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2 GOVERNANÇA A Fundação Bunge é uma organização comprometida com o desenvolvimento sustentável. Foco: sustentabilidade com ações na área de educação. Missão: contribuir para o desenvolvimento sustentável por meio de ações que valorizem o avanço da ciência, a educação e a conservação dos recursos naturais. Visão: valorizar a pessoa como agente de transformação para a construção de uma sociedade sustentável.

3 LINHAS DE ATUAÇÃO

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5 COMUNIDADE INTEGRADA Programa de desenvolvimento territorial sustentável concebido com o objetivo de ampliar as potencialidades socioeconômicas e minimizar as fragilidades sociais de uma região influenciada pela instalação de um empreendimento empresarial. Contempla a realização de diagnósticos e plano de gestão, a fim de orientar o investimento social privado, de forma articulada e integrada com as comunidades e necessidades de cada território.

6 Metodologia

7 Comunidade Integrada Programa de desenvolvimento territorial sustentável concebido com o objetivo de ampliar as potencialidades socioeconômicas e minimizar as fragilidades sociais de uma região influenciada pela instalação de um empreendimento empresarial. DESAFIO DA INDUÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ANÁLISE: IMPACTO E IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS Pressão sobre poder público e o empreendimento Ameaça ou oportunidade Implantação do empreendimento Demanda por serviços e infraestrutura Vazamento do Crescimento Econômico Crescimento Econômico Formas de captura de desenvolvimento para a região Pressão Demográfica

8 Os valores que orientam nosso método CONHECER DIALOGAR PLANEJAR TRANSFORMAR FINALIDADE: MONITORAR E AVALIAR Indução do desenvolvimento territorial sustentável

9 Desenvolvimento Territorial Sustentável LÓGICA DO BALCÃO LÓGICA DO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL FOCO NA DEMANDA PONTUAL FOCO NO TERRITÓRIO

10 O PROGRAMA CONTEMPLA QUATRO FASES: 1. Diagnóstico Integrado em Socioeconomia apresenta as potencialidades e desafios da região, retratando áreas como a educação, saúde, economia e infraestrutura. 2. Plano de Gestão Integrada - PGI Plano das ações a serem implementadas no território. 3. Execução do Plano de Gestão Integrada implantação dos programas e projetos priorizados e detalhados no PGI. 4. Indicadores matriz de monitoramento e avaliação dos programas e projetos previstos no PGI. Marco zero Mensuração intermediária (2 anos) Mensuração final

11 Projeto - Tocantins

12 Programa de desenvolvimento territorial sustentável desenvolvido nos municípios de Pedro Afonso, Tupirama e Bom Jesus do Tocantins. Fonte: Diagonal Urbana (2010) Bom Jesus do Tocantins Pedro Afonso Tupirama População PIB Renda percapita , , ,183 Receitas Correntes , , ,34 Média de anos de estudo (pessoas com 25 anos ou mais) ,5 6,7 5,1 Fonte: Censo 2010 / IBGE (2012); FINBRA Secretaria do Tesouro Nacional

13 Diagnóstico Integrado da Socioeconomia Dimensão Social Educação Média Nacional Média dos Três Municípios Analfabetismo 9,7% 21,0% Anos de Estudos 7,1 5,1 Fonte: PNAD Diagnóstico Integrado da Socioeconomia Dimensão Urbanística Infraestrutura (Índice Percentual de Atendimento 2010) Município Rede de Água Rede de Esgoto Pavimentação Iluminação Pública Resíduos Sólidos Bom Jesus do Tocantins Lixão Pedro Afonso Lixão Tupirama Lixão Fonte: Prefeituras Municipais de Bom Jesus do Tocantins, Pedro Afonso e Tupirama; SISAPA; SANEATINS

14 Necessidade de Investimentos Públicos X Incremento da Capacidade de Poupança Pública Municipal da AID Investimentos públicos para sanar déficit e receber expansão demográfica Acréscimo da capacidade de investimento próprio dos municípios pelo efeito da expansão do empreendimento Pacote de investimentos saúde, educação, segurança e infraestrutura urbana SALDO POSITIVO 86 milhões 125 milhões Receita Corrente estimada para milhões Fonte: Diagnóstico Integrado da Socioeconomia 2010 (Diagonal Urbana)

15 Plano de Gestão Integrada da Socioeconomia Municípios de Bom Jesus do Tocantins, Pedro Afonso e Tupirama A. Relacionamento com Stakeholders B.1. Fortalecimento dos Conselhos Municipais B. Fortalecimento da Gestão Pública B.2. Elaboração de Planos Municipais B.3. Elaboração de Projetos de Infraestrutura B4. Formação de servidores públicos C. Apoio ao Desenvolvimento Humano e Econômico C.1. Apoio aos cursos de ensino profissionalizan te C.2. Formação de Empreendedores Locais C.3. Investimento em Educação C.4. Valorização do patrimônio histórico B.1.1. Formação de Conselheiros Tutelares B.1.2. Formação de Conselheiros Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente B.1.3. Regularização dos Conselheiros Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente B.2.1. Plano Diretor B.2.2. Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos B.2.3. Plano Municipal de Saneamento B.2.3. Revisão dos Planos Municipais de Educação B.3.1. Elaboração de Projetos Executivos de Saneamento B.3.2. Elaboração de Projeto Executivo de Aterro Sanitário B.4.1. Realização de cursos de formação de servidores municipais C.1.1. Implantação de curso técnico em açúcar e álcool e logística C.1.2. Implantação de curso de aperfeiçoamen to profissional em vestuário C.1.3. Formação de jovens em edu comunicação C.2.1. Formação de empresários locais C.2.2. Realização de Rodadas de Negócios C.2.3. Formação empreendedora para mulheres C.3.1. Formação de educadores da Educação Infantil e Ensino Fundamental C.3.2. Criação de espaços de leitura C.3.3. Entrega de acervo de livros, materiais pedagógicos e jogos matemáticos C.4.1. Realização de Jornada Cultural C.4.2. Implantação de Museu a céu aberto

16 TRABALHO INTEGRADO: 1. Trabalho Consorciado parceria entre municípios Realização de um trabalho de co-responsabilidade, onde a empresa, a comunidade e o poder público são parceiros no desenvolvimento da região. Todas as ações são pensadas para os municípios presentes na área de influência direta do empreendimento e o sucesso destas ações está diretamente relacionado a capacidade que os municípios tiverem de trabalhar em parceria. 2. Grupo de Trabalho Consorciado - GTC As ações planejadas para o programa são acompanhadas e discutidas por um Grupo de Trabalho Consorciado, formado por representantes do poder público, lideranças da sociedade civil e da empresa.

17 Situação diagnosticada Baixa Participação Comunitária Relacionamento com Stakeholders Ações implementadas Criação de conselhos (GTC e Juventude); Integração com a Usina (Programa de Visitas); Aproximação da mídia local; Trabalho participativo (Audiências públicas); Valorização da cultura local. Reunião do Grupo de Trabalho Consorciado (2012) Audiência Pública em Bom Jesus do Tocantins (2012)

18 Atração e Retenção de mão de obra Apoio ao Desenvolvimento Humano e Econômico Situação diagnosticada Ações implementadas Qualificação profissional; Baixo nível educacional; Ausência de infraestrutura nas cidades. Cursos profissionalizantes nas áreas de açúcar e álcool, logística, automotiva (Senai/TO e Colégio Agrícola Dr. José de Souza Porto); Investimento na Formação de Educadores e reestruturação das escolas; Investimento em projetos de melhoria da infraestrutura municipal (água, esgotamento sanitário, aterro sanitário). Inexistência de fornecedores locais Baixa organização da sociedade civil Desenvolvimento de mais de 80 empreendedores locais e realização de Rodadas de Negócios (Sebrae); Fortalecimento dos conselhos municipais; Discussão de temas ligados à infância e juventude. Aula Prática Curso de Açúcar e Álcool (2012) Formação de Educadores

19 Fortalecimento da Gestão Pública Situação diagnosticada Ausência de delimitação do perímetro urbano e rural e ordenamento do espaço público. Ações implementadas Elaboração do Plano Diretor Urbano dos três municípios. Baixa Qualificação da Gestão Pública. Capacitação de servidores públicos dos três municípios (IBAM/RJ). Apresentação da proposta do Plano Diretor (2013) 1ª Audiência Pública do Plano Diretor (2013)

20 Alguns Resultados Antes (2010) Depois (2013) Qualificação profissional; 30 vagas de cursos técnicos; 230 vagas de cursos técnicos (por ano) 27,5% dos alunos de açúcar e álcool inseridos na usina; Atração e Retenção de mão de obra Baixo nível educacional; 13,34% de turnover em 12/2010; 43% de mão de obra contratada do Estado do Tocantins; 3,8 média IDEB (2009) 9º ano; 3,33% de turnover em 12/2013; 60% de mão de obra contratada do Estado do Tocantins (2012) 56,7% em ,3 média IDEB (2011) 9º ano; Infraestrutura insuficiente nas cidades. Inexistência de projetos executivos de infraestrutura; 7 projetos executivos elaborados com potencial de captação de R$ ,74; Existência de três lixões nos municípios. Doação de Terreno, elaboração do Projeto Executivo do Aterro Sanitário.

21 Alguns Resultados Antes (2010) Depois (2013) Baixa organização da sociedade civil Baixa organização popular; Inexistência da cultura de audiências públicas. Nenhuma formação para Conselheiros Municipais. Formação de 02 Conselhos (GTC e juventude); 21 audiências públicas; Formação de Conselheiros Tutelares e da Criança e do Adolescente. Ausência de delimitação do perímetro urbano e rural e ordenamento do espaço público Inexistência de legislação municipal específica. Elaboração do Plano Diretor Urbano. Baixa Qualificação da Gestão Pública Nenhuma atividade de formação de servidores; Ausência de integração entre os municípios. Formação de servidores municipais pelo IBAM/RJ; Criação do Consórcio Delta do Tocantins.

22 Planejamento 2014 / Formatura das 1ª e 2ª turmas do Curso Técnico em Açúcar e Álcool; Inauguração do Posto Avançado do SENAI/TO; Realização de 03 cursos técnicos para o Clube de Mães; Realização de 04 encontros de formação de educadores e 1 seminário; Criação do Museu a céu aberto e inserção do roteiro no calendário do Turismo da região de Pedro Afonso; Realização de rodada de negócios e encontro entre empresários em Araguaína e Pedro Afonso; Elaboração do Plano de Saneamento de Pedro Afonso; Formação de servidores públicos; Acompanhamento da captação de recursos para os projetos de infraestrutura (saneamento e resíduos sólidos); Inauguração de 04 espaços de leitura; Formação de jovens como foco na inclusão produtiva Manutenção do projeto de formação continuada de professores; Fortalecimento e empoderamento do Grupo de Trabalho Consorciado; Fortalecimento do Consórcio Intermunicipal com foco na condução para a criação de uma agência de desenvolvimento; Apoio às prefeituras e Consórcio no processo de captação de recursos para implantação de projetos de infraestrutura.

23 Desafios/Aprendizados Estabelecimento de Confiança; Definição das responsabilidades dos envolvidos no programa (poder público, iniciativa privada e sociedade civil organizada); Alinhamento de expectativas e entendimento dos tempos de cada parceiro envolvido com as ações propostas; Apropriação da metodologia do programa junto ao negócio; Instalação e manutenção dos canais de diálogo social e o empoderamento da comunidade sobre as ações propostas; Fortalecimento do Protagonismo social

24 EQUIPE ENVOLVIDA Levantamento/Dados 1ª FASE Elaboração do Diagnóstico e Elaboração do PGI Consultoria especializada em desenvolvimento Territorial 2ª FASE Implementação do PGI e Acompanhamento dos Trabalhos Coordenador do Programa Consultor Local COMPLEMENTOS Monitoramento dos Indicadores Consultoria Especializada 02 momentos Investimentos 2010/2015 Investimento direto no Programa R$ ,00

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