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M) AVALIAÇÃO DE CONFORMIDADE DE PRODUTOS, DECORRENTE DE EXIGÊNCIAS LEGAIS, GERA CRÉDITO DE PIS E COFINS... 14 I NOVAS DECISÕES ADMINISTRATIVAS A) ENERGIA ELÉTRICA, EM CONDOMÍNIO INDUSTRIAL, NA EXISTÊNCIA DE DOCUMENTO DE COBRANÇA, COM AFERIÇÃO PRECISA E INEQUÍVOCA DA EXATA QUOTA DE ENERGIA CONSUMIDA GERA CRÉDITO NA MEDIDA DE SEU CONSUMO, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 155, DE 14 DE JUNHO DE 2012 CRÉDITO. ENERGIA ELÉTRICA. CONDOMÍNIO INDUSTRIAL. É permitida à pessoa jurídica que apure a contribuição para o PIS/Pasep no regime não-cumulativo, a apuração de créditos, a serem descontados do valor apurado mensalmente para tal contribuição, calculados sobre dispêndios incorridos no mês com energia elétrica, de que trata o art. 3, inciso IX, da Lei n 10.637, de 2002, desde que tal energia seja consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica e que o valor despendido seja pago ou creditado a pessoa jurídica domiciliada no País. Tal entendimento prevalece mesmo que os valores referentes ao consumo de energia elétrica sejam cobrados mediante documento de cobrança, cujo objetivo seja cobrar a quota de energia consumida que cabe a cada condômino dentro de um condomínio industrial. Contudo, é necessário que o valor constante do documento de cobrança represente uma aferição precisa e inequívoca da exata quota de energia elétrica consumida no estabelecimento da pessoa jurídica. Ao contrário, não devem ser admitidas na apuração de créditos provenientes de despesas com energia elétrica, de que trata o art. 3, inciso IX, da Lei n 10.637, de 2002, quaisquer valores que não representem efetivamente o preço que corresponda ao real consumo de energia elétrica consumida pela pessoa jurídica. Dispositivos Legais: Lei nº 10.637, de 2002, art. 3, inciso IX, 1, II, e 3, II; art. 123 da Lei n 5.172, de 25 de outubro de 1966. CRÉDITO. ENERGIA ELÉTRICA. CONDOMÍNIO INDUSTRIAL. É permitido à pessoa jurídica que apure a Cofins no regime não-cumulativo, a apuração de créditos, a serem descontados do valor apurado mensalmente

3 para tal contribuição, calculados sobre dispêndios incorridos no mês com energia elétrica, de que trata o art. 3, inciso III, da Lei n 10.833, de 2003, desde que tal energia seja consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica e que o valor despendido seja pago ou creditado a pessoa jurídica domiciliada no País. Tal entendimento prevalece mesmo que os valores referentes ao consumo de energia elétrica sejam cobrados mediante documento de cobrança, cujo objetivo seja cobrar a quota de energia consumida que cabe a cada condômino dentro de um condomínio industrial. Contudo, é necessário que o valor constante do documento de cobrança represente uma aferição precisa e inequívoca da exata quota de energia elétrica consumida no estabelecimento da pessoa jurídica. Ao contrário, não devem ser admitidas na apuração de créditos provenientes de despesas com energia elétrica, de que trata o art. 3, inciso III, da Lei n 10.833, de 2003, quaisquer valores que não representem efetivamente o preço que corresponda ao real consumo de energia elétrica consumida pela pessoa jurídica. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3, inciso III, 1, II, e 3, II; art. 123 da Lei n 5.172, de 25 de outubro de 1966. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES B) PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE DISPONIBILIZAÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS E EDITORIAIS OU DE CONTEÚDOS INTERATIVOS E MÍDIA, ACESSÍVEIS MEDIANTE A TELEFONIA MÓVEL NAS DIVERSAS FORMAS, MODALIDADES E PLATAFORMA TECNOLÓGICAS, POR MEIO DA TELEFONIA FIXA NAS DIVERSAS FORMAS, MODALIDADES E PLATAFORMAS TECNOLÓGICAS, BEM COMO VIA INTERNET, WIRELESS E MEIO TELEVISIVOS E DIGITAIS, NÃO SOFREM A RETENÇÃO DE PIS E COFINS, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 156, DE 14 DE JUNHO DE 2012 RETENÇÃO NA FONTE. SERVIÇOS DE DISPONIBILIZAÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS, EDITORIAIS, INTERATIVOS E MÍDIA. Os pagamentos decorrentes da prestação de serviços de disponibilização de conteúdos digitais e editoriais ou de conteúdos interativos e mídia, acessíveis mediante a telefonia móvel nas diversas formas, modalidades e plataformas tecnológicas, por meio da telefonia fixa nas diversas formas, modalidades e plataformas tecnológicas, bem como via internet, wireless e meios televisivos e digitais, não sofrem a retenção de contribuição para o PIS/Pasep, de que tratam o art. 30 da Lei n 10.833, de 2003, e o art. 1º da IN SRF nº 459, de 2004, apenas se para prestação de tal serviço não houver a elaboração de um programa de computador (software) por encomenda e para uso exclusivo, decorrente do contrato firmado.

Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, art. 30; Instrução Normativa SRF nº 459, de 18 de outubro de 2004, art. 1º; Decreto n 3.000, 26 de março de 1999, art. 647, 1, itens 17 e 30; Lei n 9.609, de 19 de fevereiro de 1998, arts. 1, 8 e 9 ; Parecer Normativo CST nº 8, de 17 de abril de 1986, itens 16 a 21. RETENÇÃO NA FONTE. SERVIÇOS DE DISPONIBILIZAÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS, EDITORIAIS, INTERATIVOS E MÍDIA. Os pagamentos decorrentes da prestação de serviços de disponibilização de conteúdos digitais e editoriais ou de conteúdos interativos e mídia, acessíveis mediante a telefonia móvel nas diversas formas, modalidades e plataformas tecnológicas, por meio da telefonia fixa nas diversas formas, modalidades e plataformas tecnológicas, bem como via internet, wireless e meios televisivos e digitais, não sofrem a retenção de Cofins, de que tratam o art. 30 da Lei n 10.833, de 2003, e o art. 1º da IN SRF nº 459, de 2004, apenas se para prestação de tal serviço não houver a elaboração de um programa de computador (software) por encomenda e para uso exclusivo, decorrente do contrato firmado. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, art. 30; Instrução Normativa SRF nº 459, de 18 de outubro de 2004, art. 1º; Decreto n 3.000, 26 de março de 1999, art. 647, 1, itens 17 e 30; Lei n 9.609, de 19 de fevereiro de 1998, arts. 1, 8 e 9 ; Parecer Normativo CST nº 8, de 17 de abril de 1986, itens 16 a 21. Assunto: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL RETENÇÃO NA FONTE. SERVIÇOS DE DISPONIBILIZAÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS, EDITORIAIS, INTERATIVOS E MÍDIA. Os pagamentos decorrentes da prestação de serviços de disponibilização de conteúdos digitais e editoriais ou de conteúdos interativos e mídia, acessíveis mediante a telefonia móvel nas diversas formas, modalidades e plataformas tecnológicas, por meio da telefonia fixa nas diversas formas, modalidades e plataformas tecnológicas, bem como via internet, wireless e meios televisivos e digitais, não sofrem a retenção de CSLL, de que tratam o art. 30 da Lei n 10.833, de 2003, e o art. 1º da IN SRF nº 459, de 2004, apenas se para prestação de tal serviço não houver a elaboração de um programa de computador (software) por encomenda e para uso exclusivo, decorrente do contrato firmado. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, art. 30; Instrução Normativa SRF nº 459, de 18 de outubro de 2004, art. 1º; Decreto n 3.000, 26 de março de 1999, art. 647, 1, itens 17 e 30; Lei n 9.609, de 19 de fevereiro de 1998, arts. 1, 8 e 9 ; Parecer Normativo CST nº 8, de 17 de abril de 1986, itens 16 a 21. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES

5 C) REVENDA DE PRODUTOS SUJEITOS AO REGIME MONOFÁSICO PODEM SER INCLUÍDOS, PARA FINS DE RATEIO PROPORCIONAL, NA APURAÇÃO DE CRÉDITOS DE DESPESAS GERAIS, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 174, DE 22 DE JUNHO DE 2012 CRÉDITOS. RATEIO PROPORCIONAL. REVENDA DE PRODUTOS SUJEITOS AO REGIME MONOFÁSICO. É permitida a inclusão das receitas auferidas com a revenda de produtos monofásicos, tributadas à alíquota zero, no somatório das receitas não cumulativas para fins do rateio proporcional, com vistas à obtenção da base de cálculo dos créditos da contribuição calculados sobre as despesas comuns, vinculadas às receitas cumulativas e não cumulativas. Dispositivos Legais: Lei n 10.485, de 2002, art. 1º, caput, e art. 3º; Lei nº 10.637, de 2002, art. 2º, 1º, III e art. 3º; Lei nº 10.833, de 2003, art 3º, VII e IX, c/c art. 15, II; Lei nº 11.033, de 2004, art. 17. CRÉDITOS. RATEIO PROPORCIONAL. REVENDA DE PRODUTOS SUJEITOS AO REGIME MONOFÁSICO. É permitida a inclusão das receitas auferidas com a revenda de produtos monofásicos, tributadas à alíquota zero, no somatório das receitas não cumulativas para fins do rateio proporcional, com vistas à obtenção da base de cálculo dos créditos da contribuição calculados sobre as despesas comuns, vinculadas às receitas cumulativas e não cumulativas. Dispositivos Legais: Lei n 10.485, de 2002, art. 1º, caput, e art. 3º; Lei n 10.833, de 2003, art. 2º, 1º, III e art. 3º; Lei nº 11.033, de 2004, art. 17. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES D) DESPESAS COM PUBLICIDADE, PROPAGANDA E QUALQUER FORMA DE DIVULGAÇÃO NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 181, DE 27 DE JUNHO DE 2012

CRÉDITO. DESPESAS COM PUBLICIDADE, PROPAGANDA E DIVULGAÇÃO. Despesas com publicidade, propaganda e divulgação, tais como aquelas com provedores de internet, sites de busca, emissoras de televisão e rádio e revistas periódicas, não geram direito à apuração de créditos a serem descontados da contribuição para o PIS/Pasep, no regime não cumulativo, por não se caracterizarem como insumo, conforme definição preceituada na IN SRF n 247, de 2002, e tampouco constarem do rol de dispêndios passíveis de aproveitamento de créditos constante do art. 3 da Lei n 10.637, de 2002. REMUNERAÇÃO CONTRATUAL. ACERTO DE PREÇOS. Em um contrato de prestação de serviço em que a parte contratada, titular ou licenciada dos direitos patrimoniais de gravações musicais ou sonoras, obras gráficas e fotográficas, jogos, blogs, notícias, comunidades virtuais e outros produtos e serviços, disponibiliza tais produtos e serviços aos clientes de empresa de telefonia móvel, independentemente do método de acerto de preços constante deste ato negocial, descabe a configuração de dispêndios com insumos por parte da contratada. Portanto, não havendo para a contratada dispêndios que exsurgem desse ato negocial, não há que se falar em créditos a serem descontados da Contribuição para o PIS/Pasep, no regime não cumulativo, de que trata a Lei n 10.637, de 2002. Dispositivos legais: Lei nº 10.637, de 30 de dezembro 2002, art. 3º, II (após alterações feitas pela Lei nº 10.684, de 30 de maio de 2003, e pela Lei nº 10.865, de 2004); IN SRF n 247, 21 de novembro de 2002, art. 66 (após alterações feitas pela IN SRF nº 358, de 9 de setembro de 2003) e art. 67; e Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 04, de 03 de abril de 2007, art. 2. CRÉDITO. DESPESAS COM PUBLICIDADE, PROPAGANDA E DIVULGAÇÃO. Despesas com publicidade, propaganda e divulgação, tais como aquelas com provedores de internet, sites de busca, emissoras de televisão e rádio e revistas periódicas, não geram direito à apuração de créditos a serem descontados da Cofins, no regime não cumulativo, por não se caracterizarem como insumo, conforme definição preceituada na IN SRF n 404, de 2004, e tampouco constarem do rol de dispêndios passíveis de aproveitamento de créditos constante do art. 3 da Lei n 10.833, de 2003. REMUNERAÇÃO CONTRATUAL. ACERTO DE PREÇOS. Em um contrato de prestação de serviço, em que a parte contratada, titular ou licenciada dos direitos patrimoniais de gravações musicais ou sonoras, obras gráficas e fotográficas, jogos, blogs, notícias, comunidades virtuais e outros produtos e serviços, disponibiliza tais produtos e serviços aos clientes de empresa de telefonia móvel, independentemente do método de acerto de preços constante deste ato negocial, descabe a configuração de dispêndios com insumos por parte da contratada. Portanto, não havendo para a contratada dispêndios que exsurgem desse ato negocial, não há que se falar em créditos a serem descontados da Cofins, no regime não cumulativo, de que trata a Lei n 10.833, de 2003.

7 Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, art. 3º, II (após alterações feitas pela Lei nº 10.865, de 2004); Instrução Normativa SRF n 404, de 12 de março de 2004, art. 8 ; e Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 04, de 03 de abril de 2007, art. 2. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES E) ADMINISTRADORAS DE CARTÕES DE CRÉDITO PODEM DESCONTAR CRÉDITOS EM RELAÇÃO AOS SERVIÇOS DE COBRANÇA BANCÁRIA, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 148, DE 20 DE JULHO DE 2012 ADMINISTRAÇÃO DE CARTÕES DE CRÉDITO. COBRANÇA BANCÁRIA. INSUMOS. CRÉDITOS. Na atividade empresarial de administração de cartões de crédito podem ser descontados créditos, no regime de apuração não cumulativa, em relação aos serviços de cobrança bancária aplicados na intermediação entre o usuário do cartão e o lojista credenciado, por constituírem insumos utilizados na prestação de serviços. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3o, II, e 1o, I; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8o, 4o. ASSUNTO : CONTRIBUIÇÃO PA R A O PIS/ PASEP ADMINISTRAÇÃO DE CARTÕES DE CRÉDITO. COBRANÇA BANCÁRIA. INSUMOS. CRÉDITOS. Na atividade empresarial de administração de cartões de crédito podem ser descontados créditos, no regime de apuração não cumulativa, em relação aos serviços de cobrança bancária aplicados na intermediação entre o usuário do cartão e o lojista credenciado, por constituírem insumos utilizados na prestação de serviços. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3o, II, e 1o, I, c/c art. 15, II; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8o, 4o, c/c 9o, I. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI F) ATIVIDADE DE LOCAÇÃO DE COISAS NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO DE PIS E COFINS, MESMO NO REGIME NÃO CUMULATIVO, conforme solução abaixo.

SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 149, DE 23 DE JULHO DE 2012 NÃO CUMULATIVIDADE. LOCAÇÃO DE COISAS. CRÉDITOS. INSUMOS. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. PARTES E PEÇAS DE REPOSIÇÃO. SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO. O direito a crédito previsto no art. 3o, II, da Lei nº 10.833, de 2003, destina-se unicamente às pessoas jurídicas que exerçam atividades de prestação de serviços ou de produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda. A atividade empresarial de locação de bens móveis" tem natureza distinta da atividade de "prestação de serviços". Aquela é obrigação de dar; esta, obrigação de fazer. Dessa forma, receitas decorrentes da locação de máquinas e equipamentos não admitem dedução de créditos em relação a insumos. Todavia, na hipótese de substituição de partes e peças, ou de realização de serviços de manutenção, de que resultem aumento de vida útil superior a um ano ao bem em que forem aplicados, os valores correspondentes deverão ser capitalizados para depreciações futuras, vindo a admitir créditos com base no art. 3o, VI, da Lei nº 10.833, de 2003. Dispositivos Legais: Lei nº 10.406, de 2002 (Código Civil); Lei nº 10.833, de 2003, art. 3o, II e VI; Decreto nº 3.000, de 1999, art.346, 1o. NÃO CUMULATIVIDADE. LOCAÇÃO DE COISAS. CRÉDITOS. INSUMOS. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. PARTES E PEÇAS DE REPOSIÇÃO. SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO. O direito a crédito previsto no art. 3o, II, da Lei nº 10.637, de 2002, destina-se unicamente às pessoas jurídicas que exerçam atividades de prestação de serviços ou de produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda. A atividade empresarial de "locação de bens móveis" tem natureza distinta da atividade de "prestação de serviços". Aquela é obrigação de dar; esta, obrigação de fazer. Dessa forma, receitas decorrentes da locação de máquinas e equipamentos não admitem dedução de créditos em relação a insumos. Todavia, na hipótese de substituição de partes e peças, ou de realização de serviços de manutenção, de que resultem aumento de vida útil superior a um ano ao bem em que forem aplicados, os valores correspondentes deverão ser capitalizados para depreciações futuras, vindo a admitir créditos com base no art. 3o, VI, da Lei nº 10.637, de 2002. Dispositivos Legais: Lei nº 10.406, de 2002 (Código Civil); Lei nº 10.637, de 2002, art. 3o, II e VI; Lei nº 10.833, de 2003, art. 3o, II e VI; Decreto nº 3.000, de 1999, art. 346, 1º MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI

9 G) PAGAMENTO PELA UTILIZAÇÃO DE TERRENO PÚBLICO NÃO GERA CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 187, DE 4 DE JULHO DE 2012 NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITOS. Não é permitido, por falta de permissivo legal, o desconto de crédito da Contribuição para o PIS/Pasep em relação a despesas efetuadas com o pagamento pela concessão de direito real de uso de terreno público. NÃO CUMULATIVIDADE. VENDAS TRIBUTADAS COM ALÍQUOTA ZERO. MANUTENÇÃO DOS CRÉDITOS. É assegurada a manutenção dos créditos pelo vendedor, vinculados a receitas tributadas com alíquota zero, consoante disposto no art. 17 da Lei nº 11.033, de 2004. O eventual saldo credor da contribuição, acumulado ao final de cada trimestre do ano-calendário, em virtude do referido dispositivo, poderá ser objeto de compensação ou ressarcimento, nos termos do art. 16 da Lei n 11.116, de 2005. Dispositivos Legais: Lei nº 10.637, de 2002, art. 3º, IV; Código Civil, arts. 565 a 578 e art. 1.225; Decreto-Lei nº 9.760, de 1946, arts. 86 a 98; Decreto-Lei nº 271, de 1967, art. 7º; Código Tributário Nacional, art. 111; Lei nº 11.033, de 2004, art. 17; Lei nº 11.116, de 2005, art. 16. NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITOS. Não é permitido, por falta de permissivo legal, o desconto de crédito da Cofins em relação a despesas efetuadas com o pagamento pela concessão de direito real de uso de terreno público. NÃO CUMULATIVIDADE. VENDAS TRIBUTADAS COM ALÍQUOTA ZERO. MANUTENÇÃO DOS CRÉDITOS. É assegurada a manutenção dos créditos pelo vendedor, vinculados a receitas tributadas com alíquota zero, consoante disposto no art. 17 da Lei nº 11.033, de 2004. O eventual saldo credor da contribuição, acumulado ao final de cada trimestre do ano-calendário, em virtude do referido dispositivo, poderá ser objeto de compensação ou ressarcimento, nos termos do art. 16 da Lei n 11.116, de 2005 Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 2003, IV; Código Civil, arts. 565 a 578 e art. 1.225; Decreto-Lei nº 9.760, de 1946, arts. 86 a 98; Decreto-Lei nº 271, de 1967, art. 7º; Código Tributário Nacional, art. 111; Lei nº 11.033, de 2004, art. 17; Lei nº 11.116, de 2005, art. 16. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES

H) COMBUSTÍVEL GASTO EM FROTA PRÓPRIA NÃO GERO CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 199, DE 19 DE JULHO DE 2012 CRÉDITO. NÃO APLICABILIDADE. COMBUSTÍVEIS UTILIZADOS EM FROTA PRÓPRIA. Sobre dispêndios com combustíveis utilizados em frota própria, para transportar mercadorias até o estabelecimento de compradores, não é permitida a constituição de créditos de contribuição para o PIS/Pasep, no regime não cumulativo, de que trata a Lei n 10.637, de 2002, porquanto tais dispêndios não se enquadram em qualquer dos dispositivos do art. 3 desta Lei, que enumera exaustivamente os dispêndios para quais é permitido a constituição destes créditos. Em especial, este tipo de dispêndio (combustível utilizado na frota própria, para transportar mercadorias até o estabelecimento de compradores) não se enquadra no conceito de insumo de que trata a IN SRF n 247, de 2002, bem como não se configura como despesa com o frete, de que trata o art. 3, IX, da Lei n 10.833, de 2003, dispositivo também estendido para a contribuição para o PIS/Pasep, pelo art. 15, II, desta Lei. Dispositivos legais: Lei nº 10.637, de 30 de dezembro 2002, art. 3º, inciso II (após alterações feitas pela Lei nº 10.684, de 30 de maio de 2003, e pela Lei nº 10.865, de 2004); IN SRF n 247, 21 de novembro de 2002, art. 66 (após alterações feitas pela IN SRF nº 358, de 9 de setembro de 2003) e art. 67. CRÉDITO. NÃO APLICABILIDADE. COMBUSTÍVEIS UTILIZADOS EM FROTA PRÓPRIA. Sobre dispêndios com combustíveis utilizados em frota própria, para transportar mercadorias até o estabelecimento de compradores, não é permitida a constituição de créditos de Cofins, no regime não cumulativo, de que trata a Lei n 10.833, de 2003, porquanto tais dispêndios não se enquadram em qualquer dos dispositivos do art. 3 desta Lei, que enumera exaustivamente os dispêndios para quais é permitido a constituição destes créditos. Em especial, este tipo de dispêndio (combustível utilizado na frota própria, para transportar mercadorias até o estabelecimento de compradores) não se enquadra no conceito de insumo de que trata a IN SRF nº 404, de 2004, bem como não se configura como despesa com o frete, de que trata o art. 3, IX, da Lei n 10.833, de 2003. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, art. 3º, incisos II e IX, 3, II e art. 15, II (após alterações feitas pela Lei nº 10.865, de 2004); Instrução Normativa SRF n 404, de 12 de março de 2004, art. 8. EDUARDO NEWMAN DE MATTERA GOMES

11 I) GASTOS COM EDIFICAÇÕES E BENFEITORIAS NÃO ATIVADAS NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 167, DE 20 DE AGOSTO DE 2012 GASTOS COM EDIFICAÇÕES E BENFEITORIAS NÃO INCORPORADOS AO ATIVO IMOBILIZADO. DESCABIMENTO DE CRÉDITO. No regime de apuração não cumulativa, não podem ser descontados créditos em relação a gastos com edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros, utilizados nas atividades da empresa, se esses gastos não forem registrados no ativo imobilizado e, por via de conseqüência, não forem sucessíveis de depreciação. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3º, inciso VI e 1º, inciso III, e art. 15, inciso II, com redação dada pela Lei nº 11.051, de 2004; Decreto nº 3.000, de 1999 (RIR/99), art. 301; ADI RFB nº 35, de 2011. GASTOS COM EDIFICAÇÕES E BENFEITORIAS NÃO INCORPORADOS AO ATIVO IMOBILIZADO. DESCABIMENTO DE CRÉDITO. No regime de apuração não cumulativa, não podem ser descontados créditos em relação a gastos com edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros, utilizados nas atividades da empresa, se esses gastos não forem registrados no ativo imobilizado e, por via de consequência, não forem sucessíveis de depreciação. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3º, inciso VI e 1º, inciso III; Decreto nº 3.000, de 1999 (RIR/99), art. 301; ADI RFB nº 35, de 2011. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI J) BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS NA IMPORTAÇÃO DE SOFTWARE DE PRATELEIRA É O VALOR ADUANEIRO ACRESCIDO DO ICMS DA OPERAÇÃO. JÁ A IMPORTAÇÃO DE SOFTWARE, SEM SUPORTE FÍSICO, TERÁ COMO BASE DE CÁLCULO SOMENTE O VALOR DO ICMS PELA IMPOSSIBILIDADE DE OBTENÇÃO DE SEU VALOR ADUANEIRO, conforme solução abaixo.

SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 127, DE 16 DE JULHO DE 2012 ASSUNTO: Outros Tributos ou Contribuições EMENTA: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP-IMPORTAÇÃO. COFINS- IMPORTAÇÃO. SOFTWARE. INEXISTÊNCIA DE SUPORTE FÍSICO. BASE DE CÁLCULO. Sendo os softwares de cópias múltiplas (de prateleira) considerados mercadorias, a base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação na importação desses produtos corresponde ao valor aduaneiro acrescido do valor do ICMS sobre a operação. Nos casos em que não há suporte físico para movimentação do programa, só pode compor a base de cálculo dessas contribuições o valor do ICMS apurado sobre a operação de importação, se houver, uma vez que o valor aduaneiro da operação não pode ser determinado. DISPOSITIVOS LEGAIS: Acordo de Valoração Aduaneira, artigo 18, parágrafo 1, aprovado pelo Decreto Legislativo nº 30, de 1994; Decisão 4.1 do Comitê de Valoração Aduaneira, de 1995; Lei nº 4.506, de 1964, art. 22; Lei nº 9.609, de 1998, art. 1º; Lei nº 9.610, de 1998, arts. 7º, inciso XII, e 49; Lei nº 10.865, de 2004, art. 7º, inciso I; Decreto nº 6.759, de 2009, Regulamento Aduaneiro, arts. 69,72 e 81. JORGE AUGUSTO GIRARDON DA ROSA Auditor-Fiscal p/delegação de Competência K) SE O CONTRIBUINTE OPTAR CÁLCULO DO CRÉDITO DE PIS E COFINS NA AQUISIÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA PRODUÇÃO, EM 1/48 AO MÊS, PODERÁ UTILIZÁ-LO MESMO NA HIPÓTESE DO BEM SER REVENDIDO ANTES DA UTILIZAÇÃO DAS 48 PARCELAS, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 172, DE 6 DE SETEMBRO DE 2012 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITOS. ATIVO IMOBILIZADO. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. OUTROS BENS. DEPRECIAÇÃO. CRÉDITO SOBRE O CUSTO DE AQUISIÇÃO. VENDA DE BEM DO ATIVO IMOBILIZADO. Na hipótese de a pessoa jurídica optar pela forma de créditos sobre máquinas e equipamentos prevista na IN SRF 457/2002, art. 1o, 2o, I, à razão de 1/48 ao mês, poderá continuar, como forma de concretizar a não cumulatividade, a efetuar o desconto dos créditos mês a mês ainda que o bem em questão seja revendido antes da utilização das quarenta e oito parcelas mensais.

13 Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3o, VI, 1o, III, e 14; Lei nº 11.774, de 2008, art. 1o; IN SRF 457, de 2004, art. 1o, 2o, I. NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITOS. ATIVO IMOBILIZADO. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. OUTROS BENS. DEPRECIAÇÃO. CRÉDITO SOBRE O CUSTO DE AQUISIÇÃO. VENDA DE BEM DO ATIVO IMOBILIZADO. Na hipótese de a pessoa jurídica optar pela forma de créditos sobre máquinas e equipamentos prevista na IN SRF 457/2002, art. 1o, 2o, I, à razão de 1/48 ao mês, poderá continuar, como forma de concretizar a não cumulatividade, a efetuar o desconto dos créditos mês a mês ainda que o bem em questão seja revendido antes da utilização das quarenta e oito parcelas mensais. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3o, VI, 1o, III, e 14; art. 15, II; Lei nº 11.774, de 2008, art. 1o; IN SRF 457, de 2004, art. 1o, 2o, I. Assunto: Normas de Administração Tributária PIS/PASEP. COFINS. NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITOS. ATIVIDADE COMERCIAL. COMBUSTÍVEIS. LUBRIFICANTES. MANUTENÇÃO DE VEÍCULOS. SERVIÇOS DE TERCEIROS. MATERIAL DE ESCRITÓRIO. MATERIAL DE USO E CONSUMO. TREINAMENTO DE PESSOAL. É ineficaz a consulta quando apresentada em tese, com referência a fato genérico, ou, ainda, quando não identifique o dispositivo da legislação tributária sobre cuja aplicação haja dúvida. Dispositivos Legais: Decreto nº 70.235, de 1972, arts. 46 e 52, I, V, e VIII; IN RFB nº 740, de 2007, art. 15, I, II, VII, e XI. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI L) SACOLAS PLÁSTICAS NÃO GERAM CRÉDITO DE PIS E COFINS PARA SUPERMERCADOS, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 176, DE 6 DE SETEMBRO DE 2012 AQUISIÇÃO DE SACOLAS PLÁSTICAS POR EMPRESA COMERCIAL. DESCABIMENTO DE CRÉDITO. No regime de apuração não cumulativa, não podem ser descontados créditos em relação à aquisição de sacolas plásticas por empresas comerciais (supermercados), por esta aquisição não estar enquadrada nas hipóteses de crédito previstas no art. 3º da Lei nº 10.637, de 2002. Dispositivos Legais: Lei nº 10.637, de 2002, art. 3º, com redação dada pela Lei nº 11.898, de 2009; Lei nº 10.833, de 2003, art. 3º, com redação dada pela Lei

nº 11.898, de 2009, e art. 15, inciso II, com redação dada pela Lei nº 11.051, de 2004. AQUISIÇÃO DE SACOLAS PLÁSTICAS POR EMPRESA COMERCIAL. DESCABIMENTO DE CRÉDITO. No regime de apuração não cumulativa, não podem ser descontados créditos em relação à aquisição de sacolas plásticas por empresas comerciais (supermercados), por esta aquisição não estar enquadrada nas hipóteses de crédito previstas no art. 3º da Lei nº 10.833, de 2003. Dispositivos Legais: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3º, com redação dada pela Lei nº 11.898, de 2009. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI M) AVALIAÇÃO DE CONFORMIDADE DE PRODUTOS, DECORRENTE DE EXIGÊNCIAS LEGAIS, GERA CRÉDITO DE PIS E COFINS, conforme solução abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 145, DE 21 DE SETEMBRO DE 2012 ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA. GERAÇÃO DE CRÉDITOS. DESPESAS COM AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS. INMETRO. Os custos incorridos relativos à aquisição de serviços ligados à avaliação da conformidade de produtos industrializados, decorrentes de exigências legais, podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados da Contribuição para o PIS/Pasep. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 10.637, de 2002, art. 3º, inciso II; IN SRF nº 247, de 2002, art. 66, inciso I, alínea "b", 5º, inciso I, alínea "b"; SC Cosit n 12, de 2008. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA. GERAÇÃO DE CRÉDITOS. DESPESAS COM AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS. INMETRO. Os custos incorridos relativos à aquisição de serviços ligados à avaliação da conformidade de produtos industrializados, decorrentes de exigências legais, podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados da Cofins.

15 DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 10.833, de 2003, art. 3º, inciso II; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8º, inciso I, alínea "b", 4º, inciso I, alínea "b"; SC Cosit n 12, de 2008. JORGE AUGUSTO GIRARDON DA ROSA Auditor Fiscal p/delegação de Competência