SEGURANÇA DO PACIENTE

Documentos relacionados
SEGURANÇA DO PACIENTE

P R O T O C O L O M U L T I D I S C I P L I N A R

Segurança do Paciente Profa Fernanda Barboza

Plano de Segurança do paciente

CARTILHA SEGURANÇA DO PACIENTE. Como você pode contribuir para que a saúde e segurança do paciente não seja colocada em risco na sua instituição?

PROTOCOLO CÓDIGO AZUL E AMARELO

IDENTIFICAÇÃO DE PACIENTES Edição: 28/11/2011 NORMA Nº 708

SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS. Facilitadora: Enf. Daniella Honório

Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente

Fórum de Qualidade e Segurança em Anestesia Apresentação de Casos: Hospital Ernesto Dornelles

Sistema de Gestão da Qualidade PROTOCOLO: Segurança no uso de Medicamentos de Alta Vigilância (MAV)

Pesquisa Institucional da Associação Hospital de Caridade Ijuí, desenvolvida pelo Grupo de Pesquisa do Núcleo de Segurança do Paciente 2

CONCEITUAÇÃO DE URGÊNCIA. Enfª Senir Amorim

Desafios para o Investimento Hospitalar no Sistema Unimed. Fábio Leite Gastal, MD, PhD

NQSP - CRONOGRAMA DE AÇÕES PARA 2015: Ação Meta Prazo Responsável Resultado Justificativa Observação. Contínuo NQSP. NUFA, NQSP e colaboradores

1. OBJETIVO 4. DEFINIÇÕES

Número de NSPs cadastrados por UF. Número de NSPs com ao menos uma notificação

SEGURANÇA DO PACIENTE

Tipo Documental PoliticaAssistencial Título Documento Código Amarelo Neonatal Morumbi

O BANNER DEVERÁ SER FIXADO NO HORÁRIO ESTABELECIDO, AGUARDAR AVALIAÇÃO E RETIRADO AO FINAL DO HORÁRIO INFORMADO.

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Mecanismos de Identificação do Paciente.

APÊNDICE B PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE (PSP) - PLANO OPERACIONAL 1.IDENTIFICAR CORRETAMENTE O PACIENTE

Procedimento Operacional Padrão. Gerência de Enfermagem ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA SUBCUTÂNEA POP 04

Como elaborar campanhas e treinamentos. Enf. Juliana Prates Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Hospital Mãe de Deus

IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS POTENCIAIS Uma metodologia de qualificar a entrada do paciente eletivo através da consulta de enfermagem

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS HOSPITAL ESCOLA NÚCLEO DE SEGURANÇA DO PACIENTE

Práticas De Segurança No Procedimento Cirúrgico Hospital Estadual De Diadema - HED. Maria Fernandes

PROCEDIMENTO SISTÊMICO

CIRURGIA SEGURA. Data Versão/Revisões Descrição Autor 25/10/ Proposta inicial MDS, DAL,IPAM,MMS

Segurança do paciente. Walter Mendes

PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA CÓDIGO AZUL

A segurança do paciente na Farmacovigilância. Zenith Rosa Silvino

Cronograma de Educação Permanente 2016

PROGRAMA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES ASSOCIADAS AOS CUIDADOS DE SAÚDE - PCI NORMA Nº 709

Patrícia Santiago Carvalho Supervisora Bloco Operatório Patrícia do Carmo Lourenço Enfermeira da Central de Material e Esterilização

MANUAL DO PACIENTE Dr. Paulo Vicente

Programa Institucional de Cursos de Capacitação e Aperfeiçoamento Profissional PICCAP

POLITRAUMATIZADO I (IDENTIFICAÇÃO)

Joint Comission International - JCI

ROTINA DE HEMOCOMPONENTES

PROTOCOLO DE ROTINAS EM ENFERMAGEM

METAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA DO PACIENTE VERA LUCIA DE SOUZA ALVES

PROGRAMA DE DISCIPLINA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: - DEPARTAMENTO: ENB

GRUPO DE ORTOGERIATRIA

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO NA ENFERMAGEM Ampliando Conhecimentos

Procedimento Operacional Padrão (POP) SERVIÇO PRONTUÁRIO DO PACIENTE

ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM SERVIÇOS DE OBSTETRÍCIA

GERENCIAMENTO DE RISCO DE QUEDA

Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado.

Cartilha de Segurança do. paciente. Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital?

1. DIVULGAÇÃO DA CARTA DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS DO SUS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PET URGÊNCIA E EMERGÊNCIA NO HOSPITAL GERAL CLÉRISTON ANDRADE

Ana Fernanda Yamazaki Centrone Enfermeira Centro de Oncologia e Hematologia Hospital Albert Einstein

Impacto financeiro da ação de uma equipe multidisciplinar no gerenciamento dos custos de materiais e medicamentos em uma Unidade de Terapia Intensiva

ABRIL Contrato de Gerenciamento do Hospital Estadual de Urgencia e Emergência RELATÓRIO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PERÍODO: 01/04/2018 A 30/04/2018.

Ter material e equipamentos em condições adequadas de uso para realização do procedimento anestésico em exames diagnósticos.

CASE HOSPITAL CARLOS FERNANDO MALZONI Matão FEHOSP Fórum Técnico Gestão de Informações

Diretor técnico: MORGANA DOS SANTOS MACHADO (CRM: )

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Ensino Técnico

PROTOCOLO OPERACIONAL PADRÃO

Superintendência de Gestão, Planejamento e Finanças Gerência de Contratos e Convênios ANEXO II METAS DE PRODUÇÃO

ANEXO III - RESUMO DAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO SEÇÃO ATRIBUIÇÕES DO CARGO - RESUMO

Enfermeiro Técnico de Enfermagem. INDICAÇÃO: Indicado a todos os técnicos de enfermagem do Alojamento Conjunto.

FICHAS TÉCNICAS DOS INDICADORES

GRUPO PERINATAL PIONEIRISMO E EXCELÊNCIA. ESSA É A NOSSA VOCAÇÃO.

PARA P ARA Q UE FAZE F R? 3

GERENCIAMENTO DE RISCO DE BRONCOASPIRAÇÃO

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE. PEPEnf- PROGRAMA DE EDUCAÇAÇÃO PERMANENTE ENFERMAGEM Enf ª Rosangela O. Rodrigues

Profa. Dra. Rita Burgos Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo

Recursos Humanos em Centro Cirúrgico Profa.Dra. Rita Burgos

ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Procedimento Operacional Padrão. Gerência de Enfermagem ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA INALATÓRIA POP 07

Áquila Lopes Gouvêa Enfermeira da Equipe de Controle de Dor Instituto Central do Hospital das Clínica da Faculdade de Medicina da USP

GESTÃO DA SEGURANÇA. ALEX PEREIRA Gestor de Risco e Coordenador do Serviço de Qualidade Segurança e Cuidado RSDP

Pneumonia Associada à Assistência à saúde. Enfª Viviane Canêdo

RELATÓRIO DE VISTORIA 101/2018/PE

ENFERMAGEM BIOSSEGURANÇA. Parte 12. Profª. Tatiane da Silva Campos

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

PROADI Segurança do Paciente: as diferentes iniciativas Hospital Israelita Albert Einstein

ATENDIMENTOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA NA UPA E CORPO DE BOMBEIRO. Maria Inês Lemos Coelho Ribeiro 1 RESUMO

Construindo um caminho seguro para a assistência do paciente

Atuação da enfermagem no transporte e remoção de paciente em urgência e emergência. Profº. Enfº Diógenes Trevizan

Rita Tiziana Verardo Polastrini

Qualidade em Farmácia hospitalar. Andiara L. F. Neuwiem

Manual de Cirurgia Segura

Implantação. Tania Chagas Kátia Topázio Licia L.Moreira Verônica Raich

Núcleo de Segurança do Paciente: A Importância do Farmacêutico na Segurança do Paciente Oncológico.

Plano de Trabalho Docente 2017 Ensino Técnico

Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, E.P.E. Regina Dias Bento PROCESSO DE ACREDITAÇÃO

Transcrição:

SEGURANÇA DO PACIENTE

Organizado pelos Enfermeiros de Práticas Assistenciais Enf.ª Cleci de Oliveira Enf.º Fabio Rosa Enf.ª Juliana Harres Enf.ª Yasna Godoi Sob supervisão dos Coordenadores Enf.ª Ana Karina S. Rocha Tanaka Enf.ª Andrea Beck Enf.ª Perla Leone Enf.º Rafael Borges Enf.ª Roseli Cristofolini Enf.ª Tiane Farias Revisado pela Área Qualidade e Segurança e SCIH Gerente Geral de Enfermagem Clayton Moraes Superintendente Assistencial Marcus Reusch Edição: Junho de 2012 Revisão: Maio de 2016

Segurança do Paciente Segurança do paciente é a redução de atos não seguros dentro do sistema de assistência à saúde, assim como, a utilização de boas práticas. O objetivo deste manual é auxiliá-lo nos principais processos desenvolvidos no HMD na busca da garantia da segurança e qualidade assistencial.

Hospital Mãe de Deus Missão Garantir soluções completas e integradas em saúde, com desenvolvimento científico, tecnológico e humano. Visão Ser reconhecido pela sociedade e pelos médicos como hospital de referência em soluções completas de saúde e de alta complexidade, com sustentabilidade econômica e social.

Princípios e Valores Hospital Mãe de Deus 1. Hospital Mãe de Deus Crescimento e fortalecimento de imagem. 2. Cliente Solução completa e integrada. 3. Segurança assistencial Divulgação de resultados. 4. Ação social Transformação de realidades. 5. Médico Compromisso com o modelo assistencial. 6. Colaboradores Valorização e atitude. 7. Gestão - Inovadora, centrada no cliente e com resultados. 8. Sustentabilidade econômica Perenidade institucional. 9. Ensino e pesquisa Conhecimento e inovação. 10. Acolhida, compaixão, justiça e ética Atributos institucionais.

Metas Internacionais para Segurança do Paciente Meta 1: Identificar os pacientes corretamente. Meta 2: Melhorar a comunicação efetiva. Meta 3: Melhorar a segurança para medicamentos de risco. Meta 4: Eliminar a cirurgia em membros ou pacientes errados. Meta 5: Reduzir o risco de adquirir infecções. Meta 6: Reduzir o risco de lesões decorrentes de quedas.

Referencial: Norma 708 Identificação de Pacientes Meta 1 Identificar os Pacientes Corretamente 1ª Forma de Identificação do Paciente: Nome completo; 2ª Forma de Identificação do paciente: Data de Nascimento; Ao ingressar na instituição o paciente receberá a pulseira de identificação (cor branca), que deve ser colocada em Membro Superior Direito - MSD. Caso, não seja possível sua colocação em MSD, justificar no prontuário a colocação em outro membro ou o uso da placa de identificação. Quando danificada, a pulseira deve ser substituída. Obs: em todos os procedimentos checar a identificação, com a pulseira. 1ª Forma de Identificação: Nome Completo 2ª Forma de Identificação: Data de Nascimento

Meta 1 Identificação de Recém Nascidos (RNs) A identificação de Recém Nascidos (RNs) deve ser feita com pulseira de número seriado correspondente ao da mãe colocada no membro superior direito - MSD e mais uma placa de identificação fixada ao berço.

POT 07-022-01 Comunicação Verbal Meta 2 Melhorar a Comunicação Efetiva Ao receber orientação verbal/telefônica, sempre proceder da seguinte forma: ouvir a orientação; anotar; ler para confirmar a orientação.

Norma 403 Etiquetagem e Armazenagem de Medicamentos de Alta Vigilância Meta 3 Melhorar a Segurança para Medicamentos de Risco Medicamentos de alta vigilância (potencialmente perigosos) são aqueles que possuem risco aumentado de provocar danos significativos nos pacientes em decorrência de falha na utilização. Os erros que ocorrem com eles não são os mais rotineiros, mas as consequências podem ser devastadoras para os pacientes, podendo levar a lesões permanentes ou a morte.

Meta 3 Melhorar a Segurança para Medicamentos de Risco MEDICAMENTOS DE ALTA VIGILÂNCIA GLICOSE A 50% QUIMIOTERÁPICOS ELETRÓLITOS INSULINA (EV) ANTICOAGULANTES Cloreto de Sódio 20%; Fosfato de Potássio; Gluconato de Cálcio; Sulfato de Magnésio; Bicarbonato de Sódio; Cloreto de Potássio. Femprocumona (Marcoumar ); Fondaparinux (Arixtra ); Warfarina;(Marevan /Coumadin ); Heparina (EV); Enoxaparina (Clexane ).

Medicamentos de Alta Vigilância/Controlados Manter gaveta chaveada; Manter medicamento identificado; Retirar da gaveta somente no momento da administração; Retirar medicamento da gaveta após a alta hospitalar e armazenar em gaveta própria para devolução; A farmácia é responsável pela devolução. O rótulo para soluções com medicamentos de ALTA VIGILÂNCIA tem o diferencial da tarja ROSA.

Cuidados Gerais com Medicamentos Com o Objetivo de evitar a administração de medicamentos errados, cumpra com os seis certos: Paciente Certo; 1ª Forma de Identificação: Nome Completo Medicação Certa; Dose Certa; Via Certa; Hora Certa; Registro Certo. 2ª Forma de Identificação: Data de Nascimento

Identifique os 06 Certos na Administração de Medicamentos Maria Silva 08/06/1980 Paciente Certo Medicamento Certo Dose Certa Via Certa Horário Certo e Registro Certo

POT 06-300-02 Protocolo Cirurgia Segura - Marcação de Lateralidade Meta 4 Eliminar Cirurgias em Membros ou Pacientes Errados O enfermeiro ou o técnico de enfermagem da unidade onde o paciente se encontra, orientará o paciente na realização da marcação da lateralidade cirúrgica: A primeira marcação recomendada é um ponto preenchido na cor vermelha de mais ou menos 1 cm de diâmetro, realizada somente pelo próprio paciente; A segunda marcação recomendada é um círculo circunscrito de cor azul simulando um alvo, e será feito preferencialmente na sala de admissão, pelo cirurgião principal.

POT 06-300-02 Protocolo Cirurgia Segura - Marcação de Lateralidade Marcação de Lateralidade Cirurgia no pé ou tornozelo Marcação no dorso do pé. Cirurgia na perna Marcação na perna- 4 cm acima do joelho em face anterior. Cirurgia do abdômen Marcação no flanco correspondente, sobre a Crista Ilíaca. Cirurgias do tórax / cabeça / olho / ouvido / face Marcação no hemitórax correspondente- 2 cm abaixo da clavícula. Cirurgia do braço Marcação no braço- 4 cm acima do cotovelo em face externa. Cirurgia da mão Marcação no braço- 4 cm acima do punho em face externa. Contra indicado: nas cirurgias realizadas em bilateralidade ou em procedimentos realizados em órgão/membro único. Ponto Crítico: Nos casos de pacientes sem condições de participar ativamente da cirurgia segura, deve ser realizada exclusivamente a segunda marca pelo cirurgião principal.

POT 06-300-02 Protocolo Cirurgia Segura Check List Cirurgia Segura Para melhor definição dos campos checados em cada procedimento, seguem as orientações abaixo: Procedimentos realizados no ambulatório, no centro de diagnóstico por imagem, nas unidades de internação, nas salas de recuperação, nos centros de terapia intensiva e na emergência devem ser checados através dos campos azuis do formulário; Procedimentos realizados no centro cirúrgico, centro de terapia endovascular e endoscopia devem ser checados através dos campos azuis e pretos do formulário; Procedimentos realizados no centro obstétrico devem ser checados através dos campos azuis, pretos e verdes do formulário.

Norma 604 Higienização de Mãos Meta 5 Reduzir o risco de adquirir infecções A higienização das mãos deve ocorrer em cinco momentos: É importante lembrar de higienizar as mãos: Antes e após utilizar luvas; Ao mudar de sítio corporal contaminado para outro mais limpo.

Meta 5 Reduzir o risco de adquirir infecções Técnica correta para higiene das mãos: 9 passos Tempo: Solução alcoólica: 20 30 segundos Água e Sabão: 40-60 segundos

POT 06-002-01 Prevenção e Manejo de Quedas em Adultos Meta 6 Reduzir o risco de lesões decorrentes de quedas Escala de Morse 0 a 24 pontos: Paciente sem risco. 25 a 44 pontos: Prescrição Padrão de Enfermagem + Orientação diária para pacientes e acompanhantes + Entrega do folder. Acima de 45 pontos: Pulseira Amarela Membro Superior Esquerdo - MSE + Prescrição padrão de enfermagem + Orientação diária conforme escala de Morse para pacientes e acompanhantes + Entrega do folder.

Folder de Orientações para Prevenção de Quedas O item de prescrição é feito apenas no primeiro dia, mas a EDUCAÇÃO AO PACIENTE E FAMILIA deve ser diária. EQUIPE ASSISTENCIAL DEVE ESTAR CIENTE E CONSCIENTIZADA Educação do paciente e família é a ação mais importante

Folder de orientações para prevenção de quedas Nos Bebês

Reduzir o risco de lesões decorrentes de quedas Pacientes Externos Dois ou mais fatores de risco desta tabela identificam risco de quedas

Folder de orientações para prevenção de quedas Pacientes externos Estas orientações devem ser feitas aos pacientes externos que vem ao hospital para realizar procedimentos com risco de quedas com preparos importantes e NPO prolongado ex: Endoscopias.

POT 06-006-02 Protocolo de Prevenção de Úlcera por Pressão (UP) Avaliação para risco de Úlcera por Pressão Escala de Braden Sem Risco: 21-23 Baixo Risco: 17-20 Risco Moderado: 13-16 Alto Risco: <12 PRESCRIÇÃO PADRÃO PULSEIRA VERDE MSE ORIENTAÇÃO CUIDADOS

POT 06-008-01 Avaliação e Reavaliação da Dor em Pacientes Lúcidos Orientados, Crianças Acima de 7 Anos ou que Encontram-se em Condições de Referir a Dor Avaliação da Dor A avaliação da dor deve ser aplicada em todas as áreas assistenciais, como o 5º sinal vital. Dor 3 medidas de conforto reavaliar após 1h Dor 4 analgesia prescrita reavaliar em 30 min SC: sem condições (conforme tabela de sinais sugestivos) EVA/EVN: Pacientes em condições de referir à dor

Avaliação da Dor CLASSIFICAÇÃO DA DOR: Zero (0) = Ausência de Dor. Um a Três (1 a 3) = Dor de fraca intensidade. Quatro a Seis (4 a 6) = Dor de intensidade moderada. Sete a Nove (7 a 9) = Dor de forte intensidade. Dez (10) = Dor de intensidade insuportável.

POT 07-046-01 Avaliação da Dor em Pacientes com Déficit Cognitivo Grave, Dificuldade de Comunicação e/ou Que Não Encontram-se em Condições de Referir a Dor Avaliação da Dor SINAIS SUGESTIVOS DE DOR: AGITAÇÃO PERSISTENTE EXPRESSÃO FACIAL DE SOFRIMENTO, FACIES CONTRAÍDAS GEMÊNCIA, CHORO POSTURA DE PROTEÇÃO, RESISTÊNCIA A MOVIMENTOS DURANTE OS CUIDADOS POSIÇÃO DE DEFESA ABDOMINAL MOVIMENTO DE RETIRADA DO ESTIMULO DOLOROSO ALTERAÇÃO DOS SINAIS VITAIS ALTERAÇÃO DO NÍVEL DE ANSIEDADE DESCONFORTO COM VENTILAÇÃO MECÂNICA: TOSSE, RESISTÊNCIA AO VENTILADOR, DENTES CERRADOS AO TUBO OROTRAQUEAL Indicação: pacientes com déficit cognitivo grave, dificuldade de comunicação e/ou que não encontram-se em condições de referir a dor. Ao registrar paciente SC (sem condições) evoluir as observações que sugerem a presença de dor (sinais sugestivos).

Avaliação da Dor Escala de NIPS MÍMICA FACIAL CHORO PADRÃO RESPIRATÓRIO 0 RELAXADA 1 CONTRAÍDA MEMBROS SUPERIORES 0 RELAXADOS 1 FLETIDOS/ESTENDIDOS 0 AUSENTE 1 RESMUNGOS 2 FORTE MEMBROS INFERIORES 0 RELAXADOS 1 FLETIDOS/ESTENDIDOS 0 RÍTMICO E REGULAR 1 DIFERENTE DO PADRÃO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA 0 DORMINDO/CALMO 1 IRRITADO CLASSIFICAÇÃO DA DOR = SOMA DOS PONTOS 0 SEM DOR 2 DOR FRACA 5 DOR MODERADA 7 DOR FORTE Indicação: neonatos e crianças até 2 anos de idade MATERNIDADE, CO, CTI NEO.

POT 12-09 Dupla Checagem para Instalação Hemocomponentes. Dupla Checagem para Instalação de Hemocomponentes A dupla checagem do paciente e da bolsa de hemocomponente deve ocorrer em conjunto por um profissional da equipe assistencial e outro do Serviço de Hemoterapia antes de sua instalação.

Como Acessar os POTs Acessar a intranet

Como Acessar os POTs Clicar em Normas e Padrões

Como Acessar os POTs Digitar o nome ou parte do nome no campo texto e clicar em pesquisar

Como Realizar Notificação no SEGER Clicar o ícone SEGER na intranet Não há necessidade de informar usuário e senha para acessar a notificação no SEGER

POT 06-101-02 Notificação e Tratamento de Incidentes: Eventos Adversos (EADs), Sentinelas, Erros, ou Quase Falhas Em caso de potenciais riscos assistenciais, que podem ou não, causar danos aos pacientes, não se esqueça de realizar a Notificação ao SEGER, para que tenhamos processos de melhorias constantes, e aperfeiçoamento da segurança do paciente.

Em caso de dúvidas sobre Diluições consulte a Tabela na Intranet Clicar em Downloads

Em Caso de Dúvidas sobre Diluições Consulte a Tabela na Intranet Clicar em Tabela de Diluição (Farmácia)

Como Localizar a Lista de funcionários que dominam outras Línguas na Intranet Clicar em downloads Clicar em Lista de Tradutores Residentes

Como Chamar ajuda no HMD? O HMD possui duas equipes para atendimento de Emergências Médicas: Emergência - Ramal 2222 CTI Adulto Ramal 8888 Emergência atende as áreas externas do Hospital: Cafeteria; Recepção/ Portarias; Recursos Humanos/SESMT; Serviços de apoio/caldeira; Estacionamento; Vestiários e outros... CTI Adulto - atende as áreas onde circulam pacientes: Unidades de Internação; Unidade de Cuidados Especiais (UCE); Maternidade/ Centro Obstétrico (CO); Centro de diagnóstico por imagem; Hemodinâmica/ Centro Cirúrgico (CC) Sala de Recuperação; Hemodiálise, Endoscopia; Neurolab/ Prevencor; Banco de Sangue.

Casos de Emergência Médicas Exemplos de Emergências Médicas: Traumas (queda de altura, choque elétrico; Explosões, Hemorragia externa); Dor Torácica (dor no peito); Obstrução de vias aéreas; Dispnéia (falta de ar súbita); Perda de consciência; Parada cardiorespiratória (PCR).

Acionamento do Ramal 6666 Emergências Não Médicas PO 03-762-01 Acionamento do Ramal 6666 Emergências Não Médicas

Casos de Emergência Não Médica Exemplos de Emergências Não Médicas Incêndio; Cheiro de Queimado; Vazamento ou rompimento de tubulações água, esgoto ou gases medicinais; Alagamentos; Situações de Risco com relação a Segurança Patrimonial (risco de agressão a funcionários, pacientes ou familiares); Risco iminente de Acidente com funcionários, terceiros, pacientes e familiares por problemas de estrutura predial.

SEGURANÇA DO PACIENTE