AMOSTRA DA OBRA www.editoraferreira.com.br O sumário aqui apresentado é reprodução fiel do livro Contabilidade 2.0 CESPE. Ricardo J. Ferreira Contabilidade 2.0 CESPE teoria e questões sob medida
Nota sobre o autor Sumário III Ricardo J. Ferreira é graduado em Direito e Ciências Contábeis. Foi auditor interno nos setores público e privado e assessor jurídico da Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro. É professor de Legislação Tributária, Contabilidade e Auditoria, tendo sido aprovado e classificado nos concursos para Técnico do Tesouro Nacional (TTN), Agente Fiscal de Tributos do Estado de Minas Gerais (ICMS/MG), Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo (ICMS/SP), Auditor-Fiscal do Tesouro Nacional (AFTN), Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro (ICMS/ RJ) e Fiscal de Rendas do Município do Rio de Janeiro (ISS/RJ), entre outros. Capítulo 1 Conceito, objetivo e finalidade 1 Conceito 01 2 Objeto 02 3 Finalidade ou objetivo 03 4 Pessoas interessadas nas informações contábeis 04 5 Funções 05 6 Identificação dos aspectos patrimoniais 05 7 Áreas ou ramos 06 8 Campo de aplicação 06 9 Titular do patrimônio 07 9.1 Empresário individual 10 9.2 Empresa individual de responsabilidade limitada 12 9.3 Sociedades empresárias 15 9.3.1 Sociedade em nome coletivo 16 9.3.2 Sociedade em comandita simples 16 9.3.3 Sociedade limitada 17 9.3.4 Sociedade anônima 20 9.3.5 Sociedade em comandita por ações 22 9.3.6 Sociedade em conta de participação 23 10 Dissolução, liquidação e extinção 25 11 Técnicas contábeis 26 11.1 Escrituração contábil 26 11.2 Demonstração 27 11.3 Auditoria 29 11.4 Análise das demonstrações contábeis ou financeiras 31
Sumário V Capítulo 2 Patrimônio 1 Conceito 33 2 Bens 33 3 Direitos 36 3.1 Duplicata 37 3.1.2 Duplicata de prestação de serviços 40 3.1.3 Remessa e devolução de duplicata 41 3.1.4 Pagamento da duplicata 42 3.1.5 Protesto da duplicata 42 3.1.6 Cobrança judicial da duplicata 43 3.1.7 Livro Registro de Duplicatas 43 3.2 Nota promissória 44 3.3 Cheque 45 4 Obrigações 46 5 Situação líquida 49 6 Relações entre ativo, passivo exigível e situação líquida 52 7 Origens de recursos 53 8 Aplicações de recursos 55 9 Análise das origens e aplicações 56 10 Terminologia contábil 57 Capítulo 3 Contas 1 Conceito 61 2 Classificação das contas 61 3 Elementos essenciais da conta 63 4 Plano de contas 65 5 Sistema de contas 65 6 Elenco de contas 66 7 Balancete de verificação 69 8 Teoria das contas 71 8.1 Teoria Personalística 71 8.2 Teoria Materialística 73 8.3 Teoria Patrimonialista 73 Capítulo 4 Escrituração contábil 1 Conceito 75 2 Métodos de escrituração 75 3 Método das partidas simples 76 4 Método das partidas mistas 77 5 Método das partidas dobradas 78 6 Funcionamento das contas no método das partidas dobradas 81 7 Processos de escrituração 84 8 Normas legais sobre escrituração 85 9 Lançamento contábil 89 9.1 Funções do lançamento 89 9.2 Elementos essenciais do lançamento 89 9.3 Fórmulas de lançamento 90 9.4 Erros de escrituração e sua correção 92 10 Livros de escrituração 96 10.1 Descentralização da contabilidade 96 10.2 Livros empresariais ou comerciais 96 10.3 Livro Diário 97 10.4 Livro-Razão 100 10.5 Livros especiais 101 10.6 Livros para fins tributários 102 Capítulo 5 Despesa 1 Conceito 107 2 Despesa de aluguel 109 3 Despesa de juros 110 4 Despesa de seguro 112 5 Despesa de salários folha de pagamento 113 5.1 Contribuição previdenciária 114
Sumário VII 5.2 FGTS 115 5.3 Salário-família 116 6 Adiantamentos a empregados 118 7 Provisão para férias 118 Capítulo 6 Receita 1 Conceito 121 2 Receita financeira 123 3 Receita de venda de mercadorias 124 4 Receita de serviços 125 5 Receita de aluguel 125 6 Reconhecimento da receita 126 Apêndice A Exemplos de reconhecimento da receita 129 Capítulo 7 Apuração do resultado 1 Conceito 139 2 Contas transitórias e permanentes 139 3 Encerramento dos saldos das contas de resultado 139 4 Transferência do resultado para o patrimônio líquido 140 5 Regimes contábeis: regime de caixa e regime de competência 148 Capítulo 8 Fato administrativo 1 Conceito 153 2 Fato permutativo 154 3 Fato modificativo 156 4 Fato misto ou composto 158 5 Ato administrativo 160 6 Insubsistências e superveniências 161 Capítulo 9 Operações com mercadorias 1 Sistemas de inventário 163 2 Sistema de inventário periódico 163 3 Conta Mercadorias com função mista 163 4 Método das três contas 166 5 Média ponderada fixa 173 6 Método do varejo 174 7 Custo específico 174 Capítulo 10 Sistema de inventário permanente 1 Métodos de avaliação de estoques 177 2 Ficha de controle de estoque 180 3 PEPS solução simplificada 185 Capítulo 11 CPC 16 (R1) Estoques 1 Objetivo 187 2 Escopo 187 3 Definições 187 4 Mensuração de estoque 189 5 Custos de estoque 190 5.1 Custos de aquisição 190 5.2 Custos de transformação 190 5.3 Outros custos 193 6 Custos de estoque de prestador de serviços 194 7 Custo do produto agrícola colhido proveniente de ativo biológico 195 8 Outras formas para mensuração do custo 195 9 Critérios de valoração de estoque 197 10 Valor realizável líquido 198 11 Reconhecimento como despesa no resultado 200 12 Divulgação 200 Capítulo 12 Provisões em geral 1 Espécies de provisões 203 2 Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes 203 3 Provisão para devedores duvidosos 206
Sumário IX Capítulo 13 Princípios de Contabilidade 1 Os princípios e sua observância 211 2 Conceituação, amplitude e enumeração 213 3 Princípio da entidade 214 4 Princípio da continuidade 215 5 Princípio da oportunidade 216 6 Princípio do registro pelo valor original 217 7 Princípio da competência 220 8 Princípio da prudência 221 9 Penalidades 222 Capítulo 14 Nova Estrutura Conceitual comentada (CPC 00) 1 Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 223 2 Normas internacionais de contabilidade 224 3 Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) 225 4 Nova Estrutura Conceitual comentada 226 Capítulo 15 Demonstrações contábeis Lei n 6.404 1 Lei das Sociedades por Ações 297 2 Constituição da sociedade anônima 297 3 Exercício social 298 4 Demonstrações contábeis obrigatórias 300 5 Demonstrações comparativas 302 6 Agrupamento de contas semelhantes 302 7 Agrupamento de pequenos saldos 302 8 Proposta de destinação dos lucros 303 9 Demonstrações contábeis complementares 303 10 Notas explicativas 303 10.1 Principais critérios de avaliação dos elementos patrimoniais 305 10.2 Investimentos relevantes 305 10.3 Ajustes de avaliação patrimonial 306 10.4 Ônus reais, garantias e outras responsabilidades 307 10.5 Empréstimos de longo prazo 307 10.6 Número, espécies e classes das ações do capital 307 10.7 Opções de compra de ações 308 10.8 ajustes de exercícios anteriores 308 10.9 Eventos subsequentes ao encerramento do exercício 308 11 Modificação de métodos ou critérios contábeis 309 12 Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro 310 13 Responsáveis pelas demonstrações contábeis 312 14 Documentos da administração 312 15 Sociedades de grande porte 314 16 Informação a ser apresentada no balanço CPC 26 (R1) 314 Capítulo 16 Balanço patrimonial 1 Conceito 315 2 Critério de disposição das contas no ativo 315 3 Critério de disposição das contas no passivo 316 4 Compensação de saldos devedores e credores 316 5 Composição do ativo 317 6 Ativo circulante 318 7 Disponibilidades 318 8 Direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente 321 8.1 Duplicatas descontadas 323 8.2 Títulos em cobrança simples bancária 325 9 Aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte 326 10 Operações com seguros 326 11 Registro de operações com juros antecipados 329 12 Ativos especiais 330
Sumário XI 13 Ativo não circulante realizável a longo prazo 331 14 Direitos realizáveis de longo prazo 331 15 Depósitos judiciais 332 16 Operações não usuais com pessoas ligadas 333 17 Despesas antecipadas de longo prazo 335 18 Classificação de acordo com o ciclo operacional 336 19 Demonstrações intermediárias 337 20 Avaliação do ativo circulante e do realizável a longo prazo 337 20.1 Avaliação de imóveis destinados à venda 342 20.2 Avaliação das disponibilidades 342 20.3 Avaliação dos investimentos temporários em ações 343 20.4 Avaliação das mercadorias 345 20.5 Avaliação das matérias-primas 346 20.6 Avaliação dos produtos em elaboração e acabados 348 20.7 Avaliação dos produtos agrícolas e extrativos 350 21 ICMS nas compras de mercadorias 351 22 ICMS e frete nas compras 354 23 Devolução a fornecedores com frete na compra 355 24 PIS e Cofins na aquisição de mercadorias e serviços 355 24.1 PIS/Cofins regime de incidência cumulativa 355 24.2 PIS/Cofins regime de incidência não cumulativa 357 24.2.1 Créditos do PIS/Cofins sobre o IPI 361 25 Ajuste de ativo de longo prazo a valor presente 362 Capítulo 17 Ativo não circulante 1 Composição do ativo não circulante 365 1.1 Investimentos permanentes 365 1.1.1 Demais investimentos permanentes 365 1.1.2 Propriedade para investimento 366 1.1.3 Critérios de avaliação dos demais investimentos permanentes 368 1.2 Imobilizado 369 1.2.1 Critério para registro dos bens de uso permanente no imobilizado 370 1.2.2 Imobilizações em andamento 371 1.2.3 Benfeitorias em propriedades de terceiros 371 1.2.4 Custo de aquisição ou produção do imobilizado 374 1.2.5 Arrendamento mercantil (leasing) 376 1.2.5.1 Características e classificação do arrendamento mercantil 376 1.2.5.2 Arrendamento mercantil financeiro no arrendatário 378 1.2.5.3 Arrendamento mercantil operacional no arrendatário 381 1.2.5.4 Arrendamento mercantil financeiro no arrendador 381 1.2.5.5 Arrendamento mercantil operacional no arrendador 383 1.2.5.6 Transação de venda e leaseback 384 1.2.6 Bens do imobilizado versus materiais de uso ou consumo 386 1.2.7 Gastos com reparos, conservação ou substituição 387 1.2.8 Critérios de avaliação do ativo imobilizado 387 1.2.8.1 Depreciação de edificações 389 1.2.8.2 Bens utilizados na exploração de recursos minerais e florestais 390 1.2.8.3 Determinação do tempo de vida útil 390 1.2.8.4 Método da soma dos dígitos 392 1.2.8.5 Depreciação de bens usados 392 1.2.8.6 Depreciação acelerada contábil 393 1.2.8.7 Depreciação acelerada incentivada 393 1.3 Intangível 394 1.3.1 Identificação 394 1.3.2 Controle 394 1.3.3 Reconhecimento 395 1.3.4 Fase de pesquisa 396
Sumário XIII 1.3.5 Fase de desenvolvimento 396 1.3.6 Método de custo 397 1.3.7 Período e método de amortização 398 1.4 Diferido 399 1.5 Exaustão 399 1.6 Redução ao valor recuperável de ativos 400 1.6.1 Identificação de ativo que pode estar desvalorizado 403 1.6.2 Mensuração do valor recuperável 404 1.6.3 Valor recuperável de intangível com vida útil indefinida 406 1.6.4 Valor justo líquido de despesa de venda 406 1.6.5 Valor em uso 407 1.6.6 Estimativas de fluxos de caixa futuros 408 1.6.7 Reconhecimento e mensuração de perda por desvalorização 412 1.6.8 Momento dos testes de redução ao valor recuperável 413 1.6.9 Desvalorização em uma unidade geradora de caixa 413 1.6.10 Reversão de perda por desvalorização para ativo individual 414 1.7 Ativo não circulante mantido para venda 415 Capítulo 18 Participações permanentes 1 Conceito 417 2 Critérios de avaliação das participações permanentes 417 3 Método da equivalência patrimonial 420 3.1 Aplicação da equivalência patrimonial 422 3.2 Ágio na aquisição de participação permanente 424 3.3 Deságio na aquisição de participação permanente 424 3.4 Ágio (mais-valia) e deságio com base no valor de mercado do ativo 425 3.5 Ágio (goodwill) e deságio com base em rentabilidade futura 425 3.6 Ágio e deságio por fundo de comércio, intangíveis e outras razões 426 3.7 Amortização do ágio e tratamento dado ao deságio 426 4 Método do custo de aquisição 427 4.1 Dividendos recebidos 427 5 Realização de capital 428 6 Provisão para perdas permanentes 428 7 Ações ou cotas bonificadas 429 8 Resultado não realizado 429 Capítulo 19 Passivo circulante e não circulante 1 Conceito 431 2 Classificação de acordo com o ciclo operacional 431 3 Classificação de acordo com o exercício social 431 4 Despesas financeiras e variações monetárias passivas 432 5 Encargos financeiros (juros) a transcorrer 433 6 Dívidas de operações não usuais com pessoas ligadas 435 7 Critérios de avaliação do passivo exigível 435 8 Obrigações, encargos e riscos 436 9 Obrigações em moeda estrangeira 437 10 Obrigações em moeda nacional 438 11 Deságio na emissão de debêntures 439 12 Resultados de exercícios futuros e receitas diferidas 440 13 Prêmio recebido na emissão de debêntures 441 14 Doações e subvenções 443
Sumário XV 15 Subvenções para investimentos mediante incentivos fiscais 444 16 Regime Tributário de Transição RTT 445 17 Benefícios a empregados 446 17.1 Passivo atuarial 450 18 Ajuste de passivo não circulante a valor presente 450 Capítulo 20 Patrimônio líquido 1 Composição 455 1.1 Capital social 455 1.1.1 Gastos com emissão de títulos patrimoniais 457 1.2 Reservas de capital 458 1.2.1 Ágio na emissão de ações 459 1.2.2 Produto da alienação de partes beneficiárias 460 1.2.3 Produto da alienação de bônus de subscrição 460 1.2.4 Prêmio na emissão de debêntures 461 1.2.5 Doações e subvenções para investimentos 461 1.2.6 Utilização das reservas de capital 461 1.2.7 Adiantamento para futuro aumento de capital (AFAC) 463 1.3 Ajustes de avaliação patrimonial 464 1.4 Reserva de reavaliação 465 1.5 Reservas de lucros 465 1.5.1 Reserva legal 466 1.5.1.1 Limites da reserva legal 467 1.5.1.2 Limite facultativo da reserva legal 468 1.5.2 Reservas estatutárias 469 1.5.3 Reservas para contingências 470 1.5.4 Reserva de incentivos fiscais 471 1.5.5 Reserva de retenção de lucros 472 1.5.6 Reserva de lucros a realizar 473 1.5.7 Reserva especial para dividendos obrigatórios não distribuídos 475 1.5.8 Limite das reservas de lucros em relação ao capital 475 social 1.6 Ações em tesouraria 476 1.7 Dividendo adicional proposto 477 1.8 Dividendos ou lucros antecipados 477 1.9 Destinação do lucro remanescente 477 1.10 Lucros ou prejuízos acumulados 478 Capítulo 21 Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados 1 Conceito 483 2 Estrutura da demonstração de lucros ou prejuízos acumulados 483 2.1 Saldo do início do período 484 2.2 Ajustes de exercícios anteriores 484 2.2.1 Mudança de critério contábil 485 2.2.2 Retificação de erro 485 2.3 Reversões de reservas de lucros 486 2.4 Lucro ou prejuízo líquido do exercício 486 2.5 Transferências para reservas de lucros 487 2.6 Dividendos propostos 487 2.7 Parcela dos lucros incorporada ao capital 487 2.8 Dividendos intermediários 488 Capítulo 22 Demonstração do resultado do exercício 1 Conceito 489 2 Estrutura da DRE conforme a Lei das S/A 489 3 Estrutura da DRE conforme o CPC 26 (R1) 490 3.1 Resultado líquido do período 492 3.2 Informação na DRE ou em notas explicativas 492 4 Deduções da receita bruta das vendas e serviços 494 4.1 Devoluções de vendas 495
Sumário XVII 4.2 Devoluções de vendas de exercícios anteriores 497 4.3 Abatimentos concedidos sobre vendas e serviços 497 4.4 Descontos concedidos incondicionalmente 498 4.5 Tributos incidentes sobre vendas 499 4.5.1 ICMS incidente nas vendas de mercadorias 499 4.5.2 IPI nas vendas 501 4.5.3 ISS imposto sobre serviços de qualquer natureza 502 4.5.4 PIS/Cofins 503 4.5.4.1 PIS/Cofins regime de incidência cumulativa 503 4.5.4.2 PIS/Cofins regime de incidência não cumulativa 505 5 Despesas operacionais 507 5.1 Despesas operacionais com vendas 508 5.2 Despesas operacionais financeiras 508 5.3 Despesas operacionais gerais e administrativas 509 5.4 Outras despesas operacionais 509 6 Outras receitas operacionais 510 7 Outras receitas e outras despesas 510 8 Resultado de operações descontinuadas 513 9 CSLL contribuição social sobre o lucro líquido 515 9.1 CSLL com base no lucro presumido ou arbitrado 517 10 Imposto de Renda da pessoa jurídica 518 10.1 Lucro real 518 10.1.1 Contribuintes obrigados à apuração do lucro real 519 10.1.1.1 Adições 520 10.1.1.2 Exclusões 521 10.1.1.3 Compensações 521 10.1.1.4 Livro de Apuração do Lucro Real Lalur 524 10.2 Lucro presumido 529 10.3 Lucro arbitrado 531 10.4 Adicional do Imposto de Renda 531 11 Participações 532 11.1 Prejuízos acumulados no cálculo das participações 535 11.2 Cálculo do lucro real com participações 537 12 Demonstração do resultado abrangente 538 13 Juros sobre o capital próprio 540 14 Ebitda 541 Capítulo 23 Dividendos 1 Conceito 543 2 Base para atribuição do dividendo 543 3 Direito de reembolso em caso de redução do dividendo 543 4 Cálculo do dividendo na hipótese de omissão do estatuto 543 5 Reservas estatutárias e retenção de lucros 546 6 Alteração do estatuto omisso sobre o cálculo dos dividendos 546 7 Retenção dos dividendos na companhia fechada 547 8 Reserva especial dividendos obrigatórios não distribuídos 547 9 Dividendos intermediários 547 10 Pagamento dos dividendos 548 11 Destinação do lucro remanescente 548 Capítulo 24 Demonstração das mutações do patrimônio líquido 1 Aspectos legais 549 Capítulo 25 Demonstração dos fluxos de caixa 1 Conceitos 553 2 Fluxos das operações 555 3 Fluxos dos financiamentos 556 4 Fluxos dos investimentos 557 5 Métodos de elaboração 558 5.1 Método direto 558 5.1.1 Identificação de recebimentos e pagamentos 559
Sumário XIX 5.2 Método indireto 561 5.2.1 Receitas que não afetam os fluxos de caixa 568 5.2.2 Despesas que não afetam os fluxos de caixa 569 6 Juros e dividendos 570 7 Imposto de Renda e contribuição social sobre o lucro líquido 571 8 Transações que não envolvem caixa ou equivalentes de caixa 571 Capítulo 26 Demonstração do valor adicionado 1 Conceitos 573 2 Aspectos legais 574 3 Modelo proposto pelo CPC 574 Capítulo 27 Demonstrações consolidadas 1 Aspectos legais e objetivo 585 2 Aplicação da consolidação 589 3 Participação de acionistas não controladores 594 4 Resultados não realizados nos estoques 595 5 Resultados não realizados no ativo não circulante 598 6 Ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) 600 7 Impostos na consolidação 600 7.1 Imposto de Renda 600 7.2 ICMS, IPI, PIS, Cofins e ISS 602 8 Demonstração do resultado consolidado 604 Capítulo 28 Transações entre partes relacionadas 1 Aspectos gerais 605 Capítulo 29 Matriz, filial, agência e sucursal 1 Matriz 615 2 Filial 615 3 Agência 616 4 Sucursal 616 5 Contabilização 617 6 Resultados entre estabelecimentos 617 Capítulo 30 Concentração e extinção de sociedades 1 Aspectos legais 619 2 Protocolo 620 3 Justificação 621 4 Formação do capital 621 5 Combinação de negócios 622 6 Incorporação 625 6.1 Contabilização na incorporação 626 6.2 Incorporação com participação de uma sociedade na outra 627 7 Fusão 627 7.1 Contabilização na fusão 629 8 Cisão 631 8.1 Contabilização na cisão 632 9 Direitos dos debenturistas 633 10 Direitos dos credores na incorporação ou fusão 633 11 Direitos dos credores na cisão 634 12 Averbação na sucessão 634 13 Participação recíproca 634 14 Incorporação de companhia controlada 635 15 Compensação de prejuízos fiscais 635 Capítulo 31 Conversão de demonstrações em moeda estrangeira 1 Objetivo 637 2 alcance 637 3 Definições 638 4 Moeda funcional 639
Sumário 1 5 Investimento líquido em entidade no exterior 640 6 Itens monetários e não monetários 641 7 Reconhecimento inicial 641 8 Apresentação ao término de períodos de reporte subsequentes 642 9 Reconhecimento de variação cambial 642 10 Conversão das demonstrações contábeis 644 10.1 Conversão de ativo e passivo 644 10.2 Conversão de receitas e despesas 644 10.3 Variações cambiais 645 10.4 Conversão de entidade no exterior 648 10.5 Baixa total ou parcial de entidade no exterior 648 11 Divulgação 649 12 Efeitos inflacionários 649 13 Correção monetária integral 649 Referências bibliográficas e páginas da internet 651 Capítulo 16 Balanço patrimonial 1 Conceito O balanço patrimonial é dividido em ativo e passivo, cujos totais são sempre iguais. O ativo é constituído pelos bens e créditos, enquanto o passivo é formado pelo passivo exigível (que representa as dívidas com terceiros) e patrimônio líquido. O ativo e o passivo são divididos em grupos, subgrupos, contas e subcontas. Assim, o primeiro grupo do ativo é o circulante, que tem como primeiro subgrupo as disponibilidades, cuja primeira conta é Caixa, que pode ter como subcontas, por exemplo, Caixa da Matriz e Caixa da Filial. De acordo com o art. 178 da Lei n 6.404/76, no balanço patrimonial, as contas devem ser dispostas segundo os elementos do patrimônio que registrem (bens, créditos, obrigações e situação líquida) e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da companhia. Neste caso, a expressão situação financeira não foi usada em sentido estrito, ou seja, o balanço não expõe apenas a posição ou saldo das disponibilidades ou meios de pagamento da sociedade. (Contador/Cespe) No balanço, as contas serão classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem e agrupadas de modo a facilitar tanto o conhecimento quanto a análise da situação financeira da companhia. C 2 Critério de disposição das contas no ativo No ativo, as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados, isto é, dos
2 3 itens de maior para os de menor liquidez. A ordem decrescente de grau de liquidez, que deve ser observada em todos os grupos e subgrupos do ativo, leva em consideração a expectativa de conversão dos bens e direitos em dinheiro. A conta Caixa, por exemplo, como já representa o próprio dinheiro em tesouraria, é a primeira do ativo. O ativo é composto por dois grupos, cuja sequência a seguir apresentada também observa a ordem decrescente de grau de liquidez: 1 - circulante; 2 - não circulante, dividido em quatro subgrupos: realizável a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível, nessa ordem. É interessante observar que o grupo ativo permanente foi substituído pelo não circulante, ao qual se incorporou o realizável a longo prazo, que era o segundo grupo do ativo. Outra alteração importante foi a extinção do subgrupo diferido. (Adaptado) A partir da Lei nº 11.638/2007 e dos pronunciamentos do CPC, mudanças foram introduzidas na contabilidade das sociedades de capital aberto, sociedades de capital fechado e sociedades limitadas. Com respeito a essas mudanças, julgue o item subsequente. (Analista/MPE-PI/2012)) O grupo contábil ativo permanente foi extinto, tendo seus subgrupos imobilizado e investimentos sido incorporados ao grupo de ativos não circulantes. C (Analista/Cespe) O ativo permanente divide-se em investimentos, imobilizado e diferido. E 3 Critério de disposição das contas no passivo Na classificação dos elementos do passivo exigível, considera-se a ordem decrescente de grau de exigibilidade. Quanto mais próximo o prazo de vencimento da obrigação, maior o seu grau de exigibilidade. Por este critério, aparecem primeiro as contas que tenham prazos de vencimento mais próximos. (Técnico/Cespe) No balanço patrimonial, as contas do ativo devem ser classificadas em ordem decrescente do grau de liquidez, enquanto, no passivo, devem ser dispostas em ordem crescente de prioridade de pagamento das exigibilidades. E O passivo é composto por três grupos: 1 - circulante; 2 - não circulante; 3 - patrimônio líquido, dividido basicamente em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados. (Analista/Cespe) No balanço patrimonial, as contas de passivo são classificadas em dois grupos: circulante e não circulante. No grupo não circulante, inclui-se o patrimônio líquido. E (Analista/Cespe) No balanço, as contas de passivo são classificadas em circulantes e não circulantes, incluído, nessas últimas, o patrimônio líquido. E
4 5 O grupo resultados de exercícios futuros foi extinto. O saldo até então existente nesse grupo passou a integrar o passivo não circulante. Na verdade o exemplo da questão representa hipótese de crédito fiscal (não confundir com saldo credor da conta, já que a conta que registra esse crédito fiscal é de natureza devedora). 4 Compensação de saldos devedores e credores Os saldos devedores e credores que a companhia não tiver direito de compensar devem ser classificados separadamente (art. 178, 3 ). (Técnico/Cespe) Os saldos credores e devedores que a empresa não tiver direito de compensar são classificados separadamente; assim, os saldos devedores de fornecedores devem constar do ativo, e os saldos credores de clientes, do passivo. C Se a companhia adquirir mercadorias com ICMS a Recuperar de 100 e as vender com ICMS a Recolher de 150, em vez de apresentar o saldo da conta ICMS a Recuperar no ativo circulante e o da conta ICMS a Recolher no passivo circulante, deverá fazer a compensação, de forma que apareça apenas o saldo favorável ao estado. Portanto, a conta ICMS a Recolher será classificada no passivo circulante com o saldo de 50, e a conta ICMS a Recuperar não será apresentada no balanço. (Analista/Cespe) A conta-corrente do ICMS pode apresentar saldo devedor na escrituração mercantil. É o caso, por exemplo, de o valor das compras exceder o das vendas de mercadoria comercializada pela empresa em determinado período. Esse débito fiscal é compensável nos períodos subsequentes. E (Contador/Cespe) Os controles de ICMS a recuperar são feitos no ativo circulante, cujo saldo depende da possibilidade de haver créditos ou débitos fiscais resultantes das compras e das vendas. E Esse item não é muito claro sobre a necessidade de compensação do ICMS a recuperar com o ICMS a recolher, por isso pode causar dúvidas. (Contador/Cespe) Considere que uma empresa tenha apresentado saldo de imposto a recuperar de R$ 40.000,00 e saldo de imposto a pagar de R$ 23.900,00. Nessa situação, ao registrar a compensação tributária, para a finalidade de quitação de impostos a pagar de créditos inscritos em períodos anteriores, a empresa debitará a conta de imposto a recuperar e creditará a conta de impostos a pagar. E O lançamento está invertido. (Contador/Cespe) Os saldos devedores e credores que a companhia não tiver direito de compensar deverão ser classificados separadamente; assim, os saldos devedores de fornecedores devem constar no ativo, e os credores de clientes, no passivo. C 5 Composição do ativo Como já vimos, o ativo é composto por dois grupos: circulante e não circulante, divididos em subgrupos, cujo conteúdo é especificado pelo art. 179 da Lei das S/A.
6 7 6 Ativo circulante De acordo com a Lei das Sociedades por Ações, art. 179, I, o ativo circulante é composto por três subgrupos: 1 - disponibilidades; 2 - direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente; 3 - aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte (despesas pagas antecipadamente, ou seja, ainda não incorridas). Nos termos do CPC 26 (R1), o ativo deve ser classificado como circulante quando satisfizer, de forma alternativa, qualquer dos seguintes critérios: 1 - espera-se que seja realizado, ou se pretende que seja vendido ou consumido no decurso normal do ciclo operacional da entidade; 2 - está mantido essencialmente com o propósito de ser negociado; 3 - espera-se que seja realizado até 12 meses após a data do balanço; ou 4 - é caixa ou equivalente de caixa (CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa), a menos que sua troca ou uso para liquidação de passivo se encontre vedada durante pelo menos 12 meses após a data do balanço. Todos os demais ativos devem ser classificados como não circulantes. 7 Disponibilidades Disponibilidades são os elementos do ativo que representam dinheiro ou que nele podem ser convertidos imediatamente. São os valores utilizáveis como meios de pagamento. É o caso das contas Caixa, Bancos Conta Movimento, Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata e Numerários em Trânsito. (Técnico/Cespe) Caso a empresa adote o sistema de caixa flutuante, os registros de recebimentos e pagamentos que transitam pelo caixa devem ser contabilizados em conjunto na conta caixa. Assim, os cheques recebidos em operações de venda, os recibos de cartões de crédito e débito e os vales-refeição ou similar devem ser englobados no saldo do caixa. E Nessa questão, os cheques recebidos em operações de venda podem ser registrados na conta Caixa (ou Cheques em Cobrança), enquanto não forem depositados. Vendas com cartões de crédito geram contas a receber. Nos termos do CPC 03, para que um investimento seja identificado como equivalente de caixa, ele precisa ter conversibilidade imediata em montante conhecido de caixa e estar sujeito a um insignificante risco de mudança de valor. Portanto, um investimento normalmente qualifica-se como equivalente de caixa somente quando tem vencimento de curto prazo, por exemplo, três meses ou menos, a contar da data da aquisição. Por exemplo, aplicações em CDB e RDB no prazo de até três meses. Em regra, os investimentos em instrumentos patrimoniais, tais como ações e cotas de outras sociedades, não são equivalentes de caixa, a menos que eles sejam, substancialmente, equivalentes de caixa, como, por exemplo, no caso de ações
8 9 preferenciais resgatáveis que tenham prazo definido de resgate e cujo prazo atenda à definição de curto prazo. Os equivalentes de caixa são mantidos com a finalidade de atender a compromissos de caixa de curto prazo, e não para investimento ou outros propósitos. Em resumo, nem todo equivalente de caixa representa disponibilidade, pois esta traduz valores já disponíveis para uso, ou seja, com liquidez imediata. (Técnico/Cespe) O conceito de equivalentes de caixa era pouco difundido no Brasil antes da implementação das normas internacionais de contabilidade. Esse conceito é mais abrangente que o convencionalmente adotado no Brasil para as disponibilidades, pois não se restringe aos valores de liquidez imediata, embora não haja restrições à sua conversibilidade em prazo e valor certos. C A conta Bancos Conta Movimento registra as operações que afetam a conta bancária de livre movimentação. (Técnico/Cespe) Se a empresa possuir conta em banco que esteja em liquidação ou sob intervenção, o saldo dessa conta deverá ser reclassificado para contas a receber no ativo circulante ou, dependendo do caso, no ativo realizável a longo prazo. C (Técnico/Cespe) Um cheque emitido pela empresa a favor de cliente por motivo de devolução de venda, ainda não sacado pelo favorecido, gera uma diferença a maior na conciliação bancária a favor da instituição bancária extrato bancário. C (Técnico/Cespe) Um depósito bancário ainda não contabilizado pela empresa depositante gera uma diferença a maior na conciliação bancária a favor da empresa razão banco. E (Técnico/Cespe) A principal finalidade da conciliação bancária é verificar se a movimentação bancária corresponde à movimentação registrada nos controles da empresa. Sendo assim, quando o saldo do extrato bancário não confere com o saldo do controle auxiliar, é necessária a elaboração de uma composição de saldo contendo a explicação da diferença existente entre as duas fontes de informações. C Se um valor depositado em banco corresponde a aplicação financeira que pode ser movimentada livremente, sem prazo para resgate, deve ser usada a conta Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata. Se houver prazo para resgate, como no caso de Certificados de Depósitos Bancários CDB e Recibos de Depósitos Bancários RDB, o mais adequado é utilizar a conta Aplicações Financeiras (ativo circulante, direitos realizáveis no exercício seguinte). Os depósitos judiciais, depósitos para garantia de importação, depósitos para garantia de participação em licitação etc., que não são de livre movimentação, devem ser registrados na conta Bancos Conta Vinculada (ativo circulante/não circulante realizável a longo prazo, direitos realizáveis). Quando mantidos em tesouraria na data do encerramento do exercício (ainda não entregues aos beneficiários), os cheques emitidos pela companhia não devem afetar o saldo da conta Bancos Conta Movimento. Todavia, se, na data do balanço, já tiverem sido contabilizados, apesar de ainda não entregues, deverá ser efetuado o estorno do registro contábil. Os cheques emitidos pela companhia e entregues aos beneficiários até a
10 11 data do encerramento do exercício devem ser registrados normalmente na conta Bancos Conta Movimento. (Técnico/Cespe) Os cheques devem ser contabilizados na data de sua emissão, quando essa data corresponder aproximadamente à data de entrega aos beneficiários. Assim, o saldo da conta bancos, no balancete de verificação mensal, deve apresentar o valor do saldo bancário deduzido do valor dos cheques emitidos, independentemente de sua compensação bancária. Caso os cheques não tenham sido entregues aos favorecidos e possuam valores substanciais, a empresa deve deduzir o valor do cheque somente na data em que o mesmo for entregue. C Essa afirmação envolve aspectos muito particulares a seu autor, ou seja, enorme subjetividade. (Técnico/Cespe) Os cheques emitidos devem ser contabilizados na data de sua emissão, mesmo nos casos em que ainda não tenham sido entregues aos favorecidos e apresentem valores substanciais. E Os numerários em trânsito representam remessas bancárias de valores entre estabelecimentos da companhia ou entre estes e clientes, fornecedores etc. Os valores em trânsito e já conhecidos na data do balanço podem integrar o saldo da conta Bancos Conta Movimento ou serem lançados em uma conta específica (Numerários em Trânsito). (Técnico/Cespe) Na conta numerário em trânsito, são registradas as remessas de dinheiro para filiais, feitas por meio de cheques, justificando-se, portanto, a classificação da conta entre as disponibilidades da empresa. C Principalmente por medida de segurança as empresas não mantêm valores elevados em suas tesourarias. Para pagar despesas de pequeno valor ou que não comportem o uso de cheques ou outros instrumentos bancários, valem-se do fundo fixo de caixa (pequeno caixa). O valor do fundo fixo e entregue a um funcionário responsável, que presta contas regularmente. Assim, o valor comprovado como despesa é registrado no resultado. (Técnico/Cespe) Na prestação de contas pelo responsável pelo fundo fixo de caixa, em 31 de maio de 2010, uma empresa verificou que, em seu fundo fixo de caixa, havia R$ 15,00 em moeda corrente e R$ 435,00 em comprovantes de despesas. Nesse mesmo dia, foram feitos a reconstituição do fundo e, concomitantemente, o aumento do valor do fundo para R$ 500,00. Nessa situação, a empresa deverá fazer débito de R$ 435,00 em conta de resultado (despesas diversas) e de R$ 50,00 na conta do fundo fixo de caixa, com contrapartida de R$ 485,00 em conta banco. C Constituição do fundo fixo: D - Fundo Fixo de Caixa C - Bancos Conta Movimento 450 Comprovação da despesa: D - Despesa C - Fundo Fixo de Caixa 435 Reconstituição do fundo fixo, com aumento do valor para 500 (havia saldo de 15): D - Fundo Fixo de Caixa C - Bancos Conta Movimento 485 Todos esses registros podem se resumidos num lançamento de terceira fórmula: D - Despesa 435 D - Fundo Fixo de Caixa 50 C - Bancos Conta Movimento 485
12 13 (Técnico/Cespe) Determinada empresa mantém fundo fixo de caixa. Nessa situação, a recomposição do fundo é feita com um lançamento contábil de primeira fórmula. C 8 Direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente Para fins de reconhecimento de ativos, passivos, receitas e despesas, há um flagrante conflito entre os critérios definidos na Lei das S/A e os previstos nos pronunciamentos do CPC. Enquanto a lei adota critérios jurídicos, baseados principalmente na forma jurídica (há exceções, como a parte final do inciso IV do art. 179, que trata do imobilizado), o CPC segue a primazia da essência sobre a forma, considerando os efeitos econômicos em detrimento da forma jurídica. Por exemplo, enquanto para a Lei das S/A um bem normalmente deve ser reconhecido no ativo quando é de propriedade da entidade, para o CPC o reconhecimento depende de ele gerar benefícios econômicos futuros em favor da entidade (contribuir para o fluxo de caixa) e de seu custo poder ser mensurado, mesmo que não seja de propriedade da entidade. Voltando ao texto da lei, não se confundem direitos realizáveis e contas a receber, apesar de contas a receber ser o significado normalmente dado ao termo direitos em contabilidade. Na Lei das S/A, a expressão direitos realizáveis tem o sentido jurídico de direitos subjetivos patrimoniais, que podem ser divididos em reais (bens) e pessoais (créditos, contas a receber). A soma dos direitos reais com os direitos pessoais é igual ao ativo total. Os direitos realizáveis também estão presentes no ativo não circulante realizável a longo prazo. Em resumo, os direitos realizáveis podem ser divididos em: 1 - direitos realizáveis reais são os bens; 2 - direitos realizáveis pessoais são os créditos. São exemplos de direitos realizáveis reais os estoques de: 1 - matérias-primas; 2 - produtos em elaboração; 3 - produtos acabados; 4 - mercadorias; 5 - materiais de uso ou consumo. A realização dos estoques, em regra, ocorre por meio da venda ou do consumo dos bens. Em geral, os estoques são apresentados no ativo circulante. Contudo, os estoques de bens que só possam ser alienados após o exercício seguinte, como animais ainda em criação ou bens que exijam um longo período de produção, devem ser classificados no ativo não circulante realizável a longo prazo. Direitos realizáveis pessoais Os direitos realizáveis pessoais, vale dizer, os créditos, são classificados no ativo circulante ou no ativo não circulante realizável a longo prazo, conforme o prazo previsto para a realização. São exemplos de direitos realizáveis pessoais: 1 - Duplicatas a Receber; 2 - Notas Promissórias a Receber; 3 - Adiantamentos a Fornecedores; 4 - ICMS a Recuperar; 5 - IPI a Recuperar. A realização do direito pessoal pode dar-se por:
14 15 1 - recebimento do valor em dinheiro, como é o caso de duplicatas e promissórias a receber; 2 - recebimento de mercadorias ou serviços, como é o caso de Adiantamentos a Fornecedores; 3 - compensação, como é o caso do ICMS e IPI a recuperar. Divisão do ativo circulante nos planos de contas Os planos de contas, tradicionalmente, fazem a divisão do ativo circulante em quatro subgrupos: 1 - disponibilidades; 2 - direitos de curto prazo; 3 - estoques; 4 - despesas antecipadas. Todavia, a Lei n 6.404/76 divide o ativo circulante em apenas três subgrupos, sem discriminar os direitos de curto prazo e estoques, os quais são reunidos em um único subgrupo, denominado direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente (seguinte). Quanto à ordem de liquidez dos elementos do circulante (e também do realizável a longo prazo), em razão dos usos e costumes, as contas a receber são apresentadas antes dos estoques. As importação de mercadorias em andamento são classificadas no ativo circulante, mas as importação de bens de uso permanente em andamento devem figurar no ativo imobilizado. (Técnico/Cespe) Em uma empresa que adquiriu mercadoria no exterior, ao se efetuar o registro do pagamento dos gastos com a obtenção da guia de importação, ocorre um débito em conta de importação em andamento e um crédito no disponível. A conta de importação em andamento é temporária e é contabilizada no ativo circulante. C 8.1 Duplicatas descontadas Na operação de desconto, o banco antecipa o valor de títulos de crédito (duplicatas, notas promissórias), pagando à empresa o valor atual (valor nominal do título menos o desconto). A empresa, entretanto, não promove a baixa do valor do documento, na conta Duplicatas a Receber, no ato da operação de desconto, porque se o título não for recebido do cliente, o banco poderá cobrá-lo de quem lhe efetuou o desconto. Muito embora se refiram ao período ainda a transcorrer até a data de vencimento do título de crédito, os juros do desconto são cobrados antecipadamente. Antes da convergência da Contabilidade brasileira aos padrões internacionais, a operação de desconto de duplicata a receber de cliente era registrada assim: D - Bancos Conta Movimento ( ativo) D - Juros a Vencer ( ativo) C - Duplicatas Descontadas ( ativo) No ato do desconto, a empresa registrava os juros da operação como despesa antecipada, no ativo, e os apropriava posteriormente ao resultado, de acordo com o prazo transcorrido. A conta Duplicatas Descontadas era classificada como retificadora do ativo. Retificava a conta Duplicatas a Receber.
16 17 Todavia, com a aplicação das normas internacionais de contabilidade, vários autores têm adotado o seguinte critério: 1 D - Bancos Conta Movimento ( ativo) D - Encargos Financeiros a Transcorrer ( PE) C - Duplicatas Descontadas ( PE) Desse modo, a conta Duplicatas Descontadas passa a ser classificada no passivo exigível, sendo retificada pela conta Encargos Financeiros a Transcorrer. A justificativa para esse tratamento é que, como o desconto de duplicata não transfere para o banco o risco do não recebimento do título, trata-se, na essência, de um empréstimo bancário com duplicatas oferecidas em garantia. É importante observar que o Cespe ainda não utilizou esse critério em suas provas. No entanto, isso pode mudar. Lançamento de apropriação dos juros ao resultado: D - Despesa de Juros ( SL) C - Encargos Financeiros a Transcorrer ( PE) Quando o banco recebe a duplicata, é remetido um aviso do fato à empresa, que só então efetua a baixa na conta Duplicatas a Receber, mediante o seguinte lançamento: D - Duplicatas Descontadas ( PE) C - Duplicatas a Receber ( ativo) 1 Esse é o posicionamento, por exemplo, dos autores do livro Manual de Contabilidade Societária (Fipecafi), Sérgio de Iudícibus e outros. (Analista/Cespe) Considere o lançamento a seguir. D Bancos conta movimento R$ 97.500,00 D Juros passivos R$ 2.500,00 C Duplicatas Descontadas R$ 100.000,00 Nesse lançamento, são utilizadas contas patrimoniais e de resultado e há redução da situação patrimonial líquida. C Nesse lançamento, fica a impressão de que o Cespe não classifica a conta Duplicatas Descontadas no passivo exigível (em vez da conta Encargos Financeiros a Transcorrer, foi utilizada a conta Juros Passivos, que é de despesa). (Técnico/Cespe) Um aviso da instituição bancária referente à liquidação de duplicata descontada, contabilizada pela empresa a débito do razão banco, gera uma divergência na conciliação bancária entre o razão banco e o extrato bancário. C A conta Bancos Conta Movimento foi debitada indevidamente. 8.2 Títulos em cobrança simples bancária Na cobrança simples bancária, a empresa remete os títulos ao banco apenas para fins de cobrança. A remessa dos títulos para cobrança é um ato administrativo. Normalmente não há lançamento correspondente. O valor não é pago antecipadamente pela instituição financeira, que se limita a cobrar os títulos. O valor recebido pelo banco é lançado na conta- -corrente da empresa, que recebe um aviso bancário do fato. Recebido o aviso bancário, o valor é debitado na conta Bancos Conta Movimento, creditando-se Duplicatas a Receber, juntamente com o registro da despesa de cobrança.
18 19 Por exemplo, aviso de recebimento de duplicata em cobrança simples no valor nominal de 1.000, com despesas de cobrança de 50: D - Bancos Conta Movimento 950 D - Despesas de Cobrança Bancária 50 C - Duplicatas a Receber 1.000 A cobrança simples não deve ser confundida com a operação de desconto, em que o banco antecipa o valor do título à empresa, pagando-lhe o valor atual (o valor nominal diminuído do desconto). No desconto, como o pagamento é feito à empresa antecipadamente, quando o banco recebe o título do cliente, nada é lançado na conta daquela, que apenas registra a baixa da duplicata, debitando Duplicatas Descontadas e creditando Duplicatas a Receber. (Técnico/Cespe) Um cliente liquidou antecipadamente uma duplicata em cobrança simples, valendo-se de um desconto financeiro. Nessa situação, a empresa comercial deverá realizar lançamento contábil com crédito na conta duplicata descontada, débitos nas contas disponíveis e desconto financeiro. E 9 Aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte As despesas antecipadas recebem, na Lei n 6.404/76, a denominação de aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte. Em atendimento ao princípio da competência, as despesas pagas dentro de um exercício mas que pertençam ao exercício seguinte devem ser registradas no ativo circulante. A transferência do valor de despesa antecipada para o resultado é feita à medida que o período ao qual ela pertence tenha transcorrido. Podem figurar no balanço patrimonial como despesas antecipadas os valores pagos antecipadamente que correspondam a seguros, juros, salários, aluguéis, assinaturas de jornais e revistas, bilhetes de passagem. 10 Operações com seguros 1º Exemplo Consideremos que, em 31.10.x1, fosse paga despesa de seguro contra incêndio com as seguintes características: 1 - período de cobertura previsto na apólice de seguros: 01.11.x1 a 31.10.x2; 2 - valor pago: 1.200. Em 31.10.x1, data do pagamento do seguro: D - Seguros a Vencer C - Caixa 1.200 A conta Seguros a Vencer indica que a despesa de seguro foi paga antecipadamente. Neste caso, ela deve ser classificada no ativo circulante. Também poderíamos usar as denominações Seguros Antecipados, Seguros Pagos Antecipadamente, Prêmios de Seguros a Apropriar, Despesas de Seguros Antecipados. Em 31.12.x1, data de encerramento do exercício, apropriamos ao resultado a parcela pertencente ao exercício de x1: D - Despesa de Seguros C - Seguros a Vencer 200
20 21 Como o valor do seguro é correspondente ao período de 12 meses, a parcela mensal é de: 1.200/12 meses = 100. Logo, a parte correspondente aos dois meses de cobertura do seguro no exercício de x1 é de: 100 x 2 meses = 200. Em 31.12.x1, no resultado do exercício, temos o valor de 200, a título de despesa de seguros do período de 01.11.x1 a 31.12.x1. No ativo circulante, deve ser indicado, na conta Seguros a Vencer, o saldo de 1.000. Uma outra forma muito usual de efetuarmos os registros contábeis da operação de seguro anteriormente vista seria a seguinte: Em 31.10.x1, data do pagamento do seguro, lançaríamos: D - Despesa de Seguros C - Caixa 1.200 Neste caso, todo o valor pago foi lançado como despesa, apesar de o pagamento ter sido feito antecipadamente. Não haverá grandes inconvenientes nisso, desde que seja feito o ajuste até a data do encerramento do exercício. Em 31.12.x1, data de encerramento do exercício, transferiríamos para a conta Seguros a Vencer a parcela do seguro correspondente ao exercício de x2: D - Seguros a Vencer C - Despesa de Seguros 1.000 Os efeitos são iguais aos obtidos quando usamos o outro critério para registro: em 31.12.x1, no resultado do exercício, teríamos o valor de 200, a título de despesa de seguros do período de 01.11.x1 a 31.12.x1, e, no ativo circulante, seria indicado, na conta Seguros a Vencer, o saldo de 1.000. (Analista/Cespe) Algumas despesas e receitas devem ser excluídas dos grupos de resultados para integrar os grupos patrimoniais da entidade, em função de definições decorrentes da competência do exercício. C 2º Exemplo Consideremos que, em 31.10.x1, fosse paga despesa de seguro contra incêndio com as seguintes características: 1 - período de cobertura previsto na apólice de seguro: 01.01.x2 a 31.12.x2; 2 - valor pago: 1.200. O período de cobertura está totalmente compreendido no exercício de x2. Em 31.10.x1, data do pagamento do seguro, lançaríamos: D - Seguros a Vencer C - Caixa 1.200 Nenhum ajuste seria feito em 31.12.x1, um vez que só haveria despesa de seguro a partir de x2. O saldo da conta Seguros a Vencer, de 1.200, seria apresentado no ativo circulante. 3º Exemplo Consideremos que, em 31.10.x1, fosse paga despesa de seguro contra incêndio com as seguintes características: 1 - período de cobertura previsto na apólice de seguro: 01.01.x2 a 31.12.x2;
22 23 2 - valor pago: 100; 3 - valor total da apólice: 1.200; 4 - data de pagamento do valor restante (1.100): 31.03.x2. Observe que neste caso o valor do seguro contratado não foi integralmente pago. Resta pagar a quantia de 1.100. Em 31.10.x1, data do pagamento da primeira parte do valor do seguro: D - Seguros a Vencer C - Caixa 100 Em 31.12.x1, a conta Seguros a Vencer apareceria no ativo circulante com o saldo de 100. Não consideramos o valor restante a pagar pelo fato de corresponder a período de cobertura ainda não transcorrido. O período de cobertura está totalmente compreendido em x2. Logo, não há despesa de seguro, nem obrigação correspondente a apropriar em x1. Entretanto, alguns contabilistas adotam critérios diferentes na solução deste problema. Para estes, o certo seria efetuar o lançamento indicado abaixo. Em 31.10.x1, data do pagamento do seguro, o lançamento seria: D - Seguros a Vencer 1.200 C - Caixa 100 C - Seguros a Pagar 1.100 Desta forma, a conta Seguros a Vencer apareceria no ativo circulante, em 31.12.x1, com o saldo de 1.200. Os inconvenientes neste lançamento são: a indicação na conta Seguros a Vencer de um valor que, em parte, não corresponde a seguro pago antecipadamente e a apresentação de igual valor na conta Seguros a Pagar, apesar de o seguro ser relativo a x2 e, portanto, ainda não incorrido. 11 Registro de operações com juros antecipados Consideremos que a companhia tenha efetuado o desconto de uma duplicata com as seguintes características: 1 - data da operação de desconto: 01.12.x1; 2 - data de vencimento da duplicata: 31.01.x2; 3 - valor nominal da duplicata: 1.000; 4 - valor dos juros do desconto pagos antecipadamente: 200; 5 - valor atual recebido pela companhia ao efetuar o desconto: 800. Em 01.12.x1, data da operação de desconto, registraríamos: D - Bancos Conta Movimento 800 D - Encargos Financeiros a Transcorrer 200 C - Duplicatas Descontadas 1.000 Em 31.12.x1, data do encerramento do exercício, apropriaríamos a parcela correspondente à despesa de juros do desconto relativa ao exercício de x1: D - Despesa de Juros C - Encargos Financeiros a Transcorrer 100 Antes da adoção das normas internacionais de contabilidade, os juros do desconto eram registrados como despesa
24 25 antecipada, no ativo circulante. Atualmente, eles são lançados na conta Encargos Financeiros a Transcorrer, retificadora do passivo circulante. A conta Duplicatas Descontadas, que agora é passível de classificação no passivo circulante, deve ser baixada, em contrapartida com Duplicatas a Receber, quando o banco avisar à companhia que o devedor pagou o título. Na essência, o desconto de duplicatas representa um empréstimo com títulos oferecidos em garantia. Segundo a Estrutura Conceitual, ao avaliar se um item se enquadra na definição de ativo, passivo ou patrimônio líquido, deve-se atentar para a sua essência e realidade econômica e não apenas sua forma legal. O desconto de notas promissórias também é uma operação usual. Existe, porém, uma diferença fundamental a ser considerada do ponto de vista contábil entre o desconto de duplicatas e o desconto de promissórias. Enquanto as duplicatas descontadas serão pagas, na data de vencimento, ao banco pelo sacado (pessoa que comprou a mercadoria a prazo e aceitou as duplicatas), as notas promissórias serão pagas ao banco pela própria companhia que efetuou a operação de desconto com a instituição financeira. Exemplo: Em 01.12.x1, a companhia emite uma nota promissória, com vencimento para 31.01. x2, no valor de 1.000, que é levada a desconto bancário. O banco paga à companhia, no ato do desconto, o valor atual de 800. Na data de vencimento, a companhia pagará ao banco o valor nominal do título, que é de 1.000. Em 01.12.x1, data da operação de desconto, registraríamos: D - Bancos Conta Movimento 800 D - Encargos Financeiros a Transcorrer 200 C - Notas Promissórias Descontadas 1.000 A conta Notas Promissórias Descontadas é classificada no passivo circulante, uma vez que representa obrigação da própria companhia. O desconto de títulos é, grosso modo, um adiantamento de recursos feito aos clientes pelo banco, garantido normalmente por duplicatas ou notas promissórias. Se o título não for pago pelo devedor, a companhia que o levou a desconto terá de honrar seu pagamento. Essa operação está sujeita ao IOF, que é calculado sobre o valor do principal, e não apenas sobre o valor do desconto. Esse imposto é cobrado da companhia, que o lança como despesa. 12 Ativos especiais Ativo especial é o bem, tangível ou intangível, vinculado à atividade principal ou fim da empresa, gerador de benefícios econômicos de forma continuada, que pode ser explorado sem que haja a transferência de sua propriedade. Assim, o ativo pode gerar receita em diversas transações, sem haver sua alienação. Por exemplo, programas de computador e filmes cinematográficos destinados à cessão de direitos de uso, não à transferência definitiva (sujeitos a amortização, portanto) 2. Também são passíveis de enquadramento nessa categoria bens corpóreos destinados à locação, como veículos, por exemplo. Os custos incorridos na produção de ativos especiais, inicialmente registrados na conta Ativos Especiais em Produção, de forma similar à aplicada na Contabilidade Custos, devem ser transferidos para a conta Ativos Especiais a partir do momento 2 Manual de Contabilidade Societária (Fipecafi), Sérgio Iudícibus e outros, pág. 94, Editora Atlas, 2010.
26 Outras obras da Editora em que possam gerar receitas. Por exemplo, os gastos com um software vão para a conta Ativos Especiais quando o programa está pronto para a cessão de seus direitos de uso. (Técnico/Cespe) Os custos incorridos na produção, apurados na conta de ativos especiais em produção, devem ser transferidos para a conta de ativos especiais a partir do momento em que estiverem prontos para produzir receitas. C Os métodos de amortização mais usuais de ativos especiais são estes: Método da efetiva utilização divide-se a receita auferida pela receita total estimada para a vida útil do ativo especial. O resultado é o índice de amortização. Por exemplo, se a receita ganha com a exploração de um ativo especial em certo período foi de 100, e o total estimado de receita a ser auferida ao longo de sua vida útil de 10 anos é de 1.000, então a amortização desse período será de: 100/1.000 = 0,1 ou 10%. Esse é o método mais indicado pela doutrina. Método das quotas arbitradas arbitra-se o percentual de amortização com base na expectativa de geração de receita pela utilização do ativo especial. (Técnico/Cespe) Uma das formas de cálculo da amortização de ativos especiais é o método da efetiva utilização. Para a apuração da quota de amortização, utiliza-se, no numerador, a receita efetivamente auferida no período em questão e, no denominador, a receita total estimada a ser auferida ao longo da vida útil do referido ativo. C Direito Previdenciário Cespe/UnB Autor: Hugo Goes Ano: 2011 3ª edição ISBN: 978-85-7842-174-8 Páginas: 496 Nesta obra, o autor busca proporcionar uma visão mais ampla do Cespe/ UnB a partir da disciplina Direito Previdenciário. Em sua 3ª edição, pode-se dizer que o candidato terá em mãos um verdadeiro guia do funcionamento da banca e um conhecimento que irá abarcar o objetivo de realizar uma boa prova. Redação de Textos Dissertativos Cespe/UnB Autores: Luiz Ricardo Leitão, Manoel de Carvalho Almeida e Manuel Ferreira da Costa Ano: 2011 1ª edição ISBN: 978-85-7842-175-5 Páginas: 232 Redação é sempre um ponto sensível a muitos candidatos. Dessa forma, como aperfeiçoar técnicas de escrita e garantir um bom desempenho? Em Redação de Textos Dissertativos Cespe/UnB, os autores desenvolvem maneiras, por meio de exemplos, explicações e ilustrações, de auxiliar os estudos da arte de escrever bem.
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