Visa, como objetivo final, a promoção do desenvolvimento sustentável da região.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Visa, como objetivo final, a promoção do desenvolvimento sustentável da região."

Transcrição

1

2 Agenda 21 Comperj Iniciativa voluntária de relacionamento da Petrobras para contribuir para que o investimento na região retorne para a população, fomentando a formação de capital social e participação cidadã e setorial, apoiado num plano de desenvolvimento sustentável para o território, construído direta e democraticamente. Visa, como objetivo final, a promoção do desenvolvimento sustentável da região.

3 O porquê Necessidade de diagnóstico participativo e planejamento de futuro, construindo alternativas para o desenvolvimento integrado e sustentável do território; Oportunidade para a criação de coalizões inovadoras, gerando planos e ações conjuntos alinhados com o futuro desejado; Necessidade do aumento do capital social da região e preparação da sociedade e poder público para o novo momento de desenvolvimento; Preocupação com o desenvolvimento predatório e a preservação dos recursos naturais; Mudança de Paradigma no relacionamento, com igualdade de condições de participação e corresponsabilidade.

4 O instrumento ideal A Agenda 21 pode ser entendida como um instrumento de planejamento estratégico participativo, de curto, médio e longo prazo, para o desenvolvimento sustentável de um território. Envolve a participação do governo e da sociedade civil na formulação de políticas públicas, além de pactos e ações envolvendo todos os setores da sociedade. Fórum Local de Agenda 21 Espaço para a participação ampla e democrática na busca pelas melhores soluções para o município - inclusivo, diverso e representativo.

5 A área de abrangência 14 municípios da Região do Leste Fluminense

6 Etapas da Agenda 21 Comperj Etapa Objetivo Período 1 Mobilização Construção Coletiva Consolidação Municipal Formalização dos Fóruns Finalização das Agendas Fortalecimento dos Processos A partir de 2011

7 I. Mobilização Setores e representatividade Primeiro Setor Segundo Setor Terceiro Setor Comunidade Prefeituras, Câmaras de Vereadores, Poderes Judiciários, Órgãos e Empresas públicas, Universidades Públicas Empresas de capital privado, associações e federações do setor produtivo ONGs, sindicatos, associações de classe, clubes, fundações Associações de moradores e pescadores e munícipes em geral Convidando e mobilizando todos os setores da sociedade para participar do processo de construção coletiva.

8 II. Construção Coletiva Construção de diagnósticos e planos de ação, alinhando e consolidando a visão de cada setor em cada município. Escolha de representantes setoriais.

9 III. Consolidação municipal I Integração de todos os setores, discutindo vocações, potencialidades e visão de futuro em cada município. Construção de diagnóstico e plano de ação integrado.

10 Planejamento do desenvolvimento sustentável local Realidade Desejada PLDS Preocupações Oportunidades Realidade Atual Problemas, potencialidades, vocações

11 IV. Formalização dos Fóruns Criação, estruturação, organização e legalização de um Fórum de Agenda 21 em cada município.

12 V. Finalização das Agendas Análise e fundamentação dos diagnósticos e planos de ação, construindo os Planos Locais de Desenvolvimento Sustentável. Criação, redação, edição, publicação e lançamento de uma Agenda 21 Local em cada município.

13 Eventos públicos de lançamento

14 VI. Fortalecimento dos processos dos processos Esta etapa visa o fortalecimento e desenvolvimento da governança, planejamento e desenvolvimento territorial de forma coletiva, tendo como catalizadores desse processo os Fórum de Agendas 21 Local e sua composição regional. Para tanto, utiliza-se de 5 estratégias principais que se integram em sua aplicação local e regional. Construção de capacidades Articulação institucional e setorial Comunicação para a sustentabilidade Visão Regional Ação coletiva

15 1. Construção de capacidades O que é: construção de capacidades dos Fóruns Locais, do ComARC e dos 4 setores, em aspectos técnicos, de gestão e para a construção coletiva (pré-disposição ao diálogo, relacionamento interpessoal, intersetorial e institucional, além de instrumentos para a construção coletiva). Como é feito: por meio de capacitações, seminários, encontros, oficinas e orientação estratégica. Algumas ações: Oficinas de elaboração de planos de ação para os Fóruns Locais e ComARC; Curso de extensão de formação de lideranças - UFF, CGU e Ministério das Cidades; Seminário Governança e Desenvolvimento Sustentável UFF, IBGE, Secr. Nac. Art. Social e CGU; Capacitações técnicas e de gestão diversas; Seminário Agenda 21 Comperj contribuindo para o desenvolvimento do Leste Fluminense; Orientação estratégica, tática e operacional.

16 2. Articulação institucional e setorial O que é: desenvolvimento de ações que fomentem a integração dos fóruns e seus planos locais com as demais instâncias e instrumentos participativos, governamentais ou setoriais; que mostrem o papel dos fóruns como espaços para a integração e cooperação entre diferentes setores, instituições e atores sociais. Como é feito: por meio de eventos de sensibilização, ações estruturadas e estabelecimento de parcerias. Algumas ações: Seminários, reuniões e oficinas com o poder público local; Oficinas para o acompanhamento dos PLDS; Interação Agendas 21 Planos de Governo - Oficina regional - Plano Plurianual; Integração e parcerias com os setores público, privado e terceiro setor.

17 3. Visão Regional O que é: incentivo à construção de uma visão integrada e uma plataforma de desenvolvimento sustentável para a região, trabalhando a integração, sinergia, cooperação, sentimento de pertencimento e unidade dos municípios da região e ligados à iniciativa Agenda 21 Comperj. Algumas ações: Como é feito: por meio do fomento da criação e desenvolvimento do ComARC Comitê das Agendas 21 na região do Conleste, grupos de trabalho regionais, reuniões de integração, capacitações e parcerias regionais. Criação de 9 grupos de trabalho intermunicipais; Reuniões trimestrais de coordenadores; I e II Encontros de membros dos Fóruns Locais; Fomento à criação e desenvolvimento do ComARC; Estabelecimento de parcerias regionais Sedrap (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Pesca) / RedePetro / UFF / AEMERJ / SEA-RJ; Sensibilizações e comunicação para a região.

18

19 Promover a articulação entre o poder público e a sociedade civil para o desenvolvimento sustentável da região do Conleste, inspirando pessoas a mudar atitudes e comportamentos. (Missão do ComARC)

20 Comitê das Agendas 21 Locais da Região do Conleste (ComARC) Objetivos: Articular os 14 Fóruns da Agenda 21 Local entre si e com os demais atores e interesses da região, integrando os processos locais, buscando sinergias e a construção de uma visão regional; Representar os 14 Fóruns de Agenda 21 da Região do Conleste em âmbito regional, estadual e nacional, além de levar o subsídio dos 14 PLDS para esses espaços; Ser um espaço para discussão de estratégias para o desenvolvimento sustentável da região; Difundir conhecimentos e informações visando motivar a participação efetiva de todos os setores na promoção do desenvolvimento sustentável da região; Fortalecer os 14 processos de Agenda 21 Local da região.

21 4. Ação Coletiva O que é: fomento para que os Fóruns Locais e o ComARC sirvam de espaço e motor para a definição de temas e prioridades comuns entre todos os setores da sociedade, e a consequente criação de pactos ou planos de ação coletivos para trabalhá-los. Como é feito: por meio do envolvimento de todos os setores (público, privado e sociedade), definição de tema, elaboração de diagnóstico, construção e cumprimento/implementação de pactos ou planos coletivos. Algumas ações em 2015: Fomento à iniciativa de criação de ambiente para o desenvolvimento da Criança e Adolescente em Itaboraí e Rio Bonito. Início em Saquarema e Tanguá; Fomento para realização do Seminário Esgoto Tratado é Água Limpa e Saúde, com assinatura de Pacto de Saneamento para Magé e outros desdobramentos; Fomento à Rio Bonito Cidade Educadora ; Fomento outras ações em outros municípios.

22 5. Comunicação para a sustentabilidade O que é: exercer a comunicação para a sustentabilidade da região, municípios e setores: trazendo a visão para a cooperação e diálogo; dando transparência para as ações dos Fóruns e do ComARC; divulgando conceitos, práticas, experiências e oportunidades para o desenvolvimento sustentável. Algumas ações: Como é feito: por meio da produção, divulgação e compartilhamento de conteúdo; realizando capacitações e sensibilização de pessoas e setores. Criação e alimentação da Plataforma digital Agenda 21 Comperj; Criação e alimentação de 14 websites dos Fóruns de Agenda 21 Local; Criação e alimentação da website do ComARC; Envio de newsletters periódicas para público geral e para o poder público; Capacitações e sensibilizações; Produção de conteúdo próprio; Compartilhamento e divulgação de conteúdo de interesse público.

23 Média de acessos/mês: - Mais de 20 mil acessos - Mais de 38 mil páginas visualizadas

24 Acervo e canais de participação Informações, guias, materiais educativos, referências, plataformas digitais Orientação e canais para participação nos processos

25 Newsletter quinzenal geral e newsletter mensal para poder público

26 Websites dos Fóruns Locais PRINCIPAL - Matérias, informações, editais para projetos e premiações e oportunidades O MUNICÍPIO - História, dados e indicadores O FÓRUM LOCAL - História, estrutura, membros, documentos, contatos AGENDA 21 LOCAL - Temas, diagnósticos, propostas, acompanhamento do PLDS ESTÁGIO ATUAL NOTÍCIAS

27 Alguns números Participação total de mais de 10 mil instituições, órgãos públicos, empresas, associações e munícipes em geral em todo o processo; Mais de 900 oficinas e reuniões promovidas pela Agenda 21 Comperj (até dezembro de 2014); 14 Agendas 21 Locais publicadas, referências para os municípios e guias para investimentos públicos e privados; Cerca de 400 lideranças de todos os setores mobilizadas nos 14 Fóruns Locais, regulamentados por lei; 16 websites em funcionamento. 15 vídeos produzidos; Diversos eventos, encontros, seminários, cursos e oficinas locais e regionais; Criação do ComARC - Comitê regional da Agenda 21 Local; Fortalecimento contínuo dos Fóruns Locais, ComARC e lideranças; Inúmeras reuniões, atividades, ações e articulações próprias dos Fóruns Locais e do ComARC.

28 E os Planos Locais, saem do papel? Acompanhamento da implementação dos Planos Locais de Desenvolvimento Sustentável dezembro de 2013

29 Resultado consolidado do acompanhamento dos PLDS de 11 municípios - nível de implementação das ações propostas 10% 50% 40% Não Sabe Nenhuma Intervenção Ações encaminhadas PLDS REGIONAL Não Sabe 498 Nenhuma Intervenção 2102 Ações Encaminhadas 2644 Total: 5244 propostas de ação (11)

30 Resultado consolidado do acompanhamento dos PLDS de 11 municípios - recorte por ordens - proporcionalizado 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 49,75% 52,46% 45,92% 51,17% 55,81% ORDEM AMBIENTAL ORDEM FÍSICA ORDEM SOCIAL ORDEM ECONÔMICA MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO Concluído Em Andamento (>50%) Pouca Intervenção (<50%) Nenhuma Intervenção Não Sabe

31 Resultado consolidado do acompanhamento dos PLDS de 11 municípios - recorte por ordens número absoluto de ações ORDEM AMBIENTAL ORDEM FÍSICA ORDEM SOCIAL ORDEM ECONÔMICA MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO Concluído Em Andamento (>50%) Pouca Intervenção (<50%) Nenhuma Intervenção Não Sabe

32 Resultado consolidado do acompanhamento dos PLDS de 11 municípios - recorte por município 1º lugar 3º lugar 2º lugar 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Cachoeiras de Macacu Casimiro de Abreu Itaboraí Magé Niterói Nova Friburgo Rio Bonito São Gonçalo Saquarema Silva Jardim Tanguá Concluído Em Andamento (>50%) Iniciado (<50%) Nenhuma Intervenção Não Sabe

33 Acompanhamento do PLDS de Niterói dez % 12.43% 22.91% 41.17% 20.97% Acompanhamento do PLDS Não sabe 64 Nenhuma Intervenção 108 Iniciado (<50%) 212 Em Andamento (>50%) 118 Concluído 13 Ações Encaminhadas 343 Total de Ações propostas ,6%

34 Acompanhamento do PLDS de Niterói dez % 80% 60% 40% 20% 0% PLDS Ordem Ambiental Ordem Física Ordem Social Ordem Econômica Meios de Implementação Concluído Em Andamento (>50%) Pouca Intervenção (<50%) Nenhuma Intervenção Não Sabe Categoria PLDS Ordem Ambiental Ordem Física Ordem Social Ordem Econômica Meios de Implementação Não Sabe Nenhuma Intervenção Iniciado (<50%) Em Andamento (>50%) Concluído

35 Acompanhamento detalhado do PLDS de Niterói dez 2013

36 Petrobras Comunicação Institucional Iniciativa Agenda 21 Comperj

Carta de Princípios do Comitê das Agendas 21 Locais na Região do Conleste (ComARC)

Carta de Princípios do Comitê das Agendas 21 Locais na Região do Conleste (ComARC) Carta de Princípios do Comitê das Agendas 21 Locais na Região do Conleste (ComARC) Apresentação Em 2007, a Petrobras criou o Projeto Agenda 21 Comperj, como parte de seu Programa de Relacionamento nos

Leia mais

Por uma Região Leste Fluminense sustentável

Por uma Região Leste Fluminense sustentável Por uma Região Leste Fluminense sustentável 22 de Agosto de 2015 Ricardo Frosini Contexto atual e o desenvolvimento Sustentável Contexto 2ª década dos anos 2000 1- Estresses sociais (2011 na Tunísia, Cairo,

Leia mais

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada 1 O Projeto Litoral Sustentável 1ª Fase (2011/2012): Diagnósticos municipais (13 municípios) Diagnóstico regional (Já integralmente

Leia mais

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada Fórum da Agenda 21 de Guapimirim Aprender a APRENDER e a FAZER. Aprender a CONVIVER, e Aprender a SER Cidadãos Participativos, Éticos e Solidários Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar

Leia mais

Saneamento Cachoeira Alta - GO

Saneamento Cachoeira Alta - GO ANEXO III INFORMAÇÕES PRELIMINARES DO MUNICÍPIO E DO PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL Nome do Município/UF Cachoeira Alta- GO População 10.553habitantes Caracterização do sistema de saneamento Breve descrição

Leia mais

COORDENAÇÃO. ABES-SP, Instituto PÓLIS, CAIXA, ANAMMA, UNICAMP, Projeto Pares(Poli-USP), OAF, Sindicato dos Engenheiros, Fórum Recicla São Paulo, CRUMA

COORDENAÇÃO. ABES-SP, Instituto PÓLIS, CAIXA, ANAMMA, UNICAMP, Projeto Pares(Poli-USP), OAF, Sindicato dos Engenheiros, Fórum Recicla São Paulo, CRUMA COORDENAÇÃO ABES-SP, Instituto PÓLIS, CAIXA, ANAMMA, UNICAMP, Projeto Pares(Poli-USP), OAF, Sindicato dos Engenheiros, Fórum Recicla São Paulo, CRUMA Ministério Público - Procuradoria Regional dos Direitos

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

NÚCLEO NÓS PODEMOS BAHIA. Plano de Ação. Articular e integrar os segmentos da sociedade e recursos para desenvolver ações que contribuam

NÚCLEO NÓS PODEMOS BAHIA. Plano de Ação. Articular e integrar os segmentos da sociedade e recursos para desenvolver ações que contribuam NÚCLEO NÓS PODEMOS BAHIA Plano de Ação A - MISSÃO Articular e integrar os segmentos da sociedade e recursos para desenvolver ações que contribuam diretamente para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento

Leia mais

Mobilização e Participação Social no

Mobilização e Participação Social no SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Mobilização e Participação Social no Plano Brasil Sem Miséria 2012 SUMÁRIO Introdução... 3 Participação

Leia mais

A comunidade promovendo o DL

A comunidade promovendo o DL A comunidade promovendo o DL O que eu faço que contribui com o desenvolvimento de meu município? Vamos entender melhor a importância do local! Políticas Macro Econômicas As políticas macro econômicas são

Leia mais

PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS

PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS AGOSTO, 2009 PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS Meios de Transportes Atrativo Turístico Necessidades do Turista Turista O turista compra direto com a rede de prestadores de serviços turísticos

Leia mais

Política Nacional de Participação Social

Política Nacional de Participação Social Política Nacional de Participação Social Apresentação Esta cartilha é uma iniciativa da Secretaria-Geral da Presidência da República para difundir os conceitos e diretrizes da participação social estabelecidos

Leia mais

OFICINA DE REESTRUTURACÃO DA REABRI Data: 14 de Maio de 2010 UNIDAVI - Rio do Sul

OFICINA DE REESTRUTURACÃO DA REABRI Data: 14 de Maio de 2010 UNIDAVI - Rio do Sul OFICINA DE REESTRUTURACÃO DA REABRI Data: 14 de Maio de 2010 UNIDAVI - Rio do Sul Moderação: Graciane Regina Pereira e Katiuscia Wilhelm Kankerski 13h Apresentação dos objetivos e da metodologia de trabalho.

Leia mais

Princípios ref. texto nº de votos N

Princípios ref. texto nº de votos N Princípios N G A E Estimular os processos de articulação de políticas públicas nos territórios, garantindo canais de diálogo entre os entes federativos, suas instituições e a sociedade civil. Desenvolvimento

Leia mais

Secretaria de Coordenação Política e Governança Local

Secretaria de Coordenação Política e Governança Local Governança Solidária Local O exemplo de Porto Alegre Secretaria de Coordenação Política e Governança Local Porto Alegre / RS / Brasil Brasília 2.027 Km Buenos Aires 1.063 Km Montevidéu 890 Km Assunção

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República Participação Social como Método de Governo Secretaria-Geral da Presidência da República ... é importante lembrar que o destino de um país não se resume à ação de seu governo. Ele é o resultado do trabalho

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Planejamento Estratégico 2007-2008

Planejamento Estratégico 2007-2008 Planejamento Estratégico 2007-2008 Missão: Promover, fortalecer e integrar programas estaduais e setoriais de QPC, visando contribuir para o desenvolvimento sustentável do Brasil e a qualidade de vida

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL. Como construir a Agenda 21 Local

AGENDA 21 LOCAL. Como construir a Agenda 21 Local AGENDA 21 LOCAL Como construir a Agenda 21 Local O Passo a Passo da Agenda 21 Local : Metodologia de construção de um processo de Agenda 21 local sugerida pela Coordenação da Agenda 21/MMA AGENDA 21 LOCAL

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Er REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Art 1º O Fórum da Agenda 21 Local Regional de Rio Bonito formulará propostas de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável local, através

Leia mais

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012 Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território

Leia mais

INVESTIMENTO SOCIAL. Agosto de 2014

INVESTIMENTO SOCIAL. Agosto de 2014 INVESTIMENTO SOCIAL Agosto de 2014 INVESTIMENTO SOCIAL Nós promovemos o desenvolvimento sustentável de diversas maneiras Uma delas é por meio do Investimento Social INVESTIMENTO INVESTIENTO SOCIAL - Estratégia

Leia mais

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014 NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARCERIA MDA / CNPq Brasília, 13 de maio de 2014 A política de desenvolvimento territorial Desde 2004 a SDT implementa a estratégia de desenvolvimento

Leia mais

O passo a passo da participação popular Metodologia e diretrizes

O passo a passo da participação popular Metodologia e diretrizes O passo a passo da participação popular Metodologia e diretrizes Com o objetivo de garantir a presença da população na construção e no planejamento de políticas públicas, o Governo de Minas Gerais instituiu

Leia mais

X SEMINÁRIO DO FÓRUM NACIONAL DE GESTÃO DA ÉTICA NAS EMPRESAS ESTATAIS

X SEMINÁRIO DO FÓRUM NACIONAL DE GESTÃO DA ÉTICA NAS EMPRESAS ESTATAIS X SEMINÁRIO DO FÓRUM NACIONAL DE GESTÃO DA ÉTICA NAS EMPRESAS ESTATAIS PAINEL : FERRAMENTA PARA A GESTÃO DA ÉTICA E DOS DIREITOS HUMANOS RONI ANDERSON BARBOSA INSTITUTO OBSERVATORIO SOCIAL INSTITUCIONAL

Leia mais

Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários

Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários Outubro/2011 Temas de Interesse Meio Ambiente Ações Sociais / Projetos Sociais / Programas Sociais Sustentabilidade / Desenvolvimento

Leia mais

Movimento Brasil Competitivo

Movimento Brasil Competitivo Movimento Brasil Competitivo O NOVO CONPI Conselho das Partes Interessadas Irani Carlos Varella Presidente do CONPI Assessor do Presidente da Petrobras Belém, 25 de setembro de 2007 Revisão das Atribuições

Leia mais

1. Apresentação. 2. Pontos Fixos de Comercialização Solidária

1. Apresentação. 2. Pontos Fixos de Comercialização Solidária Edital de Seleção de Pontos Fixos de Comercialização Solidária Candidatos para Participar da Rede Brasileira de Comercialização Solidária - Rede Comsol (Edital - Ubee/Ims N. 01/2014) 1. Apresentação A

Leia mais

Por uma Niterói mais sustentável

Por uma Niterói mais sustentável Por uma Niterói mais sustentável 11 de junho de 2015 Priscilla Grimberg Agenda I. Contexto atual e o desenvolvimento sustentável II. A participação Social e O Fórum da Agenda 21 III. Ações Coletivas IV.

Leia mais

1ª Conferência Livre da Juventude em Meio Ambiente Foco em Recursos Hídricos

1ª Conferência Livre da Juventude em Meio Ambiente Foco em Recursos Hídricos 1ª Conferência Livre da Juventude em Meio Ambiente Foco em Recursos Hídricos Realização: Instituto Terrazul Parceria: Coordenadoria da Juventude da PMRJ Comitê da Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara

Leia mais

Plataforma dos Centros Urbanos

Plataforma dos Centros Urbanos Plataforma dos Centros Urbanos O que é a Plataforma dos Centros Urbanos? É uma iniciativa nacional de articulação, fortalecimento e desenvolvimento de políticas públicas, programas e ações voltados para

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

EDITAL CHAMADA DE CASOS

EDITAL CHAMADA DE CASOS EDITAL CHAMADA DE CASOS INICIATIVAS INOVADORAS EM MONITORAMENTO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL E AVALIAÇÃO DE IMPACTO O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) e as empresas

Leia mais

Incidência em políticas públicas: ampliando as possibilidades. Rafael Gioielli Instituto Votorantim / Brasil

Incidência em políticas públicas: ampliando as possibilidades. Rafael Gioielli Instituto Votorantim / Brasil Incidência em políticas públicas: ampliando as possibilidades Rafael Gioielli Instituto Votorantim / Brasil Políticas públicas e Investimento Social Privado MODELO MAIS COMUM MODELO ALTERNATIVO ISP INFLUENCIAR

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

Ministério da Cultura

Ministério da Cultura SISTEMA NACIONAL DE CULTURA Processo de articulação, gestão, comunicação e de promoção conjunta de políticas públicas de cultura, mediante a pactuação federativa. Objetivo Geral do SNC Implementar políticas

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

ONG BRASI O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil

ONG BRASI O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil ONG BRASI 2012 O DIÁLOGO ABRE CAMINHOS PARA O DESENVOLVIMENTO Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil Dezembro de 2013 3 EXPEDIENTE Presidenta

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários

Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários Dezembro/2011 Instrumentos da Política SocioAmbiental Linhas de Instituições Financiamento participantes da pesquisa Participação de

Leia mais

Revisto e aprovado por Kâmia Preparado por Glayson Ferrari - Coordenador Executivo do PEA

Revisto e aprovado por Kâmia Preparado por Glayson Ferrari - Coordenador Executivo do PEA PNUD Angola PEA - Programa Empresarial Angolano Marco Lógico do Programa - 2011 Resultado Geral Revisto e aprovado por Kâmia Preparado por Glayson Ferrari - Coordenador Executivo do PEA Carvalho - Coordenadora

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

Planejamento Estratégico 2007 2008. Quatro Projetos da Equipe 1

Planejamento Estratégico 2007 2008. Quatro Projetos da Equipe 1 Planejamento Estratégico 2007 2008 Objetivo Estratégico: Estimular criação / desenvolvimento e fortalecimento de programas estaduais e setoriais. Quatro Projetos da Equipe 1 revisão em 26/09/2007 Missão:

Leia mais

Conhecendo a Fundação Vale

Conhecendo a Fundação Vale Conhecendo a Fundação Vale 1 Conhecendo a Fundação Vale 2 1 Apresentação Missão Contribuir para o desenvolvimento integrado econômico, ambiental e social dos territórios onde a Vale atua, articulando e

Leia mais

Articulação da Participação Social e Processos Formativos Voltados ao Desenvolvimento Rural

Articulação da Participação Social e Processos Formativos Voltados ao Desenvolvimento Rural Universidade Federal da Paraíba - UFPB / Centro de Ciências Agrárias - CCA / Campus II Areia, Paraíba - 27 a 30 de outubro de 2014. Articulação da Participação Social e Processos Formativos Voltados ao

Leia mais

A estratégia do PGQP frente aos novos desafios. 40ª Reunião da Qualidade 09-10-2006 Eduardo Guaragna

A estratégia do PGQP frente aos novos desafios. 40ª Reunião da Qualidade 09-10-2006 Eduardo Guaragna A estratégia do PGQP frente aos novos desafios 40ª Reunião da Qualidade 09-10-2006 Eduardo Guaragna PROCESSO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MACROFLUXO ENTRADAS PARA O PROCESSO - Análise de cenários e conteúdos

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

Edital de Seleção. Edital de seleção PROGRAMA DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA E PROGRAMA JOVENS PESQUISADORES para organizações da sociedade civil

Edital de Seleção. Edital de seleção PROGRAMA DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA E PROGRAMA JOVENS PESQUISADORES para organizações da sociedade civil Edital de seleção PROGRAMA DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA E PROGRAMA JOVENS PESQUISADORES para organizações da sociedade civil Início das inscrições: 22 de fevereiro de 2013 Final das inscrições: 20 de março de

Leia mais

A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma:

A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma: CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA ATORES RESPONSÁVEIS PELA GESTÃO A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma:» Intersetorial: com os responsáveis

Leia mais

9 FOME ZERO PARCERIAS 138

9 FOME ZERO PARCERIAS 138 9 FOME ZERO PARCERIAS 138 O que é O Fome Zero é uma estratégia do Governo Federal para assegurar o direito à alimentação adequada às pessoas com dificuldades de acesso aos alimentos. A base da estratégia

Leia mais

SEDE NACIONAL DA CAMPANHA

SEDE NACIONAL DA CAMPANHA Campanha Ponto Final na Violência contra as Mulheres e Meninas SEDE NACIONAL DA CAMPANHA REDE NACIONAL FEMINSTA DE SAÚDE, DIREITOS SEXUAIS E DIREITOS REPRODUTIVOS Avenida Salgado Filho, 28, cj 601. Porto

Leia mais

Relatório Consolidado Indicadores Quantitativos. Programa de Fortalecimento Institucional, Participação e Controle Social Barro Alto - GO

Relatório Consolidado Indicadores Quantitativos. Programa de Fortalecimento Institucional, Participação e Controle Social Barro Alto - GO Relatório Consolidado Indicadores Quantitativos Programa de Fortalecimento Institucional, Participação e Controle Social Barro Alto - GO Relatório Consolidado Programa de Fortalecimento e Barro Alto -

Leia mais

CONHEÇA OS NOSSOS PROJETOS

CONHEÇA OS NOSSOS PROJETOS CONHEÇA OS NOSSOS PROJETOS APRESENTAÇÃO Em Dezembro de 2004 por iniciativa da Federação das Indústrias do Estado do Paraná o CPCE Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial nasceu como uma organização

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Seminário Internacional Planejamento Urbano em Região Metropolitana - O caso de Aracaju Aracaju,

Leia mais

ICKBio MMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

ICKBio MMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE ICKBio INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 11, DE 8 DE JUNHO DE 2010 Disciplina as diretrizes, normas e procedimentos para a formação e funcionamento de Conselhos Consultivos em unidades de conservação federais. O

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA Comitê Intersetorial Direito à Convivência Familiar e Comunitária Porto Alegre, 9 de outubro de 2012 DIRETRIZES Fundamentação Plano Nacional Efetivação

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria

Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria Santa Maria, 15 de Outubro de 2012 Pauta: 1) Contexto da Economia Criativa no Brasil de acordo com o Plano da Secretaria da Economia Criativa

Leia mais

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo:

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo: FINANCIAMENTO DO SUAS: GESTÃO MUNICIPAL E AS DESIGUALDADES REGIONAIS Financiamento Foco: competências da gestão municipal, especialmente no enfrentamento das desigualdades regionais exige o debate sobre

Leia mais

Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis

Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis http://www.peixeurbano.com.br/convite/fscpeixeurbano br/convite/fsc V Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Secretaria de Articulação Institucional

Leia mais

Coordenação Técnica. Iniciativa

Coordenação Técnica. Iniciativa Coordenação Técnica Iniciativa Características do programa Conjunto de ações de formação para jovens entre 16 a 21 anos moradores das periferias das grandes metrópoles. Objetivos compartilhados Coordenação

Leia mais

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário.

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário. 1. Apresentação O Voluntariado Empresarial é um dos canais de relacionamento de uma empresa com a comunidade que, por meio da atitude solidária e proativa de empresários e colaboradores, gera benefícios

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS ECONOMICOS SOLIDÁRIOS (EES) CANDIDATOS A HABILITAÇÃO AO SISTEMA NACIONAL DE COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO - SNCJS

EDITAL DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS ECONOMICOS SOLIDÁRIOS (EES) CANDIDATOS A HABILITAÇÃO AO SISTEMA NACIONAL DE COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO - SNCJS 1. Apresentação União Brasileira de Educação e Ensino UBEE EDITAL DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS ECONOMICOS SOLIDÁRIOS (EES) CANDIDATOS A HABILITAÇÃO AO SISTEMA NACIONAL DE COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO -

Leia mais

A REGIÃO METROPOLITA NA NA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CURITIBA

A REGIÃO METROPOLITA NA NA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CURITIBA A REGIÃO METROPOLITA NA NA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CURITIBA SITUAÇÃO ATUAL INTEGRAÇÃO METROPOLITANA NA LEI ORGÂNICA DE CURITIBA TÍTULO IV - DA ORDEM ECONÔMICA E SOCIAL CAPÍTULO I - DA ORDEM ECONÔMICA

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

Estratégias para o desenvolvimento humano

Estratégias para o desenvolvimento humano ofício Estratégias para o desenvolvimento humano A Olhar Cidadão é uma empresa de planejamento estratégico, gestão e inovação, na qual se desenvolvem soluções integradas, projetos e ideias que contribuam

Leia mais

O sistema de garantia dos direitos humanos das crianças e dos adolescentes: responsabilidades compartilhadas.

O sistema de garantia dos direitos humanos das crianças e dos adolescentes: responsabilidades compartilhadas. Página1 Curso de extensão universitária: O sistema de garantia dos direitos humanos das crianças e dos adolescentes: responsabilidades compartilhadas. Apresentação: Em 2015, comemorando 25 anos do ECA,

Leia mais

SEMINÁRIO SISTEMA INTERMUNICIPAL DE CAPACITAÇÃO EM PLANEJAMENTO E GESTÃO LOCAL PARTICIPATIVA PORTO ALEGRE - 21 A 23 DE NOVEMBRO/2007

SEMINÁRIO SISTEMA INTERMUNICIPAL DE CAPACITAÇÃO EM PLANEJAMENTO E GESTÃO LOCAL PARTICIPATIVA PORTO ALEGRE - 21 A 23 DE NOVEMBRO/2007 SEMINÁRIO SISTEMA INTERMUNICIPAL DE CAPACITAÇÃO EM PLANEJAMENTO E GESTÃO LOCAL PARTICIPATIVA PORTO ALEGRE - 21 A 23 DE NOVEMBRO/2007 Informações gerais da cidade Ofertas de capacitação Demandas de capacitação

Leia mais

Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo

Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo CAPÍTULO I Artigo 1o. A construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo realizar-se-á entre fevereiro e junho

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR)

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultor para a elaboração e execução do Projeto Conceitual e do Planejamento

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE Marcia Vasconcelos - OIT Reunión de Especialistas Género, Probreza, Raza,

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

Assistência Técnica. Atribuições Específicas. Técnico

Assistência Técnica. Atribuições Específicas. Técnico Assistência Técnica ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS, SUPERVISORES, SUPERVISORES GERAIS E COORDENADORES ESTADUAIS QUE COMPÕEM A REDE DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ADEQUAÇÃO OU ELABORAÇÃO DOS PLANOS SUBNACIONAIS

Leia mais

PLANO ESTADUAL DA CULTURA. Matriz Situacional da Cultura

PLANO ESTADUAL DA CULTURA. Matriz Situacional da Cultura PLANO ESTADUAL DA CULTURA Matriz Situacional da Cultura Fórum de Planejamento Regional Cidade Sede: Aranranguá 29 e 30 de agosto de 2012 Priorização de Diretrizes e Ações Objetivo: Discussão da proposta

Leia mais

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação Cartilha para Conselhos Municipais de Educação Sistemas de ensino são o conjunto de campos de competências e atribuições voltadas para o desenvolvimento da educação escolar que se materializam em instituições,

Leia mais

Histórico 2006/ 2010

Histórico 2006/ 2010 Histórico 2006/ 2010 Programa Na Mão Certa O Programa Na Mão Certa, uma iniciativa da Childhood Brasil, que tem como objetivo reunir esforços para mobilizar governos, empresas e organizações da sociedade

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO - REDES DA MARÉ Nº 01/2012

EDITAL DE SELEÇÃO - REDES DA MARÉ Nº 01/2012 EDITAL DE SELEÇÃO - REDES DA MARÉ Nº 01/2012 A Redes da Maré seleciona tecedores para o Programa Criança Petrobras (PCP) na Maré. Antes de se candidatar, conheça bem os valores e atuação da instituição.

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência Resumo expandido O Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA TERRITÓRIOS RIOS DA CIDADANIA Objetivos Os Territórios TERRITÓRIOS RIOS Os Territórios Rurais se caracterizam por: conjunto

Leia mais

Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica

Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica R E A L I Z A Ç Ã O : A P O I O : A Razão Diversos estados e municípios também estão avançando com suas políticas de mudanças

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes pág. 1 PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes MISSÃO Somos uma rede nacional escoteira de

Leia mais

RELATÓRIO DA OFICINA DE PAÍSES FEDERATIVOS E DA AMÉRICA DO NORTE. (Apresentado pelo Brasil)

RELATÓRIO DA OFICINA DE PAÍSES FEDERATIVOS E DA AMÉRICA DO NORTE. (Apresentado pelo Brasil) TERCEIRA REUNIÃO DE MINISTROS E AUTORIDADES DE OEA/Ser.K/XXXVII.3 ALTO NÍVEL RESPONSÁVEIS PELAS POLÍTICAS DE REDMU-III/INF. 4/05 DESCENTRALIZAÇÃO, GOVERNO LOCAL E PARTICIPAÇÃO 28 outubro 2005 DO CIDADÃO

Leia mais

Seminário Em Busca da Excelência 2008

Seminário Em Busca da Excelência 2008 Seminário Em Busca da Excelência 2008 IEL/SC - Implementação de sistema de gestão com base nos fundamentos da excelência Natalino Uggioni Maio, 2008 1 IEL em Santa Catarina Integrante da FIESC Federação

Leia mais

Trabalho Social nos Empreendimentos De Saneamento Básico

Trabalho Social nos Empreendimentos De Saneamento Básico Trabalho Social nos Empreendimentos De Saneamento Básico Brasília, 01 de Dezembro de 2015 Definição O Trabalho Social: 1) compreende um conjunto de estratégias, processos e ações, 2) é realizado a partir

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes pág. 1 VISÃO GERAL Objetivo 1 - No âmbito da seção escoteira, apoiar a correta aplicação do método escoteiro, em especial as práticas democráticas previstas

Leia mais

Paulo Itacarambi 6º Encontro de Lideranças CONFEA Brasília, 21 de fevereiro de 2011

Paulo Itacarambi 6º Encontro de Lideranças CONFEA Brasília, 21 de fevereiro de 2011 Combate à corrupção Promovendo uma economia responsável Paulo Itacarambi 6º Encontro de Lideranças CONFEA Brasília, 21 de fevereiro de 2011 Instituto Ethos Quem somos? Fundado em 1998 Missão Mobilizar,

Leia mais

Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009

Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009 Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009 SECT- AM: Missão e Diretrizes A SECT foi criada para formular e gerir políticas estaduais de C&T buscando articular os esforços os de fazer com que

Leia mais

I Fórum Nacional Conjunto Consad Conseplan - Confaz

I Fórum Nacional Conjunto Consad Conseplan - Confaz I Fórum Nacional Conjunto Consad Conseplan - Confaz Avanços do trabalho desenvolvido no âmbito do Ciclo de Debates sobre Relações Público-Privadas e Compras Públicas Estaduais 13 de novembro de 2014 Relações

Leia mais