QUE DEFINEM E LIMITAM VERTICALMENTE O EDIFÍCIO E SEUS AMBIENTES INTERNOS QUE CONTROLAM A PASSAGEM DE AGENTES ATUANTES.

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1 Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 2 VEDAÇÕES VERTICAIS: CONCEITOS BÁSICOS ALVENARIAS: CARACTERÍSTICAS E PROJETO Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção Civil 1 VEDAÇÕES VERTICAIS A VEDAÇÃO VERTICAL É UM SUBSISTEMA DO EDIFÍCIO, CONSTITUÍDO POR ELEMENTOS: QUE DEFINEM E LIMITAM VERTICALMENTE O EDIFÍCIO E SEUS AMBIENTES INTERNOS QUE CONTROLAM A PASSAGEM DE AGENTES ATUANTES. 2 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 1

2 VEDAÇÕES VERTICAIS portas Vedação interna Elementos de divisão interna e de controle 3 Elementos de divisão interna e de controle de acesso VEDAÇÕES VERTICAIS janelas Elementos de delimitação e de controle de acesso vedação exterior 4 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 2

3 VEDAÇÕES VERTICAIS Elementos constituintes VEDO o elemento que caracteriza a vedação vertical ESQUADRIA permite o controle de acesso aos ambiente REVESTIMENTO elemento que possibilita o acabamento decorativo da vedação (pode incluir o sistema de pintura ) 5 FUNÇÕES DAS VEDAÇÕES VERTICAIS PRINCIPAL: CRIAR (junto com as esquadrias e os revestimentos) CONDIÇÕES DE HABITABILIDADE PARA O EDIFÍCIO protegendo os ambientes internos contra a ação indesejável dos diversos agentes atuantes, controlando-os. Calor, frio, sol, chuva, vento, umidade, ruídos, intrusos. 6 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 3

4 FUNÇÕES DAS VEDAÇÕES VERTICAIS ACESSÓRIA: servir de suporte para os sistemas prediais e servir de proteção, quando os mesmos forem embutidos 7 Suporte e proteção de sistemas prediais 8 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 4

5 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Qual a parcela de custo, somente do VEDO no orçamento de um edifício convencional? TALVEZ 4% A 6% DO CUSTO TOTAL DA OBRA!! PORÉM,... 9 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Dá para acreditar que uma obra assim 10 seja eficiente? Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 5

6 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Dá para acreditar que uma obra assim 11 seja eficiente? IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Dá para acreditar que uma obra assim 12 seja eficiente? Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 6

7 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Dá para acreditar que uma obra assim 13 seja eficiente? IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Dá para acreditar que uma obra assim 14 seja eficiente? Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 7

8 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Dá para acreditar que uma obra assim 15 seja eficiente? IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Dá para acreditar que uma obra assim 16 seja eficiente? Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 8

9 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA JÁ, NUMA OBRA ASSIM, A COISA MUDA 17 DE FIGURA... IMPORTÂNCIA ECONÔMICA JÁ, NUMA OBRA ASSIM, A COISA MUDA 18 DE FIGURA... Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 9

10 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA JÁ, NUMA OBRA ASSIM, A COISA MUDA 19 DE FIGURA... IMPORTÂNCIA ECONÔMICA QUAL A PARCELA DE CUSTO, AS VEDAÇÕES VERTICAIS NO ORÇAMENTO DE UM EDIFÍCIO CONVENCIONAL? Compor: VEDO + ESQUADRIAS + REVESTIMENTOS ~ 20% DO TOTAL!!! 20 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 10

11 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA É PRECISO LEMBRAR QUE: A VEDAÇÃO VERTICAL concentra o maior desperdício de materiais e mão-de-obra Argamassa + bloco (alvenaria) Entulho que sai Entulho que fica A VEDAÇÃO VERTICAL influi em: 10% a 40% do custo do edifício 21 É só importância econômica???? Não!!! Temos que garantir que o edifício cumpra 22 as suas funções Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 11

12 PROBLEMAS PATOLÓGICOS PRECISAM SER EVITADOS!!! 23 PROBLEMAS PATOLÓGICOS PRECISAM SER EVITADOS!!! 24 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 12

13 Quais seriam os tipos principais de vedações? 25 TIPOLOGIAS PAREDES DE ALVENARIA MACIÇA DE CONCRETO de vedação estrutural de contraventameto moldada no local estrutural de vedação DIVISÓRIAS PAINÉIS moduladas monolíticas PESADOS LEVES arquitetonicos modulares sanduiche fachada cortina 26 fachada de esquadrias Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 13

14 VEDAÇÕES VERTICAIS Terminologia usual PAREDE tipo de vedo mais utilizado, se auto-suporta, é monolítico e moldado no local, definitivo, pode ser exterior ou interno. DIVISÓRIA vedo interno ao edifício com a função de subdividir o edifício em diversos ambientes, geralmente leve e pode ser removido com mais facilidade. 27 PAREDES DE ALVENARIA DE BLOCO DE CONCRETO DE BLOCO CERÂMICO DE BLOCO SÍLICO-CALCÁRIO DE BLOCO DE CONCRETO CELULAR DE BLOCO DE SOLO CIMENTO DE PEDRA, ETC. 28 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 14

15 PAREDES MACIÇAS DE CONCRETO DE CONCRETO CELULAR DE SOLO CIMENTO DE TAIPA, ETC. 29 DIVISÓRIA LEVE (DE PLACAS) MODULADAS (modular e removível). 30 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 15

16 DIVISÓRIA LEVE (DE PLACAS) DE GESSO ACARTONADO 31 DIVISÓRIA LEVE (DE PLACAS) DE GESSO ACARTONADO 32 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 16

17 PAINÉIS PESADOS Painéis ARQUITETÔNICOS préfabricados de concreto 33 PAINÉIS PESADOS Painéis ARQUITETÔNICOS préfabricados de concreto 34 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 17

18 PAINÉIS PESADOS Painéis pré-fabricados de concreto estruturais 35 VEDAÇÃO LEVE DE FACHADA VEDAÇÃO EM FACHADA CORTINA VEDAÇÃO EM ESQUADRIA VEDAÇÃO EM TELHAS e RÉGUAS METÁLICAS 36 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 18

19 VEDAÇÃO LEVE DE FACHADA VEDAÇÃO EM FACHADA CORTINA Vedação leve de fachada suportada por estrutura própria. Pode ser constituída de placas de vidro, painéis compósitos, placas metálicas, placas de pedra, placas cerâmicas, placas sintéticas, etc. 37 DESEMPENHO A VEDAÇÃO VERTICAL CONTRIBUI DECISIVAMENTE PARA O DESEMPENHO DO EDIFÍCIO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 19

20 PERMEABILI- DADE AO VAPOR DE ÁGUA CONFORTO HIGRO- TÉRMICO COR 39 DESEMPENHO DESEMPENHO TÉRMICO (principalmente isolação) DESEMPENHO ACÚSTICO (principalmente isolação) ESTANQUEIDADE À ÁGUA e CONTROLE DA PASSAGEM DE AR PROTEÇÃO E RESISTÊNCIA CONTRA A AÇÃO DO FOGO DESEMPENHO ESTRUTURAL (estabilidade, resistências mecânicas e deformabilidade) Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 20

21 DESEMPENHO CONTROLE DE ILUMINAÇÃO (natural e artificial) e de RAIOS VISUAIS (privacidade) DURABILIDADE CUSTOS INICIAL E DE MANUTENÇÃO PADRÕES ESTÉTICOS (de conforto visual) e FACILIDADE DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO ISOLAMENTO TÉRMICO CALOR TRANSMITIDO POR CONDUÇÃO Natureza do material Índice de vazios Umidade Espessura da parede Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 21

22 ISOLAMENTO TÉRMICO CALOR TRANSMITIDO POR CONVECÇÃO E RADIAÇÃO diferença de temp. com o ar velocidade do vento rugosidade cor brilho RESISTÊNCIA TÉRMICA (Rt): expressa a resistência que a parede impõe a passagem do calor, por condução, convecção e radiação ISOLAMENTO ACÚSTICO RUÍDO EXTERNO (FACHADA) RUÍDOS RUÍDO INTERNO (DIVISÓRIAS) VIBRAÇÕES (EQUIPAMENTOS) 44 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 22

23 ISOLAÇÃO SONORA PAREDES DIVISÓRIAS GARANTIR PRIVACIDADE IMPEDIR QUE RUÍDOS GERADOS EM AMBIENTES ESPECÍFICOS ATRAPALHEM AS ATIVIDADES EM OUTROS AMBIENTES 45 ISOLAÇÃO SONORA PAREDES PADRÃO DE 4 X 3 M DUAS CÂMARAS NUMA É GERADO UM RUÍDO PADRÃO EM FAIXAS FREQÜÊNCIAS (100 HZ A 4000 HZ) NA OUTRA E MEDIDA O QUANTO PASSA DESTE RUÍDO 46 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 23

24 ISOLAÇÃO SONORA 47 ISOLAÇÃO SONORA VALOR QUE PODE SER CONSIDERADO COMO EXECELENTE É CTSA 50 (parede dupla de tijolos maciços) FATORES INTERVENIENTES RIGIDEZ DO PAINEL (Material, espessura, formato, vinculações) MASSA SUPERFICIAL TEXTURA SUPERFICIAL ESTANQUEIDADE AO SOM 48 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 24

25 ISOLAÇÃO SONORA TIPO DE RECINTO EXIGÊNCIA ACÚSTICA NÍVEL DE RUÍDO ADMISSÍVEL (db) AUDITÓRIO PARA ORQUESTRAS clara distinção de sons débeis <26 ESTÚDIOS DE GRAVAÇÃO uso de microfones em posições afastadas da fonte <30 TEATROS, IGREJAS condições de audição muito boas <30 PEQUENOS AUDITÓRIOS audição sem amplificação eletrônica <42 DORMITÓRIOS condições de sono e repouso 34 a 47 SALAS DE ESTAR E CONVIVÊNCIA audição de rádio e televisão 38 a 47 ESCRITÓRIOS PRIVADOS boas condições de audição 38 a 47 GRANDES ESCRITÓRIOS moderadas condições de audição 42 a 52 SAGUÕES, LABORATÓRIOS condições razoáveis de audição 47 a 56 OFICINAS DE MANUTENÇÃO E condições moderadamente razoáveis SERVIÇOS de audição 52 a 61 OFICINAS, GARAGENS condições mínimas de audição a 66 LOCAIS ONDE NÃO HÁ não haver risco de perda de audição 66 a 80 NECESSIDADE DE COMUNICAÇÃO PCC 2515 Alvenaria Estrutural DESEMPENHO TERMO-ACÚSTICO DAS ALVENARIAS (com revestimento) BLOCO PESO (kg/m²) RT (m². C/W) AMORT. ACÚSTICO (db) concreto 9 cm ~148 0,37 49 concreto 14 cm ~196 0,42 51 cerâmico 9 cm ~120 0,59 47 cerâmico 14 cm ~143 0,67 48 sílico-calcário 14 cm ~172 0,45 50 concreto celular 15 cm ~115 1,25 44 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 25

26 RESISTÊNCIA AO FOGO CONTROLE DO PROCESSO DE COMBUSTÃO CONTROLE DOS COMBUSTÍVEIS CONTROLE DO AMBIENTE MEDIDAS DE CONTROLE DE FOGO SUPRESSÃO AO FOGO MANUAL OU AUTOMÁTICA DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVA CONFINAMENTO DO FOGO INTEGRIDADE DOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS 51 RESISTÊNCIA AO FOGO BLOCO ESP. (cm) CORTA FOGO PARA CHAMA ESTÁVEL AO FOGO concreto vedação 19 4h concreto estrutural 14 1h 4h 4h concreto celular 10 3h cerâmico estrutural cerâmico vedação cerâmico estrutural armado 14 2h 4h 4h 9 1 h 1,5 h 1,5 h 14 1,5 h 2h 2 h Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 26

27 RESISTÊNCIA AO FOGO DE ELEMENTOS SEPARADORES TEMPO DURANTE O QUAL OS ELEMENTOS DA CONSTRUÇÃO SUJEITOS A UMA ELEVAÇÃO PADRONIZADA DE TEMPERATURA MANTEM: A SUA ESTABILIDADE (ESTRUTURAIS) OU INTEGRIDADE, NÃO PERMITINDO A ELEVAÇÃO ACENTUADA DE TEMPERATURA NO LADO NÃO EXPOSTO AO FOGO (para-chama) NEM A PASSAGEM DE GASES QUENTES OU CHAMAS (corta-fogo) 53 RESISTÊNCIA AO FOGO ENSAIO 54 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 27

28 RESISTÊNCIA AO FOGO CRITÉRIOS DO ENSAIO ESTABILIDADE Não sofra ruptura com a carga de serviço INTEGRIDADE Não entre em colapso nem apresente trincas ou deformações excessivas 55 RESISTÊNCIA MECÂNICA Responsável pela SEGURANÇA ESTRUTURAL da vedação Capacidade de resistir aos esforços transmitidos pela estrutura Evitando fissuração e esmagamento Capacidade de absorver cargas de utilização Choques (pessoas, objetos, etc...) Cargas horizontais (vento) Cargas suspensas 56 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 28

29 SITUAÇÃO EM QUE A AÇÃO DO VENTO É MUITO SIGINIFICATIVA 57 ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE CHUVA Propriedade de extrema importância das vedações que compõem a fachada dos edifícios A penetração de água tem graves conseqüências na sanidade e habitabilidade das edificações e na durabilidade dos materiais Problema, quando existente, de difícil e onerosa recuperação 58 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 29

30 CONDIÇÕES PARA PENETRAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA LÂMINA NA FACHADA CHUVA JUNTAS PRESSÃO DE VENTO OU CAPILAR 59 ESTANQUEIDADE DE PAREDE 60 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 30

31 ESTANQUEIDADE DE PAREDE 61 ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE CHUVA PRINCIPAIS FATORES CARACTERÍSTICAS DOS COMPONENTES Permeabilidade, porosidade, capilaridade Continuidade da face externa para a face interna Existência de juntas entre componentes e seu tratamento 62 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 31

32 ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE CHUVA PRINCIPAIS FATORES PROTEÇÃO DA FACHADA Condições de exposição Criação de ressaltos e descontinuidade p/ descolar a lâmina Pingadeiras, beirais 63 CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES CAPACIDADE DE MATER-SE ÍNTEGRA AO LONGO DO TEMPO EVITAR O SURGIMENTO DE FISSURAS QUANDO OCORREM TENSÕES DE ORIGEM INTERNA TENSÕES DE ORIGEM EXTERNA IMPORTANTE NA DISSIPAÇÃO DAS TENSÕES IMPOSTAS PELA ESTRUTURA 64 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 32

33 IMPORTANTE NA DISSIPAÇÃO DAS TENSÕES IMPOSTAS PELA ESTRUTURA 65 IMPORTANTE NA DISSIPAÇÃO DAS TENSÕES IMPOSTAS PELA ESTRUTURA 66 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 33

34 IMPORTANTE NA DISSIPAÇÃO DAS TENSÕES IMPOSTAS PELA ESTRUTURA 67 IMPORTANTE NA DISSIPAÇÃO DAS TENSÕES IMPOSTAS PELA ESTRUTURA 68 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 34

35 CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES P1 CARGAS P2 PORTICO DE CONCRETO ARMADO LEITURAS 69 CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES: LIMITES 70 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 35

36 CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES: LIMITES SITUAÇÕES NORMAIS FISSURAS SURGIRAM COM DEFORMAÇÕES DE 1mm A 2 mm MELHORES SITUAÇÕES FISSURAS SURGIRAM COM DEFORMAÇÕES DE CERCA DE 3,8 mm 71 CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES: LIMITES 72 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 36

37 CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES: LIMITES 73 CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES: LIMITES SITUAÇÕES NORMAIS FISSURAS SURGIRAM COM DEFORMAÇÕES DE CERCADE 1,5mm MELHORES SITUAÇÕES FISSURAS SURGIRAM COM DEFORMAÇÕES DE CERCA DE 3,5 mm 74 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 37

38 ALVENARIA RACIONALIZADA ALVENARIA RACIONALIZADA Definida a partir de PARÂMETROS TÉCNICOS Com PLANEJAMENTO adequado Com TREINAMENTO da mão-de-obra Produzida com MATERIAIS DE QUALIDADE Executada segundo um PROJETO DE PRODUÇÃO Supervisionada através de sistemática de CONTROLE DA QUALIDADE Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 38

39 PARÂMETROS DEFINIDOS PELO PROJETO AUXILIA NA ESCOLHA, ATRAVÉS DE PARÂMETRO TÉCNICOS, DOS MATERIAS E COMPONENTES QUE DEVERÃO SER EMPREGADOS NA ALVENARIA; DEFINE GEOMETRICAMENTE AS PAREDES, EVITANDO-SE DESPERDÍCIOS E RETRABALHO COM QUEBRAS PARA AJUSTES E EMBUTIMENTOS; DEFINIÇÃO GEOMÉTRICA 78 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 39

40 DEFINIÇÃO GEOMÉTRICA 79 PARÂMETROS DEFINIDOS PELO PROJETO DEFINE REFORÇOS E DETALHES ADEQUADOS PARA O BOM ESEMPENHO DA ALVENARIA, COMPATIBILIZANDO OS MESMOS COM A FORMA DE EXECUÇÃO DA OBRA; COMPATIBILIZA AS ALVENARIA COM ESTRUTURAS E INSTALAÇÕES E OUTROS SUBSISTEMAS, DIMINUINDO A PROSSIBILIDADE DE IMPREVISTOS DURANTE A EXECUÇÃO; Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 40

41 DEFINIÇÃO GEOMÉTRICA 81 DESEMPENHO ADEQUADO 82 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 41

42 COMPATIBILIZAÇÃO 83 COMPATIBILIZAÇÃO 84 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 42

43 PARÂMETROS DEFINIDOS PELO PROJETO AUXILIA NO PLANEJAMENTO DA EXECUÇÃO POR FACILITAR O PLANEJAMENTO LOGÍSTICO DO SERVIÇO; ORIENTA QUANTO AS TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO MAIS ADEQUADAS (INCLUINDO EQUIPAMENTOS E SEQÜÊNCIAS DE EXECUÇÃO), CORRETAS TECNICAMENTE E PRODUTIVAS PLANEJAMENTO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 43

44 COMPATIBILIZAÇÃO DEFINE PARÂMETROS PARA O CONTROLE DA QUALIDADE DOS MATERIAIS E CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO DOS SERVIÇOS. PROCURA INTEGRAR AS SOLUÇÕES DE TODOS OS SUBSISTEMAS QUE POSSUEM INTERFACE COM A ALVENARIA. ESPECIFICAÇÕES E QUALIDADE 88 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 44

45 COMO DESENVOLVER O PROJETO DA ALVENARIA DE VEDAÇÃO?? 89 ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DADOS INICIAIS ESTUDO PRELIMINAR ANTEPROJETO PROJETO EXECUTIVO DETALHAMENTO IMPLANTAÇÃO RETROALIMENTAÇÃO CONCEITUAÇÃO GERAL COORDENAÇÃO E COMPATIBILIZAÇÃO DETALHAMENTO CONSTRUTIVO REVISÃO E RETROALIMENTAÇÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 45

46 ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO CONCEITUAÇÃO DO DESEMPENHO RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA NECESSIDADES ESPECÍFICAS, P. EX. RESISTÊNCIA, ISOLAMENTO ACÚSTICO, MONOLITICIDADE, ETC. CONCEPÇÃO DIMENSIONAL CONCEITOS GERAIS DE PRODUÇÃO TÉCNICAS E MÉTODOS EMPREGADOS PRÉ-MOLDAGEM INTERFERÊNCIA ENTRE SUBSISTEMAS ETC. CONCEITUAÇÃO GERAL DA ALVENARIA CONCEITUAÇÃO DE DESEMPENHO COMPORTAMENTO DAS PAREDES DURANTE A VIDA ÚTIL MAIOR ATENÇÃO EM SITUAÇÕES ESPECIAIS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 46

47 NECESSIDADES ESPECIAIS NECESSIDADES ESPECIAIS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 47

48 NECESSIDADES ESPECIAIS NECESSIDADES ESPECIAIS Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 48

49 RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA DEVEMOS OU NÃO FAZER O ENCUNHAMENTO DA ALVENARIA??? ONDE DEVEMOS COLOCAR TELAS OU OUTROS DETALHES DE LIGAÇÃO DA ALVENARIA?? A LIGAÇÃO COM A ESTRUTURA INDEPENDE DAS CARACTERÍSTICAS DA ESTRUTURA?? RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA DEFORMABILIDADE DAS ESTRUTURAS X CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES DA ALVENARIA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 49

50 PONTOS CRÍTICOS A OBSERVAR LOCALIZAÇÃO DE PAREDES SOBRE PARTES DEFORMÁVEIS DA ESTRUTURA; PAREDES SOBRE LAJES; PAREDES SOBRE BALANÇOS; NECESSIDADE DE ABSORVER DEFORMAÇÕES; POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE JUNTAS ESTÉTICA PÉ-DIREITO IMPERMEABILIDADE EXECUÇÃO, ETC. RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA ESTRUTURAS PRÉ- MOLDADAS ISOSTÁTICAS SOLIDARIZADA NO LOCAL ESTRUTURA EM LAJE PLANA ESTRUTURA RETICULADA DE GRANDES VÃOS ESTRUTURA RETICULADA DE PEQUENO VÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 50

51 ESTRUTURA PRÉ-FABRICADA ISOSTÁTICA ESTRUTURA RETICULADA DE GRANDE VÃO Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 51

52 LAJE PLANA PROTENDIDA RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA ALVENARIA PARTICIPA DA ESTRUTURA ALVENARIA LIGADA À ESTRUTURA ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 52

53 RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA ALVENARIA PARTICIPA DA ESTRUTURA ALVENARIA LIGADA À ESTRUTURA ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 105 ALVENARIA PARTICIPA DA ESTRUTURA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 53

54 ALVENARIA PARTICIPA DA ESTRUTURA 107 ALVENARIA PARTICIPA DA ESTRUTURA 108 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 54

55 ALVENARIA LIGADA À ESTRUTURA Não há nenhuma preocupação quanto a tornar independente o funcionamento da estrutura e da alvenaria; espera-se baixos níveis de transferência de cargas da estrutura para a alvenaria a alvenaria não é dimensionada para receber os esforços da estrutura 109 ALVENARIA LIGADA À ESTRUTURA situação mais comum esperada nos projetos - propicia a execução dos panos sem juntas adequada para estruturas que tenham moderados níveis de deformação instantânea e lenta 110 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 55

56 PANOS SEM JUNTAS 111 ALVENARIA LIGADA À ESTRUTURA Procura-se otimizar a capacidade de acomodar deformações das alvenarias argamassas adequadas não preenchimento da junta vertical fixação com argamassa de assentamento 112 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 56

57 Fixação com argamassa 113 Fixação com argamassa 114 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 57

58 FIXAÇÃO COM ARGAMASSA FIXAÇÃO COM ARGAMASSA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 58

59 Junta Vertical NÃO Preenchida 117 PREENCHIMENTO DAS JUNTAS VERTICAIS Fiadas de marcação; Blocos em contato com pilares e junta; seguinte; Nas intersecções de paredes; Paredes sobre lajes em balanço; Paredes esbeltas (h/e>30); Paredes sujeitas a empuxo; Sabbatini, Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 59

60 PREENCHIMENTO DAS JUNTAS VERTICAIS Paredes de andares altos, sem travamentos transversais, sujeitas ao vento; Paredes com a extremidade superior livre; Paredes muito secionadas; Paredes com extremidade livre e comprimento<h/3. Sabbatini, PREENCHIMENTO DAS JUNTAS VERTICAIS Paredes de Fachada QUANDO NÃO SE CONSEGUE GARANTIR A ESTANQUEIDADE PELO REVESTIMENTO 120 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 60

61 ALVENARIA LIGADA À ESTRUTURA Nesta situação procura-se privilegiar e otimizar a ligação entre os painéis de parede e a estrutura colocação de reforços metálicos (ferrocabelo ou tela) com os pilares chapiscar as interfaces com estrutura adicionando-se resinas nas argamassas de fixação 121 REFORÇOS METÁLICOS PAREDES X PILARES 122 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 61

62 REFORÇOS METÁLICOS PAREDES X PILARES 123 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA Tomam-se providências para tornar independente o funcionamento da estrutura e da alvenaria; Evita-se que níveis elevados de deformação da estrutura afetem o desempenho das paredes 124 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 62

63 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA Uso, por exemplo em estruturas prémoldadas, estruturas metálicas, estruturas esbeltas com grandes vãos, edifícios de grande altura, etc Deve-se pensar em apoios adequados para a estabilidade da alvenaria A alvenaria deve ser dimensionada para resistir aos esforços sem contar com a contribuição da estrutura 125 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA Obrigatoriamente existem descontinuidades nos panos - juntas Deve-se restringir a dimensão das paredes (juntas de controle) É importante atentar para a estanqueidade das juntas 126 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 63

64 descontinuidades nos panos - juntas Limitador de profundidade selante 127 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 128 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 64

65 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 129 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 130 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 65

66 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 131 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 132 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 66

67 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 133 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 134 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 67

68 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 135 ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA 136 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 68

69 ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DADOS INICIAIS ESTUDO PRELIMINAR ANTEPROJETO PROJETO EXECUTIVO DETALHAMENTO IMPLANTAÇÃO RETROALIMENTAÇÃO CONCEITUAÇÃO GERAL COORDENAÇÃO E COMPATIBILIZAÇÃO DETALHAMENTO CONSTRUTIVO REVISÃO E RETROALIMENTAÇÃO CONCEPÇÃO DIMENSIONAL DA ALVENARIA CRITÉRIOS PARA A DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS USO DE MODULAÇÃO AJUSTE ATRAVÉS DAS JUNTAS DE ASSENTAMENTO DIMENSÕES MÁXIMAS DAS JUNTAS DE ASSENTAMENTO CRITÉRIO DE AMARRAÇÃO DA ALVENARIA ESPESSURAS DE PAREDE A CONSIDERAR COORDENAÇÃO COM OUTROS COMPONENTES (PORTAS E JANELAS) 138 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 69

70 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL DA ALVENARIA Distribuição Horizontal AJUSTAR AS DIMENSÕES ATRAVÉS DA ESPESSURA DAS JUNTAS variação das juntas entre componentes variação das juntas entre alvenaria e pilares DEFINIR UMA MODULAÇÃO 139 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL DA ALVENARIA AJUSTAR AS DIMENSÕES ATRAVÉS DA ESPESSURA DAS JUNTAS FAMÍLIA DE COMPONENTES COM VÁRIOS SUB-MÓDULOS LIMITES MÁXIMOS E MÍNIMOS EM FUNÇÃO DE: preenchimento da junta vertical espessura dos revestimentos utilizados PADRÃO DE AMARRAÇÃO ENTRE FIADAS 140 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 70

71 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL DA ALVENARIA COMPONENTES COM SUB-MÓDULOS 141 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL DA ALVENARIA COMPONENTES COM SUB-MÓDULOS 142 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 71

72 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL DA ALVENARIA revestimento inferior a 5 mm revestimento superior a 10 mm junta vertical seca de 3 a 8 mm de 3 a 12 mm junta vertical preenchida de 8 a 15 mm de 8 a 15 mm 143 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL DA ALVENARIA JUNTA COM O PILAR mínimo 8 mm máximo 25 mm GARANTIR O PERFEITO PREENCHIMENTO EVITAR RETRAÇÃO EXCESSIVA 144 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 72

73 Junta vertical variável 145 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL Distribuição Horizontal MODULAÇÃO VERTICAL DEFINIDA É NECESSÁRIO INICIAR-SE NA FASE DE ANTEPROJETO, COMPATIBILIZANDO ARQUITETURA COM ESTRUTURA QUE MÓDULO USAR? 146 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 73

74 QUE MÓDULO USAR? 147 QUE MÓDULO USAR? Dimensões das paredes Possibilidade de amarração entre paredes O PROJETO TEM QUE INICIAR MODULAR 148 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 74

75 MODULAR MÓDULO 20 x 40 cm MODULAR MÓDULO 20 x 30 x 15 cm Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 75

76 PADRÃO DE AMARRAÇÃO ENTRE BLOCOS USUAL ½ BLOCO 151 PADRÃO DE AMARRAÇÃO ENTRE BLOCOS LIMITE H ¼ H (altura) 152 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 76

77 PADRÃO DE AMARRAÇÃO ENTRE BLOCOS USUALMENTE A MEIO BLOCO 153 PADRÃO DE AMARRAÇÃO ENTRE BLOCOS LIMITE DE AMARRAÇÃO A 1/4 DA ALTURA DO BLOCO 154 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 77

78 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL Distribuição Vertical DEFINIÇÃO DA ESPESSURA DA JUNTA: altura alvenaria x esquadrias altura alvenaria x estrutura rebaixos de lajes e vigas disponibilidade de sub-módulos 155 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL DA ALVENARIA ESPESSURA DA JUNTA HORIZONTAL mínimo 8 mm máximo 15 mm GARANTIR A DISTRIBUIÇÃO DE TENSÕES EVITAR INSTABILIDADE NO ASSENTAMENTO 156 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 78

79 JUNTAS HORIZONTAIS HORIZONTAIS: 8 a 14mm de espessura 157 CONCEPÇÃO DIMENSIONAL Outros componentes portas janelas pré-moldados Instalações 158 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 79

80 Conceitos Gerais de Produção LIGAÇÃO ENTRE PAREDES JUNTAS DE TRABALHO E CONTROLE REFORÇOS EM ABERTURAS RELACIONAMENTO COM INSTALAÇÕES RELACIONAMENTO COM ESQUADRIAS RELACIONAMENTO COM IMPERMEABILIZAÇÃO OUTROS LIGAÇÃO ENTRE PAREDES COM AMARRAÇÃO DA ALVENARIA componentes modulares componentes especiais 160 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 80

81 COM AMARRAÇÃO DA ALVENARIA 161 COM AMARRAÇÃO DA ALVENARIA Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 81

82 LIGAÇÃO ENTRE PAREDES COM AMARRAÇÃO DA ALVENARIA componentes modulares componentes especiais COM REFORÇOS METÁLICOS nas juntas em espaços grauteados 163 COM REFORÇOS METÁLICOS 164 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 82

83 Juntas de trabalho (controle ou movimentação) Consiste numa junta que separa um grande painel em painéis menores, limitando o comprimento da parede, evitando a concentração das tensões resultantes das deformações termo-higroscópicas da alvenaria e da retração na secagem dos componentes. Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 83

84 Conector de cisalhamento Juntas de trabalho (de controle) Onde localizar? Mudanças bruscas: parede muito longas altura espessura Esforços verticais concentrados 168 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 84

85 Juntas de trabalho (de controle) 169 Juntas de trabalho (de controle) 170 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 85

86 REFORÇOS CONSTRUTIVOS VERGAS, CONTRAVERGAS E COXINS Evitar fissuras onde ocorrem concentração de tensões 171 VERGAS Lmáx vão (cm) Até 120 de 120 a 200 de 200 a 250 α latmín verga (cm) hmín (cm) φ (mm) 5,0 6,3 8,0 172 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 86

87 VERGAS 173 VERGAS 174 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 87

88 VERGAS 175 CONTRA-VERGAS Lmáx vão (cm) α latmín verga (cm) de 60 a 120 de 120 a 200 Acima de hmín (cm) φ (mm) 5,0 6,3 6,3 176 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 88

89 CONTRA-VERGAS 177 CONTRA-VERGAS 178 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 89

90 CONTRA-VERGAS 179 CONTRA-VERGAS 180 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 90

91 INTERFACE COM INSTALAÇÕES RACIONALIZAÇÃO Embutimento de instalações rasgos na alvenaria danos à superfície podem seccionar a parede Cuidados: prévia execução da fixação à estrutura; cuidados específicos quando não fixada; corte: serra disco; 182 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 91

92 RASGOS NA ALVENARIA prévia execução da fixação à estrutura; cuidados específicos quando não fixada; corte: serra disco; 183 RACIONALIZAÇÃO 184 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 92

93 RACIONALIZAÇÃO 185 RACIONALIZAÇÃO 186 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 93

94 RACIONALIZAÇÃO 187 RACIONALIZAÇÃO 188 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 94

95 SHAFTS 189 SHAFTS 190 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 95

96 SHAFTS 191 Instalações Elétricas cuidados especiais com a marcação na laje; distribuída por todo pavimento interferência com o trabalho do pedreiro passagem do eletroduto pelos vazados dos blocos utilização de kits? 192 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 96

97 Instalações Elétricas 193 Instalações Elétricas 194 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 97

98 Instalações Elétricas 195 Esquadrias modulação; relação fixação esquadria x estrutura racionalização no assentamento contramarcos pré-moldados; batentes envolventes; gabaritos. 196 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 98

99 Esquadrias 197 Esquadrias 198 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 99

100 Esquadrias 199 Esquadrias 200 Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 100

101 Esquadrias Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco Escola Politécnica da USP ARCO-Assessoria em Racionalização Construtiva F. (0xx11) F. (0xx11) Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 101

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