O Infinito pela Arte: pinceladas de uma pesquisa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Infinito pela Arte: pinceladas de uma pesquisa"

Transcrição

1 O Infinito pela Arte: pinceladas de uma pesquisa Cássia Aline Schuck 1 GD5 História da Matemática e Cultura Resumo do trabalho. O infinito pela arte. Que discursos sobre o infinito a arte pode suscitar? Por que saber esses discursos seria interessante? Pincelamos neste texto, aportes teórico-metodológicos de uma pesquisa em desenvolvimento pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica da Universidade Federal de Santa Catarina. Ela aproxima Arte e Matemática para se pensar em Educação Matemática. Como base teórica esta pesquisa se apóia nos estudos da cultura visual, e na perspectiva da visualidade para a educação matemática (Flores, 2013). Um pensamento sobre o infinito é apontado nas obras de Rafael, Van Gogh e Escher. Palavras-chave: Arte. Matemática. Infinito. Cultura Visual. Educação Matemática. O infinito, como tema de pesquisa, cativou-me, enquanto pesquisadora, desde a graduação. Prova disto é meu Trabalho de Conclusão de Curso 2, um estudo que buscou relacionar o pensamento matemático por meio de imagens de pinturas artísticas. No momento, nosso objetivo era compreender como práticas de olhar e representar o infinito que foram instituídas no âmbito da cultura, transformando-se em um modelo representativo tanto na Arte, quanto na Matemática. Recorte do projeto Práticas de Olhar na Pintura Catarinense 3, o trabalho teve como lugar de estudo as manifestações artísticas catarinenses, em particular, a arte plástica do artista catarinense Victor Meirelles. Logo depois, surgiu a oportunidade de pesquisar como modos específicos de representar o infinito foram inventados no espaço pictórico em diferentes momentos da história. Fruto deste estudo, conjuntamente com colegas do GECEM Grupo de Estudos Contemporâneos e Educação Matemática 4, do qual faço parte desde 2011, é o artigo intitulado Aporética do Infinito: [des]caminhos na matemática e na pintura 5. Nele também encontramos alguns aspectos históricos e epistemológicos do conceito de infinito. 1 Universidade Federal de Santa Catarina, orientadora: Profa. Dra. Cláudia Regina Flores. 2 Defendido em 2012 e orientado pela Profa. Dra. Cláudia Regina Flores. 3 Este projeto é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordenado pela Profa. Dra. Cláudia Regina Flores. 4 Cadastrado no Diretório de Grupos do CNPq desde 2009 e coordenado pela Profa. Dra. Cláudia Regina Flores. 5 Publicado na ALEXANDRIA, Revista de Educação em Ciência e Tecnologia, v.6, n.1, p , em abril de 2013.

2 Para a pesquisa de mestrado pretendo cartografar uma aplicação didática, envolvendo Arte e Matemática, para se pensar práticas de olhar ao infinito. Para isso, voltamo-nos aos discursos, aos modos de olhar e de representar o infinito nas obras de arte, que foram inventados e praticados na história, constituindo-se em verdades que moldam nossa forma de pensá-lo. Tal pesquisa está em andamento desde o início deste ano, e é ligada ao PPGECT Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica da Universidade Federal de Santa Catarina. Relacionando Arte e Matemática para a Educação Matemática Considerar elementos da Arte e da Matemática, problematizando a formação de modos de olhar, é uma proposta que vem sendo trabalhada por Flores 6 e pelos integrantes do GECEM nos últimos anos. Para isso propomos um deslocamento do conceito de visualização para o de visualidade como estratégia de análise, entendendo visualidade como a soma dos discursos que informam como nós, vemos, olhamos as coisas e para as coisas (Flores, Wagner e Buratto, 2012, p. 43). Nas pesquisas realizadas por Zago e Flores (2010), Wagner (2012) e Flores, Wagner e Buratto (2012), podemos averiguar que as pesquisas relacionando Arte e Matemática na Educação Matemática geralmente estão no nível de ensino e aprendizagem em sala de aula, ou seja, no processo de visualização. Já esta pesquisa sai dos habituais questionamentos de ordem cognitiva e corrobora com a teorização proposta por Flores (2013) denominada perspectiva da visualidade para a visualização na Educação Matemática. Tal teorização é definida pela autora como uma caixa de ferramentas, composta pelas ideias da Cultura Visual e de Foucault. Segundo Knauss (2006), é preciso considerar duas características na definição de Cultura Visual, a primeira entende a Cultura Visual na cultura ocidental, marcada pelo pensamento científico ou nos tempos recentes pela tecnologia e a segunda que considera que a cultura visual serve para pensar diferentes experiências visuais ao longo da história em diversos 6 Dra. Cláudia Regina Flores, pesquisadora no CNPq, tem publicados trabalhos tais como Flores (2007) Olhar, saber, representar: sobre a representação em perspectiva; Flores (2010) Cultura Visual, visualidade, visualização matemática: balanço provisório, propostas cautelares, Flores (2012a) Iconografia Militar e Práticas do Olhar: ressonâncias na visualização matemática, Flores (2012 b) Visuality and mathematical visualization: seeking new frontiers (Visualidade e visualização matemática: buscando novas fronteiras), entre outras publicações.

3 tempos e sociedades (Ibidem, p. 110). Nessa pesquisa nos deteremos à segunda característica, problematizando os modos de ver e representar o infinito nas artes plásticas. Para Dikovitskaya (2005, apud FLORES, 2013) a cultura visual considera a imagem visual como um ponto focal no processo através do qual o significado é feito em um contexto cultural. Berger (1999) afirma que a maneira como vemos as coisas é afetada pelo que sabemos e pelo que acreditamos. Deste modo, a ideia de visualidade se torna mais apropriada que a visualização, pois serve como ferramenta de análise de regimes visuais construídos no âmbito social, histórico e cultural, e não apenas como um processo mental de construção e transformação de imagens. Podemos sistematizar o pensamento sobre cultura visual com o que conclui Flores (2010), a noção de cultura visual centra-se no visual como lugar onde se criam significados, priorizando-se a experiência cotidiana do visual e interessando-se pelos acontecimentos visuais nos quais se buscam informação, significado, prazer, conhecimento. Portanto, é uma estratégia para entender as relações do sujeito e das experiências visuais com a tecnologia do visual. Neste caso, entende-se como tecnologia visual qualquer forma de dispositivo desenhado para ser olhado e para construir o olhar (p. 279). Outros elementos de análise que irão compor nossa caixa de ferramentas são baseados em noções provenientes de Foucault. Um deles é o discurso que para Foucault (2012) se constitui em um conjunto de enunciados, na medida em que se apóiem na mesma formação discursiva; ele não forma uma unidade retórica ou formal, indefinidamente repetível e cujo aparecimento ou utilização poderíamos assinalar na história; é constituído de um número limitado de enunciados para os quais podemos definir um conjunto de condições de existência. O discurso, assim entendido, não é uma forma ideal e intemporal que teria, além do mais, uma história; o problema não consiste em saber como e por que ele pôde emergir e tomar corpo num determinado ponto do tempo; é, de parte a parte, histórico fragmento de história, unidade e descontinuidade na própria história, que coloca o problema de seus próprios limites, de seus cortes, de suas transformações, dos modos específicos de sua temporalidade, e não de seu surgimento ab-ruto em meio às cumplicidades do tempo (p. 143). Os enunciados, por sua vez, pertencem a uma mesma formação discursiva e constituem-se em coisas que se transmitem e se conservam, que têm um valor, e das quais procuramos nos apropriar; que repetimos e reproduzimos e transformamos (FOUCAULT, 1987, apud VEIGA-NETO, 2011, p. 94). Nessa perspectiva foucaultiana que adotamos a questão da prática também, assume um caráter singular e fundamental. Para Lecourt (1980, apud VEIGA-NETO, 2011, p. 45),

4 pela palavra prática [Foucault] não pretende significar a atividade de um sujeito, [mas] designa a existência objetiva e material de certas regras a que o sujeito está submetido desde o momento em que pratica o discurso. Assim, as práticas discursivas moldam nossas maneiras de constituir o mundo, de compreendê-lo e de falar sobre ele. Somos sujeitos derivados de discursos. Deste modo, sugere-se o infinito como um fenômeno derivado da Cultura Visual, da mentalidade e das concepções de mundo que se colocam em diferentes momentos históricos (MACHADO et al, 2013). O infinito na Arte As imagens das obras de arte, nesta pesquisa, são tomadas como lugar potencial para se suscitar discursos em torno do infinito. Cada artista escolhido, a sua maneira e imbricado por discursos de sua época, viabiliza no quadro maneiras diversas de representar, conduzir, ou sugerir, uma possibilidade de olhar ao infinito, com ou sem intensão direta. O infinito da perspectiva de Rafael Rafael Sanzio ( ) foi um dos grande mestres da pintura do Renascimento ao lado de Leonardo Da Vinci e Michelangelo. Neste período a técnica da perspectiva central estabeleceu regras e princípios normativos para o controle do espaço tanto nas artes, quanto em outras áreas do conhecimento. Racionalizou-se por completo, matematicamente, uma imagem do espaço previamente unificado sob um ponto de vista estético. Leon Battista Alberti nascido em Gênova na Itália no ano de 1404, foi quem escreveu o primeiro livro dedicado aos ensinamentos da perspectiva, denomindo De Pictura. O livro era voltado para pintores e tinha como objetivo ensinar algumas regras e técnicas de pintura. A técnica da perspectiva de Alberti transformou não somente a maneira de pintar, mas o modo de perceber a realidade neste período. Para Flores (2007, p. 57) os artistas ao usarem noções como a de linha do horizonte e de ponto de fuga, e de representar usando uma perspectiva central cujas retas paralelas convergem ao infinito em um ponto do quadro, eles colocaram em pauta a questão do infinito.

5 Panofsky (1993, p. 54) seguindo a mesma ideia reforça que a descoberta do ponto de fuga, enquanto imagem dos pontos infinitamente distantes de todas as ortogonais, constitui, num determinado sentido, o símbolo concreto da descoberta do próprio infinito. Numa sociedade em que o infinito só podia ser simbolizado pelo amor de Deus, essa ideia causou desconforto. Nicolau de Cusa, que considerava o universo sem nenhum limite, concorda que Deus continha o universo, ou seja, Deus ainda era a referência da noção de infinito. Ao longo dos anos, o espaço conhecido foi sendo, pouco a pouco, substituído pela perspectiva central, com o seu espaço que se prolongava ao infinito e se centrava num ponto de fuga de existência arbitrária. Consumava-se, então, a ruptura definitiva e óbvia, até ao momento sempre disfarçada, com a visão aristotélica do mundo (...) Nasceu assim o conceito de infinito, um infinito não só prefigurado em Deus, mas corporizado na realidade empírica (PANOFSKY, 1993, p ). A noção de infinito expressa pelo ponto de fuga das obras renascentistas, pode ser potencializada em sala pelas obras de Rafael, como, por exemplo, nas imagens abaixo: Imagem 1 - Anunciação (predela do Retábulo Oddi) c Fonte: Imagem 2 - O casamento da virgem, Fonte: Imagem 3 - A coroação da Virgem (Retábulo Oddi), Fonte:

6 Os horizontes de Van Gogh Vicent Van Gogh ( ), foi um pintor holandês considerado um dos pioneiros na ligação de tendências impressionistas com as aspirações modernistas, sendo sua influência reconhecida em variadas frentes da arte do século XIX, como por exemplo, o expressionismo, o fauvismo e o abstracionismo. Em 1886, foi para Paris e conheceu pintores como Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Edgar Degas, mas a vida da boemia parisiense não era o que exatamente queria, por isso, foi viver no interior da França e onde pintou vários quadros até o fim da vida. A representação dos camponeses e das paisagens é tema recorrente em suas pinturas. Segundo Lassaigne, ele procura alcançar as mais longínquas profundezas e aproximá-las figurações um pouco estáticas, visões de infinitos dos primeiros planos, atormentados e líricos, sobre os quais seu olhar se detém como se quisesse descobrir melhor o horizonte. Assim, pensamos que as obras de Van Gogh, como, por exemplo, as que seguem abaixo, podem suscitar discursos em torno da noção de infinito. Imagem 4 Campo de trigo com vôo de corvos Auvers-sur-Oise, antes de 9 de julho de Fonte: Imagem 5 - Noite estrelada Saint-Rémy, Fonte: Imagem 6 - A planície da Crau Arles, Fonte:

7 Escher e sua insessante busca pelo infinito Mauritus Cornelis Escher, nasceu em Leeuwarden na Holanda em 1898 e faleceu em 1970, dedicou toda a sua vida às artes gráficas. Escolhemos suas obras por elas nos proporcionarem modos particulares de olhar ao infinito. Em muitos dos seus trabalhos tentava aproximar-se do infinito tanto e tão exatamente quanto possível, ficando seu último período de obras caracterizado por aproximações ao infinito. De acordo com a Associação de Professores de Matemática - APM (1998, p. 23) as tentativas de representação gráfica do infinito organizam-se no obra de Escher em três categorias: ciclos, preenchimento de superfícies e limites. Na categoria de ciclos Escher propõe múltiplas formas. Segundo a APM (1998, p. 23) um ciclo é um fenômeno que ocorre sempre que, por deslocações para cima ou para baixo através dos níveis de um sistema hierárquico qualquer, nos encontramos surpreendentemente de volta ao ponto de partida. Em sua obra Queda de Água pintada em 1961 temos um ciclo que se organiza em seis passos. Já a obra Galeria de arte pintada em 1956 apresenta um ciclo mais curto: o retrato de um retrato que se contém a si próprio (ideia de recursividade) (APM, 1998, p. 23). Imagem 7 - Queda de Água, Fonte: Imagem 8 - Galeria de arte, Fonte: Outro tipo de ciclo representado por Escher faz o jogo entre o plano e o espaço em uma mesma pintura. A noção de infinito é potencializada na ideia de ciclo de Escher, em que nosso olhar se conduz em um processo infinito.

8 Imagem 9 Répteis, Fonte: A segunda categoria de representação do infinito é chamada de preenchimento de superfícies e tem a base na divisão regular do plano. Um plano, que podemos imaginar estendendo-se sem fronterias em todas as direcções, pode ser preenchido ou dividido até o infinito (ESCHER, 1958, apud APM, 1998, p. 24). A Aquarela 25 - Estudo de Divisão regular do Plano com Répteis (Imagem 10) é um exemplo de preenchimento de superfície pintado por Escher em A regularidade do processo sugere a continuação da pavimentação ilimitadamente. Imagem 10 Aquarela 25, Fonte: Na última categoria, limites, temos as pavimentações mais complexas. Escher passou a preencher o plano com figuras cada vez mais pequenas, através da ajuda de sua lupa. Para isso seguia progressões geométricas e tentava alcançar o limite do infinitamente pequeno de modo a simbolizar o infinito em sua totalidade.

9 Imagem 11 Cada vez mais pequeno, Fonte: Ao ver uma representação do plano hiperbólico segundo o modelo de Poincaré, Escher passa a pintar a aproximação inversa a adotada na imagem anterior, ou seja, ele considera agora a redução das figuras de fora para dentro. Com essa mudança ele conseguiu anular o limite imposto pela fronteira física do papel. Imagem 12 Limite circular III, Fonte: Assim, segundo a APM (1998) essas três categorias de Escher na tentativa de representar a aproximação ao infinito acabam por modelar os dois níveis fundamentais de significância que tal conceito tem na Matemática. Tanto o nível do infinito potencial, em que o infinito emerge como uma possibilidade, um processo recorrente no tempo (como nos ciclos) ou no espaço (como nas pavimentações), quanto no nível do infinito atual, onde se afirma como completo, independente de um processo construtivo que apenas o sugira (como os limites circulares). Considerações finais Vivemos em um mundo em que tanto o conhecimento quanto muitas formas de entretenimento são visualmente construídos como aponta Hernández (2007). Um mundo

10 onde o que vemos nos constrói enquanto sujeitos, tanto por discursos visíveis quanto invisíveis. Porém, a forma de nos relacionarmos com as imagens, especificamente as pinturas, não é no sentido de encontrarmos informações ou mensagens preexistentes, como faria a semiótica, mas em compreendermos significações que elas provocam em nós. As representações visuais que nos cercam são fontes de produção e veiculação de significados construídos no decorrer de fatos sociais, culturais e históricos. Hernández (2007, p. 27) nos chama a atenção sobre a relevância que as representações visuais e as práticas culturais têm dado ao olhar em termos das construções de sentido e das subjetividades no mundo contemporâneo, buscando considerar o importante papel da reflexão e da problematização da imagem como componente da produção cultural. Nesta pesquisa, entendemos a imagem como possibilidade para se pensar e suscitar noções de infinito, enunciadas por discursos que se tornaram naturalizados em torno dele. Esta proposta possibilitará compreender que nossa visão é educada por meio de práticas visuais que criam formas de ver nas especificidades históricas e culturais, e que influenciam o modo como nos relacionamos e concebemos o mundo, o infinito e também, possivelmente, outros conhecimentos matemáticos. Sendo assim, vemos nesta pesquisa novas formas de se pensar o ensino e a aprendizagem da matemática. É uma forma de se colocar em prática modos de ver que tomamos por vezes como verdades inatas, de reproduzir práticas discursivas que se tornaram incorporadas em técnicas e efeitos de olhar ao infinito e de compreendermos que nosso olhar para o mundo e para a matemática é antes construído. Referências APM Associação de Professores de Matemática. M. C. Escher Arte e matemática. Coordenação: Maria Helena Martinho. Grupo de trabalho: Ana Rodrigues, Augusto Barreto, Glória Ferraz, Sandra Martins, Susana Diego e Valéria Silva. Gráfica Covense Ltda. Outubro de BERGER, John. Modos de ver. Tradução de Lúcia Olinto. Rio de Janeiro: Rocco, FLORES, Cláudia Regina. Olhar, saber representar: sobre a representação em perspectiva. São Paulo: Musa, Cultura visual, visualidade, visualização matemática: balanço provisório, propostas cautelares. Revista Zetetiké FE Unicamp v. 18, Número Temático, 2010.

11 . Visualidade e Visualização Matemática: Novas Fronteiras para a Educação Matemática. In: FLORES, C. R & CASSIANI, S. (Orgs.). Tendências Contemporâneas nas Pesquisas em Educação Matemática e Científica: sobre linguagens e práticas culturais. Campinas, São Paulo: Editora Mercado de Letras, 2013, no prelo. FLORES, Cláudia R. WAGNER, Débora R. BURATTO, Ivone. Pesquisa em visualização na educação matemática: conceitos, tendências e perspectivas. Educ. Matem. Pesq., São Paulo, v.14, n.1, pp.31-45, FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. Tradução de Luiz Felipe Baeta Neves Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, HERNÁNDEZ, Fernando. Catadores de cultura visual: transformando fragmentos em nova narrativa educacional. Porto Alegre: Mediação, KNAUSS, P. O desafio de fazer História com imagens - arte e cultura visual. ArtCultura, Uberlândia, v. 8, n. 12, p , jan.- jun LASSAIGNE, Jacques. Van Gogh. Biblioteca de arte. Os impressionistas. São Paulo: Editora Três, MACHADO, R. et al. Aporética do Infinito: [des]caminhos na matemática e na pintura. Alexandria Revista de Educação em Ciências e Tecnologia, v. 6, n. 1, p , abril PANOFSKY, Erwin. A perspectiva como forma simbólica. Tradução de Elisabete Nunes. Lisboa: Edições 70, VEIGA-NETO, Alfredo. Foucault & a Educação. 3. Ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, WAGNER, D. Arte, técnica do olhar e educação matemática [dissertação]: o caso da perspectiva central na pintura clássica. Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica, Florianópolis-SC, ZAGO, H. S.; FLORES, C. R. Uma proposta para relacionar arte e educação matemática. Revista Latinoamericana de Investigación en Matemática Educativa. v. 13, n. 3, p , nov

História, Arte e Matemática: visualizando perspectiva na pintura renascentista

História, Arte e Matemática: visualizando perspectiva na pintura renascentista História, Arte e Matemática: visualizando perspectiva na pintura renascentista Débora Regina Wagner Universidade Federal de Santa Catarina Brasil deb.wagner@gmail.com Cláudia Regina Flores 1 Universidade

Leia mais

SIMETRIAS NAS OBRAS DE ESCHER: UMA POSSIBILIDADE DE ENSINO POR MEIO DA ARTE

SIMETRIAS NAS OBRAS DE ESCHER: UMA POSSIBILIDADE DE ENSINO POR MEIO DA ARTE SIMETRIAS NAS OBRAS DE ESCHER: UMA POSSIBILIDADE DE ENSINO POR MEIO DA ARTE Adeline Laudicéia Pinatti, (IC), Unespar Câmpus de Campo Mourão, adeline_pinati@hotmail.com João Henrique Lorin, (OR), Unespar

Leia mais

Plano de aula para três encontros de 50 minutos cada. Tema: Vida e obra de Vincent Van Gogh. Público alvo: 4º série do Ensino fundamental

Plano de aula para três encontros de 50 minutos cada. Tema: Vida e obra de Vincent Van Gogh. Público alvo: 4º série do Ensino fundamental UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA DAV- DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS Curso: Licenciatura em Artes Visuais Disciplina: Cultura Visual Professora: Jociele Lampert Acadêmica: Cristine Silva Santos

Leia mais

Tendências contemporâneas nas pesquisas em educação matemática e científica. sobre linguagens e práticas culturais

Tendências contemporâneas nas pesquisas em educação matemática e científica. sobre linguagens e práticas culturais Tendências contemporâneas nas pesquisas em educação matemática e científica sobre linguagens e práticas culturais Cláudia Regina Flores Suzani Cassiani (organizadoras) Tendências contemporâneas nas pesquisas

Leia mais

A representação geométrica na relação entre matemática e arte: um estudo nas obras de pintores catarinenses

A representação geométrica na relação entre matemática e arte: um estudo nas obras de pintores catarinenses A representação geométrica na relação entre matemática e arte: um estudo nas obras de pintores catarinenses Hellen da Silva Zago 1 Orientadora: Profª. Drª. Claudia Regina Flores RESUMO O presente artigo

Leia mais

PINTANDO O SETE NA SALA DE AULA. Míriam Borges da Fonseca Rodrigues (veraformosa@yahoo.com.br) Centro Universitário de Patos de Minas - UNIPAM

PINTANDO O SETE NA SALA DE AULA. Míriam Borges da Fonseca Rodrigues (veraformosa@yahoo.com.br) Centro Universitário de Patos de Minas - UNIPAM PINTANDO O SETE NA SALA DE AULA Míriam Borges da Fonseca Rodrigues (veraformosa@yahoo.com.br) Centro Universitário de Patos de Minas - UNIPAM A escola Nossa Senhora da Piedade tem uma área de 3.200 metros,

Leia mais

A arte do século XIX

A arte do século XIX A arte do século XIX Índice Introdução ; Impressionismo ; Romantismo ; Realismo ; Conclusão ; Bibliografia. Introdução Durante este trabalho irei falar e explicar o que é a arte no século XIX, especificando

Leia mais

Impressão: nascer do sol

Impressão: nascer do sol IMPRESSIONISMO França 1860 a 1886. Os impressionistas representavam sensações visuais imediatas através da cor e da luz. Seu objetivo principal era apresentar uma impressão ou as percepções iniciais registradas

Leia mais

A IMAGEM NA SALA DE AULA: UMA PROPOSTA DE PROJETO DE TRABALHO

A IMAGEM NA SALA DE AULA: UMA PROPOSTA DE PROJETO DE TRABALHO A IMAGEM NA SALA DE AULA: UMA PROPOSTA DE PROJETO DE TRABALHO Gabriela Gonçalves da Silva 1 Jonney Gomes de Freitas Abreu 2 Marielli Gomes Mendonça 3 Mônica Mitchell de Morais Braga 4 Murilo Raphael Dias

Leia mais

MATEMÁTICA E ARTE NO RENASCIMENTO ITALIANO: UM ENSAIO TEÓRICO SOBRE A PERSPECTIVA LINEAR

MATEMÁTICA E ARTE NO RENASCIMENTO ITALIANO: UM ENSAIO TEÓRICO SOBRE A PERSPECTIVA LINEAR MATEMÁTICA E ARTE NO RENASCIMENTO ITALIANO: UM ENSAIO TEÓRICO SOBRE A PERSPECTIVA LINEAR Fábio Rodrigues Silva Universidade Federal de Uberlândia fabiorodrigues@mat.pontal.ufu.br Enio Marques Muniz Junior

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA PROGRAMA DA DSCPLNA Disciplina: Prática Código da Disciplina: Carga Horária Semestral: 45 Obrigatória: sim Eletiva: não Número de Créditos: 03 Pré-Requisitos: não EMENTA Refletir sobre a produção da prática

Leia mais

Habilidades Específicas em Artes Visuais. Prova de História da Arte

Habilidades Específicas em Artes Visuais. Prova de História da Arte Habilidades Específicas em Artes Visuais Prova de História da Arte I. Analise as duas obras cujas reproduções foram fornecidas, comentando suas similaridades e diferenças no que se refere aos aspectos

Leia mais

EXERCÍCIOS SOBRE RENASCIMENTO

EXERCÍCIOS SOBRE RENASCIMENTO EXERCÍCIOS SOBRE RENASCIMENTO TEXTO O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização européia que se desenvolveu entre 1300 e 1650. Além de reviver a antiga cultura greco-romana, ocorreram nesse

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO CÓDIGO UNIDADE 042 CÓD. CURSO CURSO 42501 COMUNICAÇÃO SOCIAL HAB: JORNALISMO CÓD. DISC. DISCIPLINA ETAPA CHS TEORIA PRÁTICA ANO 340.3451.1 ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE 4ª 04 04 2/2009 OBJETIVOS Desenvolver

Leia mais

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL DISCIPLINA: ARTE PROFESSORA: Cristiana de Souza DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 8º ANO TURMA: A e B ALUNO (A): Nº: 01. RELAÇÃO DO CONTEÚDO RELAÇÃO DOCONTEÚDO

Leia mais

A INFORMÁTICA E O ENSINO DE MATEMÁTICA: ALGUNS ESTUDOS RECENTES

A INFORMÁTICA E O ENSINO DE MATEMÁTICA: ALGUNS ESTUDOS RECENTES A INFORMÁTICA E O ENSINO DE MATEMÁTICA: ALGUNS ESTUDOS RECENTES Silvia Regina Viel Rodrigues - Uni-FACEF Introdução Localizado no Departamento de Matemática, Unesp, Rio Claro, sob a coordenação do professor

Leia mais

Polígonos: as faces dos poliedros

Polígonos: as faces dos poliedros Módulo 1 Unidade 5 Polígonos: as faces dos poliedros Para início de conversa... Observe as imagens a seguir e tente perceber o que elas têm em comum:objetivos de aprendizagem Figura 1: O que uma colcha

Leia mais

A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NO INTERSTÍCIO ENTRE A REPRESENTAÇÃO, A HISTÓRIA E A ARTE.

A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NO INTERSTÍCIO ENTRE A REPRESENTAÇÃO, A HISTÓRIA E A ARTE. A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NO INTERSTÍCIO ENTRE A REPRESENTAÇÃO, A HISTÓRIA E A ARTE. Cláudia Regina Flores Universidade Federal de Santa Catarina-UFSC-Brasil claudiar@ced.ufsc.br RESUMO Esta comunicação tem

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

TRABALHO DOCENTE VIRTUAL NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

TRABALHO DOCENTE VIRTUAL NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA TRABALHO DOCENTE VIRTUAL NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA É o trabalho educativo desenvolvido pelo docente numa modalidade de ensino na qual os sujeitos envolvidos estabelecem uma relação pedagógica em que a comunicação

Leia mais

PESQUISA COM IMAGEM NA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA: alguns apontamentos

PESQUISA COM IMAGEM NA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA: alguns apontamentos PESQUISA COM IMAGEM NA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA: alguns apontamentos Cláudia Regina Flores Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC claudia.flores@ufsc.br RESUMO Insere-se no debate sobre as potencialidades

Leia mais

PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES. Diretrizes para o ensino de Arte 2011

PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES. Diretrizes para o ensino de Arte 2011 PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES 1 Diretrizes para o ensino de Arte 2011 1 Arte e legislação educacional: A inclusão da Arte no currículo escolar foi

Leia mais

Em busca do tempo perdido

Em busca do tempo perdido Estes textos são produzidos sob patrocínio do Departamento Cultural da Clínica Naturale.Direitos são reservados. A publicação e redistribuição de qualquer conteúdo é proibida sem prévio consentimento.

Leia mais

Componente de Formação Técnica. Disciplina de

Componente de Formação Técnica. Disciplina de CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de Fotografia PROGRAMA Componente de Formação Técnica Disciplina de Técnicas de Comunicação Escolas Proponentes / Autores ETIC José Pacífico (Coordenador)

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP Resumo O propósito deste trabalho é apresentar o processo de constituição

Leia mais

UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ

UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ ISSN 2316-7785 UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ Marinela da Silveira Boemo Universidade Federal de Santa Maria marinelasboemo@hotmail.com Carmen Reisdoerfer Universidade

Leia mais

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA Em seu sentido literal, vanguarda (vem do francês Avant Garde, guarda avante ) faz referência ao batalhão militar que precede as tropas em ataque durante

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO SEMESTRE DA TURMA: 1º ANO DA TURMA: 2015 EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO SEMESTRE DA TURMA: 1º ANO DA TURMA: 2015 EMENTA EIXO TECNOLÓGICO: INFRAESTRUTURA Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Arquitetura e Urbanismo FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( x bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

MULHERES, LEITORAS DE ROMANCE

MULHERES, LEITORAS DE ROMANCE MULHERES, LEITORAS DE ROMANCE PAULA VIRGÍNIA DE ALMEIDA ROCHETTI (FE - UNICAMP). Resumo Vários estudos vêm sendo feitos a fim de investigar a relação que as mulheres têm com o romance. Alguns buscam as

Leia mais

FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I CONTEÚDO E HABILIDADES ARTES. Conteúdo: - Cubismo e Abstracionismo

FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I CONTEÚDO E HABILIDADES ARTES. Conteúdo: - Cubismo e Abstracionismo CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I Conteúdo: - Cubismo e Abstracionismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I Habilidades: - Conhecer e distinguir diferentes momentos

Leia mais

MATERIAL COMPLEMENTAR PARA ESTUDOS HISTÓRIA DA ARTE- 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO

MATERIAL COMPLEMENTAR PARA ESTUDOS HISTÓRIA DA ARTE- 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO Arte Moderna Expressionismo A busca por expressar os problemas da sociedade da época e os sentimentos e emoções do homem no inicio do século xx Foi uma reação ao impressionismo, já que o movimento preocupou-se

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

Uso da Lousa Digital em Aulas de Matemática: um estudo com professores do Ensino Médio

Uso da Lousa Digital em Aulas de Matemática: um estudo com professores do Ensino Médio Uso da Lousa Digital em Aulas de Matemática: um estudo com professores do Ensino Médio João Victor Maceno Lacerda 1 GD6 Educação Matemática, Tecnologias Informáticas e Educação à Distância Resumo: Neste

Leia mais

A FORMA EDUCANDO COMO EXPERIÊNCIA DE SI: UM ESTUDO DA SUBJETIVIDADE SOB A PERSPECTIVA DE MICHEL FOUCAULT

A FORMA EDUCANDO COMO EXPERIÊNCIA DE SI: UM ESTUDO DA SUBJETIVIDADE SOB A PERSPECTIVA DE MICHEL FOUCAULT 1 A FORMA EDUCANDO COMO EXPERIÊNCIA DE SI: UM ESTUDO DA SUBJETIVIDADE SOB A PERSPECTIVA DE MICHEL FOUCAULT RAMOS, Douglas Rossi 1 ; CARDOSO JR, Hélio Rebello; ROCHA, Luiz Carlos da (Universidade Estadual

Leia mais

Universidade Federal do Acre Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática

Universidade Federal do Acre Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática ANEXO 1 ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA Aos candidatos ao Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática solicita-se anexar, no ato de inscrição on line, uma Proposta

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA ISSN 2316-7785 AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA Resumo Tiago Dziekaniak Figueiredo Universidade Federal do Rio Grande FURG tiago@furg.br José Alexandre

Leia mais

VALÉRIA GUIMARÃES MOREIRA 2 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS lelagm@yahoo.com.br RESUMO

VALÉRIA GUIMARÃES MOREIRA 2 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS lelagm@yahoo.com.br RESUMO CONFLITOS CONCEITUAIS COM IMAGENS RELATIVAS A CONCEITOS COMUNS ENTRE A MATEMÁTICA ELEMENTAR E A AVANÇADA 1 VALÉRIA GUIMARÃES MOREIRA 2 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS lelagm@yahoo.com.br

Leia mais

ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Aprender pela Arte

ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Aprender pela Arte ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Aprender pela Arte Introdução A arte sempre foi e será um meio de elevar e valorizar o homem. O acto criativo é um fazer que contribui para a projecção

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS Francieli Regina Garlet (UFSM) Resumo: A escrita a que se refere o presente texto, diz respeito à proposta desenvolvida

Leia mais

2º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO

2º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO PROGRAMA DE DESENHO 10ª, 11ª e 12ª classes 2º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO Área das Artes Visuais Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Desenho - 10ª, 11ª e 12ª classes EDITORA: INIDE IMPRESSÃO: GestGráfica,

Leia mais

A PRODUÇÃO AUTOBIOGRÁFICA EM ARTES VISUAIS: UMA REFLEXÃO SOBRE VIDA E ARTE DO AUTOR

A PRODUÇÃO AUTOBIOGRÁFICA EM ARTES VISUAIS: UMA REFLEXÃO SOBRE VIDA E ARTE DO AUTOR 7º Seminário de Pesquisa em Artes da Faculdade de Artes do Paraná Anais Eletrônicos A PRODUÇÃO AUTOBIOGRÁFICA EM ARTES VISUAIS: UMA REFLEXÃO SOBRE VIDA E ARTE DO AUTOR Letícia Tadra do Carmo 105 Universidade

Leia mais

Universidade São Marcos Pedagogia Comunicação, Educação e Novas Tecnologias RELEITURA DE OBRAS. Jane Ap. Fiorenzano RGM: 048581

Universidade São Marcos Pedagogia Comunicação, Educação e Novas Tecnologias RELEITURA DE OBRAS. Jane Ap. Fiorenzano RGM: 048581 Universidade São Marcos Pedagogia Comunicação, Educação e Novas Tecnologias RELEITURA DE OBRAS Jane Ap. Fiorenzano RGM: 048581 Lenivani S. Brandão RGM: 047438 Melissa F. Caramelo RGM: 049607 Sandra P.

Leia mais

TRABALHO COMPLETO PARA ABRAPSO/2009. 1. Título: A PRÁTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO NA SAÚDE PÚBLICA - EXPERIÊNCIA DE SI E AS ARTES DE TRABALHAR

TRABALHO COMPLETO PARA ABRAPSO/2009. 1. Título: A PRÁTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO NA SAÚDE PÚBLICA - EXPERIÊNCIA DE SI E AS ARTES DE TRABALHAR TRABALHO COMPLETO PARA ABRAPSO/2009 1. Título: A PRÁTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO NA SAÚDE PÚBLICA - EXPERIÊNCIA DE SI E AS ARTES DE TRABALHAR 2. Autor: Paula Marques da Silva (UFRGS), Daiana Mello Cargnin

Leia mais

CONCEITOS. Artes História do retrato-pintura. História do retrato-fotografia. Arte e tecnologia. Matemática Transformações.

CONCEITOS. Artes História do retrato-pintura. História do retrato-fotografia. Arte e tecnologia. Matemática Transformações. Sala de Professor MESTRE JÚLIO: RETRATO PINTADO CONCEITOS Artes História do retrato-pintura. História do retrato-fotografia. Arte e tecnologia. Matemática Transformações. Sociologia Indústria cultural.

Leia mais

COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE. Programa de Recuperação Paralela. 2ª Etapa 2014. Ano: 7º Turma: 7.1

COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE. Programa de Recuperação Paralela. 2ª Etapa 2014. Ano: 7º Turma: 7.1 COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 2ª Etapa 2014 Disciplina: HISTORIA Professor (a): RODRIGO CUNHA Ano: 7º Turma: 7.1 Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de recuperação.

Leia mais

Impressionismo. a) Apenas o item IV está correto. b) Apenas os itens II, III e V são corretos. c) Apenas os itens II, III e V estão incorretos.

Impressionismo. a) Apenas o item IV está correto. b) Apenas os itens II, III e V são corretos. c) Apenas os itens II, III e V estão incorretos. Impressionismo Questão 01 - Como os artistas realistas, que com a ciência haviam aprendido a utilizar determinados conhecimentos, os impressionistas se viram na necessidade de interpretar com maior vivacidade

Leia mais

IDENTIDADE E AUTORRETRATO

IDENTIDADE E AUTORRETRATO IDENTIDADE E AUTORRETRATO Greice Silveira Monica Neves Rodrigues Justificativa O desenho é de grande importância na construção da identidade da criança, colocando-a presente no mundo, criando relações

Leia mais

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROGRAMA GERAL DE COMPONENTE CURRICULAR - PGCC

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROGRAMA GERAL DE COMPONENTE CURRICULAR - PGCC FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROGRAMA GERAL DE COMPONENTE CURRICULAR - PGCC I. Identificação Área de Concentração: Estudos do Texto e do Discurso Linha de Pesquisa: Discurso, memória e identidade Disciplina:

Leia mais

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares Walter Benjamin - Questões de Vestibulares 1. (Uem 2011) A Escola de Frankfurt tem sua origem no Instituto de Pesquisa Social, fundado em 1923. Entre os pensadores expoentes da Escola de Frankfurt, destaca-se

Leia mais

Docente: Adriana Severino da Silva Ano: 2013

Docente: Adriana Severino da Silva Ano: 2013 Planejamento Anual de Arte- história da arte ENSINO MÉDIO Docente: Adriana Severino da Silva Ano: 2013 I. INTRODUÇÃO Ensinar história da arte no ensino médio significa fortalecer a experiência sensível

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE IMAGENS THE DOCUMENTARY ANALYSIS OF IMAGES

ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE IMAGENS THE DOCUMENTARY ANALYSIS OF IMAGES 1 ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE IMAGENS THE DOCUMENTARY ANALYSIS OF IMAGES Miriam Paula Manini 1 Introdução Pretendemos desenvolver, nesta comunicação, questões atinentes à transposição de métodos e técnicas

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SANTO ANTÔNIO ESTUDO DIRIGIDO DE ARTE. Ensino Fundamental II - 9º ano MANHÃ. Aluno(a): Turma:

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SANTO ANTÔNIO ESTUDO DIRIGIDO DE ARTE. Ensino Fundamental II - 9º ano MANHÃ. Aluno(a): Turma: INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SANTO ANTÔNIO PROFESSORA ARILENE RODRIGUES ZICHTL ESTUDO DIRIGIDO DE ARTE Ensino Fundamental II - 9º ano MANHÃ Aluno(a): Turma: Caro aluno, Visando aumentar seu conhecimento e em

Leia mais

Fractais e o Geogebra: Construindo a curva de Koch

Fractais e o Geogebra: Construindo a curva de Koch Fractais e o Geogebra: Construindo a curva de Koch Regis Alessandro Fuzzo Universidade Estadual do Paraná Campo Mourão Brasil regisfuzzo@gmail.com Talita Secorun dos Santos Universidade Estadual do Paraná

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

Perspectiva Quadridimensional. Denis Mandarino. São Paulo

Perspectiva Quadridimensional. Denis Mandarino. São Paulo Perspectiva Quadridimensional Denis Mandarino São Paulo SUMÁRIO Introdução... 02 Apresentação do sistema... 03 Casos de Perspectiva Quadridimensional... 13 Conclusão... 19 Conheça também... 20 Bibliografia...

Leia mais

XIII Congresso Estadual das APAEs

XIII Congresso Estadual das APAEs XIII Congresso Estadual das APAEs IV Fórum de Autodefensores 28 a 30 de março de 2010 Parque Vila Germânica, Setor 2 Blumenau (SC), BRASIL A IMPORTÂNCIA E SIGNIFICÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE INTERDISCIPLINAR

Leia mais

A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do

A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do Barroco, derivado das pinturas que representavam cenas

Leia mais

PARA UMA EDUCAÇÃO EMOCIONAL EM MATEMÁTICA

PARA UMA EDUCAÇÃO EMOCIONAL EM MATEMÁTICA PARA UMA EDUCAÇÃO EMOCIONAL EM MATEMÁTICA Kaline de Brito Viana 1 Tânia Gusmão 2 Magna Mendes Nunes 3 Resumo: Na tentativa de contribuir para ampliar o leque de discussões sobre a influência das emoções

Leia mais

LENDO IMAGENS NO ENSINO DA FÍSICA: CONSTRUÇÃO E REALIDADE

LENDO IMAGENS NO ENSINO DA FÍSICA: CONSTRUÇÃO E REALIDADE LENDO IMAGENS NO ENSINO DA FÍSICA: CONSTRUÇÃO E REALIDADE SILVA,HENRIQUE CÉSAR DA 1 Universidade Católica de Brasília Palavras chave: Imagens; Realismo crítico; Iconicidade. INTRODUÇÃO Imagens

Leia mais

Natureza, Perspectiva e Subjetividade no Renascimento

Natureza, Perspectiva e Subjetividade no Renascimento Autor: Prof. Ms. Aguinaldo Conrado Pinto (Guido Conrado) Faculdade Senai/Cetiqt. - Coordenador do Curso de Bacharelado em Artes. Doutorando pelo Programa de História Social da Cultura da PUC- Rio, Mestre

Leia mais

Pensando matemática na experiência com imagens do cubismo: primeiros encaixes de uma pesquisa

Pensando matemática na experiência com imagens do cubismo: primeiros encaixes de uma pesquisa Pensando matemática na experiência com imagens do cubismo: primeiros encaixes de uma pesquisa Bruno Moreno Francisco 1 GD5 História da Matemática e Cultura Resumo do trabalho. Este texto apresenta os primeiros

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA COM TEXTOS VISUAIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

ALFABETIZAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA COM TEXTOS VISUAIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES ALFABETIZAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA COM TEXTOS VISUAIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES ANA ARLINDA DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO). Resumo Esta comunicação aborda sucessivas experiências

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

Universidade da Beira Interior. Percepção Visual 1 Ilusões Ópticas Cláudia Patrício 2009

Universidade da Beira Interior. Percepção Visual 1 Ilusões Ópticas Cláudia Patrício 2009 Universidade da Beira Interior Percepção Visual 1 Ilusões Ópticas Cláudia Patrício 2009 Conteúdos índice Introdução 03 Ilusões de movimento 04 Ilusões na publicidade 11 Ilusões artísticas 21 Ilusões nas

Leia mais

DEBATE VIRTUAL SOBRE CULTURA DE PAZ COM AS JUVENTUDES NAS ESCOLAS: desdobramentos com a política de segurança do paciente

DEBATE VIRTUAL SOBRE CULTURA DE PAZ COM AS JUVENTUDES NAS ESCOLAS: desdobramentos com a política de segurança do paciente 1 DEBATE VIRTUAL SOBRE CULTURA DE PAZ COM AS JUVENTUDES NAS ESCOLAS: desdobramentos com a política de segurança do paciente RESUMO Raimundo Augusto Martins Torres 1 (Orientador); Daniele Vasconcelos Fernandes

Leia mais

PAINEL OFICINA DE HISTÓRIAS EM QUADINHOS NO PROJETO NOVA VIDA

PAINEL OFICINA DE HISTÓRIAS EM QUADINHOS NO PROJETO NOVA VIDA PAINEL OFICINA DE HISTÓRIAS EM QUADINHOS NO PROJETO NOVA VIDA Fábio Tavares da Silva, Graduando Centro de Artes da Universidade Regional do Cariri - URCA Fábio José Rodrigues da Costa, Doutor Centro de

Leia mais

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS 1 TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS Profa. Teresa Cristina Melo da Silveira (Teca) E.M. Professor Oswaldo Vieira Gonçalves SME/PMU 1 Comunicação Relato de Experiência Triangulação de Imagens foi o nome escolhido

Leia mais

USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO SUPORTE PARA ESTUDO DOS CILINDROS NO CONTEXTO DO ENSINO SUPERIOR

USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO SUPORTE PARA ESTUDO DOS CILINDROS NO CONTEXTO DO ENSINO SUPERIOR USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO SUPORTE PARA ESTUDO DOS CILINDROS NO CONTEXTO DO ENSINO SUPERIOR Resumo Leidiane Cequeira Santos 1 Edson Crisostomo dos Santos 2 1 Universidade Estadual de Montes Claros UNIMONTES,

Leia mais

ESPAÇO E FORMA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA. Resumo

ESPAÇO E FORMA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA. Resumo ESPAÇO E FORMA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ABORDAGEM METODOLÓGICA Maria José Medeiros Dantas de Melo mjmelo7@bol.com.br Resumo Este minicurso tem como objetivo propiciar discussões sobre situações de ensino

Leia mais

Território Modular ARTE CONTEMPORÂNEA RUA PAULO BARRETO 77, BOTAFOGO 22280-010 RIO DE JANEIRO RJ BRASIL T +55 (21) 2541 4935 WWW.LURIXS.

Território Modular ARTE CONTEMPORÂNEA RUA PAULO BARRETO 77, BOTAFOGO 22280-010 RIO DE JANEIRO RJ BRASIL T +55 (21) 2541 4935 WWW.LURIXS. Território Modular 1 Coletivo MUDA TERRITÓRIO MODULAR 23 de agosto a 04 de outubro de 2013 2 Em movimento Felipe Scovino Para essa primeira exposição do MUDA em uma galeria comercial, uma questão importante

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES 1 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES GUEDES, Shirlei Terezinha Roman 1 SCHELBAUER, Analete Regina 2 A proposta deste texto é compartilhar algumas idéias a título de primeiros

Leia mais

Os Impressionistas. Episódio: Vincent Van Gogh. Palavras-chave Pintura, biografia, Van Gogh, impressionismo, França

Os Impressionistas. Episódio: Vincent Van Gogh. Palavras-chave Pintura, biografia, Van Gogh, impressionismo, França Os Impressionistas Episódio: Vincent Van Gogh Resumo Este vídeo, da série Os impressionistas, aborda a vida e obra do artista holandês Vincent Van Gogh. Autodidata, Van Gogh é um dos mais aclamados e mitificados

Leia mais

Desenho Percepção Visual Anatomia Artística Pintura

Desenho Percepção Visual Anatomia Artística Pintura Desenho Percepção Visual Anatomia Artística Pintura Plínio Santos Filho, Ph.D. CE 04 - Autoretrato 01 Caderno de Exercícios CE 04 O autoretrato é feito para marcar a passagem do tempo. É o momento em que

Leia mais

Pós - Impressionismo. (1880 a 1905 = França Paris) 8ºs Anos 2015 4º Bimestre Artes Prof. Juventino

Pós - Impressionismo. (1880 a 1905 = França Paris) 8ºs Anos 2015 4º Bimestre Artes Prof. Juventino Pós - Impressionismo (1880 a 1905 = França Paris) 8ºs Anos 2015 4º Bimestre Artes Prof. Juventino Não foi um Movimento Não houve um grupo de artistas que se reuniam para debates acadêmicos. Eram artistas

Leia mais

Ensinar Geometria com Modelagem o professor deve ir onde o aluno está

Ensinar Geometria com Modelagem o professor deve ir onde o aluno está Marly de Menezes Gonçalves, doutora na área de Design e Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP; FASM / IED-SP Ensinar Geometria com Modelagem o professor

Leia mais

CÓDIGO: APL008 Concepções e manifestações artísticas da pré-história ao início da idade moderna. (renascimento europeu).

CÓDIGO: APL008 Concepções e manifestações artísticas da pré-história ao início da idade moderna. (renascimento europeu). 43 RELAÇÃO DE EMENTAS CURSO: ARTES VISUAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DISCIPLINA: Artes Visuais I CÓDIGO: APL008 Concepções e manifestações artísticas da pré-história ao início da idade moderna. (renascimento

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS METODOLOGIAS PARA O DESIGN DE INTERFACES DIGITAIS E PRODUTOS MIDIÁTICOS 1

LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS METODOLOGIAS PARA O DESIGN DE INTERFACES DIGITAIS E PRODUTOS MIDIÁTICOS 1 LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS METODOLOGIAS PARA O DESIGN DE INTERFACES DIGITAIS E PRODUTOS MIDIÁTICOS 1 Patrícia Marques da Silva 2 ; Aline Cardoso Militão 3 ; Sônia Cristina Soares Dias Vermelho

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

TÁCIUS FERNANDES PROFESSOR. Itália berço do Renascimento

TÁCIUS FERNANDES PROFESSOR. Itália berço do Renascimento RENASCIMENTO CULTURAL XIV e XVI TÁCIUS FERNANDES PROFESSOR Itália berço do Renascimento Renascimento Antropocentrismo Racionalismo Humanismo e individualismo Em oposição à cultura feudal, o Renascimento

Leia mais

A Matemática e. Mídias

A Matemática e. Mídias A Matemática e as Artes através da Mídias Aspectos da Geometria Projetiva nas Representações Artísticas M. C. Escher Ascendente e Descendente 1963 Escher bem exemplificou estes modelos quando realizou

Leia mais

ALUNO: Nº SÉRIE/ANO: TURMA: TURNO: 8º D V. DISCIPLINA: TIPO DE ATIVIDADE: PROFESSOR (A): HISTÓRIA DA ARTE TEXTO COMPLEMENTAR - 1 2º trimestre TATIANE

ALUNO: Nº SÉRIE/ANO: TURMA: TURNO: 8º D V. DISCIPLINA: TIPO DE ATIVIDADE: PROFESSOR (A): HISTÓRIA DA ARTE TEXTO COMPLEMENTAR - 1 2º trimestre TATIANE Fonte: http://www.musee-orsay.fr/fr/collections/catalogue-des-oeuvres/resultatcollection.html?no_cache=1&zoom=1&tx_damzoom_pi1%5bzoom%5d=0&tx_da mzoom_pi1%5bxmlid%5d=001089&tx_damzoom_pi1%5bback%5d=fr%2fcollec

Leia mais

PEQUENOS ARTISTAS: FORMAÇÃO DA IDENTIDADE DE UM GRUPO DE CRIANÇAS DE 4 E 5 ANOS ATRAVÉS DAS ARTES VISUAIS E DA BRINCADERIA

PEQUENOS ARTISTAS: FORMAÇÃO DA IDENTIDADE DE UM GRUPO DE CRIANÇAS DE 4 E 5 ANOS ATRAVÉS DAS ARTES VISUAIS E DA BRINCADERIA PEQUENOS ARTISTAS: FORMAÇÃO DA IDENTIDADE DE UM GRUPO DE CRIANÇAS DE 4 E 5 ANOS ATRAVÉS DAS ARTES VISUAIS E DA BRINCADERIA Bruna Lorrayne Silva 1 Guilherme Rodrigues Tolentino 2 Poliana Carvalho Martins

Leia mais

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DE DÜRER E LYGIA CLARK ÁS ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES ENVOLVENDO A MATEMÁTICA E A ARTE

CONTRIBUIÇÕES DE DÜRER E LYGIA CLARK ÁS ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES ENVOLVENDO A MATEMÁTICA E A ARTE CONTRIBUIÇÕES DE DÜRER E LYGIA CLARK ÁS ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES ENVOLVENDO A MATEMÁTICA E A ARTE Rosiney de Jesus Ferreira 1 Marco Aurélio Kistemann Jr. 2 1 Universidade Federal de Juiz de Fora/ICE,

Leia mais

Sugestão de Atividade / História / 6ª Série (7º Ano)

Sugestão de Atividade / História / 6ª Série (7º Ano) Sugestão de Atividade / História / 6ª Série (7º Ano) COMPONENTE CURRICULAR: História SÉRIE/ANO: 6ª SÉRIE (7º Ano) INTERDISCIPLINARIDADE: Artes CONTEÚDO: Renascimento Cultural Eixo Temático I de Artes:

Leia mais

PROFESSOR: EQUIPE DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

PROFESSOR: EQUIPE DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA PROFESSOR: EQUIPE DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA BANCO DE QUESTÕES - EDUCAÇÃO ARTÍSTICA 3ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO - PARTE 3 =============================================================================================

Leia mais

Considerações sobre Walter Benjamin e a Reprodutibilidade Técnica. mais possível. Com efeito, uma certeza acerca do conceito de arte é sua indefinição

Considerações sobre Walter Benjamin e a Reprodutibilidade Técnica. mais possível. Com efeito, uma certeza acerca do conceito de arte é sua indefinição Considerações sobre Walter Benjamin e a Reprodutibilidade Técnica Danilo L. Brito (UFRJ) A arte tem sido alvo de discussões de diferentes teóricos ao longo da história, desde os gregos, com sua concepção

Leia mais

História na Educação Matemática no Brasil: uma caracterização dos seminários nacionais Iran Abreu Mendes UFRN iamendes@ccet.ufrn.

História na Educação Matemática no Brasil: uma caracterização dos seminários nacionais Iran Abreu Mendes UFRN iamendes@ccet.ufrn. História na Educação Matemática no Brasil: uma caracterização dos seminários nacionais Iran Abreu Mendes UFRN iamendes@ccet.ufrn.br Introdução A pesquisa em história da Matemática e em história da Educação

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

A ESCOLA NA VISÃO DAS CRIANÇAS. SILVEIRA, Débora de Barros - UEMS/UFSCar GT: Educação da Criança de 0 a 6 anos / n. 07 Agencia de Financiadora: CNPq

A ESCOLA NA VISÃO DAS CRIANÇAS. SILVEIRA, Débora de Barros - UEMS/UFSCar GT: Educação da Criança de 0 a 6 anos / n. 07 Agencia de Financiadora: CNPq A ESCOLA NA VISÃO DAS CRIANÇAS SILVEIRA, Débora de Barros - UEMS/UFSCar GT: Educação da Criança de 0 a 6 anos / n. 07 Agencia de Financiadora: CNPq Este trabalho é parte da minha tese de doutorado que

Leia mais

AVALIAÇÃO ESCOLAR E INTERVENÇÃO NO DESENHO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE.

AVALIAÇÃO ESCOLAR E INTERVENÇÃO NO DESENHO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE. AVALIAÇÃO ESCOLAR E INTERVENÇÃO NO DESENHO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE. Mônica Cintrão França Ribeiro Universidade Paulista (UNIP) Comunicação Científica RESUMO O objetivo desse estudo

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

Matemática na Arte: utilizando o potencial pedagógico da História da Matemática no ensino de Geometria para alunos da escola básica.

Matemática na Arte: utilizando o potencial pedagógico da História da Matemática no ensino de Geometria para alunos da escola básica. Matemática na Arte: utilizando o potencial pedagógico da História da Matemática no ensino de Geometria para alunos da escola básica. Resumo Alessandra Pereira da Silva 1 Ana Cristina Ferreira 2 O potencial

Leia mais

O ESPAÇO CRIATIVO NA EDUCAÇÃO: CADERNOS DE ARTISTA/PROFESSOR/PESQUISADOR.

O ESPAÇO CRIATIVO NA EDUCAÇÃO: CADERNOS DE ARTISTA/PROFESSOR/PESQUISADOR. O ESPAÇO CRIATIVO NA EDUCAÇÃO: CADERNOS DE ARTISTA/PROFESSOR/PESQUISADOR. Carolina Ramos Nunes Marisete Colbeich, FATENP RESUMO: Este artigo pretende dialogar sobre os processos criativos dentro da educação

Leia mais