COORDENAÇÃO MODULAR. Arq.EST Consultoria & Projetos CLAUDIA PRATES FARIA ARQUITETA

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1 PROJETO COMPATIBILIZADO E MODULADO PARA ALVENARIAS DE VEDAÇÃO EM BLOCOS DE CONCRETO - GANHOS NA EXECUÇÃO

2 INTRODUÇÃO Cada vez mais, no mercado da construção civil, um bom projeto deve reunir informações que atendam não só às necessidades técnicas da obra como também aos requisitos estéticos, e, principalmente, econômicos. Para tanto, hoje, na indústria da construção civil o desenvolvimento de um Projeto de Produção passou a ser fundamental.

3 INTRODUÇÃO Projeto de Produção Resultado da compatibilização dos projetos entre si e com as exigências adequadas de execução de cada etapa dimensionada nos projetos executivos.

4 Produtividade da mão de obra do setor de construção no Brasil EUA (Houston) BR (São Paulo) Fonte:Entrevistas, McKinsey

5 Produtividade da mão de obra diversos segmentos CLASSE MÉDIA 0 BRASIL CONSTRUÇÃO PESADA BRASIL COMERCIAL BRASIL RESIDENCIAL ESTADOS UNIDOS 100 PRODUTIVIDADE 20 CASAS POPULARES 42 REFORMAS 100 ESTADOS UNDOS Fonte:Entrevistas, McKinsey

6 Análise da baixa produtividade do segmento de constução residencial Fonte:Entrevistas, McKinsey

7 Layout ótimo; Módulos; Redução de interferências; Pré-fabricados; Materiais padronizados; 40% do hiato Análise da baixa produtividade do segmento de construção residencial Fonte:Entrevistas, McKinsey

8 Planejamento dos recursos; Planejamento dos incentivos; Planejamento dos métodos; Pré-fabricados; Pré-fabricação; Sub-empreiteiros especializados; 30% do hiato Análise da baixa produtividade do segmento de construção residencial Fonte:Entrevistas, McKinsey

9 Análise da baixa 70% produtividade do hiato do segmento de construção residencial Fonte:Entrevistas, McKinsey

10 Nível de influência Projeto para fabricação Alta influência Baixa influência Resultado Baixa despesa Alta despesa 100% INFLUÊNCIA DESPESA Custo acumulado PROJETO CONSTRUÇÃO UTILIZAÇÃO

11 ARQUITETURA PREFEITURA PRODUÇÃO ALVENARIAS

12 RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA! É PRECISO LEMBRAR QUE: A VEDAÇÃO VERTICAL concentra o maior desperdício de materiais e mão-de-obra; Argamassa + bloco Entulho que sai Entulho que fica A VEDAÇÃO VERTICAL influi em: 10% a 40% do custo do edifício

13 RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA! AS VEDAÇÕES EM ALVENARIA Englobam componentes de custo elevado Revestimentos Esquadrias Possuem interfaces com vários subsistemas Estruturas Instalações elétricas e hidráulicas Impermeabilização

14 RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA?

15 RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA?

16 RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA!

17 RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA!

18 O processo construtivo, da maneira como está hoje aculturado, induz inevitavelmente a tensões nas vedações. 18

19 inicial Tendência de deslizamento entre a superfície do pilar e a da alvenaria final inicial final 1. As estruturas para desempenharem o seu papel DEVEM DEFORMAR! 2. É inevitável, no processo construtivo atual, a ÍNTERAÇÃO entre a estrutura e as vedações.

20 Ficha: ANOMALIAS INTERFACE ESTRUTURA x VEDAÇÃO Tipo: 1a - Deformação da estrutura por flexão = f sup = f inf Visualização das fissuras na vedação vertical. Esquematização das tensões. F. Superior Deformação f sup Arco Fissuras na argamassa Região tracionada F. Inferior Fissuras no componente Separação da parte inferior da alvenaria. f inf CAUSA: Deformação imediata mais deformação por fluência CARACTERÍSTICAS: Estrutura: vigas/lajes esbeltas Vedação vertical : inserida em pórtico Fissuras : estabilizadas Risco estrutural : não 20 f sup = f inf A alvenaria é tracionada na parte inferior, formando um arco que comprime a alvenaria em direção ao centro. A alvenaria destaca-se do suporte, ficando suspensa.

21 Ficha: ANOMALIAS INTERFACE ESTRUTURA x VEDAÇÃO Visualização das fissuras na vedação vertical. Tipo: 1b - Deformação da estrutura por flexão = f sup = f inf Esquematização das tensões. Deformação F. Superior Fissura do componente F. Inferior Região comprimida Fissura da argamassa encunhamento c/ módulo alto. tração compressão 2 1 CAUSA: Deformação imediata mais deformação por fluência CARACTERÍSTICAS: Estrutura: vigas/lajes esbeltas Vedação vertical : inserida em pórtico Fissuras : estabilizadas Risco estrutural : não f sup > f inf A alvenaria é comprimida na parte superior. A utilização de material muito rígido no encunhamento aumenta a compressão na alvenaria. A alvenaria transmite carga para a laje inferior. Pode ocorrer o destacamento do revestimento caso sua aderência for baixa ou o módulo alto.

22 Ficha: ANOMALIAS INTERFACE ESTRUTURA x VEDAÇÃO Tipo: 1c Deformação da Visualização das fissuras na vedação vertical. Fissura componente Cobertura estrutura por flexão Região em balanço Destacamenta da alvenaria Esquematização das tensões. Cobertura f sup piso Fissura no componente/argamassa Compressão tração piso 22 CAUSA: Deformação imediata mais deformação por fluência CARACTERÍSTICAS: Estrutura: região em balanço Vedação vertical : inserida entre vigas em balanço Fissuras : estabilizadas Risco estrutural : não f inf rotação da viga f sup < f inf A maior carga do piso, causa maior deformação na laje inferior em relação à laje de cobertura.

23 Ficha: ANOMALIAS INTERFACE ESTRUTURA x VEDAÇÃO Tipo: 2 Deformação por cargas horizontais Visualização das fissuras na vedação vertical. Vento ( carga horizontal ) esmagamento u Deslocamento h tração compressão Deslocamento esmagamento Esquematização das tensões. u Deslocamento Deslocamento u Vento esmagamento ( carga horizontal ) h esmagamento compressão h tração INDICADOR CAUSA: Instabilidade vertical da estrutura. u h u INDICADOR h CARACTERÍSTICAS: 23 Estrutura: pilares esbeltos, edifício de grande altura, elevada carga de ventos. Vedação vertical : inserida em pórtico, situada nos andares mais altos. Fissuras : ativa Risco estrutural : possível INDICADOR u h

24 Ficha: ANOMALIAS INTERFACE ESTRUTURA x VEDAÇÃO Tipo: 3 Encurtamento dos pilares. Esquematização das tensões. Visualização das fissuras na vedação vertical. Encurtamento dos pilares v Fissura na argamassa Fissura na argamass a h Ruptura do componente v Tração no revestimento h Ruptura do componente Região comprimida 24 INDICADOR CAUSA: Deformação imediata e deformação por fluência nos pilares. CARACTERÍSTICAS: Estrutura: pilares esbeltos e vigas robustas. Vedação : inserida em pórticos. Fissuras : estabilizadas Risco estrutural : não Obs : Esse tipo de anomalia é sensível à alterações de lay-out (retirada de paredes) h v A alvenaria passa a ser carregada, trabalha como treliça. Encunhamento bem distribuído: A ruptura ocorre na camada inferior. Encunhamento excêntrico: A ruptura ocorre na parte superior. O revestimento pode destacar-se da parede caso tenha baixa aderência e alto módulo de deformação. A ruptura do componente pode ocorrer caso esse for frágil e pouco resistente.

25 Ficha: ANOMALIAS INTERFACE ESTRUTURA x VEDAÇÃO Tipo: 4 Falha no processo executivo do encunhamento. 25 Visualização das fissuras na vedação vertical. Sentido da execução do encunhamento Fissura na alvenaria deformação e transferência de carga dos pavimentos superiores CAUSA: Encunhamento da vedação inferior executado antes da construção da vedação superior. CARACTERÍSTICAS: Estrutura: vigas / lajes esbeltas. Vedação : inserida em pórticos, localizadas nos últimos andares Fissuras : estabilizadas Risco estrutural : não Esquematização das tensões. f1 f2 f3 A alvenaria atua como suporte das lajes, ficando comprimida, com isto o carregamento é sucessivamente maior nas lajes inferiores que recebem uma maior carga. Dessa forma a anomalia irá ocorrer nos primeiros andares f4 ORDEM DE ENCUNHAMENTO f4 4 L4 3 f3 L3 2 L2 f2 1 L1 f1 f1 Andar afetado INCREMENTO DE CARGA NAS LAJES AUMENTO DAS DEFORMAÇÕES

26 Cobertura Dilatação Ficha: ANOMALIAS INTERFACE ESTRUTURA x VEDAÇÃO Tipo: 5a Deformação Visualização das fissuras Variação na vedação uniforme vertical. Fissuras em escamas térmica da cobertura. Cobertura Dilatação Esquematização das tensões. tração Variação uniforme Fissuras em escamas Região tracionada Região tracionada 26 CAUSAS: Movimentação térmica da estrutura na região da cobertura, encunhamento executado antes da isolação térmica da laje. CARACTERÍSTICAS: Estrutura: lajes de cobertura. Vedação : inserida em pórticos, paredes externas. Fissuras : ativa. Risco estrutural : não O encunhamento da alvenaria do andar da cobertura é executado antes da proteção térmica da laje. A alvenaria é tracionada na parte superior com ocorrência de fissuras em forma de escamas

27 Ficha: ANOMALIAS INTERFACE ESTRUTURA x VEDAÇÃO Tipo: 5b Deformação térmica da fachada. 27 Visualização das fissuras na vedação vertical. SOL SO1 Fissuras na alvenaria CAUSA: Uma das fachadas com maior incidência de insolação e sem proteção térmica. CARACTERÍSTICAS: Estrutura: Vedação: inserida em pórticos, sem proteção térmica. Fissuras : ativa. Risco estrutural : não L = Esquematização das tensões.. t SOL Distorção nas paredes internas causadas pelo aumento do comprimento das paredes externas aquecidas pelo sol. A distorção é nula nos primeiros andares e máxima junto à cobertura. - Dificuldade na abertura de janelas e portas na região tracionada. L L

28 Ficha: ANOMALIAS INTERFACE ESTRUTURA x VEDAÇÃO Tipo: 6 - Deformação excessiva de lajes Visualização das fissuras na vedação vertical. Esquematização das tensões. Fissura ao longo do pilar Fissura na alvenaria Região tracionada L =. t tração Rotação da viga. f 28 CAUSA: Falha na execução do escoramento, lajes/vigas esbeltas. CARACTERÍSTICAS: Estrutura: vigas/lajes esbeltas. Vedação: inserida em pórticos. Fissuras : ativa / estável. Risco estrutural : não A deformação excessiva da laje pode ser causada pela retirada prematura do escoramento. A viga é rotacionada em relação à alvenaria e o pilar. A deformação térmica aumenta o problema.

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32 Porque não mostramos nenhuma foto de ruptura da parede de bloco de concreto? Por que 99% dos casos examinados foram em vedações executadas com elementos cerâmicos.

33 A execução de alvenarias de vedação diante dos aspectos atuais, deve ser executada com projeto de produção com a participação ativa do projetista de estruturas!

34 IMPORTÂNCIA DAS VEDAÇÕES EM ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO: RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA! DISCUTIR A IMPORTÂNCIA DO PROJETO PARA A RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA DISCUTIR AS CONCEPÇÕES GERAIS DOS PROJETOS APRESENTAR DIRETRIZES DO RELACIONAMENTO DA ALVENARIA COM A ESTRUTURA DOS EDIFÍCIOS

35 Projeto de Produção de Alvenarias de Vedação DEFINE GEOMETRICAMENTE AS PAREDES, EVITANDO-SE DESPERDÍCIOS E RETRABALHO COM QUEBRAS PARA AJUSTES E EMBUTIMENTOS;

36 Projeto de Produção de Alvenarias de Vedação DEFINE REFORÇOS E DETALHES ADEQUADOS PARA O BOM ESEMPENHO DA ALVENARIA, COMPATIBILIZANDO OS MESMOS COM A FORMA DE EXECUÇÃO DA OBRA; COMPATIBILIZA AS ALVENARIA COM ESTRUTURAS E INSTALAÇÕES E OUTROS SUBSISTEMAS, DIMINUINDO A PROSSIBILIDADE DE IMPREVISTOS DURANTE A EXECUÇÃO; AS VEDAÇÕES VERTICAIS SÃO ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA DA OBRA. NESTE CONTEXTO O PROJETO ASSUME UM PAPEL DE DESTACADA IMPORTÂNCIA POIS DEFINE IMPORTANTES PARÂMETROS

37 Projeto de Produção de Alvenarias de Vedação RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA CONCEPÇÃO DIMENSIONAL CONCEITOS GERAIS DE PRODUÇÃO TÉCNICAS E MÉTODOS EMPREGADOS PRÉ-MOLDAGEM INTERFERÊNCIA ENTRE SUBSISTEMAS ETC.

38 Projeto de Produção de Alvenarias de Vedação DEFINE PARÂMETROS PARA O CONTROLE DA QUALIDADE DOS MATERIAIS E CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO DOS SERVIÇOS. PROCURA INTEGRAR AS SOLUÇÕES DE TODOS OS SUBSISTEMAS QUE POSSUEM INTERFACE COM A ALVENARIA.

39 Projeto de Produção de Alvenarias de Vedação Localização de paredes sobre partes deformáveis da estrutura; paredes sobre lajes; paredes sobre balanços; Necessidade de absorver deformações; Possibilidade da inclusão de juntas construtivas estética pé-direito impermeabilidade execução, etc.

40 Projeto de Produção de Alvenarias de Vedação DEVEMOS OU NÃO FAZER O ENCUNHAMENTO DA ALVENARIA??? ONDE DEVEMOS COLOCAR TELAS OU OUTROS DETALHES DE LIGAÇÃO DA ALVENARIA?? A LIGAÇÃO COM A ESTRUTURA INDEPENDE DAS CARACTERÍSTICAS DA ESTRUTURA??

41 Projeto de Produção de Alvenarias de Vedação JUNTA COM O mínimo 8 mm máximo 25 mm PILAR GARANTIR O PERFEITO PREENCHIMENTO EVITAR RETRAÇÃO EXCESSIVA

42 Alvenarias de blocos de concreto,quanto ao comportamento: CONFORTO TÉRMICO CONFORTO ACÚSTICO HABITABILIDADE (sanidade e higiene) SEGURANÇA FRENTE A AÇÃO DO FOGO - excelente comportamento frente a ação do fogo (resistência, incombustibilidade, efeito barreira) SEGURANÇA ESTRUTURAL - bom a excelente desempenho estrutural (estabilidade, resistências mecânicas e deformabilidade) ESTÉTICA E CONFORTO VISUAL DURABILIDADE CUSTO BENEFÍCIO DE PRODUÇÃO E MANUTENÇÃO

43 Quanto à resistência mecânica: Maior Capacidade de resistir aos esforços transmitidos pela estrutura Menor possibilidade de fissuração e esmagamento Capacidade de absorver cargas de utilização Choques (pessoas, objetos, etc...) Cargas horizontais (vento) Cargas suspensas

44 Em alguns pontos, onde as deformações das lajes se acentua sobre as alvenarias de vedação, principalmente quando lajes planas e alvenarias de espessura 9cm, a especificação da argamassa de encunhamento deve ser estudada e em alguns casos se utiliza material mais flexível, capaz de suportar a deformação da estrutura evitando o rompimento da parede. (Projeto estrutural contendo planta com as deformações da estrutura)

45 COORDENAÇÃO MODULAR CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES ARGAMASSA FORTE ARGAMASSA FRACA CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES REDISTRIBUIÇÃO DE TENSÕES FISSURAS MICROFISSURA (não prejudiciais)

46 ESPESSURA DA JUNTA HORIZONTAL mínimo 8 mm máximo 15 mm GARANTIR A DISTRIBUIÇÃO DE TENSÕES EVITAR INSTABILIDADE NO ASSENTAMENTO

47 CONCEITUAÇÃO TIPOS DE FIXAÇÃO ALVENARIA ESTRUTURA Material Recomendações Estrutura LIGAÇÃO RÍGIDA Encunhamento com tijolos maciços, cunhas de concreto e argamassa com expansor Não recomendável Estruturas com baixa LIGAÇÃO NÃO RÍGIDA Argamassa de assentamento Espaço entre a alvenaria e a estrutura: 2 a 3 cm deformação LIGAÇÃO FLEXÍVEL Espuma de poliuretano Na fachada, deixar juntas no revestimento Estruturas com alta deformação

48 Paredes muito altas podem demandar intervenções estruturais, como grauteamento e aço vertical ou canaletas horizontais.(intervenção do projetista de estruturas?)

49 TRECHO SOBRE ÁREA GRAUTEADA ENCUNHAMENTO FIADA COMPENSADORES DE 3cm DEITADOS 29.5 COM ESPUMA DE POLIURETANO EXPANDIDO FIADA COMPENSADORES DE 3cm DEITADOS TRECHO SOBRE ÁREA GRAUTEADA ENCUNHAMENTO COM ESPUMA DE POLIURETANO EXPANDIDO FIADA BLOCOS CORTADOS h=12cm 3.0 TELA 3A TELA 3A ELÉTRICA AC TELA 3A TELA 3A ELÉTRICA PROJEÇÃO FORRO BU PAREDE 12 1Ø TELA 3A - EXECUTAR TELAS DENTRO DAS CANALETAS TELA 3A - EXECUTAR TELAS DENTRO DAS CANALETAS 1Ø Ø Ø TELA 3A 1Ø TELA 3A TELA 3A TELA 3A TEL PROJEÇÃO PAREDE GESSO ACARTONADO TEL ELÉTRICA DRENO AC ELÉTRICA ELÉTRICA PROJEÇÃO PAREDE GESSO ACARTONADO PROJEÇÃO PAREDE GESSO ACARTONADO

50 Paredes muito vazadas, mesmo com alturas moderadas também podem demandar intervenções com grauteamento e ferro, ou utilização de canaletas horizontais. 1 Ø ENCHIMENTO Ø 8.0

51 FIADA COMPENSADORES DE 3cm DEITADOS 1 Ø BU PAREDE ELÉTRICA ELÉTRICA AC FIADA COMPENSADORES DE 5cm DEITADOS 3.0 BU PAREDE Ø Ø Ø PMJ TELA 3A TELA 3A PMJ 3 1 Ø TELA 3A TELA 3A TEL DRENO AC

52 INTERFACE COM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELEFONE, TV E HIDRÁULICAS

53 CONCEITUAÇÃO CENÁRIO COMUM A OBRA EXECUTADA COM PROJETOS SEM COMPATIBILIZAÇÃO TORNA-SE CANTEIRO DE PROBLEMAS A SEREM RESOLVIDOS: - Uso inadequado do tempo da mão-de-obra - Não condições de manutenção e cumprimento do planejamento fisico- financeiro - Desperdício de material - Interferências detectadas e solucionadas durante a execução da obra!

54 EXEMPLOS ANÁLISE PROJETO ELÉTRICA

55 EXEMPLOS ANÁLISE PROJETO ELÉTRICA

56 EXEMPLOS ANÁLISE PROJETO ELÉTRICA

57 EXEMPLOS ANÁLISE PROJETOS x ESTRUTURA

58 INSTALAÇÕES AS INSTALAÇÕES DEVEM ESTAR LOCADAS TAMBÉM LEVANDO- SE EM CONSIDERAÇÃO O MÓDULO DAS FAMÍLIAS PROJEÇÃO JANELA

59 EVITAR TUBULAÇÃO JUNTO À JANELAS EVITANDO A PASSAGEM DESTA ATRAVESSANDO AS VERGAS E CONTRA-VERGAS

60 TELA 3A TELA 3A TELA 3A TELA 3A ELÉTRICA ELÉTRICA EVITAR TUBULAÇÃO JUNTO AOS PILARES EVITANDO A FURAÇÃO DAS TELAS DE LIGAÇÃO

61 EVITAR TUBULAÇÃO JUNTO AOS PILARES EVITANDO A FURAÇÃO DAS TELAS DE LIGAÇÃO

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64 EXEMPLOS ANÁLISE PROJETO HIDROSANITÁRIA x ALVENARIA

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66 Instalações

67 CONCEITUAÇÃO

68 EXEMPLOS ANÁLISE PROJETO ELÉTRICA x ALVENARIA

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71 blocos elétricos

72 Central de produção de kits hidro - sanitários

73 Central de produção de kits hidro - sanitários

74 Central de produção de kits hidro - sanitários

75 CONCEITUAÇÃO FALTA DE COMPATIBILIZAÇÃO PRUMADAS DE ELÉTRICA VÃOS EM OSSO x PRÉ-MOLDADOS

76 05 1 Ø 8.0 PRE Ø SHAFT ESGOTO PIAS GÁS CONCRETADO FURO DO BLOCO 06 SHAFT ESGOTO TQ SHAFT ESGOTO MLR SHAFT ESGOTO TQ PRE 02 2 Ø

77 ELÉTRICA APTO 01 ELÉTRICA APTO 02 ELÉTRICA APTO 01 ELÉTRICA APTO 02 AF APTO 02 FIADA COMPENSADORES DE 5cm DEITADOS AF APTO 01 ELÉTRICA APTO 02 ELÉTRICA APTO TUBULAÇÃO ÁGUA AF FILTRO APTO 02 AF FILTRO APTO 01 AF VEM PAREDE 07 B39Fe B39F AF PIA APTO 02 AF PIA APTO 01 B39Fe B39Fd B28F B28F 10.0 PROJEÇÃO PAREDE SHAFT ESGOTO MLR APTO 01 ESGOTO MLR APTO 02 PROJEÇÃO MEIA PAREDE ESPESSURA 9cm ELÉTRICA APTO 01 GÁS APTO ELÉTRICA APTO ELÉTRICA APTO 02 GÁS APTO 01 ELÉTRICA APTO 01 ELÉTRICA APTO 01 ELÉTRICA APTO 02 ESGOTO PIA APTO 02 ELÉTRICA APTO 02 ESGOTO PIA APTO 01 ELÉTRICA APTO 01

78 Projeto - Desenvolvimento O Projeto Arquitetônico, deve ser desenvolvido desde o Estudo de Viabilidade levando-se em consideração a modulação da família de blocos previamente escolhida. Desta forma, o arquiteto desenvolve suas idéias e o programa de projeto definido com o cliente, já oferecendo soluções beneficiadas pelo potencial do sistema construtivo e não avançando além das limitações do mesmo.

79 O Projeto Arquitetônico, deve ser desenvolvido desde o Estudo de Viabilidade levando-se em consideração a espessura do elemento bloco. Ou seja, cotas em osso. As matrizes que devem ser enviadas aos projetistas complementares (instalações,estrutural,fundações, etc), não necessitam das informações de acabamento, pois são executadas na fase bruta da obra. Caso o limite do acabamento seja o limite da parede no arquitetônico, deverá ser apresentada graficamente a parede em osso.

80 Conhecimento do sistema construtivo em em Alvenaria de de Blocos Vazados: Conhecimento específico dos elementos, no caso os blocos vazados : amarração modulação assentamento comportamento das instalações

81 Conhecimento do sistema construtivo em Alvenaria de Blocos Vazados: Conhecimento das VANTAGENS: Montagem da alvenaria com elementos de alta precisão blocos vazados Execução da tubulação de elétrica, telefone e tv utilizando os furos dos blocos, evitando o rompimento dos elementos após à execução das alvenarias Conhecimento dos RESULTADOS: Aplicação de azulejo diretamente no bloco Consumo de gesso como revestimento interno inferior ao tijolo cerâmico comum Aplicação de externo / interno diretamente sobre o bloco Prumo da parede com diferença máx. de 1,5 cm.

82 Espessuras para revestimentos em alvenarias executadas em blocos vazados de concreto Reboco interno 0.5cm Reboco externo 1.5cm a 2.0cm Revestimento cerâmico 1cm Revestimento em gesso 0.5cm

83 FAMÍLIA 39 COMPONENTES 19 CANALETAS

84 BLOCO 39 39x9x19 BLOCO 19 19x9x19 BLOCO 29 29x9x19 BLOCO BU 39x9x19

85 Projeto - Desenvolvimento UNIDADE MODULAR FAMÍLIA 39

86 COMPONENTES FAMÍLIA 29 CANALETAS

87 Projeto - Desenvolvimento UNIDADE MODULAR FAMÍLIA 29

88 19 FAMÍLIA 11,5 CANALETAS

89 MODULAÇÃO Projeto - Desenvolvimento UNIDADE MODULAR FAMÍLIA 11, ,5 = 1/8 de 1,00m 11,5 + 1 = 12, = 25 36,5 + 1 = 37,

90 COTAS INTERNAS = VALOR x UNIDADE MODULAR MAIS 1cm DE JUNTA.

91 JS JS COORDENAÇÃO MODULAR A SHAFT 26X SHAFT 26X SHAFT 26X BLOCO 39 CORTADO BLOCO 39 CORTADO SHAFT 16X SHAFT 16X B 39 CORTADO 40.0 B39 CORTADO JS 4.0 JS SHAFT 31X SHAFT 34X B39 CORTADO B

92 B39 CORTADO C/ 36.5 Y SHAFT ESGOTO LAV MEIO BLOCO ESPESSURA 9CM CORTADO AO MEIO PRE PRE SHAFT ESGOTO LAV PRE 02 PRE X SHAFT ESGOTO PIAS X FUROS GRAUTEADOS FUROS GRAUTEADOS BLOCOS ESTRUTURAIS BLOCOS ESTRUTURAIS ALVENARIA ESTRUTURAL ALVENARIA DE VEDAÇÃO FUROS GRAUTEADOS NOTA BLOCOS ESTRUTURAIS PRE Ø ALVENARIA DE VEDAÇÃO BLOCOS ESTRUTURAIS SHAFT ESGOTO PIA Ø Ø Ø Ø FUROS GRAUTEADOS 99.0 BLOCOS ESTRUTURAIS 5.0 ENCHIMENTO X' 33.5 X' NOTA 1 12 NOTA PROJEÇÃO FIADA DE BLOCOS PRE PRE SHAFT ESGOTO LAV PRE 02 NOTA 1 19 B39 CORTADO C/ MEIO BLOCO ESPESSURA 9CM CORTADO AO MEIO Y

93 27 2 Ø Ø 8.0 SHAFT ESGOTO PIA 1 Ø NOTA 1 NOTA X' 17 PROJEÇÃO FIADA DE BLOCOS PRE PRE SHAFT ESGOTO LAV PRE NOTA B39 CORTADO C/ MEIO BLOCO ESPESSURA 9CM CORTADO AO MEIO Y

94 Y B19 CORTADO C/ 17.0 SHAFT ESGOTO LAV 6.0 MEIO BLOCO ESPESSURA 9CM CORTADO AO MEIO TELA 3A TELA 3A TELA PRE 02 TELA 3B PROJEÇÃO JANELA 31 PRE PRE PROJEÇÃO JANELA PRE X 29 SHAFT ESGOTO PIAS 36 X PROJEÇÃO JANELA ALVENARIA ESTRUTURAL ALVENARIA DE VEDAÇÃO PROJEÇÃO JANELA BLOCOS ESTRUTURAIS 99.0 BLOCOS ESTRUTURAIS GRAMPO GRAMPO 3 GRAMPO 1 TELA TELA TELA 1A 85.0 PRE Ø TELA 3A TELA 3A TELA 3A 09 TELA 3A 10 PROJEÇÃO JANELA GRAMPO Ø 4.2 FIADA SIM FIADA NÃO GRAMPO 4 TELA 1 TELA 3A SHAFT ESGOTO PIA TELA 3A GRAMPO Ø 4.2 FIADA SIM FIADA NÃO BLOCOS ESTRUTURAIS ENCHIMENTO ALVENARIA DE VEDAÇÃO TELA 1A PROJEÇÃO JANELA X' TELA 3A X' TELA 2 17 TELA 3A TELA 3A PROJEÇÃO FIADA DE BLOCOS PRE TELA SHAFT ESGOTO LAV PROJEÇÃO JANELA TELA PRE 02 TELA B19 CORTADO C/ 17.0 TELA 3A TELA 3A TELA 3B 6.0 MEIO BLOCO ESPESSURA 9CM CORTADO AO MEIO Y

95 TELA 3A X' TELA 2 17 TELA 3A TELA 3A PROJEÇÃO FIADA DE BLOCOS PRE TELA SHAFT ESGOTO LAV PROJEÇÃO JANELA TELA TELA PRE B19 CORTADO C/ 17.0 TELA 3A TELA 3A 6.0 MEIO BLOCO ESPESSURA 9CM CORTADO AO MEIO TELA 3B Y

96 ELÉTRICA ELÉTRICA 29.5 FIADA COMPENSADORES DE 5cm DEITADOS AF Ø Ø FIADA CANALETAS CH CORTADAS h=11.5cm GRAMPO GRAMPO 1 Ø RG B39Fd Ø B39Fe TELA 3B Ø FIADA CANALETAS CORTADAS h=11.5cm FIADA CANALETAS CORTADAS h=11.5cm RG CH Ø Ø B39Fe GRAMPO GRAMPO AF LAV AF DM B19F TELA 3B B39Fd 31.0 B39Fe TUBULAÇÃO ÁGUA AF CX ACOPLADA ESGOTO LAV CFTV ELÉTRICA ELÉTRICA 186.0

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