ESQUADRIAS Resumo da aula

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1 ESQUADRIAS Resumo da aula

2 Os vãos têm como funções a vedação e a comunicação dos ambientes internos e externos do edifício. Ambos necessitam de obras e serviços, executadas com materiais, segundo determinadas técnicas e tecnologias para atender as condições de desempenho técnico-construtivo, a qualidade e a satisfação dos usuários.

3 Especificação das Esquadrias Localização do edifício De acordo com a região em que se localiza um prédio, as características das esquadrias se alteram. A cada projeto, é necessário entender as condições climáticas e urbanas que a esquadria deverá atender. Essas condições variam de acordo com a latitude, a altitude, a longitude e a localização urbana do prédio.

4 Especificação das Esquadrias Localização do edifício Dentro de cada região, a implantação - no topo de um morro, numa região elevada, com ventos predominantes, ou no fundo de um vale, por exemplo - também influencia nas condições das esquadrias. A norma NBR /2000, da ABNT, traz, entre outras coisas, um mapa com as regiões do país e as características dos caixilhos em desempenho e conforto ambiental (resistência ao vento, estanqueidade ao ar e à água, conforto termoacústico, entre outras).

5 Definição das Esquadrias - Portas Principais critérios de dimensionamento e escolha de portas: Largura e altura de passagem; Segurança; Interferência com usos dos ambientes; Custo e Manutenção.

6 Definição das Esquadrias - Janelas Principais critérios de dimensionamento e escolha de janelas: Área a iluminar e a ventilar (exigências mínimas legais, cálculos de iluminação natural); Eficiência na renovação do ar; Permeabilidade visual entre interior e exterior; Segurança; Interferência com usos dos ambientes; Custo e Manutenção

7 COE SP Lei Nº ANEXO I 11 COMPARTIMENTOS 11.2 ABERTURAS (PORTAS E JANELAS) As portas ou janelas terão sua abertura dimensionada na dependência da destinação do compartimento a que servirem, e deverão proporcionar resistência ao fogo, nos casos exigidos, isolamento térmico, isolamento e condicionamento acústicos, estabilidade e impermeabilidade. CÓDIGO DE EDIFICAÇÕES DE SÃO PAULO LEI Nº DE 25 DE JUNHO DE 1992

8 COE SP Lei Nº As aberturas para aeração e insolação dos compartimentos poderão estar ou não em plano vertical e deverão, observado o mínimo de 0,60 m² (sessenta decímetros quadrados) ter dimensões proporcionais à área do compartimento de, no mínimo: a) 15% (quinze por cento) para insolação de compartimentos dos "GRUPOS A e B"; b) 10% (dez por cento) para insolação de compartimentos do "GRUPO C. CÓDIGO DE EDIFICAÇÕES DE SÃO PAULO LEI Nº DE 25 DE JUNHO DE 1992

9 COE SP Lei Nº Metade da área necessária à insolação deverá ser destinada à aeração do compartimento. CÓDIGO DE EDIFICAÇÕES DE SÃO PAULO LEI Nº DE 25 DE JUNHO DE 1992

10 TIPOLOGIAS DAS ESQUADRIAS

11 Tipologia de Esquadrias Os requisitos que devem ser observados quanto ao tipo de acionamento de abertura das esquadrias são os seguintes: Garantia da área mínima de ventilação; Facilidade de manuseio; Condições adequadas para limpeza e manutenção; Segurança; Estética do conjunto.

12 Categorias das Esquadrias Convencionais: empregados entre vãos. Especiais: do tipo cortina de vidro, utilizados geralmente em grandes edificações.

13 Portas Comumente chamada de abrir (pivotante com dobradiças) Uso mais comum maior disponibilidade, escala de produção e preço; Familiaridade da mão-deobra com a colocação; Familiaridade do usuário com o uso; Pequena interferência com os ambientes (quando posicionada em cantos).

14 Portas Pivotante (com eixo central, como na ilustração, ou excêntrico) Interferência em ambos os ambientes atendidos; Largura de passagem reduzida pela posição do pivô.

15 Portas De correr Pequena interferência com ambientes; Flexibilidade de posicionamento. Embutida Externa faceada com a parede Externa sobreposta à parede

16 Portas Sanfonada e pantográfica ( porta camarão ) Menor interferência com ambientes atendidos; Flexibilidade na localização; Complexidade das ferragens (instalação e manutenção). Porta sanfonada Porta pantográfica ( camarão )

17 Janelas Fixa Área de ventilação zero; Equacionar limpeza e manutenção.

18 Janelas De abrir (pivotante com dobradiça) (a) folha dupla (b) folha simples 100% do vão de iluminação útil para ventilação; Interferência do curso da bandeira com usos junto à esquadria. (a) (b)

19 Janelas Pivotante (com eixo horizontal (a) ou vertical (b), com eixo central (c) ou excêntrico) (a) (b) Interferência com usos; 100% do vão de iluminação útil para ventilação; Atenção ao equilíbrio da peça. (c)

20 De correr Janelas Área de ventilação = 50% da área de iluminação; Pouca interferência com usos junto à esquadria; Atenção ao detalhamento dos trilhos quanto a vedação e manuseio; Janelas de 3 folhas

21 Janelas De correr Área de ventilação = 50% da área de iluminação; Pouca interferência com usos junto à esquadria; Atenção ao detalhamento dos trilhos quanto a vedação e manuseio; Janela integrada.

22 Janelas Sanfonada ( camarão ) Pouca ou nenhuma interferência com usos; Quase 100% do vão de iluminação útil para ventilação - eficiência na tiragem de ar quente e admissão de ar externo; Complexidade das ferragens (instalação e manutenção).

23 Janelas Guilhotina Com ou sem contrapeso; Área de ventilação = 50% da área de iluminação.

24 Janelas Janela de tombar Menor interferência com usos; 100% do vão de iluminação útil para ventilação - maior eficiência na tiragem de ar quente; Atenção ao peso da peça para manuseio.

25 Janelas Oscilobatente Menor interferência com usos 100% do vão de iluminação útil para ventilação maior eficiência na tiragem de ar quente Atenção ao peso da peça para manuseio

26 Janelas Projetante Interferência com usos na área externa; 100% do vão de iluminação útil para ventilação maior eficiência na entrada de ar fresco; Atenção ao peso da peça para manuseio.

27 Janelas Projetante deslizante Interferência com usos na área externa; 100% do vão de iluminação útil para ventilação maior eficiência na entrada de ar fresco; Atenção ao peso da peça para manuseio.

28 Janelas Basculante Pouca ou nenhuma interferência com usos; 100% do vão de iluminação útil para ventilação - eficiência na tiragem de ar quente e admissão de ar externo; Segurança contra invasão; Equilíbrio das peças facilita operação (atenção para detalhamento de partes móveis).

29 NÍVEIS, REQUISITOS E CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PARA ESQUADRIAS

30 FONTE: NBR : Esquadrias externas para edificações Parte 2: Requisitos e classificação. Rio de Janeiro, 2011.

31 NÍVEL DE DESEMPENHO MÍNIMO (M) PERMEABILIDADE À ÁGUA FONTE: NBR : Esquadrias externas para edificações Parte 3: Métodos de ensaio. Rio de Janeiro, 2011.

32 NÍVEL DE DESEMPENHO INTERMEDIÁRIO (I) PERMEABILIDADE À ÁGUA FONTE: NBR : Esquadrias externas para edificações Parte 3: Métodos de ensaio. Rio de Janeiro, 2011.

33 NÍVEL DE DESEMPENHO SUPERIOR (S) PERMEABILIDADE À ÁGUA FONTE: NBR : Esquadrias externas para edificações Parte 3: Métodos de ensaio. Rio de Janeiro, 2011.

34 M I S NÍVEIS DE DESEMPENHO PERMEABILIDADE AO AR FONTE: NBR : Esquadrias externas para edificações Parte 3: Métodos de ensaio. Rio de Janeiro, 2011.

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36 INSTALAÇÃO DAS ESQUADRIAS

37 VÃOS em ALVENARIA VERGA E CONTRAVERGA FONTE: Revista Techne Edição Julho2013.

38 VÃOS em ALVENARIA VERGA E CONTRAVERGA FONTE: Revista Techne Edição Julho2013.

39 VÃOS em ALVENARIA VERGA E CONTRAVERGA FONTE: Revista Techne Edição Julho2013.

40 VÃOS em ALVENARIA COORDENAÇÃO MODULAR FONTE: LUCINI, 2001.

41 VÃOS em ALVENARIA COORDENAÇÃO MODULAR FONTE: LUCINI, 2001.

42 VÃOS em ALVENARIA COORDENAÇÃO MODULAR FONTE: LUCINI, 2001.

43 VÃOS em ALVENARIA COORDENAÇÃO MODULAR Vão Modular (cm) 60 x x x 220 Ajuste Modular (cm) Marco + Contramarco (cm) Vão Iluminação Ventilação (cm) % Ilum-Vent sobre Vão (cm) 2,5 2,5 50 x 50 70% 2,5 2,5 110 x % 2,5 2,5 150 x %

44 INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS PADRONIZADAS COM GRAPAS

45 INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS PADRONIZADAS COM GRAPAS Espaço para alojar a grapa Vão com folga perimetral de 2cm na largura e 3cm na altura, segundo o fabricante da esquadria Fonte: Acesso em 30/08/11

46 INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS PADRONIZADAS COM GRAPAS Grapa

47 INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS PADRONIZADAS COM GRAPAS

48 INSTALAÇÃO DE ESQUADRIA PADRONIZADA POR COM GRAPAS FONTE: IIZUKA, T. P., 2001.

49 INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS PADRONIZADAS COM GRAPAS FONTE: IIZUKA, T. P., 2001.

50 INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS COM CONTRAMARCO

51 INSTALAÇÃO COM CONTRAMARCO Contramarco (1) Marco (2) (inferior, superior e lateral) Folha (3) Remates (4) Vidros (5) Baquetes (6) FONTE: REIS, M. N., 2006.

52 INSTALAÇÃO COM CONTRAMARCO contramarco paulistinha contramarco cadeirinha

53 INSTALAÇÃO COM CONTRAMARCO

54 INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS SEM CONTRAMARCO COM BUCHAS, PARAFUSOS E ESPUMA DE POLIURETANO

55 INSTALAÇÃO SEM CONTRAMARCO

56 INSTALAÇÃO SEM CONTRAMARCO ENCAIXE PARA A GUARNIÇÃO EXTERNA PERFIL APROPRIADO CÂMARA DE EXPANSÃO DE ESPUMA PARAFUSO E BUCHA PARA FIXAÇÃO MECÂNICA ARREMATE INTERNO INTEGRADO AO MARCO FONTE: IIZUKA, T. P., planta

57 INSTALAÇÃO COM BUCHAS, PARAFUSOS E ESPUMA DE POLIURETANO FONTE: IIZUKA, T. P., 2001.

58 INSTALAÇÃO SEM CONTRAMARCO Gabarito para requadramento do vão

59 Exemplo de instalação de janela de PVC com buchas, parafusos e com preenchimento do vão com espuma de poliuretano em alvenaria

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65 Exemplo de instalação de janela de PVC com buchas, parafusos e com preenchimento do vão com espuma de poliuretano em estrutura de madeira Vãos Dimensões esquadria: 657x1882 mm Dimensões do vão: 665x1890 mm Tolerância: 8 mm (junta perimetral 4 mm)

66 Fonte: TEAM BRASIL. Project Drawings. PD #7. Solar Decathlon Europe Informações gerais sobre o projeto disponíveis em :

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69 Medidas em mm

70 Janelas instaladas Fonte: Solar Decathlon Europe, Acesso em 05/02/13

71 INSTALAÇÃO DE PORTAS

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75 Fonte: 454 Acesso em 09/set/13

76 A B 35mm C 10 mm Porta semi-oca Porta sólida 1. Montante lateral 2. Enchimento interno 3. Enchimento interno 4. Capa interna (e ~ 3 mm) 5. Capa externa (e ~ 0,8 mm) A Largura da folha B Espessura da folha C Ajuste lateral

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78 PORTAS Junta perimetral: 1cm Ex.: porta de 80x210 cm com batente de 4,5cm Altura = ,5 + 1 = 215,5 cm Largura = 1 + 4, ,5 + 1 = 91 cm

79 PORTAS x SISTEMAS LEVES LSF

80 PORTAS x VEDAÇÕES EM GESSO ACARTONADO FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE CHAPAS DE DRYWALL. Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos. São Paulo: Pini, 2006.

81 PORTAS x VEDAÇÕES EM GESSO ACARTONADO FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE CHAPAS DE DRYWALL. Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos. São Paulo: Pini, 2006.

82 PORTAS x VEDAÇÕES EM GESSO ACARTONADO FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE CHAPAS DE DRYWALL. Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos. São Paulo: Pini, 2006.

83 PORTAS x VEDAÇÕES EM GESSO ACARTONADO FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE CHAPAS DE DRYWALL. Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos. São Paulo: Pini, 2006.

84 BIBLIOGRAFIA NORMAS - ESQUADRIAS EXTERNAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR : esquadrias externas para edificações. Parte 1 Terminologia. Rio de Janeiro, NBR : esquadrias externas para edificações. Parte 2 - Requisitos e classificação. Rio de Janeiro, NBR : esquadrias externas para edificações. Parte 3 - Métodos de ensaio. Rio de Janeiro, 2011.

85 BIBLIOGRAFIA NORMAS - PORTAS. NBR : Portas de madeira para edificações Parte 1: Terminologia e simbologia. Rio de Janeiro, NBR : Portas de madeira para edificações Parte 2: Requisitos. Rio de Janeiro, 2011.

86 BIBLIOGRAFIA NORMAS - DESEMPENHO DE EDIFÍCIOS. NBR : Edificações Habitacionais Desempenho Parte 1: Requisitos gerais. Rio de Janeiro, NBR : Edificações Habitacionais Desempenho Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas. Rio de Janeiro, 2013.

87 BIBLIOGRAFIA NORMAS - VIDROS. NBR 7199: Projeto, execução e aplicações de vidros na construção civil. Rio de Janeiro, NBR NM 293: Terminologia de vidros planos e dos componentes acessórios a sua aplicação. Rio de Janeiro, 2004.

88 BIBLIOGRAFIA NORMAS - PRESSÕES DE VENTO. NBR 6123: forças devidas ao vento em edificações. Rio de Janeiro, 1988.

89 BIBLIOGRAFIA MANUAIS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO ALUMÍNIO - ABAL. Manual de portas e janelas de alumínio. Disponível em: <http://www.abal.org.br/servicos/manuais/portasejanelas/ma nual.htm>. Acesso em: 23 set ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA - ABCI. Manual Técnico de Caixilhos - Janelas. CIP Câmara Brasileira do Livro. Editora Pini, São Paulo, 1991.

90 BIBLIOGRAFIA MANUAIS LUCINI, Hugo C. Manual Técnico de modulação de vãos de esquadrias. São Paulo: Pini, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE CHAPAS DE DRYWALL. Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos. São Paulo: Pini, 2006.

91 BIBLIOGRAFIA DISSERTAÇÕES REIS, M. N. dos. Processo de produção e uso do alumínio na construção civil: contribuição à especificação técnica das esquadrias de alumínio. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Universidade de São Paulo. FAUUSP: São Paulo. 2006, 342 p. (http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16132/tde /pt-br.php) IIZUKA, M. T. Instalação de esquadrias de alumínio: prática e inovação. (Mestrado). Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo. IPT: São Paulo p. (

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