UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE - UNIVALE FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE - FACS CURSO DE ENFERMAGEM

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1 1 UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE - UNIVALE FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE - FACS CURSO DE ENFERMAGEM Cláudio Rivas Batista Hianna dos Santos Leandra Santos Ribeiro Viviane Cabral Aranda RELAÇÃO DA CO-INFECÇÃO TUBERCULOSE E HIV/AIDS Governador Valadares 2008

2 2 Cláudio Rivas Batista Hianna dos Santos Leandra Santos Ribeiro Viviane Cabral Aranda RELAÇÃO DA CO-INFECÇÃO TUBERCULOSE E HIV/AIDS Trabalho de conclusão de curso para obtenção do grau de bacharel em Enfermagem, apresentado à Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE). Orientadora: Ana Maria Germano Governador Valadares 2008

3 3 DECLARAÇÃO DE AUTORIA Cláudio Rivas Batista, aluno do curso de Graduação em Enfermagem da FACS UNIVALE, identidade nº MG emitida pela SSP/MG, declaro para os devidos fins e sob as penas da Lei, que esta Monografia versa sobre Co-infecção TBC/HIV, sob o título Relação da co-infecção tuberculose e HIV/AIDS Ela, é de minha exclusiva autoria, estando a UNIVALE - Faculdade de Ciências da Saúde Curso de Enfermagem, autorizado a divulgá-la, mantendo cópias e biblioteca, sem ônus referentes a direitos autorais, por se tratar de exigência parcial para certificação de bacharel no curso de graduação em enfermagem. Governador Valadares, 18 de novembro de 2008 Cláudio Rivas Batista

4 4 DECLARAÇÃO DE AUTORIA Hianna dos Santos, aluna do curso de Graduação em Enfermagem da FACS UNIVALE, identidade nº MG emitida pela SSP/MG, declaro para os devidos fins e sob as penas da Lei, que esta Monografia versa sobre Co-infecção TBC/HIV, sob o título Relação da co-infecção tuberculose e HIV/AIDS Ela, é de minha exclusiva autoria, estando a UNIVALE - Faculdade de Ciências da Saúde Curso de Enfermagem, autorizado a divulgá-la, mantendo cópias e biblioteca, sem ônus referentes a direitos autorais, por se tratar de exigência parcial para certificação de bacharel no curso de graduação em enfermagem. Governador Valadares, 18 de novembro de 2008 Hianna dos Santos

5 5 DECLARAÇÃO DE AUTORIA Leandra Santos Ribeiro, aluna do curso de Graduação em Enfermagem da FACS UNIVALE, identidade nº MG emitida pela SSP/MG, declaro para os devidos fins e sob as penas da Lei, que esta Monografia versa sobre Co-infecção TBC/HIV, sob o título Relação da co-infecção tuberculose e HIV/AIDS Ela, é de minha exclusiva autoria, estando a UNIVALE - Faculdade de Ciências da Saúde Curso de Enfermagem, autorizado a divulgá-la, mantendo cópias e biblioteca, sem ônus referentes a direitos autorais, por se tratar de exigência parcial para certificação de bacharel no curso de graduação em enfermagem. Governador Valadares, 18 de novembro de 2008 Leandra Santos Ribeiro

6 6 DECLARAÇÃO DE AUTORIA Viviane Cabral Aranda, aluna do curso de Graduação em Enfermagem da FACS UNIVALE, identidade nº MG emitida pela SSP/MG, declaro para os devidos fins e sob as penas da Lei, que esta Monografia versa sobre Co-infecção TBC/HIV, sob o título Relação da co-infecção tuberculose e HIV/AIDS Ela, é de minha exclusiva autoria, estando a UNIVALE - Faculdade de Ciências da Saúde Curso de Enfermagem, autorizado a divulgá-la, mantendo cópias e biblioteca, sem ônus referentes a direitos autorais, por se tratar de exigência parcial para certificação de bacharel no curso de graduação em enfermagem. Governador Valadares, 18 de novembro de 2008 Viviane Cabral Aranda

7 7 Cláudio Rivas Batista Hianna dos Santos Leandra Santos Ribeiro Viviane Cabral Aranda RELAÇÃO DA CO-INFECÇÃO TUBERCULOSE E HIV/AIDS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado em 18 de novembro de 2008, para a banca examinadora constituída das seguintes avaliadoras. Orientadora: Ana Maria Germano. Banca Examinadora Profª Enfª Ana Maria Germano Profª Enfª Denise Dias Cardoso Profª Enfª Patrícia Malta

8 8 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus, pela proteção, por nos ter mantido perseverantes na elaboração deste trabalho científico, e na conquista do nosso objetivo. Aos nossos pais, que com infinita sabedoria nos apoiou nessa jornada em busca da nossa formação. À nossa orientadora Ana Maria Germano, pela atenção com o grupo desde o início do trabalho e pela orientação na qual contribuiu para a conquista deste sonho. Aos familiares, pela força e entusiasmo. Aos amigos, que torceram pelo nosso sucesso. A nós, autores deste trabalho, pelo esforço, companheirismo, dedicação e por tantas lições de vida aprendidas no dia-a-dia com a elaboração desta pesquisa, não nos esquecendo nunca de preservar a valiosa amizade, profissionalismo e ética que conquistamos ao longo da academia. Muito obrigado!!!!

9 9 Com o tempo você aprende... Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Autor: W. Shakespeare

10 10 RESUMO Este trabalho aponta a relação entre pacientes co-infectados com tuberculose e HIV. Identifica os fatores que influenciam na co-infecção. Informa situação epidemiológica, a gravidade clínica dos agravos, ressalta a importância do diagnóstico precoce da co-infecção entre as doenças. Feito através do levantamento bibliográfico com abordagem analítica e descritiva, sendo que as estatísticas indicam que a associação destas patologias, é de relevância epidemiológica no Brasil e no Mundo e que não basta somente o exame clínico e anamnese feita nos pacientes durante o atendimento, pois não é suficiente para o diagnóstico da co-infecção. Nos casos confirmados de tuberculose deve-se solicitar a sorologia anti HIV, para a adaptação do esquema terapêutico. Por tanto, é imprescindível a vigilância exercida pelos profissionais de saúde, já que a tuberculose é considerada doença sentinela da AIDS. Diante do estudo, fica destacado a atuação do profissional enfermeiro nas ações de controle da co-infecção abrangendo a área assistencial, de vigilância epidemiológica, trabalhando a adesão ao tratamento e a busca ativa de casos novos de HIV, desenvolvendo um papel fundamental na promoção, prevenção, tratamento e reabilitação dos pacientes acometidos por estas patologias. Palavras-chave: Tuberculose. HIV. Co-infecção. Enfermeiro.

11 11 ABSTRACT This work points the relation between patients co-infected with tuberculosis and HIV. It identifies the factors that influence in the co-infection. It informs situation epidemiologist, the clinical gravity of the severity of injuries and the importance of the precocious diagnosis of the co-infection between the illnesses. Made through the bibliographical survey with analytical and descriptive boarding, being that the statisticians indicate that the association of these pathologies, is of relevance epidemiologist in Brazil and the World and that it is not only enough to the clinical examination and anamneses made in the patients during the attendance, therefore it is not enough for the diagnosis of the co-infection. In the confirmed cases of tuberculosis the serological must be requested anti HIV, for the adaptation of the therapeutic scheme. For in such a way, the monitoring exerted for the health professionals is essential, since the tuberculosis is considered illness sentry of the AIDS. Facing the study highlighted, it`s detached the performance of the professional nurse in the actions of the co-infection control area covering the care of epidemiological surveillance, monitoring epidemiologist, working the adhesion to the treatment and the active search of new cases of HIV, developing a basic paper in the promotion, prevention, treatment and whitewashing of the patients affected for these disease. Key-words: Tuberculosis. HIV. Co-infection. Nurse.

12 12 LISTA DE ABREVIATURAS ACS - Agente Comunitário de Saúde. AIDS - Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. BCG - Bacilo de Calmette e Guérin. CDC - Centers for Disease Control. DST - Doença Sexualmente Transmissível. EUA - Estados Unidos da América. HIV - Vírus da Imunodeficiência Humana. M. tuberculosis - Mycobacterium tuberculosis. MS - Ministério da Saúde. OMS - Organização Mundial da Saúde. ONG - Organização Não Governamental. PSF - Programa Saúde da Família. RH - Rifampicina (R) e Isoniazida (H). RHZ - Rifampicina (R), Isoniazida (H) e Pirazinamida (Z). TBC - Tuberculose. TCD4 - Molécula que auxilia tanto o linfócito B quanto o TCD8, a promover a lise celular. UNIVALE - Universidade Vale do Rio Doce.

13 13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO FALANDO DA TUBERCULOSE ETIOLOGIA DIAGNÓSTICO TRANSMISSÃO FATORES DE RISCO EPIDEMIOLOGIA TRATAMENTO EDUCAÇÃO EM SAÚDE E PREVENÇÃO FALANDO DO HIV/AIDS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRANSMISSÃO FATORES DE RISCO INCIDÊNCIA EPIDEMIOLOGIA TRATAMENTO EDUCAÇÃO EM SAÚDE E PREVENÇÃO DESTACANDO A CO-INFECÇÃO TBC-HIV/AIDS CONTEXTO HISTÓRICO MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE FATORES DE RISCO EPIDEMIOLOGIA TRATAMENTO ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO E MEDIDAS DE CONTROLE NO ATENDIMENTO AO PACIENTE CO-INFECTADO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 44

14 14 1 INTRODUÇÃO A tuberculose é uma doença conhecida desde a antiguidade, e até hoje mata milhões de pessoas em todo o mundo. Ela está intimamente ligada aos problemas sociais, além de trazer também um certo estigma a toda família. É uma doença de grande preocupação para a saúde pública, sendo que no Brasil a TBC ainda mata aproximadamente 6 (mil) brasileiros por ano (FARIAS; LOPES, 2007). O HIV (Síndrome da Imunodeficiência Humana) é uma doença viral de grande distribuição mundial. A AIDS foi identificada pela primeira vez nos Estados Unidos e refere-se como a mais nova pandemia da era atual (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1994). No Brasil, os primeiros casos da doença surgiram também no início da década de 80 e foram relacionados à contaminação fora do país, em geral nos indivíduos do sexo masculino, de identidade homossexual, que residiam nas grandes cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas recentemente, os dados revelam uma mudança dessas características (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1994). As duas doenças TBC-HIV/AIDS possuem uma forte associação em relação às condições sócio-econômicas, baixa resistência e a co-infecção, tornando-as um problema que afeta toda a população mundial. Este trabalho busca o levantamento de referencial bibliográfico, com abordagem analítica descritiva qualitativa em locais distintos, como centros de referência, atenção básica, hospitais universitários e através de artigos científicos, revistas, literatura, sites Scielo e Google científico, procurando enfocar a situação da coinfecção da TBC-HIV/AIDS no Brasil e no mundo com o intuito de levantar os aspectos históricos, sócio-econômicos e culturais em relação à TBC-HIV/AIDS, tendo como objetivo apontar a relação entre pacientes co-infectados com TBC e HIV, identificando os fatores que influenciam nessa associação, informando a epidemiologia e a gravidade clínica dessas patologias, ressaltando assim a relevância do diagnóstico precoce e a importância da atuação do profissional enfermeiro na adesão ao tratamento de pacientes co-infectados. Estudo realizado

15 15 como exigência para conclusão do mesmo, com a finalidade de obter a Graduação em Bacharel em Enfermagem da UNIVALE. De acordo com Garcia et al (2000), somente com anamnese dos pacientes com TBC não é possível identificar a co-infecção dos mesmos por TBC-HIV/AIDS, assim, a sorologia anti-hiv deve ser solicitada de forma rotineira em todos os pacientes com TBC ativa. Por isso, é necessária a detecção da patologia através do exame de sorologia para que ocorra um tratamento imediato e eficaz, mas buscando na anamnese as informações rotineiras para resolução da doença em pacientes co-infectados. Segundo Garcia et al (2000), nos países africanos abaixo do Saara, detectou-se um aumento do número de casos de tuberculose relacionado à infecção pelo HIV. A grave situação mundial da tuberculose está intimamente ligada ao aumento da pobreza, à má distribuição de renda e urbanização acelerada (HIJJAR ET AL, 2001). O Brasil apresenta uma alta prevalência destas duas doenças, sendo que a taxa de co-infecção é de 3 a 4% variando entre pacientes internados e ambulatoriais, tendo amplas diferenças regionais, com índices mais altos no Sudeste e Nordeste, destacando o Rio de Janeiro com o maior coeficiente, e os mais baixos nas regiões Sul e Centro-oeste (GARCIA ET AL, 2000). As estatísticas da OMS (2000) indicam que a associação TBC-HIV/AIDS, apontam para um grave quadro da Saúde Pública, o que requer medidas enérgicas e eficazes para o seu controle. Em um país de alta prevalência como o Brasil, as ações de identificações de casos novos devem ser intensificadas e precisas devido: à dificuldade de detecção da co-infecção somente através da anamnese e exame clínico, sendo assim, nos casos confirmados de tuberculose deve ser solicitado o teste anti-hiv (GARCIA ET AL, 2000; HIJJAR ET AL, 2001). Se confirmado, o tratamento de tuberculose deve ser prolongado havendo a possibilidade de iniciar precocemente a terapia anti-retroviral e a profilaxia de infecções oportunistas de acordo com o Consenso Brasileiro sobre Tuberculose 1998 (GARCIA ET AL, 2000). Desta forma, é imprescindível a vigilância exercida

16 16 pela saúde pública, pois se considera a tuberculose como doença sentinela da AIDS (LIMA ET AL, 1997). Hijjar et al (2001), relata que do total de casos novos de TBC-HIV/AIDS estimados pela OMS (2000), menos da metade são notificados, situação que traduz a ineficácia das políticas de controle. Portanto, é essencial a atuação dos profissionais de saúde no quesito: detecção precoce de casos, desenvolvimento, implementação e monitorização de programas, e atividades de controle e prevenção, focando a importância da adesão ao tratamento (LIMA ET AL, 1997). A busca de aprofundarmos em relação ao tema se deu devido à grande relevância social, e a gravidade que é a co-infecção da TBC-HIV/AIDS no Brasil, não podendo deixar de ressaltar a importância do profissional enfermeiro na atenção primária e posteriormente ao tratamento.

17 17 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 FALANDO DA TUBERCULOSE A TBC é uma doença de grave situação mundial que está inteiramente ligada ao aumento da pobreza, da má distribuição de renda e da urbanização acelerada. Segundo a OMS (2001), estima-se que haja anualmente cerca de 1,9 milhões de mortes por tuberculose sendo 98% em países que estão em desenvolvimento. Desse total estimado pela OMS (2001), menos da metade são notificados, a situação que traduz a insuficiência das políticas de controle. Isso nos mostra que a TBC é uma doença que necessita de cuidados e medidas enérgicas para que a disseminação possa ser controlada. 2.2 ETIOLOGIA Para o MS (2006), a etiologia da TBC está inteiramente ligada ao agente etiológico o Mycobacterium tuberculosis onde o mesmo se instala nos pulmões com a capacidade de transmitir o bacilo para as outras pessoas a partir de doentes bacilíferos. A intensidade do contato é uma das condições que fazem com que a TBC esteja de forma muito próxima em domicílios pequenos mal ventilados e úmidos, deixando assim o ambiente propício para a infecção pelo M. tuberculosis.

18 DIAGNÓSTICO Para Moura et al (2006), o diagnóstico é realizado através de exames de baciloscopia do escarro, prova tuberculínica e exame radiológico, sendo que o exame radiológico na busca de casos é indiscriminado por ter maior custo, e os pacientes se submeterem a radiações ionizáveis. Já os exames então citados revelam o diagnóstico da tuberculose de forma eficaz. 2.4 TRANSMISSÃO De acordo com MS (2006), uma das formas de contágio da TBC está inteiramente ligada a fala, espirro, e principalmente a tosse de um doente com TBC pulmonar. Por isso, faz-se necessário as orientações sobre os meios de transmissão para evitar o contágio, reduzindo assim problemas mais graves. Moura et al (2006), relata que é necessário a busca entre contatos onde compreende todas as pessoas inseridas, ou que coabitam com pacientes com tuberculose. Sendo assim, os de maiores proximidades, ou seja, os comunicantes têm maior risco de adoecer por TBC, por isso o correto é a busca diagnóstica desses portadores através de exames que diagnosticam a patologia. 2.5 FATORES DE RISCO Bertolli Filho (2001) afirma que, no fim do século XIX, a doença passou a ser qualificada como um mal social e a ser relacionada às condições precárias de vida, em que tem inúmeros fatores, dentre eles as moradias pouco ventiladas e pequenas para a quantidade de moradores, a má qualidade de alimentação e má condição de higiene.

19 19 Segundo Muniz et al (2006), alguns fatores referem-se a situação sócioeconômica, que vem aumentando as condições de pobreza resultando em dificuldades de acesso aos serviços de saúde. Com isso, há um aumento da população vivendo em aglomeração dificultando a qualidade de vida. Já Brunner & Suddarth (2005) apontam principalmente os seguintes fatores para o desenvolvimento da TBC: contato íntimo com alguém que tem TBC ativa; estado imunossuprimido (ex: HIV, câncer, órgãos transplantados, entre outros); uso excessivo de drogas; pessoa sem cuidado de saúde adequado; distúrbios clínicos preexistentes ou tratamento especial; imigração advinda de países com alta prevalência de TBC; institucionalização; vida em moradias superlotadas e de baixo padrão, ser um profissional de saúde realizando atividade de alto risco. E para Shechter e Marangoni (1998) são fatores de risco: idade, sexo, etnia, AIDS, fator ocupacional, entre outros. 2.6 EPIDEMIOLOGIA No ano de 1980, o Brasil teve novos casos notificados, em 1995 passou para (aumentando aproximadamente 40%). Esse aumento, certamente é devido a uma melhoria no sistema de busca de casos. Com isso, podemos perceber a importância da busca ativa de casos, para que assim sejam feitas as intervenções precoces e devidas para diminuir o número de casos. O Ministério da Saúde (2000) afirma que o custo social da tuberculose é bastante alto, visto que a doença afeta o grupo economicamente ativo, preferencialmente a faixa etária de 20 a 49 anos. A tuberculose em 1986 foi responsável, no país, por 47% dos anos potenciais de vida perdidos por doenças infecciosas e parasitárias (HIJJAR, 1992). A tuberculose faz com que seus acometidos tenham que dedicar alguns anos de vida a se tratar, sendo que estes pacientes são de faixa etária ativa e precisam dedicar bastante tempo ao tratamento que os Centros de Referência oferecem com medicamentos gratuitos.

20 20 A OMS estimou em 1995, que morreram no mundo mais pessoas pela doença do que em qualquer outro ano precedente (WHO APUD GOTLIEB; JORGE, 1996). A mesma publicação, diz que, desde 1952, existem drogas eficazes e poderosas que dariam a possibilidade de que cada paciente com tuberculose se curasse e vivesse bem. Contudo, esses medicamentos não foram usados corretamente e essa falha fez com que milhões de pessoas morressem. 2.7 TRATAMENTO De acordo com Shechter e Marangoni (1998), o tratamento tem eficácia de 96,5%, demonstrando a grande atuação do esquema terapêutico para eliminar as fontes de infecção. E nas crianças, praticamente não existe fracasso terapêutico, mesmo porque a população bacteriana constantemente é menor. Isto nos diz que se houver o tratamento adequado, as chances de cura são grandes, o que nas crianças são maiores devido ao menor número de bactérias presentes no organismo e ao seu mecanismo de defesa que está se fortalecendo ainda. Hijjar et al (2001), afirma que frente a grave situação mundial e à permanência, em nível preocupante, da epidemia de TBC em nosso meio, o país vem tomando apropriadas iniciativas para combater a doença. Tendo como exemplo, meados dos anos 60, onde o MS padronizou e passou a distribuir gratuitamente, em todo o país, os medicamentos que integravam os esquemas terapêuticos de melhor eficácia daquela época. Já no final dos anos 70 com os avanços da quimioterapia e da tuberculose o Brasil trocou os antigos esquemas prolongados por outros de curta duração que incluíam rifampicina, isoniazida e pirazinamida, também distribuídos gratuitamente. Percebe-se então que conforme o avanço da área da saúde foi acontecendo o tratamento da TBC foi se modificando e encurtando, sendo que cada paciente pode se tratar e adquirir o seu medicamento gratuitamente. Moura et al (2006) afirma que a medicação para a tuberculose, deve ser supervisionada obedecendo os esquemas padronizados e distribuídos pelo

21 21 Ministério da Saúde. No entanto, é necessário que as definições dos esquemas sejam feitas com base na forma clínica, idade e na história pregressa do portador de acordo com o resultado do exame. Segundo Costa et al (1994) a estratégia realizada pelos profissionais em relação ao tratamento deve ser bem elaborada com o intuito de impedir a transmissão da doença. Desta forma, é viável que os profissionais de saúde tenham o conhecimento para que junto com os portadores de TBC realizem o tratamento de forma correta, chegando assim à cura da doença. Segundo Moura et al (2006), a tuberculose é uma doença grave, porém curável em praticamente 100% dos casos, se for obedecido aos princípios da quimioterapia. Por isso a importância da adesão ao tratamento, e a regularidade nas tomadas dos medicamentos. Moura et al (2006) ainda afirma que os fatores que podem ser destacados de forma menos relevante com base na gravidade da doença são: alimentação, repouso, e os cuidados dos profissionais de saúde. Sendo assim, há a necessidade dos profissionais estarem bem preparados para atender e orientar os portadores sobre a importância do tratamento. Gerhardt Filho; Hijjar (1993), relatam que o abandono ao tratamento tem como conseqüência direta uma alta no custo do mesmo e a ocorrência de bacilos resistentes. Esse abandono do tratamento ainda é um assunto complexo, atribuindo-se fatores ligados ao próprio paciente, ou aos serviços de saúde. 2.8 EDUCAÇÃO EM SAÚDE E PREVENÇÃO O MS (2000) diz que é preciso lembrar que apesar de investimentos maciços feitos pelo mesmo, é preciso que a educação, ao lado da informação não seja descuidada. Para evitar a infecção pelo M. tuberculosis é necessário que comece pela educação em saúde, nas escolas, nos postos, em casa, etc, dando todas as

22 22 orientações necessárias sobre os sinais e sintomas, gravidade, tratamento e acima de tudo, que se tratada adequadamente tem cura. Segundo Hijjar et al (2001), muito já foi feito e há muito ainda para se fazer. Políticas públicas que possam efetivamente melhorar a qualidade de vida da população tem repercussões positivas no controle da tuberculose. Contudo, para os órgãos responsáveis pela saúde pública do país é necessário e prioridade a imediata melhoria das ações de busca de casos, tratamento e prevenção, bem como das atividades de promoção da saúde. Baseado nestas afirmativas, trabalhar a prevenção através da promoção da saúde pelos PSF s e escolas, usando a educação em saúde, orientações e grupos de discussão no nível primário, é a alternativa para controlar novos casos de TBC.

23 23 3. FALANDO DO HIV/AIDS A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) foi reconhecida em 1981, nos EUA, quando foram identificados em um número elevado de pacientes adultos do sexo masculino e homossexuais, os primeiros casos de pneumonia por Pneumocytis carinii e de Sarcoma. Esses pacientes apresentavam um comprometimento do sistema imune, o que levou a conclusão de que seria uma nova doença, ainda não classificada, de etiologia provavelmente infecciosa e transmissível (RACHID E SHECHTER, 2000). Inicialmente os grupos sociais mais atingidos nos EUA e na maioria dos outros contingentes foram os homossexuais masculinos, porém, em pouco tempo, surgiram os casos registrados de usuários de drogas injetáveis, receptores de sangue heterossexuais de ambos os sexos e crianças de várias idades, compondo assim um cenário epidemiológico bastante complexo (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006). Em 1983 foi identificado o agente etiológico, denominado HIV, que é um vírus que se caracteriza pela presença da enzima transcriptase reversa, o que permite a transcrição do RNA viral em DNA, permitindo assim um maior conhecimento sobre sua patogenicidade (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2001). 3.1 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Valentim (2003) afirma que a doença possui três estágios: o primeiro caracterizase pela latência do vírus, antes da sua replicação. Nessa fase o portador ainda se caracteriza como assintomático, pois não possui nenhum dos sintomas de soropositividade nem da AIDS. Apesar de não apresentar os sintomas, o portador possui a capacidade de infectar, podendo transmitir o vírus para outras pessoas.

24 24 Este mesmo autor afirma ainda que, existem casos de pessoas que permanecerão como portadores assintomáticos pelo resto da vida, sem manifestar a doença. No segundo estágio, o sistema imunológico ainda consegue combater precariamente algumas infecções, possuindo algum grau de defesa pelo organismo. Este já se encontra fraco e debilitado, mas ainda não está sujeito às doenças oportunistas e possui carga viral menor que a quantidade de células de defesa. Esta fase abrange uma serie de distúrbios, condições que debilitam, mas não são fatais, o que a distingue da AIDS propriamente dita, ou seja, o sistema imunológico ainda está atuando contra patógenos. O terceiro e último estágio da infecção é a AIDS, nesta fase, ocorre o estabelecimento e desenvolvimento concreto do vírus no organismo humano, caracterizado pelas doenças oportunistas (VALENTIM, 2003). Quando as infecções oportunistas ocorrem ou quando os níveis de linfócitos TCD4 alcançam determinado nível (abaixo de 200 células/mm³ de sangue) dizemos que esta pessoa está com a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), doença que pode comprometer diferentes órgãos e sistemas do organismo (BATISTA; GOMES, 2000). 3.2 TRANSMISSÃO A transmissão do vírus HIV se dá pelo sêmen e secreções vaginais, através de relações sexuais. O HIV se encontra no sangue e pode ser transmitido através do compartilhamento de seringas entre usuários de drogas, hemotransfusão ou por acidentes pérfuro-cortantes com sangue contaminado. Há também a possibilidade de transmissão da mãe para o filho durante a gestação, no parto ou durante o aleitamento materno (RACHID; SCHECHTER, 2004).

25 FATORES DE RISCO Brunner & Suddarth (2005) consideram como fator de risco para infecção por HIV o uso de drogas intravenosas ou injeções, ter relações sexuais com indivíduos infectados, pessoas que receberam sangue ou derivados do sangue contaminados com HIV e os filhos de mulheres infectadas pelo vírus da AIDS. Fonseca et al (2000), afirma que a posição que o indivíduo ocupa na sociedade é um importante fator que irá contribuir para as suas condições de saúde. Pois, é a posição do indivíduo na hierarquia social que irá nos indicar o nível da escolaridade, o acesso à informação, que interferem no nível socioeconômico, tendo impacto no acesso aos serviços de saúde. De acordo com Fonseca et al (2002) um dos motivos da falta de informação é referente as condições sociais dos indivíduos portadores do HIV/AIDS. Ele afirma ainda, que a escolaridade tem sido bastante utilizada como indicador no nível sócio-econômico dos indivíduos. No entanto, o que é viável, para os indivíduos é a educação em saúde tendo como livramento do impacto à saúde. 3.4 INCIDÊNCIA Para Guimarães (2000), tem sido apontado um aumento na tendência da proporção de casos femininos, em direção a regiões mais distantes dos grandes centros urbanos, da categoria de exposição heterossexual e aumento de casos entre indivíduos com escolaridade igual ou menor a oito anos (1º grau e analfabetos), ou seja, vem mudando de características com o passar dos anos. Brunner & Suddarth (2005) reafirmam que a incidência da infecção por HIV está aumentando em mulheres. Muitas estão no grupo etário reprodutivo, sendo que mais de 70% são hispânicas e afro-americanas. Mais da metade são usuárias de

26 26 drogas intravenosas, enquanto a outra metade foi exposta através do contato sexual com parceiros HIV- infectados. As mulheres são nove vezes mais prováveis de contrair HIV de homens, que os homens são das mulheres, devido eles terem uma quantidade mais elevada de HIV no sêmen quando comparada às secreções vaginais, um inóculo maior na ejaculação, retenção do sêmen infectado por HIV na vagina e lesão traumática microscópica na mucosa durante a relação sexual (BRUNNER & SUDDARTH, 2005). 3.5 EPIDEMIOLOGIA Quanto à freqüência de casos de AIDS no Brasil, segundo sexo e tipos de transmissão, nos qüinqüênios entre 1980 e 1998, constata-se que, com o passar do tempo, têm sido verificadas importantes alterações no perfil epidemiológico da doença. A AIDS deixou de existir apenas nas grandes cidades, passando para cidades do interior e atingindo a população mais carente (JORGE; GOCLIEB, 2000). 3.6 TRATAMENTO O tratamento e a terapia anti-retroviral é, na grande maioria dos casos, capaz de reduzir a carga viral plasmática de pacientes assintomáticos e que nunca tiveram tratamento, sendo que a necessidade de iniciar o tratamento é definida pelo quadro clínico do paciente, ou seja, pela apresentação de sintomas, e por critérios laboratoriais (contagem de linfócitos TCD4 e quantificação plasmática do HIV - carga viral). A carga viral não deve ser verificada antes de quatro semanas de qualquer infecção ou vacinação, pois nestas situações, pode ocorrer elevação transitória da mesma (RACHID; SCHECHTER, 2000).

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