IAN HENRIQUE PINTO DIAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IAN HENRIQUE PINTO DIAS"

Transcrição

1 IAN HENRIQUE PINTO DIAS ANÁLISE DO CONHECIMENTO SOBRE ESTEROIDES ANABÓLICOS ANDROGÊNICOS ENTRE ESTUDANTES E PROFESSORES DE ESCOLAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE CORUMBÁ - MS UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Corumbá-MS 2014

2 IAN HENRIQUE PINTO DIAS ANÁLISE DO CONHECIMENTO SOBRE ESTEROIDES ANABÓLICOS ANDROGÊNICOS ENTRE ESTUDANTES E PROFESSORES DE ESCOLAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE CORUMBÁ - MS A monografia apresentada como requisito parcial para conclusão do Curso de Educação Física para obtenção do Título de Licenciado em Educação Física. Orientadora: Prof. Me. Silvia Beatriz Serra Baruki. Corumbá-MS 2014

3

4 Dedico este trabalho a Deus que me concedeu graça para concluir mais essa etapa, a minha namorada Jamielle que incentivou desde o inicio e minha mãe pela força que me passou durante esses quatro anos, e a todos os meus amigos.

5 Agradecimentos Agradeço еm primeiro lugar а Deus quе iluminou о mеu caminho durante esta caminhada. À Instituição pelo ambiente criativo е amigável que proporciona. A todos оs professores dо curso, quе foram tãо importantes nа minha vida acadêmica е nо desenvolvimento dеstа monografia, Ao professor Rogério que me ajudou a na escolha deste tema. A professora Silvia Baruki que em nenhum momento mediu esforços, teve paciência e confiança ao longo das supervisões e sempre me incentivando. Agradeço também a minha namorada Jamielle Fernanda pessoa cоm quem аmо partilhar а vida. Cоm você tenho mе sentido mais vivo dе verdade. Obrigado pelo carinho, а paciência е pоr sua capacidade dе me trazer pаz nа correria dе cada semestre, AMO VOCÊ. À minha família, pela capacidade dе acreditar e investir еm mim. Mãe, sеu cuidado е dedicação fоі que deram еm alguns momentos, а esperança pаrа seguir, A senhora é uma guerreira. Pai, suа presença significou segurança е certeza dе quе não estou sozinho nessa caminhada. A minha sobrinha Kauany que sempre preparo meu Tereré durante as horas que escrevia esta Monografia. A minha tia Luci pelo incentivo de sempre. A todos aqueles quе dе alguma forma estiveram е estão próximos dе mim, fazendo esta vida valer cada vеz mais а pena.

6 RESUMO Nessa busca incansável pelo corpo perfeito, praticantes de atividade física desejam testar a qualquer custo substâncias para melhorar o corpo, e acabam recorrendo os Esteroides Anabolizantes, sem ao menos ter um conhecimento ou indicação de um profissional capacitado para prescrever essas substâncias. O objetivo da pesquisa foi determinar o padrão de conhecimento sobre o uso de EAA entre estudantes e professores de escolas públicas de Corumbá. A pesquisa foi desenvolvida em Corumbá (MS) com dois grupos distintos: um grupo formado por adolescentes de uma Escola Estadual de Ensino; e outro grupo formado por professores de Educação Física, de várias escolas, escolhidos aleatoriamente. Foram avaliados 31 adolescentes de 15 a 19 anos, do sexo masculino, com média de idade igual a 17,6 anos (± 0,98); e 20 professores, com média de idade igual a 34,8 (± 10,27), sendo 19 do sexo masculino e 1 do sexo feminino. Os dados revelaram que os alunos têm um conhecimento baseado apenas no senso comum dos EAA; e os professores que poderiam entender mais do assunto, conhecem muito pouco, ou seja, o básico sobre os EAA. Quanto à prevalência entre os alunos observou que 32% já fizeram o uso dos EAA e os professores apenas 20% disseram ter consumidos esses produtos. Os medicamentos mais utilizados foram durateston, deca-durabolin, winstrol (estanozolol) e hemogenin. Palavras - chaves: Anabolizantes. Educação Física Escolar. Atividade Física.

7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos REVISÃO DE LITERATURA Histórico Mecanismos de ação Efeitos colaterais Doping no esporte A Busca pelo corpo ideal Educação Física Escolar e Promoção da Saúde METODOLOGIA Tipo de pesquisa Participantes Coleta de dados Termo de Consentimento Livre e Esclarecido RESULTADOS Resultados da pesquisa com os alunos Resultados da pesquisa com os professores DISCUSSÃO CONCLUSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS...29 Apêndice Apêndice

8 9 INTRODUÇÃO Atualmente, a atividade física é considerada como um dos mais eficientes elementos de promoção da saúde, levando jovens e adolescentes a procura de academias de ginásticas com o propósito de buscarem o corpo que a sociedade impõe como ideal. Dentro dessa expectativa o uso indiscriminado dos Esteroides Anabolizantes tornou- se um problema de saúde publica. Nessa busca incansável pelo corpo perfeito, praticantes de atividade física desejam testar a qualquer custo substâncias para melhorar o corpo, e acabam recorrendo aos Esteroides Anabolizantes, sem ao menos ter um conhecimento ou indicação de um profissional capacitado para prescrever essas substâncias. A utilização por indivíduos que desejam aumentar suas performances ou para fins estéticos tem sido constante em várias academias da região. No entanto, o uso do Esteroide Anabolizante antes restrito apenas atletas, com passar do tempo se estendeu para a classe considerada recreativa. Ou seja, aqueles que praticam musculação sem a intenção de competir, com intuito apenas de adquirir um corpo musculoso ou definido (SANTOS 2007). Os Esteróides Androgênicos Anabólicos (EAA) são uma família de hormônios esteróides similares aos hormônios esteróides naturais como a testosterona. O hormônio testosterona apresenta duas formas de ação: anabólica e androgênico (SANTOS 2003). A ação Anabólica compreende o aumento de síntese protéica e hipertrofia muscular. A ação Androgênica está relacionada aos caracteres sexuais secundários, correspondendo à ginecomastia ou crescimento de mamas, nos homens; e nas mulheres, o engrossamento da voz, pelo facial e corporal (ROBERGS E ROBERTS, 2002). A função dos EAA é auxiliar no metabolismo, recuperar as fibras musculares mais rapidamente, e fazer renovação de novas células fazendo com que o corpo tenha uma recuperação mais rápida (SANTOS, 2003). Segundo Winters (1990 apud ARAÚJO, 2003, p.17) a administração de esteroides aumenta a massa livre de gordura e a força muscular; reduz a gordura corporal; melhora capacidade aeróbica e facilita a recuperação em exercícios extenuantes. Os efeitos colaterais pelo uso abusivo de EAA compreendem aspectos físicos e psicológicos. Bompa (2000) afirma que efeitos adversos potenciais em homens incluem a ginecomastia, retenção hídrica, acne, alterações da libido, o aumento de agressividade. Em mulheres, podem ocorrer a amenorréia e outras irregularidades menstruais, bem como os efeitos masculinizantes, como o engrossamento da voz, calvície, diminuição das mamas e

9 10 alargamento do clitóris. Tais efeitos podem ser irresistíveis. Com relação aos efeitos colaterais psicológicos Santos (2003) nos diz que [...] um efeito colateral muito evidente é o distúrbio mental de comportamento. Uma que um atleta experimento o aumento da força e do peso associado com o uso de esteróides, torna-se difícil parar. Percebendo que não se pode manter todos adquiridos, a dependência mental instala-se[...] ( SANTOS, 2003, p; 40). Ribeiro (2008) afirma que, em adolescentes, os efeitos podem ser maturação esquelética precoce com o fechamento das epífises ósseas, baixa estatura e puberdade acelerada, levando ao crescimento raquítico, variações de humor incluindo a raiva e agressividade levando a episódios violentos como suicídios e homicídios. A testosterona, o mais potente hormônio sexual masculino, vem sendo descrita ao longo dos anos como o hormônio que poderá contribuir para regredir a incapacidade funcional do homem envelhecido, no período da andropausa. Entretanto, muito ainda deve ser estudado, não somente no que diz respeito à ação dessas drogas no organismo, mas também sobre os métodos de controle dos usuários. É necessário estar sempre atento ao volume cada vez maior da utilização dos anabolizantes, o que torna este um dos maiores problemas relacionados à prática esportiva, competitiva ou recreativa (JUNIOR, 1997). O estudo abordou o conhecimento de alunos e professores sobre os EAA, as possíveis consequências do seu uso e a capacidade dos professores orientarem seus alunos e atuarem nesse processo de ensino aprendizagem, para desmitificar esse assunto e esclarecer as dúvidas. Os professores devem discutir sobre os EAA para que os alunos tenham visão crítica e possam tomar decisões corretas e seguras. E, dentro desse contexto, mostrar as diferenças entre os EAA e os Suplementos Alimentares. A abordagem desta pesquisa levanta a seguinte problemática: Os alunos estão conscientes dos riscos do uso indiscriminado dos EAA para a saúde? Os professores discutem em sala de aula os temas Esteroides Anabolizantes entre os alunos? A pesquisa compreende uma investigação para verificar o perfil dos alunos e professores avaliados, quanto ao uso e ao conhecimento desses produtos e avaliar o papel do professor em oportunizar informações seguras que orientem os alunos a não usarem esses produtos, evitando assim, doenças ao longo da vida.

10 JUSTIFICATIVA Nas últimas décadas, homens e mulheres procuram a obtenção pelo corpo perfeito. O corpo tornou-se alvo de uma atenção redobrada, com a proliferação de técnicas de cuidado e gerenciamento do mesmo, tais como dietas, musculação e cirurgias estéticas. Esse mercado cresceu consideravelmente, ao compará-lo com outras áreas. O avanço tecnológico propiciou aos indivíduos aproveitarem este progresso como recurso estético relacionado à saúde, satisfazendo os desejos desse corpo perfeito, muitas vezes influenciados pela própria mídia. Essa tendência trouxe algumas vantagens para o homem, mas por outro lado, os problemas em relação à saúde aumentaram (CÔRTES, 2012). Segundo Bizzo e Moutinho (2012) homens e mulheres investem cada vez mais tempo, energia e recursos financeiros no consumo de bens e serviços destinados à construção e manutenção corporal, na busca do corpo sarado/perfeito. Não alcançar essa meta gera a insatisfação das pessoas, com seus corpos, e por isso procuram consumo das chamadas drogas da imagem corporal, entre as quais se incluem os EAA. A busca da imagem ideal, representada no corpo perfeito e no seu desempenho, tem levado os jovens adolescentes a buscarem a concretização de seus ideais narcísicos através do uso de EAA (SILBER e SOUZA, 1998). O uso de drogas anabolizantes é mais comum entre culturistas recreacionais do que entre atletas em geral. Elas são mais utilizadas para melhorar a aparência do que para melhorar o desempenho, usando comumente para fins estéticos (BOMPA, 2000). Os EAA podem ser usados de forma injetável e oral. As formas de comercialização são inúmeras, desde o mercado negro, laboratórios clandestinos ou até mesmo dentro de academias. Essas falsificações contêm preparações farmacêuticas, drogas feitas em laboratório de fundo de quintal, drogas veterinárias, vitaminas, substâncias inertes e, em alguns casos, drogas injetáveis feitas de óleo ou água colorida (BOMPA, 2000). Outro fator agravante é o uso sem orientação de um médico. Segundo Neto (1997), a automedicação faz parte da cultura brasileira, o que nos mostra uma grave falta de conscientização. Dosagens elevadas de medicamentos de qualquer natureza, mesmo aquelas substâncias sem contra indicações, podem ocasionar efeitos colaterais e em alguns casos levar à morte. A orientação médica é eficaz para se saber qual medicamento é mais indicado, qual a dosagem correta e quando é a hora de cessar o seu uso. Só assim evitam-se riscos e consequências à saúde. O uso abusivo e as altas dosagens no período de administração dos EAA podem ocasionar a morte. Santos (2003) afirma que o abuso por longo período de uso de EAA pode

11 12 levar o usuário à morte em consequência a trombose cerebral, infecções por depressão da imunidade, infarto cardíaco, hemorragia hepática, metástase de tumores da próstata e do fígado e sangramento de varizes no esôfago. Perante essa prerrogativa, vê-se como necessáriaa interferência do professor de Educação Física em relação a esse conteúdo, por meio de a interpretação e explicação para seus alunos sobre os temas que se encontram interligados à imagem corporal. A inclusão de uma matéria sobre os EAA, na grade curricular, tornaria os alunos mais críticos em relação ao assunto (BRASIL, 2000).Guedes e Guedes (1997) alegam que um novo papel pedagógico deve ser adotado pelo professor de Educação Física, tendo uma visão favorável a promoção da saúde por meio das atividades que envolvam as experiências dos educandos, como objetivo de formar cidadãos mais saudáveis, ativos e conscientes, desempenhando um papel importante na vida do adolescente como futuro cidadão. 2 OBJETIVOS 2.1 Objetivo geral Determinar o padrão de conhecimento sobre o uso de EAA entre estudantes e professores de escolas públicas de Corumbá. 2.2 Objetivos específicos Avaliar o conceito e/ou entendimento sobre os EAA, por parte de professores e alunos; Identificar a prevalência do uso de EAA, entre os alunos e professores; Evidenciar os EAA mais utilizados; e Verificar a utilização desse tema como conteúdo nas aulas de Educação Física. 3 REVISÃO DE LITERATURA 3.1Histórico A busca pela força humana é antiga e os acontecimentos sobre o uso EAA ocorreram desde a Grécia antiga como, pois. Os antigos gregos faziam o uso de cogumelos alucinógenos, e os gladiadores no Coliseu, em Roma, tomavam estimulantes para superaram a fadiga e os machucados. Alguns Índios da América do Sul mastigavam folhas de coca para aumentar sua resistência física e força de trabalho. E hoje vemos o esporte com drogas desenvolvidas

12 com a tecnologia de recombinação de DNA. (CATLIN; HATTON; YESALIS; BAHRKE; pág.03) 13 Segundo Leighton (1987), a mitologia grega confere o início do exercício de peso a um homem chamado Milo, que viveu na Grécia. De acordo com a história, Milo queria se tornar o homem mais forte do mundo. Para conseguir essa meta ele começou levantando um bezerro quando ainda era jovem. À medida que o bezerro crescia, Milo aumentava sua força; e quando o touro atingiu a idade adulta, Milo já havia atingido força suficiente não só para levantar o animal, mas também para carregá-lo nos ombros. Essa é a história mais antiga e divulgada como o início do treinamento de força. Em 1848, o pesquisador alemão Arnold Berthold realizou um experimento na qual a retirada dos testículos de galos jovens levava a diminuição da crista e perda das penas e da função sexual. Os resultados da pesquisa sugeriram que os testículos secretavam uma substância no sangue que regulava o desenvolvimento e a manutenção das características do macho (KOCHAKIAN, 1990). Winters (1990) verificou que a administração de testosterona em homens hipogonádicos levava a diminuição da excreção de nitrogênio na urina e o aumento da massa muscular. Bompa (2000), afirma que, por volta dos anos 50 a testosterona e seus análogos (a metandrostenolona ou Dianabol), passaram a ser usados. Os atletas do leste europeu foram os primeiros a utilizá-los. Logo em seguida, outros países também passaram a usar tais substâncias, se tornando uma febre entre os atletas do mundo inteiro. Para Junior (1987), a utilização massiva e epidêmica dos esteróides anabolizantes por esportistas provocou, por parte do National Institute Drug Abuse nos Estados Unidos da América em 1989, esforços no sentido de reclassificar os esteroides anabolizantes como substâncias controladas. 3.2 Mecanismos de ação Os hormônios são substâncias químicas secretadas na corrente sanguínea pelas glândulas endócrinas. Provocam efeitos nos tecidos e posteriormente alteram as atividades de vários tecidos, ocorrendo hiperplasia, neoplasia e hipertrofia (ROBERGS E ROBERTS, 2002). Os EAA são uma família de hormônios esteróides similares aos hormônios esteroides naturais como a testosterona. O hormônio testosterona apresenta duas formas de ação: anabólica e androgênica (SANTOS, 2003).

13 Na década de 1950 foi descoberta que a testosterona tinha duas qualidades distintas a: a ação anabólica que compreende o aumento de síntese protéica e hipertrofia muscular; e a ação androgênica que está relacionada aos caracteres sexuais secundários (ginecomastia ou crescimento de mamas, nos homens; e o engrossamento da voz, crescimento facial e corporal, nas mulheres) (ROBERGS E ROBERTS, 2002). De acordo com SANTOS (2003 p. 28): Quando um atleta usa anabolizante, há muitas partículas de hormônio masculino no citoplasma. Isso acelera a atividade da célula e provoca a síntese de mais proteínas que o normalmente observado em um organismo sem substâncias. Algumas dessas proteínas musculares são actina e miosina, que são produtoras de energia. Como as células musculares não se multiplicam, embora alguns trabalhos defendam a sua hiperplasia (multiplicação da célula muscular), elas ficam hipertrofiadas de proteínas que crescem mais que o normal. A massa muscular e a força aumentam cerca de três a quatro semanas Efeitos colaterais Os efeitos colaterais são de curto e longo prazo. Destacam-se acne, dor de cabeça, queda de cabelo, oleosidade cutânea, impotência e insônia. Os efeitos colaterais em longo prazo são hipertrofia prostática, hepatotoxidade, hipertensão e lesões nos ligamentos, já que os tendões não acompanham o crescimento dos músculos. O aumento dessas enfermidades vai depender da quantidade de esteróide utilizado ou da pré disposição de cada individuo para desenvolver esses efeitos (GRINSOPOON, 2006). Em adolescentes pode ocorrer a puberdade acelerada, fechamento precoce das epífises ósseas, acarretando baixa estatura ou um crescimento raquítico, acne e calvície precoce. Todos os efeitos citados ocorrem de indivíduo para individuo, quanto ao tipo de esteróide consumido e em relação ao tempo e uso, entre outros. E por último, pode ocasionar o desenvolvimento extremo das características sexual secundária denominada hipervirilização (GRINSOPOON, 2006). Nos homens, o uso de esteroide pode levar a redução na produção de testosterona, atrofia dos testículos, câncer de próstata e ginecomastia. Isso ocorre devido ao excesso, que é convertido pelo corpo em hormônio feminino (estradiol). Esse hormônio age no tecido mamário masculino, fazendo aumentar o volume. Em alguns casos o aumento das mamas pode ser irreversível, sendo necessária uma cirurgia. Outro efeito colateral é a predisposição para a formação de tumores hepáticos, caracterizados pela formação de cistos repletos de sangue dentro do fígado (LAWRENCE etal., 2006). Mcardle et al. (1999) em pesquisa afirma que: Um dos efeitos sérios dos androgênios sobre o fígado ocorre quando este órgão (ocasionalmente o tecido esplênico) desenvolve lesões localizadas cheias de sangue

14 (cistos) uma condição denominada peliose do fígado. Apesar de que pacientes tomarem esteróides por um período mais longo que os atletas, alguns atletas tomam esteróides intermitentemente durante vários anos, com uma posologia que ultrapassa os níveis terapêuticos típicos (50 a 200 mg por dia). 15 De acordo com Santos (2003): As mortes que têm sido associados aos esteroides anabolizantes parecem ser decorrentes do uso continuo prolongado ou de doses abusivas. As causa dos óbitos foram infartos cardíacos, trombose cerebral, hemorragia hepática, sangramento de varizes do esôfago, miocardiopatia, metástases de tumores da próstata e do fígado, infecções por depressão da imunidade ou contaminação por medicamentos falsificados. 3.4 Doping no esporte Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) (2010, p. 15), o doping é: A utilização de substâncias ou métodos capazes de aumentar artificialmente o desempenho esportivo sejam eles potencialmente prejudiciais à saúde do atleta ou à de seus adversários, ou contrário ao espírito do jogo. Quando duas destas três condições estão presentes, podese caracterizar um caso de doping, de acordo com o Código da Agência Mundial Antidoping (AMA). Devido ao uso abusivo de substâncias químicas proibidas, o Comitê Olímpico Internacional (COI) criou em 1967 uma comissão formada por médicos para combater o crescimento do doping no esporte. Através da análise da urina do atleta, é possível detectar as cinco primeiras classes de substâncias proibidas. Estimulantes: agem direto sobre o sistema nervoso central, fazendo o mesmo efeito da adrenalina. As substâncias são: pseudoefedrina, efedrina, anfetamina, cocaína e cafeína. Narcóticos e Analgésicos: atuam no sistema nervoso central, diminuindo a sensação de dor. As substâncias são: morfina, codeína, propoxifeno, petidina. Esteróides Anabolizantes: agem aumentando o tamanho dos músculos. Diuréticos: atua aumentando a produção e a excreção, causando a perda de peso. São usados também para o mascaramento de doping. As substâncias são: triantereno, hidroclorotiazínicos, furosemida. Betabloqueadores: agem diminuindo a pressão arterial e ajudam a manter estáveis as mãos do atleta. É usado em competições como o tiro. As substâncias são: propranolol e atenol. A partir de 1992, o COI passou a coletar amostras de sangue para averiguar a presença de alguma droga que não tivesse sido detectada na urinados atletas.

15 Em 1993, foi criado o Conselho Nacional de Desportos, pela Lei nº 8.672/92, que, em seu art. 5º, fixou como atribuição do mesmo estabelecer normas que garantam direitos e impeçam a utilização de meios ilícitos nas práticas desportivas (PUGA, 2008). A legislação no Brasil iniciou com uma deliberação do já extinto Conselho Nacional de Desportos (CND). Sobre o tema, escreve Rocha (1999, p. 104): 16 No Brasil, a primeira legislação a tratar do doping foi à deliberação nº 5, de , do Conselho Nacional de Desportos (CND), órgão do então Ministério da Educação e Cultura (MEC). Esse documento dispunha sobre o combate ao emprego do doping em atletas, listava substâncias proibidas e previa penas, determinando às Confederações e suas filiadas o controle da dopagem através de comissões próprias. 3.5 A Busca pelo corpo ideal Na procura pelo corpo perfeito atletas e praticantes de atividades ficam disponíveis e se sujeitam a qualquer recurso para atingirem seus objetivos. Os recursos ergogênicos utilizados na maioria das vezes são incentivados pelos próprios patrocinadores, porque quando se trata de esporte de alto nível a concorrência é maior (FELICIO, 2010). A utilização dessas drogas por recreacionistas que desejam aumentar a performance física, ou apenas para fins estéticos, tem sido constante em academias de todo o mundo. Os EAA se tornam uma alternativa para aumentar a força e o ganho de massa muscular; e melhora no desempenho físico. Os principais usuários são fisiculturistas, halterofilistas ou atletas que desejam apenas melhorar a aparência (YESALIS et al.1999). Segundo estudos realizados pela Universidade de Brasília o uso indiscriminado de Esteroides Anabolizantes necessita ser divulgado para a população, a fim de esclarecer sobre os efeitos colaterais causados pelo uso, em longo prazo (PEREIRA e FUNGHETTO, 2008). Outras substâncias como o álcool, o tabaco e outras drogas psicoativas afetam a saúde, mas o anabolizante tornou-se uma preocupação de saúde pública. Segundo dados do Ministério da Saúde sabe-se que o consumidor preferencial está entre 18 e 34 anos, e frequentemente do sexo masculino. E os principais medicamentos à base dessas drogas e que são utilizados com fins estéticos são: Durasteston, Deca-Durabolin Winstrol e o GH (Hormônio do Crescimento)(PEREIRA e FUNGHETTO, 2008). Os EAA mais utilizados no Brasil, por via oral e injetável, são: Oxandrolona (Anavar), Undecanoato de Testosterona (Androxon), Decanoato de Nandrolona (Deca-Durabolin), Propionato de Testosterona, Fenilpropionato de Testosterona, Isocaproato e Caproato de Testosterona (Durateston), Estanozolol (Winstrol),Trembolona (Parabolan), e Hormônio do Crescimento (GH).

16 17 Uma das formas que essas drogas chegam ao Brasil é através da Bolívia e Paraguai. Entram de forma ilegal sem nenhuma fiscalização e encontram revendedores ou usuários que indicam médicos ou nutricionista para que possam prescrever o seu uso. Algumas dessas substâncias são fabricadas em laboratórios clandestinos, às vezes sem nenhuma higiene ou misturadas com outras drogas (GALDURÓZ; NOTO; CARLINI, 2004). 3.6 Educação Física Escolar e Promoção da Saúde A Carta de Aprovação da Política Nacional de Saúde define Promoção da Saúde como a busca pela qualidade de vida por meio de hábitos saudáveis e ativos, sendo contrário ao risco e debilitação por qualquer fator que implica na perda de saúde (BRASIL, 2006). De acordo com aorganização Mundial Saúde (OMS): Saúde é o bem estar físico, social emocional, nesse sentido a saúde deve ser observada como um conjunto de condições que tenham como objetivo a qualidade de vida e reprodução do modo saudável (OMS, 2002 apud PEREIRA,2008, p.8). Guedes (1999) afirma que a promoção de saúde, dentro da Educação Física Escolar tem como principal objetivo discutir a fundamentação teórica e prática na idéia de mostrar os hábitos saudáveis e não saudáveis aos alunos. Afirmando essa teoria Devide (1996) diz que um dos princípios para a vida saudável é a educação que aborde a temática saúde. Se pensarmos na escola como promotora de saúde, devemos incluir a idéia de que saudável esteja associada a todos que convivem no âmbito escolar. Porém, além da escola ter uma função pedagógica especifica, tem uma função social e política voltada para a transformação da sociedade como um todo. O período escolar é fundamental para trabalhar a saúde na perspectiva da sua promoção, por que crianças, jovens e adultos que aí se encontram, vivem momentos em que os hábitos e as atitudes estão sendo criados(oms, 2002 apud PEREIRA, 2008, p. 2). Os Parâmetros Curriculares Nacionais(BRASIL, 1998a) são abordados como fator de promoção e proteção à saúde e estratégia para a conquista dos direitos de cidadania. Sua inclusão no currículo responde a uma forte questão social.segundo PCN A escola, sozinha, não levará os alunos a adquirirem saúde. Pode e deve, entretanto, fornecer elementos que os capacitem para uma vida saudável. (BRASIL,1998a, p.27). Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio contemplam as drogas como um dos sub-temas da saúde pela vulnerabilidade dos adolescentes e pelo fato de ser esta a fase da vida na qual os comportamentos em grupos exercem influência sobre as escolhas individuais.

17 Isso faz com que escola seja palco para o estabelecimento e a formação das condutas dos alunos diante dos riscos (BRASIL, 1998a). 18 Para a promoção da saúde, os processos educativos têm como eixos a construção de vida mais saudável e a criação de ambientes favoráveis à saúde, o que significa conceber a educação como processo que trata do conhecimento como algo construído e apropriado, e não meramente a ser transmitido (BRASIL, 2006, p.22). De acordo Funghetto et al.(2008) a educação e a saúde são campos de conhecimentos e de práticas. A educação está associada à escola e aos processos de aprendizagem e a saúde é identificada com os serviços de saúde e processos de adoecimento. Segundo Mezzaroba (2002), o professor de Educação Física deve identificar em seus alunos o que é necessário refletir para que se promova a saúde. Para a promoção da saúde, os processos educativos têm como base a construção de vida mais saudável e a criação de ambientes favoráveis à saúde, como algo construído e apropriado, e não apenas transmitido (BRASIL, 1998b).É importante que a Educação Física Escolar contemple temas relacionados à saúde, incluindo o uso indiscriminado dos EAA, para que no futuro os alunos possam ser críticos sobre o uso proibido dessas substâncias. O tema EAA é muito discutido nas conversas dos adolescentes, por isso a escola junto com os professores de Educação Física e alunos devem compartilhar esse conhecimento através de trabalhos e apresentações com o intuito de aprimorar o senso crítico sobre o uso e os efeitos dos EAA (OSORIO, 2011). A escola é importante na tomada de decisões e atitudes preventivas. Isso não quer dizer que a escola deva conter em sua grade curricular aulas explicativas sobre drogas ou medicamentos, mas cabe ao professor identificar e/ou transmitir os efeitos desses produtos permitindo ao indivíduo distinguir as informações certas ou erradas (ABROMAVAY; CASTRO, 2003). A escola desempenha uma função essencial na educação com o papel de passar informações relacionadas não só às matérias, mas sim comprometida com a formação moral do individuo, atentando para os temas emergentes na comunidade que ela está inserida (BRASIL, 2006). 4 METODOLOGIA 4.1Tipo de pesquisa

18 19 Foi realizada uma pesquisa de natureza quantitativa do tipo descritiva. Segundo Gerhardt e Silveira (2009) a pesquisa quantitativa gera amostras consideradas representativas da população e os resultados são tomados como se constituísse um retrato real de toda a população alvo da pesquisa. Tem por premissa buscar a resolução de problemas melhorando as práticas por meio da observação, análise e descrições objetivas, através de entrevistas com peritos para a padronização de técnicas e validação de conteúdo (THOMAS; NELSON; SILVERMAN, 2002). 4.2 Participantes A pesquisa foi desenvolvida em Corumbá (MS) com dois grupos distintos: um grupo formado por adolescentes da Rede Estadual de Ensino; e outro grupo formado por professores de Educação Física, de várias escolas, escolhidos aleatoriamente. 4.3 Coleta de dados Para a coleta de dados, aplicaram-se dois tipos de questionário: um questionário direcionado aos alunos (Apêndice 1) e outro direcionado aos professores de Educação Física (Apêndice 2). Os questionários foram elaborados a fim de responder a pergunta/problema, baseado nas seguintes informações: 1) Idade; 2) Grau de instrução; 3) Já fez ou faz uso de EAA?; 4) Quais destas substâncias são classificadas como EAA?; e 5) Quais os possíveis efeitos colaterais causados pelo uso de EAA. Os dados obtidos foram organizados em planilhas eletrônicas, separados por sexo, idade e pelas variáveis sobre atividade física e sobre o uso dos EAA. Foram estimadas as estatísticas como: prevalências, média e desvio padrão. 4.4 Termo de Consentimento Livre e Esclarecido Antes de iniciar a pesquisa, foi solicitada uma autorização da direção e coordenação das escolas envolvidas para o desenvolvimento do estudo. Após a devida autorização, cada participante (aluno ou professor) e/ou responsável assinou um Termo de Consentimento Livre

19 e Esclarecido (Apêndice 3),explicando os objetivos e procedimentos da pesquisa, bem como o rigor científico da mesma, com o intuito de autorizar a realização do estudo RESULTADOS Foram avaliados 31 adolescentes de 15 a 19 anos, do sexo masculino, com média de idade igual a 17,6 anos (± 0,98); e 20 professores, com média de idade igual a 34,8 (± 10,27), sendo 19 do sexo masculino e 1 do sexo feminino. A seguir, serão apresentados os resultados coletados pelos questionários aplicados, considerando-se o grupo de alunos e o grupo de professores. 5.1 Resultados da pesquisa com os alunos Em relação à prática de atividade física, entre os alunos pesquisados, o grupo participava de diferentes modalidades conforme podemos observar no Gráfico 1. Gráfico 1- Prevalência das atividades físicas praticadas pelos alunos Fonte: Pesquisa de campo, Sobre o conhecimento dos EAA, 51,6% responderam que já ouviram falar sobre o assunto; e 48,4% apenas conhecem pessoas que usam esses produtos (Gráfico 2).

20 21 Gráfico 2 Conhecimento dos EAA, no grupo dos alunos 48,40% 51,60% OUVIU FALAR CONHEÇO USUÁRIOS Fonte: Pesquisa de campo, Quanto à participação da escola no conhecimento dos EAA, verificou-se que a maioria do grupo obteve essa informação na escola (Gráfico 3). Gráfico 3 Abordagem do tema nas escolas, nas aulas de Educação Física Fonte: Pesquisa de campo, 2014 Em relação ao uso dos EAA, 32% dos participantes relataram já terem utilizado os EAA; e 68% não utilizaram (Gráfico 4) Gráfico 4 Prevalência quanto ao uso dos EAA 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 32% JÁ UTILIZOU 68% NÃO UTILIZOU JÁ UTILIZOU NÃO UTILIZOU Fonte: Pesquisa de campo, 2014.

QUAIS SÃO OS TIPOS MAIS COMUNS DE ANABOLIZANTES DO MERCADO?

QUAIS SÃO OS TIPOS MAIS COMUNS DE ANABOLIZANTES DO MERCADO? O QUE SÃO? Os anabolizantes ou esteróides anabólicos são produzidos a partir do hormônio masculino testosterona, potencializando sua função anabólica, responsável pelo desenvolvimento muscular. QUAIS SÃO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº... /LEGISLATIVO 2011

PROJETO DE LEI Nº... /LEGISLATIVO 2011 PROJETO DE LEI Nº... /LEGISLATIVO 2011 Dispõe sobre a afixação nas Academias de Ginástica, Centros Esportivos e Estabelecimentos Comerciais de Nutrição Esportiva e produtos correlatos à atividade física,

Leia mais

prin cí pi o (latim principium, -ii) substantivo masculino 1. O primeiro impulso dado a uma coisa. FIM, TERMO 2..Ato de principiar uma coisa.

prin cí pi o (latim principium, -ii) substantivo masculino 1. O primeiro impulso dado a uma coisa. FIM, TERMO 2..Ato de principiar uma coisa. prin cí pi o (latim principium, -ii) substantivo masculino 1. O primeiro impulso dado a uma coisa. FIM, TERMO 2..Ato de principiar uma coisa. = COMEÇO, INÍCIO, PRINCÍPIO FIM, TERMO 3. Origem. 4. Causa

Leia mais

A PREVALÊNCIA DO USO DE ESTERÓIDES ANABOLIZANTES EM ADOLESCENTES COM IDADE ESCOLAR

A PREVALÊNCIA DO USO DE ESTERÓIDES ANABOLIZANTES EM ADOLESCENTES COM IDADE ESCOLAR A PREVALÊNCIA DO USO DE ESTERÓIDES ANABOLIZANTES EM ADOLESCENTES COM IDADE ESCOLAR SELBMANN, Jonathan Edward Pontes Discente do curso de Educação Física da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O QUE É ANDROPAUSA? Problemas hormonais surgidos em função da idade avançada não são exclusivos das mulheres. Embora a menopausa seja um termo conhecido

Leia mais

DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS. Vulnerabilidades, riscos e formas de prevenção

DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS. Vulnerabilidades, riscos e formas de prevenção DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS Vulnerabilidades, riscos e formas de prevenção DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS DROGAS qualquer substância capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas

Leia mais

O Currículo das Séries Iniciais e a Educação para a Saúde

O Currículo das Séries Iniciais e a Educação para a Saúde Nas séries iniciais do ensino fundamental, o currículo enfatiza a assimilação de conceitos e busca desenvolver as estruturas cognitivas. Ele procura fornecer aos alunos condições necessárias para aprendizagens

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

Suplementos Nutricionais P e Rs

Suplementos Nutricionais P e Rs Suplementos Nutricionais P e Rs Porque que é que a utilização de suplementos pelos atletas representa um problema? Em muitos países, a produção de suplementos nutricionais não está adequadamente regulada

Leia mais

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes.

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. MARCELA GARCIA MANOCHIO PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. Projeto de Estágio extracurricular em Processos Educativos, desenvolvido para

Leia mais

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas.

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas. 1 Análise de comparação dos resultados dos alunos/atletas do Atletismo, categoria infanto, nos Jogos Escolares Brasiliense & Olimpíadas Escolares Brasileira. Autora: Betânia Pereira Feitosa Orientador:

Leia mais

EXERCÍCIO E DIABETES

EXERCÍCIO E DIABETES EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR Introdução OBERJAN ROCHA KOZAN FABIANA LEIFELD RAFAEL TRENTIN SCREMIN FACULDADE SANT ANA, PONTA GROSSA/ PARANÁ/ BRASIL oberjan_15@hotmail.com O objeto de

Leia mais

Posso fazer a barba?

Posso fazer a barba? A UU L AL A Posso fazer a barba? Você estudou na Aula 6 as transformações que acontecem durante a puberdade feminina. Agora chegou a hora de falarmos da puberdade masculina. Para os meninos, a puberdade

Leia mais

A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS

A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS Prof. Lorena Silveira Cardoso Mestranda em Saúde Coletiva Profª. Drª. Marluce Miguel de Siqueira Orientadora VITÓRIA 2013 INTRODUÇÃO O consumo de substâncias

Leia mais

Atividade Física e Saúde na Escola

Atividade Física e Saúde na Escola Atividade Física e Saúde na Escola *Eduardo Cardoso Ferreira ** Luciano Leal Loureiro Resumo: Atividade física pode ser trabalhada em todas as idades em benefício da saúde. O objetivo do artigo é conscientizar

Leia mais

O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas.

O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas. O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas. Quando o campo se expande, mais profissionais chegam ao mercado, mais áreas de atuação se formam e a categoria conquista mais visibilidade.

Leia mais

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações.

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações. 24 CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE Profª Ms Angela Maria Venturini Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro/ISERJ RESUMO O Curso Normal Superior (CNS) do Instituto Superior de Educação

Leia mais

ANEXO I. PROJETO De Extensão de Longa Duração

ANEXO I. PROJETO De Extensão de Longa Duração MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA REITORIA ANEXO I. PROJETO De Extensão de Longa Duração 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do Projeto: Diga Não Usando a Razão 1.2 Câmpus de Origem: Panambi

Leia mais

PLANO DE TRABALHO IDOSO

PLANO DE TRABALHO IDOSO PLANO DE TRABALHO IDOSO Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER Afonso

Leia mais

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA Carlos Silva 1 Objetivo: Favorecer o desenvolvimento de ações pedagógicas em saúde a partir da inserção das questões de saúde no Projeto Político

Leia mais

A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR

A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR Robson Rogaciano Fernandes da Silva (Mestrando-Universidade Federal de Campina Grande) Ailanti de Melo Costa Lima (Graduanda-Universidade Estadual

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. RESUMO Nós, jovens brasileiros, é uma continuidade do conhecido Este jovem brasileiro, sucesso do portal por 6 edições consecutivas.

Leia mais

DATA: VALOR:20 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 2ª EM TURMA: NOME COMPLETO:

DATA: VALOR:20 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 2ª EM TURMA: NOME COMPLETO: DISCIPLINA: Educação Física PROFESSORES: Isabel Terra/Marcelo Paiva DATA: VALOR:20 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 2ª EM TURMA: NOME COMPLETO: Nº: QUESTÃO 01 O sedentarismo já

Leia mais

Deposteron cipionato de testosterona

Deposteron cipionato de testosterona Deposteron cipionato de testosterona EMS SIGMA PHARMA LTDA Solução I.M. 100 mg/ ml MODELO DE BULA - PACIENTE Deposteron cipionato de testosterona APRESENTAÇÕES Solução oleosa injetável 100 mg/ml em embalagem

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo:

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo: Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade Entrevista cedida à FGR em Revista por Gustavo de Faria Dias Corrêa, Secretário de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais. FGR: A Secretaria

Leia mais

?- Período em que participavam das aulas.

?- Período em que participavam das aulas. Iniciativa Apoio como foi a campanha HISTÓRIAS EX ALUNOS 1997 2013 as perguntas eram relacionadas ao:?- Período em que participavam das aulas. - Impacto que o esporte teve na vida deles. - Que têm feito

Leia mais

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA Por: DANIELA NASCIMENTO AUGUSTO (Técnica em Gerontologia e Terapeuta Ocupacional) DIEGO MIGUEL (Artista Plástico, Técnico em Gerontologia e Coordenador do NCI Jova

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS HÁBITOS DE HIGIENE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM ESCOLAS DE REALENGO

LEVANTAMENTO DOS HÁBITOS DE HIGIENE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM ESCOLAS DE REALENGO Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 178 183 LEVANTAMENTO DOS HÁBITOS DE HIGIENE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM ESCOLAS DE REALENGO FERREIRA, Luana Jesus da Silva

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a realização de dois treinamentos

Leia mais

1. Saúde individual e comunitária. 1.1. Indicadores do estado de saúde de uma população. 1.2. Medidas de ação para promoção de saúde.

1. Saúde individual e comunitária. 1.1. Indicadores do estado de saúde de uma população. 1.2. Medidas de ação para promoção de saúde. ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA GRACIOSA CIÊNCIAS NATURAIS 9º ANO ANO LETIVO 2014/2015 AULAS PREVISTAS TEMA ORGANIZADOR CONTEÚDOS CONCETUAIS (45 MINUTOS) A B VIVER MELHOR NA TERRA 1. Saúde individual e comunitária.

Leia mais

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO ISSN 2177-9139 OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO André Martins Alvarenga - andrealvarenga@unipampa.edu.br Andressa Sanches Teixeira - andressaexatas2013@gmail.com

Leia mais

DURATESTON (propionato de testosterona fempropionato de testosterona isocaproato de testosterona decanoato de testosterona)

DURATESTON (propionato de testosterona fempropionato de testosterona isocaproato de testosterona decanoato de testosterona) DURATESTON (propionato de testosterona fempropionato de testosterona isocaproato de testosterona decanoato de testosterona) Schering Plough Indústria Farmacêutica Ltda. Solução Injetável 250 mg/ml IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Sumário. Data: 06/12/2013 NT 245 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

Sumário. Data: 06/12/2013 NT 245 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NT 245 /2013 Solicitante: Ilmo Dr RODRIGO DIAS DE CASTRO Juiz de Direito Comarca de Campestre Data: 06/12/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0023168-04.2013.8.13.0110

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE ESTABELECIMENTO: CEEBJA TOLEDO DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA - 2014 ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO INDIVIDUAL E COLETIVO

PLANO DE TRABALHO DOCENTE ESTABELECIMENTO: CEEBJA TOLEDO DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA - 2014 ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO INDIVIDUAL E COLETIVO CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA PARA JOVENS E ADULTOS - TOLEDO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Rua Guarani, 1640 Centro Fone/Fax: 45 3252-7479 Toledo Paraná tooceebjatoledo@seed.pr.gov.br PLANO DE TRABALHO

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

Grupo de Trabalho: Temas Livres

Grupo de Trabalho: Temas Livres ATIVIDADE FÍSICA, LAZER E SAÚDE NA ADOLESCÊNCIA: POSSÍVEIS APROXIMAÇÕES Alipio Rodrigues Pines Junior (alipio.rodrigues@gmail.com) Grupo Interdisciplinar de Estudos do Lazer - GIEL/USP/CNPq Tiago Aquino

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2013 Criação de um novo departamento dentro da SAS: DAET- Departamento de Atenção

Leia mais

O USO DO ÁLCOOL ENTRE OS JOVENS: HISTÓRIA, POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS, CONSEQÜÊNCIAS SOCIAIS E TRATAMENTO.

O USO DO ÁLCOOL ENTRE OS JOVENS: HISTÓRIA, POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS, CONSEQÜÊNCIAS SOCIAIS E TRATAMENTO. ANTONIO WILKER BEZERRA LIMA O USO DO ÁLCOOL ENTRE OS JOVENS: HISTÓRIA, POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS, CONSEQÜÊNCIAS SOCIAIS E TRATAMENTO. 1ª Edição Arneiroz Edição do Autor 2013 [ 2 ] Ficha catalográfica. Lima,

Leia mais

PREVALÊNCIA DE SOBREPESO E DE OBESIDADE EM ESCOLARES DO ENSINO FUNDAMENTAL I DA ESCOLA ESTADUAL ANTONIA DE FARIAS RANGEL

PREVALÊNCIA DE SOBREPESO E DE OBESIDADE EM ESCOLARES DO ENSINO FUNDAMENTAL I DA ESCOLA ESTADUAL ANTONIA DE FARIAS RANGEL ARTIGO PREVALÊNCIA DE SOBREPESO E DE OBESIDADE EM ESCOLARES DO ENSINO FUNDAMENTAL I DA ESCOLA ESTADUAL ANTONIA DE FARIAS RANGEL Flávio Petrônio Cabral de Castro Docente da Escola Estadual Antonia Rangel

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

Anabolizante s. João Modesto Filho UFPB. Anabolizant es. Insuficiência Renal

Anabolizante s. João Modesto Filho UFPB. Anabolizant es. Insuficiência Renal e s João Modto Filho Insuficiência Renal Johansen, KL; Mulligan, K et al. Anabolic effects of nandrolone decanoate in patients receiving dialysis: a randomized controlled trial. JAMA, 1999; 281: 1275-1281.

Leia mais

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática.

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática. PRÓ-MATEMÁTICA 2012: UM EPISÓDIO DE AVALIAÇÃO Edilaine Regina dos Santos 1 Universidade Estadual de Londrina edilaine.santos@yahoo.com.br Rodrigo Camarinho de Oliveira 2 Universidade Estadual de Londrina

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH Brasília, outubro de 2015 População Masculina 99 milhões (48.7%) População alvo: 20 a 59 anos População Total do Brasil 202,7 milhões de

Leia mais

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas.

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SANTOS, Silvana Salviano silvanasalviano@hotmail.com UNEMAT Campus de Juara JESUS, Lori Hack de lorihj@hotmail.com UNEMAT

Leia mais

LEI PAULISTA DE INCENTIVO AO ESPORTE PIE PROGRAMA DE INCENTIVO AO ESPORTE DECRETO 55.636/2010

LEI PAULISTA DE INCENTIVO AO ESPORTE PIE PROGRAMA DE INCENTIVO AO ESPORTE DECRETO 55.636/2010 LEI PAULISTA DE INCENTIVO AO ESPORTE PIE PROGRAMA DE INCENTIVO AO ESPORTE DECRETO 55.636/2010 ESCOLA DE Pedal Batatais Histórico da Entidade e Descritivo de Atividades Fundada em 1999 por JOSÈ REGINALDO

Leia mais

Química e Medicamentos Automedicação e os riscos à saúde

Química e Medicamentos Automedicação e os riscos à saúde Química e Medicamentos Automedicação e os riscos à saúde A falta de consciência da população no uso de diversos medicamentos sem a prescrição médica e os riscos da automedicação à saúde foram os principais

Leia mais

Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a)

Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a) Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a) Parecer CoBi 008/2011 Consulta sobre a solicitação de exames de rotina para detectar vírus HIV e uso de drogas ilícitas. Termo de responsabilidade

Leia mais

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 Claudemir Monteiro Lima Secretária de Educação do Estado de São Paulo claudemirmonteiro@terra.com.br João

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA Ano lectivo 2014/2015 Introdução A Educação para a Cidadania é um processo ao longo da vida. Começa em casa e no meio próximo das crianças com as questões da identidade, relações

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA VOTO EM SEPARADO (DEPUTADO POMPEO DE MATTOS) PROJETO DE LEI Nº 419, DE 2011.

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA VOTO EM SEPARADO (DEPUTADO POMPEO DE MATTOS) PROJETO DE LEI Nº 419, DE 2011. COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA VOTO EM SEPARADO (DEPUTADO POMPEO DE MATTOS) PROJETO DE LEI Nº 419, DE 2011. Regulamenta a venda de compostos líquidos prontos para consumo. Autor: Deputado Áureo

Leia mais

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 30 de maio de 2005. Prof. Milton Mayer Presidente

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 30 de maio de 2005. Prof. Milton Mayer Presidente RESOLUÇÃO CONSEAcc-BP 9/2005 ALTERA AS EMENTAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho Acadêmico por Câmpus, do câmpus de Bragança

Leia mais

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade:

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade: PROJETO DE LEI N. 426/2013 ESTADO DO AMAZONAS ESTABELECE diretrizes para a Política Municipal de Educação Alimentar Escolar e Combate à Obesidade, e dá outras providências. Art.1º - O Poder Público Municipal,

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 Simone Machado Firme FURG 1 Karine Vargas Oliveira FURG 2 Michele Fernanda Silveira

Leia mais

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL RESUMO Descritores: Alcoolismo. Drogas. Saúde Pública. Introdução Durante a adolescência, o indivíduo deixa de viver apenas com a família

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 259 ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Rogers Figueiredo Claro 1, Aguinaldo

Leia mais

Interação das Escolas do Tocantins

Interação das Escolas do Tocantins SINDICATO DOS PEDAGOGOS DO ESTADO DO TOCANTINS - SINPETO www.sinpeto.com.br Interação das Escolas do Tocantins Palmas 2010. SINDICATO DOS PEDAGOGOS DO ESTADO DO TOCANTINS - SINPETO www.sinpeto.com.br Projeto:

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

5 Conclusão e discussões

5 Conclusão e discussões 5 Conclusão e discussões O presente estudo procurou entender melhor o universo dos projetos de patrocínio de eventos, principalmente com o objetivo de responder a seguinte questão: quais são as principais

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

Será que doses elevadas de creatina "atrasam o início clínico" da doença de Huntington? Porquê a creatina?

Será que doses elevadas de creatina atrasam o início clínico da doença de Huntington? Porquê a creatina? Notícias científicas sobre a Doença de Huntington. Em linguagem simples. Escrito por cientistas. Para toda a comunidade Huntington. Será que doses elevadas de creatina "atrasam o início clínico" da doença

Leia mais

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Nicia Cristina Rocha Riccio nicia@ufba.br Introdução Com o advento das tecnologias de informação e comunicação (TICs) a Educação a Distância (EAD) ganha

Leia mais

Entendendo a lipodistrofia

Entendendo a lipodistrofia dicas POSITHIVAS Entendendo a lipodistrofia O que é a lipodistrofia? Lipodistrofia é quando o corpo passa a absorver e a distribuir as gorduras de maneira diferente. Diminui a gordura nas pernas, braços,

Leia mais

A importância e influências no desenvolvimento psicomotor em crianças iniciantes na prática do Futebol

A importância e influências no desenvolvimento psicomotor em crianças iniciantes na prática do Futebol A importância e influências no desenvolvimento psicomotor em crianças iniciantes na prática do Futebol Autor: Daniel Brugni Guimarães Orientador: Prof. Me. Fabio Aires da Cunha Ar Rass Saudi Arabia 2012

Leia mais

Promoção para a Saúde

Promoção para a Saúde COLÉGIO RAINHA SANTA ISABEL ANO LETIVO 2013/2014 PROJETO Promoção para a Saúde - Estilos de Vida Saudável Organização: Departamento de Educação Física INTRODUÇÃO As Orientações da União Europeia para a

Leia mais

Comportamento sexual está intimamente relacionado ao comportamento reprodutivo; Influenciado por vários fatores fisiológicos e comportamentais;

Comportamento sexual está intimamente relacionado ao comportamento reprodutivo; Influenciado por vários fatores fisiológicos e comportamentais; Curso - Psicologia Disciplina: Bases Biológicas do Comportamento Resumo Aula - Comportamento Reprodutivo Comportamento Reprodutivo Comportamento sexual está intimamente relacionado ao comportamento reprodutivo;

Leia mais

1 Justificativa. 2 Objetivos. 2.1 Objetivos gerais

1 Justificativa. 2 Objetivos. 2.1 Objetivos gerais 4 Introdução Este projeto de pesquisa procura levantar dados que mostrem a qualidade de compreensão dos alunos que compõem o Curso de Fisioterapia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA) sobre questões

Leia mais

CAPTAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE ENFERMAGEM PARA DOAÇÃO DE SANGUE FRENTE A CARÊNCIA VIVENCIADA 1

CAPTAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE ENFERMAGEM PARA DOAÇÃO DE SANGUE FRENTE A CARÊNCIA VIVENCIADA 1 CAPTAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE ENFERMAGEM PARA DOAÇÃO DE SANGUE FRENTE A CARÊNCIA VIVENCIADA 1 BENDER, Leticia Silmara 2 ; MARZARI, Carla 3 ; MENEGAZZI, Bruna Boff 4 ; NEVES, Bruna Sartori 5 ; QUADROS,

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 Junho de 2010 2 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 O objetivo geral deste estudo foi investigar as percepções gerais

Leia mais

Coordenação: Profª Vera Rodrigues

Coordenação: Profª Vera Rodrigues III Oficina Técnica da Chamada CNPq/MDS - 24/2013 Seminário de Intercâmbio de pesquisas em Políticas Sociais, Combate à Fome e à Miséria no Brasil Projeto E agora falamos nós: mulheres beneficiárias do

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO

ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO no campo do álcool, tabaco e outras drogas - ATOD Geraldo Mendes de Campos ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO no campo do álcool, tabaco e outras drogas - ATOD OBJETIVOS: - impedir ou retardar

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Fabiano Fialho Lôbo Universidade Federal de Pernambuco fabiano_lobo@yahoo.com.br Luciana Rufino de Alcântara Universidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 83/COGEN/SEAE/MF

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 83/COGEN/SEAE/MF MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 83/COGEN/SEAE/MF Brasília, 10 de agosto de 2012. Assunto: Contribuição à Consulta Pública nº

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Uso Racional de Medicamentos. Erros de medicação. Conscientização.

PALAVRAS-CHAVE: Uso Racional de Medicamentos. Erros de medicação. Conscientização. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

EXPLICAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO

EXPLICAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO EXPLICAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO Elementos Textuais: INTRODUÇÃO: Introduzir significa apresentar. Descrever o trabalho baseando-se nas seguintes colocações: o quê fez, por que

Leia mais

Paulo de Lima. Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ).

Paulo de Lima. Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ). Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ). Titulo 03: Droga, Álcool e cidadania Paulo de Lima (Mestrando em Educação

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais