PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS
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- Nathan Vasques Almada
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1 PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS A) RECEITA DE VENDA DE MERCADORIAS DESTINADAS AO CONSUMO OU À INDUSTRIALIZAÇÃO NA ZONA FRANCA DE MANAUS, INCLUSIVE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, ESTÁ SUJEITA A ALÍQUOTA ZERO DE PIS/COFINS, CONFORME SOLUÇÃO DE CONSULTA ABAIXO B) VALOR RECEBIDO A TÍTULO DE VALE-PEGÁGIO NÃO É BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS, CONFORME SOLUÇÃO DE CONSULTA ABAIXO C) FRETE E ARMAZENAGEM RELATIVOS A BENS IMPORTADOS PARA REVENDA NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS, CONFORME SOLUÇÃO DE CONSULTA ABAIXO D) SERVIÇOS DE TELEMARKETING NÃO ESTÃO SUJEITOS À RETENÇÃO DE IR, CSLL, PIS E COFINS, CONFORME SOLUÇÃO DE CONSULTA ABAIXO.... 4
2 I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. A) RECEITA DE VENDA DE MERCADORIAS DESTINADAS AO CONSUMO OU À INDUSTRIALIZAÇÃO NA ZONA FRANCA DE MANAUS, INCLUSIVE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, ESTÁ SUJEITA A ALÍQUOTA ZERO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 283, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2011 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins ALÍQUOTA ZERO. ZONA FRANCA DE MANAUS. A partir de 26 de julho de 2004, a alíquota da Cofins incidente sobre as receitas de vendas de mercadorias destinadas ao consumo ou à industrialização na ZFM foi reduzida a 0 (zero). Para efeito da redução de alíquota, consideram-se "mercadorias destinadas ao consumo na ZFM" as mercadorias que tenham como destinatárias pessoas jurídicas que as venham a utilizar diretamente ou para comercialização por atacado ou a varejo. Máquinas e equipamentos vendidos a pessoa jurídica situada na Zona Franca de Manaus, destinados a serem utilizados em seu próprio processo industrial, sendo integrados a seu ativo imobilizado, fazem jus ao benefício fiscal de redução de alíquota a "zero", disposto no artigo 2º, caput e 1º, da Lei No , de 2004, dado caracterizarem-se como mercadorias para utilização direta da pessoa jurídica adquirente. Dispositivos Legais: Medida Provisória No- 202, de 2004, artigos. 2º e 3º, convertida na Lei No , de 2004, artigos 2º e 6º. ALÍQUOTA ZERO. ZONA FRANCA DE MANAUS. A partir de 26 de julho de 2004, a alíquota da contribuição para o PIS/Pasep incidente sobre as receitas de vendas de mercadorias destinadas ao consumo ou à industrialização na ZFM foi reduzida a 0 (zero). Para efeito da redução de alíquota, consideram-se "mercadorias destinadas ao consumo na ZFM" as mercadorias que tenham como destinatárias pessoas jurídicas que as venham a utilizar diretamente ou para comercialização por atacado ou a varejo. Máquinas e equipamentos vendidos a pessoa jurídica situada na Zona Franca de Manaus, destinados a serem utilizados em seu próprio processo industrial, sendo integrados a seu ativo imobilizado, fazem jus ao benefício fiscal de redução de alíquota a "zero", disposto no artigo 2º, caput e 1º, da Lei No , de 2004, dado caracterizarem- se como mercadorias para utilização direta da pessoa jurídica adquirente. Dispositivos Legais: Medida Provisória No- 202, de 2004, artigos. 2º e 3º, convertida na Lei No , de 2004, artigos 2º e 6º.
3 3 B) VALOR RECEBIDO A TÍTULO DE VALE-PEGÁGIO NÃO É BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 306, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2011 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins VALE- PEDÁGIO. O valor recebido a título de Vale-Pedágio obrigatório, instituído pela Lei No , de 2001, para utilização efetiva em despesas de deslocamento de carga por meio de transporte rodoviário, nas rodovias brasileiras, não constitui base de incidência da Cofins. Dispositivos Legais: Lei , de 2001 arts. 1º e 2º e parágrafo único; Lei , de 2003, art.1º, 3º, I; e IN SRF 247, de 2002, art. 35, parágrafo único. VALE- PEDÁGIO. O valor recebido a título de Vale-Pedágio obrigatório, instituído pela Lei No , de 2001, para utilização efetiva em despesas de deslocamento de carga por meio de transporte rodoviário, nas rodovias brasileiras, não constitui base de incidência da contribuição ao PIS/Pasep. Dispositivos Legais: Lei , de 2001 arts. 1º e 2º e parágrafo único; Lei , art. 1º, 3º, I e art. 15, 1º; e IN SRF 247, de 2002, art. 35, parágrafo único. C) FRETE E ARMAZENAGEM RELATIVOS A BENS IMPORTADOS PARA REVENDA NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No-307, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2011 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins CRÉDITO. FRETE E ARMAZENAGEM NA AQUISIÇÃO DE BENS IMPORTADOS PARA REVENDA. O direito ao crédito a que se refere o art. 3º da Lei No , de 2003, aplicase, exclusivamente, em relação aos bens e serviços adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País e aos custos e despesas incorridos, pagos ou creditados a pessoa jurídica domiciliada no País. O desconto de créditos, no
4 caso de importações sujeitas ao pagamento da Cofins-Importação, sujeita-se ao disposto no art. 15, 3º, da Lei No , de 2004, que determina que a base de cálculo para a apuração desses créditos corresponde ao valor aduaneiro, calculado na forma do art. 7o, I, desta mesma Lei, acrescido do valor do IPI vinculado à importação, quando integrante do custo de aquisição. Assim, os gastos com frete e armazenagem relativos a bens importados para revenda não geram direito a crédito da Cofins, por não fazer parte da sua base de cálculo, nos termos da legislação em vigor, nem se enquadram nas demais hipóteses para as quais é prevista a possibilidade de crédito nos incisos III a X do art. 3º da Lei n , de Dispositivos Legais: Lei No , de 2003, art. 3º; Lei No , de 2004, arts. 1º, 7º e 15; Decreto No , de 1999, art CRÉDITO. FRETE E ARMAZENAGEM NA AQUISIÇÃO DE BENS IMPORTADOS PARA REVENDA. O direito ao crédito a que se refere o art. 3º da Lei No , de 2002, aplicase, exclusivamente, em relação aos bens e serviços adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País e aos custos e despesas incorridos, pagos ou creditados a pessoa jurídica domiciliada no País. O desconto de créditos, no caso de importações de bens sujeitas ao pagamento da Contribuição para o PIS-Importação, sujeita-se ao disposto no art. 15, 3º, da Lei No , de 2004, que determina que a base de cálculo para a apuração desses créditos corresponde ao valor aduaneiro, calculado na forma do art. 7o, I, desta mesma Lei, acrescido do valor do IPI vinculado à importação, quando integrante do custo de aquisição. Assim, os gastos com frete e armazenagem relativos a bens importados para revenda não geram direito a crédito da Contribuição ao PIS/Pasep, por não fazer parte da sua base de cálculo, nos termos da legislação em vigor, nem se enquadram nas demais hipóteses para as quais é prevista a possibilidade de crédito nos incisos III a X do art. 3º da Lei n , de Dispositivos Legais: Lei No , de 2002, art. 3º; Lei No , de 2004, arts 1º, 7º e 15; Decreto No , de 1999, art.289. D) SERVIÇOS DE TELEMARKETING NÃO ESTÃO SUJEITOS À RETENÇÃO DE IR, CSLL, PIS E COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No-315, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2011 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins
5 5 sujeitos à retenção na fonte da Cofins, nos termos do art.30 da Lei No , de 2003, conhecidas as disposições do art.1º, 2º, da IN SRF nº459, de 2004, bem como do art. 647, 1º, do RIR/99. sujeitos à retenção na fonte da contribuição para o PIS/Pasep, nos termos do art.30 da Lei No , de 2003, conhecidas as disposições do art.1º, 2º, da IN SRF nº459, de 2004, bem como do art. 647, 1º, do RIR/99. Assunto: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL sujeitos à retenção na fonte de CSLL, nos termos do art.30 da Lei No , de 2003, conhecidas as disposições do art.1º, 2º, da IN SRF nº459, de 2004, bem como do art. 647, 1º, do RIR/99. Assunto: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF sujeitos à retenção na fonte de IRRF, conhecidas as disposições dos arts. 647, 1º, e 649 do RIR/99. Dispositivos Legais: Decreto No , de 1999 (RIR/99), arts.647, 1º, e 649.
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