SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL EM EMPRESAS CONSTRUTORAS DE EDIFICIOS

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1 I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO julho 2004, São Paulo. ISBN RESUMO SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL EM EMPRESAS CONSTRUTORAS DE EDIFICIOS Clarice Menezes Degani(1); Francisco Ferreira Cardoso(2) (1)Escola Politécnica da USP - Av. Prof. Almeida Prado, trav.2 - PCC CEP , São Paulo - SP Fone (55)(11) (2)Escola Politécnica da USP - Av. Prof. Almeida Prado, trav.2 PCC CEP , São Paulo SP Fone (55) (11) A sustentabilidade do ambiente construído depende das ações de cada um dos agentes do setor da construção civil. No Brasil, o papel das empresas construtoras evidencia-se em virtude da importância de suas interferências no meio ambiente e, especialmente, de sua capacidade de influenciar os demais agentes. Este artigo propõe a gestão ambiental das atividades construtivas. O objetivo é apresentar uma forma coerente e viável de padronizar a ação das empresas construtoras sobre seus aspectos ambientais, tendo como finalidade a minimização dos impactos de suas atividades e de seus empreendimentos. A metodologia apresentada neste artigo para a implementação de sistemas de gestão ambiental em empresas construtoras propõe como ponto de partida a realização de um diagnóstico inicial destas empresas. Este processo viabiliza a análise das especificidades por meio da verificação (a) da estrutura do sistema de gestão existente, (b) do desempenho do sistema de gestão existente, (c) das práticas e procedimentos de gestão ambiental presentes, (d) do histórico de incidentes anteriores, e (e) da própria caracterização da empresa. Finalmente, a apresentação de uma metodologia específica para as empresas construtoras, integrando a gestão ambiental ao sistema de gestão presente, pretende estimular a adoção de sistemas de gestão ambiental por estas empresas e desencadear novas ações por parte dos outros agentes. Colabora-se assim com o início do movimento setorial em prol de edificações mais sustentáveis. Palavras-chave: sistemas de gestão ambiental, empresas construtoras, metodologia. 1. INTRODUÇÃO A sustentabilidade é tema complexo para a construção civil em virtude do grande número de agentes envolvidos ao longo de todo o processo produtivo, bem como durante a vida do produto empreendimento. Assim, apresentam-se como desafios: o desenvolvimento de projetos e o relacionamento com os projetistas; os aspectos de qualidade ambiental do canteiro; a reengenharia dos processos construtivos; o desenvolvimento de novos conceitos; a educação; a conscientização e o comprometimento dos recursos humanos; as tomadas de decisões; o conhecimento e o atendimento das necessidades de empreendedores e usuários; a consciência pública; e o atendimento às normas e regulamentos existentes (SJÖSTRÖM e BAKENS, 1999). As empresas construtoras são diretamente responsáveis pelas atividades de produção. Estas atividades, além de modificarem o meio ambiente natural e urbano, geram impactos ambientais importantes dos quais ressaltam-se a geração de resíduos sólidos e o consumo de grande volume de matéria prima obtida da exploração de recursos naturais não renováveis (DEGANI, 2003).

2 Entretanto, a atuação das empresas construtoras não se restringe às atividades de produção nos canteiros de obras, elas também têm a capacidade de interferir nas fases de concepção e de utilização do edifício. A sua participação no processo de seleção de tecnologias e materiais, por exemplo, pode contribuir na obtenção de edifícios com melhor desempenho em termos de consumo e gestão de recursos, além de durabilidade, conforto e saúde. Lembrando, ainda, a sua responsabilidade na redução dos impactos ambientais decorrentes das atividades de demolição. Este artigo aponta a gestão ambiental como uma ferramenta útil de ação voltada ao gerenciamento das interfaces das atividades construtivas e suas conseqüências para o meio ambiente. Assim sendo, é apresentada uma metodologia específica para sua implementação nas empresas construtoras, a qual partiu da análise do cenário atual em que se inserem estas empresas em termos de estruturas de gestão e práticas aplicadas. A facilidade de aplicação desta metodologia pretende servir de estímulo às empresas construtoras e, em decorrência, desencadear ações também por parte de outros agentes do setor da construção civil. 2. A GESTÃO AMBIENTAL E O CENÁRIO ATUAL A simples consciência da dimensão dos impactos das atividades construtivas no meio ambiente não é suficiente como elemento motriz de ações ambientais positivas no setor. Entretanto, a disponibilidade de soluções para a melhoria do desempenho ambiental do processo de produção e do produto acabado 1 e a aplicabilidade de ferramentas de gestão são fatores externos que se apresentam como elementos impulsionadores, os quais vêm se somar ao ganho de consciência ambiental por parte das empresas (DEGANI, 2003). Outro componente externo que estimula a ação por parte das empresas construtoras é o desenvolvimento e a tendência pela aplicação de métodos para a avaliação e eventual certificação do desempenho ambiental de edificações, tais como os trabalhos desenvolvidos pelo Green Building Challenge GBC (consórcio internacional), pelo United States Green Building Council USGBC (EUA), pelo Building Research Establishment BRE (UK), pela Association HQE - Haute Qualité Environnementale (França) e por Silva (2003) (Brasil). Da observação do cenário atual em que se encontram as empresas construtoras de edifícios, Degani (2003) levantou algumas práticas ambientais 2 já adotadas por algumas destas empresas no Brasil e no exterior. Dentre as observadas no Brasil, a autora relaciona as seguintes: (a) controle da execução dos serviços visando à redução de perdas e desperdícios; (b) gestão dos resíduos pretendendo-se cobrir a triagem, a busca de mercado para seu reaproveitamento e o conhecimento da destinação dada a eles pelas empresas coletoras; (c) determinação do volume de resíduos gerado por serviço; (d) reaproveitamento dos resíduos no próprio canteiro, por exemplo, na execução de contrapisos, enchimentos e elementos de infra-estrutura; (e) seleção e avaliação do desempenho de fornecedores; (f) introdução de critérios restritivos relacionados à aquisição de materiais e à contratação de serviços que desconsiderem suas influências ao meio ambiente; e (g) aumento da influência da construtora nas decisões de projeto por meio de sugestões de tecnologias de sistemas e de materiais detentores de melhor desempenho ambiental, além de outras sugestões para a integração do conceito da sustentabilidade nos projetos. Verificou-se também a adoção de novas tecnologias construtivas que proporcionam canteiros mais limpos, como, por exemplo, o uso de estruturas pré-moldadas, banheiros prontos, fachadas em placas pré-moldadas, divisórias de gesso acartonado, dentre outras. Esta opção pela construção seca, a qual segue um processo de montagem, reduz potencialmente a geração de resíduos. Entretanto, mesmo nas empresas que as têm adotado, não se percebe a preocupação com os insumos envolvidos e os resíduos gerados pelos fornecedores e, principalmente, com o desempenho e a durabilidade do produto obtido. 1 Algumas referências bibliográficas brasileiras relacionadas às soluções ambientais disponíveis encontram-se nos relatórios dos encontros científicos promovidos pela Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído (ANTAC), nos anais dos seminários realizados pelo CT-206 Comitê para o Meio Ambiente do Instituto Brasileiro do Concreto (IBRACON) e nas homepages das universidades que divulgam os resultados de seus grupos de pesquisa nesta área. 2 Neste artigo, entende-se por prática ambiental a ação adotada com o intuito de lidar com os aspectos ambientais das atividades relacionadas, isto é, são as atitudes concretas aplicadas com a intenção de se obter empreendimentos e processos operacionais com alto nivel de desempenho ambiental.

3 Apesar de identificadas todas estas práticas ambientais, sabe-se que elas ainda não são aplicadas de forma padronizada em todos os canteiros de obras destas construtoras e que não estão formalmente documentadas. Nota-se, adicionalmente, que pouca atenção é dada aos impactos decorrentes da etapa de demolição. Percebendo a incapacidade destas ações isoladas de induzir um comportamento coletivo, visto que a sua continuidade não é garantida nem mesmo entre os empreendimentos desenvolvidos pela mesma empresa construtora, passa-se, portanto, a avaliar a aplicabilidade de ferramentas de gestão nestas empresas. Antes de entrar no tema da gestão ambiental propriamente dita, é interessante reportar os resultados provenientes da implementação de sistemas de gestão da qualidade em empresas construtoras. Da análise de algumas empresas que possuem sistemas de gestão eficientes, geralmente nos moldes da norma NBR ISO 9001 'Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos', verifica-se que os registros gerados por estes sistemas já evidenciam a necessidade de: (a) monitoramento dos aspectos ambientais da produção; (b) atendimento dos requisitos dos clientes com relação ao desempenho ambiental do edifício acabado; e de (c) atenção às reclamações da vizinhança no tangente a ruído, vibração, poeira, sujeira nas vias públicas e interferência no tráfego local (DEGANI, 2003). Para estas empresas construtoras, ainda segundo a autora, a estrutura de gestão existente apresenta-se como adequada à inserção da gestão ambiental em virtude das seguintes características: (a) há rotina para a avaliação de objetivos e metas; (b) há rotina de treinamentos; (c) existem alguns canais de comunicação formalizados; e (d) há procedimentos para estocagem, identificação, monitoramento, inspeção e demais procedimentos de gestão. Menciona-se, ainda, o fato de haverem empresas construtoras com sistemas de gestão ambiental implementados e até mesmo certificados. Entretanto, grande parte das ações destas empresas volta-se ao desempenho ambiental do edifício acabado e a análise da significância dos aspectos ambientais identificados é guiada mais pela economia de custos e necessidades das partes interessadas, e menos pelos próprios efeitos ambientais causados. A partir do cenário presente, tendo sido identificada a aplicação de algumas práticas ambientais e a adequação da estrutura de gestão de algumas empresas construtoras, avalia-se uma forma adequada para introduzir a gestão ambiental neste contexto. São ferramentas de gestão ambiental os modelos propostos pela norma NBR ISO 'Sistemas de gestão ambiental - Especificação e diretrizes para uso' publicada pela International Organization for Standardization (ISO), pela norma inglesa BS 7750 publicada pela British Standards Institution (BSI), pela norma européia Eco-Management and Audit Scheme (EMAS) e pelo referencial francês em experimentação denominado Référentiel technique du Système de Management d'opération desenvolvido pelo Centre Scientifique et Technique du Bâtiment (CSTB). Segundo Ofori et al. (2002), um sistema de gestão implementado auxilia a organização na coordenação e na identificação de seus potenciais e deficiências, além de estruturá-la para a realização eficiente do monitoramento necessário à melhoria de seu desempenho. E ainda, a normalização influi na produtividade e na melhoria do desempenho dos funcionários, propiciando a transferência de tecnologia entre os canteiros de obra e a melhor estruturação dos recursos humanos no que se refere à orientação e adequação de novos funcionários com relação aos procedimentos e processos da empresa. Adicionalmente, segundo a experiência da construtora Skanska Oy (SÄRKILAHTI, 2001), todos os diferentes ângulos da gestão ambiental podem ser inseridos em um sistema de gestão da qualidade existente apenas com a adição de alguns procedimentos específicos. E, segundo Dias (2000), os conceitos acabam se integrando na própria prática, por exemplo, em canteiros de obra da construção civil não é fácil distinguir um risco ambiental de um risco de segurança e saúde emissões de ruído ou poeira são riscos cujos impactos devem ser avaliados, eliminados ou reduzidos tanto no que concerne os operários do canteiro quanto a população vizinha. A integração de sistemas de gestão também é prevista na própria NBR ISO 14001: As organizações podem decidir utilizar um sistema de gestão existente, coerente com a série NBR ISO 9000, como base para seu sistema de gestão ambiental. Enquanto os sistemas de gestão da qualidade tratam das necessidades dos clientes, os sistemas de gestão ambiental atendem às necessidades de um vasto

4 conjunto de partes interessadas e às crescentes necessidades da sociedade sobre proteção ambiental. (NBR ISO 14001:1996). Assim, pode-se dizer que adicionar a gestão ambiental à gestão da qualidade contribui para ampliar o atendimento às exigências regulamentares e legais aplicáveis às atividades desenvolvidas pelas empresas, além de beneficiá-las com relação ao atendimento das crescentes exigências de clientes e de outras partes interessadas. E, também, pode-se dizer que a existência de um sistema único facilita a compreensão e o envolvimento dos funcionários na busca da melhoria contínua e do atendimento aos objetivos e metas estabelecidos. 3. METODOLOGIA PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL EM EMPRESAS CONSTRUTORAS DE EDIFÍCIOS A metodologia descrita neste artigo, específica para as empresas construtoras e proposta por Degani (2003), pretende apontar a aplicabilidade de sistemas de gestão ambiental nestas empresas. Ela foi desenvolvida a partir da percepção de que o simples atendimento aos requisitos normativos, tais como os propostos pela norma NBR ISO 14001, não garantiriam o alcance do nível de desempenho ambiental requerido para o setor, por não contemplarem parâmetros ou indicadores de desempenho ambiental específicos. Mais ainda, estas diretrizes gerais não consideram os pontos críticos e as dificuldades próprias à atividade de construir. A presente metodologia baseia-se nos requisitos e diretrizes propostos pelas normas NBR ISO 14001:1996 'Sistemas de gestão ambiental - Especificação e diretrizes para uso' e NBR ISO 14004: 1996 Sistemas de gestão ambiental - Diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio, porém é específica para as empresas construtoras e considera os seus aspectos ambientais importantes, bem como as estruturas de gestão presentes. Para a elaboração desta metodologia foram coletadas informações a respeito: (a) das ferramentas de gestão e das soluções ambientais disponíveis; (b) da estrutura de gestão adotada de modo eficiente por algumas empresas construtoras de edifícios; (c) das experiências de outras empresas do setor, não construtoras, na implementação de sistemas de gestão ambiental; (d) dos aspectos e impactos ambientais decorrentes das atividades sob a responsabilidade das empresas construtoras; (e) do desempenho ambiental de algumas empresas construtoras no Brasil e no exterior; e (f) das tendências a nível setorial, político e legislativo brasileiros. Deste modo, Degani (2003) elaborou esta metodologia cuja proposta principal é apresentar às empresas construtoras de edifícios uma forma de instituir programas ambientais eficazes e relevantes no contexto de suas atividades, por meio da adição, a um sistema de gestão existente, dos princípios de proteção ambiental promotores da sustentabilidade de suas atividades. Não se trata, entretanto, de privilegiar as empresas possuidoras de sistemas de gestão formais, certificadas ou não. A intenção é demonstrar a facilidade de introdução das boas práticas ambientais aos sistemas de gestão já existentes e apontar a tendência pela integração de sistemas, adotando-se, portanto, um sistema único de gestão. Desde modo, a presença de um sistema formal de gestão da qualidade, por exemplo, não chega a ser um pré-requisito para a utilização desta metodologia. Em resumo, Degani (2003) propõe a implementação do sistema de gestão ambiental em empresas construtoras por meio das cinco etapas seguintes: (1) Análise da situação atual da empresa; (2) Estabelecimento de metas; (3) Planejamento; (4) Operação; e (5) Avaliação e Ações para melhoria. O objetivo do sistema de gestão instituído é que funcione como um ciclo contínuo cuja evolução é determinada pela tomada de ações corretivas e preventivas sobre as deficiências encontradas no sistema, proporcionando, assim, a melhoria contínua do desempenho ambiental global destas empresas, conforme ilustra a figura 5.1.

5 Figura 1 Ciclo proposto para a implementação da gestão ambiental em construtoras (Degani, 2003) Análise da situação atual da empresa Estabelecimento de metas Avaliação e Ações para melhoria Planejamento Operação A primeira ação proposta é a Análise da situação atual da empresa. Esta etapa pretende orientar as empresas na análise de suas especificidades e de seu desempenho no momento inicial do processo. Uma importante tarefa desta etapa é a identificação dos aspectos e impactos ambientais significativos decorrentes das atividades construtivas, bem como dos requisitos legais e outros requisitos a serem atendidos tanto pelas empresas quanto por seus empreendimentos (Degani (2003) faz um levantamento exaustivo destes elementos). Na etapa seguinte, denominada Estabelecimento de metas, a estratégia da empresa construtora constitui-se por meio do estabelecimento de sua política, de seus objetivos e de suas metas. Quanto à política, a construtora pode optar por estabelecer uma política única, que direcione toda a sua gestão, ou por uma política exclusivamente ambiental - esta opção é feita em decorrência da estrutura e do desempenho do sistema de gestão presente. E, quanto aos objetivos ambientais, salienta-se que devem atuar sobre os aspectos ambientais identificados como significativos, de modo a eliminar ou minimizar a probabilidade de ocorrência de impactos, a sua abrangência, a sua severidade e a sua duração. Sugere-se, entretanto, priorizar os aspectos cujas interferências negativas já disponham de soluções viáveis para sua redução ou eliminação. Do mesmo modo, devem ser consideradas todas as boas práticas ambientais que também proporcionem benefícios ao desempenho da empresa construtora enquanto negócio. A terceira fase da metodologia proposta é o Planejamento. Nesta etapa são definidas todas as ações a serem aplicados pela empresa para atingir as metas definidas para cada um de seus objetivos ambientais; estas ações são propostas em forma de programas ambientais. Também é neste momento que a empresa realiza o ajuste de sua estrutura de gestão. A etapa seguinte denomina-se Operação e, neste momento, a produção já é realizada sob condições controladas. Salienta-se ser extremamente importante que as instruções de trabalho e de controle façam parte da cultura e da rotina presentes na empresa construtora. E, finalmente, chega-se à etapa de Avaliação e ações para melhoria. A avaliação consiste em investigar as não-conformidades detectadas durante a operação do sistema e realizar as auditorias

6 internas e as reuniões de análise crítica. E, a retroalimentação para a melhoria contínua do sistema é função da tomada de ações corretivas e de ações preventivas. Neste artigo, as etapas (1) Análise da situação atual da empresa e (3) Planejamento são detalhadas por se tratarem dos grandes diferenciais desta metodologia. 3.1 Análise da situação atual da empresa A análise da situação atual da empresa corresponde à avaliação ambiental inicial proposta pela NBR ISO 14004:1996, porém bem mais abrangente e específica às empresas construtoras. Sugere-se avaliar, não somente as questões ambientais, mas também a presença de facilitadores motivacionais e estruturais para a adição da gestão ambiental à prática de gestão já existente nestas empresas. As características particulares de cada empresa também devem ser consideradas. A realização desta análise é um pré-requisito, inclusive para as empresas que deseja apenas inserir alguns elementos de gestão ambiental. A análise da situação atual da empresa inclui: (a) o Diagnóstico inicial da empresa; (b) a identificação de aspectos e impactos ambientais significativos; e (c) o levantamento de requisitos legais e outros requisitos aplicáveis. Dentre estes três elementos de investigação, o Diagnóstico inicial surge como um dos diferenciais desta metodologia. Ele consiste na aplicação de uma lista de verificação cujo objetivo é avaliar a base existente na empresa para a introdução dos elementos da gestão ambiental. São verificados os seguintes tópicos: (a) estrutura do sistema de gestão existente, (b) desempenho do sistema de gestão existente, (c) práticas e procedimentos de gestão ambiental presentes, (d) histórico de incidentes anteriores, e (e) características específicas da empresa e do contexto em que se inserem suas obras. Cada um destes tópicos tem uma função específica para a introdução de sistemas de gestão ambiental nas empresas construtoras, conforme detalhado a seguir: Estrutura do sistema de gestão existente a verificação da estrutura do sistema de gestão existente objetiva identificar a presença de facilitadores físicos, ou seja, pretende revelar a existência de documentos e estrutura de gestão formais que possam servir de base para a adição do sistema de gestão ambiental. Desempenho do sistema de gestão existente a análise deste tópico investiga a eficiência do sistema de gestão presente, quer seja um sistema de gestão formal ou não. Esta análise também é capaz de revelar o comprometimento da empresa com seu sistema de gestão formal, se for o caso, o seu entusiasmo, a sua dedicação e os resultados por meio dele obtidos. Denota, portanto, a presença de facilitadores motivacionais. Práticas e procedimentos de gestão ambiental presentes o avanço da empresa neste aspecto é avaliado por meio da comparação da situação presente com uma lista de práticas ambientais aplicáveis. Pretende-se valorizar as atitudes positivas já existentes e aproveitá-las no sistema de gestão ambiental a ser implementado o seu avanço também revela, de alguma forma, o nivel de comprometimento com as questões ambientais. Para as empresas nas quais tais práticas já têm sido adotadas, é possível analisar-se os benefícios decorrentes e, para as demais, deve-se investigar as causas deste aparente atraso. Histórico de incidentes anteriores a observação deste histórico é um indicador de tendências quanto à interferências ambientais. Ele apresenta-se como um complemento à identificação dos aspectos e impactos ambientais significativos das atividades desenvolvidas pela empresa. A existência destes registros também pode ser considerada como uma evidência da eficiência do sistema de gestão préexistente. Características específicas da empresa e do contexto em que se inserem suas obras este último tópico expõe as características particulares da empresa que interferem no estabelecimento de seus pontos de interesse mercadológico e na amplitude de sua área de influência. Sua função é orientar a empresa na elaboração de sua política e objetivos ambientais, em conformidade com o cenário na qual está inserida. Assim, este tema introduz ao caráter ambiental, também os aspectos econômicos e mercadológicos, conferindo-lhe uma dimensão estratégica.

7 3.2 Planejamento A partir do momento em que a empresa construtora define sua estratégia e o nível de desempenho ambiental desejado, por meio do estabelecimento de sua política, objetivos e metas, ela passa à etapa de Planejamento. Nesta etapa são estabelecidos os programas ambientais da empresa e de seus empreendimentos e é feito o ajuste da estrutura de gestão da organização. É o momento de estabelecer as medidas e a documentação que orientarão a prática desejada. Os programas ambientais são o conjunto de ações determinadas com a finalidade de alcançarem-se os objetivos e metas ambientais estabelecidos. Neste ponto, a metodologia propõe que sejam estabelecidos um ou mais Programas ambientais globais para a construtora e também programas ambientais específicos para cada obra, denominados Planos ambientais das obras. Os Planos ambientais das obras partem dos Programas ambientais globais estabelecidos para a empresa construtora e devem considerar a análise da significância dos aspectos e impactos ambientais específicos identificados para aquela obra, além das exigências legais locais. Assim, o Plano ambiental da obra é o detalhamento das responsabilidades de cada obra com relação ao sistema de gestão ambiental global da empresa, assemelhando-se ao PQO (Plano de Qualidade da Obra), sugerido pelo regimento SiQ-C do PBQP-H (SEDU, 2002). Degani (20003) destaca que as empresas construtoras com sistemas de gestão menos estruturados, ou com carência de recursos, podem optar por iniciar a implementação da gestão ambiental por meio da aplicação de um plano ambiental piloto em apenas uma ou várias obras. E, no caso da certificação de empreendimentos ser um dos objetivos da empresa, os planos ambientais destas obras devem incluir como metas os índices estabelecidos pelo referencial de certificação ao qual ela deseje submeter-se. Conforme mencionado, além do estabelecimento dos programas ambientais, a fase de planejamento compreende o ajuste da estrutura de gestão. Este ajuste deve partir dos resultados do diagnóstico realizado na etapa inicial da aplicação desta metodologia, mais especificamente, da verificação da estrutura e do desempenho do sistema de gestão presente na empresa. Nesta ocasião, e para cada situação, a metodologia propõe as seguintes orientações para o ajuste da estrutura de gestão: Para as empresas que possuem sistemas de gestão implementados, porém ineficientes, sugere-se que sejam investigadas as razões para sua ineficiência antes de iniciar a introdução dos elementos da gestão ambiental. Neste caso, também é recomendado que as prioridades da empresa sejam revistas. A sugestão é adiar o programa. Para as empresas que não possuem sistema de gestão estruturados recomenda-se implementar um sistema de gestão ambiental ou apenas estabelecer Programas ambientais para uma ou mais obras piloto. Para as empresas que possuem sistemas de gestão estruturados conforme o modelo sugerido pela ISO 9001, mas que não atendem às novas especificações contidas na sua versão 2000, sugere-se que seja feita uma atualização de seu sistema de gestão base para facilitar a integração dos elementos dos sistemas de gestão. Para as empresas que apresentam sistemas de gestão bem estruturados e com bom desempenho recomenda-se a elaboração de um Sistema de Gestão Integrado (SGI). Assim sendo, o ajuste da estrutura de gestão é feito com base na estrutura presente e compreende duas ações distintas: (a) preparação dos recursos humanos (revisão do organograma; atribuição de cargos e tarefas; avaliação de competências e qualificações requeridas; e estabelecimento de programas de treinamento); (b) provisão dos recursos físicos e financeiros (reestruturação da documentação; provisão de recursos tecnológicos; adequação dos meios de comunicação para garantir o fluxo eficiente das informações; garantia de suporte financeiro; e provisão dos recursos necessários à implementação dos programas ambientais estabelecidos). Importante ressaltar que, à nível de procedimento operacional, o objetivo é adicionar às instruções de trabalho as medidas ambientais preventivas e mitigadoras a serem aplicadas a cada serviço ou

8 atividade considerados significativos. A reestruturação da documentação caracteriza a integração dos sistemas. 4. DIFICULDADES DE INSERÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL EM EMPRESAS CONSTRUTORAS Apesar da tendência pela construção sustentável e da aplicabilidade de sistemas de gestão ambiental em construtoras apontadas neste artigo, é interessante discutir algumas das dificuldades que podem ser reveladas. A gestão ambiental requer que sejam aplicados, rotineiramente e de modo tão abrangente quanto possível, os procedimentos planejados. Assim, as novas especificações de trabalho e controle da operação e, principalmente, a conscientização das interferências da empresa no meio ambiente, devem infiltrar-se e confundir-se, pouco a pouco, com a cultura e rotina presentes. Degani (2003) salienta que, para o Brasil, ainda há uma distância a ser percorrida com relação ao desempenho verificado em outros países. A autora refere-se aos fracos incentivos por parte dos poderes públicos e legislativos, à ausência de suporte das Municipalidades no que se refere à gestão de resíduos, à falta de comprometimento ambiental de fornecedores de materiais e de serviços, ao fato da tecnologia 'limpa' ainda estar longe do alcance de grande parte das construtoras brasileiras, à falta de análise mais criteriosa sob o ponto de vista ambiental no emprego das novas tecnologias; dentre outras razões. Entretanto, nota-se algumas semelhanças entre as apontadas pelas construtoras estrangeiras e brasileiras, especialmente no tangente: aos alvos ambientais conflitantes com os benefícios financeiros ou com a própria qualidade do ambiente construído; ao desconhecimento da disciplina ambiental para a tomada de decisões em prol do meio ambiente; e à carência de pessoal qualificado. Quanto ao interesse, a situação brasileira não difere das observadas em outros países. Os exemplos de práticas ambientais verificados nas construtoras estrangeiras muitas vezes partiram de requisitos legais, o que evidencia a necessidade de fatores externos como incentivo à ação, não bastando apenas a simples consciência ambiental. Outras dificuldades surgem da falta de conhecimento das despesas requeridas para a implementação e operação de um sistema de gestão ambiental, especialmente pela dificuldade no cálculo do retorno financeiro para que a eficácia do sistema possa ser demonstrada em custos e servir de estímulo à sua implementação. 5. CONCLUSÕES A evolução do setor da construção civil em direção à sustentabilidade pode começar a partir da gestão dos aspectos ambientais das atividades de responsabilidade das empresas construtoras. Os indicadores favoráveis ao avanço destas empresas são a disponibilidade de soluções ambientais e a adequação dos sistemas de gestão ambiental à estrutura de gestão já presente em algumas delas. A prática da gestão ambiental pelas empresas construtoras é capaz de envolver, gradativamente, todos os agentes da cadeia produtiva com os quais ela se relaciona. Isto porque, ao seu desempenho ambiental vincula-se o desempenho dos produtos e serviços adquiridos, a eficiência das tecnologias construtivas, além do comportamento do mercado como um todo. Nesta abordagem, também estão incluídas as empresas de projeto, as quais devem acompanhar a tendência pela construção sustentável. E, finalmente, a diferenciação obtida pelas empresas construtoras pioneiras no uso da gestão ambiental induz à movimentação das demais, tornando-se um novo fator de competitividade. A metodologia descrita neste artigo, específica para as empresas construtoras, também caracteriza a aplicabilidade de sistemas de gestão ambiental nestas empresas. A análise inicial proposta fornece os elementos que permitem a opção pelo modo mais adequado de inserção da gestão ambiental, pois ela considera a estrutura de gestão, o avanço da empresa em termos de práticas ambientais, bem como as características particulares do contexto em que se encontra cada empresa construtora. E, durante a etapa de planejamento, premite-se prever a adequação do sistema de gestão existente a cada novo empreendimento, ou seja, considera-se a estratégia global da empresa e as variantes de cada empreendimento.

9 Verifica-se, entretanto, que o sucesso da implementação de sistemas de gestão ambiental em empresas construtoras está na conciliação dos benefícios ambientais aos benefícios para a empresa enquanto negócio; fator este capaz de reforçar e manter o seu compromisso e entusiasmo pela gestão ambiental dos processos. Importante também, que a gestão ambiental integre-se à rotina da empresa e que a mantenha atualizada quanto à legislação e às melhores práticas, materiais e tecnologias disponíveis. A importância da aplicar-se sistemas de gestão ambiental em empresas construtoras de edifícios está na formalização da própria gestão da empresa, tendo como foco a construção sustentável, e também na orientação de atitudes concretas para a redução dos impactos decorrentes de suas atividades e, na medida de sua influência, também de seus produtos. Outro aspecto relevante da adoção de sistemas de gestão ambiental é a garantia da transferência de tecnologia eficiente entre os canteiros de obras e da observância das normas e regulamentos ambientais existentes. E, finalizando, apesar da tendência pela certificação ambiental de empreendimentos, como conseqüência de uma avaliação positiva do desempenho ambiental do produto, acredita-se que a proliferação dos denominados edifícios de alto desempenho ambiental vincula-se ao planejamento estratégico e à boa gestão dos processos produtivos relacionados, logo, ao desempenho ambiental global dos agentes envolvidos dentre os quais se incluem as empresas construtoras. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental: especificações e diretrizes para uso. Rio de Janeiro, p. DEGANI, Clarice Menezes. Sistemas de gestão ambiental em empresas construtoras de edifícios p., mais anexos. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, DIAS, Luís Alves. Implementing an Integrated EQS System in a Construction Project. In: PROCEEDINGS OF THE INTERNATIONAL CONFERENCE IMPLEMENTATION OF CONSTRUCTION QUALITY AND RELATED SYSTEMS, 2000, Lisboa, p OFORI, G.; GANG, G.; BRIFFETT, C. Implementing environmental management systems in construction: lessons from quality systems. Building and Environment, Volume 37, Issue 12, December 2002, Pages SÄRKILAHTI, T. Skanska Oy's Integrated Management System: experiences of integrating quality, environmental and occupational health and safety systems in a Finnish construction company. In: INTERNATIONAL CONFERENCE ON COSTS AND BENEFITS RELATED TO QUALITY AND SAFETY AND HEALTH IN CONSTRUCTION, 2001, Barcelona. Proceedings... Barcelona, Spain: CIB W99/TG36, SEDU SECRETARIA ESPECIAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Itens e Requisitos do Sistema de Qualificação de Empresas de Serviços e Obras - Construtoras SiQ-Construtoras do PBQP-H. Anexo III da Portaria n o 67, de 20 de dezembro de SILVA, V.G. Avaliação da Sustentabilidade de Edifícios de Escritórios Brasileiros: Diretrizes e Base Metodológica Tese (Doutorado em Engenharia Civil) Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, SJÖSTRÖM C.; BAKENS W. CIB Agenda 21 for sustainable construction. Building Research and Information 1999; 2(6):

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