Nome da Ação: Relatório Pós Evento Exposição: Inclusão para quem? A inclusão nos espaços coletivos Local 1: EE Portal do Alto Rua: Alfredo Calixto, nº 35 Portal do Alto, Ribeirão Preto SP Nº de participantes: Relato 120 pessoas aproximadamente O questionamento inclusão para quem? usado como tema central de nossa exposição, nos levou a refletir sobre como esta acontece na sociedade e ao mesmo tempo, como a entendemos e a percebemos ao nosso redor. A segunda parte do título A inclusão nos espaços coletivos, nos remete a inclusão em nosso principal espaço coletivo: a escola. No entanto, mais do que as relações de ensino-aprendizagem, nosso olhar voltou-se às relações de respeito, empatia, tolerância, dignidade e igualdade que devem ser cultivadas em cada um de nós. Repensar tais relações com as crianças, nos colocou diante de conceitos inculcados pela sociedade, como o de que a pessoa com deficiência deve ser tratada como café com leite, ou seja, como alguém que não compreende os acontecimentos ao seu redor e que não é capaz de tomar decisões ou ter opiniões. Neste evento, buscamos ressaltar a importância de se compreender que nossos direitos não terminam ondem começam os direitos do outro, mas sim, que nossos direitos devem ser assegurados bem como os direitos dos outros. Diante disto, concluímos, juntamente com as crianças e seus pais (que visitaram nossa exposição) que esta mudança só poderá ocorrer na medida em que nossa consciência mudar e em reflexo dela, mudarem nossas ações. Para exposição, os alunos dos quintos e quarto ano, produziram frases e desenhos que expressavam seus pontos de vista diante de três pontos sobre a inclusão: a) o que eu sei; b) o que eu faço/ vejo; c) como deveria ser. Abaixo, algumas fotos que retratam como o evento ocorreu em nossa escola.
Figura 1- Desenhos e frases dos alunos expressando ideias de respeito, igualdade, dignidade, tolerância e empatia. Figura 2- Desenhos e frases dos alunos tratando do direito ao acesso da pessoa com deficiência física.
Figura 3- Montagem realizada por grupo de alunos. Figura 4- Desenhos e frases dos alunos expressando como percebem a inclusão nos espaços coletivos.
Figura 5- Caixa para dinâmica (ao olhar dentro da caixa, a pessoa vê sua imagem refletida no espelho e compreende que a mudança que tanto deseja, deve começar nela). Figura 6- Autores de algumas das frases e desenhos.
Figura 7- Pais e autores dos trabalhos, apreciando os trabalhos no início da exposição. Figura 8- Pais e autores dos trabalhos no final da exposição.
Local 2: EMEB Luiz Ometto Rua: Rui Barbosa, nº 924 Centro, Pradópolis SP Nome da Ação: "Somos Iguais na Diferença" Nº de participantes: 60 pessoas aproximadamente Relato As atividades foram iniciadas com as crianças com uma roda de conversa para falar sobre o tema: Figura 9 - Profª. Cássia - 2ª Etapa A
Figura 10 - Profª Marli 2ª Etapa B Figura 11 - Profª Eliana 2ª Etapa C
Figura 12 - Professora Ozana 2ª Etapa D Esse primeiro momento das atividades, foi muito bacana, pois, durante a roda da conversa, algumas crianças relataram que já viram ou conhecem pessoas da cidade que possuem deficiência e de como é a rotina destas pessoas no dia a dia. Após a roda da conversa, as quatro salas se reuniram no anfiteatro para assistir a contação de história do Livro (digitalizado) Na minha escola, todo mundo é igual da autora Rossana Ramos. Nesta atividade, a professora Eliana, leu e foi explicando a história sempre, relacionando o conteúdo do livro ao contexto escolar e social das pessoas com deficiência.
Figura 13 e 14 Professoras e alunos em atividade no anfiteatro Ainda no anfiteatro, logo após a história contada pela professora Eliana, a professora Ozana apresentou dois vídeos um falando sobre as diferenças e um relatando a experiência de uma menina cega sendo incluída numa escola regular de ensino
Figura 15 e 16 Professora Ozana e alunos em momento de conversa sobre os vídeos
Após ouvirmos a história e assistirmos ao vídeos, nos reunimos no pátio para a roda da reflexão Figura 17 Roda de reflexão Nesse momento, os alunos participaral oralmente, dando uam devolutiva oral sobre a história e os vídeos assistidos, foi muito interessante observar que dentro do ambiente escolar, mais propriamente, entre os alunos, eles não enxergam a inclusão como um problema, isso ficou claro quando a professora eliana, durante a leitura do livro ( 1º atividade no anfeteatro) ela fez um quentionamento sobre crianças com autismo em nossa escola, e mesmo tendo um aluno com autismo na sala, ninguém mencionou ele, ou seja, as crianças o vê como um colega normal,, igual aos outros. Esse tipo de observação nos faz refletir sobre a quentão da inclusão, que muitas vezes, está na cabeça dos adultos que focam a inclusão como sendo um problema e/ou um obstáculo de difícil solução, enquanto as crianças, tratam com mais naturalidade muitas vezes, até se prtopoem a ajufar. Para encerrar a roada da reflexão, a professora Eliana, comentou sobre sua experiência como Diretora de uma escola onde haviam muitos deficientes e como essa experiência foi rica para ela. Tal relato destertou interesse e curiosidade nas crianças, ainda mais que, no ano que vem (2018) boa parte deles, irão estudar na escola mencionada pela professora Eliana.
Figura 18 Painel com os trabalhos dos alunos. Finalizamos as atiividades um um registro através de desenho feito pelos alunos e os mesmos foram utilizados para montagem de uma painel que ficou fixado na entrada da escola, para apreciação dos outros alunos, dos pais e funcionários da escola. Figura 19 Todos os envolvidos na atividade.