Pelouro do Desenvolvimento Social

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pelouro do Desenvolvimento Social"

Transcrição

1 Pelouro do Desenvolvimento Social Novembro de 2012

2 ENQUADRAMENTO A problemática do envelhecimento da população constitui uma importante oportunidade de desenvolvimento social, uma vez que uma sociedade que possui mais cidadãos em idades avançadas encontra-se perante o desafio de repensar as suas estruturas sociais. As Grandes Opções do Plano (GOP) orientam a actuação da Câmara Municipal de Lisboa para as políticas de proximidade, entre as quais se destacam as políticas sociais. Estas devem permitir o desenvolvimento de acções mais próximas dos cidadãos idosos, capacitadoras da sua autonomia e independência, acessíveis e sensíveis às suas necessidades, que permitam minimizar custos, evitar dependências, humanizar os cuidados e ajustar-se à diversidade que caracteriza o envelhecimento da população. Paralelamente às GOP, também outros documentos estratégicos, nomeadamente o Plano Gerontológico Municipal (PGM), o Plano de Desenvolvimento Social de Lisboa , o Estudo Seniores de Lisboa: Capital Social e Qualidade de Vida (Instituto de Envelhecimento), entre outros, têm vindo a reforçar a necessidade de encontrar respostas que promovam a melhoria das condições de vida da população mais envelhecida, principalmente a que se encontra em situação de isolamento e vulnerabilidade física e psicossocial. Reforça-se, ainda, que 2012 é o Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações (AEEA), o que implica, entre muitos outros contributos, a valorização da intergeracionalidade como resposta social que deve ser incentivada e exponenciada. No ano passado, o Regimento de Sapadores Bombeiros e o Departamento de Protecção Civil da Câmara Municipal de Lisboa receberam 1511 chamadas de abertura de porta com socorro, tendo sido salvas 1129 pessoas e resolvidas 303 situações de risco. No entanto, 79 pessoas foram encontradas mortas. Esta realidade coloca em 2

3 evidência a existência de casos de idosos isolados em situações de grave carência e risco de vida que urge resolver. Neste sentido, em Fevereiro de 2012 iniciou-se a Operação S.Ó.S. com o objectivo de sensibilizar a comunidade para esta problemática e desenvolver uma resposta de emergência, associada a um número verde Esta resposta de emergência pode ser accionada pelos munícipes ou entidades, através de um telefonema de sinalização de situações de isolamento social, activando a resposta de socorro da SALOC (Sala de Operações Conjunta), onde se encontram elementos do Departamento de Protecção Civil, do Regimento de Sapadores Bombeiros e da Polícia Municipal, 24 horas por dia e 365 dias por ano. Após a intervenção de emergência, em caso de necessidade de acompanhamento social, é fulcral a criação de uma resposta integrada, passível de responder às diferentes casuísticas, e continuada no tempo. Outras entidades da Rede Social de Lisboa, com destaque para a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que levou a cabo em 2012 um levantamentos exaustivo e personalizado da situação dos idosos em Lisboa, têm vindo a identificar necessidades de resposta diversificadas, mas muitas vezes bastante urgentes, quer ao nível da habitação e da saúde, quer do quadro de vida quotidiano. As respostas adequadas e rápidas a estas necessidades devem ser articuladas entre as entidades com recursos e meios disponíveis, por forma a não haver sobreposições nem adiamentos que podem ser fatais. Tanto mais que sabemos que a génese do isolamento está associada à conjugação de um conjunto de fatores, nomeadamente fracos rendimentos, situações de doença e rarefação ou inexistência de redes de sociabilidade, os quais por sua vez são fortemente condicionados por défices de acessibilidade no espaço público e na própria habitação. 3

4 É neste contexto que surge o Programa Municipal Ajuda Lisboa (PMAL), que pretende constituir-se como uma resposta social, integrada e articulada em parceria com outras entidades, às situações de isolamento e dependência identificadas, num modelo de gestão de caso. Através de uma plataforma colaborativa on-line, bem como de um conjunto de respostas em rede previamente articuladas, pretende-se garantir uma melhor cobertura das situações referenciadas e uma gestão de casos mais eficaz, com evidentes benefícios para os munícipes de Lisboa, em particular os mais vulneráveis. Apesar de o PMAL pretender ser a extensão da operação S.Ó.S., deverá poder responder a outras sinalizações de vulnerabilidade social que surjam e que se enquadrem nos seus objectivos. Para além da intervenção institucional, é preciso recordar que o voluntariado é cada vez mais uma variável fundamental no reforço da coesão e desenvolvimento social. Neste programa, o voluntariado municipal assumirá um papel relevante, quer pelo acompanhamento realizado por voluntários inscritos no Banco de Voluntariado para a Cidade de Lisboa (BVL), quer pela promoção do voluntariado sénior, como ferramenta essencial na promoção do envelhecimento activo. Destaca-se, ainda, que a implementação do PMAL se conjuga com a atribuição em Lisboa de equipamentos de teleassistência, adquiridos pela CML com o patrocínio da Fundação PT, ao abrigo do respectivo protocolo de colaboração. OBJETIVO GERAL Criação de parcerias em rede para responder de forma articulada a situações de isolamento social dos munícipes, em particular dos cidadãos idosos, destacando-se os casos identificados pela operação S.Ó.S. ou por outros levantamentos, levados a cabo pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa ou pelo Centro Distrital de Lisboa do Instituto de Segurança Social. 4

5 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Promover o acesso à prestação de cuidados e serviços que respondam às necessidades da população, em particular os idosos que se encontrem em situação de isolamento, destacando-se: a) Saúde Melhoria do acesso aos cuidados de saúde e qualificação de respostas às necessidades de saúde dos idosos, nomeadamente através do acesso directo e mais imediato aos serviços do SNS, seja no domicílio ou no próprio centro de saúde. b) Segurança Reforço dos níveis de segurança efectiva e percepcionada, através de articulação privilegiada com o Programa Integrado de Policiamento em Proximidade da PSP, bem como do reforço da Rede Social, entre outras acções. c) Serviços da Comunidade Promoção do acesso a serviços da comunidade que respondam a necessidades identificadas. Acompanhamento nas actividades instrumentais da vida diária no exterior da habitação (ir às compras, ao médico, à farmácia, etc.) ou estruturação de alternativas em caso de situações de incapacidade, sendo assegurado por voluntários do Banco de Voluntariado de Lisboa, designadamente através de acções de cariz intergeracional, ou pelas Juntas de Freguesia. d) Cidadania e Participação Promoção do acesso à informação de forma a contribuir para um maior empoderamento das pessoas idosas. Promoção da participação em actividades culturais, sociais ou outras, que possibilitem um sentimento de pertença e uma intervenção cívica mais activa, com a participação das Juntas de Freguesia. e) Conforto na Habitação Articulação com o Programa Acupunctura Urbana para pequenas obras, bem como melhoria da utilização e adequação do espaço habitacional às necessidades dos idosos (mudança de lâmpadas, arrumação, etc.), através de recursos da comunidade, voluntariado, relações de vizinhança ou outros. PÚBLICO-ALVO ESTRATÉGICO Toda a comunidade da Cidade de Lisboa. 5

6 PÚBLICO-ALVO FINAL Munícipes de Lisboa que se encontrem em situação de isolamento social, doença ou incapacidade, em particular cidadãos idosos. OPERACIONALIZAÇÃO 1. As situações serão sinalizadas de duas formas: a) Munícipes e outras entidades através do número do SALOC ( ); b) Entidades parceiras (Juntas de Freguesia, Parceiros da Rede Social de Lisboa, Ministério Público - Departamento de Investigação e Acção Penal, Agrupamentos de Centros de Saúde, entre outras) que o farão directamente numa plataforma online de sinalização e gestão de caso, que estará em articulação com o SALOC, para a qual a CML dará formação e acesso ou diretamente para o (SALOC). 2. A justificação para que as sinalizações sejam sempre remetidas para o SALOC prende-se com a necessidade de prevenir situações de emergência que possam estar camufladas. 3. Após triagem pelo SALOC, e no caso de ser uma situação do foro social, a mesma será remetida para análise social por técnico do Departamento de Desenvolvimento Social e devidamente encaminhada para a resposta ou serviço competente. Podem ser accionados três níveis de resposta: o Situações relativamente integradas que necessitam de reforço do suporte social, através da mobilização de parceiros da Rede Social ou voluntários locais; o Situações já referenciadas a alguma entidade mas que necessitam de melhor enquadramento para outras necessidades identificadas que ainda se encontrem sem resposta; 6

7 o Situações não referenciadas a nenhuma entidade, sendo encaminhadas para as entidades competentes para resposta às necessidades identificadas. CRONOGRAMA 1ª fase preparação de parcerias Medida 1 - Articulação com a Rede Social de Lisboa, nomeadamente Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e Centro Distrital de Lisboa do Instituto de Segurança Social, e outras entidades parceiras, com o objectivo de definir procedimentos de intervenção e interlocutores privilegiados para formalização de Protocolos de Colaboração. Medida 2 - Acções de formação de voluntários e técnicos envolvidos no PMAL. Medida 3 Articulação com as Juntas de Freguesia no quadro de delegação de competências para o ano de Medida 4 Construção da plataforma colaborativa. 2ª fase Divulgação e implementação Medida 1 - Divulgação do PMAL e sensibilização da comunidade para a problemática do Isolamento Social e do Envelhecimento. Medida 2 Assinatura de protocolos de colaboração com as entidades da Rede Social ou outras Medida 3 Atribuição de 1000 equipamentos de teleassistência a pessoas que se encontrem em situação de isolamento social, doença ou incapacidade, em particular cidadãos idosos. Medida 4 Definição e produção de indicadores para o acompanhamento e gestão de caso. AVALIAÇÃO O PMAL será avaliado e monitorizado mensalmente. 7

8 FLUXOGRAMA OPERAÇÃO S.Ó.S. LISBOA E PROGRAMA MUNICIPAL AJUDA LISBOA Sinalização Triagem Intervenção Munícipes Outras entidades Juntas de Freguesia N.º VERDE CASO EMERGÊNCIA SMPC, RSB, PM CML SALOC SCML Seg. Social PLATAFORMA ON-LINE JF, SCML, ACES, PSP, IPSS PSP IPSS SALOC CASO SOCIAL CML/DDS PROGRAMA MUNICIPAL AJUDA LISBOA VOLUNTÁRIOS ACES DIAP OUTRAS ENTIDADES COMPETENTES 8

Plano Gerontológico de Monchique Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011

Plano Gerontológico de Monchique Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011 Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011 Trajectórias de envelhecimento Após os 65 anos de idade a estimulação cognitiva diminui significativamente. A diminuição da estimulação desencadeia/agrava o declínio

Leia mais

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Maio de 2011 Preâmbulo As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Plano de Ação MARÇO DE 2014

Plano de Ação MARÇO DE 2014 Plano de Ação 2014 MARÇO DE 2014 FICHA TÉCNICA Plano de Ação do Concelho de Águeda março de 2014 Equipa de elaboração: Núcleo Executivo do CLAS de Águeda Colaboraram neste documento os seguintes autores:

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Página 2 de 29 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Índice Índice de Siglas. 4 Nota Prévia... 5 Exposição e Explicação dos

Leia mais

Proposta de Plano de Desenvolvimento Social Agenda Estratégica Para apresentação na 14ª Sessão Plenária do CLAS-Lx

Proposta de Plano de Desenvolvimento Social Agenda Estratégica Para apresentação na 14ª Sessão Plenária do CLAS-Lx Proposta de Plano de Desenvolvimento Social Agenda Estratégica Para apresentação na 14ª Sessão Plenária do CLAS-Lx VALIDADO a 30 de abril de 2012 em reunião da Comissão Tripartida (Câmara Municipal de

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

Projecto de Voluntariado do Concelho de Lagoa. Banco de Voluntariado LagoaSocial

Projecto de Voluntariado do Concelho de Lagoa. Banco de Voluntariado LagoaSocial Projecto de Voluntariado do Concelho de Lagoa Banco de Voluntariado LagoaSocial Projecto de Voluntariado Social de Lagoa O Banco de Voluntariado LagoaSocial será enquadrado num conjunto de medidas e acções

Leia mais

Ação Social e Inclusão

Ação Social e Inclusão Ação Social e Inclusão Ação Social O campo de actuação da Ação Social compreende, em primeira instância, a promoção do bem estar e qualidade de vida da população e a promoção duma sociedade coesa e inclusiva,

Leia mais

03/12/2012 REDE SOCIAL DE LISBOA

03/12/2012 REDE SOCIAL DE LISBOA GRUPOS DE MISSÃO 03/12/2012 REDE SOCIAL DE LISBOA PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2013-20152015 Contextualização O PDS é um instrumento de planeamento da Rede Social que formaliza o conjunto de opções

Leia mais

Plano de Ação 2013. I Eixo De Intervenção: QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Plano de Ação 2013. I Eixo De Intervenção: QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E RESPONSABILIDADE SOCIAL 0 Plano de Ação I Eixo De Intervenção: QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E RESPONSABILIDADE SOCIAL OBJETIVO GERAL: Dotar as Instituições do Município de competências na área da qualidade para melhorar a resposta

Leia mais

Plano Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica 2008-2011

Plano Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica 2008-2011 Plano Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica 2008-2011 A violência doméstica é um fenómeno complexo que requer uma intervenção concertada e multidisciplinar. 1 PLANO MUNICIPAL CONTRA A VIOLÊNCIA

Leia mais

Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009

Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009 Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009 1 1. ÁREA DE INTERVENÇÃO ACÇÃO SOCIAL Promover a integração social dos grupos socialmente mais vulneráveis * Romper

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016 PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016 MARÇO DE 2014 FICHA TÉCNICA Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Águeda março de 2014 Equipa de elaboração: Núcleo Executivo do CLAS de Águeda Colaboraram

Leia mais

Casa do Povo de Vilarandelo. Plano de Ação 2015-2018

Casa do Povo de Vilarandelo. Plano de Ação 2015-2018 Plano de Ação 2015-2018 Eixo de Intervenção 1 Emprego, Formação e Qualificação a) Estabelecimento da Parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, I.P., com o objetivo de facilitar os processos

Leia mais

1.1.1.1. Objectivo Especifico Garantir que os alunos de 1.º e 2.º Ciclo assistam a acções de prevenção primária da toxicodependência.

1.1.1.1. Objectivo Especifico Garantir que os alunos de 1.º e 2.º Ciclo assistam a acções de prevenção primária da toxicodependência. Conselho Local de Acção Social de de Ourique Cuba Plano de Acção 2008 - Rede Social Programação Anual. Prioridade Promover a melhoria das condições de vida das crianças, dos idosos e das famílias através

Leia mais

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de O do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidos alguns Projectos (com o desejo de uma projecção num futuro próximo), a serem desenvolvidos para se concretizarem

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE A promoção da educação para a saúde em meio escolar é um processo em permanente desenvolvimento para o qual concorrem os sectores da Educação

Leia mais

Regulamento Interno PREÂMBULO

Regulamento Interno PREÂMBULO Regulamento Interno PREÂMBULO O Município de Beja enquanto promotor local de políticas de protecção social, desempenha um papel preponderante na elaboração de estratégias de desenvolvimento social e na

Leia mais

Enquadramento Geral. Estrutura Organizacional. Objectivos. Estrutura Organizacional (Cont.) Região EDV

Enquadramento Geral. Estrutura Organizacional. Objectivos. Estrutura Organizacional (Cont.) Região EDV Entidade Promotora Entidade Co-Promotora e Co-Financiadora Entidade Co-Promotora e Co-Avaliadora Entidade Financiadora Entidade Co- Financiadora Enquadramento Geral Envelhecimento demográfico. Crescente

Leia mais

Carla Ribeirinho. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Carla Ribeirinho. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Carla Ribeirinho Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Lisboa, 10 de Maio de 2012 Desafios e oportunidades Crescimento em massa da população idosa. Adopção de medidas que visem minorar situações

Leia mais

Constituição dos Orgãos da Rede Social do Concelho de Valpaços 2. Constituição do Núcleo Executivo 4. Nota Introdutória 5

Constituição dos Orgãos da Rede Social do Concelho de Valpaços 2. Constituição do Núcleo Executivo 4. Nota Introdutória 5 ÍNDICE Constituição dos Orgãos da Rede Social do Concelho de Valpaços 2 Constituição do 4 Nota Introdutória 5 Eixo I Envelhecimento Populacional 7 Eixo II Qualificação e Integração Escolar e Sócio-Profissional

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

Projecto GPS Gabinete de Proximidade para a Sustentabilidade

Projecto GPS Gabinete de Proximidade para a Sustentabilidade Projecto GPS Gabinete de Proximidade para a Sustentabilidade Actividade Formativa - Intervenção Comunitária Data - 1 de Abril de 2009 Local Auditório do Edifício Cultural Município de Peniche Participação:

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

I. Apresentação do Projecto. - Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família

I. Apresentação do Projecto. - Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família I. Apresentação do Projecto - Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família Falar em sucesso educativo implica olhar o processo educativo segundo uma abordagem sistémica, em que o aluno, a escola, a família e

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

INTERVENÇÃO SOCIAL DOS MUNICÍPIOS PARA ALÉM DAS SUAS COMPETÊNCIAS LEGAIS

INTERVENÇÃO SOCIAL DOS MUNICÍPIOS PARA ALÉM DAS SUAS COMPETÊNCIAS LEGAIS INTERVENÇÃO SOCIAL DOS MUNICÍPIOS PARA ALÉM DAS SUAS COMPETÊNCIAS LEGAIS Está em curso um inquérito, promovido pela ANMP, sobre as despesas municipais com acções de carácter social que ultrapassam as competências

Leia mais

Compromisso para IPSS Amigas do Envelhecimento Ativo CONFEDERAÇÃO NACIONAL INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE

Compromisso para IPSS Amigas do Envelhecimento Ativo CONFEDERAÇÃO NACIONAL INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE 2014 Compromisso para IPSS Amigas do Envelhecimento Ativo CONFEDERAÇÃO NACIONAL INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE MANIFESTO E COMPROMISSO DA CNIS IPSS AMIGAS DO ENVELHECIMENTO ATIVO As modificações significativas

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo 22 de Fevereiro 2010 Índice Índice PARTE I SÍNTESE DO 2º FÓRUM PARTICIPATIVO (10 minutos) PARTE II SÍNTESE DA ESTRATÉGIA DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Crescente incidência da doença de Alzheimer e das situações de pós-avc na região EDV

Crescente incidência da doença de Alzheimer e das situações de pós-avc na região EDV A Demência: O Outro Lado do Espelho Fundação Calouste Gulbenkian 23 de Setembro 2010 Enquadramento Geral Envelhecimento demográfico Crescente incidência da doença de Alzheimer e das situações de pós-avc

Leia mais

Eixo 1 - Organização e Trabalho em Rede

Eixo 1 - Organização e Trabalho em Rede Eixo 1 - Organização e Trabalho em Rede E1_O1E1A1 E1_O2E1A1 E1_O2E2A1 E1_O3E1A1 E1_O3E1A2 E1_O3E1A3 E1_O3E1A4 Harmonizar os instrumentos de planeamento e avaliação, utilizados pelos diversos órgãos da

Leia mais

Plano de Acção. Conselho Local de Acção Social de Redondo CLASRedondo

Plano de Acção. Conselho Local de Acção Social de Redondo CLASRedondo Plano de Acção Conselho Local de Acção Social de CLAS 2014-2015 2 EIXO 1 - PROMOVER A EMPREGABILIDADE E QUALIFICAÇÃO ESCOLAR E PROFISSIONAL E INTEGRAÇÃO DE GRUPOS SOCIAIS (PRÉ-) DESFAVORECIDOS Combate

Leia mais

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 INDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4 Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 Eixo de Desenvolvimento 2: Empregabilidade de Formação Profissional... 13 Eixo

Leia mais

Seminário Final. 18 de Junho 2008

Seminário Final. 18 de Junho 2008 O impacto do (des)emprego na pobreza e exclusão social na sub-região Porto-Tâmega pistas de acção estratégicas Porto Rua Tomás Ribeiro, 412 2º 4450-295 Matosinhos tel.: 22 939 91 50 fax.: 22 909 91 59

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL PREÂMBULO REGULAMENTO DA LOJA SOCIAL DO CONCELHO DE VALENÇA Com a emergência de novos processos de exclusão social e a persistência de fortes desigualdades sociais, subjacentes à problemática da pobreza

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO: GRUPO DE TRABALHO (ALTERAÇÃO):

GRUPO DE TRABALHO: GRUPO DE TRABALHO (ALTERAÇÃO): GRUPO DE TRABALHO: ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE VALE DA PEDRA PAULA FERREIRA ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ANA OLIVEIRA ASSOCIAÇÃO OPERAÇÃO SAMARITANO CARINA CRENA CÂMARA MUNICIPAL DO CARTAXO

Leia mais

Regulamento Interno. Preâmbulo

Regulamento Interno. Preâmbulo Regulamento Interno Preâmbulo A Resolução de Conselho de Ministros 197/97 de 18 de Novembro define a Rede Social como um fórum de articulação e congregação de esforços baseado na adesão livre das autarquias

Leia mais

1. Como pensam integrar, no âmbito dos poderes e competências da autarquia, as questões da educação intercultural e do combate ao racismo?

1. Como pensam integrar, no âmbito dos poderes e competências da autarquia, as questões da educação intercultural e do combate ao racismo? Gostaríamos de iniciar a resposta a este questionário com uma nota prévia relativamente às questões que nos foram colocadas: as questões da discriminação e do racismo constituem, desde o surgimento desta

Leia mais

Orçamento do Estado 2014 Saúde e Segurança Social Para Onde Vamos?

Orçamento do Estado 2014 Saúde e Segurança Social Para Onde Vamos? Orçamento do Estado 2014 Saúde e Segurança Social Para Onde Vamos? Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa 18 de Novembro Maria Margarida Corrêa de Aguiar margaridacorreadeaguiar@gmail.com TÓPICOS DEFINIÇÕES

Leia mais

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha A Cáritas Diocesana de Viseu no Bairro Social de Paradinha A Cáritas continua com um trabalho de relevante interesse social no Bairro Social de Paradinha. No ano de 2008, a Cáritas continuou a desenvolver

Leia mais

RECOMENDAÇÕES Heloísa Perista (coord.) Pedro Perista

RECOMENDAÇÕES Heloísa Perista (coord.) Pedro Perista RECOMENDAÇÕES Heloísa Perista (coord.) Pedro Perista RECOMENDAÇÕES Heloísa Perista (coord.) Pedro Perista Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género Presidência do Conselho de Ministros Lisboa,

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA ESPECÍFICO PARA AS ONDAS DE CALOR

PLANO DE CONTINGÊNCIA ESPECÍFICO PARA AS ONDAS DE CALOR PLANO DE CONTINGÊNCIA ESPECÍFICO PARA AS ONDAS DE CALOR ACES AMADORA 2013 Documento de trabalho proposto e 30 Abril 2013 Revisto em 14/05/2013 por Autoridades de Saúde do ACES Amadora Aprovado em / / 2013

Leia mais

Rede Social no Concelho de Azambuja Plano de Ação 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014

Rede Social no Concelho de Azambuja Plano de Ação 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014 1 EDUCAÇÃO ÁREA ATIVIDADES RESPONSAVEIS PARTICIPANTES/ INTERVENIENTES Calendarização Manter os projetos existentes nos Agrupamentos de Escolas (Fénix, tutorias, Aprender a Estudar,

Leia mais

Município de Freixo de Espada à Cinta PLANO DE ACÇÃO (2009-2010) Conselho Local de Acção Social de Freixo de Espada à Cinta

Município de Freixo de Espada à Cinta PLANO DE ACÇÃO (2009-2010) Conselho Local de Acção Social de Freixo de Espada à Cinta Município de Freixo de Espada à Cinta PLANO DE ACÇÃO (2009-2010) Conselho Local de Acção Social de Freixo de Espada à Cinta FICHA TÉCNICA Relatório do Plano de Acção de Freixo de Espada à Cinta Conselho

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Pelouro do Desporto Obras e Espaço Publico. Reunião Ordinária da Comissão Executiva do Conselho Desportivo Municipal

Pelouro do Desporto Obras e Espaço Publico. Reunião Ordinária da Comissão Executiva do Conselho Desportivo Municipal Pelouro do Desporto Obras e Espaço Publico Departamento de Desenvolvimento Social e Desporto Divisão de Desporto Reunião Ordinária da Comissão Executiva do Conselho Desportivo Municipal i S.C.C.M.S. -

Leia mais

CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO

CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO EIXO 1 EMPREGO, FORMAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 01 - BALCÃO DE EMPREGABILIDADE; O Balcão de Empregabilidade pretende apoiar os desempregados

Leia mais

CATÁSTROFES E GRANDES DESASTRES IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO PÚBLICA NO ÂMBITO DA PROTEÇÃO CIVIL

CATÁSTROFES E GRANDES DESASTRES IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO PÚBLICA NO ÂMBITO DA PROTEÇÃO CIVIL programa Ao evocar os 260 anos do Terramoto de 1755, a Câmara Municipal de Lisboa, através do Programa que agora se apresenta, pretende levar a cabo um conjunto de atividades e manifestações alusivas à

Leia mais

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social A investigação do Serviço Social em Portugal: potencialidades e constrangimentos Jorge M. L. Ferreira Professor Auxiliar Universidade Lusíada Lisboa (ISSSL) Professor Auxiliar Convidado ISCTE IUL Diretor

Leia mais

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Respostas Sociais População

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO 2010 O QUE É?

PLANO DE ACÇÃO 2010 O QUE É? O QUE É? O Plano de Acção é um documento anual que se desenha a partir das linhas de intervenção definidas no Plano de Desenvolvimento Social. Enquanto produto traduz-se num documento temporalmente finalizado

Leia mais

CIDADE AMIGA DAS PESSOAS IDOSAS 2010-2013

CIDADE AMIGA DAS PESSOAS IDOSAS 2010-2013 CIDADE AMIGA DAS PESSOAS IDOSAS 2010-2013 A Sociedade e o Envelhecimento Em 2007, mais da metade da população mundial passou a morar em cidades e, em 2030, cerca de três em cada cinco pessoas viverão em

Leia mais

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa Centro Social Paroquial de Lustosa Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa 1. Identificação da Instituição: Centro Social Paroquial de Lustosa, NPC: 502431440, com sede em Alameda

Leia mais

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil O Voluntariado e a Protecção Civil 1. O que é a Protecção Civil A 03 de Julho de 2006, a Assembleia da Republica publica a Lei de Bases da Protecção Civil, que no seu artigo 1º dá uma definição de Protecção

Leia mais

Estrutura da Apresentação

Estrutura da Apresentação Capacitar para Qualificação e Inovação das Redes Sociais do Minho-Lima (CQIRS-ML) Seminário Redes Sociais, Desenvolvimento e Coesão Social do Alto Minho: Diagnóstico, Perspetivas e Ações 2014-2020 19 de

Leia mais

Centro de Dia. Direcção-Geral da Acção Social. Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação. Catarina Bonfim Maria Eugénia Saraiva

Centro de Dia. Direcção-Geral da Acção Social. Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação. Catarina Bonfim Maria Eugénia Saraiva Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Catarina Bonfim Maria Eugénia Saraiva Centro de Dia (Condições de localização, instalação e funcionamento) Lisboa, Dezembro de

Leia mais

a favor do contributo profissional e cívico dos arquitectos Os anos do mandato que terminámos foram anos difíceis para a profissão.

a favor do contributo profissional e cívico dos arquitectos Os anos do mandato que terminámos foram anos difíceis para a profissão. Projecto Os anos do mandato que terminámos foram anos difíceis para a profissão. Tempo de escassa encomenda e recursos económicos e consequentemente de alteração de paradigmas sociais e profissionais.

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE CANAVIAIS Concelho de Évora GRANDES OPÇÕES DO PLANO

JUNTA DE FREGUESIA DE CANAVIAIS Concelho de Évora GRANDES OPÇÕES DO PLANO GRANDES OPÇÕES DO PLANO Na continuidade das opções que temos vindo a desenvolver ao longo do nosso mandato, que reflectem nas suas linhas gerais de orientação, uma constante preocupação em proporcionar

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE Proposta de Regulamento do Serviço Municipal de Protecção Civil do Concelho da Ribeira Grande Preâmbulo Atendendo que: A Protecção Civil é, nos termos da Lei de Bases

Leia mais

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 Considerando o Regime de enquadramento das políticas de juventude na Região Autónoma dos Açores, plasmado no Decreto

Leia mais

MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA. Loja Social de Paredes de Coura. Regulamento

MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA. Loja Social de Paredes de Coura. Regulamento MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA Loja Social de Paredes de Coura Regulamento Preâmbulo A pobreza e a exclusão social têm fortes efeitos no desenvolvimento da comunidade local e implicam o empobrecimento de

Leia mais

Teleassistência ao serviço de pessoas idosas

Teleassistência ao serviço de pessoas idosas Sustentabilidade Social This document is intellectual property of PT and its use or dissemination is forbidden without explicit written consent. Enquadramento A pirâmide de idades da população está a inverter-se

Leia mais

INCENTIVO À PROMOÇÃO DA SAÚDE NAS POLÍTICAS LOCAIS A ACTUAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LISBOA NOS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE APPSP XXII Encontro Nacional

INCENTIVO À PROMOÇÃO DA SAÚDE NAS POLÍTICAS LOCAIS A ACTUAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LISBOA NOS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE APPSP XXII Encontro Nacional INCENTIVO À PROMOÇÃO DA SAÚDE NAS POLÍTICAS LOCAIS A ACTUAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LISBOA NOS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE APPSP XXII Encontro Nacional - Escola Nacional de Saúde Pública 29-05-2014 Maria

Leia mais

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Janeiro/2004 INTRODUÇÃO A experiência da acção social no âmbito da intervenção e acompanhamento das famílias em situação de grande vulnerabilidade social,

Leia mais

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil º Uma iniciativa: Com apoio: 1 Encontros do Observatório, 23 Maio 2014 1. Contextualização O Observatório de Luta contra a Pobreza na Cidade de Lisboa definiu como prioridade temática para 2014 a, problema

Leia mais

PlanodeAção2013. Contexto Externo. Continuação de uma conjuntura socioeconómica muito desfavorável;

PlanodeAção2013. Contexto Externo. Continuação de uma conjuntura socioeconómica muito desfavorável; PlanodeAção2013 Contexto Externo Continuação de uma conjuntura socioeconómica muito desfavorável; Redução expectável da intervenção do Estado e necessidade de consolidação do setor empresarial como parceiro

Leia mais

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução Anexo 1 Programa Municipal de Voluntariado Introdução 1. A proposta de desenvolvimento do Programa Municipal de Voluntariado decorre da competência da Divisão de Cidadania e Inovação Social do Departamento

Leia mais

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida.

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida. 1. APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Casa do Povo de Alvalade foi criada em 1943, por grupo informal de pessoas, na tentativa de dar resposta às necessidades das pessoas que a esta se iam associando. Com o

Leia mais

A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma

A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma Apresentação A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma plena integração social e profissional; Crianças

Leia mais

Associação de Apoio a Crianças e Jovens em Risco. Plano de Atividades 2015

Associação de Apoio a Crianças e Jovens em Risco. Plano de Atividades 2015 Associação de Apoio a Crianças e Jovens em Risco Plano de Atividades 2015 INTRODUÇÃO Depois de escalar uma montanha muito alta, descobrimos que há muitas mais montanhas por escalar. (Nelson Mandela) A

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

PLANO DE AÇÃO DA REDE SOCIAL

PLANO DE AÇÃO DA REDE SOCIAL PLANO DE AÇÃO DA REDE SOCIAL 2014 Aprovado na reunião do Plenário de 11.06.2014 16 de janeiro Workshop e assinatura de protocolo com CIG Público-alvo: comunidade no geral Local: Edifício Paço dos Concelho

Leia mais

Regulamento. Sorriso Solidário

Regulamento. Sorriso Solidário Regulamento Sorriso Solidário 0 Introdução A Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, tem desenvolvido ao longo dos tempos, diversas iniciativas no sentido de criar condições que favoreçam o bem-estar

Leia mais

GUIA PRÁTICO LINHA NACIONAL DE EMERGÊNCIA SOCIAL

GUIA PRÁTICO LINHA NACIONAL DE EMERGÊNCIA SOCIAL Manual de GUIA PRÁTICO LINHA NACIONAL DE EMERGÊNCIA SOCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/6 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Linha Nacional de Emergência Social

Leia mais

Aspectos a Abordar. Como Comunicar na Área dos Resíduos Paula Mendes (LIPOR) paula.mendes@lipor.pt. Porquê Comunicar? Estratégia de Comunicação

Aspectos a Abordar. Como Comunicar na Área dos Resíduos Paula Mendes (LIPOR) paula.mendes@lipor.pt. Porquê Comunicar? Estratégia de Comunicação Como Comunicar na Área dos Resíduos Paula Mendes (LIPOR) paula.mendes@lipor.pt Conferência Gestão e Comunicação na Área dos Resíduos Estoril, 22 de Setembro de 2009 1 Aspectos a Abordar Porquê Comunicar?

Leia mais

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS O Dec. Lei 28/2008 de 22 de Fevereiro, estabelece o regime da criação, estruturação e funcionamento dos agrupamentos de Centros de Saúde (ACES)

Leia mais

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto. Projecto de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira - K Cidade

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto. Projecto de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira - K Cidade Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto Projecto de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira - K Cidade 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto(s) Promotor(es) : Sigla Fundação Aga Khan e Santa

Leia mais

CLAS de Melgaço Plano de Desenvolvimento Social 2014-2016 MELGAÇO, JULHO/2013

CLAS de Melgaço Plano de Desenvolvimento Social 2014-2016 MELGAÇO, JULHO/2013 1 PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016 MELGAÇO, JULHO/2013 2 ÍNDICE NOTA PRÉVIA Enquadramento e contextualização geográfica e temporal 3 Percurso dos documentos estratégicos 3 Metodologias utilizadas

Leia mais

Missão: Melhorar a qualidade de vida dos munícipes e promover a modernização administrativa com vista à aproximação dos serviços aos cidadãos.

Missão: Melhorar a qualidade de vida dos munícipes e promover a modernização administrativa com vista à aproximação dos serviços aos cidadãos. OBJECTIVOS DAS UNIDADES ORGÂNICAS - 2011 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE UNIDADE ORGÂNICA: Divisão de Cooperação, Comunicação e Modernização Missão: Melhorar a qualidade de vida dos munícipes e promover a

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO MISSÃO SORRISO 2013

REGULAMENTO DO CONCURSO MISSÃO SORRISO 2013 REGULAMENTO DO CONCURSO MISSÃO SORRISO 2013 1.º Objeto O Concurso Missão Sorriso é uma iniciativa da Modelo Continente Hipermercados S.A. com sede na Rua João Mendonça, 505, freguesia de Senhora da Hora,

Leia mais

beneficiando da localização privilegiada do equipamento. Número de utentes: Lar 30 utentes Número de postos de trabalho a criar: 22

beneficiando da localização privilegiada do equipamento. Número de utentes: Lar 30 utentes Número de postos de trabalho a criar: 22 CASA DE SARRAZOLA Caracterização do imóvel: Edificação datada dos anos sessenta do séc. XIX, com cerca de 313 m2 de área coberta e 1638 m2 de quintal, doada a esta Misericórdia pela senhora drª Glória

Leia mais

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros

Leia mais

V Jornadas de Assumar Qualidade em saúde mental: A gestão, a promoção e as parcerias para a mudança

V Jornadas de Assumar Qualidade em saúde mental: A gestão, a promoção e as parcerias para a mudança V Jornadas de Assumar Qualidade em saúde mental: A gestão, a promoção e as parcerias para a mudança As parcerias e as suas dinâmicas: considerações a ter em conta para a promoção da mudança O olhar da

Leia mais

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual Educação Especial O Grupo da Educação Especial tem como missão fundamental colaborar na gestão da diversidade, na procura de diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas

Leia mais

DESAFIOS VISÃO. Agenda Estratégia do Plano de Desenvolvimento Social 2013-2015 VISÃO LISBOA CIDADE DA COESÃO SOCIAL

DESAFIOS VISÃO. Agenda Estratégia do Plano de Desenvolvimento Social 2013-2015 VISÃO LISBOA CIDADE DA COESÃO SOCIAL Agenda Estratégia do Plano de Desenvolvimento Social 2013-2015 VISÃO DESAFIOS LISBOA TERRITÓRIO DA CIDADANIA ORGANIZACIONAL LISBOA CIDADE INCLUSIVA VISÃO LISBOA CIDADE DA COESÃO SOCIAL LISBOA CIDADE SAUDÁVEL

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

A investigação participada de base comunitária na construção da saúde PROCAPS Resultados de um estudo exploratório

A investigação participada de base comunitária na construção da saúde PROCAPS Resultados de um estudo exploratório A investigação participada de base comunitária na construção da saúde PROCAPS Resultados de um estudo exploratório Carta de Ottawa Promoção da saúde: Carta de Ottawa (1986) Processo que visa criar condições

Leia mais

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO DE CUIDADOS GERAIS

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO DE CUIDADOS GERAIS ÍNDICE Regulamento do Perfil de Competências do Enfermeiro de Cuidados Gerais Preâmbulo...05 Artigo 1.º - Objecto...07 Artigo 2.º - Finalidades...07 Artigo 3.º - Conceitos...08 Artigo 4.º - Domínios das

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado do Cadaval. Capitulo I Disposições Gerais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado do Cadaval. Capitulo I Disposições Gerais Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado do Cadaval Capitulo I Disposições Gerais Artigo 1º (Âmbito) 1. O Banco Local de Voluntariado do Cadaval, adiante designado por BLVC, tem como entidade

Leia mais

DESPACHO. ASSUNTO: - Regulamento do Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado- GAED

DESPACHO. ASSUNTO: - Regulamento do Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado- GAED DESPACHO Nº. 17/2015 Data: 2015/05/22 Para conhecimento de: Pessoal docente, discente e não docente ASSUNTO: - Regulamento do Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado- GAED Com o intuito de normalizar

Leia mais

Afirmamos desde a primeira hora a coesão Social como um desígnio Regional.

Afirmamos desde a primeira hora a coesão Social como um desígnio Regional. Inclusão e Assuntos Sociais No mandato que agora se inicia, coube-me a difícil mas honrosa tarefa de assumir a pasta da Inclusão e Assuntos Sociais, o que faço com enorme motivação e empenhamento. Questões

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Juntos podemos fazer da solidariedade um compromisso Índice 1. O que é o Voluntariado? 3 2. Que organizações podem ser promotoras do Voluntariado? 3 3. O que é ser

Leia mais

C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R :

C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R : AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO DA SILVA CORREIA ANO LETIVO 2015-2016 CURSO PROFISSIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE DISCIPLINA: HIGIENE, SEGURANÇA E CUIDADOS GERAIS 11º ANO TURMA F DOCENTE:

Leia mais

DESIGNAÇÃO: C*3 em Movimento - (Re) Descobrir Redes na Comunidade

DESIGNAÇÃO: C*3 em Movimento - (Re) Descobrir Redes na Comunidade REFERÊNCIA: 064 DESIGNAÇÃO: C*3 em Movimento - (Re) Descobrir Redes na Comunidade BIP/ZIP em que pretende intervir: 8. Ameixoeira (PER) 20. Sete Céus 21. Galinheiras - a) Ameixoeira b) Charneca 22. Alta

Leia mais

Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul

Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul 1. Identificação do Recurso Endógeno e do Território Alvo PROVERE Beira Baixa: Terras de Excelência : Conjugar a valorização do território, dos produtos

Leia mais

Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa. Apresentação à CML 11.4.2012 Vereadora Helena Roseta

Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa. Apresentação à CML 11.4.2012 Vereadora Helena Roseta Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa Apresentação à CML 11.4.2012 Vereadora Helena Roseta Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa A Estratégia que se propõe para

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais