e da Formação Profissional 2. Descrição: A Medida Apoio ao desenvolvimento do Emprego e Formação Profissional do PRODESA visa criar as condições para

Leia mais

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES Crescimento de volume de negócios: + 5.1% a valores e taxas

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

SONAE REFORÇA VENDAS E INTERNACIONALIZAÇÃO

SONAE REFORÇA VENDAS E INTERNACIONALIZAÇÃO Maia, 11 de março de 2015 Reforço de posições de liderança em Portugal, internacionalização e compromisso com famílias em 2014 SONAE REFORÇA VENDAS E INTERNACIONALIZAÇÃO 1. PRINCIPAIS DESTAQUES DE 2014:

Leia mais

&RQWH[WRHFRQyPLFRHGHVHPSHQKRGRHPSUHJR. Bruxelas, 6 de Setembro de 2002

&RQWH[WRHFRQyPLFRHGHVHPSHQKRGRHPSUHJR. Bruxelas, 6 de Setembro de 2002 ,3 Bruxelas, 6 de Setembro de 2002 &RPLVVmR DILUPD TXH DV PHWDV GH HPSUHJR GH /LVERDVmRDLQGDUHDOL]iYHLVVHRV(VWDGRV0HPEURV GHUHP SULRULGDGH jv UHJL}HV SUREOHPiWLFDV H D HPSUHJRVSDUDDVPXOKHUHVHRVWUDEDOKDGRUHVPDLV

Leia mais

Checklist sobre processos de reestruturação

Checklist sobre processos de reestruturação Checklist sobre processos de reestruturação Comissão Europeia Comissão Europeia Direcção-Geral do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Igualdade de Oportunidades Unidade F.3 Manuscrito concluído em Fevereiro

Leia mais

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro.

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro. Abr-04 Abr-05 Abr-06 Abr-07 Abr-08 Abr-09 Abr-10 Abr-11 Abr-12 Análise de Conjuntura Maio 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos

Leia mais

ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS

ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS AO ESTATUTO DE PME DE UMA EMPRESA A presente comunicação tem por objectivo incentivar a aplicação

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 22/01 Economia 25/01 Comércio Internacional 26/01 Taxas de Juro 29/01 Economia 31/01 Desemprego 31/01 Investimento Banco de Portugal divulgou Boletim Estatístico Janeiro 2007 http://epp.eurostat.ec.europa.eu/pls/portal/docs/page/pgp_prd_cat_prerel/pge_cat_prerel_year_2007/pge_

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

ANA AEROPORTOS DE PORTUGAL, SA

ANA AEROPORTOS DE PORTUGAL, SA ANA AEROPORTOS DE PORTUGAL, SA 8º CICLO DE SEMINÁRIOS TRANSPORTES & NEGÓCIOS O PAPEL DO SISTEMA AEROPORTUÁRIO NAS SOLUÇÕES LOGÍSTICAS Outubro 2006 Preâmbulo Atendendo ao modelo económico de desenvolvimento

Leia mais

COMPROMISSO PARA O CRESCIMENTO, COMPETITIVIDADE E EMPREGO. Grupo de Trabalho Competitividade e Crescimento

COMPROMISSO PARA O CRESCIMENTO, COMPETITIVIDADE E EMPREGO. Grupo de Trabalho Competitividade e Crescimento COMPROMISSO PARA O CRESCIMENTO, COMPETITIVIDADE E EMPREGO Grupo de Trabalho Competitividade e Crescimento O Programa do XIX Governo estabelece a consolidação orçamental como um dos objectivos cruciais

Leia mais

FICHA DE INTERNACIONALIZAÇÃO AZEITE

FICHA DE INTERNACIONALIZAÇÃO AZEITE FICHA DE INTERNACIONALIZAÇÃO AZEITE CENÁRIO DE ANTECIPAÇÃO BREVE CARATERIZAÇÃO DIAGNÓSTICO O ANÁLISE INTERNA - PONTOS FORTES O ANÁLISE INTERNA - PONTOS FRACOS O ANÁLISE EXTERNA - OPORTUNIDADES OU OPORTUNIDADES

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais de 55,8 milhões EBITDA de 3,1 milhões Margem EBITDA de 5,6% EBIT de 0,54 milhões Resultado Líquido negativo

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

O Financiamento Bancário no Contexto Atual

O Financiamento Bancário no Contexto Atual Seminário: Modelos de Financiamento de Operações Urbanísticas: desafios e oportunidades O Financiamento Bancário no Contexto Atual José Herculano Gonçalves IST Lisboa, 28 Janeiro 2014 Direção de Financiamento

Leia mais

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos 1 1 2 A gestão do armazém está directamente relacionada com o processo de transferência de produtos para os clientes finais, e têm em conta aspectos como a mão-de-obra, o espaço, as condições do armazém

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Em primeiro lugar, gostaria de transmitir a todos, em nome do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a satisfação pelo convite que

Leia mais

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt COSEC Companhia de Seguro de Créditos 2012 1 2 Sobre a COSEC O que é o Seguro de Créditos

Leia mais

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva Victor Francisco CTCV Responsável Unidade Gestão

Leia mais

Consultoria de Gestão Sistemas Integrados de Gestão Contabilidade e Fiscalidade Recursos Humanos Marketing e Comunicação Consultoria Financeira JOPAC SOLUÇÕES GLOBAIS de GESTÃO jopac.pt «A mudança é a

Leia mais

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia:

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia: GRUPO FERREIRA A GFH, é um Grupo sólido e inovador, detendo um curriculum de projectos de qualidade reconhecida, com um portfólio de negócios diversificado, e que aposta no processo de internacionalização,

Leia mais

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhores representantes das associações

Leia mais

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010 Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Batalha, 8 Julho de 2010 As vossas necessidades... O apoio aos Empreendedores e às PME s

Leia mais

8 DE MAIO 2013. ONDE NASCE O NOVO EMPREGO EM PORTUGAL Teresa Cardoso de Menezes

8 DE MAIO 2013. ONDE NASCE O NOVO EMPREGO EM PORTUGAL Teresa Cardoso de Menezes 8 DE MAIO 2013 ONDE NASCE O NOVO EMPREGO EM PORTUGAL Teresa Cardoso de Menezes a empresa activa mais antiga em Portugal nasceu em 1670? 2001 foi o ano em que nasceram mais empresas em Portugal? ontem quando

Leia mais

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP PME em Números PME em Números 1 Nota introdutória De acordo com o disposto na definição europeia 1, são classificadas como PME as empresas com menos de 250 trabalhadores cujo volume de negócios anual não

Leia mais

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO Mercado Economico em Angola - 2015 Caracterização Geográfica de Angola Caracterização da economia Angolana Medidas para mitigar o efeito da redução do

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 2015 COMMERCIAL & MARKETING Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores perfis qualificados,

Leia mais

Apresentação de Resultados 2009. 10 Março 2010

Apresentação de Resultados 2009. 10 Março 2010 Apresentação de Resultados 2009 10 Março 2010 Principais acontecimentos de 2009 Conclusão da integração das empresas adquiridas no final de 2008, Tecnidata e Roff Abertura de Centros de Serviços dedicados

Leia mais

28-06-2011. Onde? Como? O quê? Fórum Exportações AÇORES. - Caracterização e Potencial das Exportações Regionais - 1. Internacionalização

28-06-2011. Onde? Como? O quê? Fórum Exportações AÇORES. - Caracterização e Potencial das Exportações Regionais - 1. Internacionalização Fórum Exportações AÇORES Caracterização e Potencial das Exportações Regionais Gualter Couto, PhD Ponta Delgada, 27 de Junho de 2011 1. Internacionalização Internacionalização: Processo Estrutura Organizacional

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2012 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

A. E. / P T Comunicações PROPOSTA DE REVISÃO * 2009

A. E. / P T Comunicações PROPOSTA DE REVISÃO * 2009 STPT Sindicato dos Trabalhadores 1 do Grupo Portugal Telecom Fundamentação Económica A. E. / P T Comunicações PROPOSTA DE REVISÃO * 2009 A proposta de revisão do AE/PT-C que para efeitos de negociação

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS Sessão de Esclarecimento Associação Comercial de Braga 8 de abril de 2015 / GlobFive e Creative Zone PT2020 OBJETIVOS DO PORTUGAL 2020 Promover a Inovação empresarial (transversal);

Leia mais

O PLANO DE COMUNICAÇÃO INTERNA

O PLANO DE COMUNICAÇÃO INTERNA O PLANO DE COMUNICAÇÃO INTERNA O plano de Comunicação Interna è a tradução operacional da estratégia. É um instrumento de gestão cujo objectivo é traduzir a política de comunicação interna da empresa num

Leia mais

DESAFIOS E RECOMENDAÇÕES PARA A DINAMIZAÇÃO DA BOLSA DE QUALIFICAÇÃO E EMPREGO

DESAFIOS E RECOMENDAÇÕES PARA A DINAMIZAÇÃO DA BOLSA DE QUALIFICAÇÃO E EMPREGO DESAFIOS E RECOMENDAÇÕES PARA A DINAMIZAÇÃO DA BOLSA DE QUALIFICAÇÃO E EMPREGO Caracterização da Procura e oferta de emprego e de formação no âmbito da Bolsa de Qualificação e Emprego (BQE) A Bolsa de

Leia mais

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial.

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. POWERING BUSINESS QUEM SOMOS A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. Desde 1987 que desenvolvemos um trabalho

Leia mais

POLÓNIA Relações bilaterais Polónia - Portugal

POLÓNIA Relações bilaterais Polónia - Portugal POLÓNIA Relações bilaterais Polónia - Portugal Visita da missão de PPP do Ministério da Economia da Polónia a Portugal Bogdan Zagrobelny Primeiro Conselheiro EMBAIXADA DA POLÓNIA DEPARTAMENTO DE PROMOÇÃO

Leia mais

ENEC 2011 - Encontro Nacional de Engenharia Civil

ENEC 2011 - Encontro Nacional de Engenharia Civil ENEC 2011 - Encontro Nacional de Engenharia Civil Sistema Ferroviário: Estagnação ou Desenvolvimento? Alberto Castanho Ribeiro Porto, 21 de Maio de 2011 Estrutura 1. Evolução do Caminho de Ferro 2. Desafios

Leia mais

GROUPAMA SEGUROS, SA RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

GROUPAMA SEGUROS, SA RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO GROUPAMA SEGUROS, SA RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXERCÍCIO DE 2007 ECONOMIA PORTUGUESA A economia portuguesa tem observado fracos crescimentos do Produto Interno Bruto, embora em 2007 tenha

Leia mais

Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas Painel: Desafio Demográfico na Europa (11h45-13h00) Auditório da Assembleia da República, Lisboa,

Leia mais

VATWorld - Consultores Fiscais, S.A. Av. António Augusto de Aguiar, 130. 5º 1050-020 Lisboa. Portugal T. (+351) 213 104 040 F. (+351) 213 104 045 portugal@vatcompany.com vatcompany.com ESPECIALISTAS EM

Leia mais

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1.

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1. Jan-04 Jan-05 Jan-06 Jan-07 Jan-08 Jan-09 Jan-10 Jan-11 Jan-12 Análise de Conjuntura Fevereiro 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural

Programa de Desenvolvimento Rural Programa de Desenvolvimento Rural PDR 2020 do Continente Terra no Horizonte 2014-2020 Tavira, 13 Março 2014 1 2 Panorama Principais constatações Atuação Constrangimentos e Necessidades 3 Arquitetura 4

Leia mais

A. Síntese e apresentação do estudo

A. Síntese e apresentação do estudo A. Síntese e apresentação do estudo 1. OBJECTIVOS DO PRESENTE ESTUDO O objectivo do presente estudo é a avaliação ex post da política de promoção publicitária dos produtos agrícolas no período de 1994-2000

Leia mais

Your Partner for a Safe IT Operation

Your Partner for a Safe IT Operation Your Partner for a Safe IT Operation is Integrated Systems AG Öschlestrasse 77 78315 Radolfzell Germany Tel. +(49) (0) 7732/9978 0 Fax +(49) (0) 7732/9978 20 info@integratedsystems.de www.integratedsystems.de

Leia mais

C&A aumenta quota de mercado na Europa em 2011

C&A aumenta quota de mercado na Europa em 2011 Comunicado de Imprensa Abril 2012 Empresa cresce e continua a investir C&A aumenta quota de mercado na Europa em 2011 Investimentos em atuais e novas lojas Aposta nas lojas on-line Aumento nas vendas de

Leia mais

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL Índice de Risco de PORTUGAL Índice de Pagamentos Índice de Risco Explicação dos valores do Índice de Risco 190 180 170 160 150 140 130 120 110 100 2004 2005 2006 2007 2008 100 Nenhuns riscos de pagamento,

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

A ALD Automotive no mundo

A ALD Automotive no mundo DOSSIER DE IMPRENSA A ALD Automotive no mundo A ALD Automotive é uma empresa de Aluguer Operacional e Gestão de Frotas que integra o Grupo Société Générale, um dos grupos líderes em serviços financeiros

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 07/SI/2010 1 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA Este documento é de circulação restrita à sua audiência A sua transcrição ou reprodução não é permitida sem a prévia autorização escrita da nolimits Consulting TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B6-0000/2007 nos termos do nº 5 do artigo

Leia mais

Jerónimo Martins SGPS, S.A. Resultados do Ano de 2013

Jerónimo Martins SGPS, S.A. Resultados do Ano de 2013 Jerónimo Martins SGPS, S.A. Resultados do Ano de 2013 Todas as áreas de negócio do Grupo registaram crescimentos de vendas acima do mercado, respondendo positivamente aos desafios colocados pelo ambiente

Leia mais

Eficiência Energética e Mercados de Carbono Sector dos Transportes

Eficiência Energética e Mercados de Carbono Sector dos Transportes Eficiência Energética e Mercados de Carbono Sector dos Transportes Lisboa, 20 de Novembro 2009 Cláudio Casimiro claudio.casimiro@ceeeta.pt tel. +351 213 103 510 fax +351 213 104 411 Rua Dr. António Cândido,

Leia mais

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

Inserir mapa Densidade Populacional : 103,8hab/km2

Inserir mapa Densidade Populacional : 103,8hab/km2 Área : 543.965 Km2 (França metropolitana) População : 65 milhões (estimativa 2013) Inserir mapa Densidade Populacional : 103,8hab/km2 Divisão Administrativa : A França está administrativamente dividida

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS PRINCIPIOS GERAIS I. OS FUNDAMENTOS DO ENOTOURISMO 1. Por enotourismo queremos dizer que são todas as actividades e recursos turísticos, de lazer e de tempos livres, relacionados com as culturas, materiais

Leia mais

Seminário. Apresentação das Conclusões. Promotor

Seminário. Apresentação das Conclusões. Promotor Seminário Apresentação das Conclusões Promotor Reuniões Técnicas Planos Estratégicos Ciclo de Debates Mobilidade e Transportes Saúde, Apoio Social, Segurança Social e Proteção Civil (Março, 2012) Educação,

Leia mais

Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. (ou STCP, S.A.) empresa detida a 100% pelo Estado Português.

Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. (ou STCP, S.A.) empresa detida a 100% pelo Estado Português. Identificação da empresa Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. (ou STCP, S.A.) empresa detida a 100% pelo Estado Português. Breve Historial da STCP A STCP - Sociedade de Transportes Colectivos

Leia mais

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise?

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? O sector empresarial sente a crise como está a sentir a restante sociedade. A elevada taxa de desemprego de 12,3% traduz bem o drama social

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO III Objectivo Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE ASPECTOS A NÃO ESQUECER o todo não é igual à soma das

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

José António Rousseau, professor de Marketing e Distribuição. Que balanço faz destes 19 anos da moderna distribuição em Portugal?

José António Rousseau, professor de Marketing e Distribuição. Que balanço faz destes 19 anos da moderna distribuição em Portugal? José António Rousseau, professor de Marketing e Distribuição Que balanço faz destes 19 anos da moderna distribuição em Portugal? A realidade comercial que podemos designar por Distribuição Moderna começou

Leia mais

E S T U D O L O C A L O p o r t u n i d a d e s p a r a a s T I C n o N o v o C o n t e x t o E c o n ó m i c o e S o c i a l e m P o r t u g a l

E S T U D O L O C A L O p o r t u n i d a d e s p a r a a s T I C n o N o v o C o n t e x t o E c o n ó m i c o e S o c i a l e m P o r t u g a l E S T U D O L O C A L O p o r t u n i d a d e s p a r a a s T I C n o N o v o C o n t e x t o E c o n ó m i c o e S o c i a l e m P o r t u g a l Novembro de 2011 S U M Á R I O E X E C U T I V O IDC Portugal:

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as

Leia mais

Mercados. informação de negócios. Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado

Mercados. informação de negócios. Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Mercados informação de negócios Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Dezembro 2011 Índice 1. Oportunidades 03 1.1 Pontos Fortes 03 1.2 Áreas de Oportunidade 03 2. Dificuldades 04 2.1 Pontos Fracos

Leia mais

As perspetivas de desenvolvimento da região Norte

As perspetivas de desenvolvimento da região Norte INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO FERREIRA DE BARROS, NA SESSÃO DE DEBATE, SOB O TEMA «REGIÃO NORTE QUE PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO?» NA DELEGAÇÃO

Leia mais

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL FORMAÇÃO 01/013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL INFORMAÇÕES FUNDAÇÂO MINERVA Cultura - Ensino e Investigação Científica Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão Largo Tinoco de Sousa 760. 108

Leia mais

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt 30 27 Evolução do Preço CO2 Jan 06 - Fev 07 Spot Price Powernext Carbon Jan de 2006 a Fev 2007 Spot CO2 (30/01/07) Preço Δ Mensal 2,30-64.50% 2007 2,35-64,4% 2008 15.30-16,16% Futuro Dez 2009 2010 15.85

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA Luxemburgo, 8 de Julho de 2009 DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. TRANSFERÊNCIAS DE DOTAÇÕES N. os 2 e 3

TRIBUNAL DE JUSTIÇA Luxemburgo, 8 de Julho de 2009 DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. TRANSFERÊNCIAS DE DOTAÇÕES N. os 2 e 3 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Luxemburgo, 8 de Julho de 2009 DAS COMUNIDADES EUROPEIAS TRANSFERÊNCIAS DE DOTAÇÕES N. os 2 e 3 Procedimento ao abrigo do disposto no artigo 22., n. 2, do Regulamento Financeiro DESPESAS

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 Versão Preliminar Este relatório tem por objectivo da conta do que de mais relevante foi realizado no cumprimento

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

Estados Unidos da América

Estados Unidos da América FICHA DE MERCADO Estados Unidos da América I BREVE CARACTERIZAÇÃO Os EUA são um dos maiores países do mundo, ocupando a terceira posição tanto em termos de área, com uma superfície de quase 10 milhões

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

Manual de Procedimentos das Entidades Beneficiárias

Manual de Procedimentos das Entidades Beneficiárias Manual de Procedimentos das Entidades Beneficiárias ÍNDICE Introdução...2 Capítulo I Programa Formação Ação para PME...3 I.1 Objetivos...3 I.2 Metodologia de Intervenção...4 I.3 Equipas de Intervenção...11

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

Comunicado de Imprensa

Comunicado de Imprensa Comunicado de Imprensa CEPSA INICIA UMA NOVA ETAPA APÓS A SAÍDA DA TOTAL Santiago Bergareche continuará como Presidente e o Conselho nomeia H.E. Khadem Al Qubaisi como Conselheiro Delegado Pedro Miró será

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

Estratégia da Comissão Europeia para uma Política Comunitária de Inovação

Estratégia da Comissão Europeia para uma Política Comunitária de Inovação Estratégia da Comissão Europeia para uma Política Comunitária de Inovação Como fomentar os instrumentos de apoio à INOVAÇÃO? Enquadramento Comunitário para a inovação na construção e reparação naval vs

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA 1/21 ANÁLISE DA ENVOLVENTE EXTERNA À EMPRESA... 3 1. Análise do Meio Envolvente... 3 2. Análise da Evolução do Mercado... 7 3. Análise da Realidade Concorrencial...

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

SPMS, E.P.E 1º Trimestre 2012

SPMS, E.P.E 1º Trimestre 2012 1º Trimestre 2012 Indicadores de Gestão Interna 0 Indicadores de Gestão 1º Trimestre 2012 Enquadramento No presente documento apresentam-se os Indicadores de Gestão Interna da SPMS, EPE, relativos ao primeiro

Leia mais