ENADE COMENTADO 2007 Fisioterapia

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2 ENADE COMENTADO 2007 Fisioterapia

3 Chanceler Dom Dadeus Grings Reitor Joaquim Clotet Vice-Reitor Evilázio Teixeira Conselho Editorial Ana Maria Lisboa de Mello Elaine Turk Faria Érico João Hammes Gilberto Keller de Andrade Helenita Rosa Franco Jane Rita Caetano da Silveira Jerônimo Carlos Santos Braga Jorge Campos da Costa Jorge Luis Nicolas Audy Presidente José Antônio Poli de Figueiredo Jurandir Malerba Lauro Kopper Filho Luciano Klöckner Maria Lúcia Tiellet Nunes Marília Costa Morosini Marlise Araújo dos Santos Renato Tetelbom Stein René Ernaini Gertz Ruth Maria Chittó Gauer EDIPUCRS Jerônimo Carlos Santos Braga Diretor Jorge Campos da Costa Editor-chefe

4 Denizar Alberto da Silva Melo Mara Regina Knorst Fabrício Edler Macagnan Márcio Vinícius Fagundes Donadio (Organizadores) ENADE COMENTADO 2007 Fisioterapia Porto Alegre 2010

5 EDIPUCRS, 2010 CAPA Vinícius de Almeida Xavier DIAGRAMAÇÃO Gabriela Viale Pereira REVISÃO Rafael Saraiva EDIPUCRS Editora Universitária da PUCRS Av. Ipiranga, 6681 Prédio 33 Caixa Postal 1429 CEP Porto Alegre RS Brasil Fone/fax: (51) Questões retiradas da prova do ENADE 2007 da área de Fisioterapia Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) E56 ENADE comentado 2007 : fisioterapia [recurso eletrônico] / organizadores, Denizar Alberto da Silva Melo... [et al.]. Dados eletrônicos. Porto Alegre : EDIPUCRS, p. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: <http://www.pucrs.br/edipucrs/enade/fisioterapia2007.pdf> ISBN (on-line) 1. Ensino Superior Brasil Avaliação. 2. Exame Nacional de Desempenho de Estudantes. 3. Fisioterapia Ensino Superior. I. Melo, Denizar Alberto da Silva. CDD Ficha Catalográfica elaborada pelo Setor de Tratamento da Informação da BC-PUCRS.

6 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 7 COMPONENTE ESPECÍFICO QUESTÃO Emerson Boschi, Ivan Fernandes e Viviane Fração QUESTÃO Denizar Melo e Verônica Frison QUESTÃO Denizar Melo e Adriana Kessler QUESTÃO Adriana Kessler, Jorge Luiz de Andrade Trindade, Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende QUESTÃO 15 - ANULADA QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Thais de Lima Resende QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Thais de Lima Resende QUESTÃO Emerson Boschi e Luana Caloy QUESTÃO 19 - ANULADA QUESTÃO Denizar Melo e Márcio Donadio QUESTÃO Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende QUESTÃO Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende QUESTÃO Adriana Kessler e Thais de Lima Resende QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Denizar Melo

7 QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Denizar Melo QUESTÃO Carla S. de Almeida e Verônica Frison QUESTÃO Carla S. de Almeida e Flavia Franz QUESTÃO Verônica Frison e Adriana Macagnan QUESTÃO Mara Regina Knorst QUESTÃO Carla S. de Almeida e Flavia Franz QUESTÃO Carla S. de Almeida e Viviane Fração QUESTÃO Fabrício Edler Macagnan QUESTÃO Fabrício Edler Macagnan QUESTÃO Emerson Boschi, Viviane Fração e Adriana Macagnan QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Fabrício Edler Macagnan QUESTÃO Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende QUESTÃO 37 - DISCURSIVA QUESTÃO 38 - DISCURSIVA QUESTÃO 39 - DISCURSIVA QUESTÃO 40 - DISCURSIVA LISTA DE CONTRIBUINTES... 82

8 APRESENTAÇÃO A formação dos(as) profissionais da Saúde, em nível de Graduação, está amparada pela Lei nº 9.394/1996, Lei de Diretrizes e Bases, que fundamenta a Educação Superior no Brasil, e nas Políticas de Saúde vigentes. Considerando os desafios de formar profissionais/cidadãos com competências e habilidades para dar conta da complexa realidade da saúde, nacional e mundial, a criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES, Lei nº /2004 propõe parâmetros essenciais para a avaliação da Educação Superior. O SINAES preconiza uma formação que atenda a princípios de qualidade e relevância voltados para as necessidades de desenvolvimento do país. Assim, a avaliação permanente de todos os processos formativos precisa estar incorporada no cotidiano das instituições de ensino, aproximando-a da realidade social de cada área. O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes ENADE constituise em uma das etapas de avaliação do SINAES. Seu propósito é avaliar o desempenho dos estudantes, identificando se as condições de ensino, o conhecimento, as competências e as habilidades pretendidas e a metodologia utilizada estão em conformidade com os princípios e orientações das Diretrizes Curriculares do Curso em avaliação. As Diretrizes Curriculares da Área da Saúde orientam para a formação de um novo profissional/cidadão, alinhando-a aos princípios do Sistema Único de Saúde SUS, para atender às demandas da saúde, na sociedade contemporânea. Para isso, e também conforme as referidas diretrizes, é necessária a formação generalista com o desenvolvimento de competências comuns às profissões, bem como as específicas de cada uma delas para que a saúde seja atendida de maneira integral. Portanto, a premissa da interdisciplinaridade como forma de ser, de fazer, de conhecer e de conviver, precisa estar incorporada na concepção dos profissionais, a qual também está subjacente na avaliação da qualidade dos cursos nessa área. O ENADE Comentado, do Curso de Graduação em Fisioterapia, da Faculdade de Enfermagem, Nutrição e Fisioterapia FAENFI tem como propósito discutir, com a comunidade acadêmica da Faculdade, as questões que compuseram o ENADE 2007, promovendo e ampliando debates relativos às ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 7

9 práticas e ao cenário da Saúde no qual se insere a Fisioterapia. Ao mesmo tempo como instrumento de avaliação, oportuniza reflexões acerca do processo pedagógico desenvolvido ao longo do Curso. A prova do ENADE/2007 do Curso de Fisioterapia é composta por 40 questões, assim constituídas: 10 questões de formação geral, 30 questões de conteúdo específico, sendo 26 com respostas objetivas e 4 questões discursivas. Também integra a Prova do ENADE um questionário no qual o estudante refere sua percepção acerca do curso e estrutura do mesmo, no contexto da Universidade. Nesta publicação são apresentadas as 30 questões específicas da área da Fisioterapia e discutidas as 26 questões objetivas, do ENADE As discussões estão fundamentadas em publicações e nas políticas de saúde vigentes, devidamente referenciadas para que o leitor possa ampliar a reflexão acerca das temáticas abordadas pelas questões. As referências foram inseridas conforme as orientações de Vancouver, comumente utilizadas na documentação em Saúde. Ressaltamos que a realização deste e-book só foi possível pelo envolvimento do corpo docente do Curso de Fisioterapia. Agradecemos de maneira muito especial a toda equipe da FAENFI que assumiu com responsabilidade e competência a elaboração do presente e-book. Nosso agradecimento à Prof.ª Dr. Solange Medina Ketzer, Pró-Reitora de Graduação/PUCRS, extensivo à sua equipe pelo apoio e estímulos permanentes. Esta publicação eletrônica ENADE Comentado 2007: Fisioterapia FAENFI insere-se na coleção da EDIPUCRS. Almejamos que o referido material possa ser um instrumento de consulta para estudantes, docentes e profissionais de saúde, bem como de revisão e reformulação de metodologias de ensino e de aprendizagem. Beatriz Sebben Ojeda Diretora da Faculdade de Enfermagem, Nutrição e Fisioterapia FAENFI 8 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

10 COMPONENTE ESPECÍFICO

11 QUESTÃO 11 Os processos de reabilitação de lesões musculoesqueléticas devem basear-se, principalmente, nas respostas fisiológicas dos tecidos após a lesão. Assim, o Fisioterapeuta precisa entender o processo de cicatrização para poder supervisionar e intervir eficientemente nesse processo. Com base na figura ao lado, analise as afirmativas a seguir. I Como resposta a um trauma, o dano imediato do tecido é chamado de lesão primária, a qual ocorre ao mesmo tempo do trauma, não havendo possibilidade de evitá-la. II A resposta secundária à lesão ocorre em tecidos que não foram diretamente atingidos pelo trauma e pode ser inibida ou minimizada pela ação do Fisioterapeuta. III A resposta inflamatória segue-se às lesões primária e secundária nas quais se pode observar, em graus diferentes, os sinais inflamatórios de calor, rubor, tumor, dor e impotência funcional. IV O ciclo de dor e espasmo muscular atua como reação de proteção a danos maiores, e a atuação do Fisioterapeuta é de fundamental importância para a quebra desse ciclo. V As diversas fases do processo de reparo não interferem na redução do risco de recidiva das lesões musculoesqueléticas. Estão corretas, apenas, as afirmações (A) (B) I, II e III. I, III e IV. (C) II, III e V. (D) I, II, III e IV. (E) I, II, III e V. Gabarito: D Autores: Emerson Boschi, Ivan Fernandes e Viviane Fração PRENTICE, Voight, Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

12 Comentário: A resposta do organismo aos danos traumáticos primários leva à destruição tecidual adicional, conhecida como lesão secundária. A lesão primária é o dano tecidual causado diretamente pelo trauma. A lesão secundária é o dano tecidual que ocorre na periferia, em resposta a lesão primária; é causada pelas alterações enzimáticas e hipóxia no tecido. As enzimas destinadas a digerir os detritos celulares são ativadas e liberadas dos lisossomos das células mortas. Se tais enzimas entrarem em contato com as células vivas adjacentes, elas passam a degradar sua membrana celular, causando mais morte celular e a chamada lesão enzimática secundária. A lesão hipóxica secundária resulta de liberação inadequada de oxigênio para os tecidos da periferia de uma lesão traumática primária. O fluxo sanguíneo é interrompido nos vasos lesados distais ao local da lesão e diminui nos outros vasos da região, devido à estase e à aglutinação inflamatórias. A falta de oxigênio finalmente ocasiona edema e rompimento celular, acidose e digestão lisossômica, de acordo com a descrição anterior. A degradação da membrana celular e a liberação intracelular de enzimas lisossômicas levam à morte celular. Os detritos que são formados adicionam-se ao hematoma e assim, aumenta a área de lesão tecidual. As estruturas adjacentes às regiões traumatizadas podem, independente do trauma inicial, ser também agredidas de forma primária ou secundária e ter seus próprios quadros de comprometimento. Essa lesão adicional resulta em perturbações microcirculatórias secundárias, como a vasorreação em resposta à dor, à hipovolemia, ao choque e às adaptações metabólicas ao trauma. Ao se realizar o exame físico em pacientes vítimas de traumatismos musculoesqueléticos, em diferentes etapas da sua recuperação, podem ser identificadas diversas condições dependentes ou não na lesão principal, entre elas o edema, as aderências e a rigidez articular. Para que se possa prevenir ou minimizar a ocorrência dessas condições há que se entender a fisiopatologia das lesões dos tecidos moles. O processo de cicatrização envolve uma sequência de eventos celulares, fisiológicos e bioquímicos que buscam restaurar a homeostasia local. ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 11

13 Em resposta à ruptura das fibras de colágeno e de vasos, ocorrem a hemorragia e a resposta humoral, com a ativação dos mecanismos de coagulação e a liberação de fatores inflamatórios quimiotáxicos e vasoativos. O edema se instala em resposta ao processo hemorrágico, à vasodilatação e ao aumento da permeabilidade vascular local. Essa é a fase inflamatória aguda, com duração aproximada de três dias e caracterizada por aumento do calor local, vermelhidão, podendo levar à incapacidade funcional, além do edema. Nas primeiras 24 horas após o trauma, tem início o processo de reparação tecidual, que se intensifica ao longo dos três dias subsequentes, caracterizando a fase de reparação tecidual proliferativa. Há o aumento da migração de fibroblastos nos tecidos lesionados, com a função de sintetizar fibras colágenas, que são depositadas no local de forma aleatória. Também há neoformação vascular, garantindo o restabelecimento da permeabilidade e a drenagem de exsudatos inflamatórios. A ação de macrófagos é intensificada para a remoção de células mortas e coágulos. O equilíbrio entre síntese e degradação de colágeno é essencial para a reparação tecidual após uma lesão. O tecido cicatricial, apesar da sua eficiência como reparador, não tem a mesma resistência e elasticidade que o tecido sadio não lesionado. Para a aquisição do resultado ideal e condições semelhantes àquelas pré-lesões, é necessário que haja maturação cicatricial. Nessa fase seguinte de remodelação, a área traumatizada já obteve a cicatrização pelo depósito de fibras colágenas e os sinais e sintomas iniciais se resolvem. Entretanto, o tecido neoformado é estruturalmente desorganizado e desalinhado, com pouca resistência a forças tensivas, uma vez que esta é diretamente proporcional ao alinhamento das fibras colágenas. A fase de remodelação varia na duração, podendo alcançar até 18 meses, como no caso de lesões ligamentares. Uma outra reação orgânica ao trauma também é observada nos músculos esqueléticos: a contração protetora em resposta a uma perturbação física. O mecanismo de trauma pode comprometer a integridade muscular por mecanismos de fora para dentro (compressão externa) ou de dentro para fora, pelo aumento do volume interno (hemorragia, hematoma). No caso do aumento do volume interno, o tecido muscular extrapola a capacidade do seu continente, no caso o 12 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

14 invólucro representado pelo epimísio e fáscia, determinando, por exemplo, as síndromes compartimentais. Independentemente do processo ser por compressão externa ou por aumento do volume interno, a pressão tecidual encontra-se aumentada, o que reduz a perfusão capilar e a microcirculação muscular, determinando a formação do edema pós-isquêmico. Dessa forma, estabelece-se um processo contínuo em que a pressão tecidual aumentada reduz a perfusão, o que causa o edema intersticial, levando a hipóxia e a acidose, que, por sua vez, faz aumentar a permeabilidade e que novamente aumentam a pressão tecidual. Os recursos fisioterapêuticos para a prevenção e o tratamento do edema, das aderências e da rigidez são: a cinesioterapia, a termoterapia, a hidroterapia e a eletroterapia. Esses recursos têm, em primeira instância, a propriedade de reduzir a dor e o edema reacional. A médio e longo prazos objetivam a manutenção ou a recuperação da amplitude funcional de movimento, a flexibilidade, a resistência, a velocidade muscular, a agilidade e a propriocepção. O resfriamento local propiciado pela crioterapia e utilizado nas fases iniciais pós-trauma (primeiras 48 horas) promove a analgesia e o controle de edema. A analgesia ocorre devido à diminuição da velocidade de disparo e de condução dos estímulos nociceptivos pelos receptores periféricos. A resposta vasoconstritora ao frio promove a redução do fluxo sanguíneo regional, auxiliando no controle do edema. Nas fases subsequentes de reparação proliferativa (do 3º dia à 3ª semana) e da remodelação do tecido cicatricial (até 18 meses), o uso do banho de contraste pode ser indicado para estimular a resposta vascular. A manutenção da aplicação de crioterapia para o controle da dor e a redução do espasmo muscular pode ser instituída como alternativa à aplicação da termoterapia superficial, levando-se em conta a preferência do indivíduo e as respostas funcionais obtidas. Não há consenso para a aplicação padronizada do frio ou do calor nessas fases, porém o aquecimento tecidual induzido por meios terapêuticos aumenta a circulação local e regional, reduz a viscosidade dos tecidos e melhora a elasticidade do colágeno. Também propicia a redução da velocidade de disparo dos fusos musculares e nociceptores, o que leva à redução da dor e ao ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 13

15 relaxamento muscular, além de acelerar o processo de cura por aumentar o fluxo local. A seleção adequada e individualizada dos recursos fisioterapêuticos, associada ao posicionamento do segmento lesionado de forma a favorecer a drenagem do exsudato inflamatório e com a indicação de bandagens compressivas, se pertinentes, podem auxiliar no controle do edema reacional. Durante as fases iniciais de reparação tecidual, a cinesioterapia deve ser realizada dentro de limites coerentes. As regiões não envolvidas no trauma devem ter a sua capacidade funcional preservada, enquanto as diretamente acometidas são protegidas para a obtenção da cicatrização ótima. Entretanto, deve-se ter em mente que a restrição prolongada, o repouso e o imobilismo acarretam a persistência do edema local e levam à formação de tecido cicatricial exuberante e desnecessário, com possível limitação da sua extensibilidade. O imobilismo também é responsável pelo encurtamento muscular e pela má perfusão. Na fase proliferativa do processo de reparação tecidual, a mobilização lenta e progressiva deve ser instituída de forma a equilibrar a atividade local e a proteção tecidual, viabilizando a manutenção da função motora. Em contrapartida, o tecido cicatricial não estimulado pela mobilização e pelo alongamento não desenvolverá o alinhamento necessário das fibras de colágeno para a aquisição de força tensiva adequada, podendo comprometer a capacidade funcional do indivíduo. Na medida que a dor, a inflamação e o edema são controlados, os exercícios físicos podem ser intensificados, porém sempre se levando em conta o limite álgico. Nos estágios finais de reparação tecidual, o processo inflamatório já deve ter sido debelado e a ação dos fibroblastos já foi reduzida. O edema e a dor, caso ainda persistam, devem ser de pouca intensidade, indicando o sucesso das medidas adotadas para o seu controle. Portanto, a alternativa E está incorreta porque se as diversas fases do processo de reparo não forem respeitadas durante o tratamento das lesões musculoesqueléticas, temos o risco de recidiva da lesão. 14 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

16 Referências 1. Manna AW. Clínica Cirúrgica Ortopédica -Traumatologia. v 3. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; Knight KL. Crioterapia no tratamento das lesões esportivas. São Paulo: Manole; Low, J. Eletroterapia explicada: princípios e prática. 3ª. ed. Barueri: Manole; Cohen M. Lesões nos esportes: diagnóstico, prevenção e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter; ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 15

17 QUESTÃO 12 A resposta motora humana é elaborada através da integração sensório-motora entre as estruturas do sistema nervoso periférico e o sistema nervoso central, o qual interpreta os impulsos sensoriais aferentes e elabora um sinal motor adequado para a atividade motora desejada. A quantidade de força e a precisão de uma contração muscular estão baseadas numa ordem de recrutamento das fibras musculares, que obedece a critérios de ativação. Com o auxílio dessas informações, é possível afirmar que cada unidade motora (A) (B) é inervada por apenas um neurônio, e o recrutamento das unidades motoras é determinado pelo tamanho dos motoneurônios, sendo que unidades motoras com motoneurônios menores são recrutadas em primeiro lugar. é inervada por apenas um neurônio, e o princípio de recrutamento obedece ao tipo de tarefa a ser realizada, sendo que unidades motoras maiores são recrutadas em primeiro lugar. (C) é inervada por apenas um neurônio, e a ordem de recrutamento obedece a padrões específicos de acordo com o tamanho das fibras musculares, sendo que fibras musculares maiores são ativadas em primeiro lugar. (D) possui vários motoneurônios, e a ordem de recrutamento depende do tamanho da velocidade de condução, sendo que unidades motoras maiores são recrutadas em primeiro lugar. (E) tem um número próprio de motoneurônios de acordo com as tarefas desempenhadas pelo músculo, sendo que unidades motoras com maior número de motoneurônios são ativadas em primeiro lugar. Gabarito: A Autores: Denizar Melo e Verônica Frison Comentário: O motoneurônio, que emerge do corno ventral da medula espinhal, inerva numerosas fibras musculares: esse número depende do tipo de músculo. Todas as fibras musculares inervadas por uma só fibra nervosa motora formam a chamada unidade motora. Quando o sistema nervoso central envia um sinal fraco para contrair determinado músculo, as unidades motoras com fibras pequenas e em menor número são estimuladas preferencialmente em relação às maiores unidades motoras. Em seguida, à medida que aumenta a intensidade do sinal neural, são estimuladas unidades motoras progressivamente maiores, sendo que as unidades 16 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

18 motoras muito grandes chegam a desenvolver, muitas vezes, mais de cinquenta vezes a força contrátil das unidades motoras menores. Isso é chamado de Princípio do Tamanho. Ele é importante por permitir a graduação da força muscular, durante uma contração fraca em pequenas etapas; essas etapas ficam progressivamente maiores quando são necessárias grandes intensidades de força. A causa do princípio do tamanho é que as unidades motoras pequenas são ativadas por fibras nervosas motoras bastante delgadas e os pequenos motoneurônios da medula espinhal são, de longe, muito mais excitáveis que os grandes, de modo que, naturalmente eles são excitados em primeiro lugar. Assim, as alternativas D e E devem ser de início descartadas, pois iniciam descrevendo que cada unidade motora possui vários motoneurônios ou um número próprio de motoneurônios. A alternativa B deve ser descartada por descrever que o princípio do recrutamento obedece ao tipo de tarefas e sabe-se que depende do tamanho do motoneurônio. A alternativa C deve ser descartada por descrever que as fibras musculares maiores são as ativadas em primeiro lugar, enquanto sabe-se que os pequenos motoneurônios, responsáveis pela inervação de fibras delgadas, são mais rapidamente excitáveis, sendo as fibras musculares menores as ativadas em primeiro lugar. Referências 1. Guyton AC. Tratado de fisiologia médica. 11ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; Aires MM. Fisiologia. 3ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 17

19 QUESTÃO 13 Os gráficos demonstram duas pressões do sistema respiratório. Analisando os gráficos, conclui-se que o Gráfico I representa as alterações de pressões durante a respiração (A) (B) mecânica com pressão positiva, e o II, a respiração espontânea, sendo que o traçado A representa a pressão pleural, e o traçado B, a pressão alveolar. mecânica com pressão positiva, e o II, a respiração espontânea, sendo que o traçado A representa a pressão alveolar, e o traçado B, a pressão pleural. (C) espontânea, e o II, a respiração mecânica com pressão positiva, sendo que o traçado A representa a pressão alveolar, e o traçado B, a pressão pleural. (D) espontânea, e o II, a respiração mecânica com pressão positiva, sendo que o traçado A representa a pressão pleural, e o traçado B, a pressão alveolar. (E) espontânea, e o II, a respiração mecânica com pressão negativa, sendo que o traçado A representa a pressão pleural, e o traçado B, a pressão alveolar. Gabarito: C Autores: Denizar Melo e Adriana Kessler Comentário: O gráfico I representa respiração espontânea, na qual a pressão pleural (B), antes que a inspiração comece, é de -5 cmh 2 O em virtude do recuo elástico do pulmão que contrapõe a tendência de expansão da caixa torácica. A pressão pleural cai durante a inspiração, pois à medida que o pulmão expande, o recuo elástico aumenta promovendo queda de pressão ao longo da via aérea que se associa com uma redução adicional na pressão pleural. Na expiração, a pressão 18 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

20 pleural torna-se progressivamente menos negativa, pois ocorre redução do recuo elástico do pulmão. No entanto, em uma expiração forçada, a pressão pleural pode tornar-se positiva. A pressão alveolar (B), na ausência de fluxo ventilatório (inspiração ou expiração), é zero, porque sem nenhum fluxo aéreo não há queda da pressão ao longo das vias aéreas. Para que o fluxo inspiratório ocorra, a pressão alveolar cai, estabelecendo a pressão de impulsionamento. Em indivíduos normais, a alteração na pressão alveolar é de aproximadamente 1 cmh 2 O, mas em pacientes obstrutivos ela pode ser muitas vezes maior. Na fase expiratória devido à compressão do gás intra-alveolar pela retração elástica pulmonar, a pressão alveolar torna-se progressivamente positiva, até aproximadamente metade do fluxo expiratório, declinando ao longo da expiração até tornar-se igual a atmosférica. Na ventilação assistida e em modos espontâneos, como a Pressão de Suporte, a contração da musculatura vai depender da demanda metabólica do paciente (controle neural drive), que vai proporcionar a queda de pressão no circuito do ventilador mecânico e, de acordo com a sensibilidade ajustada, promover a abertura da válvula (disparo), gerando um pico de fluxo inspiratório, aumentando progressivamente a pressão no sistema respiratório do paciente. Na expiração, ao contrário, como a pressão no sistema está elevada, a abertura da válvula expiratória promoverá a saída passiva do volume corrente. No gráfico II trata-se de ventilação mecânica, pois a pressão alveolar (A) se mantém positiva durante todo o ciclo e há inversão na dinâmica da pressão pleural (B), uma vez que na fase inspiratória esta tende a igualar-se a atmosférica e na expiratória decresce progressivamente. À medida que o fluxo de ar adentra o sistema respiratório, a pressão inspiratória vai se elevando, pois é necessária para vencer dois componentes: um resistivo (devido à resistência ao fluxo de ar passando pelas vias aéreas) e outro elástico (decorrente da distensão dos pulmões e da parede torácica) 2. Referências 1. West JB. Fisiologia respiratória. 6ª. ed. Barueri: Manole Carvalho CRR, Junior CT, Franca SA. III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica: ventilação mecânica: princípios, análise gráfica e modalidades ventilatórias. Jornal Brasileiro de Pneumologia. 2007; 33(supl. 2): S 54-S 70. ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 19

21 QUESTÃO 14 A História Natural da Doença é o conjunto de processos interativos que afetam desde o aparecimento da doença até o resultado final. Com base nessa informação, analise as afirmações a seguir. Uma fratura de quadril em um idoso tem etiologia multifatorial, e suas conseqüências no estado de saúde dependerão das condições clínicas préexistentes no momento da fratura e dos níveis secundário e terciário de atenção à saúde existentes na comunidade onde vive o idoso. PORQUE O homem participa em todas as etapas do processo da História Natural da Doença, sendo gerador das condições favoráveis ao aparecimento de estímulos patológicos e vítima do contexto de agressão à saúde por ele favorecido. Analisando as afirmações acima, conclui-se que (A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. (B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. (C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. (D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. (E) as duas afirmações são falsas. Gabarito: B Autores: Adriana Kessler, Jorge Luiz de Andrade Trindade, Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende Comentário: A questão se refere à História Natural da Doença, tema abordado em epidemiologia. Pereira 1 relata que alguns autores definem a História Natural da Doença como o curso de algum agravo à saúde sem a intervenção do homem, que pode modificá-lo através de medidas preventivas ou curativas. Assim sendo, a primeira parte da questão aponta para três aspectos: 20 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

22 1º o fato de que uma fratura de quadril no idoso tem múltiplas causas (etiologia multifatorial). 2º o fato de que o que acontece depois da fratura depende do estado de saúde desse idoso no momento em que ele sofre a fratura, isto é, quanto mais doenças/ agravos prévios tiver a pessoa que fratura o quadril, mais difícil será a sua recuperação. Isso é particularmente importante em vista do fato de que a taxa de mortalidade ligada a esse agravo pode chegar a 25% e que há relato de que entre 25 e 75% dos que sofrem uma fratura de quadril não retornarão ao seu nível de funcionamento anterior à doença 2. 3º o fato de que as consequências da fratura na saúde do idoso também dependerão do acesso e da qualidade do cuidado em saúde que esse idoso receberá a partir do momento em que sofre o agravo. Esse cuidado engloba desde a cirurgia no hospital (atenção terciária) ao atendimento fisioterapêutico a domicílio e/ou clínica (atenção secundária). A segunda parte da questão apresenta uma afirmativa relativa ao fato de que o homem, a partir da sua atuação em seu meio ambiente e do seu modo de vida é responsável por criar condições que favorecem o aparecimento de doenças/agravos que o acometem. Observando o curso clínico da doença podemos verificar uma evolução esperada (prognóstico), considerando desde a instalação desta, até o desfecho final e a capacidade de causar danos ao organismo humano. Perracini e Ramos 3 descrevem a influência de fatores socioeconômicos e psicossociais, como fatores que poderiam estar associados a quedas em idosos (uma das maiores causas de fraturas em idosos 2 ), indicando as relações multifatoriais ao agravo de saúde. Os autores também indicam algumas características, tais como patologias prévias, como fatores de vulnerabilidade ligados ao indivíduo. Por outro lado, a questão refere as consequências no estado de saúde ligado condicionalmente as condições clínicas pré-existentes, ou seja, as características de funcionamento do organismo quando de uma fratura que pode ser potencializado ao associar-se a situações como estado nutricional, por exemplo. Idosos em estados nutricionais precários terão um impacto maior em seu estado de saúde quando sofrem uma fratura de quadril se comparado aqueles que mantêm um bom estado nutricional. ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 21

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