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1 TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERAIS Av. Prudente de Morais, no ioo 5 andar Bairro Cidade Jardim Belo Horizonte MG Seç8o de Controle de Feitos e Atos Processuais (31) Ofício n. ~ ~ /2013 SEFAP/CRI Belo Horizonte, 27 JUN 2Oi~i A Sua Senhoria o Senhor LINDOLFO FERNANDES DE CASTRO Representante legal do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais SINDIFISCO Avenida Afonso Pena, n 3130, conjunto 402 Funcionários BELO HORIZONTE - MG Assunto: Notificação Prezado Senhor, De ordem do(a) Exmo(a). Relator(a), Juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz, NOTIFICO o Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais SINDIFISCO, na pessoa de V. Sa., nos termos do artigo 96, 5 da Lei n 9.504/97, para, querendo, apresentar defesa, nos autos em referência, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Em anexo, cópia da inicial e do despacho de fl. 32. Referência: Representação N Município: BELO HORIZONTE Representante(S): PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA - PSDB ADVOGADO(S): REGINALDO LUIZ NUNES; RAFAEL MOREIRA MOTA; AFONSO ASSIS RIBEIRO; DANIEL AYRES KALUME; RODOLFO MACHADO MOURA; DAVID GRUMBAUM AMBROGI; JENISE CASTRO DE CARVALHO; GUSTAVO GUILHERME BEZERRA KANFFER Representado(S): SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA ESTADUAL DE MINAS GERAIS - SINDIFISCO Assunto: REPRESENTAÇÃO - PROPAGANDA ELEITORAL - EXTEMPORÂNEA / ANTECIPADA - IMPRENSA ESCRITA - JORNAL / REVISTA / TABLOIDE - TELEVISÃO - RÁDIO - PEDIDO DE CONCESSÃO DE LIMINAR - PEDIDO DE APLICAÇÃO DE MULTA Relator: Juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz

2 LÇ~Ø PIA EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS TREIM~ SEÇÃO DE PROTOCOLO JUD~C~AR~J RS*frFfl D13 15:19 III~ PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA PSDB, partido político devidamente registrado neste Egrégio Tribunal Regional Eleitoral, com personalidade jurídica de direito privado e endereço na Rua Ouro Preto, n 846, Bairro Barro Preto, Belo Horizonte, CEP: , regularmente inscrito no CNPJ sob o n / , vem, com o respeito e o acatamento devidos, à ilustre presença de Vossa Excelência, por seus procuradores subscritos infine, com fuicro na legislação de regência e em especial nos arts. 36 e 96 da Lei n 9.504, de 30 de setembro de 1997, apresentar a presente REPRESENTA ÇÃO com pedido de liminar em face do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais SINDIFISCO, organização sindical, representada pelo seu Presidente Sr. Lindolfo Fernandes de Castro, inscrita no CNPJ sob o n / , com sede na Avenida Afonso Pena, n 3130, conjunto 402, Bairro Funcionários, Belo Horizonte, pelas razões de fato e de direito a seguir aduzidas: 1 Documento n 01 Instrumento de Procuração.

3 !1.~ 1- DA SÍNTESE DOS FATOS A entidade sindical REPRESENTADA está desafiando a Justiça Eleitoral, ignorando deliberadamente o fato de que não pode ser instrumento de propaganda eleitoral, ainda mais extemporânea, pois os precedentes desta Justiça Eleitoral indicam que a divulgação de fatos que levem o eleitor a não votar em determinado Partido ou pessoa pode ser considerada propaganda eleitoral antecipada. De fato, demonstrar-se-á, o SINDIFISCO, em total desrespeito à autoridade da Justiça Eleitoral, vem promovendo uma campanha de ataques ao Governador do Estado de Minas Gerais e ao Senador Aécio 4Neves, ambos filiados ao Partido REPRESENTANTE, por meio de propaganda paga em jornais de grande circulação e em horário nobre de rede de televisão com alcance nacional. Assim, destemida, atua a entidade sindical REPRESENTADA na ilusão de que a autoridade da Justiça Eleitoral não lhe fará impedir de vilipendiar as normas que regem a igualdade de condições e a normalidade das eleições. Senão, vejamos. No último dia 04 de janeiro de 2013, a entidade sindical REPRESENTADA fez veicular no Jornal O Tempo nota em que supostamente critica a forma como são administradas as receitas do Estado de Minas Gerais. Eis o teor / da propaganda:

4 Y CIipping ~T$5indjjiSco-MG Veículo: Jornal O TEMPO Assunto: $indifisco~mg rebate Secretaria de Fazenda Data: sexta4elra) 4101t2013 P~: 11 Seçào: Economia INÇØ~ME PU~LJ0TÁR~Ø SECRETARIA DE FAZENDA ADMINISTRA MAL A RECEITA DE MINAS O Sindifisco~MG denuncia à sociedade mineira as atitudes contraditórias do governo estadual, que diz reivindicar mais recursos dos royalties da atividade de exploração mineral, contudo, concede benefícíos fiscais ilegais para as mineradoras. A reportagem ~Minas aguarda R$ 3,5 bilmes ~ publicada na edição de 21112/2012 deste jornal., informa sobre o regime especial de tributação do ICMS do estado para o setor mineral, no qual as empresas terão direito a um crédito presumido que pode representar um desconto de até 30% no valor do ICMS. Urna das empresas que vai aderir a esse regime, a Vale, tem processes de cobrança rio valor de R$ 2,1 bilhões e vai pagar apenas R$ 168 mhhões, ou seja, so nesse caso, o estado deixara de receber R$ 1,93 bilhão, que e dinheiro público, para beneficiar urna única empresa. 1-lá regras claras, inclusive na constituição Federal, sobre os créditos a que o contribuinte tem direito. Usar credito presumido e partir para a subjetividade não é recomendavel em urna admirustração publica, hoje e 30% amanhã pode chegar a 100%, de~endendo da conveniência. Isso sem falar que tal medida fere o princípio constitucional da não curnulatividade. A reportagem traz minient~evïsta com o secretário-adjunto de Fazenda, Pedro Meneguetti, que diz que esse é um regime que é vantajosó para as empresas~ Os didgentes da Secretaria de Fazenda deveriam se preocupar é com ~ que seria mais vantajoso para a população de. Minas. ~Segundo a reportagem Governo de MG não cumprirá mínimo para a Educação, publicada na edição de 20/12/2012 de O Tempo, á governo estadual não irá cumprir o percentual mínimo de gastos com a educação em 2013, que é 25% de sua receita líquida, conforme determina a Constituição Federal, O percentual destinado a essa área será de 23,96%, com total de R$ 364 milhões a menos. O estada irá gastar R$ 364 milhões a menos na educação, mas concederá anistia no valor de R$ 1,93 bilh~o a apenas uma empresa. Isso demonstra a má administração da receita de Minas. A sociedade deve cobrar a revisão e a transparência da política de concessão de benefícios fiscais que vem sendo adotada pela $ecretaria de Estada de Fazenda. N5indjjïsco-MG SindJcato doa Auditores Fiscaisda Receita Estadual de Minas Gerais

5 Do teor da nota veiculada pelo SINDIFISCO, pode-se perceber que o seu escopo, na contramão do seu papel institucional, foi direcionado para promover uma verdadeira propaganda eleitoral negativa dos atuais administradores do Estado de Minas Gerais. Realmente, a referida propaganda é iniciada com uma acusação falsa noticiando a suposta concessão ilegal de beneficios fiscais a empresas mineradoras, para, em seguida, atacar os mandatários do governo estadual com a afirmação de que os percentuais mínimos destinados à educação não serão cumpridos. O viés propagandístico eleitoral antecipado da suposta denúncia revela-se claro com a leitura do seguinte fragmento: O estado irá gastar R$ 364 milhões a menos na educação, mas concederá anistia no valor de R$ 1,93 bilhão a apenas uma empresa. Isso demonstra a má administração da receita de Minas. A sociedade deve cobrar a revisão e a transparência da política de concessão de benefíciosfiscais (...) Cinco dias depois, em 09 de janeiro de 2013, o SINDIFISCO pagou pela publicação de um informe publicitário mais uma vez acusando os administradores do PSDB à frente do Estado de Minas Gerias de, ao conceder beneficios fiscais supostamente irregulares, abrir mão de recursos necessários para a saúde e educação, salientando que tal conduta prejudicaria a população de Minas. O trecho abaixo mostra de forma clara o citado informe publicitário : viés político-.eleitoreiro do Assim, a população de Minas é prejudicada, pois o dinheiro dos tributos que deixa de ser arrecadado das empresas poderia ser investido em serviços públicos de qualidade. A sociedade mineira está sendo privada desse dinheiro, que permanece nas empresas, engrossando lucros, enriquecendo apenas um pequeno grupo, o que aumenta a desigualdade social no Estado.

6 Segue o conteúdo completo do reclamo: flenacrrawo Tributo não é mercadoria Coro o pretexto de adotar n~eødss necessárias à proteção da economia de Mlna% a Secretaria de Fazenda, mate, espø~mmw, a Superintendência de Tributaçeo dessa secretaria, tem admjr4slrado e receita práçrla do Estado de torna que beira á lrresponsabflldade. A concessão de bçrneftôio fiscal virou uma fana é só o empresário vir com q~alquer cbantagem ç~u~jseudolnvesftmentw que consegue fazer quâk~rer negócio O btuto virou mercadôda, negociáda coriorme Interesses poflúcos e Oon~ a Am*rpfldosber vez que a.cônsfttição evero ser coo ~s~deceqüeessesb i~elebmdos e rawk~dos ~Porum teç ~n 1k~ que a $~, benefidõs.~ conçe~doserevogedcs, À O4*sflsØm&çn~ ~,~ És dewrbfernrú,%f høwaóes.dó**a 1 7

7 E a audácia da entidade sindical REPRESENTADA não se limitou aos informes acima, veiculados de forma regional. No dia 13 de janeiro de 2013, em resposta ao Senador Aécio Neves, que teria assinado uma coluna no periódico Folha de São Paulo, o SINDIFISCO pagou pela veiculação de mais um informe publicitário, agora em jornal de circulação nacional, atacando os filiados do REPRESENTANTE, ao argumento de que o choque de gestão em Minas Gerais seria obra de retórica do Senador Aécio Neves, uma jogada de marketing, uma vez que no seu entender (1) houve elevação com gastos de propaganda oficial; (ii) a evolução do PIB durante o governo do Senador Aécio Neves foi p(fia ; (iii) Minas Gerais é o segundo Estado da Federação mais endividado; (iv) Minas Gerais ocupa os últimos lugares no ranking de gastos com educação e saúde; (v) Os governos Áécio e Anastasia descumpriram a Constituição Federal e não aplicaram os percentuais mínimos com educação e saúde; (vi) Os governos Aécio e Anastasia baseiam a sua gestão em contabilidade criativa para disfarçar dados supostamente negativos; (vii) Minas Gerais, nos governos Aécio e Anastasia, pratica tributação injusta prejudicando os trabalhadores e beneficiando as grandes empresas ; e (viii) as estradas de Minas Gerais estão em péssimas condições. Folha de São Paulo : Abaixo, a íntegra do informe publicitário, publicado também no jornal 7

8 CIippin g ~i~5indíf~sco-mg ~ ~ ~ ~ Veículo: Jornal FOLHA DE SÃO PAULO Assunto: Choque de gestão Data: domingo fnform~ PUBLICITÁRIO A verdade sobre o choque de gestão em Minas SInII~ d~ Au~It~rs~ ~ ~ E~t~d~I d~~ger~i, O senador Aéc~o Neves vem usando sua coluna na Folha de &Paulo para fazer campanha em cima de ret&ica, O choque de gestão em Minas Gerais não passa de jogada de markatíng, tendo elevado a despesa do estado com publicidade do E~cutiv~ em 4~1% em 200~ em relação a 2002 finflação 4B%). A evolução do P18 minelro registrada em 2009 em re1a~ ção a 2002 mostra que o crescimento económico de Minas durante a gestão do então governador Aécio Neves foi pifio, cotocandü o estado em 20 lugar entre os estados, em termos de evolução do P18. Fazendo uma comparação em raiação à Receita Corrente Uquida em 2010, Minas é o restado mais endividado, figurando em Wlugar no rarhking dos gastos em saúde e em 26 no dos gastos em educação. Nos governos Meio e Mast,asia, o estado não apricou o percentual mínimo da receita de impostos em saúde (12% e educação (25%), conforma determina a Constituição Federal, e, em 2011 O ~O varna chegou a fazer acordo ( TAS) com o Tdbunal de Contas do estado para não cumprir essa determinação constitucional A fórmula adotada por Mcii~ Neves, continuada na gestão do atual go ~emador, Antonio Anestesia, se baseia na contabili dade crtaüva para mascarar os dados: se forem retirados os novos empréstimos, que são considerados receita de capital, e incluklcts os custos da divida com a União, que não é computado nos resultados alardeados como cléttcit zero, o estado apresentaria um déficit astronómica. Hã que se ressaltal ainda, que Minas Gerais pratica urna tributação extremamente injusta sobre bens e se~~ços essenciais, cobrando 30% de lcms sobre a conta de luz do trabalhador, enquanto concede beneficios fiscais ilegais para grandes empresas. Embora o senador alegue que a Cidade Administrativa foi construída sem recursos do Tesouro estadual, a obra foi 1nan~ ciada pela Codemig, empresa controlado pelo Cstado, que, de 2008 a 2011, recebeu transferéncias de RS 854 rnilhães do estado. Assim. o argumento do senador é mais um truque da contabilidade criativa. Ai&m disso, quem roda pelas estradas de Mmas sabe como são péssirnas as candiçóes das rodovias estaduais. Leia mais sobre a verdade sobre o choque de gestão em Minas rio orgbr Como se vê, a publicação acima demonstra claramente que a atual gestão do SINDIFISCO não pretende defender os interesses e os direitos profissionais coletivos da categoria que representa, promover todos os tipos de reivindicações ligadas ao vínculo funcional de seus filiados ou manter a categoria mobilizada em defesa de seus interesses, mas sim realizar propaganda eleitoral negativa, com ataques diretos ao Senador Aécio Neves e ao atual Governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia. 7

9 De fato, à outra conclusão não se pode chegar quando se observa que a entidade sindical REPRESENTADA despende recursos de seus filiados para, dentro e fora da sua base territorial de atuação e se arvorando na função de partido político de oposição, propagandear eleitoralmente contra as administrações estaduais atual e anterior, personificadas pelo Governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia e pelo Senador Aécio Neves, em flagrante violação ao seu próprio Estatuto o qual disciplina que, com a sua base territorial em Estado de Minas Gerais, o SINDIFISCO deveria atuar na defesa dos direitos e interesses dos seus filiados. E mais, não bastassem as propagandas antes citadas, necessário informar que o desprezo da entidade sindical REPRESENTADA para com a Justiça Eleitoral e para com as regras eleitorais perdura desde janeiro do corrente ano, conforme abaixo se demonstra: Veículo: Folha de S.Paulo Data: 24 de Janeiro de 2013 FOLHA DE S.PAVLO QUINTA YEEIRA, 24 DE JANEIRO DE 2013 * * * mufldo Ali *MFORME PUrnJCrTARÍO Contra fatos nâo há argumentos Os dados citados pelo SINDIFISCO-MG no texto ~ Averdadesobreó ~ publicado na Folha de 5 Pauk, em 13f1f2G13~ s~o oflci~js retirados dos ba~ariços do Et~do4~ctos rela16r~s ~lo~tnburi~aí dø/contas do Est asoerals~e do, ~ ~da S,~ta~4o~e?~rp Nacional, senda encaminhados a essa secretari~a pelos próprios estados. Dessa forma, ne~ q~esçrio o go~ierno áe Min~s, rl&nota pubilcade eirn W1/2~O1S dest~ jorhal contestou êsses dados, lir~iltaii~p~%é a apenas citar Informações suí~jetlvas, ariundas de contextos va~iáveis e fontes qu stío áveis. ~ A Standard &, Poors, ~citada pela nota do governá ~do e~tado, d~i~ ~o Lehmari Brth~~a cta~sificação A~ no rnôs em que ~o bancã ~fái[u, segundo crftica cio ~frofessor d~ Un~ersldat~1e~ Prlnceton e colunista do The New York Tinias Paul krugrpan. De acordo com 1nfarmações~da ~ no ar~o passado, a agancia de avau~ç~o ainda foi condenaria pela Corte Federal australiana por dar fal~s ínformaç~ões sabre riscos financeiros para potenciais investidores. O ledice de Desempenho do SUS (1DSUS), citado pelo governo de Minas, também ~ol alvo de criticas de especialistas da área da saúde. Utilizar índices como IOSUS ~ de forma Isolada n~o comprova qualidade das serviços públicos, pois hé contestações da eficácia desses indicadores~ ~ ~Jnda, conforme relatório cio Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, ao contrário do que diz o governo do estado, ~ há universalização cio ensino em Minas. Já sobre a construçáa da Cidade Administrativa, como a Codemig é uma empresa controlada pelo Estado, as recursos da construção sác dinheiro público. Contudo, o que realmente contradlz o texto publicado é a realidade dc Estado, como viva a populaçáo mineira que utiliza os serviços públicos e enfrenta as dificuldades causadas pelo descaso do governo de Minas, o que pode ser facilmente comprovado com uma simples visita a Minas Gerais, percorrendo os diversos locais por onde esteja o nosso povo. Leia mais sobre a verdade do c3io4ue de gestão em Minas ria

10 Veículo: Estado de Minas Data: 1 de Fevereiro de 2013 CIippin g SI ~ p~ Veiculo: Jornal ESTADO DE MINAS Assunto: Nota do Sindi(isco~MG Tributação mais justa Data: sexta$eira, 1 i212g1 3 P~g: 13 Seção: Economia 4- ~ ~ :; ~ ~~ ~ ~ ~ ~.~.~ 1/~~A ~)~ ~~TA ~iitor~vw~ Pub~I~rk A ~ Corte ~ d~ tsj4~.. em M~rias. pubhcada em 2& 1~í3 neste jcrnaí, reiwa que o s~ret~fdo de Faz~nda do Muwa, Leonardo Go?ojabu i, disse, ~N~o sorno~ contra desonerar o imposto de ~ rrqra ol~trca Ardesse aflm~aç.4~o da $ :c,~ án c. o E,~;ack~ ina~km ~ maior oueta de lcm$sol~re o SetOr. que ~ de 30%. e qtre, na v~rdado significa que 05 const~m~ifore~ pagnrn nte 45% da t~r#~, pois as afiquolas de (~MS est~oernb~ddes rio vniø, dc s produro~ e $0114ÇOS De ~rc~o com a mprzriaqt3m, calor ai tona admttido que a qi~ode na r~c&h com a feduçae trara proesomes orçamonta rjo~, Critrr tsflto, se o~ d~rigenres da Secreto rio de Est~dack P2ninda dic Mr)as Gwai~ (SEF~t.1G~ t~veft rn L oa ~niudo e i1~c~ cederem a press~es Lk S poderes ~hticos e econórn~cos, M corno compensar o din fre ni~ arre.3dnde com a redução d~i r rt~ de luz $P (4 QO~~1f?O rio a~n~n mão de hiuir~os d tis por ano com a roncoss~5n de ber f(cro~ ILs~ ais para grandes oriiur»c ~. nari ~IaVOna problemas cc impacto d~ rorjlr.ràü dd enerçi~ ~ld~rk~a AIOrN de rovora pohuca de cancessae & bencrffci~s frca?s, a S~F MG davena eitoraras nirquoas de I~MS, tabutando cem maiores ci/qixatos setores de produtos o servços que são mors cõnsum~ias por cissses de maior poder aqriisifr~ o, coma pras (a(t~7uexa do 5%), e com menores al~juoro~ pro~jutos o serviços essenciais, como erorq~e ekmr~co(30%), gasohno (2/%~e t&efonia (25%). Epr~ ciso re~ertere~~s+~ sistema lrrbut~~ri~ InjuSto. em que Qrw,Yes confribii~ntes se organizam, Iindnctnm c.ernpanhas ei&ivrars e de~or~ rec~~rii ~ier~if(cki~ hscai ; ilegais. sem lrm. parêriom e som Lr~endor 0$ fins SOc~rois enquanto o frsb~rfl~c(c ~co,rsejrij/der acolla p qando Ri7UOias orrfis a1,jít~.s & ncc~5~r1r~ ij:lj~~. ~,..oltar ~i~ i prrjic ~7~os cii alouns tore~ como a rrrir?oraç ~,. ~ qr~~ ~ ~ ~,~ u~5tir n al~ na tisr a,q,r~çno doesim:lu, arsi?ror1fi?nd,~ o. ~c ii loã ~inocrç~ 4 repe rta r& m iriii:~~ma, hn hi~m, q~. o or; Tumi,íores les,rjci ias do M;na~ Com ~ meti: ~( rio dl~ 90 ~ ~ r~r»iam,~;cn~io dc IC.VS inc:clcnie soam ~i conta de lo... íi~rs~oll~ ~ 1W err(a. ito. quo e:cflícirme tiado!; ( Ji2ad-~ peh Empresa do F;~ jii:~ Ei~erqeteca, do ~4ifli.~fr ~rj~ 410 MIt~.S È & rrc rqçt ~ ~. rrnsumr, morfin c1n or o qia ~íéfi*,~ no Drasir m ~ippi) te ~!O 11, f~ dt~ 57 ~Wh por der r~, ~.4ssrm c miuro difícil p:n. i tj1i~a fini iia ít?i Oiíj i~i)ïht7qtjir l.~ ~( rs_~riçzi.~ Leia tof~ no ~ ~i~fij~~ ~ ~i~ii.*t ~ ~ 4~ ~ ~( 4~4I1~ ~ 3~4~4~.144 d 7

11 Veículo: O Tempo Data: 19 de Fevereiro de 2013 O TEMPO Selo Horizonte 1 1 ~ Economia ~ ~ L9DEFEVEREJROOE2OS3 1 SUPERÁVIT COMEMORÁDO.PELQ~ GOVERNO DE MINAS É RESULTAÕO DO ENDIVIDAMENTO DO ESTADO ~) governo de Minas Gerais divulgou o balanço de 2012 comerr~orando um superávit de R$ 2,076 bilhées. Esse rêsúltado f6i alcançado porque houve um ingresso de íiovas empréstimos no valor de R$ 3,8 bilh8es~ Na verdade, esse superávit é superficial, pórque riso foi conseguido peio aum~ato da receita pr6pria e, sim, pelo aumento do endividamentodo Estado, por meiode operações de créd1to~ Apesar dos números divulgados pelo governo, Minas Gerais, cuja dfvidacontratuaté de R$74,7 bi1h~ês ~rj~r~éce~d6mo ó ~ur~d~ Estado mais dndivida~kda Federaç~oem relaç~o ~ Receita Corrente Liquida. Resultado positivo dee ecuç~o orçamentária por si só n~oéonie1hor indicador para avaliara mpeo~a1. de um governo, po~ pode escor~der ratos ou uma situaçáo de deseqtauibrio que n~o s~o perceptfveis á primeira vista, Um deles é õfata d~ a cvntrataç~o de novos empréstimos ser considerada como receitas outró,~a formada contabilizar os custos da drvida não pagos na ano e que i~ião s~o. r~scritos no orçamento, sendo diretamente incargorados ao saldo da dmdá~ Se fdr desconsid daare eità de ópera ç~o de cr~díta (R$ 3,83 bflh~esj, quênão é receita e, sim, um passivo, o Estado teria iim déficit de R$ 1,75 bilh~es. Se fossem levados em conta os R$ 5 bi1h~esdocustodadivida n~o pagos,essedéficitalcançaria R$6 75 bilh~es Q~ua~tto ao novõá empréstimos, que s~o considek~ados receita decapital, havauma previs~o~rçamentária inicial para 2012 de R$ 277 milf~es e, rio decorrer do ano, essa previsão foi atualizada em R$ fia b~hóe,4os~quais R$ 3,83 bilh~escorresppndem aorealizadoer$ 2~98 bilh&saosaldoa realizar. preciso esc arecer que as aperaç&sde crédito foram ~eapzadas sem transpar~ncla esem qualquer debate com a sbcledade Mesmo sabendo que em torno de RS 4,2 bdh~es referem se a empréstimos externos para reestruwraç~o da divida com a Cetnig. conforme previsto ti~a Ler 14964/2011, trata sede recurso póblico que deverla~ercarreadapara áreas sacla1~ Segu~do consta no Relatório Resumido de Execuçáo Õrçan~entána ~EO) de 2G~~Z~ R$ 4 bllh~es representam o valorgasto pelo Estado com amortização da dlvid~ e R$ 2,~5 bilh8es dm jú~rós e~e~cargos, totalizando R$ bilh~es referentes ao custo total da dmda J~ Minas Gerais Esse montante representa 1$ 66% da Receita Corrente 1tqtnd~da Estado,votumesupetiõraoquesegastcru comseguj~an~aousa~1de ~1á qqe s, ressaltar, ainda, que nq~ f~al ~ ~~é~iç Ml~aér~k~b~Iu mão~d~ llih5e~ da r~tceita pi~biica cori a1~l~õ~0f12. Enst~tuída em 14/12/12w cohcedqndo beri~ffds fiscais ~ a rodou (anistía e outros) e, com oiztra~ leis que parecem encomendadas, canc~tando PTAs orlundos de práticas criminosas e perdoando dmdas,assimtransfe~indo dlribeiropáblico paraa Iniciativa privada Como se vê, o governo de Minas escàlheu um dos pto~es caminhos possíveis para atingir o equilíbrio flnanceiro.~ Fecharascontasa custode emprestimori~oea melhorsaída, porquegera Uni passivo que terá queserqultado no futum, comprometendo o orçamento do Estado Traia se de uma ~ncoeráncia dci governo de Mrnas que, ao mesrrio tempo em que condena a correção ~da divida com a União vem aumentando a dmda do Estado com a aquisição de novos empréstimos. -, st - -: - Se o objetivo do governo é equilibraras contas do Estado, o melhor caminho é Investir na Fiscabzaçáoe aumentar a receita propria Em 2012 a despesa fiscal cresceu 15,50% e a receita tributãrla cresceu 10 ~O% A receita de ICMS,, o principal tributo estadual, teve er~i Minas, crescimento inferior á média de vários estados (janeiro a novembro), ocupando no ranklng a 15~ posíçãoemtermosdeevolução Lelamaisnawww sindiflscomg org bv ~-- -

12 Veículo: Folha de S.Paulo Data: 25 de Fevereiro de 2013 A6 poder * * * segunda-feira~25defevereiro de 2013 FOLIIADES.PAIJLO ~NFOPM~ PUBLICLTÁRIO Superávit comemorado pelo governo de Minas é resultado ~ do endlvi amen o o s a o Corno plataforma de campanha, muitos administradores públicos utilizam resultados orçamentários como atestado de boa gestão. Entretanto, resultado positivo de execução orçamentária por si só não é o melhor indicador para avaliar o desempenho fiscal de um governo, pois pode esconder fatos ou uma situação de desequilíbrio que não são perceptíveis à primeira vista. Em Minas Gerais, o alardeado ajuste de contas e déficit zero, como resultado do choue de gestão, política implementada por Aédo Neves e continuada pelo atual governador, Antonio Anastasia, não passa de falácia. O que é divulgado na midia e nos discursos oficiais não corresponde à realidade da população mineira, que sofre com o descaso do governo e a carência de serviços públicos de qualidade. O governo de Minas divulgou o balanço de 2012 comemorando um superávit de R$ 2,076 bilhões, mas esse resultado só foi alcançado porque houve um ingresso de novos emprestimos no valor de R$ 3 8 bilhões Na verdade esse superavit e superficial porque não foi conseguido pelo aumento da receita própria e, sim, pelo aumento do endividamerito do Estado, por meio de operações de crédito. Apesar dos ni~rneros divulgados pelo governo, Minas Gerais, cuja dmda contratual é de R$ 74,7 bilhões, permanece como o segundo Estado mais endividado da Federação em relação à Receita Corrente liquida. O governa de Minas escolheu um dos piores caminhos para atingir o equiflbrio financeiro. Fechar as contas a custo de empréstimo não é a malhar saida, porque gera um passivo que terá que ser quitado no futuro, comprometendo o orçamento e as políticas sociais do Estado. Se o objetivo é equilibrar as contas, a alternativa mais sensata é investir na Fiscalização e aumentar a receita própria, e não aumentar a divida do Estado com a aquisição de novos empréstimos. O verdadeiro déficit zero em Minas só será alcançado quando se conciliar o ajuste fiscal com o bem estar da população. Leia mais sobre a verdade do choque de gestão em Minas no

13 Veículo: Estado de Minas Data: 10 de Março de 2013 E$TADOD~M1NAS.~OMINGO~ 1~ ~E P~ ~O13 /

14 Veículo: Folha de S.Paulo Data: 13 de Março de 2013 FOLHA DE &PAUIO QUARTA~FE~RA~ 13 DE MARÇO DE 2013 * * * poder A7 A matemática equivocada do governo de Minas Cernig Íucra R$ 2,656 bt~hões à custá do enclividamento do Estado ÍNFOflMi PU8LIOITAnSO O governó de Minas Gerais demonstra pouca preocupaçéo com ~ E*~íflcas pcibücas vóltadas para a área sodal, enquanto parece estar cada vez mais comprometido com o setor pnvado Contribuem para esse entendimento a concessão desenfrea~a de bif~esøe reais em t~e~efícios sem O ~Ø~ç9r~tvotes objeíl~os. corno MiSta ~ ø~c9flc a~i~a grande mfr-ieradora, no valor de R$ 2 bilhões~ e a uma empresa do ramo de matenal e~portivo, de R$ 150 rnllhôes, além da destinação de recursos públicos a obras não prrontáilas, como a construção da Cidade Mministiativa, que consumiu em torno de R$ 12 bilhão.~ Goincidéntemente, váiias dessas empresas beneficiadas são linanciadoras de campanhas eleitorais. Para corr pens r a pei~da de r curso públ~ço resultante da polftica de favoreo mento ã~grandes empresas~ o governo de Minas tem precisado recorrer a instituições financeiras e tributar com alíquôtaa ~ont1scatórias bens ésseriólais, penalizando o trabalhador. Em 2012, o governo contraiu empréstimo da US$173 bilhão do Credit Suisse, a urna taxa de juros de 5,8%, de US$ 450 milhõøs,d&bar~o lnernacl&ial ~ra Reconst?ução ê DesenvâMnênto(SfrØ)e~de ~300 milhões da ~g~ncia Francesa de DeseiwoMrnento ~ conforme a Lei Estadua~ 19964)2011 Os empréstimos visam o pagamento da divida do Estado com a Cemig, empresa controlada pelo Estado,:...,....,., 1. O resu[ o dessa tentativa équivocada de cçmpensação financeira é o cresc~mento aceiøraçio da dívida de Minas, o que compromete ainda mais os gastos sociais e o orçamento no futuro Conforme o Relatorio Técnico sobre Contas do Governador do Estado - TCEiMG~em maio de 1995, a divida do Estado com a Çemíg era de R$ 802 milhões, es~e valor comgicto pelo IGP-0l até 31/12)2011 equivale a R$ 2,501 b~hões Embora o Estado tenha ~imorhzado fi$ 1,473 bilhão ernvalorcomgldo, no perfodode 1998 a2011, osaldo dessaclfvtdaera, emsl/i2)201 1~ B$5,669 bilhões, ou seja~ houve o~escimento real de 126,6i~6 Isso porque o emp~stjrno foi contratado com correção pelo ~GP~Dl mais juros anuais de~s,17%, superior ao que foi estabe(edclo na renegociação da divida com a União QGP~Dl + 7,5%) e de que o governo tanto reclama. O governo de Minas alega que fez um bom ne9óoio e pagar* a dívida com 35% de desconto Com esse desconto, o Estado vai ~*gar R$ 3,684 bilhões, ou seja, a Qemlg ~em um ganho de R$ 2656 bdhões conforme c~iculo do Sindifisco~MG O governo também diz que fez um bom negocio refenndo~se ao emprésfirno de US$1,3 bilhão obtjdocomocredltsúlsse ajuros de5,8%,quandosabemos que, parecia pa(~rões1ntamaclonals, isso é multo alto Certamente foi um bom negócio para o Creclrt Suisse, que chegou a divulgar um Informe publicitário em 5/3)2013 comemorando o leito A sociedade mineira mer~ce que a questão seja tratada com mais transparéncla e rigor pelo governo de Minas O Sindífisco-MG sugere~ Inclusive, a realização de uma auditoria~da dívida do Estado com a Gemig, a fim de que não restem duvidas a respeito da dívida e dos termos da negociação O governo aeve rever essa polutos, Sri] que abre mão de recursos, con~edendo benefícios fiscais, e recorre a empréstimos para quitar dívidas Esse, sim, seria o ve~ dadeuro choque de gestão Leia mais sobro a verdade do choque de gestão em Minas no br

15 Veículo: O Tempo Data: 27 de Abril de

16 Veículo: Revista Veja BH Data: 1 de Maio de 2013 veja VEJA BH de 01 de maio de 2013 (et 2319) «7

17 Veículo: Folha de S.Paulo Data: 08 de Maio de 2013 A6 poder * * *~ 8 FOLHA DE SPAULO Gowór~o de Aócio- Neves -em Minas 1ÕI rnaé-cado pela êncapacidade de dlálcçja cam trabalhadóres ~43f~flsco.~Ma Durar~te começnoraç~o do Ota do bel~o. naçapltat psulista. urna cena chamou ater,çaø da. p~ e~isa. sendo~ ~ ada nas ed~ç~es dos ~ilnólpa~ Jornais no dia segu}nte~ No patenque do evento da ~c.~ça dicea~ o seriadør Aõdo Nevea~ pó candk~ato t~canó à ~*~cesslio presidenclal em ~!O14, poscu per~a as c~merasatraçada ccrn a a1latas~ com um ssrri~o que sugara uma partede da ~ohgà data Govemador de Minas Ge~s no perfoda do -~OO3 ~ ~01O, ASoto Neves ~e r~a ~1tzdu pela ~ncapac3dada da diálogo cem o fundo atisrhp ostaduak e pais ~&ut~c~e%n negocla~ cora ~s eni~ldades s4ndloals~, Em 1~ de maio de Aáclo fez a aegtdrtt, dedaraçlicl ~4praoÍsl~ que um goverr~o r~ tenha apenas urna pauta permanente cqrn a pmé~êtoe mas que construa uma pauta permanente com a classe tbalhadora adeka~ Gostodaraos que o senador apontasse nos mais de sete anos em que foi gave~*dor de Mlnas.~ quaïs pautas debateu cora os ~baihadomseqüar~a~ vezes esta~ elitpara d~at~4as, Náo irordamos. A lnt~nslgéncla do eritào governador e a sua Iculdacla em ~idar com poalç6es e opiniões divegentes lavaram o governo de Minas ~t estabelecer uma espé~1e de conlml~ eco á~oserr~ precedentes sóbreamalor parte da Imprensa loc* O Estado pai soua~ na mklla oo~po trn ~,erdarleko modelo da adniix4l~traç~áo públlêà bem ~te~a J~a~Itads~cofrqá~ astronômicos do me e1i~ig.. ~ ~ta p~4~liødad~ ~q Estado de,20q~3 a 2009 (01Uma ano do governo ~Ii4cq).-8ítJ~~rores con1~id~u~i pas~a a cifra da S$ 1 bilhão ~Zeme~anç~o se a despesa com pubiic~darie dci E~~acutF~rø e5taduaf em 2009 com a do ultimo ano dc governo Itamar Franca, verifica-se um crssclmentó de 45194, para uma inflação de 48%. O I~5I~rê respondia pelo ponie de déficit zero, uma p~lçe contabll capas da ocultar a auaãr~ia de frarrislimenlos nas ~aaa essenciais e Øesvlara atenção das Elas cada vez maiores dos hospitais, da precarladade das ~%st Ses escaleres. da violência cresoárite na ça~itaie na lotador do Estado e da insatisfação ceda vez mek*dernflhaiesde senjkir~s mal remuneradpa. A mesma dificufristie ~en, dtakigar bom es 1altl~çlonaa ~ern s~nd~ demonstrada pelo atual governadordo ado~,antonisaqastas4a~ suceseorpo ada~.clo~ Erp 2~1 1,~pé~o dadgaste do governa Aéclo com os eenaddres ~útn~icd% p góverno Anastasla lref~ttáu a, c~i~ité ~ Negociação Sindical ~ es), efln nan o q~* estr~ ~erla um espaçado age ~en re ogover~oe as entidades vepresentant o~p,afls,~ xa~na prát, o Cod ~ rvide epadás para o ~aniceraosse resas~dedsõacflcliis, a qu~lqu êde~detnia4e. - Em 12 de ~ho de 2011, dirigentes de trae~ êr~i1daçees sindicais ç~as ~i taç~4tas astavaqi~ erp greve foram proibidos de partldlpavdé~redniso do Cones. Nç~ oco, a d~etorl~ d~ SI~tflaço MG se reifrou da rtrubião em pptesto alrpi~nda 4L~, ~~n-r çômlté,que ~é ~vepõe a ~er tan espaço de discussão, mas não acolhe quem In~rinlfesta posição divergeote. astàlaøado a ser um ó~ão meramente figuraliva. sem reprasentajividade a sem o respeito dos servidores. O governo de Minas só se dispõe acorweisar com entidades que co*estarn~ cora as p.~o~, ~oatas apresentadas, até mesrpo usando a m~quloa Øo ~stado para ~cooptat Ilderanças s~nd1cals, int~iva a r~icai~êtno ~pe1dgo,~c) Sk*liftsco-MG ØE~fertdçi que pão h ery~øbrac1a sem sindicatôsanoclos, foç*air a eparer4eê~ - - ~ - - -, - Por meio ~de decretos, ~asoklçøeti~- podawfeé. e ordéoa~de~sepaçb,.0 governo piorpove verdadeka afrentá á liberdade d~ e4n*aesão~siz -dara~o de fr ir,4~à r(~â*aç~llo e~%ical po de Sen~ço t~rolbe l aunøø d& bbt~had~ee A ~røpesta dè rio~ Estatuto dos Se ild as PúblIcos Estaduais de Minas (3erálS limita e, p ttçl~,a~áo doe. ser~4doras em até duas assambte~as a$~ce~ks~ f&utq que rapmsenta -~ eda~4dadø aindlc~ r~iio davada ser ob~eqo de It fec8ncia do poder publico No dia 21 de abult de 2013~ em tr~ alce im~nlá rea zadaom Ouio Preto;ern fr~i~agern a ~T detes~ i anilastantes que pn~,têátavara óon(vi~i os efeitos r~od~es do choc~uø de óest~o potitlcade admfr~istraç~opt~$ca adotada por~clo Neves, foram lmp~4doa doz~ sproxfm~ir do local onde o.gqveraadoranastásla e o sot~dç~ A~Øo enafledlanl a ~ar erlstk~ ~o póó mineiro de lutar pela t~betdads. Para O governo de Mines a tlt~eraade tantas vezes repe~da no dlscurao o*icløl corno ürn valor caxo ao Estádo.~ ermlnw onde nasce a dnsrgêncla com o pensamento do governo~ -- - Apesar da tentaltes da governo estadual de Impedir manlfes*açõeti que se oponkiairi a sua gestão, o Stndifis~Ó~MG, o~sind-tfleimg e SLnd-Sa ide/mg~ bem corno outrss entidades sindicais, não abrem mão de e~rerçer o seu piado direito á ubardade de se-ntanifestat e continuarão proteetai*ia contra o choque d~ gestão, até que oa êfeltos dessá politica se am rsyeétldos. Há 10 anos, os rafr~eirus so4renl cora as consequ~nclas dess~ pdiuca. como o desmontado Fiacoestádual, o encimdamertto doestado~ aprecerização doé se~v4ços publicas e as medidas que beneficiam apenas Interesses politicos e económicos prejudicando a sociedade. Ass4rp,-t~o~,8 de maio, está ~egdo realizado Dla~~da de Luta -doí Auditores Fi~aie da ~ec.lta Estaduei da Mlr~* Q.rais~ com ações de ob~hzaçàq em todao E~bao Adeesar w~i.w.étrid1f1a~orrdg..or~.br - SindIcalo dos Aurtitcxes Fia ala da Receita i~istaduat de M1~as Gerais Slndifisca-MG Sindicato ÚnIco dos Tr balhadores da Saúde do EStado.de Munas Gerais 4. S1nd-Saúde/l~G Sindí~~tO Único dos Trabalhadores em Educ~o ~Ô MlriasGàals Sind~UTE/MG - /7

18 Veículo: Diário do Comércio Data: 11 de Maio de 2013 Dçh, IIor~zrmte~ sábado, 1I~ a ginida.feira, ~3 de i

19 Por fim, importante destacar que a campanha eleitoral negativa, patrocinada pela entidade sindical REPRESENTADA, está sendo veiculada também nas rádios e nas redes de televisão, em especial na CBN, Rádios Itatiaia, Band News e Globo News, todas com alcance nacional, conforme se percebe das mídias em anexo e dos links abaixo: http ://www. sindifiscorng.org.br/midia!detalhar/2hx61ht2989 WbOgPLVN 1 d8r BQc3355C11c VkNaJfVL 1 w8m K ZA1 824UDDN Desta feita, forçoso concluir que a entidade sindical REPRESENTADA utilizou a sua estrutura, mantida por meio de contribuição compulsória prevista em lei federal, para realizar propaganda eleitoral negativa antecipada, objetivando influir na opinião dos eleitores, sendo evidente, assim, o propósito de denegrir a imagem do REPRESENTANTE e de seus principais líderes: Senador Aécio Neves e Governador Antonio Anastasia. III - DO DIREITO Pois bem, já foi uma tradição dos sindicatos organizar eventos sociais de grandes proporções no País, com o propósito de reivindicar direitos trabalhistas para o seus filiados. Porém, sinal dos tempos, o mote da entidade sindical REPRESENTADA não é mais o discurso sindical propriamente dito, mas o político-eleitoral. De fato, depreende-se da campanha engendrada pelo SINDIFISCO não uma posição sindical, mas sim uma postura puramente político-eleitoral, totalmente desvinculada dos seus objetivos institucionais: a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, postos no art. 7 da Constituição Federal.

20 Deveras, o mínimo que se pode denotar dos informes publicitários acima indicados é a sua intenção ilícita, evidenciada quando a entidade sindical REPRESENTADA denuncia à sociedade mineira que: As atitudes contraditórias do governo estadual, que diz reivindicar mais recursos dos royalties da atividade de exploração mineral, contudo, concede ben efícios fiscais ilegais para as inineradoras. Os dirigentes da Secretaria de Fazenda deveriam se preocupar é com o que seria mais vantajoso para apopulação de Minas. O governo estadual não irá cumprir o percentual mínimo de gastos com a educação em 2013 O estado irá gastar R$ 364 milhões a menos na educação, mas concederá anistia no valor de R$ 1.93 bilhão a apenas uma empresa. Isso demonstra a má administração da receita de Minas. Assim, a população de Minas é prejudicada, pois o dinheiro dos tributos que deixa de ser arrecadado das empresas poderia ser investido em serviços públicos de qualidade. A sociedade mineira está sendo privada desse dinheiro, que permanece nas empresas, engrossando lucros, enriquecendo apenas um pequeno grupo, o que aumenta a desigualdade social no Estado. O senador Aécio Neves vem usando sua coluna na Folha de S. Paulo parafazer campanha em cima de retórica O choque de gestão em Minas Gerais não passa de jogada de marketing A evolução do PIB mineiro registrada em 2009 em relação a 2002 mostra que o crescimento econômico de Minas durante a gestão do então governador Aécio Neves foi p(fio /Z

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