ENADE COMENTADO 2007 Fisioterapia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ENADE COMENTADO 2007 Fisioterapia"

Transcrição

1

2 ENADE COMENTADO 2007 Fisioterapia

3 Chanceler Dom Dadeus Grings Reitor Joaquim Clotet Vice-Reitor Evilázio Teixeira Conselho Editorial Ana Maria Lisboa de Mello Elaine Turk Faria Érico João Hammes Gilberto Keller de Andrade Helenita Rosa Franco Jane Rita Caetano da Silveira Jerônimo Carlos Santos Braga Jorge Campos da Costa Jorge Luis Nicolas Audy Presidente José Antônio Poli de Figueiredo Jurandir Malerba Lauro Kopper Filho Luciano Klöckner Maria Lúcia Tiellet Nunes Marília Costa Morosini Marlise Araújo dos Santos Renato Tetelbom Stein René Ernaini Gertz Ruth Maria Chittó Gauer EDIPUCRS Jerônimo Carlos Santos Braga Diretor Jorge Campos da Costa Editor-chefe

4 Denizar Alberto da Silva Melo Mara Regina Knorst Fabrício Edler Macagnan Márcio Vinícius Fagundes Donadio (Organizadores) ENADE COMENTADO 2007 Fisioterapia Porto Alegre 2010

5 EDIPUCRS, 2010 CAPA Vinícius de Almeida Xavier DIAGRAMAÇÃO Gabriela Viale Pereira REVISÃO Rafael Saraiva EDIPUCRS Editora Universitária da PUCRS Av. Ipiranga, 6681 Prédio 33 Caixa Postal 1429 CEP Porto Alegre RS Brasil Fone/fax: (51) Questões retiradas da prova do ENADE 2007 da área de Fisioterapia Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) E56 ENADE comentado 2007 : fisioterapia [recurso eletrônico] / organizadores, Denizar Alberto da Silva Melo... [et al.]. Dados eletrônicos. Porto Alegre : EDIPUCRS, p. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: <http://www.pucrs.br/edipucrs/enade/fisioterapia2007.pdf> ISBN (on-line) 1. Ensino Superior Brasil Avaliação. 2. Exame Nacional de Desempenho de Estudantes. 3. Fisioterapia Ensino Superior. I. Melo, Denizar Alberto da Silva. CDD Ficha Catalográfica elaborada pelo Setor de Tratamento da Informação da BC-PUCRS.

6 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 7 COMPONENTE ESPECÍFICO QUESTÃO Emerson Boschi, Ivan Fernandes e Viviane Fração QUESTÃO Denizar Melo e Verônica Frison QUESTÃO Denizar Melo e Adriana Kessler QUESTÃO Adriana Kessler, Jorge Luiz de Andrade Trindade, Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende QUESTÃO 15 - ANULADA QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Thais de Lima Resende QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Thais de Lima Resende QUESTÃO Emerson Boschi e Luana Caloy QUESTÃO 19 - ANULADA QUESTÃO Denizar Melo e Márcio Donadio QUESTÃO Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende QUESTÃO Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende QUESTÃO Adriana Kessler e Thais de Lima Resende QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Denizar Melo

7 QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Denizar Melo QUESTÃO Carla S. de Almeida e Verônica Frison QUESTÃO Carla S. de Almeida e Flavia Franz QUESTÃO Verônica Frison e Adriana Macagnan QUESTÃO Mara Regina Knorst QUESTÃO Carla S. de Almeida e Flavia Franz QUESTÃO Carla S. de Almeida e Viviane Fração QUESTÃO Fabrício Edler Macagnan QUESTÃO Fabrício Edler Macagnan QUESTÃO Emerson Boschi, Viviane Fração e Adriana Macagnan QUESTÃO Jorge Luiz de Andrade Trindade e Fabrício Edler Macagnan QUESTÃO Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende QUESTÃO 37 - DISCURSIVA QUESTÃO 38 - DISCURSIVA QUESTÃO 39 - DISCURSIVA QUESTÃO 40 - DISCURSIVA LISTA DE CONTRIBUINTES... 82

8 APRESENTAÇÃO A formação dos(as) profissionais da Saúde, em nível de Graduação, está amparada pela Lei nº 9.394/1996, Lei de Diretrizes e Bases, que fundamenta a Educação Superior no Brasil, e nas Políticas de Saúde vigentes. Considerando os desafios de formar profissionais/cidadãos com competências e habilidades para dar conta da complexa realidade da saúde, nacional e mundial, a criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES, Lei nº /2004 propõe parâmetros essenciais para a avaliação da Educação Superior. O SINAES preconiza uma formação que atenda a princípios de qualidade e relevância voltados para as necessidades de desenvolvimento do país. Assim, a avaliação permanente de todos os processos formativos precisa estar incorporada no cotidiano das instituições de ensino, aproximando-a da realidade social de cada área. O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes ENADE constituise em uma das etapas de avaliação do SINAES. Seu propósito é avaliar o desempenho dos estudantes, identificando se as condições de ensino, o conhecimento, as competências e as habilidades pretendidas e a metodologia utilizada estão em conformidade com os princípios e orientações das Diretrizes Curriculares do Curso em avaliação. As Diretrizes Curriculares da Área da Saúde orientam para a formação de um novo profissional/cidadão, alinhando-a aos princípios do Sistema Único de Saúde SUS, para atender às demandas da saúde, na sociedade contemporânea. Para isso, e também conforme as referidas diretrizes, é necessária a formação generalista com o desenvolvimento de competências comuns às profissões, bem como as específicas de cada uma delas para que a saúde seja atendida de maneira integral. Portanto, a premissa da interdisciplinaridade como forma de ser, de fazer, de conhecer e de conviver, precisa estar incorporada na concepção dos profissionais, a qual também está subjacente na avaliação da qualidade dos cursos nessa área. O ENADE Comentado, do Curso de Graduação em Fisioterapia, da Faculdade de Enfermagem, Nutrição e Fisioterapia FAENFI tem como propósito discutir, com a comunidade acadêmica da Faculdade, as questões que compuseram o ENADE 2007, promovendo e ampliando debates relativos às ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 7

9 práticas e ao cenário da Saúde no qual se insere a Fisioterapia. Ao mesmo tempo como instrumento de avaliação, oportuniza reflexões acerca do processo pedagógico desenvolvido ao longo do Curso. A prova do ENADE/2007 do Curso de Fisioterapia é composta por 40 questões, assim constituídas: 10 questões de formação geral, 30 questões de conteúdo específico, sendo 26 com respostas objetivas e 4 questões discursivas. Também integra a Prova do ENADE um questionário no qual o estudante refere sua percepção acerca do curso e estrutura do mesmo, no contexto da Universidade. Nesta publicação são apresentadas as 30 questões específicas da área da Fisioterapia e discutidas as 26 questões objetivas, do ENADE As discussões estão fundamentadas em publicações e nas políticas de saúde vigentes, devidamente referenciadas para que o leitor possa ampliar a reflexão acerca das temáticas abordadas pelas questões. As referências foram inseridas conforme as orientações de Vancouver, comumente utilizadas na documentação em Saúde. Ressaltamos que a realização deste e-book só foi possível pelo envolvimento do corpo docente do Curso de Fisioterapia. Agradecemos de maneira muito especial a toda equipe da FAENFI que assumiu com responsabilidade e competência a elaboração do presente e-book. Nosso agradecimento à Prof.ª Dr. Solange Medina Ketzer, Pró-Reitora de Graduação/PUCRS, extensivo à sua equipe pelo apoio e estímulos permanentes. Esta publicação eletrônica ENADE Comentado 2007: Fisioterapia FAENFI insere-se na coleção da EDIPUCRS. Almejamos que o referido material possa ser um instrumento de consulta para estudantes, docentes e profissionais de saúde, bem como de revisão e reformulação de metodologias de ensino e de aprendizagem. Beatriz Sebben Ojeda Diretora da Faculdade de Enfermagem, Nutrição e Fisioterapia FAENFI 8 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

10 COMPONENTE ESPECÍFICO

11 QUESTÃO 11 Os processos de reabilitação de lesões musculoesqueléticas devem basear-se, principalmente, nas respostas fisiológicas dos tecidos após a lesão. Assim, o Fisioterapeuta precisa entender o processo de cicatrização para poder supervisionar e intervir eficientemente nesse processo. Com base na figura ao lado, analise as afirmativas a seguir. I Como resposta a um trauma, o dano imediato do tecido é chamado de lesão primária, a qual ocorre ao mesmo tempo do trauma, não havendo possibilidade de evitá-la. II A resposta secundária à lesão ocorre em tecidos que não foram diretamente atingidos pelo trauma e pode ser inibida ou minimizada pela ação do Fisioterapeuta. III A resposta inflamatória segue-se às lesões primária e secundária nas quais se pode observar, em graus diferentes, os sinais inflamatórios de calor, rubor, tumor, dor e impotência funcional. IV O ciclo de dor e espasmo muscular atua como reação de proteção a danos maiores, e a atuação do Fisioterapeuta é de fundamental importância para a quebra desse ciclo. V As diversas fases do processo de reparo não interferem na redução do risco de recidiva das lesões musculoesqueléticas. Estão corretas, apenas, as afirmações (A) (B) I, II e III. I, III e IV. (C) II, III e V. (D) I, II, III e IV. (E) I, II, III e V. Gabarito: D Autores: Emerson Boschi, Ivan Fernandes e Viviane Fração PRENTICE, Voight, Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

12 Comentário: A resposta do organismo aos danos traumáticos primários leva à destruição tecidual adicional, conhecida como lesão secundária. A lesão primária é o dano tecidual causado diretamente pelo trauma. A lesão secundária é o dano tecidual que ocorre na periferia, em resposta a lesão primária; é causada pelas alterações enzimáticas e hipóxia no tecido. As enzimas destinadas a digerir os detritos celulares são ativadas e liberadas dos lisossomos das células mortas. Se tais enzimas entrarem em contato com as células vivas adjacentes, elas passam a degradar sua membrana celular, causando mais morte celular e a chamada lesão enzimática secundária. A lesão hipóxica secundária resulta de liberação inadequada de oxigênio para os tecidos da periferia de uma lesão traumática primária. O fluxo sanguíneo é interrompido nos vasos lesados distais ao local da lesão e diminui nos outros vasos da região, devido à estase e à aglutinação inflamatórias. A falta de oxigênio finalmente ocasiona edema e rompimento celular, acidose e digestão lisossômica, de acordo com a descrição anterior. A degradação da membrana celular e a liberação intracelular de enzimas lisossômicas levam à morte celular. Os detritos que são formados adicionam-se ao hematoma e assim, aumenta a área de lesão tecidual. As estruturas adjacentes às regiões traumatizadas podem, independente do trauma inicial, ser também agredidas de forma primária ou secundária e ter seus próprios quadros de comprometimento. Essa lesão adicional resulta em perturbações microcirculatórias secundárias, como a vasorreação em resposta à dor, à hipovolemia, ao choque e às adaptações metabólicas ao trauma. Ao se realizar o exame físico em pacientes vítimas de traumatismos musculoesqueléticos, em diferentes etapas da sua recuperação, podem ser identificadas diversas condições dependentes ou não na lesão principal, entre elas o edema, as aderências e a rigidez articular. Para que se possa prevenir ou minimizar a ocorrência dessas condições há que se entender a fisiopatologia das lesões dos tecidos moles. O processo de cicatrização envolve uma sequência de eventos celulares, fisiológicos e bioquímicos que buscam restaurar a homeostasia local. ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 11

13 Em resposta à ruptura das fibras de colágeno e de vasos, ocorrem a hemorragia e a resposta humoral, com a ativação dos mecanismos de coagulação e a liberação de fatores inflamatórios quimiotáxicos e vasoativos. O edema se instala em resposta ao processo hemorrágico, à vasodilatação e ao aumento da permeabilidade vascular local. Essa é a fase inflamatória aguda, com duração aproximada de três dias e caracterizada por aumento do calor local, vermelhidão, podendo levar à incapacidade funcional, além do edema. Nas primeiras 24 horas após o trauma, tem início o processo de reparação tecidual, que se intensifica ao longo dos três dias subsequentes, caracterizando a fase de reparação tecidual proliferativa. Há o aumento da migração de fibroblastos nos tecidos lesionados, com a função de sintetizar fibras colágenas, que são depositadas no local de forma aleatória. Também há neoformação vascular, garantindo o restabelecimento da permeabilidade e a drenagem de exsudatos inflamatórios. A ação de macrófagos é intensificada para a remoção de células mortas e coágulos. O equilíbrio entre síntese e degradação de colágeno é essencial para a reparação tecidual após uma lesão. O tecido cicatricial, apesar da sua eficiência como reparador, não tem a mesma resistência e elasticidade que o tecido sadio não lesionado. Para a aquisição do resultado ideal e condições semelhantes àquelas pré-lesões, é necessário que haja maturação cicatricial. Nessa fase seguinte de remodelação, a área traumatizada já obteve a cicatrização pelo depósito de fibras colágenas e os sinais e sintomas iniciais se resolvem. Entretanto, o tecido neoformado é estruturalmente desorganizado e desalinhado, com pouca resistência a forças tensivas, uma vez que esta é diretamente proporcional ao alinhamento das fibras colágenas. A fase de remodelação varia na duração, podendo alcançar até 18 meses, como no caso de lesões ligamentares. Uma outra reação orgânica ao trauma também é observada nos músculos esqueléticos: a contração protetora em resposta a uma perturbação física. O mecanismo de trauma pode comprometer a integridade muscular por mecanismos de fora para dentro (compressão externa) ou de dentro para fora, pelo aumento do volume interno (hemorragia, hematoma). No caso do aumento do volume interno, o tecido muscular extrapola a capacidade do seu continente, no caso o 12 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

14 invólucro representado pelo epimísio e fáscia, determinando, por exemplo, as síndromes compartimentais. Independentemente do processo ser por compressão externa ou por aumento do volume interno, a pressão tecidual encontra-se aumentada, o que reduz a perfusão capilar e a microcirculação muscular, determinando a formação do edema pós-isquêmico. Dessa forma, estabelece-se um processo contínuo em que a pressão tecidual aumentada reduz a perfusão, o que causa o edema intersticial, levando a hipóxia e a acidose, que, por sua vez, faz aumentar a permeabilidade e que novamente aumentam a pressão tecidual. Os recursos fisioterapêuticos para a prevenção e o tratamento do edema, das aderências e da rigidez são: a cinesioterapia, a termoterapia, a hidroterapia e a eletroterapia. Esses recursos têm, em primeira instância, a propriedade de reduzir a dor e o edema reacional. A médio e longo prazos objetivam a manutenção ou a recuperação da amplitude funcional de movimento, a flexibilidade, a resistência, a velocidade muscular, a agilidade e a propriocepção. O resfriamento local propiciado pela crioterapia e utilizado nas fases iniciais pós-trauma (primeiras 48 horas) promove a analgesia e o controle de edema. A analgesia ocorre devido à diminuição da velocidade de disparo e de condução dos estímulos nociceptivos pelos receptores periféricos. A resposta vasoconstritora ao frio promove a redução do fluxo sanguíneo regional, auxiliando no controle do edema. Nas fases subsequentes de reparação proliferativa (do 3º dia à 3ª semana) e da remodelação do tecido cicatricial (até 18 meses), o uso do banho de contraste pode ser indicado para estimular a resposta vascular. A manutenção da aplicação de crioterapia para o controle da dor e a redução do espasmo muscular pode ser instituída como alternativa à aplicação da termoterapia superficial, levando-se em conta a preferência do indivíduo e as respostas funcionais obtidas. Não há consenso para a aplicação padronizada do frio ou do calor nessas fases, porém o aquecimento tecidual induzido por meios terapêuticos aumenta a circulação local e regional, reduz a viscosidade dos tecidos e melhora a elasticidade do colágeno. Também propicia a redução da velocidade de disparo dos fusos musculares e nociceptores, o que leva à redução da dor e ao ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 13

15 relaxamento muscular, além de acelerar o processo de cura por aumentar o fluxo local. A seleção adequada e individualizada dos recursos fisioterapêuticos, associada ao posicionamento do segmento lesionado de forma a favorecer a drenagem do exsudato inflamatório e com a indicação de bandagens compressivas, se pertinentes, podem auxiliar no controle do edema reacional. Durante as fases iniciais de reparação tecidual, a cinesioterapia deve ser realizada dentro de limites coerentes. As regiões não envolvidas no trauma devem ter a sua capacidade funcional preservada, enquanto as diretamente acometidas são protegidas para a obtenção da cicatrização ótima. Entretanto, deve-se ter em mente que a restrição prolongada, o repouso e o imobilismo acarretam a persistência do edema local e levam à formação de tecido cicatricial exuberante e desnecessário, com possível limitação da sua extensibilidade. O imobilismo também é responsável pelo encurtamento muscular e pela má perfusão. Na fase proliferativa do processo de reparação tecidual, a mobilização lenta e progressiva deve ser instituída de forma a equilibrar a atividade local e a proteção tecidual, viabilizando a manutenção da função motora. Em contrapartida, o tecido cicatricial não estimulado pela mobilização e pelo alongamento não desenvolverá o alinhamento necessário das fibras de colágeno para a aquisição de força tensiva adequada, podendo comprometer a capacidade funcional do indivíduo. Na medida que a dor, a inflamação e o edema são controlados, os exercícios físicos podem ser intensificados, porém sempre se levando em conta o limite álgico. Nos estágios finais de reparação tecidual, o processo inflamatório já deve ter sido debelado e a ação dos fibroblastos já foi reduzida. O edema e a dor, caso ainda persistam, devem ser de pouca intensidade, indicando o sucesso das medidas adotadas para o seu controle. Portanto, a alternativa E está incorreta porque se as diversas fases do processo de reparo não forem respeitadas durante o tratamento das lesões musculoesqueléticas, temos o risco de recidiva da lesão. 14 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

16 Referências 1. Manna AW. Clínica Cirúrgica Ortopédica -Traumatologia. v 3. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; Knight KL. Crioterapia no tratamento das lesões esportivas. São Paulo: Manole; Low, J. Eletroterapia explicada: princípios e prática. 3ª. ed. Barueri: Manole; Cohen M. Lesões nos esportes: diagnóstico, prevenção e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter; ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 15

17 QUESTÃO 12 A resposta motora humana é elaborada através da integração sensório-motora entre as estruturas do sistema nervoso periférico e o sistema nervoso central, o qual interpreta os impulsos sensoriais aferentes e elabora um sinal motor adequado para a atividade motora desejada. A quantidade de força e a precisão de uma contração muscular estão baseadas numa ordem de recrutamento das fibras musculares, que obedece a critérios de ativação. Com o auxílio dessas informações, é possível afirmar que cada unidade motora (A) (B) é inervada por apenas um neurônio, e o recrutamento das unidades motoras é determinado pelo tamanho dos motoneurônios, sendo que unidades motoras com motoneurônios menores são recrutadas em primeiro lugar. é inervada por apenas um neurônio, e o princípio de recrutamento obedece ao tipo de tarefa a ser realizada, sendo que unidades motoras maiores são recrutadas em primeiro lugar. (C) é inervada por apenas um neurônio, e a ordem de recrutamento obedece a padrões específicos de acordo com o tamanho das fibras musculares, sendo que fibras musculares maiores são ativadas em primeiro lugar. (D) possui vários motoneurônios, e a ordem de recrutamento depende do tamanho da velocidade de condução, sendo que unidades motoras maiores são recrutadas em primeiro lugar. (E) tem um número próprio de motoneurônios de acordo com as tarefas desempenhadas pelo músculo, sendo que unidades motoras com maior número de motoneurônios são ativadas em primeiro lugar. Gabarito: A Autores: Denizar Melo e Verônica Frison Comentário: O motoneurônio, que emerge do corno ventral da medula espinhal, inerva numerosas fibras musculares: esse número depende do tipo de músculo. Todas as fibras musculares inervadas por uma só fibra nervosa motora formam a chamada unidade motora. Quando o sistema nervoso central envia um sinal fraco para contrair determinado músculo, as unidades motoras com fibras pequenas e em menor número são estimuladas preferencialmente em relação às maiores unidades motoras. Em seguida, à medida que aumenta a intensidade do sinal neural, são estimuladas unidades motoras progressivamente maiores, sendo que as unidades 16 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

18 motoras muito grandes chegam a desenvolver, muitas vezes, mais de cinquenta vezes a força contrátil das unidades motoras menores. Isso é chamado de Princípio do Tamanho. Ele é importante por permitir a graduação da força muscular, durante uma contração fraca em pequenas etapas; essas etapas ficam progressivamente maiores quando são necessárias grandes intensidades de força. A causa do princípio do tamanho é que as unidades motoras pequenas são ativadas por fibras nervosas motoras bastante delgadas e os pequenos motoneurônios da medula espinhal são, de longe, muito mais excitáveis que os grandes, de modo que, naturalmente eles são excitados em primeiro lugar. Assim, as alternativas D e E devem ser de início descartadas, pois iniciam descrevendo que cada unidade motora possui vários motoneurônios ou um número próprio de motoneurônios. A alternativa B deve ser descartada por descrever que o princípio do recrutamento obedece ao tipo de tarefas e sabe-se que depende do tamanho do motoneurônio. A alternativa C deve ser descartada por descrever que as fibras musculares maiores são as ativadas em primeiro lugar, enquanto sabe-se que os pequenos motoneurônios, responsáveis pela inervação de fibras delgadas, são mais rapidamente excitáveis, sendo as fibras musculares menores as ativadas em primeiro lugar. Referências 1. Guyton AC. Tratado de fisiologia médica. 11ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; Aires MM. Fisiologia. 3ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 17

19 QUESTÃO 13 Os gráficos demonstram duas pressões do sistema respiratório. Analisando os gráficos, conclui-se que o Gráfico I representa as alterações de pressões durante a respiração (A) (B) mecânica com pressão positiva, e o II, a respiração espontânea, sendo que o traçado A representa a pressão pleural, e o traçado B, a pressão alveolar. mecânica com pressão positiva, e o II, a respiração espontânea, sendo que o traçado A representa a pressão alveolar, e o traçado B, a pressão pleural. (C) espontânea, e o II, a respiração mecânica com pressão positiva, sendo que o traçado A representa a pressão alveolar, e o traçado B, a pressão pleural. (D) espontânea, e o II, a respiração mecânica com pressão positiva, sendo que o traçado A representa a pressão pleural, e o traçado B, a pressão alveolar. (E) espontânea, e o II, a respiração mecânica com pressão negativa, sendo que o traçado A representa a pressão pleural, e o traçado B, a pressão alveolar. Gabarito: C Autores: Denizar Melo e Adriana Kessler Comentário: O gráfico I representa respiração espontânea, na qual a pressão pleural (B), antes que a inspiração comece, é de -5 cmh 2 O em virtude do recuo elástico do pulmão que contrapõe a tendência de expansão da caixa torácica. A pressão pleural cai durante a inspiração, pois à medida que o pulmão expande, o recuo elástico aumenta promovendo queda de pressão ao longo da via aérea que se associa com uma redução adicional na pressão pleural. Na expiração, a pressão 18 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

20 pleural torna-se progressivamente menos negativa, pois ocorre redução do recuo elástico do pulmão. No entanto, em uma expiração forçada, a pressão pleural pode tornar-se positiva. A pressão alveolar (B), na ausência de fluxo ventilatório (inspiração ou expiração), é zero, porque sem nenhum fluxo aéreo não há queda da pressão ao longo das vias aéreas. Para que o fluxo inspiratório ocorra, a pressão alveolar cai, estabelecendo a pressão de impulsionamento. Em indivíduos normais, a alteração na pressão alveolar é de aproximadamente 1 cmh 2 O, mas em pacientes obstrutivos ela pode ser muitas vezes maior. Na fase expiratória devido à compressão do gás intra-alveolar pela retração elástica pulmonar, a pressão alveolar torna-se progressivamente positiva, até aproximadamente metade do fluxo expiratório, declinando ao longo da expiração até tornar-se igual a atmosférica. Na ventilação assistida e em modos espontâneos, como a Pressão de Suporte, a contração da musculatura vai depender da demanda metabólica do paciente (controle neural drive), que vai proporcionar a queda de pressão no circuito do ventilador mecânico e, de acordo com a sensibilidade ajustada, promover a abertura da válvula (disparo), gerando um pico de fluxo inspiratório, aumentando progressivamente a pressão no sistema respiratório do paciente. Na expiração, ao contrário, como a pressão no sistema está elevada, a abertura da válvula expiratória promoverá a saída passiva do volume corrente. No gráfico II trata-se de ventilação mecânica, pois a pressão alveolar (A) se mantém positiva durante todo o ciclo e há inversão na dinâmica da pressão pleural (B), uma vez que na fase inspiratória esta tende a igualar-se a atmosférica e na expiratória decresce progressivamente. À medida que o fluxo de ar adentra o sistema respiratório, a pressão inspiratória vai se elevando, pois é necessária para vencer dois componentes: um resistivo (devido à resistência ao fluxo de ar passando pelas vias aéreas) e outro elástico (decorrente da distensão dos pulmões e da parede torácica) 2. Referências 1. West JB. Fisiologia respiratória. 6ª. ed. Barueri: Manole Carvalho CRR, Junior CT, Franca SA. III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica: ventilação mecânica: princípios, análise gráfica e modalidades ventilatórias. Jornal Brasileiro de Pneumologia. 2007; 33(supl. 2): S 54-S 70. ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 19

21 QUESTÃO 14 A História Natural da Doença é o conjunto de processos interativos que afetam desde o aparecimento da doença até o resultado final. Com base nessa informação, analise as afirmações a seguir. Uma fratura de quadril em um idoso tem etiologia multifatorial, e suas conseqüências no estado de saúde dependerão das condições clínicas préexistentes no momento da fratura e dos níveis secundário e terciário de atenção à saúde existentes na comunidade onde vive o idoso. PORQUE O homem participa em todas as etapas do processo da História Natural da Doença, sendo gerador das condições favoráveis ao aparecimento de estímulos patológicos e vítima do contexto de agressão à saúde por ele favorecido. Analisando as afirmações acima, conclui-se que (A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. (B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. (C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. (D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. (E) as duas afirmações são falsas. Gabarito: B Autores: Adriana Kessler, Jorge Luiz de Andrade Trindade, Mara Regina Knorst e Thais de Lima Resende Comentário: A questão se refere à História Natural da Doença, tema abordado em epidemiologia. Pereira 1 relata que alguns autores definem a História Natural da Doença como o curso de algum agravo à saúde sem a intervenção do homem, que pode modificá-lo através de medidas preventivas ou curativas. Assim sendo, a primeira parte da questão aponta para três aspectos: 20 Denizar Alberto da Silva Melo et al. (Orgs.)

22 1º o fato de que uma fratura de quadril no idoso tem múltiplas causas (etiologia multifatorial). 2º o fato de que o que acontece depois da fratura depende do estado de saúde desse idoso no momento em que ele sofre a fratura, isto é, quanto mais doenças/ agravos prévios tiver a pessoa que fratura o quadril, mais difícil será a sua recuperação. Isso é particularmente importante em vista do fato de que a taxa de mortalidade ligada a esse agravo pode chegar a 25% e que há relato de que entre 25 e 75% dos que sofrem uma fratura de quadril não retornarão ao seu nível de funcionamento anterior à doença 2. 3º o fato de que as consequências da fratura na saúde do idoso também dependerão do acesso e da qualidade do cuidado em saúde que esse idoso receberá a partir do momento em que sofre o agravo. Esse cuidado engloba desde a cirurgia no hospital (atenção terciária) ao atendimento fisioterapêutico a domicílio e/ou clínica (atenção secundária). A segunda parte da questão apresenta uma afirmativa relativa ao fato de que o homem, a partir da sua atuação em seu meio ambiente e do seu modo de vida é responsável por criar condições que favorecem o aparecimento de doenças/agravos que o acometem. Observando o curso clínico da doença podemos verificar uma evolução esperada (prognóstico), considerando desde a instalação desta, até o desfecho final e a capacidade de causar danos ao organismo humano. Perracini e Ramos 3 descrevem a influência de fatores socioeconômicos e psicossociais, como fatores que poderiam estar associados a quedas em idosos (uma das maiores causas de fraturas em idosos 2 ), indicando as relações multifatoriais ao agravo de saúde. Os autores também indicam algumas características, tais como patologias prévias, como fatores de vulnerabilidade ligados ao indivíduo. Por outro lado, a questão refere as consequências no estado de saúde ligado condicionalmente as condições clínicas pré-existentes, ou seja, as características de funcionamento do organismo quando de uma fratura que pode ser potencializado ao associar-se a situações como estado nutricional, por exemplo. Idosos em estados nutricionais precários terão um impacto maior em seu estado de saúde quando sofrem uma fratura de quadril se comparado aqueles que mantêm um bom estado nutricional. ENADE Comentado 2007: Fisioterapia 21

FISIOTERAPIA QUESTÕES DISCURSIVAS

FISIOTERAPIA QUESTÕES DISCURSIVAS ENADE-2007- PADRÃO DE RESPOSTA FISIOTERAPIA QUESTÕES DISCURSIVAS QUESTÃO 37 a) O início da resposta inflamatória é determinado por uma vasoconstrição originada de um reflexo nervoso que lentamente vai

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

RESUMO: Os tecidos moles podem ser lesados e com essa lesão o. Palavras chave: crioterapia, lesões de tecidos moles, fase aguda.

RESUMO: Os tecidos moles podem ser lesados e com essa lesão o. Palavras chave: crioterapia, lesões de tecidos moles, fase aguda. O USO DA CRIOTERAPIA NAS LESÕES AGUDAS DE TECIDO MOLE RESUMO: Os tecidos moles podem ser lesados e com essa lesão o organismo responde através do mecanismo de inflamação e o uso da crioterapia vai amenizar

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

A contribuição do Controle Social para Promoção do Uso Racional de Medicamentos

A contribuição do Controle Social para Promoção do Uso Racional de Medicamentos A contribuição do Controle Social para Promoção do Uso Racional de Medicamentos II Seminário Multiprofissional sobre o Uso Racional de Medicamentos Maceió - 2014 Medicamentos e Uso Racional 1975 28ª Assembleia

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras drogas

Leia mais

Sistema Único de Saúde (SUS)

Sistema Único de Saúde (SUS) LEIS ORGÂNICAS DA SAÚDE Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990 Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990 Criadas para dar cumprimento ao mandamento constitucional Sistema Único de Saúde (SUS) 1 Lei n o 8.080

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE Paulo Eduardo Elias* Alguns países constroem estruturas de saúde com a finalidade de garantir meios adequados para que as necessidades

Leia mais

Considerada como elemento essencial para a funcionalidade

Considerada como elemento essencial para a funcionalidade 13 Epidemiologia e Flexibilidade: Aptidão Física Relacionada à Promoção da Saúde Gláucia Regina Falsarella Graduada em Educação Física na Unicamp Considerada como elemento essencial para a funcionalidade

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Especialização Profissional Técnica

Leia mais

Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia

Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia Percentual de pessoas com deficiência no Brasil..segundo Censo 2000: 14,5% Deficientes 85,5% Não Deficientes

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre.

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre. RESOLUÇÃO CONSEPE 38/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ENFERMAGEM, REGIME SERIADO SEMESTRAL, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso

Leia mais

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde Patrícia Constante Jaime CGAN/DAB/SAS/MS Encontro sobre Qualidade na Formação e Exercício Profissional do Nutricionista Brasília,

Leia mais

GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS

GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS O Plano Diretor é uma lei municipal que estabelece diretrizes para a ocupação da cidade. Ele deve identificar e analisar as características físicas, as atividades predominantes

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional Diário Oficial Imprensa Nacional REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA - DF Nº 115 16/06/11 Seção 1 - p.164 CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL RESOLUÇÃO Nº 387, DE 8 DE JUNHO DE 2011

Leia mais

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS APRESENTAÇÃO O presente documento é resultado de um processo de discussão e negociação que teve a participação de técnicos

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Área de Formação: 762. Trabalho Social e Orientação O Técnico Auxiliar de Geriatria é o profissional com múltiplas competências para poder desempenhar as suas funções

Leia mais

Modelos Assistenciais em Saúde

Modelos Assistenciais em Saúde 6 Modelos Assistenciais em Saúde Telma Terezinha Ribeiro da Silva Especialista em Gestão de Saúde A análise do desenvolvimento das políticas de saúde e das suas repercussões sobre modos de intervenção

Leia mais

Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.. CAPÍTULO I. Da Finalidade

Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.. CAPÍTULO I. Da Finalidade Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Leia mais

LESÕES DOS ISQUIOTIBIAIS

LESÕES DOS ISQUIOTIBIAIS LESÕES DOS ISQUIOTIBIAIS INTRODUÇÃO Um grande grupo muscular, que se situa na parte posterior da coxa é chamado de isquiotibiais (IQT), o grupo dos IQT é formado pelos músculos bíceps femoral, semitendíneo

Leia mais

O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL

O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL Profª Carla Pintas O novo pacto social envolve o duplo sentido de que a saúde passa a ser definida como um direito de todos, integrante da condição de cidadania social,

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014

SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014 SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014 DCNs 2001 Motivações e Contexto Resolução CNE/CES n.º 4, de 9 de novembro de 2001

Leia mais

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência.

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência. ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO Nara FUKUYA 1 ; Ana Elisa Bauer Camargo SILVA 2 1,2 Universidade Federal de Goiás, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, Núcleo de Estudo

Leia mais

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 1 Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Nome fantasia: Projeto de volta prá casa Instituições: Núcleo de Epidemiologia do Serviço de Saúde Comunitária da Gerência de saúde Comunitária

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES?

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? Beatriz Francisco Farah E-mail:biafarah@nates.ufjf.br A questão da educação para profissionais

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS TÉCNICAS MINISTRADAS NA DISCIPLINA DE RTM II PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA

A IMPORTÂNCIA DAS TÉCNICAS MINISTRADAS NA DISCIPLINA DE RTM II PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA A IMPORTÂNCIA DAS TÉCNICAS MINISTRADAS NA DISCIPLINA DE RTM II PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA RESUMO SILVA 1, Thays Gonçalves ALMEIDA 2, Rogério Moreira de Centro de Ciências da

Leia mais

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: Curso De Graduação Em Fisioterapia. DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 225 VAGAS ANUAIS TURNOS DE OFERTA: NOTURNO REGIME LETIVO:

Leia mais

LASER. Prof. Gabriel Villas-Boas

LASER. Prof. Gabriel Villas-Boas LASER Prof. Gabriel Villas-Boas INTRODUÇÃO O termo Laser constitui-se numa sigla que significa: Amplificação da Luz por Emissão Estimulada da Radiação. Esta radiação é constituída por ondas eletromagnéticas,

Leia mais

III Princípios Gerais da Formação Médica

III Princípios Gerais da Formação Médica I Motivação Aprovação da Lei 12.871 de 22/10/2013; Necessidade de ter diretrizes curriculares em sintonia com o programa Mais Médicos; A oportunidade de atualizar e aprimorar as diretrizes de 2001; Acompanhar

Leia mais

RESOLUÇÃO No- 454, DE 25 DE ABRIL DE 2015

RESOLUÇÃO No- 454, DE 25 DE ABRIL DE 2015 RESOLUÇÃO No- 454, DE 25 DE ABRIL DE 2015 Reconhece e disciplina a Especialidade Profissional de Fisioterapia Cardiovascular. O Plenário do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO),

Leia mais

JOELHO AGUDO - REABILITAÇÃO

JOELHO AGUDO - REABILITAÇÃO JOELHO AGUDO - REABILITAÇÃO Rogério Fuchs Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho Rúbia M.Benati Docente da Disciplina de Fisioterapia

Leia mais

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS Secretaria Nacional de Assistência Social 1 2 3 Quando a Comissão Organizadora da VI Conferência Nacional

Leia mais

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia História

Leia mais

Treino de Alongamento

Treino de Alongamento Treino de Alongamento Ft. Priscila Zanon Candido Avaliação Antes de iniciar qualquer tipo de exercício, considera-se importante que o indivíduo seja submetido a uma avaliação física e médica (Matsudo &

Leia mais

Avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas;

Avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; CURSO: FISIOTERAPIA Missão O curso de Fisioterapia da Universidade Estácio de Sá, através de uma estrutura embasada em princípios contemporâneos, tem por missão a formação de um fisioterapeuta generalista,

Leia mais

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h)

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementário: Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementa: Organização Celular. Funcionamento. Homeostasia. Diferenciação celular. Fisiologia

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Fisioterapia 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Fisioterapia 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Fisioterapia 2010-1 O USO DA OXIGENIOTERAPIA DOMICILIAR NO PACIENTE DPOC Autora: ROSA, Ana Carolina

Leia mais

Reabilitação e Prevenção de Sequelas na Criança Queimada

Reabilitação e Prevenção de Sequelas na Criança Queimada Reabilitação e Prevenção de Sequelas na Criança Queimada Isabel Seixo, Dina Nunes, Alexandra Castro Serviço de Medicina Física e de Reabilitação Hospital Dona Estefânia Novembro 2011 Queimadura Agressão

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte III

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte III EXERCÍCIOS RESISTIDOS Parte III PREPARO E APLICAÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS Aquecimento com movimentos leves, repetitivos e alongamentos. Aplicar a resistência de forma distal, na região onde o músculo

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO Juliana Paula Balestra Soares Joelma Cristina Gomes Carmencita Márcia Balestra Faculdade

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel Insuficiência respiratória aguda O que é!!!!! IR aguda Incapacidade do sistema respiratório de desempenhar suas duas principais funções: - Captação de oxigênio para o sangue arterial - Remoção de gás carbônico

Leia mais

ANEXO NORMA TÉCNICA QUE REGULAMENTA A COMPETÊNCIA DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO CUIDADO ÀS FERIDAS

ANEXO NORMA TÉCNICA QUE REGULAMENTA A COMPETÊNCIA DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO CUIDADO ÀS FERIDAS ANEXO NORMA TÉCNICA QUE REGULAMENTA A COMPETÊNCIA DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO CUIDADO ÀS FERIDAS I. OBJETIVO Regulamentar a competência da equipe de enfermagem, visando o efetivo cuidado e segurança do

Leia mais

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 1. A saúde é direito de todos. 2. O direito à saúde deve ser garantido pelo Estado. Aqui, deve-se entender Estado como Poder Público: governo federal, governos

Leia mais

Prof. MS. Ellen H. Magedanz

Prof. MS. Ellen H. Magedanz Prof. MS. Ellen H. Magedanz As transformações nos padrões de saúde/doença constituíram-se em uma das características do último século, estão associadas às mudanças na estrutura etária populacional. América

Leia mais

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada 25/11/2015 HISTÓRICO: Período anterior a CF de 1988 INAMPS População e procedimentos restritos Movimento

Leia mais

4 Quando o número de vagas proposto corresponde adequadamente à dimensão do corpo

4 Quando o número de vagas proposto corresponde adequadamente à dimensão do corpo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Superior SESu Diretoria de Regulação e Supervisão da Educação Superior - Desup Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde da População em Situação de Rua, com foco em Saúde Mental Consultório de Rua Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde

Leia mais

Estágio Curricular Supervisionado

Estágio Curricular Supervisionado Estágio Curricular Supervisionado CURSO DE ENFERMAGEM O curso de bacharelado em Enfermagem do IPTAN apresenta duas disciplinas em seu plano curricular pleno relativas ao estágio: Estágio Supervisionado

Leia mais

03/08/2014. Sistematização da assistência de enfermagem ao paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica DEFINIÇÃO - DPOC

03/08/2014. Sistematização da assistência de enfermagem ao paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica DEFINIÇÃO - DPOC ALGUNS TERMOS TÉCNICOS UNESC FACULDADES - ENFERMAGEM PROFª.: FLÁVIA NUNES Sistematização da assistência de enfermagem ao paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica Ortopneia: É a dificuldade

Leia mais

LESÕES MUSCULARES. Ft. Esp. Marina Medeiros

LESÕES MUSCULARES. Ft. Esp. Marina Medeiros LESÕES MUSCULARES Ft. Esp. Marina Medeiros EPIDEMIOLOGIA Os músculos são os únicos geradores de força capazes de produzir movimento articular. São 434 músculos, representando 40% do peso corporal; dentre

Leia mais

ATENDIMENTO DOMICILIAR FISIOTERAPEUTICO PARA PORTADOR DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL NO ESTÁGIO AGUDO

ATENDIMENTO DOMICILIAR FISIOTERAPEUTICO PARA PORTADOR DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL NO ESTÁGIO AGUDO ATENDIMENTO DOMICILIAR FISIOTERAPEUTICO PARA PORTADOR DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL NO ESTÁGIO AGUDO Ana Coely Araujo Vieira¹; Fernanda Naiene Rodrigues Valadares²; Rebecca Pessoa de Almeida Lima³; Joventina

Leia mais

COMO FORMAR MÉDICOS NO BRASIL FRENTE AOS ATUAIS DESAFIOS DA SAÚDE?

COMO FORMAR MÉDICOS NO BRASIL FRENTE AOS ATUAIS DESAFIOS DA SAÚDE? COMO FORMAR MÉDICOS NO BRASIL FRENTE AOS ATUAIS DESAFIOS DA SAÚDE? Vinícius Ximenes M. da Rocha Médico Sanitarista Diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde SESu/MEC Dificuldades para Implementação

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL - COFFITO Nº 402 DE 03.08.2011 D.O.U: 24.11.2011

RESOLUÇÃO DO CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL - COFFITO Nº 402 DE 03.08.2011 D.O.U: 24.11.2011 RESOLUÇÃO DO CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL - COFFITO Nº 402 DE 03.08.2011 D.O.U: 24.11.2011 Disciplina a Especialidade Profissional de Fisioterapia em Terapia Intensiva e dá outras

Leia mais

TÉCNICAS EM AVALIAÇÃO E REEDUCAÇÃO POSTURAL

TÉCNICAS EM AVALIAÇÃO E REEDUCAÇÃO POSTURAL 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA TÉCNICAS

Leia mais

Problematização. Processo

Problematização. Processo Determinantes socioambientais em saúde bucal e estratégias de Promoção da Saúde 1 Problematização Serviços de saúde [e sua expressão humana, ou seja, os profissionais de saúde] não são potentes o suficiente

Leia mais

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfretamento ao Crack e Outras Drogas

Leia mais

Matriciamento em saúde Mental. Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde

Matriciamento em saúde Mental. Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde Matriciamento em saúde Mental Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde Matriciamento - conceito O suporte realizado por profissionais e diversas áreas especializadas dado

Leia mais

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C D

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C D HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso Área: Enfermagem Discursiva Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNESP CAMPUS DE MARÍLIA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNESP CAMPUS DE MARÍLIA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNESP CAMPUS DE MARÍLIA Objetivos do Curso Curso da área da saúde, centrado nos aspectos ergonômicos e sociais da atividade humana. Visa à formação

Leia mais

Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro);

Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro); PLANO DE TRABALHO 2014 Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro); 1.2. Estratégia da Saúde da Família no território 3.1 (Rio de Janeiro); 1.3. Estratégia

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios LEI N. 1.343, DE 21 DE JULHO DE 2000 Institui a Política Estadual do Idoso - PEI e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Fisioterapia 2010-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Fisioterapia 2010-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Fisioterapia 2010-2 DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO PROPOSTA DE UM PROGRAMA DE ERGONOMIA

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 Art. 196: A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 Ementa: Realização de treinamentos, palestras, cursos e aulas por profissionais

Leia mais

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology RESIDÊNCIA MÉDICA Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology José Luiz Miranda Guimarães* Neste número estamos divulgando o resultado parcial do Seminário

Leia mais

DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO

DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 1.948, DE 3 DE JULHO DE 1996. Regulamenta a Lei n 8.842, de 4 de janeiro

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Linamara Rizzo Battistella 04.10.2012 Universal Irreversível Heterôgeneo Perda Funcional Progressiva

Leia mais

O PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA NA COMPREENSÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE

O PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA NA COMPREENSÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE O PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA NA COMPREENSÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE VIDAL, Kiussa Taina Geteins; LIMA, Flávia Patricia Farias; SOUZA, Alcy Aparecida Leite; LAZZAROTTO, Elizabeth Maria; MEZA, Sheila

Leia mais

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS Renata Lívia Silva F. M. de Medeiros (UFPB) Zirleide Carlos Felix (UFPB) Mariana de Medeiros Nóbrega (UFPB) E-mail: renaliviamoreira@hotmail.com

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL ANEXOII ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS PARA CONCURSO PÚBLICO PARA EMPREGO PÚBLICO Nº. 001/2010 JUNDIAÍ DO SUL PARANÁ 1. Para os cargos do grupo PSF Programa da Saúde da Família, conveniados com o Governo Federal:

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física ATIVIDADE FÍSICA ASILAR Departamento de Psicologia e Educação Física 1. INTRODUÇÃO Compreensivelmente, à medida que envelhecemos podemos observar várias mudanças, tanto com relação aos nossos órgãos e

Leia mais

A ACTIVIDADE FÍSICA F PREVENÇÃO DA IMOBILIDADE NO IDOSO EDNA FERNANDES

A ACTIVIDADE FÍSICA F PREVENÇÃO DA IMOBILIDADE NO IDOSO EDNA FERNANDES A ACTIVIDADE FÍSICA F NA PREVENÇÃO DA IMOBILIDADE NO IDOSO EDNA FERNANDES Epidemiologia do Envelhecimento O envelhecimento da população é um fenómeno de amplitude mundial, a OMS (Organização Mundial de

Leia mais

Reparo, formação de cicatriz e fibrose. Prof. Thais Almeida

Reparo, formação de cicatriz e fibrose. Prof. Thais Almeida Reparo, formação de cicatriz e fibrose Prof. Thais Almeida Reparo Definição: Restituição incompleta do tecido lesado, com substituição apenas de algumas estruturas perdidas. Quando há acometimento do parênquima

Leia mais

VIGILÂNCIA AMBIENTAL

VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL Introdução Considera-se a vigilância ambiental como o processo contínuo de coleta de dados e análise de informação sobre saúde e ambiente, com o intuito de orientar

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 013/CT/2013 Assunto: Solicitação de Parecer Técnico acerca de critérios para abertura e funcionamento de Curso de Instrumentação Cirúrgica. I - Do Fato Solicitado Parecer Técnico ao

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE

Leia mais

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA PARACATU MG 2013 SUMÁRIO REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS 2 CAPÍTULO I - DA NATUREZA

Leia mais

ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS RELACIONADAS À POSTURA

ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS RELACIONADAS À POSTURA ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS RELACIONADAS À POSTURA Karina de Sousa Assad * Layana de Souza Guimarães ** RESUMO A proposta desse artigo é demonstrar que algumas alterações posturais podem levar a distúrbios

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE UM ESTUDO QUANTO À APLICABILLIDADE DO PROGRAMA PARA COLETORES DE LIXO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI ALESSANDRA ABREU LOUBACK, RAFAEL GRIFFO

Leia mais

INTRODUÇÃO. *Docente, coordenadora do Projeto **Discente, extensionista voluntário TÍTULO: FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE

INTRODUÇÃO. *Docente, coordenadora do Projeto **Discente, extensionista voluntário TÍTULO: FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE TÍTULO: FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE AUTORES: Kátia Suely Q. S. Ribeiro*; Mario José de Araújo Neto**. ; Alexandre Bertrand de Araújo**; Mônica Gonçalves Arangio**; Patrícia B. Nascimento S**.; Leandro Torres

Leia mais

Discussão para Prova ENADE/2007

Discussão para Prova ENADE/2007 Discussão para Prova ENADE/2007 Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva Erikson Custódio Alcântara Resposta correta: letra c 1 Comentários letra a Não é apenas após uma inspiração

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais