PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS
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- Gilberto Barata Van Der Vinne
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1 PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS A) SUSPENSÃO DE PIS/COFINS NAS VENDAS PARA PESSOAS HABILITADAS NO REIDI NÃO É APLICÁVEL SE A VENDEDORA FOR OPTANTE PELO SIMPLES B) ALÍQUOTA ZERO DOS PRODUTOS DE POSIÇÕES 30.02, 30.06, 39.26, E 90.18, DESTINADOS AO USO EM HOSPITAIS, EM CLÍNICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS E ODONTOLÓGICOS, EM CAMPANHAS DE SAÚDE REALIZADAS PELO PODER PÚBLICO E EM LABORATÓRIO DE ANATOMIA PATOLÓGICA, CITOLÓGICA OU DE ANÁLISES CLÍNICAS SÓ É APLICÁVEL PARA PESSOAS JURÍDICAS SUJEITAS AO REGIME NÃO CUMULATIVO C) CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS PARA O DESENVOLVIMENTO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS APLICADOS NO DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS POR ENCOMENDA GERAM CRÉDITO DE PIS E DE COFINS D) VENDA DE PNEUS IMPORTADOS POR CONTA E ORDEM NÃO ESTÁ SUJEITA À ALÍQUOTA ZERO. JÁ A VENDA DE PRODUTOS IMPORTADOS POR ENCOMENDA É TRIBUTADA À ALÍQUOTA ZERO E) GASTOS COM COMBUSTÍVEIS NO TRANSPORTE DE MATÉRIA PRIMA, PRODUTOS INTERMEDIÁRIO OU EM ELABORAÇÃO, DURANTE O PROCESSO PRODUTO NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS.... 5
2 I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. A) SUSPENSÃO DE PIS/COFINS NAS VENDAS PARA PESSOAS HABILITADAS NO REIDI NÃO É APLICÁVEL SE A VENDEDORA FOR OPTANTE PELO SIMPLES, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 84, DE 10 DE MARÇO DE 2011 VENDAS DE BENS E SERVIÇOS POR OPTANTES DO SIMPLES. NÃO CABIMENTO DA SUSPENSÃO DO REIDI. Não é aplicável a suspensão da Contribuição para o PIS/PASEP nas vendas de bens e serviços destinados a obras de infraestrutura a serem incorporadas ao ativo imobilizado de empresas habilitadas ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra-Estrutura - Reidi por empresas optantes pelo Simples Nacional. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2007, art. 2º, 1º, art. 3º e art. 4º; ADI SRF nº 16, de VENDAS DE BENS E SERVIÇOS POR OPTANTES DO SIMPLES. NÃO CABIMENTO DA SUSPENSÃO DO REIDI. Não é aplicável a suspensão da COFINS nas vendas de bens e serviços destinados a obras de infra-estrutura a serem incorporadas ao ativo imobilizado de empresas habilitadas ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra-Estrutura - Reidi por empresas optantes pelo Simples Nacional. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2007, art. 2º, 1º, art. 3º e art. 4º; ADI SRF nº 16, de B) ALÍQUOTA ZERO DOS PRODUTOS DE POSIÇÕES 30.02, 30.06, 39.26, E 90.18, DESTINADOS AO USO EM HOSPITAIS, EM CLÍNICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS E ODONTOLÓGICOS, EM CAMPANHAS DE SAÚDE REALIZADAS PELO PODER PÚBLICO E EM LABORATÓRIO DE ANATOMIA PATOLÓGICA, CITOLÓGICA OU DE ANÁLISES CLÍNICAS SÓ É APLICÁVEL PARA PESSOAS JURÍDICAS SUJEITAS AO REGIME NÃO CUMULATIVO, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 85, DE 10 DE MARÇO DE 2011
3 3 REGIME DE APURAÇÃO CUMULATIVA. PRODUTOS PARA CONSULTÓRIOS MÉDICOS E ODONTOLÓGICOS. NÃO CABIMENTO DA ALÍQUOTA ZERO. Para a pessoa jurídica sujeita ao regime de apuração cumulativa, não é aplicável a alíquota zero à receita de venda dos produtos classificados nas posições 30.02, 30.06, 39.26, e 90.18, da Tipi, constantes do Anexo III do Decreto nº 6.426, de 2008, destinados ao uso em hospitais, em clínicas e consultórios médicos e odontológicos, em campanhas de saúde realizadas pelo Poder Público e em laboratório de anatomia patológica, citológica ou de análises clínicas. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2002, art. 2º, 3º, com redação dada pela Lei nº , de 2007, e art. 8º, inciso II; Decreto nº 6.426, de 2008, art. 1º, inciso III. REGIME DE APURAÇÃO CUMULATIVA. PRODUTOS PARA CONSULTÓRIOS MÉDICOS E ODONTOLÓGICOS. NÃO CABIMENTO DA ALÍQUOTA ZERO. Para a pessoa jurídica sujeita ao regime de apuração cumulativa, não é aplicável a alíquota zero à receita de venda dos produtos classificados nas posições 30.02, 30.06, 39.26, e 90.18, da Tipi, constantes do Anexo III do Decreto nº 6.426, de 2008, destinados ao uso em hospitais, em clínicas e consultórios médicos e odontológicos, em campanhas de saúde realizadas pelo Poder Público e em laboratório de anatomia patológica, citológica ou de análises clínicas. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2003, art. 2º, 3º, com redação dada pela Lei nº , de 2005, e art. 10, inciso II; Decreto nº 6.426, de 2008, art. 1º, inciso III. C) CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS PARA O DESENVOLVIMENTO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS APLICADOS NO DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS POR ENCOMENDA GERAM CRÉDITO DE PIS E DE COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 87, DE 10 DE MARÇO DE 2011 SERVIÇOS APLICADOS NO DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS. DIREITO A CRÉDITO. COMPROVAÇÃO POR MEIO DE FATURA. POSSIBILIDADE.
4 Podem ser descontados créditos, no regime de apuração não cumulativa, em relação a serviços de desenvolvimento e manutenção de sistemas aplicados no desenvolvimento de programas por encomenda. A comprovação dos dispêndios pode ser feita, nos casos em que a legislação não exija a emissão de nota fiscal, por meio de fatura idônea, acompanhada pelo contrato de serviço, em que constem a identificação da empresa, a descrição dos bens ou serviços objeto da operação e a data e valor da operação. Dispositivos Legais: Lei nº 8.848, de 1994, art. 1º, caput e 2º; Lei nº , de 2002, art. 3º, inciso II; IN SRF nº 247, de 2002, art. 66, 5º, inciso II, "b", acrescentada pela IN SRF nº 358, de 2003; Parecer COSIT/DITIR nº 351, de 1993 SERVIÇOS APLICADOS NO DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS. DIREITO A CRÉDITO. COMPROVAÇÃO POR MEIO DE FATURA. POSSIBILIDADE. Podem ser descontados créditos, no regime de apuração não cumulativa, em relação a serviços de desenvolvimento e manutenção de sistemas aplicados no desenvolvimento de programas por encomenda. A comprovação dos dispêndios pode ser feita, nos casos em que a legislação não exija a emissão de nota fiscal, por meio de fatura idônea, acompanhada pelo contrato de serviço, em que constem a identificação da empresa, a descrição dos bens ou serviços objeto da operação e a data e valor da operação. Dispositivos Legais: Lei nº 8.848, de 1994, art. 1º, caput e 2º; Lei nº , de 2003, art. 3º, inciso II; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8º, 4º, inciso II, "b"; Parecer COSIT/DITIR nº 351, de 1993 D) VENDA DE PNEUS IMPORTADOS POR CONTA E ORDEM NÃO ESTÁ SUJEITA À ALÍQUOTA ZERO. JÁ A VENDA DE PRODUTOS IMPORTADOS POR ENCOMENDA É TRIBUTADA À ALÍQUOTA ZERO, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 98, DE 30 DE MARÇO DE 2011 VENDA POR COMERCIANTES DE PNEUS IMPORTADOS POR ENCOMENDA. INCIDÊNCIA DE ALÍQUOTA ZERO. VENDA POR COMERCIANTES DE PNEUS IMPORTADOS POR CONTA E ORDEM. DESCABIMENTO DA ALÍQUOTA ZERO. Incide alíquota zero sobre a receita de venda de pneus novos de borracha auferida por comerciante encomendante de importação por encomenda. Todavia, a receita de vendas do mesmo produto importado por conta e ordem e
5 5 auferida pelo adquirente da importação é tributada à alíquota de 2% (dois por cento). Dispositivos Legais: Lei nº , de 2002, art. 5º, com redação dada pela Lei nº , de 2004; Lei nº , de 2004, art. 6º, inciso I, e art. 18; Lei nº , de 2006, art. 11; MP nº , de 2001, art. 81; IN SRF nº 225, de 2002, art. 1º, parágrafo único; IN SRF nº 247, de 2002, arts. 12 e 86; IN SRF nº 594, de 2005, art. 15; e IN SRF nº 634, de 2006, art. 1º. VENDA POR COMERCIANTES DE PNEUS IMPORTADOS POR ENCOMENDA. INCIDÊNCIA DE ALÍQUOTA ZERO. VENDA POR COMERCIANTES DE PNEUS IMPORTADOS POR CONTA E ORDEM. DESCABIMENTO DA ALÍQUOTA ZERO. Incide alíquota zero sobre a receita de venda de pneus novos de borracha auferida por comerciante encomendante de importação por encomenda. Todavia, a receita de vendas do mesmo produto importado por conta e ordem e auferida pelo adquirente da importação é tributada à alíquota de 9,5% (nove inteiros e cinco décimos por cento). Dispositivos Legais: Lei nº , de 2002, art. 5º, com redação dada pela Lei nº , de 2004; Lei nº , de 2004, art. 6º, inciso I, e art. 18; Lei nº , de 2006, art. 11; MP nº , de 2001, art. 81; IN SRF nº 225, de 2002, art. 1º, parágrafo único; IN SRF nº 225, de 2002, art. 1º, parágrafo único; IN SRF nº 247, de 2002, arts. 12 e 86; IN SRF nº 594, de 2005, art. 15; e IN SRF nº 634, de 2006, art. 1º. E) GASTOS COM COMBUSTÍVEIS NO TRANSPORTE DE MATÉRIA PRIMA, PRODUTOS INTERMEDIÁRIO OU EM ELABORAÇÃO, DURANTE O PROCESSO PRODUTO NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 101, DE 30 DE MARÇO DE 2011 Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITOS. INSUMOS. TRANSPORTE INTERNO NA PRODUÇÃO DE BENS DESTINADOS À VENDA. COMBUSTÍVEIS. GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP). Os gastos com Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) ou outros combustíveis utilizados na atividade de transporte de matéria prima, produtos intermediários ou produtos em elaboração, entre as diversas etapas do processo produtivo, não geram direito a crédito a ser descontado na sistemática não cumulativa da Cofins, por não se subsumirem no conceito de insumos para fins do disposto no art. 3o, II, da Lei nº , de 2003.
6 Dispositivos Legais: Lei nº , de 2003, art. 3º, II; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8º, 4º. NÃO CUMULATIVIDADE. CRÉDITOS. INSUMOS. TRANSPORTE INTERNO NA PRODUÇÃO DE BENS DESTINADOS À VENDA.. COMBUSTÍVEIS. GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP). Os gastos com Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) ou outros combustíveis utilizados na atividade de transporte de matéria prima, produtos intermediários ou produtos em elaboração, entre as diversas etapas do processo produtivo, não geram direito a crédito a ser descontado na sistemática não cumulativa da Contribuição ao PIS/Pasep, por não se subsumirem no conceito de insumos para fins do disposto no art. 3º, II, da Lei nº , de Dispositivos Legais: Lei nº , de 2002, art. 3º, II; IN SRF nº 247, de 2002, art. 66; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8º, 4º.
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