RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO CONCEITO Empreendedorismo é o estudo voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à criação de um projeto (técnico, científico, empresarial). Tem origem no termo empreender que significa realizar, fazer ou executar. O empreendedor é aquele que apresenta determinadas habilidades e competência para criar, abrir e gerir um negócio, gerando resultados positivos. INTRODUÇÃO Descobrir, desenvolver e implementar oportunidades de negócio são as principais atividades de uma pessoa empreendedora. As constantes mudanças do mundo e consequentes alterações nas oportunidades fazem com que o empreendedor tenha que se adaptar rapidamente. Quando estamos em um cenário de negócios, alguns aspectos devem ser considerados. São eles: Motivação, Criatividade, Inovação, Conhecimento, Empreendedorismo e Recursos. Esses seis aspectos são essenciais quando estamos analisando o sucesso da geração de um novo negócio. A crise financeira e económica mundial tem aumentado a atenção em empreendedorismo. Empreendedorismo e os empresários têm sido reconhecidos como importantes fontes de inovação e, portanto, também do crescimento e do emprego. A recente crise, caracterizada por restrições de crédito mais apertadas, tem indiscutivelmente prejudicada novas empresas e impediu o crescimento existentes start-ups, bem como a sua capacidade de sobreviver em condições de mercado difíceis. O aumento significativo de encerramentos de empresas, em especial das micro e pequenas empresas, nos últimos anos, é testemunha gritante com estas condições difíceis e destaca a necessidade de estatísticas sobre o empreendedorismo que possam apoiar as decisões políticas. Empreendedorismo contém uma vasta gama de medidas internacionalmente comparáveis de empreendedorismos desenvolvidas para atender a essa necessidade.
CAPACIDADE DE ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO Inúmeras pesquisas e estudos enfatizam a importância da atividade empresarial para o trabalho criação. Nas organizações o planeamento esta atrelado com empreendedorismo. Estes estudos também mostram que esta contribuição para o bem-estar econômico e social, pode-se dizer que é o processo de analisar uma organização sob vários ângulos, definindo seus rumos por meio de um direcionamento que possa ser monitorado nas suas ações concretas, utilizando-se, para tanto, de um instrumento denominado plano estratégi CAPACIDADE DE LIDERANÇA Liderança é a arte de comandar pessoas, atraindo seguidores e influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos. A liderança pode surgir de forma natural, quando uma pessoa se destaca no papel de líder, sem possuir forçosamente um cargo de liderança. É um tipo de liderança informal. Quando um líder é eleito por uma organização e passa a assumir um cargo de autoridade, exerce uma liderança formal. Um líder é uma pessoa que dirige ou aglutina um grupo, podendo estar inserido no contexto de indústria, no exército, etc. Existem vários tipos de líder, que mudam em função das características do grupo (unidade de combate, equipe de trabalho, grupo de adolescentes). O líder tem a função de unir os elementos do grupo, para que juntos possam alcançar os objetivos do grupo. A liderança está relacionada com a motivação, porque um líder eficaz sabe como motivar os elementos do seu grupo ou equipe. Novas abordagens sobre o tema defendem que a liderança é um comportamento que pode ser exercitado e aperfeiçoado. As habilidades de um líder envolvem carisma, paciência, respeito, disciplina e, principalmente, a capacidade de influenciar os subordinados.
HABILIDADE PARA TRABALHAR EM EQUIPE Equipes efetivas não só fazem a diferença para aumentar a produtividade e alcançar objetivos de negócio, como ajudam a manter um ambiente de trabalho saudável e positivo. Quando é funcional, o trabalho em equipe, por um lado, melhora a motivação dos colaboradores e, por outro, oferece grandes oportunidades para o exercício da liderança. No entanto, interagir com os outros de forma produtiva envolve uma série de habilidades e hábitos importantes. Entre essas habilidades está a capacidade de entender, monitorar e utilizar nossas emoções. Afinal, sentimentos e emoções ignorados afetam comportamentos, dificultam relacionamentos e anulam os resultados de iniciativas que envolvem várias pessoas, comprometendo as relações de trabalho. Difícil de obter, fácil de perder, a confiança é cada vez mais reconhecida não como uma virtude intangível, mas como uma das soft skills mais importantes que interferem na retenção, no desempenho e na produtividade nas organizações. No livro TrustBetrayal in theworkplace, os autores Dennis e Michelle Reina sugerem que gestores devem entender de forma integral as dinâmicas complexas que envolvem a geração de confiança, comprometendo-se com práticas que apoiem a construção dessa virtude intangível com colaboradores. Tais práticas incluem: gerenciar expectativas; estabelecer limites; delegar de forma adequada; incentivar intenções de apoio mútuo; manter acordos; apresentar comportamento consistente.
MOTIVAÇÃO NAS EMPRESAS Atualmente a organização vem enfatizando cada vez mais o assunto sobre a motivação pessoal. em razão do destaque deste assunto na literatura administrativa temos os mais diversas conceituações e aplicações da motivação no ambiente de trabalho, porém o sentido da palavra motivação provem do latim, é o que afirma Maximiniano, (2004 p. 14) A palavra motivação deriva do latim motivus, movere, que significa mover. O seu sentido original fundamenta-se no processo no qual o comportamento é incentivado, estimulado ou energizado por algum motivo ou razão. Pode-se analisar que o autor refere-se à motivação como a mola propulsora que contribui para a realização de um determinado desejo, sendo o motivo e a emoção o segredo do entusiasmo na realização de algum objetivo. A motivação é um aspecto intrínseco ás pessoas, pois ninguém pode motivar ninguém. A mesma passa a ser entendida como fenômeno comportamental único e natural e vem da importância que cada um dá ao seu trabalho, do significado que é atribuído a cada atividade desse trabalho e que cada pessoa busca o seu próprio referencial de auto-estima e autoidentidade (BERGAMINI, 1997, p.54). Portanto, motivação é pessoal, mas pode ser influenciada por objetivos e interesses coletivos as pessoas a irem em busca de algo que possa satisfazer suas vontades e que contribua de alguma forma para a realização de seus desejos, fica difícil motivar pessoas, até porque o ser motivado supera limites como se a pessoa estivesse sob efeito de algo superior, isso se dá quando a pessoa está centrada em seu objetivo maior levando a uma integração em busca de sua auto-realização. Para compreender o comportamento humano é fundamental o conhecimento da motivação humana. Motivo é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma isto é, tudo aquilo que dá origem a alguma propensão a um comportamento específico (CHIAVENATO 1982, p. 414).
PRINCIPAIS CONCLUSÕES O Relatório completo fornece Condições Estruturais fazer empreendedorismo, considerando Opaco baixa Expectativa Empresarial Atividade Aparece negativamente Associada com Estrutura Empresarial Nacional. Embora Localidade: Não inferências causais PODEM serviços tiradas a Partir da Análise, Resultados OS sugerem Que OS Diferentes Aspectos da Atividade Empreendedora pode serviços diferencialmente relacionada com um nacional Estrutura Empresarial Vários estudos têm sido realizados sobre a capacidade do empreendedorismo para criar novos postos de trabalho e a importância da educação para o empreendedorismo na produção de potenciais empreendedores do sistema educacional. Ramos e Gimenes (2006) colocam que às universidades e outras instituições de ensino superior ter sido dada a incumbência de desempenhar um papel de liderança em inculcar aos alunos o conhecimento empresarial e as competências que serão úteis em seus esforços de carreira. As universidades têm um importante papel na promoção da educação para o empreendedorismo, desenvolvendo com isso as economias regionais e da sociedade. Para tanto, as instituições de ensino superior devem ter esta consciência e promover o empreendedorismo na formação de seus alunos. Para Bygrave (2004) as universidades dever focar em ensinar seus alunos a pensar e comportar-se como empreendedores. Gnyawali e Fogel (1994) colocam que as universidades devem posicionar-se como um centro de empreendedorismo, fazendo uma contribuição substancial em nutrir um ambiente empresarial que combina fatores que contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo.