INSTRUÇÃO DE TRABALHO

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1. Titulo: ORIENTAÇÃO DE ENFERMAGEM PARA ALTA HOSPITALAR E CUIDADOS DOMICILIARES 2. Definição: Consiste em orientações prestadas ao cliente/acompanhante após prescrição da alta médica/hospitalar. 3. Objetivos: Orientar ao cliente/acompanhante quanto à continuidade do cuidado após a alta hospitalar; Assegurar à equipe de enfermagem a padronização técnica e científica na orientação da alta hospitalar e no cuidado domiciliar; Orientar a família a buscar informações sobre os recursos disponíveis na comunidade. 4. Indicação: Clientes de alta médica/hospitalar. 4.1 Contra-indicação: Quando o cliente não recebeu alta médica. 5. Responsáveis: Médicos, Enfermeiros, Técnicos de enfermagem, Fisioterapeutas, Nutricionista e Assistente social. 6. Orientações: Pré Procedimento Confirmar a alta médica; Proceder aos cuidados para alta médica /hospitalar; Fornecer as orientações padrões ou conforme as características do cliente, respeitando as individualidades socioculturais; Manter cuidados integrais de enfermagem enquanto o cliente manter-se na unidade. Como: administrar as medicações se ainda prescritas, oferecer dieta, verificar sinais vitais.

Orientações gerais: Quanto à atividade física saudável: Caminhadas curtas; Exercício físico leve com orientação médica; Acompanhamento pelo personal ou conforme orientação do fisioterapeuta; Quanto a mudanças de hábitos: Adaptar ao novo estilo de vida; Não ingerir bebidas alcoólicas; Não fumar tabaco; Não usar drogas ilícitas; Participar de atividades sociais e lazer que combatam o sedentarismo; Evitar fortes emoções; Buscar apoio da família; Tomar as medicações com orientações médicas, no caso do uso de anticoagulantes atentarem para sangramentos, hematomas ou equimose na pele; Dormir em média oito horas por dia. Orientações de cuidado com a ferida operatória ao cliente/acompanhante Orientar a não aplicar pomadas ou outras substâncias, sem o conhecimento do médico e/ou enfermeiro que acompanha o tratamento no ambulatório; Evitar carregar peso nos três primeiros meses após a cirurgia, a fim de não prejudicar o processo de cicatrização; Orientar que coceira, formigamento e queimação são normais nos primeiros dias e desaparecem naturalmente, pois fazem parte do processo de cicatrização; Orientar ao cliente/acompanhante que se apresentar algum dos seguintes sinais e sintomas: saída de

secreção em ferida operatória, inflamação, se febre acima de 37,8º C, dor, calor no local da ferida, a procurar o atendimento Médico no Pronto Socorro UDT do IC-DF, nos 30 dias após a alta hospitalar; Retirar os pontos em um período de 10 a 12 dias após o procedimento cirúrgico. A retirada de pontos será realizada no retorno previamente agendado no ambulatório de curativo. 7. Frequência: Toda vez que o cliente receber a alta médica/hospitalar. 8. Materiais: Folder explicativo; Comunicado de alta hospitalar. 9. Passos do Processo: Confirmar alta médica em documento de prontuário; Realizar visita de enfermagem, a fim de providenciar retirada de dispositivos conforme solicitação médica; Ligar para o acompanhante/responsável, comunicando da alta médica e solicitando os pertences pessoais; Entregar ao cliente/acompanhante, o comunicado de alta hospitalar, Folder explicativo contendo orientações pertinentes a sua hospitalização e exames pessoais (CD, exames etc.); Providenciar transporte com cadeira de rodas para saída do cliente, liberando-o somente na presença do acompanhante; Realizar anotação de enfermagem em documento de prontuário; Realizar a alta hospitalar no sistema, caso não haja pendências. 10. Considerações gerais: Aplicação adequada e eficiente por toda a equipe multiprofissional que se envolva direta/indiretamente no processo de alta do cliente.

11. Padrões de prática: Registros em documento de prontuário; Resposta positiva e satisfatória do cliente. 12. Pontos Críticos/Riscos: Interferência da família junto à equipe multidisciplinar; Falta de condições socioeconômicas e culturais da família; Insatisfação do paciente quanto ao atendimento e tratamento; Falta de colaboração do cliente. 13. Ações Corretivas: Realizar um trabalho de orientação com o cliente /família no sentido de esclarecimento de dúvidas sobre o procedimento e o prognóstico de evolução; Realizar junto ao Serviço Social um trabalho de sensibilização do cliente /família e buscar a melhor opção, respeitando sua vontade; Prever e prover um atendimento de qualidade da equipe multidisciplinar de forma individualizada e personalizada, atentando para as necessidades biopsicossociais. 14. Indicadores de qualidade: Realizar pesquisa de satisfação, com formulário direcionado conforme a Unidade ou a Instituição. 15. Periodicidade de Treinamento: Admissional e sempre que necessário. 16. Registro: Documento de prontuário. 17. Referências: SILVA, JE P; Enfermagem em Cardiologia. Cuidados Avançados. INCOR. Ed. Manoli, 2007. OLIVEIRA, AS; LISBOA, LA; DALLAN, LAO; Clinica Brasileira de Cirurgia, Cirurgia

Cardiovascular, Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Ano X Volume III. Ed. Atheneu, 2005. BEES MH, M.D BERKO Robert M.D MERCK, Manual, Décima Sétima Edição, Roca Edição Centenária, 1999. BARRETO, Antonio Pereira GUERRA, manda de Moraes Rego Sousa, ASOCESP Cardiologia atualização e Reciclagem, Organização Sociedade de Cardiologia do estado de São Paulo. Ed. Atheneu. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, 1194. POMERANTZEFF. Pablo Maria Alberto, Cuidados pé e pós-cirurgia cardíaca, Jose Otávio Costa Auler JR, Sérgio, Luiz Antonio Machado Cesar, São Paulo SP. ROC 2004. Fundação Zerbine, Incor HC. GUARAGNA JCV da Costa, Pós Operatório em CIRURGIA CARDÍACA. Ed. Guanabara Koogan SA. Rio de Janeiro RJ, 2005. Dados do Documento: Data: Elaboração: Juliana Chaves Fernandes 05/2010 Kátia Neuza Guedes; Jannara Cristiana da Cunha; Leila de Assis 08/2013 Revisão: Oliveira Ornellas; Luzia Alves Pereira Gusmão. Aprovação: Maria do Rosário Dias Marinho Wanderley 08/2013