X Ambiente e Salubridade

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1 X Ambiente e Salubridade 1. Abastecimento de Água A taxa de Cobertura de Abastecimento de água no Concelho de Pombal é de aproximadamente 99%, podendo deste modo considerar-se que cobre todas as freguesias e lugares. O Abastecimento de água no Concelho tem origem em 16 sistemas locais independentes entre si, tendo consequências ao nível dos custos de exploração e controle da água. Face a este fenómeno, a Autarquia tem previsto no sentido de amenizar ou resolver a situação a realização de um estudo técnico económico para novas captações da Mata do Urso ou com vista a integrar o Sistema Regional do Baixo Mondego. 163/194

2 A dimensão destes sistemas, varia entre um mínimo de 600 e um máximo de habitantes. Quadro 1 Sistemas de Abastecimento de Agua Designação do Sistema População Servida Casal da Rola Louriçal Caxaria Carriço Charneca Pombal Ourão Redinha Pedrogueira Guia Pipa Vila Cã Ribeira de Sto Amaro Louriçal Vale André Albergaria dos Doze Venda Nova Vermoil Lotº de São Cristóvão Pombal 600 Santiais Santiago de Litém Vale Bom Vila Cã Crespos Pombal Chã de Baixo Vermoil Anços Redinha Carnide Pombal Fonte: Revisão do PDM Face à população do Concelho, a capacidade de armazenamento e a disponibilidade de caudal são satisfatórias. A água consumida é de origem subterrânea e o tratamento é na generalidade desinfecção por cloragem, que é suficiente. Quadro 2 Sistema abastecimento de água no Concelho, nos Alojamentos Familiares Ocupados em 1981, 1991 e 2001 Sistema de Abastecimento de Água % Com Água Canalizada no Alojamento ,3 Rede Pública ,6 Rede Particular ,1 Com Água Canalizada só no Edifício ,7 Sem Água Canalizada ,0 Fontanário ou bica ,4 Poço ou furo Particular ,4 Outra ,3 Fonte: XI, XII, XIII e XIV Recenseamentos Gerais da População, 1970/81/91/2001. Pedrosa, Nélia do Carmo,"Caracterização do Concelho de Pombal ", /194

3 Em 2001, apenas 2% da população não era coberta pelo sistema de abastecimento de água. De notar, a importância do Poço ou furo particular que 1,4% da população sem água canalizada utilizava. Fazendo a análise evolucional nos alojamentos familiares, verifica-se um aumento significativo com água canalizada proveniente da rede pública na última década, um acréscimo de No entanto em 2001, cerca de 40% dos alojamentos familiares ocupados com água canalizada estão ligados à rede privada. Gráfico 1 Abastecimento de Água na Sub-região Pinhal Litoral, ,0 99,0 98,6 99,2 97,3 98,5 98,2 90,0 80,0 70,0 % 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 0,6 0,4 0,8 0,6 0,4 0,4 Batalha Leiria Marinha Grande Pombal 0,7 2,0 0,4 1,1 Porto de Mós 0,6 1,0 Pinhal Litoral Com Água Canalizada no Alojamento Com Água Canalizada só no Edifício Sem Água Canalizada Fonte: INE, Censos, 2001 Gráfico 2 Alojamentos com Água Canalizada na Sub-região Pinhal Litoral, ,0 82,7% 93,4% 79,8% 80,0 78,2% 75,7% % 60,0 56,6% 40,0 40,1% 20,0 16,3% 19,6% 18,3% 21,9% 0,0 5,5% Batalha Leiria Marinha Grande Pombal Porto de Mós Pinhal Litoral Rede Pública Rede Particular Fonte: INE, Censos, /194

4 Como se pode verificar no gráfico 2, Pombal é o concelho da Sub-Região Litoral com maior percentagem de alojamentos com água canalizada ligada a rede particular. De facto, uma percentagem significativa da população não solicitou a ligação à rede pública de abastecimento de água, utilizando água essencialmente de poços e furos individuais. Este facto, por um lado prende-se essencialmente com questões de ordem cultural, relacionadas com o hábito e a crença de que a água proveniente da rede pública tem qualidade inferior, devido à utilização de cloro na desinfecção, por lado relaciona-se com questões económicas. Gráfico 3 Alojamentos Sem água canalizada na sub-região Pinhal Litoral, ,4% 0,8% 0,3% 0,3% 0,1% 0,2% 0,0% 0,1% 0,2% 0,2% 0,0% 0,4% 0,3% 0,2% 0,1% 0,6% 0,2% 0,1% Batalha Leiria Marinha Grande Pombal Porto de Mós Pinhal Litoral Fonte: INE, Censos, 2001 Fontanário ou bica Poço ou furo Particular Outra No que respeita à análise dos alojamentos sem água canalizada, Pombal surge como o Concelho da sub-região Pinhal Litoral com maior percentagem (2%), seguindo-se de Porto de Mós (1,1%). Realce para a importância do Poço ou furo particular cobrindo 1,4 % dos alojamentos, percentagem muito superior aos restantes concelhos da Sub-Região. 166/194

5 2. Saneamento Básico Quadro 1 Rede de águas Residuais no Concelho de Pombal, 2003 Freguesia População Residente (Censos 2001) População Servida (Censos 2001) % De Habitantes Com Rede 14 Extensão Da Rede (m) Tratamento Abiúl ,7% Fossa Séptica + Trincheira de infiltração Albergaria dos Doze ,4% ETAR + Fossas Sépticas Almagreira ,0% Em espera (Fossa Séptica + Trincheira de infiltração) Carnide ,0% Em espera (ETAR do Louriçal) Carriço ,0% Louriçal ,2% Em espera (ETAR do Louriçal) Mata Mourisca ,9% ETAR Mata Mourisca Pelariga ,0% Em execução ETAR de Pombal Pombal ,0% ETAR de Pombal Redinha ,5% ETAR de Pombal Santiago de Litém ,9% ETAR + Fossas Sépticas São Simão de Litém ,1% ETAR + Fossas Sépticas Vermoil ,8% ETAR de Pombal Vila Cã ,1% Em espera (ETAR de Pombal) Meirinhas ,5% ETAR de Pombal Guia ,2% ETAR + Fossa Séptica Ilha ,0% 300 Em espera (ETAR do Louriçal) Total ,2% Fonte: CMP, dados 2003 Constata-se uma evolução muito notória no Concelho de Pombal da Rede de águas residuais, particularmente no tratamento dos efluentes, no entanto a percentagem de população servida actualmente por sistemas de saneamento básico é de cerca de 38,2% do total do Concelho, isto se tivermos em conta que os lugares onde existe rede de saneamento todos os habitantes estão servidos, o que nem sempre assim é. 14 Nota: Os valores apresentados encontram-se por excesso, dado que se considerou que nos lugares onde existe rede de saneamento, todos os habitantes estavam servidos 167/194

6 Quadro 2 sistemas em que se dividiu o Concelho de Pombal para efeitos de saneamento básico (10) Albergaria dos Doze Alhais Anços Redinha Arunca Centro Pombal Arunca Norte Almagreira Arunca Sul São Simão Carnide São João da Ribeira Guia Nabão Abiúl Pranto Louriçal Fonte: Revisão do PDM de Pombal Para efeitos de saneamento básico, dividiu-se o Concelho em 10 sistemas independentes: Albergaria dos Doze, Alhais, Anços-Redinha, Arunca Centro-Pombal, Arunca-Norte Almagreira, Arunca-Sul São Simão, Carnide- são João da Ribeira, Guia, Nabão Abiúl e Pranto-Louriçal. Quadro 3 População servida Fossas Sépticas Colectivas População servida Hab. Redes colectoras e sistemas de Tratamento População servida Hab. (sistemas de Pombal e Albergaria dos Doze) Fonte: Revisão do PDM A população servida por Fossas Sépticas colectivas e de 2947 habitantes. Para além disso, estão habitantes ligados a Redes Colectoras e Sistemas de Tratamento. O Município de Pombal, relativamente à questão da melhoria das condições sanitárias, ambientais e de bem-estar da população residente ou turística, possui projectos para um significativo nº de lugares e previstos outros a curto e médio prazo. 168/194

7 Quadro 4 Alojamentos Familiares, segundo o tipo de sistema de esgotos na Sub- Região Pinhal Litoral em 2001 Ligado a rede Pública Esgotos % Ligado a Sistema Particular de esgotos % Outros casos % Total Batalha , ,2 28 0, Leiria , , , Marinha Grande , , , Pombal , , , Porto de Mós , , , Pinhal Litoral , , , Fonte: INE, Censos 2001 Gráfico 4 Alojamentos familiares, segundo o tipo de sistema de esgotos na Subregião Pinhal Litoral em 2001 Pinhal Litoral Porto de Mós 34,5% 63,9% 1,5% 19,4% 69,7% 5,5% Pombal Marinha Grande 20,9% 12,7% 8,8% 0,2% 78,2% 0,9% Leiria Batalha 36,6% 62,1% 1,2% 34,3% 65,2% 0,6% 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 % Ligado a rede pública Esgotos Ligado a Sistema Particular de esgotos Outros casos Fonte: Quadro anterior Fazendo uma análise dos Alojamentos Familiares relativamente ao tipo de sistema de esgotos em 2001, constata-se que Pombal possui uma percentagem de 78,2 % de alojamentos ligados a sistema particular de esgotos, ocupando uma posição de destaque em relação aos restantes concelhos da Sub-Região Pinhal Litoral. Em 2001, apenas 20,9% dos Alojamentos do Concelho de Pombal estavam ligados à rede pública de esgotos. Realce para uma evolução significativa nos últimos 3 anos. 169/194

8 3. Resíduos Sólidos A recolha de resíduos sólidos abrange toda a área do Concelho de Pombal. Realiza-se mediante viaturas específicas de caixa fechada com compressão. A recolha é totalmente contentorizada, o município dispõe de recipientes de disposição colectiva normalizados distribuídos por todas as freguesias. Até Novembro de 2003, existiam cerca de contentores, o que corresponde a cerca de 26 habitantes por contentor, podendo considerar-se satisfatório. Quadro 6 Distribuição de Contentores de Resíduos Sólidos Urbanos no Concelho de Pombal, 2003 Freguesias Ano 2003 Total desde 1994 Abiúl Albergaria dos Doze 0 93 Almagreira 9 95 Carnide 1 58 Carriço 9 94 Guia 9 95 Ilha 8 65 Louriçal Mata Mourisca 2 60 Meirinhas 6 74 Pelariga 3 99 Pombal Redinha Santiago Litém S. Simão de Litém 3 84 Vermoil Vila Cã 6 83 Total Total Acumulado Até 2003/11/28 Fonte: Município de Pombal, dados 2003 Relativamente ao destino final dos resíduos sólidos, o Município de Pombal integra o sistema Valor Lis, que explora o Aterro sanitário de Barosa, para onde os lixos são transportados a partir de uma estação de transferência situada junto ao IC-8 próxima da sede de Concelho. 170/194

9 Quadro 7 Resíduos Recolhidos na Sub-Região Pinhal Litoral em 2001 Total (t) População servida Urbanos Com Sistemas de Recolha Recolha de Resíduos Total (t) Selectiva (t) (%) Batalha ,0 Leiria ,0 Marinha Grande ,0 Pombal ,0 Porto de Mós ,0 Pinhal Litoral ,0 Fonte: Anuário Estatístico da Região Centro 2002 Quadro 8 Materiais Reciclados Vendidos ou Cedidos na Sub-região Pinhal Litoral, 2001 Total Papel e Cartão (t) Vidro (t) Resultantes de recolha selectiva Papel e Cartão (t) Vidro (t) Batalha Leiria Marinha Grande Pombal Porto de Mós Pinhal Litoral Fonte: Anuário Estatístico da Região Centro 2002 No domínio da reciclagem verifica-se também uma melhoria significativa, existindo ecopontos espalhados pelo Concelho, prevendo-se a curto prazo a optimização destes por habitante. Média de Lixo por Habitante Por dia cada habitante do Concelho de Pombal produz em média 700g de lixo, valor considerado relativamente baixo. O que se poderá pela significativa ruralidade, em que a agricultura surge como actividade paralela e complementar. 171/194

10 4. Área Florestal Quadro 9 Área Florestal do Concelho de Pombal Área Florestal Total (ha) % Arbórea % Carvalho % Eucalipto % Pinheiro Bravo % Diversas 776 2% Rasteira % Folhada Eucalipto % Folhada Resinosas % Diversas 724 1% Áreas Naturais sem vegetação % Total Área Florestal % Fonte: Município de Pombal, " Projecto de Estudo das causas dos incêndios com vista à sua prevenção no Concelho de Pombal", 1998 Gráfico 5 Ocupação de área no Concelho de Pombal, segundo grandes grupos 5% 24% 71% Agrícola Florestal Ocupação Humana Fonte: Município de Pombal, " Projecto de Estudo das causas dos incêndios com vista à sua prevenção no Concelho de Pombal", 1998 Pombal surge com características marcadamente florestais, apresentando uma área Florestal de Ha, correspondendo a 71% de ocupação de área do Concelho. Predomínio da Espécie florestal Arbórea com destaque para o Pinheiro Bravo e o Eucalipto. 172/194

11 A área Agrícola ocupa 24% de área no Concelho, proporção significativa dominada por culturas rasteiras anuais com destaque para as hortas familiares, e para a vinha. Quadro 10 Área Florestal por Freguesia no Concelho de Pombal Zona Freguesias Área Florestal (%) Inculto Agrícola Ocupação (ha) Total Pinheiro Eucalipto Carvalho Diversas (%) Humana 1 Carriço % 66% 11% 1% 9% 11% 2% Guia % 68% 12% 0% 3% 13% 4% Louriçal % 40% 15% 0% 1% 6% 34% 5% Almagreira % 41% 26% 0% 1% 7% 22% 4% Pelariga % 33% 16% 0% 1% 18% 27% 4% 2 Mata Mourisca % 45% 22% 1% 3% 26% 3% Ilha % 55% 13% 0% 4% 20% 8% Carnide % 48% 18% 1% 3% 22% 7% Meirinhas % 35% 15% 0% 1% 9% 23% 17% Redinha % 20% 8% 1% 1% 46% 18% 6% 3 Pombal % 26% 9% 2% 2% 22% 30% 9% Vila Cã % 21% 12% 6% 1% 29% 27% 4% Abiúl % 24% 5% 7% 1% 33% 26% 4% Vermoil % 32% 8% 2% 2% 10% 37% 9% 4 Santiago Litém % 18% 17% 3% 2% 28% 29% 4% S. Simão Litém % 19% 8% 2% 2% 18% 43% 7% 5 Albergaria dos Doze % 42% 26% 0% 1% 14% 10% 6% Total % 38% 13% 2% 1% 17% 24% 5% Fonte: Município de Pombal, " Projecto de Estudo das causas dos incêndios com vista à sua prevenção no Concelho de Pombal", 1998 Obs. espaços em Branco, significa que a espécie não tem dimensão para ser cartografada 0%, significa que a espécie ocupa uma proporção territorial inferior a 0,5% Fazendo uma análise da área florestal por freguesia, confirma-se o peso do Pinheiro e do Eucalipto em todas as freguesias, com maior relevância nas Freguesias de Carriço, Guia e Ilha no caso do Pinheiro com percentagens entre os 50% e os 70%. O Eucalipto tem maior representatividade nas freguesias de: Almagreira, Mata Mourisca e Albergaria dos Doze com um peso superior a 20%. O Carvalho apresenta uma distribuição muito localizada, surgindo nas freguesias interiores do concelho, destacando-se Vila Cã e Abiúl com 6% e 7% respectivamente. 173/194

12 5. Incêndios Quadro 11 Nº de Incêndios por Mês e Área Queimada no Concelho de Pombal, no período de 1986 a 1995 Mês Nº Incêndios % Área Queimada (ha) % Janeiro Fevereiro 5 0,4 5 0,0 Março 51 3,8 24 0,2 Abril 70 5,2 82 0,5 Maio 39 2, ,9 Junho 113 8, ,9 Julho , ,2 Agosto , ,5 Setembro , ,4 Outubro 95 7,1 72 0,5 Novembro Dezembro Total , ,0 Fonte: Município de Pombal, " Projecto de Estudo das causas dos incêndios com vista à sua prevenção no Concelho de Pombal", 1998 De acordo com o Projecto de Estudo das causas dos Incêndios com vista à sua prevenção no Concelho de Pombal deste Município, os incêndios no concelho de Pombal incidem particularmente: nos meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro; aos sábados, o que se poderá relacionar com a presença humana mais significativa neste dia, devido ao exercício da agricultura como actividade completar, em part-time; No período compreendido entre as 13 e as 18 horas (48% dos incêndios). Quadro 12 Incêndios no Concelho de Pombal, por tipo de Incêndio em 2001, 2002 e 2003 Tipo de Incêndios Variação Absoluta Nº % Nº % Nº % 2001/ /03 Urbanos 59 21, , ,3 1-7 Industriais 7 2,6 10 3,2 10 3,4 3 0 Rurais , , , Total Fonte: Bombeiros Voluntários de Pombal 174/194

13 Fazendo uma análise do tipo de Incêndios no concelho entre 2001 e 2003, constata-se que são os incêndios rurais que detêm maior percentagem do total de incêndios, acima dos 70%. Segue-se os Incêndios Urbanos com um peso de 21,9% em 2001 e 18,3% em 2003, um decréscimo embora pouco significativo. Relativamente aos Incêndios Industriais, verifica-se uma diminuição significativa entre 2001 e 2003 Em termos genéricos, verifica-se uma diminuição do nº de incêndios entre 2002 e 2003 com menos 24 incêndios. Gráfico 6 Incêndios no Concelho de Pombal segundo o Tipo de incêndio em 2001, 2002 e 2003 Rurais 78,3% 77,7% 75,5% Industriais 3,4% 3,2% 2,6% Urbanos 18,3% 19,1% 21,9% 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 Fonte: Quadro anterior Gráfico 7 Área Queimada no Concelho de Pombal em 2001, 2002 e Fonte: Bombeiros Voluntários de Pombal 175/194

14 O Município de Pombal, iniciou em 2003 e com duração até 2007, um projecto no âmbito da Medida Agris, acção 3 Gestão Sustentável e Estabilidade Ecológica das Florestas, Sub-acção 3.4 Prevenção de riscos provocados por agentes Bióticos e Abióticos (componente 2), com uma área de intervenção de 1897 ha, com os seguintes objectivos fundamentais: Melhorar os acessos existentes de forma a auxiliar a exploração, a condução e a protecção da área florestal; Destruição da vegetação espontânea até 15m para cada lado da rede viária intervencionada, diminuir o risco de propagação de incêndios e facilitar o seu combate; Dotar a zona de uma rede hídrica com capacidade de resposta aos meios de combate a incêndios; Optimizar a utilização de rede viária e das estruturas de combate a incêndios; Criação de uma base cartográfica final do projecto, com todas as operações e infra-estruturas realizadas; Delimitação e cálculo da área total de intervenção; Elaborar plano de acção para prevenção de fogos florestais, com medidas coerentes para as situações tipo encontradas; Criar condições de espaço para lazer e descanso dos diversos grupos de utentes de zona. Criar áreas de sensibilização para os fogos florestais. 176/194

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