REFERENCIAL DE FORMAÇÃO

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Federação: Federação Portuguesa de Alex Ryu Jitsu Modalidade/Disciplina: Alex Ryu Jitsu Conversão de Treinadores de Grau em Treinadores de Grau II Componente Prática: 6 horas Componente Teórica: 26 horas Total de horas: 32 Psicologia do Desporto 1. A organização do comportamento do praticante e a gestão de objetivos 1.1 A gestão pessoal do comportamento 1.1.1 Domínio relacional 1.1.2 Domínio do desempenho do atleta 1.2 O s princípios da gestão por objetivos 1.3 Características dos objetivos 1.4 O s objetivos de tarefa e de resultado 1.5 A avaliação e o controle dos objetivos 2. A coesão e o ambiente de grupo 2.1 A dinâmica grupal 2.2 A atracão e a integração no grupo 2.2.1 Formação 2.2.2 Perturbação 2.2.3 Normalização 2.2.4 Realização 2.3 O s fatores de tarefa e sociais 2.3.1 O envolvimento 2.3.2 Fatores pessoais 2.3.3 Liderança 2.3.4 Equipa CP: CT: 2 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Pág. 1/ 7

Pedagogia do Desporto 1. O papel do treinador de grau II e da pedagogia na for mação dos praticantes e no processo de desenvolvimento desportivo 1.1 O Treinador de Grau II no contexto do Plano Nacional de Formação de Treinadores 1.1.1 O treino desportivo é um processo pedagógico e de ensino 1.2 A s responsabilidades do Treinador de Grau II 1.2.1 O que nos mostra a realidade? 1.2.2 O que fazer para mudar a realidade? 1.2.3 A função de tutoria do Treinador de Grau II 1.3 O perfil do Treinador de Grau II 1.3.1 Princípios para definir o perfil do Treinador de Grau II 1.3.1.1 Desenvolver atitudes saudáveis perante a vitória e a derrota 1.3.1.2 Ser paciente perante os erros e as dificuldades de aprendizagem 1.3.1.3 Relativizar o conceito de sucesso 1.3.1.4 Criar um ambiente facilitador da aprendizagem 1.3.1.5 Ser imparcial 1.3.1.6 Abrir linhas de comunicação 1.3.1.7 Promover o espírito desportivo 1.3.1.8 Regular a superação 1.3.1.9 Adequar os modelos de preparação e de competição ao desporto juvenil: uma questão pedagógica 1.3.1.9.1 A importância dos modelos de preparação e competição no desporto juvenil CP: CT: 2 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Duarte Carvalho Licenciado em Educação Física Especialização em Treino personalizado, alto rendimento e nutrição Técnico Superior de Desporto, no Pelouro do Desporto da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão. Pág. 2/ 7

Fisiologia do Exercício 1. Noção de adaptação fisiológica 1.1 R elação estímulo adaptação 1.2 Analogia entre estímulo e carga de treino 1.3 Noção de carga de treino numa perspetiva exclusivamente fisiológica 1.4 A carga de treino vista como um estímulo fisiológico, previsível e controlável, perturbador do equilíbrio homeostático 1.5 Noção de adaptação aguda e adaptação crónica CP: CT: 5 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) 2. Bioenergética muscular 2.1 A transformação de energia química em mecânica no músculo esquelético 2.1.1 O processo anaeróbio alático, anaeróbio láctico e aeróbio 2.1.1.1 Vias metabólicas e substratos energéticos 2.1.1.2 Importância do conhecimento dos processos de produção de energia para a compreensão dos diferentes tipos de esforço desportivo 3. Fisiologia cardiorrespiratória 3.1 Principais alterações genéricas da função cardiorrespiratória na resposta aguda ao esforço aeróbio 3.2 Componente central e periférica 3.3 Adaptações cardíacas, vasculares e hemodinâmicas muscularem Biomecânica do Desporto 1. Introdução à Biomecânica 1.1 A Biomecânica, as Ciências e as Ciências do Desporto 1.2 Objeto de estudo da Biomecânica 1.3 Os objetivos da Biomecânica do desporto CP: CT: 3 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) 2. Das leis do movimento de Newton e das interpretações de Euler à análise da técnica desportiva 2.1 Estática, Cinemática e Dinâmica 2.2 Projéteis 2.3 Atrito 2.4 Trabalho, energia, potência e eficiência Pág. 3/ 7

Teoria e Metodologia do Treino Modalidades Individuais 1. Fundamentos do processo de treino desportivo 1.1 Objetivos do treino desportivo 1.2 Definição e análise do desempenho desportivo 1.3 Estado de treino e estado de preparação: a forma desportiva 1.4 Fadiga e recuperação no processo de treino 1.4.1 e heterocronismo dos processos de fadiga e recuperação 1.4.2 Níveis de fadiga no treino desportivo 1.4.3 Sobressolicitação e sobretreino como estados limite na aplicação das cargas de treino 1.5 Modelos gerais explicativos do rendimento desportivo 1.5.1 Modelo unifatorial (supercompensação) 1.5.2 Modelo bifatorial (fadiga desempenho) 1.5.3 Modelos não lineares 1.6 O s princípios do treino desportivo 1.6.1 O s princípios biológicos 1.6.2 O s princípios metodológicos 1.6.3 O s princípios pedagógicos 2. Planeamento do treino 2.1 A s operações do planeamento de uma época de treino 2.1.1 O estudo prévio 2.1.1.1 Determinar o rendimento da época anterior 2.1.1.2 Avaliar o grau de realização dos objetivos definidos na época anterior 2.1.1.3 Caracterizar o nível de treino atingido na época anterior quanto às componentes da carga de treino 2.1.1.4 Definir o perfil atual do atleta 2.1.1.5 Levantamento dos recursos disponíveis 2.1.2 Definição de objetivos 2.1.2.1 Hierarquização dos objetivos 2.1.2.2 Natureza dos objetivos no planeamento do treino desportivo 2.1.3 Calendário competitivo 2.1.3.1 Estrutura do calendário competitivo 2.1.3.2 Hierarquização e seleção das competições CP: CT: 6 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Pág. 4/ 7

Teoria e Metodologia do Treino Modalidades Individuais 2.1.4 Racionalização das estruturas intermédias (periodização) 2.1.5 Seleção dos meios de intervenção 2.1.6 Distribuição das cargas de treino 2.2 Estruturas de periodização da época de treino 2.2.1 A microestrutura 2.2.1.1 A sessão de treino 2.2.1.2 O microciclo 2.2.2 A mesoestrutura O mesociclo 2.2.3 A macroestrutura O macrociclo, o ano de treino e os planos plurianuais 2.3 O macrociclo segundo o modelo de periodização de Matveiev 2.3.1 A forma desportiva: aquisição, manutenção e perda temporária 2.3.2 Pressupostos teóricos 2.3.3 O s períodos de preparação e o seu conteúdo 3. Planeamento do processo de formação desportiva 3.1 A formação desportiva no quadro da carreira desportiva orientada 3.2 Treinabilidade e decisões metodológicas (multivariedade e progressão nas cargas de treino, e especialização gradual) 3.3 A s fases de carreira de um atleta 3.4 O desenvolvimento dos vários fatores do desempenho competitivo ao longo das fases de evolução do atleta 3.5 Periodização do treino na formação desportiva e sua modificação ao longo das fases de evolução do atleta 3.6 As competições como meio de formação (insubstituível) a introduzir gradualmente CP: CT: 6 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Duarte Carvalho Licenciado em Educação Física Especialização em Treino personalizado, alto rendimento e nutrição Técnico Superior de Desporto, no Pelouro do Desporto da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão. Pág. 5/ 7

Nutrição, Treino e Competição 1. Requisitos energéticos do atleta 1.1 Macronutrientes 1.1.1 Hidratos de carbono 1.1.2 Proteínas 1.1.3 Gorduras/Lípidos 1.2 Micronutrientes 1.2.1 Vitaminas e minerais 1.2.1.1 Vitaminas do complexo B: tiamina; riboflavina; niacina 1.2.1.2 Vitamina B6, ácido pantoténico, biotina, ácido fólico e vitamina B12 1.2.1.3 Vitamina D 1.2.1.4 Antioxidantes: Vitaminas C, E, β Carotenos e selénio 1.2.2 Minerais 1.2.2.1 Cálcio 1.2.2.2 Ferro 1.2.2.3 Zinco 1.2.2.4 Magnésio 1.2.2.5 Sódio 1.2.2.6 Cloreto 1.2.2.7 Potássio CP: CT: 4 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Duarte Carvalho Licenciado em Educação Física Especialização em Treino personalizado, alto rendimento e nutrição Técnico Superior de Desporto, no Pelouro do Desporto da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão. 2. A dieta de treino e de competição 2.1 Antes do exercício 2.2 Durante o exercício 2.3 Pós exercício/recuperação 3. Hidratação e fluídos no atleta 3.1 Recomendações de fluidos e de eletrólitos 3.1.1 Antes do exercício 3.1.2 Durante o exercício 3.1.3 Depois do exercício 4. Suplementos dietéticos e potenciadores ergogénicos 4.1 Substâncias ergogénicas com eficiência 4.2 Substâncias ergogénicas com alguma eficiência 4.3 Substâncias ergogénicas sem eficiência 4.4 Substâncias ergogénicas perigosas, banidas, ou ilegais Pág. 6/ 7

Técnicas e Táticas de Alex Ryu Jitsu 1. Princípios de Alex Ryu Jitsu 1.1 Avanço: defesa e ataque 1.2 O Irimi seu espirito de ação e previsão 1.3 Energia dinâmica original (aplicação na técnica) 1.4 Kawachi como meio superior de defesa 1.5 Reflexos 1.6 Controle de si mesmo 1.7 Eficácia total/previsão 1.8 Concentração física e mental 1.9 Velocidade e descontração 1.10 Mestria e espirito de lucidez 1.11 Estabilidade e segurança 1.12 Postura e confiança 1.13 Disciplina/Inteligência 1.14 Habilidade (movimentos hábeis/domínio e destreza física CP: 6 CT: 4 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Alexandre Carvalho Mestre Geral e Fundador do Estilo Alex Ryu Jitsu 2. Métodos de combate (luta), caracterização 2.1 Light contact 2.2 Semi contact 2.3 Knock out 2.4 Knock Down 2.5 Rumble Sparring 2.6 Grappling Luta no solo 2.7 Lutas de defesa pessoal de rua e policial/militar 3. Métodos de ensino/vias pedagógicas de luta 3.1 Exercitante técnico coletivo e individual 3.1.1 Sistemas defensivos: movimentos defensivos, deslocamentos e movimentação tática 3.1.2 Sistema ofensivo: execução mecânica, metodologia pedagógica 3.1.3 Terminologia dos golpes e contra ataque 3.1.4 Exercitamento no saco (eficácia e ritmo) Pág. 7/ 7