TÍTULOS DE CRÉDITO: ASPECTOS DESTACADOS COM ÊNFASE NA NOTA PROMISSÓRIA.

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ UNIVALI CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E JURÍDICAS - CEJURPS CURSO DE DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA / COORDENAÇÃO DE MONOGRAFIA TÍTULOS DE CRÉDITO: ASPECTOS DESTACADOS COM ÊNFASE NA NOTA PROMISSÓRIA. JACKSON PACHECO JAQUES Orientador: Professor Msc. Mário Slomp. Itajaí, 19 de novembro de 2009.

2 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ UNIVALI CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E JURÍDICAS - CEJURPS CURSO DE DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA / COORDENAÇÃO DE MONOGRAFIA TÍTULOS DE CRÉDITO: ASPECTOS DESTACADOS COM ÊNFASE NA NOTA PROMISSÓRIA. JACKSON PACHECO JAQUES Monografia submetida à Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, como requisito parcial à obtenção do grau de Bacharel em Direito. Orientador: Professor Msc. Mário Slomp. Itajaí, 19 de novembro de 2009.

3 AGRADECIMENTO: A Deus, por ter sido um Amigo fiel em todas as horas; A minha mãe Mara L. Pacheco, em memória do meu pai Aloísio V. Jaques que Deus o tenha, meus irmãos, em especial a minha esposa Gilsiane Cristina P. Jaques, bem como a toda minha família e amigos, pela compreensão e companheirismo nesta fase da minha vida.

4 O brocado dura lês, sed Lex não deve prevalecer, pois a norma não nasce para ser dura, mas sim justa. [Maria Helena Diniz]

5 DECLARAÇÃO DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE Declaro, para todos os fins de direito, que assumo total responsabilidade pelo aporte ideológico conferido ao presente trabalho, isentando a Universidade do Vale do Itajaí, a coordenação do Curso de Direito, a Banca Examinadora e o Orientador de toda e qualquer responsabilidade acerca do mesmo. Itajaí, 19 de novembro de Jackson Pacheco Jaques Graduando

6 PÁGINA DE APROVAÇÃO A presente monografia de conclusão do Curso de Direito da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, elaborada pelo graduando Jackson Pacheco Jaques, sob o título [Títulos de Crédito: aspectos destacados com ênfase na nota promissória. Foi submetida em 19/11/2009 à banca examinadora composta pelos seguintes professores: Mário Slomp, (orientador), e Eduardo E. Campos] (examinador), e aprovada com a nota [Nota] ([nota Extenso]). Itajaí, 19 de novembro de Prof. Msc. Antônio Augusto Lapa Professor Responsável pelo NPJ e Setor de Monografias

7 ROL DE ABREVIATURAS E SIGLAS CC/1916 Código Civil Brasileiro de 1916 CC/2002 Código Civil Brasileiro de 2002 CCF Lei do Cheque /66 CEJURPS Centro de Ciências Sociais e Jurídicas CNPJ CPF CPR CRFB/88 Cadastro nacional de pessoa jurídica Cadastro de pessoa física. Cédula de produto rural Constituição da República Federativa do Brasil LU Lei Uniforme Decreto n /66 MNI NF RG STF STF TJSC UNIVALI Manual de normas e instruções Nota fiscal. Registro geral de identidade. Supremo Tribunal Federal Supremo Tribunal Federal Tribunal de Justiça de Santa Catarina Universidade do Vale do Itajaí

8 ROL DE CATEGORIAS A exceção da pré-executividade: Ensina MIRANDA 1 ; Vale apenas salientar, que o primeiro mestre a elaborar algumas considerações sobre a matéria, em parecer datado de 1966, que em seu conteúdo apresenta argumentos que até hoje justificam sua aceitação pelos juízos de primeira e segunda instância. É pessoa física criadora de obra literária, artística ou científica, podendo alcançar às pessoas jurídicas nos casos previstos por lei. Artigo 11 da Lei 9610/98. Boleto Bancário: Para DAROLD 2 ; Em sua obra "Protesto Cambial Duplicatas x Boletos conceitua muito bem quando se refere aos boletos bancários como documento confeccionado a partir de dados transmitidos pelos credores, para fins de cobrança junto ao saco, permitindo o seu pagamento em banco distinto do depositário. É um formulário padronizado pelo Banco Central, por intermédio do Manual de Normas e Instruções (MNI). É utilizado pelos bancos e por seus clientes, para recebimento de valores quando existe uma compra e venda à prazo. Características de títulos de crédito: Segundo REQUIÃO 3 ; O título de crédito é um documento necessário para o exercício do direito literal e autônomo nele mencionado. Essa definição, concisa e precisa, foi adotada pelo Código Civil, em nosso país, cujo art. 887 propõe: 1 MIRANDA, Pontes de. Dez Anos de Pareceres. Vol. 4. Rio de Janeiro: Francisco Alves, DAROLD, Ermínio Amarildo. Protesto Cambial: Duplicatas x Boleto/ Pág REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial/ Pág

9 O título de crédito, documento necessário ao exercício do direito literal e autônomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei. Na ordem de pagamento alguém dá ordem para que interposta pessoa efetue o pagamento a um terceiro beneficiário. A expedição do título significa uma determinação para o pagamento. São exemplos: o Cheque, a Duplicata Mercantil, a Letra de Câmbio. A definição de REQUIÃO que cita o VIVANTE merece ser analisada mais a fundo, dadas às luzes com que ilumina a matéria. Dela defluem requisitos básicos do título. Cartularidade (documento necessário) O título de crédito se assenta, se materializa, numa cártula, ou seja, num papel ou documento. Para o exercício do direito resultante do crédito concedido torna-se essencial a exibição do documento. O documento é necessário para o exercício do direito de crédito. Sem a sua exibição material não pode o credor exigir ou exercitar qualquer direito fundado no título de crédito. VIVANTE, com esse conceito, substitui o vulgar, que combate pelo qual se afirma que o direito está incorporado ao título. Conceitos de título de crédito: Lembra FAZZIO 4 : O título de crédito é um documento representativo de obrigação literal e autônoma. É uma cártula que menciona uma ou mais obrigações, habilitando seu portador ao exercício concreto de seu crédito em face dos signatários. O título representa e substitui valores, com as vantagens de ser negociável e dotado de executividade. 4 FAZZIO, Júnior, Waldo, Fundamentos de direito comercial: empresário, sociedade empresária, títulos de créditos / Waldo Fazzio Júnior 4. Ed. São Paulo: Atlas, (série fundamentos jurídicos), página 116.

10 Duplicata Ensina FURHER, 5 Ao extrair a fatura de venda, ou após esse ato, pode o vendedor sacar uma Duplicata correspondente, para circular como título de crédito. A Duplicata deve ser apresentada ao devedor dentro de 30 dias de sua emissão, e este deverá devolvê-la dentro de 10 dias, com a sua assinatura de aceite ou declaração escrita esclarecendo por que não aceita. A cláusula à ordem. Significa dizer que a Duplicata pode circular por meio do endosso, fazendo com que cada um que tenha aposto sua assinatura no título se coobrigue pelo seu pagamento perante seu portador. Nota Promissória: Conforme ALMEIDA 6 ; A Nota Promissória reveste-se das mesmas características da letra de cambio ambos são títulos de crédito. Título cambial, já que à semelhança da letra de cambio pode ensejar o ágio (troca de papeis de crédito por dinheiro), é de natureza eminentemente comercial, ainda que esta não seja a qualidade de quem por ela se obrigue, a ela aplicando-se, igualmente, as disposições sobre a Letra de Câmbio. Na Nota Promissória, pode-se afirmar que o crédito fica estabelecido devido à emissão, e o emitente se obriga diretamente. 5 FUHRER, Maximilianus Cláudio Ame, resumo de Direito Comercial/ Pág ALMEIDA, Amador Paes de. Teoria e Prática dos Títulos de Crédito: 2007 p

11 SUMÁRIO RESUMO... 1 INTRODUÇÃO... 2 CAPÍTULO TÍTULOS DE CRÉDITO HISTÓRIA DOS TÍTULOS DE CRÉDITO ESPÉCIE DE TÍTULO DE CRÉDITO LETRA DE CÂMBIO (DECRETO N /1908, DECRETO N /66) NOTA PROMISSÓRIA (DECRETO N /1908, DECRETO N /66) CHEQUE (DECRETO N /66) DUPLICATA (LEI N /68) CONHECIMENTO DE TRANSPORTE WARRANT TÍTULO DE CRÉDITO RURAL (DECRETO-LEI N. 167/67) TÍTULO DE CRÉDITO INDUSTRIAL (DECRETO-LEI N. 413/69) LETRA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO DIFERENÇAS DOS PRINCIPAIS TÍTULOS DE CRÉDITO NOTA PROMISSÓRIA E LETRA DE CÂMBIO CHEQUE E LETRA DE CÂMBIO REQUISITOS DE VALIDADE LETRA DE CÂMBIO NOTA PROMISSÓRIA CHEQUE DUPLICATAS CAPÍTULO CARACTERÍSTICAS DOS TÍTULOS DE CRÉDITO... 26

12 2.1 CLASSIFICAÇÃO DOS TÍTULOS DE CRÉDITO QUANTO A CIRCULAÇÃO AO PORTADOR À ORDEM NOMINATIVOS QUANTO AO MODELO TÍTULO DE CRÉDITO DE MODELO LIVRE TÍTULO DE CRÉDITO DE MODELO VINCULADO QUANTO ÀS HIPÓTESES DE EMISSÃO TÍTULOS ABSTRATOS TÍTULOS CAUSAIS QUANTO A SUA ESTRUTURA FORMAL ORDEM DE PAGAMENTO PROMESSA DE PAGAMENTO CARACTERÍSTICAS DE TÍTULOS DE CRÉDITO ERROR! BOOKMARK NOT DEFINED LITERALIDADE AUTONOMIA CARTULARIDADE (DOCUMENTO NECESSÁRIO) INDEPENDÊNCIA ABSTRAÇÃO EXECUÇÃO A EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE BOLETO BANCÁRIO... ERROR! BOOKMARK NOT DEFINED HISTÓRICO DO BOLETO BANCÁRIO NO BRASIL... ERROR! BOOKMARK NOT DEFINED CONCEITO DE BOLETO BANCÁRIO... ERROR! BOOKMARK NOT DEFINED SISTEMÁTICA DO BOLETO BANCÁRIO... ERROR! BOOKMARK NOT DEFINED O BOLETO BANCÁRIO E OS TÍTULOS DE CRÉDITO ERROR! BOOKMARK NOT DEFINED PROTESTO DE BOLETO BANCÁRIO... ERROR! BOOKMARK NOT DEFINED JURISPRUDÊNCIA DE BOLETOS... ERROR! BOOKMARK NOT DEFINED. CAPÍTULO NOTA PROMISSÓRIA... 44

13 3.1 HISTÓRICO DA NOTA PROMISSÓRIA O QUE É A NOTA PROMISSÓRIA REQUISITOS DA NOTA PROMISSÓRIA FINALIDADES DA NOTA PROMISSÓRIA CARACTERÍSTICAS DA NOTA PROMISSÓRIA CONCEITO DE AVAL NATUREZA JURÍDICA DO AVAL QUEM PODE AVALIZAR LUGAR DO AVAL. A QUEM SE AVALIZA RESPONSABILIDADE DO AVALISTA FORMAS DO AVAL RELAÇÕES ENTRE AVALISTA E AVALIZADO TIPOS DE AVAL AVAL ANTECIPADO AVAL LIMITADO AVAIS SIMULTÂNEO CARACTERÍSTICAS DIFERENÇA ENTRE AVAL E FIANÇA CANCELAMENTO DO AVAL CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIA DAS FONTES CITADAS... 65

14 RESUMO A presente monografia tratou dos títulos de crédito nos aspectos destacados com ênfase especial na Nota Promissória. Buscou através dessa monografia demostrar de uma forma clara e eficáz, a importância de tal título em nosso ordenamento jurídico, bem como a evolução que veio ocorrendo em torno de nossa história. Essa pesquisa trouxe para mim valores imensuravéis, em razão do apredizado que obtive. Este trabalho tratou de definir o que é boleto, suas origens e aplicações, tratando da legitimidade ativa, pasiva, elementos, requisitos e pressupostos, bem como aplicabilidade dos títulos de créditos. suas diferenças, bem como as exigências. O primeiro capítulo tratou da história dos títulos de crédito, No segundo capítulo tratou-se das características dos títulos de crédito, suas exceções, pré-executividade, prazos e certeza, liquidez e exigibilidade. Falou-se sobre o Boleto Bancário. No terceiro capítulo tratou-se da Nota Promissória e aval, seu conceito, finalidade e característica, elementos subjetivos da relação jurídica.

15 2 INTRODUÇÃO crédito. A presente Monografia terá como objeto os títulos de Os objetivos serão: a produção de uma monografia para obtenção do grau de bacharel em Direito, pela Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI; falando sobre os títulos de crédito destacando os aspectos relativos à Nota Promissória. O tema é atual e relevante, pois, é comum a utilização dos títulos de crédito por parte das empresas. títulos de crédito. crédito. Para tanto, principiar-se-á, no Capítulo 1, tratando dos No Capítulo 2, tratando das características dos títulos de E no Capítulo 3, tratando de Nota Promissória. O presente Relatório de Pesquisa se encerrar-se-á com as Considerações Finais, nas quais serão apresentados pontos conclusivos destacados, seguidos da estimulação à continuidade dos estudos e das reflexões sobre Nota Promissória. hipóteses: Para a presente monografia serão levantadas as seguintes Todo título de crédito pressupõe de certeza, liquidez e exigibilidade nele expresso; O numerário expresso no título de crédito é reconhecido de imediato pela Lei, doutrina e jurisprudência.

16 3 Quanto à Metodologia empregada, registrar-se-á que, na Fase de Investigação 7 foi utilizado o Método Indutivo 8, na Fase de Tratamento de Dados o Método Cartesiano 9, e, o Relatório dos Resultados expresso na presente Monografia será composto na base lógica Indutiva. Nas diversas fases da Pesquisa, serão acionadas as Técnicas do Referente 10, da Categoria 11, do Conceito Operacional 12 e da Pesquisa Bibliográfica [...] momento no qual o Pesquisador busca e recolhe os dados, sob a moldura do Referente estabelecido [...]. PASOLD, Cesar Luiz. Prática da Pesquisa jurídica e Metodologia da pesquisa jurídica. 10 ed. Florianópolis: OAB-SC editora P [...] pesquisar e identificar as partes de um fenômeno e colecioná-las de modo a ter uma percepção ou conclusão geral [...]. PASOLD, Cesar Luiz. Prática da Pesquisa jurídica e Metodologia da pesquisa jurídica. P Sobre as quatro regras do Método Cartesiano (evidência, dividir, ordenar e avaliar) veja LEITE, Eduardo de oliveira. A monografia jurídica. 5 ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, p [...] explicitação prévia do(s) motivo(s), do(s) objetivo(s) e do produto desejado, delimitando o alcance temático e de abordagem para a atividade intelectual, especialmente para uma pesquisa. PASOLD, Cesar Luiz. Prática da Pesquisa jurídica e Metodologia da pesquisa jurídica. p [...] palavra ou expressão estratégica à elaboração e/ou à expressão de uma idéia. PASOLD, Cesar Luiz. Prática da Pesquisa jurídica e Metodologia da pesquisa jurídica. p [...] uma definição para uma palavra ou expressão, com o desejo de que tal definição seja aceita para os efeitos das idéias que expomos [...]. PASOLD, Cesar Luiz. Prática da Pesquisa jurídica e Metodologia da pesquisa jurídica. p Técnica de investigação em livros, repertórios jurisprudenciais e coletâneas legais. PASOLD, Cesar Luiz. Prática da Pesquisa jurídica e Metodologia da pesquisa jurídica. p. 239.

17 CAPÍTULO 1 TÍTULOS DE CRÉDITO 1.1 HISTÓRIA DOS TÍTULOS DE CRÉDITO De acordo com COELHO 14, Originaram-se os títulos de crédito no Império Romano. No direito romano o credor não podia cobrar os bens do devedor; daí a forma de cobrança cruel, admitida na Lei das XII Tábuas, que consistia em matar o devedor ou vendê-lo como escravo. Mais tarde, a garantia pessoal e corporal do devedor foi substituída pela de seu patrimônio, embora permanecesse muito formal a transmissão de crédito através da cessão, que importava, como ainda hoje, a notificação do devedor. Na idade Média, devido a maior intensidade e desenvolvimento do tráfico mercantil, procurou-se a circulação de capitais, através do aperfeiçoamento dos títulos de crédito, surgindo à letra de câmbio. Desde então se difundiu o uso dos títulos de crédito sob vários tipos e espécies. O crédito, ou seja, a confiança que uma pessoa inspira a outra de cumprir, no futuro, obrigação atualmente assumida, veio facilitar grandemente as operações comerciais, marcando um passo avantajado para o desenvolvimento das mesmas. Para entender o avanço mundial dos títulos de crédito, que se iniciou na era Romana, e teve um avanço na cultura ocidental, pois como poderia uma espécie de papel, substituir um objeto de ouro, ou uma matéria como cobre prata, ou até mesmo comida, esses avanço para uma sociedade seleto, onde poucos tinham o conhecimento. Era difícil até mesmo para sábio aceitar tais procedimentos, ou seja, havia uma cultura como o texto já descrevia que não havia uma promessa de 14 COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. 14ª ed. São Paulo: Saraiva Pág. 369.

18 5 dívida ou mesmo um débito, tinha que ser pago, se um escravo você morto, pagavas se com outro, poderia até haver a substituição de outro objeto, gênero ou coisas. Estudiosos afirmam que os títulos de crédito tiveram sua origem na Idade Média, provavelmente no século XIII, não se sabe o certo, surgindo com a exigência de um documento para firmar acordos financeiros. Com as feiras de mercadores existentes neste período, foi necessário ter uma forma de trocar os vários tipos de moeda que circulavam, além de que na época os assaltos eram freqüentes. Havia dois tipos de câmbio, o manual e o trajetício. A partir do século XV, os títulos de crédito foram evoluindo em diferentes lugares da Europa, buscando satisfazer os interesses dos comerciantes da época. Em Roma, não tinha documento que provasse a existência dos títulos de crédito, mas, no chamado período italiano (até 1673), o comércio funcionava com base na confiança, ou seja, usava-se do câmbio trajetício apenas para trocar documento por moeda. Já no período francês (1673 a 1848), os títulos de crédito passam a ser instrumento de pagamento, nessa época surge o endosso, e não podiam ser abstratos, teriam que apresentar causa específico e provisão de fundos, ou seja, apenas com saldo disponível o título seria pago. No período alemão (1848 a 1930) surgiu o título de crédito propriamente dito. Nessa época, o título se tornou abstrato, não tinha causalidade e nem exigência de fundos, mas existia o aceite, dado pelo sacador, atribuindo responsabilidade de pagamento ao sacado. Começou, assim, o processo de conceituação dos títulos de crédito, além de conferências para elaborar uma legislação uniforme, realizadas na cidade de Haia, Suíça. A uniformização das leis dos títulos de crédito aconteceu no período moderno (1930), nesta fase, os países se reuniram para criar uma legislação única, que foi denominada Lei Uniforme Título de Crédito é o documento necessário, literal e autônomo, nele contido e de Genebra. O Brasil incorporou esta lei apenas em 1966, através do Decreto /66, sendo que antes a nossa lei era pelo Decreto 2.044/1908.

19 6 O conceito que melhor define título de crédito está no livro do COELHO 15, onde ele faz menção à definição de título de crédito, Título de Crédito é o documento necessário, literal e autônomo, nele contido. Para COELHO são três as características que distinguem os títulos de crédito dos demais documentos representativos de direitos e obrigações: o fato dele referir-se unicamente a relações creditícias; sua facilidade na cobrança do crédito em juízo (não há necessidade de ação monitória); e, finalmente, pela fácil circulação e negociação do direito nele contido 16. Para melhor explicar o título de crédito, podemos compará-lo a um contrato privado. O contrato, instituto de Direito Civil, apresenta diversos princípios, como: a autonomia da vontade; capacidade das partes para contratar; e o objeto lícito. Na prática, o contrato, devido ao subjetivismo das partes, não se transfere por mera circulação, ou seja, não há efeitos se ocorrerem transmissão do mesmo, pois este ato jurídico fica restrito às partes contratantes. Já os títulos de crédito, têm a confiança e o tempo como elementos incorporados. A confiança é necessária, pois, o crédito se assegura numa promessa de pagamento, e como tal, deve haver entre o credor e o devedor uma relação de confiança. O tempo é fundamental, visto que no sentido do crédito é o pagamento futuro que configura a promessa, pois, o adimplemento à vista, inutilizaria a devolução posterior do valor. Neste sentido, ensina BERTOLDI 17 ; O crédito, entendido em seu aspecto econômico como a troca de um bem presente por outro futuro, sempre foi fundamentado para o desenvolvimento da atividade empresarial, na medida em que o empresário pode utilizar-se de um bem que não lhe pertence, especialmente recursos financeiros, aplicando-o em seu oficio. 15 COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial/Pág COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial/ Pág BERTOLDI, Marcelo M. Curso avançado de direito comercial/ Marcelo M. Bertoldi, Márcia Carla Pereira Ribeiro 3. Ed. Reform. Atual. E ampl. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2006, Pág. 351.

20 7 Como resultado dessa operação tem-se a viabilidade do desenvolvimento de uma determinada atividade econômica, cujo capital o empresário, a princípio não detinha. Um dos pressupostos fundamentais do crédito é a confiança que o credor tem no devedor e nos instrumentos jurídicos que amparam seu direito creditício, dando lhe a necessária segurança quanto ao recebimento, no futuro, do bem confiado ao devedor. O crédito é fundamental importância para implementação das mais variadas atividades econômicas. Para o comerciante, a possibilidade de oferecer seus produtos mediante pagamento a prazo significa facilitar, em muito, o poder de compra de seus clientes, fazendo que suas vendas aumentem. Veremos a importância do crédito para o desenvolvimento empresarial, no ramo industrial e agropecuário. Para o industrial, obter crédito perante uma instituição financeira ou de fomento significa a viabilização de um empreendimento que, com recursos próprios, não teria condições de desenvolver. Para o agricultor, a possibilidade de tomar empréstimo para custear a lavoura com objetivo de paga-la com os frutos da colheita significa a oportunidade de ampliar em muito sua capacidade de produção. Enfim, não é difícil de verificar que o crédito é instrumento essencial para o crescimento da economia. Diante de tão importante instrumento econômico, tornou-se necessário à criação de um instituto jurídico apto e garantir os direitos do credor diante da eventualidade do não pagamento por parte do devedor. Surge, então, o título de crédito. Diante da facilidade com que circulam, os títulos de crédito foram recepcionado no meio empresarial como forma ágil e razoavelmente segura de realizar negócios, facilitando e potencializando a circulação de riquezas. A história traz que o crédito é uma obrigação pessoal, onde não há diferença entre a pessoa e sujeito de direitos e obrigações. Antigamente, o crédito era tido como uma obrigação pessoal entre credor e devedor, em que o credor detinha direitos perante a própria pessoa do devedor, pois não havia separação entre a pessoa com sujeito de direitos e obrigações e seu patrimônio. Muitas vezes, a obrigação era satisfeita com a própria vida do devedor ou com a sua liberdade o devedor poderia ser morto ou transformado em escravo diante da sua impossibilidade de adimplir as dívidas contraídas. Superado esse período obscuro, ao admitir-se a separação entre a pessoa do devedor e seu patrimônio. Surgiu a possibilidade de transmitir o crédito por meio da sua cessão, figura jurídica típica do direito civil, que, como tal, resguarda a característica de não permitir

21 8 a livre circulação do crédito como ocorre com os títulos de crédito, sujeitos aos princípios do direito cambiário. Os títulos de crédito diferenciam-se dos demais documentos representativos de obrigação pelo fato de não comportarem nenhuma outra obrigação a não ser aquela relativa ao pagamento de determinada quantia. Não se admite que um título de crédito determine a obrigação de entregar determinada coisa, de fazer ou não fazer, conforme ocorre com as obrigações de um modo geral. Assim, enquanto temos títulos de crédito que tãosomente representam a existência de uma relação de crédito entre o credor e devedor, vislumbra-se também à hipótese da existência de contratos que não são títulos de crédito que obrigam alguém a realizar alguma tarefa, a entregar um determinado bem ou a não executar um ato especifico. Além disso, os títulos são de fácil executividade a cobrança do crédito em juízo, por lei, não necessita de uma ação de conhecimento prévio, pois são considerados títulos executivos extrajudiciais. Nos termos do art. 585, I, Código de Processo Civil e estão sujeitos a um regime legal que propicia sua livre circulação, de forma a possuírem alta negociabilidade, a ponto de se dizer que os títulos de crédito são criados para circularem e não para permanecerem nas mãos do credor primitivo. Tais características não se verificam nos chamados instrumentos de crédito civis. Lembra FAZZIO 18 : Juridicamente, o crédito é o direito a uma prestação futura. Assentase, pois, na confiança e no prazo. Os títulos de crédito incorporam, representam e mobilizam esse direito. O título de crédito é um documento representativo de obrigação literal e autônoma. É uma cártula que menciona uma ou mais obrigações, habilitando seu portador ao exercício concreto de seu crédito em face dos signatários. O título representa e substitui valores, com as vantagens de ser negociável e dotado de executividade. 18 FAZZIO, Júnior, Waldo, Fundamentos de direito comercial: empresário, sociedade empresária, títulos de créditos / Waldo Fazzio Júnior 4. Ed. São Paulo: Atlas, (série fundamentos jurídicos), página 116.

22 9 Em regra, não importar a origem das obrigações mencionadas no título de crédito. Uma vez corporificados no documento, transformam-se em obrigações cartulares, conferindo ao portador do título, direito de crédito. Como exemplo, basta citar a obrigação extracartular de indenizar representada pela emissão de uma Nota Promissória e a obrigação cambial de seu avalista. Com a emissão do título, ambos, emitente e avalista, devem da mesma forma o valor nele mencionado, embora a do primeiro tenha raiz extracartular, enquanto a do segundo seja eminentemente cambiária. O art. 888 do CC de 2002 estatui que a omissão de requisito legal que invalide o título não implica a invalidade do negócio jurídico que lhe deu causa. Dotado de rigor formal, o título de crédito não pode ser complementado, modificado ou anulado por qualquer outro documento 19. Conforme ensina SOUZA 20 O crédito é um fator importante de desenvolvimento que acompanha a própria historia da civilização, sendo fácil visualizar o quanto era difícil à circulação de riquezas sem os títulos de crédito. Os títulos de crédito surgiram na Idade Média, com o surgimento da Letra de Câmbio, precursora dos mesmos. Foi, portanto, com a finalidade de permitir a circulação de riquezas que surgiram os títulos de crédito. O título de crédito é o documento necessário para o exercício do direito literal e autônomo nele mencionado. Trata-se de um documento, material, corpóreo, donde concluir-se pela clássica definição, que, inexistindo documento, igualmente inexistirá título de crédito. 19 BERTOLDI, Marcelo M. Curso avançado de direito comercial/ Pág SOUZA, Josyanne Nazareth de, Direito Comercial I/ Josyanne Nazareth de Souza São Paulo: Saraiva (coleção Packets Jurídicos/ coordenadores Fernando Capez e Rodrigo Colnago, p. 124

23 10 O art. 887 do CC dispõe que o título de crédito, documento necessário ao exercício do direito literal e autônomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da Lei. 1.2 ESPÉCIE DE TÍTULOS DE CRÉDITO Através da corrente positivista, várias são as espécies de crédito. Entre as mais conhecidas podem-se destacar: Alguns autores incluem entre as espécies de títulos de crédito os valores mobiliários emitidos pelas sociedades anônimas, tais como ações debêntures, partes beneficiárias e bônus de subscrição. Tal pensamento, não deverá prosperar, pois segundo Bertoldi, os valores mobiliários emitidos pelas companhias não representam tão-somente um crédito a que tem direito seu titular. Para entender as diferenças dos títulos bem como a espécie, temos que retroagir, ou seja, voltar na história, para que possamos compreender as diferenças. Ensina-nos BERTOLDI 21 : Os títulos de crédito, no direito brasileiro, tiveram sua primeira regulamentação no Código Comercial de Os arts. 354 a 427 tratavam das letras de câmbio, notas promissórias e créditos mercantis de um modo geral, regra que perdurou até o advento do Dec. 2044, de 1908, que regula a Letra de Câmbio e a Nota Promissória. Com a disseminação dos títulos de crédito por todo o mundo civilizado, em especial no comércio internacional, várias foram às tentativas de criar uma regra uniforme entre os Estados soberanos para regular os títulos de crédito. Depois de inúmeras tentativas, a Liga das Nações, sob argumento de evitar dificuldades originadas pelas diversidades da Legislação nos 21 BERTOLDI, Marcelo M. Curso avançado de direito comercial/ Pág. 355.

24 11 vários países em que o título de crédito circulava e aumentar assim a segurança e rapidez das relações de comércio internacional, promoveu as conferencias internacionais de Genebra1930 e Em 1930, foram assinadas as seguintes convenções: a) adotar uma lei uniforme sobre letras de câmbio e notas promissórias; b) relativa a conflitos de leis em matéria das letras de câmbio e Nota Promissória; e c) sobre selos em Letra de Câmbio e Nota Promissória. O Congresso Nacional (Dec. Leg. 54, de 1964), aprovou as aludidas convenções, e começa vigorar pelo Decreto do Presidente da República , de 1966, a partir de então, a Letra de Câmbio e a Nota Promissória a chamada Lei Uniforme Letra de Câmbio No que diz respeito à Letra de cambio, explica FAZIO 23 ; Sob a denominação cambias, abrigam-se a letra de câmbio e a nota promissória. A letra de câmbio é um título completo, base de todos os outros títulos de crédito. Na letra de câmbio intervêm fundamentalmente três pessoas: Sacador ou emissor (pessoa que dá a ordem de pagamento, criando a letra), (pessoa que, aceitando a letra, deve pagar seu valor); Tomador (pessoa que recebe a letra de câmbio do sacador e pode cobrá-la no vencimento, ou seja, a pessoa a quem a letra deve ser pagar). Pode a letra ser sacada em benefício do próprio sacador, que, então, será também beneficiário, bem como ser sacada contra próprio sacador, que, nesse caso, será o mesmo tempo emitente e sacado. No entanto enfatize-s que o sacado, enquanto não aceitar, não é um obrigado cambial. 22 Convenção essa que o Brasil é signatário, e que tem sua eficácia supra legal, não esta nem abaixo da CFRB/88 e nem acima de uma Lei ordinária, apreciação do STF. 23 FAZZIO, Júnior, Waldo, Fundamentos de direito comercial/ Pág

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