MANUAL DO PACIENTE Dr. Paulo Vicente
|
|
|
- Márcio Santos
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Dr. Paulo Vicente
2 Caro, paciente! Este manual foi desenvolvido para esclarecer as dúvidas mais comuns sobre o procedimento cirúrgico que irá ser submetido. O manual está dividido em 6 partes: - COMO PROCEDER NA VÉSPERA DA CIRURGIA; - DIA DA CIRURGIA; - ETAPAS DO PROCEDIMENTO; - ORIENTAÇÕES GERAIS AO PACIENTE; - ORIENTAÇÕES AOS ACOMPANHANTES. DR. PAULO VICENTE Cirurgia Geral e Hérnias Abdominais
3 VÉSPERA DA CIRURGIA Importante que na véspera e na manhã do dia da cirurgia seja tomado um banho de corpo inteiro com uso de sabonete neutro e lavar o cabelo. Após o banho usar toalha e roupas limpas. Solicitamos que não seja feita a tricotomia (retirada dos pelos) da área da cirurgia. Isso, quando for preciso, deverá ser feito no próprio centro cirúrgico pela equipe de enfermagem com aparelho específico, para evitar pequenas infeções na pele. Lembrar de seguir as orientações do Anestesista da equipe em relação ao Jejum pré-operatório. Em caso de dúvida, entrar em contato conosco. Essa orientação é dada na consulta pré-anestésica.
4 DIA DA CIRURGIA É fundamental que os pacientes e acompanhantes cheguem ao Hospital para internação na hora pré-determinada, pois evita atrasos nas equipes e no Programa Cirúrgico diário. Esse horário é orientado pela Nossa Secretária. Lembrar de levar todos os exames pré-operatórios e autorizações de cirurgia solicitadas nas consultas pré-operatórias. Lembrar de levar eventuais materiais solicitados para compra (meia de compressão/ faixas abdominais dentre outros) *Quando necessários Após Internamento, o paciente será conduzido à sala de espera do centro cirúrgico e no momento correto, será chamado para adentrar ao centro cirúrgico. Dentro do centro cirúrgico, o paciente é orientado a vestir a pijama cirúrgica e acomodado na sala pré-anestésica até o início de fato do procedimento cirúrgico. É importante que os termos de consentimento para a realização da cirurgia e da anestesia estejam devidamente preenchidos e assinados, portanto TODAS as dúvidas esclarecidas antes do procedimento. Cirurgias que envolvam lateralidade, ou seja, órgãos duplos, como braços, pernas, rins, pulmões, entre outros, serão confirmadas pela equipe antes de ser encaminhamento à sala Cirúrgica. É recomendável que o paciente se envolva neste processo, solicitando e ficando atento à confirmação de lateralidade. Ao fim do procedimento, algum membro da equipe cirúrgica comunicará aos acompanhantes. Vale salientar que o paciente ainda fica algum tempo no centro cirúrgico para recuperação anestésica antes de ser encaminhado ao quarto ou enfermaria.
5 ETAPAS DO PROCEDIMENTO 1. Indução anestésica - Nesta etapa, conduzida pelo médico anestesiologista e pela equipe de enfermagem, o paciente é monitorado para controle do traçado cardíaco, frequência cardíaca, pressão arterial, oxigenação sanguínea e nível de anestesia. Uma vez anestesiado, o paciente recebe as proteções necessárias, de acordo com a cirurgia a ser realizada. 2. Período intraoperatório - A cirurgia propriamente dita, começa no momento em que o cirurgião inicia a incisão e vai até o seu fechamento. Da sala de cirurgia, o paciente poderá ser encaminhado para a Recuperação Anestésica (RPA), para o quarto, ou para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o que acontece caso precise de cuidados especiais, após cirurgias muito extensas ou com pacientes muito debilitados. 3. Recuperação Anestésica - O paciente conta com a alta tecnologia de monitoramento, sob observação e cuidados constantes da equipe de enfermagem e do médico anestesiologista, até a plena recuperação da consciência e da estabilidade clínica. O período de permanência nesse setor varia de acordo com a complexidade da cirurgia.
6 DEPOIS DA CIRURGIA Após a recuperação anestésica é comum sentir um desconforto no local da cirurgia. Importante evitar falar muito para não deglutir o ar e distender o abdome. Tão logo que possível e por meio de orientação médica, é importante caminhar (sempre com auxílio) Curativo Mantenha o curativo da ferida cirúrgica limpo e seco, seguindo a recomendação médica. A alta hospitalar é dada de acordo com as condições do paciente e é realizada pelo cirurgião assistente ou algum membro da equipe GASTRUS. Na alta, o paciente receberá todas as prescrições, atestados, relatórios e orientações pós-operatórias pertinentes.
7 ORIENTAÇÕES GERAIS AO PACIENTE Infecções prévias Comunique ao cirurgião, antes da cirurgia, se estiver com alguma infecção (furúnculo, foliculite, sinusite, dor de garganta, infecção urinária ou gripe, por exemplo). Nesses casos, se possível, é melhor postergar a cirurgia para evitar que haja risco de infecção pós-operatória. Cigarro Deixe de fumar um mês antes da cirurgia. O fumo pode prejudicar a cicatrização, além de prejudicar as funções respiratórias, bem como as crises de tosse ocasionadas pelos tabagismo aumentar a dor. Sintomas de infecção Comunique o cirurgião caso apresente qualquer sinal de infecção, como febre, dor excessiva no local operado, vermelhidão, calor local ou secreção purulenta amarelo esverdeada.
8 ORIENTAÇÕES AOS ACOMPANHANTES Encaminhamento O paciente será encaminhado ao centro cirúrgico por um auxiliar de enfermagem. Ele também pode ser acompanhado por uma familiar até a entrada do local. Durante a cirurgia Você pode aguardar na sala de espera no andar do Centro Cirúrgico. É importante a presença do familiar ou acompanhante após a cirurgia, pois a equipe médica informará o decorrer do procedimento e orientações no pós-operatório. Importante deixar claro aos acompanhantes que o tempo entre a entrada e saída do paciente do centro cirúrgico é maior do que o tempo médio estimado para a cirurgia devido a todos os preparos e recuperações. Isso minimiza a ansiedade e preocupação dos acompanhantes. Contatos Deixe sempre um telefone para que a equipe assistência possa entrar em contato. Encaminhamento pós-cirúrgico Ao término da cirurgia, a equipe de enfermagem entrará em contato para informá-lo do encaminhamento do paciente (UTI ou quarto). Recuperação Anestésica Pacientes em pós-operatório imediato podem ter tremores, calafrios e precisam descansar. Evite conversas em tom de voz elevado e visitas abundantes até a recuperação total da anestesia (2-4h). Obedeça as orientações médicas e só alimente e oferte líquidos ao paciente após autorização do médico.
9 Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 2131, Centro Médico Jardins Sala Bairro Jardins Aracaju - SE, Tel.: (79) / (79) : [email protected] / clinicagastrus
ANESTESIA. Guia do Paciente
ANESTESIA Guia do Paciente ANESTESIA Guia do Paciente Orientações para o Paciente Cirúrgico Caro Paciente e Familiares, Este Guia foi elaborado para contribuir com a sua participação e de seus familiares
ORIENTADOR INTERNAÇÃO
ORIENTADOR INTERNAÇÃO ORIENTADOR INTERNAÇÃO 01 O Hospital Santa Cruz disponibiliza orientações de internação aos seus pacientes, a fim de agilizar e esclarecer dúvidas sobre o processo de internação. DOCUMENTOS
ORIENTADOR INTERNAÇÃO ELETIVA SUS - Sistema Único de Saúde
ORIENTADOR INTERNAÇÃO ELETIVA SUS - Sistema Único de Saúde ORIENTADOR INTERNAÇÃO ELETIVA 01 O Hospital Santa Cruz disponibiliza orientações de pré-internação aos seus pacientes, a fim de esclarecer dúvidas
MANUAL DE ORIENTAÇÕES AO PACIENTE E ACOMPANHANTE
MANUAL DE ORIENTAÇÕES AO PACIENTE E ACOMPANHANTE ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO...4 2. ACOMPANAHNTES...5 3. VISITAS...6 Horários...6 4. INFORMAÇÕES GERAIS...7 4.1 Itens permitidos aos pacientes...7 4.2 Itens
Práticas De Segurança No Procedimento Cirúrgico Hospital Estadual De Diadema - HED. Maria Fernandes
Práticas De Segurança No Procedimento Cirúrgico Hospital Estadual De Diadema - HED Maria Fernandes 2017 https://www.spdm.org.br/onde-estamos/hospitais-e.../hospital-estadual-de-diadema Cirurgia Segura
MANUAL DO PACIENTE ANTES DE INTERNAR
MANUAL DO PACIENTE ANTES DE INTERNAR Serão realizados exames pré-operatórios com o intuito de se diminuir os riscos cirúrgicos. Os exames envolvem eletrocardiograma, raios-x de tórax e coleta de sangue.
Cartilha de Segurança do. paciente. Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital?
Cartilha de Segurança do paciente Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital? Caro paciente, Esta Cartilha foi desenvolvida para orientá-lo sobre
Nome do Paciente: Data de nascimento: / / CPF: Procedimento Anestésico: I. O que é?
1/5 O presente Termo de Ciência de Consentimento para Procedimento Anestésico tem o objetivo de informar ao paciente e/ou responsável, quanto ao procedimento anestésico ao qual será submetido, complementando
Assistência de enfermagem no período pré-operatório. Aline Carrilho Menezes
Assistência de enfermagem no período pré-operatório Aline Carrilho Menezes Técnico e auxiliar de enfermagem A sua participação é importante e vital no transcorrer do ato anestésico-cirúrgico para a promoção
Cirurgia Torácica. Orientações pré-operatórias. Serviço de Cirurgia Torácica
Cirurgia Torácica Orientações pré-operatórias Serviço de Cirurgia Torácica Este manual contou com a colaboração dos professores Amarilio Vieira de Macedo Neto, Hugo Goulart de Oliveira, Maurício Guidi
Anestesia. em cirurgia cardíaca pediátrica. por Bruno Araújo Silva
I N C O R C R I A N Ç A Anestesia em cirurgia cardíaca pediátrica A anestesia é um dos elementos fundamentais no cuidado dos pacientes que serão submetidos a cirurgia cardíaca para tratamento de cardiopatias
Profa. Dra. Rita Burgos Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo
Profa. Dra. Rita Burgos [email protected] Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo Finalidade ATO ANESTÉSICO CIRÚRGICO Ambiente Seguro Confortável
AULA- 2 ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM UNISALESIANO
AULA- 2 ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM UNISALESIANO Os registros efetuados pela equipe de enfermagem (enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem) têm a finalidade essencial de fornecer informações sobre a assistência
MANUAL DE ORIENTAÇÕES AO PACIENTE E ACOMPANHANTE
MANUAL DE ORIENTAÇÕES AO PACIENTE E ACOMPANHANTE Índice 1. APRESENTAÇÃO...4 2. ACOMPANHANTES...5 3. VISITAS...6 Horários...6 Regras para a visita na UTI...7 Visita do Irmãozinho...8 4. INFORMAÇÕES GERAIS...9
CIRURGIA SEGURA. Data Versão/Revisões Descrição Autor 25/10/ Proposta inicial MDS, DAL,IPAM,MMS
1 de 8 Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial MDS, DAL,IPAM,MMS 1 Objetivo Melhorar a segurança do paciente cirúrgico reduzindo danos
CIRURGIA SEGURA Enf. Daniella Honorio
CIRURGIA SEGURA Enf. Daniella Honorio FINALIDADE FINALIDADE Determinar as medidas a serem implantadas para reduzir a ocorrência de incidentes e eventos adversos e a mortalidade cirúrgica, possibilitando
Recursos Humanos em Centro Cirúrgico Profa.Dra. Rita Burgos
Recursos Humanos em Centro Cirúrgico Profa.Dra. Rita Burgos EMAIL: [email protected] Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica Escola de Enfermagem - USP FINALIDADE Ato Anestésico Cirúrgico Ambiente Seguro
Uso profilático de Antimicrobianos em Cirurgia. Adilson J. Westheimer Cavalcante Sociedade Paulista de Infectologia
Uso profilático de Antimicrobianos em Cirurgia Adilson J. Westheimer Cavalcante Sociedade Paulista de Infectologia Infecção do Sítio Cirúrgico Concentração Microbiana & Virulência Lesão Tissular Corpos
GRUPO DE ORTOGERIATRIA
GRUPO DE ORTOGERIATRIA Processo de enfermagem no atendimento do paciente ortogeriátrico Enfa. Sidna Torres/Enfa. Márcia Gomes PROCESSO DE ENFERMAGEM NO ATENDIMENTO DO PACIENTE ORTOGERIÁTRICO 1- OBJETIVO
Programa. 16 de outubro Dia do médico anestesista
Programa 16 de outubro Dia do médico anestesista Programa 1. O que é anestesia? É um conjunto de medicamentos que geram um efeito de sedação no seu corpo, permitindo a ausência de dor e de outras sensações
Patrícia Santiago Carvalho Supervisora Bloco Operatório Patrícia do Carmo Lourenço Enfermeira da Central de Material e Esterilização
Patrícia Santiago Carvalho Supervisora Bloco Operatório Patrícia do Carmo Lourenço Enfermeira da Central de Material e Esterilização Unimed São José dos Campos - SP INTRODUÇÃO A origem da Campanha Cirurgias
Diretrizes Assistenciais CHECKLIST CIRÚRGICO TIME OUT. Versão eletrônica atualizada em Janeiro 2012
Diretrizes Assistenciais CHECKLIST CIRÚRGICO TIME OUT Versão eletrônica atualizada em Janeiro 2012 Checklist Cirúrgico TIME OUT Introdução Dados do Institute of Medicine (IOM) estimam que cerca de 98.000
CLASSIFICAÇÃO DAS INFECÇÕES DE SÍTIO CIRÚRGICO (ISC)¹ MANUAL DA CCIH. POP nº 10. Versão: 01
PREVENÇÃO DE INFECÇÃO EM SÍTIO DE CIRURGIA CARDÍACA OBJETIVO Padronizar a prática de medidas preventivas para minimizar a ocorrência de infecção de sítio cirúrgico, destinadas a equipe multiprofissional
UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS- ANESTÉSICA (URPA) Maria da Conceição Muniz Ribeiro
UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS- ANESTÉSICA (URPA) Maria da Conceição Muniz Ribeiro O primeiro relato sobre a existência de uma sala de recuperação pós-anestésica foi em 8 na Inglaterra. Florence Nightingale,
A troca de acompanhante só será permitida nos horários estabelecidos.
HORÁRIOS DE VISITAS Setor Horário Nº de Visitantes Pediatria Das 15h às 19h30min 6 visitantes por período Sendo até 2 por vez. Retaguarda/Clínica Médica Das e 15h Clínica às 19h30min Cirúrgica 6 visitantes
bactérias multirresistentes INFORMATIVO FAMILIAR
bactérias multirresistentes INFORMATIVO FAMILIAR O QUE SÃO AS BACTÉRIAS MULTIRESISTENTES? São microorganismos que são resistentes a um ou mais antimicrobianos de três ou mais classes testadas. O QUE É
Melhores Práticas Assistenciais
Programa Práticas Melhores Práticas Assistenciais ARTROPLASTIA TOTAL DE JOELHO RELATÓRIO TRIMESTRAL Maio à Julho 2014 Coordenação Médica: Responsável Operacional: Dr. Marcio de Castro. Ft. Gilvania Silva.
Tudo o que você precisa saber sobre Angioplastia
Tudo o que você precisa saber sobre Angioplastia Informações Básicas O que é Angioplastia? A Angioplastia é uma técnica bem menos traumática que a cirurgia para desobstruir as artérias. O procedimento
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE NO PERÍODO PRÉ - OPERATÓRIO
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE NO PERÍODO PRÉ - OPERATÓRIO P R DEFINIÇÃO DE PRÉ-OPERATÓRIO Avaliação global do estado de saúde do paciente para identificar anormalidades significativas que poderiam
GESTÃO DE RISCOS EM CENTRO CIRÚRGICO. Léa Pereira de Sousa
GESTÃO DE RISCOS EM CENTRO CIRÚRGICO Léa Pereira de Sousa SUMÁRIO 1 - CONCEITOS 2 - GESTÃO DE RISCOS SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE QUALIDADE CAMPANHA CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS
FOLHETO INFORMATIVO PRÉ-OPERATÓRIO
FOLHETO INFORMATIVO PRÉ-OPERATÓRIO INTRODUÇÃO Este folheto tenciona dar-lhe uma visão geral, muito breve, de algumas coisas que experienciará durante a sua estadia no Hospital. No entanto, se tiver qualquer
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização
PROCEDIMENTO SISTÊMICO
Página 1 de 9 Siglas e Definições PCR Parada Cardiorrespiratória UTI- Unidade de Terapia Intensiva PA- Pronto Atendimento CDI-Centro de Diagnóstico por Imagem Materiais Não se aplica. Abrangência O código
Instruções Pré-operatórias
Instruções Pré-operatórias {slidetoggle=veja...} Jejum total (líquidos e sólidos) após hs do dia / /. Caso faça uso de alguma medicação para pressão, tireóide ou calmante, deverá mantê-o até o dia da cirurgia
A UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE
A UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE SRPA Unidade de Recuperação Pós-Anestésica é a área destinada à permanência do paciente, logo após o término da cirurgia, onde
O que esperar após a cirurgia de sua criança: Um guia para os pais
O que esperar após a cirurgia de sua criança: Um guia para os pais Este guia foi desenvolvido para ajudá-lo a se preparar para a alta de sua criança. Muitas famílias acreditam que aprender e conversar
Correção Endovascular do Aneurisma de Aorta
Orientações para pacientes submetidos à Correção Endovascular do Aneurisma de Aorta Serviço de Enfermagem Cardiovascular, Nefrologia e Imagem (SENCI) Serviço de Cirurgia Cardiovascular Serviço de Cardiologia
Manual de Cirurgia Segura
Manual de Cirurgia Segura Índice Apresentação... pág. 4 Termos de Consentimento Informado... pág. 4 Lateralidade... pág. 5 Profilaxia Antibiótica... pág. 6 Time Out ou Pausa Cirúrgica... pág. 7 NR 32...
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM As anotações de enfermagem fornecem dados que irão subsidiar o enfermeiro no estabelecimento do plano de cuidados/prescrição de enfermagem suporte para análise
Assistência de Enfermagem rio
Assistência de Enfermagem Pós-operatóriorio Pós-operatório rio O período pós-operatp operatóriorio tem início logo após o término t da operação e vai até a alta do paciente, podendo ainda se estender a
Cateterismo e Angioplastia Coronariana
Cateterismo e Angioplastia Coronariana Orientações para pacientes e familiares Serviço de Enfermagem Cirúrgica Este manual contou com a colaboração de: professora Isabel Cristina Echer; enfermeiras Márcia
T E R M O D E C O N S E N T I M E N T O E S C L A R E C I D O CIRURGIA PLÁSTICA
Clínica: Eu, (nome completo), portador da Carteira de Identidade número, inscrito no CPF sob o número, declaro que fui devidamente informado(a) acerca do procedimento ao qual serei submetido, bem como
OUTUBRO ROSA FISIOTERAPIA. A prevenção é o melhor caminho! para uma melhor recuperação
OUTUBRO ROSA 2018 FISIOTERAPIA para uma melhor recuperação A prevenção é o melhor caminho! utu ro osa A FISIOTERAPIA TEM IMPORTANTE PAPEL numa fase mais imediata do pós-operatório, atua na prevenção de
BARIÁTRICA: ORIENTAÇÕES EM BUSCA DA SAÚDE
C I R U R G I A BARIÁTRICA: ORIENTAÇÕES EM BUSCA DA SAÚDE SUMÁRIO [04] [05] [07] [08] [08] [10] [11] [12] [13] [14] [15] [16] [17] [AGENDA DO PACIENTE] [ASPECTOS GERAIS] [TÉCNICAS POSSÍVEIS DE CIRURGIA
PROTOCOLO NSP Núcleo de Segurança do Paciente PROTOCOLO ASSISTENCIAL. Título: Cirurgia Segura Revisão nº: 00 Data Revisão: Objetivos:
PROTOCOLO NSP Núcleo de Segurança do Paciente PROTOCOLO ASSISTENCIAL Nº: PROT/NSP/ENF. 007 Data emissão: Agosto /2018 Data vigência: 2018-2020 Título: Cirurgia Segura Revisão nº: 00 Data Revisão: Objetivos:
CARTILHA SEGURANÇA DO PACIENTE. Como você pode contribuir para que a saúde e segurança do paciente não seja colocada em risco na sua instituição?
CARTILHA SEGURANÇA DO PACIENTE Como você pode contribuir para que a saúde e segurança do paciente não seja colocada em risco na sua instituição? ESTA CARTILHA FOI DESENVOLVIDA PARA ORIENTÁ-LOS SOBRE AS
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA (SAEP) PROFESSORA: MARIA DA CONCEIÇÃO MUNIZ RIBEIRO.
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA (SAEP) PROFESSORA: MARIA DA CONCEIÇÃO MUNIZ RIBEIRO. OBJETIVO Seu objetivo é direcionar a assistência de enfermagem, oferecendo ao enfermeiro
RPR-SERVIÇO DE ANESTESIOLOGIA DA CLÍNICA GRAF GUIMARÃES CIRURGIA PLÁSTICA, DERMATOLOGIA, LASER E TRANSPLANTE CAPILAR, BARBA E SOBRAMCELHA
RPR-SERVIÇO DE ANESTESIOLOGIA DA CLÍNICA GRAF GUIMARÃES CIRURGIA PLÁSTICA, DERMATOLOGIA, LASER E TRANSPLANTE CAPILAR, BARBA E SOBRAMCELHA O preenchimento deste questionário é de extrema importância para
Ter material e equipamentos em condições adequadas de uso para realização do procedimento anestésico em exames diagnósticos.
EXAMES DIAGNÓSTICOS EM PACIENTES PEDIATRICOS - HOSPITAL SINO- BRASILEIRO 1. FINALIDADE Ter material e equipamentos em condições adequadas de uso para realização do procedimento anestésico em exames diagnósticos.
PROTOCOLO CÓDIGO AZUL E AMARELO
AZUL E AMARELO I. Definição: O código amarelo consiste no reconhecimento precoce de mudanças agudas nos parâmetros vitais dos pacientes, com o intuito de reduzir o número de parada cardiorespiratórias
TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO
TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PREZADO PACIENTE: O Termo de Consentimento Informado é um documento no qual sua AUTONOMIA (vontade) em CONSENTIR (autorizar) é manifestada. A intervenção cirúrgica indicada
SERVIÇO DE PSICOLOGIA
Procedimento Operacional Padrão (POP) SERVIÇO DE PSICOLOGIA POP nº 01 PSI/HU Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina TRANSPLANTE HEPÁTICO Versão:
Fístula e Enxerto Arteriovenoso Orientações para pacientes e familiares
Fístula e Enxerto Arteriovenoso Orientações para pacientes e familiares Serviço de Enfermagem Cardiovascular, Nefrologia e Imagem Este manual contou com a colaboração de: professoras Isabel Cristina Echer,
Universidade Federal da Bahia
Universidade Federal da Bahia Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia Departamento de Anatomia, Patologias e Clinicas Veterinária MEVA33-Técnica Cirúrgica Veterinária Centro Cirúrgico e Equipe Cirúrgica
COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1
FICHA DE OBSERVAÇÃO - 1 ENFERMAGEM NOS CUIDADOS INTEGRAIS AO ADULTO E IDOSO NO PERÍODO PERI OPERATÓRIO Acadêmico: Curso: Período: Turno: Disciplina(s): Local: Campos de Observação: Profissional responsável
ENFERMAGEM BIOSSEGURANÇA. Parte 12. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM BIOSSEGURANÇA Parte 12 Profª. Tatiane da Silva Campos nos serviços de saúde e definição de Artigos e Áreas Criticas, semi-criticas e não criticas Obrigação de todos profissionais: - trabalhar
GUIA INFORMATIVO CANCRO DO RETO. Centro de Referência Oncologia de Adultos
GUIA INFORMATIVO CANCRO DO RETO Centro de Referência Oncologia de Adultos Centro de referência É qualquer serviço, departamento ou unidade de saúde, reconhecido como o expoente mais elevado de competências
TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO
TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PREZADO PACIENTE: O Termo de Consentimento Informado é um documento no qual sua AUTONOMIA (vontade) em CONSENTIR (autorizar) é manifestada. A intervenção cirúrgica indicada
Orientação para preparo de. Endoscopia Digestiva Alta
Orientação para preparo de Endoscopia Digestiva Alta ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA o que é videoendoscopia? Endoscopia digestiva alta (também conhecida como gastroscopia, endoscopia gastrointestinal alta,
INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA: ELO ENTRE ESTRUTURA E PROCESSO PARA RESULTADOS SEGUROS AVELAR FERREIRA DO NASCIMENTO
INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA: ELO ENTRE ESTRUTURA E PROCESSO PARA RESULTADOS SEGUROS AVELAR FERREIRA DO NASCIMENTO CONCEITOS BÁSICOS SOBRE ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Organização da empresa é a ordenação e o
INSTRUÇÃO DE TRABALHO
1. Titulo: ORIENTAÇÃO DE ENFERMAGEM PARA ALTA HOSPITALAR E CUIDADOS DOMICILIARES 2. Definição: Consiste em orientações prestadas ao cliente/acompanhante após prescrição da alta médica/hospitalar. 3. Objetivos:
Olá, seja bem-vindo ao Hospital das Clínicas Samuel Libânio.
Manual do Paciente Olá, seja bem-vindo ao Hospital das Clínicas Samuel Libânio. O HCSL acredita que o visitante e o acompanhante são fundamentais para a recuperação adequada do paciente internado. Assim,
Assunto: Transporte intra-hospitalar, anestesia, exames complementares.
PARECER CRM/MS N 16/2013 Processo consulta 05/2013 Interessado: L.G.O.S Conselheiro parecerista: Sérgio Renato de Almeida Couto Assunto: Transporte intra-hospitalar, anestesia, exames complementares. Ementa:
CUIDADOS PERI-OPERATÓRIOS, DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA DOR
ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA/UFBA DEPARTAMENTO DE ANATOMIA, PATOLOGIA E CLÍNICAS VETERINÁRIAS CUIDADOS PERI-OPERATÓRIOS, DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA DOR PERI-OPERATÓRIOS O peri-operatório é
PROGRAMA DA DISCIPLINA EMENTA
UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Cuidar de enfermagem no Perioperatório Carga Horária: 165 : 75 Prática: 90 Semestre: 2013.1 Professoras: Maria de
PROGRAMA CQH - COMPROMISSO COM A QUALIDADE HOSPITALAR INDICADORES HOSPITAIS SELADOS TAXA DE OCUPAÇÃO HOSPITALAR*
TAXA DE OCUPAÇÃO HOSPITALAR* 100% 90% 80% 70% Mediana 76,65% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 3º trimestre de 2008 1 ÍNDICE DE ROTATIVIDADE DO LEITO* 9,0 8,0 7,0 Mediana 5,88 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 3º trimestre
- Como funciona o CTI?
- O que é e para que serve o CTI? A sigla CTI significa Centro de Terapia Intensiva, uma unidade que, como o nome diz, é destinada a proporcionar um tratamento intensivo a seus pacientes, contando com
O que é a artroscopia?
A dor no joelho é um sintoma extremamente freqüente. É uma articulação das mais complexas em termos de biomecânica, estando sempre sujeita a sofrer lesões, tanto traumáticas (acidentes e quedas) quanto
